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Presidente do BNDES participa de fórum na Fiec

O economista Paulo Rabello de Castro, atual presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, é o convidado da próxima edição do Fórum Industrial Ideias em Debate, na quinta-feira (22), a partir das 18h30, no auditório Waldyr Diogo – térreo na Casa da Indústria da Fiec. O evento é gratuito e as inscrições devem ser feitas pelo site do Sistema Fiec.

O Fórum Ideias em Debate já promoveu uma série de palestras com personalidades de diversas áreas para trazer informações atualizadas visando o fortalecimento do setor produtivo.

Já participaram de edições anteriores do fórum, nomes como Ciro Gomes, Leandro Karnal, Maílson da Nóbrega, Marco Antonio Villa, Augusto Cury, Miriam Leitão, Mário Sérgio Cortella, Mauro Benevides Filho, Clóvis de Barros Filho, Ricardo Boechat, Bráulio Bessa, Dráuzio Varela, Ricardo Amorim, Carlos Alberto Sardenberg, Deltan Dallagnol, Cristiana Lôbo, Eduardo Giannetti da Fonseca, Zeina Latif, entre outros.

(Fiec / Foto: Arquivo)

Ministro da Indústria e Comércio, Marcos Pereira pede demissão

O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, entregou hoje (3) carta de demissão ao presidente Michel Temer, em reunião no Palácio do Planalto. Ele anunciou a decisão por meio das redes sociais. Na carta, Pereira explica que deixa a pasta para se dedicar a questões pessoais e partidárias. O Palácio do Planalto não comentou o pedido de demissão.

Marcos Pereira é presidente licenciado do PRB e pode disputar cargo eletivo na próxima eleição.

Essa é a segunda baixa no ministério do presidente Temer em menos de 10 dias. Na semana passada, Ronaldo Nogueira deixou o comando do Ministério do Trabalho também para se candidatar nas eleições. Nos últimos dias, o presidente Temer tem conversado com integrantes do PTB em busca de um nome para assumir o Ministério do Trabalho.

(Agência Brasil)

Expectativa do consumidor sobre a economia termina 2017 em baixa, diz CNI

A expectativa dos consumidores em relação à economia terminou o ano de 2017 em baixa e ficou praticamente no mesmo patamar registrado no fim de 2016. É o que mostra levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) voltado a avaliar a percepção dos cidadãos sobre sua situação financeira e as expectativas sobre indicadores como desemprego, inflação e renda pessoal.

O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec) ficou em 100,5 pontos em dezembro. O desempenho foi -0,5% menor do que o do mês anterior e 0,2% acima do aferido em dezembro de 2016. Quando comparado com o mesmo mês de 2015, o índice cresceu apenas cinco pontos. Durante todo esse período, a confiança dos consumidores ficou abaixo da média histórica, de 108,1 pontos.

O estudo revelou que a preocupação maior segue sendo o desemprego. A expectativa sobre o tema foi -5,6% menor do que a de novembro. No comparativo com 2016, ela aumentou 5,3%. Já no tocante à renda pessoal, as projeções foram negativas tanto em relação ao mês anterior (-1%) quanto ao ano passado (-2,9%).

A visão sobre a inflação também foi mais pessimista do que a registrada em outubro (-2,6%), mas oscilou em referência à de 2016 (1,9%). Quando questionados sobre a compra de bens de maior valor (como uma TV ou geladeira novas), os participantes do levantamento se mostraram menos otimistas do que no mês anterior (-1,3%) e mais confiantes do que em 2016 (1,3%).

A avaliação foi positiva em dois assuntos: endividamento e situação financeira. Sobre o primeiro, os consumidores ouvidos demonstraram maior confiança do que em outubro (3,7%) e menor do que em 2016 (-1,8%). Já quanto ao segundo, a percepção foi parecida, com expectativa maior sobre o mês passado (3,7%) e menor na comparação com 2016 (-2,2%).

(Agência Brasil)

Faturamento da indústria cresce, mas quadro ainda é de atividade fraca, diz CNI

Após amargar resultados negativos em praticamente todos os índices em setembro, o setor industrial registrou crescimento de 1,7% no faturamento real, em outubro. O faturamento de outubro é 11,9% maior que o registrado em outubro de 2016, segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgados nesta segunda-feira (4).

O mês também registrou ampliação de 0,2 ponto percentual na utilização da capacidade instalada. A utilização ficou em 77,7%. Nos últimos quatro meses, a variação está em torno de 77,5%.

Já o rendimento médio real aumentou 0,9%, acompanhado pelo aumento de 0,1% no emprego e 0,3% da massa salarial real, na comparação com setembro, quando todos os indicadores tiveram recuo. Queda foi registrada apenas no quesito horas trabalhadas, que recuou 0,7% em outubro, após o ajuste sazonal.

“A indústria permanece em trajetória de recuperação moderada. De um lado, as variáveis faturamento real, massa salarial real e rendimento real, beneficiadas pela inflação em queda, mostram evolução positiva mais clara. De outro, horas trabalhadas, emprego e utilização da capacidade instalada registram oscilações pequenas nos últimos meses, sem garantir tendência definida. O balanço desses resultados sugere manutenção do baixo patamar das variáveis pesquisadas e reforça o quadro de fraca atividade industrial”, diz o relatório da CNI.

(Agência Brasil)

Produção industrial cresce e emprego no setor fica estável, avalia CNI

O relatório Sondagem Industrial, divulgado nessa segunda-feira (27) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), informa que a atividade industrial encontra-se em patamar mais elevado que há um ano e avalia que a recuperação da indústria brasileira segue em curso. O estudo também aponta que o número de trabalhadores no setor se manteve estável no mês de outubro, fato inédito desde 2013.

“O índice de evolução do número de empregados mostra interrupção do ciclo de demissões em outubro. O índice ficou praticamente sobre a linha divisória, em 49,7 pontos. É a primeira vez, desde novembro de 2013, que o índice mostra estabilidade do emprego”, informa o levantamento.

O relatório revela que a produção industrial aumentou em outubro, quando o índice de evolução da produção registrou 52,6 pontos. O índice de outubro de 2017 supera os registrados nos meses de outubro de 2015 e 2016, cujos valores ficaram abaixo de 50 pontos, demonstrando queda da produção.

O nível de estoque se ajustou e voltou ao patamar planejado pelos empresários, após um pequeno excesso indesejado no mês de setembro. O índice de evolução dos estoques ficou em 49,3 pontos, apontando pequeno recuo.

O índice de intenção de investimentos no setor teve aumento de 1 ponto entre os meses de outubro e novembro, chegando a 50,6 pontos. Este é o quinto mês consecutivo sem recuo do índice.

A sondagem indica que as expectativas para o setor são otimistas, apesar de uma leve redução em novembro. “Mesmo com as contrações neste mês, os índices de expectativa de demanda, compras de matérias primas e quantidade exportada seguem acima dos 50 pontos, ou seja, indicam otimismo”, informa.

(Agência Brasil)

Fiec debate crise econômica nesta quarta-feira

“Sob a névoa da crise: tecnologia, incerteza e prosperidade numa economia periférica” é o tema da reunião da Diretoria Plena da Fiec, nesta quarta-feira (8), a partir das 18h30min, no auditório Luiz Esteves Neto, no 5º andar da Casa da Indústria.

A apresentação do tema será do chefe de Gabinete do Governador do Estado, Élcio Batista, Mestre em Sociologia, pela UFC, e ex-integrante da Unidade de Gerenciamento de Programa do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Pesquisa da CNI mostra que período de demissões na indústria está perto do fim

O fim das demissões na indústria está perto do fim. A avaliação é da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que divulgou hoje (26) a Sondagem Industrial de setembro. O indicador registra que o número de empregados na indústria alcançou 49 pontos em setembro, valor próximo aos 49,1 pontos registrados em agosto.

O índice varia de zero a 100 pontos e, quando está abaixo dos 50 pontos, mostra queda no emprego. Como está próximo da linha divisória, o índice indica que o fim das demissões está se consolidando, diz a CNI.

A pesquisa mostra também que, depois da forte alta de agosto, a produção diminuiu em setembro, registrando 48,1 pontos. “Embora ainda esteja abaixo da linha divisória dos 50 pontos, o índice é superior aos 45,8 pontos registrados no mesmo mês do ano passado”.

Quanto à capacidade instalada da indústria, embora os resultados indiquem que a indústria está em recuperação, a utilização média da capacidade instalada ficou em 66% em setembro, um ponto percentual abaixo do registrado em agosto.

A pesquisa mostra ainda que as perspectivas dos empresários do setor industrial para os próximos seis meses são positivas. “Os indicadores de expectativas para a demanda, a compra de matérias-primas e as exportações continuam acima dos 50 pontos, que separa o pessimismo do otimismo. Isso indica, avalia a CNI, que os “empresários esperam o aumento da demanda, da compra de matérias-primas e da quantidade exportada nos próximos seis meses”.

(Agência Brasil)

Inadimplência das empresas cresce, mas aumento é o menor em sete anos, diz SPC

A inadimplência das empresas cresceu 3,42% no último mês de agosto na comparação com o mesmo período do ano passado. Apesar da alta, o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), autor da pesquisa, divulgou que se trata do aumento mais comedido para os meses de agosto em sete anos de série histórica. Em períodos anteriores, as altas foram de 7,61% em 2016; 9,90% em 2015; 7,64% em 2014; 8,32% em 2013; 11,67% em 2012, e 13,79% em 2011.

De acordo com a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, mesmo em meio à crise econômica que o país atravessa, essa desaceleração do aumento da inadimplência entre as empresas ocorre em virtude da maior restrição ao crédito e menor inclinação ao investimento por parte dos empresários.

Na comparação mensal – entre julho e agosto deste ano – houve uma leve queda de 0,29% no volume de empresas inadimplentes. Nos meses anteriores, o SPC havia registrado alta no índice de 0,42% em junho e 0,08% em julho.

“Para os próximos meses, espera-se que atividade econômica siga uma lenta recuperação e que os empresários permaneçam cautelosos devido ao cenário de grande incerteza política e econômica, o que deve manter o crescimento da inadimplência das empresas em patamares discretos frente à série histórica como um todo”, afirma o presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Honório Pinheiro.

Entre os segmentos de empresas devedoras, as altas mais expressivas ficaram com os ramos de serviço (5,60%) e indústria (2,29%), seguidos pelas empresas que atuam no setor de comércio (2%) e no ramo da agricultura (0,77%).

Os dados regionais mostraram que a Região Sudeste liderou o crescimento da inadimplência entre as empresas. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o número de pessoas jurídicas com contas pendentes na região cresceu 3,64%. Em seguida, aparecem as regiões Nordeste, que registrou alta de 2,88% na mesma base de comparação; Norte (2,73%); Centro-Oeste (2,38%), e Sul (2,35%).

(Agência Brasil)

Fiec destaca, em propaganda, postura política de Tasso Jereissati

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Eis anúncio de página inteira que é veiculado nos jornais desta Fortaleza. Pago pela Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), destaca a figura de Tasso Jereissati (PSDB) em meio ao mar de lama em que se transformou o cenário político-eleitoral do País. Confira:

No momento em que a classe política brasileira é questionada por ações pouco republicanas, é fundamental o exercício da autocrítica.

Com a credibilidade dos grandes estadistas, Tasso Jereissati tomou a dianteira e tornou públicas suas reflexões partidárias.

A Federação das Indústrias do Estado do Ceará, FIEC, entende que a classe política deve seguir o exemplo do senador cearense e promover profunda avaliação, que leve à mudança de atitudes que tantos prejuízos têm causado ao Brasil.

Senador Tasso, a sua atitude inspira, motiva e alimenta
a esperança de um País melhor.

FIEC

Workshop “Tecnologia sustentável na prevenção de incêndios” tem inscrições gratuitas até amanhã

Como aumentar a margem de segurança das instalações e preservar o que existe de mais importante: a vida da equipe e o patrimônio da empresa. Esse é o objetivo do workshop “Tecnologia sustentável na prevenção de incêndios”, que ocorre na segunda-feira (28), na EIM Instalações Industriais, no bairro Cambeba, com inscrições gratuitas até esta sexta-feira (25).

Além da EIM Instalações Industriais, o workshop também contará com profissionais da 3M, da Bosch e da MI Fire, que apresentarão o que há de mais moderno e fundamental para combater incêndios e evitar danos, no que se refere à segurança e ao impacto ambiental.

O tema será apresentado pelos palestrantes Nivaldo de Souza Leite, executivo de desenvolvimento de negócios da Bosch; Marcelo Rissato, gerente comercial da MI Fire; e Joaquim Azevedo, executivo de desenvolvimento de negócios da 3M. A inscrição é gratuita e deve ser realizada até esta sexta-feira (25), por meio do link https://www.sympla.com.br/workshop-tecnologia-sustentavel-na-prevencao-de-incendios__165867

SERVIÇO

*EIM Instalações Industriais (Av. Washington Soares, 5700)

*Mais informações – (85) 3474.5000

Procurador da Lava Jato diz em Fortaleza que destino do País não será mudado, enquanto sociedade for passiva

Demonstrando simpatia com todos e respostas na ponta da língua sobre questões polêmicas da Lava Jato, o procurador Deltan Dallagnhol proferiu palestra na Fiec, na noite desta quinta-feira (20), lotando dois auditórios.

Ele criticou a passividade da sociedade e disse que nosso destino não será mudado enquanto não tomarmos decisões voltadas a isso. Nesse sentido, disse que a Lava Jato e apenas um momento dessa mudança necessária.

Antes da palestra, Dallagnhol recebeu os jornalistas e respondeu as perguntas sobre Lula, parcialidade, Temer entre ourtos assuntos.

(Foto: Paulo MOska)

Secretário André Costa participa nesta terça-feira de reunião na Fiec

O secretário da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará, delegado federal André Costa, participará, nesta terça-feira (11), a partir das 18 horas, da reunião com a diretoria da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec).

André Costa deverá abordar, na sede da federação, os números da violência no Estado, além das ações preventivas, como a entrega de 305 viaturas às polícias Civil e Militar, ainda este mês, além da posse nesta segunda-feira (10), a partir das 9 horas, no Centro de Eventos, de novos delegados, escrivães e inspetores, em evento que terá à frente o governador Camilo Santana.

(Foto – Dvulgação)

Para CNI, aumento de medidas contra Brasil podem ser consideradas protecionistas

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) criticou o aumento de medidas contra o Brasil que podem ser consideradas protecionistas. De acordo com o órgão, das 209 medidas de defesa comercial em vigor no mundo, 37 afetam a exportação de produtos brasileiros.

Por outro lado, o Brasil tem diminuído o uso desses instrumentos, de acordo com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Estados Unidos, Argentina, México, África do Sul, Chile e Índia estão entre os países que mais adotaram esse tipo de ações contra exportadores nacionais entre 2010 e 2016.

As medidas são utilizadas quando um país avalia que governo cujos produtos são concorrentes comerciais adota barreiras ilegítimas para baixar o preço da sua produção e ampliar drasticamente as exportações. Com base nisso, os países ingressam na Organização Mundial do Comércio (OMC) com pedidos como antidumping, anti-subisídios e salvaguardas.

De acordo com o ministério, o número de investigações abertas pelo Brasil caiu de 67, em 2013, para 24, no ano passado. Enquanto 42 medidas foram efetivamente aplicadas em 2013, 29 foram adotadas em 2016.

Por outro lado, no prazo de um ano, os países utilizaram cinco vezes mais esses instrumentos. Em 2015, foram três e, no ano passado, segundo o ministério, 15. Já o início das investigações contra os produtos brasileiros teve uma queda de 25 para 23 no mesmo período, porém após uma alta que veio de seis medidas em 2014.

A metade das investigações contra as barreiras feitas nos últimos seis anos diz respeito a produtos siderúrgicos. Em seguida, vem o setor de papel e celulose (10%) e, em terceiro, os alimentos, bebidas e tabaco, empatados em 8%, dentre os principais produtos.

Para a CNI, a existência de “incertezas” representadas em instrumentos como esse está relacionada ao “aumento do protecionismo no mundo e de medidas concretas anticomércio”. O órgão defende também a proibição do “uso inadequado” das medidas que “violem as regras multilaterais”.

A CNI é responsável por defender os interesses da indústria nacional e representante de sindicatos que reúnem cerca de 700 mil indústrias.

(Agência Brasil)

Governo libera recursos para criação de Polo Industrial Químico de Guaiúba

O governador Camilo Santana (PT) vai assinar, às 9 horas desta manhã de segunda-feira, a liberação de recursos para a infraestrutura do Polo Industrial Químico. Esse empreendimento será implantado na cidade de Guaiúba (Região Metropolitana de Fortaleza). O ato ocorrerá ao lado da Câmara Municipal de Guaiúba, na Rodovia CE-060.

O Polo Industrial Químico de Guaiúba vai contar com 27 empresas, gerando 1.967 empregos diretos, com investimento do Governo do Ceará superior a R$ 10 milhões, através da Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece) e das secretarias do Desenvolvimento Econômico (SDE) e da Infraestrutura (Seinfra). O investimento das empresas supera a casa dos R$ 95 milhões.

Crise econômica leva indústria do aço a adiar investimentos de U$$ 3,2 bilhões

Os impactos da crise econômica que o país atravessa levaram a indústria do aço a adiar, entre janeiro de 2014 e junho de 2016, investimentos da ordem de US$ 3,2 bilhões, período em que foram paralisadas ou desativadas 83 unidades produtivas e mais de 40 mil postos de trabalho foram fechados.

As informações são do Instituto Aço Brasil, que enfrentou em 2016 a pior crise de sua história, com queda de 9,2% na produção de aço bruto e de 7,7% na de laminados.

Dados divulgados esta semana revelaram que a produção acumulada de aço bruto no país em 2016 totalizou 30,2 milhões de toneladas, uma queda de 9,2% em comparação a 2015; enquanto a produção de laminados totalizou 20,9 milhões de toneladas no ano passado, que representa queda em ralação a 2015 de 7,7%.

O presidente-executivo do instituto, Marco Polo de Mello, disse que em 2016 a crise atingiu a economia como um todo, mas em especial o setor de produção de aço em razão da sobre-oferta do produto no mercado mundial. Hoje, a produção mundial de aço totaliza cerca de 780 milhões de toneladas, das quais mais de 400 milhões na China.

Na avaliação do executivo do Instituto Aço Brasil, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país começou a piorar já em 2014, apresentando que expressiva tanto em 2015 quanto em 2016.

“Quando se olha especificamente para o setor de aço, observa-se que os principais setores demandadores da matéria-prima (automotivo, máquinas e equipamentos e construção civil) e que juntos representam 80% do consumo do produto, todos sem exceção tiveram redução drástica em suas atividades”.

Juntos, estes setores fecharam em queda de 11,8%, em média, nos onze meses de 2016, queda esta que chega a 32% quando comparada ao mesmo período de 2013.

(Agência Brasil)

Baixa produtividade é entrave para o Brasil competir, diz CNI

Dirigentes da Confederação Nacional da Indústria (CNI) consideram a baixa produtividade um dos principais entraves ao aumento da competitividade da economia brasileira. Os representantes da entidade comentaram os resultados da pesquisa Competitividade Brasil, divulgada nesta quinta-feira (19) e que mostra o país no penúltimo lugar em um ranking de 18 países.

O Brasil superou apenas a Argentina em uma lista de países escolhidos por suas semelhanças com a economia brasileira, seja pelo nível de renda parecido ou por competirem com os mesmos produtos no mercado externo. O país demonstrou o pior desempenho em custo e disponibilidade de capital. No entanto, para a CNI, os problemas para custear e achar mão de obra também merecem destaque. O Brasil ocupou o décimo primeiro lugar na avaliação desse quesito.

O gerente executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca, diz que a mão de obra mais cara está ligada também à baixa produtividade, ou seja, reduzida capacidade de produzir com eficiência. “O problema é a baixa produtividade. Nesta edição da pesquisa, a gente ficou no vermelho em crescimento da força de trabalho [conceito associado às pessoas disponíveis com capacidade para serem empregadas] e isso nos fez cair várias posições”, comentou.

Fonseca afirmou que o aumento da produtividade passa pela melhoria da educação. “Em termos de solução, vários fatores dificultam. A educação é um deles. A baixa qualidade da educação dificulta que os trabalhadores consigam absorver novas tecnologias, em um mundo em que a tecnologia muda muito rápido. Ou seja, o aprendizado tem que ser rápido e isso é difícil”, declarou.

Curiosamente, a educação foi o quesito em que o Brasil ficou mais bem posicionado no ranking: ocupou o nono lugar, entre 15 países com informações disponíveis sobre o assunto. O principal motivo foi o subfator gastos com educação, no qual o país figura em quarto lugar.

(Agência Brasil)

Faturamento da indústria cresce 4,5% em novembro; horas trabalhadas sobem 0,7%

A indústria brasileira registrou aumento de 4,5% no faturamento real e de 0,7% nas horas trabalhadas em novembro na comparação com outubro. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (13), em Brasília, na pesquisa Indicadores Industriais, da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os dados são dessazonalizados, ou seja, ajustados para o período em que foram coletados.

Os indicadores relativos ao mercado de trabalho, no entanto, continuaram a observar queda. O indicador do emprego recuou 0,3% na comparação com outubro, enquanto a massa salarial real caiu 2,1% e o rendimento médio real, 1,5% para o mesmo período. A utilização da capacidade instalada ficou em 76,6%, apenas 0,1 ponto percentual acima do piso da série histórica.

Para a CNI, os números de novembro não sinalizam recuperação da atividade industrial. A entidade destacou na pesquisa que “a comparação anual dos indicadores continua a mostrar quedas expressivas”.

O faturamento real, por exemplo, recuou 9,9% e as horas trabalhadas caíram 5,5% em novembro de 2016 na comparação com o mesmo mês de 2015.

(Agência Brasil)

Fiec reinicia atividades deste ano

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O presidente da Fiec, Beto Studart, reiniciou esta semana as atividades da Federação com uma solenidade cívica nos jardins da Casa da Indústria. Antes do reinicio propriamente dito, porém, o dia foi movimentado na Fiec, com dois eventos em paralelo ocupando os auditórios da entidade representativa dos industriais.

Em um deles, o prefeito Roberto Cláudio e a secretária Águeda Muniz apresentaram a Certificação Ambiental Fator Verde, selo que possibilitará que o Município certifique construções sustentáveis, com o objetivo de alcançar índices de sustentabilidade de construções e uma melhoria na qualidade de vida urbana.

Já o secretário de Ciência e Tecnologia do Estado (Secitece), Inácio Arruda, apresentou o relatório final do “Estudo de Viabilidade para a Implantação do Parque Tecnológico do Ceará”. O estudo de viabilidade do Parque Tecnológico é resultado de diversas oficinas coordenadas por uma consultoria feita pelo Banco Mundial a pedido da Secitece. Durante cinco meses, vários atores de instituições ligadas à Ciência e Tecnologia – UFC, Uece, IFCE, Embrapa, Padetec, Nutec, Centec, Sistema Secitece, BNB, Fiec, Sebrae, instituições de Ensino Superior, entre outras – estiveram envolvidos nas discussões que culminaram no documento.

(Fiec)

Indústria recua em oito locais em novembro de 2016, diz IBGE; Ceará tem terceira maior queda

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A produção industrial recuou em oito dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na passagem de outubro para novembro deste ano. A maior queda foi observada na Região Nordeste (-5,2%). O resultado da região agrega a indústria de todos os seus nove estados.

Os três estados nordestinos que também são analisados individualmente tiveram as maiores quedas em novembro: Pernambuco (-4,9%), Bahia (-2,1%) e Ceará (-1,9%). Outros estados com recuos em suas produções industriais foram Goiás (-1,6%), Rio de Janeiro (-1,2%), Rio Grande do Sul (-0,8%) e Espírito Santo (-0,5%).

Santa Catarina manteve sua produção estável na passagem de outubro para novembro. Cinco estados tiveram crescimento: Pará (6,6%), Minas Gerais (5,9%), Amazonas (4,4%), Paraná (2,4%) e São Paulo (1,6%).

(Agência Brasil)