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Papa vai se reunir na Irlanda com vítimas de abusos por parte do clero

O papa Francisco se reunirá em Dublin, na Irlanda, com um grupo de vítimas de abusos por parte do clero. A reunião acontecerá durante sua viagem ao país, no próximo fim de semana, para participar do Encontro Mundial da Família, informou o porta-voz do Vaticano, Greg Burke. Francisco também rezará pelas vítimas durante sua visita à catedral de Dublin diante da vela que foi colocada no templo em homenagem as pessoas que sofreram abusos.

O papa Francisco, recentemente, teve encontros privados com vítimas em todos os países onde membros da Igreja cometeram esses crimes e fará o mesmo em Dublin.

A viagem do papa para o Encontro Mundial da Família acontece depois de um novo escândalo que atingiu a Igreja Católica com a publicação pela Suprema Corte da Pensilvânia, nos Estados Unidos, de um relatório que documenta 300 supostos casos de “sacerdotes predadores” sexuais nesse estado e identifica cerca de mil menores de idade como vítimas desde os anos 1940.

A ferida dos abusos ainda está aberta na Irlanda, onde dezenas de padres molestaram menores e a hierarquia católica encobriu sistematicamente as denúncias para evitar o escândalo em um período compreendido entre 1975 e 2004. É provável que Francisco também se refira a esse escândalo em algum dos discursos públicos que pronunciará nos atos de sua visita a Dublin nos dias 25
e 26 de agosto.

O papa publicou, esta semana, uma carta a todos os católicos, em um gesto sem precedentes, para expressar “vergonha” e “arrependimento” pelos casos de abusos e admitir que a Igreja não soube agir, nem reconhecer, a gravidade do prejuízo que estava sendo causado.

(Agência Brasil com EFE)

Donald Trump e a liberdade de imprensa

Com o título “Trump e liberdade de imprensa”, eis o Editorial do O POVO:

A opinião pública internacional foi surpreendida com a notícia de que a liberdade de imprensa estaria enfrentando dificuldades nos Estados Unidos. Ontem, mais de 300 jornais estadunidenses dedicaram seus editoriais ao problema, num movimento articulado de protesto contra as declarações do presidente Donald Trump, em seu Twitter, que classificara a mídia de perfil crítico a seu governo como “inimiga do povo norte-americano”.

Não é a primeira vez que o dirigente americano expressa tais conceitos, mas, é inusitado que o país considerado a pátria por excelência das liberdades democráticas e cuja primeira emenda à Constituição traz uma garantia explícita de irremovibilidade e de irreformabilidade da liberdade de imprensa e de expressão se veja na contingência de denunciar ameaças a esse respeito, como qualquer republiqueta autoritária. Pior: uma ameaça partindo do próprio chefe da Nação.

A resposta dos jornais foi a criação de uma frente comum para desarmar a hostil retórica de Trump, liderada pelo histórico diário “The Boston Globe”. Nela se juntaram outros veículos, como “The New York Times”, “The Washington Post”, “The Houston Chronicle”, “Minneapolis Star Tribune”, “Miami Herald” e “Denver Post”, dentre outros, até alcançar três centenas deles. A indignação dos jornais é tanto pelo fato de serem agredidos pela acusação de fake news, por fazerem um jornalismo crítico à administração federal (o que teria irritado o presidente), como pelo clima de hostilidade criado contra jornalistas.

Isso não isenta eventuais irresponsabilidades de algum veículo ou profissional. A democracia, no entanto, tem meios para corrigi-los. É o que explicou o editorial do Dallas Morning News: “Se o presidente vir uma informação errônea, tem o direito e o dever de denunciá-la e mostrar os dados. Não vamos fingir que todas as histórias que apareceram em todos os meios que cobrem o presidente foram impecáveis. Mas tampouco vamos fingir que não está em jogo aqui uma questão mais ampla, que afeta a liberdade da imprensa de questionar as coisas e que afeta os próprios fundamentos da nossa República”

Várias organizações internacionais, como a ONU e a Comissão Interamericana de Direitos Humanos(CIDH) alertaram para o perigo que tais críticas representam para o trabalho de jornalistas, não só locais, mas de todo mundo. Na verdade, a democracia exige que todos seus agentes tenham a compreensão de que a diferença de pontos de vista faz parte de sua essência, mas as contradições não podem sacrificar ou desacreditar os instrumentos institucionais que as regem para não se transformar em um trágico haraquiri.

(Foto – Rede ABC)

Morre Aretha Franklin, a “Rainha do Soul”

Morreu, nesta quinta-feira, aos 76 anos, a cantora Aretha Franklin, informou o agente da artista a veículos de imprensa americanos. No dia 13 de agosto, o jornalista e amigo da família Roger Friedman já havia informado que ela estava “gravemente doente“. A Rainha do Soul lutava contra um câncer desde 2010.

Nascida em Memphis, no estado norte-americano do Tennessee, em 1942, Aretha Franklin é filha de Barbara Siggers e do famoso pastor e ativista dos direitos civis no Estados Unidos, Clarence LaVaughn Franklin. Com o apoio dos pais, a cantora lançou seu primeiro álbum, Songs of Faith, em 1956 – quando tinha apenas 14 anos.

Desde então, são quase 62 anos de carreira, interrompidos apenas no início deste ano por recomendações médicas. A última apresentação pública ocorreu em agosto de 2017. “Foi um espetáculo milagroso, pois Aretha já lutava contra a exaustão e a desidratação”, disse Friedman.

Em 1987, tornou-se a primeira mulher a fazer parte do Rock & Roll Hall of Fame, quando recebeu o apelido de Rainha do Soul. O repertório é composto por clássicos, como I Say A Little Prayer, Respect e You Make Me Feel Like. As faixas renderam a Aretha 18 estatuetas do Grammy.

Com esse feito, a artista tornou-se a segunda cantora a possuir mais prêmios do festival musical, atrás apenas de Alison Krauss. Ao todo são 18 troféus competitivos e três honorários.

Em 1995, ela recebeu uma medalha do Kennedy Center, uma das mais prestigiadas instituições de arte do país. Já em 2005 a artista foi incluída no UK Music Hall, tornando-se a segunda artista feminina a conseguir tal honraria (a primeira havia sido Madonna).

(Com Agências)

Alemanha reconhece o terceiro sexo

O Governo alemão aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei para introduzir no registro de nascimento um terceiro sexo, além do masculino e feminino, sob a determinação de “outro” ou “diverso”. Estima-se que na Alemanha há aproximadamente 80 mil intersexuais, algo menos de 1% da população.

A decisão cumpre sentença do Tribunal Constitucional de 2017 que determina a introdução de uma terceira opção no registro de nascimento. A nova lei vai permitir ao registro de pessoas que não pertencem aos sexos masculino e nem feminino.

O porta-voz do Governo, Stefen Seibert, informou que o Parlamento deve ainda analisar a lei e acredita que em 2019 entrará em vigor.
“É hora de modernizar de uma vez a legislação vigente”, apontou a ministra de Justiça, a social-democrata Katarina Barley.

(Agência Brasil com EFE)

Ponte desmorana na Itália de deixa dezenas de mortos

Uma parte da ponte Morandi desmoronou em Gênova, no norte da Itália, na manhã desta terça-feira (14), e deixou “dezenas de mortos” e feridos de acordo com o serviço de emergência, citado pela agência italiana Adnkronos e o jornal “Le Reppublica”. A informação é do Portal G1.

O diretor da central de emergência 118 Gênova, Francesco Bermano, afirmou que várias pessoas estão sob os escombros da ponte e que feridos já foram levados para um hospital da região. O jornal “La Stampa” afirma que 20 morreram.

A estrutura, que atravessa a cidade portuária de Gênova, estava a cerca 100 metros de altura. Ela passa por uma área densamente habitada. A maior parte do viaduto caiu no leito do córrego Polcevera, mas trechos enormes caíram nas casas, nos galpões e nas ruas abaixo. O incidente ocorreu após uma forte chuva atingir a região.

(Foto: Luca Zennaro/ANSA via AP)

Dólar registrou maior valor em mais de um mês

O dólar fechou com alta firme e terminou no maior nível em mais de um mês, perto dos 3,90 reais, com a situação econômica da Turquia mantendo a aversão ao risco nos mercados globais, em especial nos de países emergentes.

O dólar avançou 0,86%, fechando em 3,8973 reais para a venda, maior preço desde os 3,9344 reais de 5 de julho. Na sexta-feira, 10, a moeda já havia subido 1,59%. Na máxima desta segunda-feira, 13, chegou a 3,9297 reais e, na mínima, a 3,8782 reais. O dólar futuro avançava cerca de 1,1%.

“A preocupação se refere à exposição de bancos da zona do euro aos títulos turcos. Isso mesmo com o banco central turco estabelecendo medidas emergenciais”, afirmou, em relatório, o economista-chefe do Home Broker ModalMais, Alvaro Bandeira.

A lira turca registrou novamente forte baixa frente ao dólar neste pregão, já tendo recuado mais de 40% neste ano, devido às preocupações com a influência do presidente turco, Tayyip Erdogan, sobre a economia, suas repetidas solicitações por taxas de juros mais baixas e o agravamento dos laços com os Estados Unidos.

Nesta segunda-feira (13), o banco central turco diminuiu as taxas de depósitos compulsórios para os bancos, além de se comprometer em fornecer liquidez necessária para as instituições financeiras e tomar todas as medidas necessárias para manter a estabilidade, mas o mercado seguia nervoso.

“Os investidores se preocupam com o eventual risco sistêmico, que pode deflagrar o contágio e uma consequente crise financeira”, escreveu o Banco Confidence em relatório.

O temor de que a crise turca pudesse se espalhar pelos países emergentes fez com que o dólar subisse frente às moedas desses países, com destaque para o rand sul-africano e o peso mexicano.

Efeito dominó
O peso argentino também despencou ante o dólar, influenciado não só pela situação da Turquia como também por denúncias de corrupção envolvendo políticos e empresários, o que obrigou o Banco Central do país a elevar os juros a 45% nesta sessão – era 40% anteriormente.

“Não esperamos que a alta dos juros da Argentina seja o começo de uma série de aumentos de taxas dos bancos centrais de emergentes. A Argentina é um dos poucos emergentes que compartilham vulnerabilidades semelhantes à da Turquia”, escreveu o economista para mercados emergentes da empresa de pesquisas macroeconômicas Capital Economics, Edward Glossop, em relatório.

Em relação ao real, houve ajuste de posições depois que a moeda americana bateu a máxima do dia, com alguns investidores vendendo e levando a divisa para a mínima, mas o movimento foi curto e logo ganhou tração novamente com a notícia da alta dos juros na Argentina.

Fonte do Ministério da Fazenda informou que o Brasil está pronto para atuar nos mercados financeiros em caso de excesso de volatilidade em razão da situação turca.

Com a agenda doméstica esvaziada, os investidores mantiveram o foco na cena eleitoral doméstica, nesta semana em que os postulantes à Presidência têm de registrar suas candidaturas no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

(Com Veja e Reuters)

Cristina Kirchner depõe na Justiça sobre suposta rede de propinas

A senadora argentina Cristina Kirchner compareceu, hoje, ao tribunal Justiça de Comodoro Py para depor em ação que investiga se a ex-presidente fez parte de uma suposta rede de pagamentos de propina a funcionários de seu governo (2007 – 2015) e do marido Nétor Kirchner. ( 2003-2007). O comparecimento acontece dois dias antes de o Senado debater se autoriza o juiz Claudio Bonadio Bonadio a expedir um mandado de busca e apreensão nos domicílios e no escritório de Cristina, que conta com foro privilegiado por ocupar o cargo de senadora desde dezembro de 2017.

O juiz deseja obter esclarecimentos relacionados ao processo, que foi aberto por causa de uma investigação do jornal “La Nación” baseada em cadernos escritos por Oscar Centeno, que foi motorista do ex-secretário de Coordenação do Ministério de Planejamento, Roberto Baratta.

Baratta foi detido no dia 1º de agosto – supostamente coordenava os pagamentos que eram feitos em troca de concessões de obras públicas
nesse período. Além das informações fornecidas por Centeno, que se encontra em liberdade como testemunha protegida, outros empresários que aceitaram acordos de delação premiada estão sendo fundamentais na investigação do caso, que envolve mais de 50 pessoas.

(Agência Brasil com EFE/Foto – Exame)

Secretário de Defesa dos EUA visita o Brasil pela primeira vez

O secretário de Defesa dos Estados Unidos (EUA), James Mattis, 67 anos, está na América do Sul pela primeira vez. Nesta segunda-feira (13), ele deverá ter reuniões, em Brasília, com os ministros Joaquim Silva e Luna, da Defesa, e Aloysio Nunes Ferreira, das Relações Exteriores. Em discussão, alternativas para avançar na cooperação nas áreas técnica, científica, político-militar e indústria de defesa. Há ainda a expectativa de ele ir ao Rio de Janeiro para uma palestra na Escola Superior de Guerra.

As parcerias entre dois países, em tempos de paz, são para troca de conhecimento, treinamento de militares e aperfeiçoamento de técnicas e informações, segundo especialistas que acompanham o assunto.

Na visita ao Brasil, Mattis deverá participar de reuniões dos grupos de Diálogo Político-Militar e da Indústria de Defesa. O esforço é para ampliar os mecanismos de cooperação bilateral para elevar o comércio na área.

O Brasil e os Estados Unidos não mantêm acordos de aliança militar. Quando há esse tipo de acordo, os dois países negociam ações militares, com planejamento de exercícios de guerra defensivos e ofensivos.

Mercado

No momento, os norte-americanos negociam a compra de 300 aeronaves Embraer EMB-314, conhecidas como Super Tucano – um monomotor para treinamento avançado. Também há um comércio intenso de armas de fogo de pequeno porte.

A partir dos anos 2000, o Brasil e os Estados Unidos intensificaram o intercâmbio de experiências por meio de grupos de diálogo, que possibilitaram incrementar o comércio e o desenvolvimento de projetos comuns.

Perfil

General da reserva do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos, Mattis foi nomeado para a Defesa em 2016. Como militar da ativa, foi chefe do Comando Central das Forças Armadas, coordenando ações no Oriente Médio, na África e Ásia.

(Agência Brasil com EFE/Foto – Defesa.net.com)

Mulher que ouve a mesma ópera há 16 anos é detida

Uma mulher da cidade eslovaca de Sturovo (sul) foi detida por ouvir durante 16 anos, em volume máximo e das 6 às 22 horas, uma ópera interpretada pelo tenor espanhol Plácido Domingo. “A mulher não respeitou nem sequer uma sentença definitiva do Supremo
Tribunal que a proibia de colocar essa música”, revelou a emissora privada “TV Markyza”.

Os acordes de um fragmento de quatro minutos de La Traviata, de Giuseppe Verdi, que a mulher colocava de forma repetida em seu aparelho de música, eram acompanhados por assobios por parte de alguns vizinhos, fazendo o nível do barulho ficar “insuportável” na vizinhança, afirmou a emissora “JOJ”.

O juiz do caso, que viu indícios de perigo pelas ameaças feitas pela mulher após a detenção na segunda-feira, solicitou prisão preventiva. Aparentemente, a detida protestava com sua música pelos latidos contínuos do cachorro de um vizinho, embora a disputa prosseguiu inclusive depois da morte do animal.

“Todo mundo sofre. Não há nem um momento de paz, desde a manhã até as dez de noite. Todos os moradores sofrem”, relata um morador ao “Index”.

“Eu adoro Plácido Domingo, mas não assim”, disse outra moradora da região. “Por mim traria os responsáveis pelas leis e os obrigada a ficar sentados diante dessa casa. Há 10 anos dizem que está bom assim, tudo bem, mas temo que se aborreceriam com o espetáculo em duas horas”, comentou outro residente.

(Agência Brasil com EFE)

Condenado pelo atentado de 11 de Setembro nos EUA deve sair da prisão

O marroquino Mounir El Motasadeq, o primeiro condenado pelos atentados do 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, sairá em outubro da prisão alemã onde cumpre pena, alguns meses antes de completá-la, segundo fontes judiciais citadas nesta quinta-feira pelo jornal alemão “Bild”. Assim que deixar a prisão, El Motasadeq será enviado para o Marrocos, onde vivem sua esposa e dois filhos, embora para isso ainda falte a documentação necessária.

A Suprema Corte alemã tinha desprezado, em 2014, a libertação antecipada de Motasadeq, que cumpre pena na prisão de Fuhlsbüttel, conhecida como Santa Fu, na cidade de Hamburgo, por considerar que ainda representava perigo. Mounir El Motasadeq foi condenado em 2004 a 15 anos de prisão por filiação a uma organização terrorista e cumplicidade em 246 assassinatos.

Ele tinha apoiado a célula em Hamburgo em torno do egípcio Mohammed Atta, o terrorista que pilotou o avião que impactou contra uma das Torres Gêmeas em Nova York. Se sua libertação for confirmada, ele deixará a prisão no próximo dia 15 de outubro, três meses antes do previsto, pois completaria a sentença no dia 19 de janeiro de 2019.

(Agência Brasil com EFE)/Reprodução de Facebook)

Senado argentino rejeita proposta de legalização do aborto

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O projeto de lei que legalizaria o aborto na Argentina foi rejeitado, na madrugada desta quinta-feira, pelo Senado. Aprovado em junho pela Câmara, ele foi recusado por 38 votos contra, 31 a favor e duas abstenções, após uma longa sessão, de cerca de 16 horas. A informação é do Portal G1.

Na parte externa do Congresso e no meio de um forte dispositivo de segurança, durante todo o dia se concentraram milhares de pessoas a favor da lei e contra, após vários meses de uma grande atividade das duas partes na defesa de suas posições. Após a sessão, em plena madrugada, foram registrados pequenos incidentes na saída da multidão que estava reunida no local.

Aqueles que defendem a causa, no entanto, não se dão por vencidos e o mais provável é que apresentem um novo projeto para a descriminalização da prática. Desta forma, o aborto não se torna um direito garantido pelo Estado, como previa o projeto recusado nesta madrugada, mas a mulher que recorrer ao procedimento não estará mais cometendo um crime e não será presa.

Atualmente, a interrupção voluntária da gravidez é crime na Argentina, a não ser em casos que ofereçam risco à vida da mãe ou de estupro. Em qualquer outro caso é prevista uma pena de prisão de um a quatro anos.

Anel de diamantes de Marlene Dietrich é leiloado

Um anel de ouro e diamantes de 0,80 quilates, que pertenceu à lenda alemã do cinema Marlene Dietrich, alcançou o preço de 7,8 mil euros (cerca de R$ 3,5 milhões) em um leilão solidário realizado na segunda-feira. A informação é da fundação beneficente alemã United Charity, o maior portal de leilões beneficentes da Europa.

A joia, dos anos 60, que fazia parte de legado da atriz, tinha sido leiloada pela primeira vez nos anos 90 e adquirida então pelo produtor de cinema alemão Bernd Eichinger. “Dei o anel à minha mulher pelo seu aniversário, porque é uma grande admiradora de Marlene Dietrich e se apaixonou imediatamente pela joia”, declarou o comprador da peça.

O United Charity é o maior portal de leilões beneficentes na Europa, com uma série de propostas muito especiais, desde experiências únicas e presentes até encontros com famosos, a fim de apoiar diversos projetos de ajuda a crianças necessitadas.

(Agência Brasil com EFE)

Milton Pomar falará sobre a China e a transformação da economia mundial

“Made in China 2025: Impactos sobre a Indústria, Empregos e Salários no Brasil” é o tema da conferência que o professor Vladimir Milton Pomar, estudioso e pesquisador da China desde 1984, ministrará em Fortaleza. A palestra ocorrerá nesta quarta-feira, às 18h30min, no Teatro do Shopping Benfica.

O objetivo do evento é contribuir para uma compreensão mínima sobre o que aconteceu na China a partir de 1980 (quando era a 11ª maior economia mundial, menor do que a da Argentina) e, principalmente, quais são os impactos que a sua expansão acelerada tem causado sobre empregos e salários no Brasil. Busca-se, assim, vislumbrar o que é possível fazer para atenuar os efeitos negativos e maximizar oportunidades.

SERVIÇO

*Shopping Benfica – Avenida Carapinima, 2200 – Benfica.

*Mais Informações – http://fetamce.org.br/em-fortaleza-milton-pomar-fala-sobre-a-china-e-a-transformacao-da-economia-mundial/

(Foto – Divulgação)

Senado da Argentina está dividido sobre descriminalização do aborto

Na véspera de o Senado da Argentina votar a Lei de Interrupção Voluntária da Gravidez, a Casa está dividida. Nos últimos dias, manifestações contrárias e favoráveis tomaram conta do país. A discussão em torno do tema está prevista para começar amanhã (8), por volta do meio-dia.

Porém, a previsão é que a votação ocorra apenas nas primeiras horas de quinta-feira (9). Inicialmente, os senadores discutem a proposta em debate e, só depois encaminham para a votação o projeto de lei. Se aprovado, o texto segue para sanção do presidente argentino, Mauricio Macri.

Macri, apesar de sinalizar ser contrário à descriminalização do aborto, indicou que pretende sancionar o texto, se aprovado pelo Senado.

Dos 72 senadores, 37 devem votar contrariamente à proposta, 31 favoravelmente, enquanto os demais estão indefinidos, ausentes e podem se abster, segundo levantamento divulgado pelo La Nacion, um dos principais jornais do país.

Legislação

Na Argentina, o Código Penal estabelece três causas para a prática do aborto legal: perigo de morte para a mulher gestante, ameaça à saúde e gestação resultante de estupro.

Segundo o Ministério da Saúde argentino, em 2016, morreram 245 mulheres grávidas e 43 em consequência de um aborto. O Centro de Estudos do Estado e da Sociedade (Cedes) e a Rede de Acesso ao Aborto Seguro (Reddas) informam que ocorrem de 370 mil a 520 mil o número de abortos por ano na Argentina.

Outros

Na América Central e do Sul, apenas Cuba, Uruguai, as Guianas e a Cidade do México descriminalizaram o aborto.

No Brasil, houve um debate recente no Supremo Tribunal Federal (STF) para discutir sobre a possibilidade. Porém, o assunto divide opiniões e permanece a proibição da interrupção da gestação exceto em casos específicos.

(Agência Brasil)

Aluno da UFC ganha bolsa para participar de encontro internacional de microanálise

O estudante Émerson Mendonça Miná, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Ciência de Materiais da Universidade Federal do Ceará, foi selecionado pela Sociedade Brasileira de Microscopia e Microanálise (SBMM) e pela Sociedade de Microanálise (MAS, na sigla em inglês) para participar da conferência Microanálise Quantitativa 2019 (QMA).

Promovida pela MAS, ocorrerá de 24 a 27 de junho de 2019, na Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos. A informação é da assessoria de imprensa da UFC.

Como prêmio, Émerson receberá o reembolso do pagamento de inscrição, estada e passagens aéreas para o evento. Para selecionar o estudante, as instituições analisaram aspectos como currículo Lattes, resumo do trabalho, adequação aos tópicos do evento e fluência em língua inglesa.

Na conferência, Émerson apresentará um estudo sobre a distribuição de elementos químicos em metais soldados. “Utilizando-se o microscópio eletrônico de varredura (MEV), foram realizadas diversas medidas de análise química por meio da técnica energy dispersive X-ray spectroscopy (EDS). Essa técnica é uma das principais ferramentas que serão discutidas na QMA 2019. De posse de todas as medidas, foi então feita uma análise estatística dos resultados”, explica.

Além de Émerson Miná, também atuaram como autores colaboradores do estudo Arthur Vieira de Souza, estudante do Curso de Engenharia Mecânica da UFC, e os professores Marcelo Ferreira Motta e Hélio Cordeiro de Miranda, do Departamento de Engenharia e Ciências de Materiais.

A orientação da pesquisa é do Prof. Cleiton Silva, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Ciência de Materiais, que se orgulha do resultado da seleção. “Isso reforça a alta qualidade de nossos alunos e a excelência das pesquisas realizadas na UFC”, destaca.

QMA – A Microanálise Quantitativa 2019 é uma conferência temática promovida pela Sociedade de Microanálise (MAS) que reunirá estudantes, profissionais técnicos e cientistas. Durante quatro dias, os participantes terão a oportunidade de apresentar trabalhos e assistir a palestras sobre técnicas da microanálise eletrônica.

(Foto – UFC)

Dólar fecha em alta nesta terça-feira

A moeda norte-americana fechou o segundo dia consecutivo em alta, com avanço de 0,98% cotada a R$ 3,7671 para venda. O Banco Central seguiu com a política tradicional de swaps cambial, sem realizar nenhum leilão extraordinário de venda futura do dólar.

O índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), fechou hoje (07) em baixa de 0,87%, com 80.346 pontos. Papéis da Petrobras registraram baixa de -1,57% e Itau queda de -,060.

(Agência Brasil)

ONU elogia decisão do STF de manter aberta fronteira com a Venezuela

A Agência das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) elogiou, hoje, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de rejeitar uma decisão judicial prévia de fechar a fronteira do Brasil com a Venezuela para evitar a entrada de refugiados e imigrantes ao país.

Um juiz federal do estado de Roraima ordenou no domingo a suspensão temporária da entrada de venezuelanos por terra até que houvesse um
equilíbrio entre o número de imigrantes que chegam desde o país vizinho com os que saem para outras cidades brasileiras. A decisão foi cancelada pelo STF no dia seguinte, algo que foi aplaudido hoje pela Acnur.

“Aplaudimos a decisão do Supremo. O Governo brasileiro, até agora, assegurou o acesso ao território a refugiados venezuelanos e imigrantes que necessitam de proteção e lhes proporcionou acesso aos serviços básicos”, destacou em entrevista coletiva William Spindler, porta-voz da Acnur.

Spindler lembrou que a Acnur ajudou as autoridades a registrar os recém-chegados e proporcionar os serviços necessários Até o momento, foram encaminhados de Roraima para outros estados 800 venezuelanos, especificou o porta-voz.

(Agência Brasil com EFE)

Paulo VI será canonizado 40 anos depois de sua morte

O Papa Paulo VI, que concluiu o Concílio Vaticano II, será canonizado em outubro, menos de dois meses depois da comemoração, nesta segunda-feira (6), do 40° aniversário de sua morte (1978), um ano que entrou para a história como o dos três papas, pois também foram designados para a função João Paulo I e João Paulo II. “Lembramos com muita veneração e gratidão, à espera de sua canonização
em 14 de outubro”, disse o papa Francisco perante milhares de fiéis de diversas partes do mundo reunidos na Praça São Pedro.

Giovanni Battista Montini, “o grande papa da modernidade”, em palavras de Francisco, nasceu em 26 de setembro de 1897 na cidade italiana de Concesio (norte) e foi ordenado sacerdote em 29 de maio de 1920. Em 21 de junho de 1963, sucedeu à frente do pontificado o agora já santo João XXIII (1958-1963), que tinha convocado o Concílio Vaticano II (1962-1965).

De fato, um dos maiores desaÚos de Paulo VI foi concluir esse Concílio Vaticano II, que marcou o mundo católico na segunda metade do século XX e que propôs a maior revisão da liturgia desde o Concílio de Trento. Foi um religioso reformador e comprometido com os problemas dos mais necessitados, considerado um símbolo do diálogo e da reconciliação entre igrejas, além de ser o primeiro com um pontiÚcado viajante.

Paulo VI visitou a Terra Santa (1964), quando o correu o histórico encontro com o Patriarca ortodoxo Atenagoras I, mas também viajou para Mumbai (Índia), Fátima (Portugal), Istambul, Bogotá, Genebra, Uganda, Ásia Oriental e Austrália. Durante seu pontificado, que durou 15 anos, criou cardeais como Karol Wojtyla, em 1967, e Joseph Ratzinger, em 1977, que depois se transformariam em seus sucessores, João Paulo II e Bento XVI, respectivamente.

Foi Bento XVI que lhe outorgou em 2012 o título de “Venerável Servo de Deus”, primeiro passo para a santidade. Depois, foi beatificado pelo papa Francisco em 19 de outubro de 2014. O ano de 1978 é recordado como o ano dos três papas. Depois da morte de Paulo VI, ocorreu o falecimento de João Paulo I, após 33 dias de pontificado, em 28 de setembro, e a escolha posterior, em 16 de outubro de 1978, do agora santo João Paulo II.

(Agência Brasil com EFE)

Google deve acatar censura para voltar à China

O Google terá que se submeter às leis da China como “requisito prévio e indispensável” para retornar ao mercado do país, segundo um editorial publicado nesta segunda-feira no “Diário do Povo”, o principal jornal oficial chinês. “A China dá as boas-vindas ao Google, mas a empresa deve cumprir com as leis do país se realmente deseja retornar”, destacou o jornal, órgão oficial do Partido Comunista da China (PCCh).

Na quinta-feira, o “The Intercept” filtrou que o Google, bloqueado na China desde 2010, está planejando relançar seu sistema de busca mesmo com resultados censurados para cumprir com os requisitos das autoridades chinesas. A versão censurada bloquearia buscas sobre direitos humanos, religião e protestos pacíÚcos, o que motivou as críticas de organizações como a Anistia Internacional.

No entanto, para a China o ciberespaço “deve ser regulado por leis e regulações nacionais”, e “não será permitido que a internet Úque cheia de pornografia, violência, mensagens subversivas, separatismo étnico, extremismo religioso, elementos racistas e terrorismo”, explica o editorial.

A publicação também assegura que a China é agora “bem mais aberta” do que há oito anos, mas que seguirá garantindo que “as atividades no ciberespaço são seguras para a sociedade”. O editorial também critica a decisão do Google de sair do mercado chinês há oito anos, o que foi “um grande equívoco”.

“O certo é que o Google sempre foi uma marca politizada. E isto é uma tragédia, porque perdeu oportunidades de ouro no desenvolvimento de internet deste país”, afirma o jornal oficial.

(Agência Brasil com EFE)