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Fortaleza recebe exposição sobre Nelson Mandela

A exposição “Mandela: de Prisioneiro a Presidente” será aberta ao público, a partir das 10 horas desta quarta-feira, no Centro Dragão do Mar. A mostra ainda inédita no Brasil reúne 50 painéis com fotos e 9 peças audiovisuais que contam a trajetória do líder sul-africano, em celebração ao seu centenário, em julho.

A mostra traça o percurso da vida de Mandela desde o início do ativismo contra Apartheid, regime racista do governo sul-africano que negava à população negra direitos civis, sociais e econômicos. Dividida em seis temas, “A pessoa”, “O camarada”, “O líder”, “O prisioneiro”, “O negociador” e “O homem de estado”, detalha a vida pessoal e a luta política de Mandela, abordando seus 28 anos de prisão, a vitória no Prêmio Nobel da Paz, até a eleição como primeiro presidente negro da África do Sul, em 1994.

Primeira estação

Fortaleza é a primeira cidade brasileira a receber a mostra que já passou por França, Suécia, Estados Unidos, Equador, Argentina, Peru e Luxemburgo e foi vista por mais de um milhão e 100 mil pessoas. “Para nós é um privilégio que o Dragão seja escolhido para receber uma mostra desse porte, ainda mais para apresentar ao público a trajetória de um dos mais importantes militantes da liberdade, da justiça e da democracia. Falar de Mandela é dar visibilidade à sua luta, mas sobretudo à nossa própria história”, diz Paulo Linhares, presidente do Instituto Dragão do Mar.

Segundo o presidente do Instituto Brasil África, João Bosco Monte, a escolha de Fortaleza para abrir o circuito da mostra e do Dragão como sede foi natural: “Consideramos a força da cultura negra no Ceará, pioneiro na luta pela libertação dos escravos, e também levamos em conta que a capital cearense foi onde o Instituto Brasil África começou, para eleger Fortaleza como a primeira cidade brasileira a receber a exposição. O Dragão do Mar, que leva o nome de um dos mais importantes personagens da história abolicionista do Ceará, é também um centro de arte e cultura de nível internacional, que reúne todas as condições para a perfeita execução da mostra, tal como foi concebida pelo Museu do Apartheid, na África do Sul”.

SERVIÇO

*Visitações até 30 de julho, de terça a domingo, das 9 às 19 horas (acesso até as 18h30min) e aos sábados, domingos e feriados, das 14 às 21 horas (acesso até as 20h30min).

*Acesso gratuito.

(Foto – Divulgação)

Gol contra a Alemanha causa terremoto “artificial” no México

Nada de fake news. O gol de Lozano, do México, contra a Alemanha, aos 35 minutos do 1º tempo, na tarde desse domingo (17), durante a Copa da Rússia, causou um terremoto “artificial” na Cidade do México, segundo informações do Instituto de Investigações Geológicas e Atmosféricas A.C., em seu perfil no Twitter.

Exatamente no momento do gol, foi registrado o tremor de terra. O instituto ressaltou que o terremoto foi causado de “forma artificial”, possivelmente causado por “saltos massivos” durante o gol.

O Sismologia Chile, outro instituto que investiga tremores, confirmou em seu perfil o terremoto artificial gerado pelas comemorações dos torcedores. “Aparentemente devemos desativar alguns sensores para evitar que isso aconteça durante o mundial”, informou.

(Com G1/Foto Agência Brasil)

Donald Trump tarifa em 25% importações da China por roubo de tecnologia

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (15) a imposição de tarifas de 25% às importações chinesas, no valor de US$ 50 bilhões, que contêm “tecnologias industrialmente significativas”, em uma nova escalada nas tensões comerciais com Pequim. “Por conta do roubo de propriedade intelectual e tecnológico e outras práticas comerciais injustas, os EUA implementarão uma tarifa de 25% sobre US$ 50 bilhões de produtos da China que contêm tecnologias industrialmente
significativas”, afirmou a Casa Branca em comunicado.

“Essas tarifas”, acrescentou a nota, “são essenciais para prevenir maiores transferências injustas de tecnologia e propriedade intelectual americana à China, além de proteger empregos nos EUA”. O presidente tomou a decisão em reunião realizada ontem na Casa Branca
com o secretário de Comércio, Wilbur Ross, o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, e o responsável pelo Comércio Exterior, Robert Lighthizer.

O governo de Trump identificou então cerca de 1,3 mil produtos chineses que planejava taxar, em uma lista na qual incluiu aparatos de tecnologia de ponta das indústrias aeroespacial e robótica. Essas tarifas se somariam às já impostas por Trump, em nível mundial, às
importações de aço (25%) e alumínio (10%).

Pequim já advertiu que responderá às medidas protecionistas com ações recíprocas e que serão cancelados os acordos alcançados nessa área, após dois meses de negociações com Washington. “A nossa posição continua sendo a mesma. Se os EUA tomarem medidas
unilaterais e protecionistas que danifiquem os interesses chineses, responderemos imediatamente, tomando as decisões necessárias para salvaguardar nossos legítimos direitos e interesses”, acrescentou o porta-voz das Relações Exteriores chinês, Geng Shuang, em entrevista coletiva.

(Agência Brasil/EFE)

Christopher Till, o homem que lidera o Museu do Apartheid, já está em Fortaleza

Já está em Fortaleza Christopher Till, fundador e diretor do Museu do Apartheid. Ele abrirá quarta-feira, às 10 horas, no Museu do Dragão do Mar, a exposição Mandella: de prisioneiro a presidente. A mostra vai até o dia 30 de julho.

Em 1948, o regime do apartheid foi instituído na África do Sul. E por mais de 40 anos, negros e brancos viviam segregados, enquanto, em outras palavras, os negros praticamente não tinham direitos, pois eram classificados como “não-brancos”. Hoje, 23 anos após o fim do Apartheid, o Museu do Apartheid, fundado e administrado por Christopher Till, conta essa história. “O museu mostra a ascensão e queda do Apartheid. Há uma narração cronológica que conta o que aconteceu, como aconteceu e por quais razões ”, afirma Christopher.

Christopher Till

A história da museologia pode ser confundida com o próprio museu. Christopher nasceu quatro anos após o início do regime e viveu a maior parte de sua vida durante esse período. Ele se formou em Belas Artes pela Universidade de Rhodes, em Grahamstown, África do Sul e começou a trabalhar no campo de museus como curador da Galeria Nacional do Zimbábue, até quando a Rodésia do Sul se tornou parte da África do Sul em 1983, quando Christopher se tornou diretor da Galeria de Arte em Joanesburgo. Em 1991, ele se tornou o diretor cultural da cidade. “Em 2001, ele foi convidado para ajudar na criação de um novo museu, mas não conhecia o tema abordado”, lembra. “Então, sugeri que precisássemos criar um museu contando a história do nosso país”. Assim, o Museu do Apartheid também foi fundado em Joanesburgo.

(Com Revista Atlântico)

Casa da Amizade Brasil-Cuba do Cerá comemora 90 anos de Cheguevara

A Casa de Amizade Brasil-Cuba, do Ceará, vai comemorar nesta sexta-feira, às 18h30 min,em sua sede, os 90 anos de Cheguevara. Haverá uma mesa redonda com o tema “Che 90 anos – A medicina cubana como legado de Che”. O objetivo é apresentar a história do médico e guerrilheiro que, após a revolução cubana, desenvolveu um novo modelo de medicina, com foco na prevenção, com custos menores e resultados mais efetivos.

Participarão desse debate a médica Taís Matos e o médico João Almeida, ambos formados pela Escuela Latinoamericana de Medicina (ELAM) . Também participará do evento a médica e presidente do CEBRAPAZ/CE, Terezinha Braga.

Após o debate, será realizada uma confraternizaremos pelos 90 anos de nascimento do médico Che Guevara, nascido em 14/06/1928.

SERVIÇO

Casa Brasil-Cuba – Avenida da Universidade, 3199 – Benfica

*Mais Informações – (85) 99134-4089.

Câmara dos Deputados da Argentina aprova projeto que descriminaliza o aborto

A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou, nesta quinta-feira (14), por 129 votos a favor, 125 contra e 1 abstenção o projeto de lei que descriminaliza o aborto, em uma sessão histórica que durou cerca de 22 horas e meia.

De acordo com o projeto, o aborto poderá ser feito até 14 semanas de gestação. Depois deste prazo, a interrupção da gravidez só poderá ser realizada em casos de estupro, se representar um risco para a vida e a saúde da mãe e também se o feto tiver alguma malformação “incompatível com a vida extrauterina”.

A votação terminou com aplausos dos deputados que defendiam a interrupção voluntária da gravidez. O texto segue agora para o Senado.

Segundo as estimativas, 500 mil abortos clandestinos são feitos todos os anos na Argentina. Cerca de 60 mil resultam em complicações e hospitalizações. E muitas mulheres – a maioria pobres ou do interior – morrem por causa de abortos mal feitos.

(Agência Brasil)

O encontro histórico de Donald Trump com Kim Jong Un – O que virá depois

Confira o editorial do O POVO desta quita-feira, com o título “Cúpula de Singapura”. Aborda desdobramentos do encontro histórico entre Donald Trump (EUA) e Kim Jong un (Coreia do Norte).  

O encontro histórico ocorrido nesta terça feira, 12, em Singapura, entre os presidentes Donald Trump, dos Estados Unidos, e Kim Jong Un, da Coreia do Norte, terminou de maneira surpreendente com um gesto simbólico de apaziguamento, pouco esperado, entre dois antagonistas que há apenas três meses se insultavam mutuamente e ameaçavam mandar o mundo pelos ares. O desconcerto não deixou de ser flagrado entre aliados tradicionais de Washington, e na própria oposição interna à Casa Branca. Trump gabou-se de ter conseguido o que Obama não obteve. E seu colega coreano saiu do encontro carregando os epítetos de “muito talentoso” e “ótimo negociador”, aplicados pelo interlocutor, destacados, mais ainda, por ser “tão jovem”.

O que provocou tamanha reversão de expectativa? O próprio estilo de Trump, direto, pragmático e focado numa visão de comerciante em busca de um bom negócio. Na verdade, um documento de apenas duas páginas revela a concisão de quem não está disposto a “jogar tempo fora” e ser muito objetivo. Mas, é ilusório imaginar que tudo foi uma questão de “feeling”. Os dois não se exporiam a um espetáculo que pudesse redundar em grande fracasso, sem uma forte negociação subterrânea, prévia. Supostamente, isso é o que deve ter acontecido, e o encontro foi só o gesto simbólico para passar a mensagem política.

Os Estados Unidos estão loucos para sair de enrascadas onerosas, e passar a gastar o dinheiro – que já lhe faz falta internamente – apenas no que for estritamente compensatório para seus interesses. Já se conscientizam de que não podem mais bancar a posição de polícia absoluta do mundo, cabendo-lhes agora serem mais seletivos na escolha das áreas que são essenciais para a manutenção de sua retaguarda estratégica. Por isso, estão se retirando, em ordem, da Ásia, área de predominância da China.

A Coreia do Norte, por sua vez, sabe que necessita aliviar os gastos militares para dedicar-se mais à melhoria das condições internas de seu povo, mas tem de ter uma garantia de que não tentarão impor de fora outro regime, como fizeram com o Iraque, a Líbia e outros países do Oriente Médio. Ter a bomba atômica como autodefesa é a melhor garantia, parece ser a conclusão óbvia de Pyongyang. Não é impossível que se possa ter uma Coreia do Norte com soberania respeitada, mantendo o arsenal nuclear atual, mas congelado. Ao mesmo tempo, faria algumas concessões na área econômica para investidores estrangeiros, como o próprio Trump aventou. Nada disso está explícito no comunicado preliminar, obtido agora, mas, há esperanças fundadas de que algum passo positivo de desanuviamento foi alcançado.

Caso Marielle – Anistia Internacional cobra atuação do Ministério Público

Há três meses não há respostas sobre o que levou ao assassinato da defensora de direitos humanos, Marielle Franco, e seu motorista Anderson Gomes. O Ministério Público do Rio de Janeiro deve atuar estrategicamente no caso, com a participação do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (GAESP) e do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO). Deve ainda monitorar a atuação da Polícia Civil na investigação. Nada disso foi feito até o momento.

“Para garantir a competência e independência na apuração do caso, o Ministério Público deve exercer seu poder de investigação e cumprir seu papel de controle externo das atividades policiais através de seus grupos especializados. É preciso ainda que o processo seja realizado em tempo hábil, siga todos os padrões éticos e o devido rito legal”, disse Jurema Werneck, diretora executiva da Anistia Internacional.

Em três meses, pouco foi esclarecido sobre o caso pelas autoridades. Sabe-se através da mídia que as câmeras próximas ao local do crime foram desligadas, que quem apertou o gatilho possuía treinamento para manusear o armamento e que a munição utilizada foi desviada de um lote vendido à Polícia Federal. Além disso, a arma empregada, uma submetralhadora, é de uso restrito das forças de segurança e pode ter sido desviada do arsenal da própria Polícia Civil, que investiga o caso.

“Marielle dedicou sua vida à luta por direitos. Ao denunciar violações, em especial contra jovens negros de favelas e periferias, mulheres e pessoas LGBTI, além de abusos cometidos por policiais, ela cumpria um papel fundamental para a manutenção do Estado de Direito. Calar a sua voz representa uma grave ameaça a todos e todas que denunciam injustiças. Este crime não pode ficar sem solução”, completou Jurema.

A Anistia Internacional reitera a necessidade de as autoridades renovarem seu compromisso público com a resolução do crime e se pronunciarem sobre a imparcialidade das investigações. Isso porque é crucial não apenas a identificação do responsável pelos disparos, mas também dos autores intelectuais dos homicídios. O sigilo do caso tem como objetivo garantir a eficácia das diligências investigatórias, mas o silêncio sobre o caso reforça a sensação de impunidade. Por isso o Ministério Público também deve agir para solucionar o caso.

Histórico

Eleita vereadora como a quinta mais votada do Rio de Janeiro em 2016, Marielle era conhecida por seu histórico de defesa dos direitos humanos. Dias antes de seu assassinato, ela foi nomeada relatora da comissão criada na Câmara de Vereadores para monitorar a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro.

Marielle e seu motorista Anderson foram mortos a tiros no bairro da Estácio, no Rio de Janeiro, após ela participar de um debate público na noite de 14 de março de 2018. Pelo menos 13 tiros foram disparado. quatro deles atingiram Marielle na cabeça. As características dos disparos e as informações já divulgadas indicam que a execução foi cuidadosamente planejada.

(Site da Anistia Internacional)

Copa de 2026 será nos EUA, México e Canadá

Estádio de Montreal, no Canadá.

A Copa do Mundo de 2026, a primeira com 48 seleções, será disputada na América do Norte, com jogos nos Estados Unidos, no Canadá e no México. A decisão foi anunciada nesta quarta-feira, em Moscou, durante o Congresso da Fifa, informa o Portal G1.

A candidatura liderada pelos EUA teve 134 votos, inclusive o do Brasil, contra 65 votos do Marrocos, que foi derrotada em sua quinta tentativa de organizar a Copa do Mundo. Uma confederação votou para nenhuma candidatura, e ainda houve três abstenções.

Oito países não puderam votar: Guam, Porto Rico e as Ilhas Virgens americanas, mais os 4 candidatos (Marrocos, EUA, Canadá e México), assim como Gana, que não veio ao Congresso (presidente da Federação preso e sob intervenção do Governo).

Papa Francisco manda saudação para a Copa da Rússia

O Papa Francisco desejou nesta quarta-feira (13) que a Copa do Mundo, que começa amanhã, promova o diálogo entre culturas e religiões e solidariedade e paz entre países.

“Amanhã [14] começa o Mundial de Futebol na Rússia. Envio a minha cordial saudação aos jogadores, aos organizadores e a todos que seguirão pelos veículos de imprensa este evento que supera todas as fronteiras”, disse o líder religioso na tradicional audiência na Praça de São Pedro.

“Esta é uma importante manifestação esportiva de encontro, de diálogo e de irmandade entre culturas e religiões diferentes, que favorece a solidariedade e a paz entre as nações”, completou Francisco sobre o evento, que vai até o dia 15 de julho.

(Agência EFE)

Fortaleza será sede da Conferência Internacional sobre Pavimentação Asfáltica

Fortaleza será sede, no período de 18 a 21 deste mês, no Hotel Gran Marquise, da Conferência Internacional de Pavimento Asfáltico (ISAP). Será a primeira vez que esse evento acontecerá na América Latina. Participarão cerca de 300 pesquisadores e engenheiros, acadêmicos, oficiais de agências estatais, construtores, consultores e profissionais da indústria oriundos de 24 países.

A Conferência ISAP tem sido uma das maiores fontes de estado-da-arte e estado-da-prática em tecnologia asfáltica desde seu primeiro encontro em Ann Arbor, Michigan, EUA, em 1962. Ocorre de quatro em quatro anos, sendo esta a 13ª edição.

Para o coordenador da Conferência ISAP 2018 no Brasil, professor Jorge Soares, da Universidade Federal
do Ceará (UFC) e diretor de Inovação da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e
Tecnológico (Funcap), o encontro extrapola aspectos científicos e técnicos e abordará temas também no plano da economia.

Programação

A Conferência ISAP 2018 se iniciará com o Workshop de Aeroportos (Flexible Pavement Design for Airports Using FAARFIELD 1.41), em formato de pré-conferência, ao longo do dia 18, numa promoção da Federal Aviation Administration (FAA), principal
órgão mundial na área de aviação, em cooperação com a UFC. Na ocasião, a entidade abordará os últimos avanços nos procedimentos de projeto, com ênfase em exemplos práticos de pavimentos flexíveis novos através do programa computacional FAARFIELD.
Durante o Workshop, as propriedades dos materiais conforme as especificações da FAA serão vistas em
detalhe.

Já entre os dias 19 e 21 de junho (terça a quinta), a Conferência ISAP 2018 será realizada com programação de palestras magnas, painéis e apresentação de trabalhos, sempre das 8 horas às 19 horas. O evento receberá alguns dos maiores nomes do mundo relacionados ao tema da pavimentação asfáltica, como André Molenaar (professor da UT Delft – Holanda), Richard Kim (professor da North Carolina State University – EUA), Kim Jenkins (professor da Universidade de Stellenbosch – África do Sul), Jean-Pascal Planche (pesquisador do Western Research Institute – EUA), Hervé Di Benedetto (professor da Universidade de Lyon – França) e Manfred N Partl (pesquisador da Empa – Suíça).

Nas mesas redondas, haverá discussão de temas relevantes e de impacto na vida prática. Um deles é o
novo método de desenvolvimento de pavimentos no Brasil e sua implementação, comandada por Luís Alberto Nascimento (consultor técnico do CENPES/Petrobras). Previsto para ser colocado em prática este ano pelo DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), o modelo atualizará a metodologia que vem sendo utilizada no país desde a década de 1960.

Nos EUA, imprensa repercute o encontro Trump e Kim Jong

A imprensa dos Estados Unidos amanheceu hoje (12) com a repercussão do encontro histórico entre o líder norte-coreano Kim Jong-un e o presidente Donald Trump.

Analistas afirmaram que, embora o encontro tenha sido positivo do ponto de vista do diálogo inédito aberto entre os dois países, não há um cronograma de como será feita a prometida desnuclearização da península por parte da Coreia do Norte.

A Rede CNN – uma das maiores críticas da política externa de Trump – afirmou que, após quase cinco horas de conversações, a reunião terminou com um discurso confiante, mas com “promessas vagas sobre a desnuclearização”.

Na análise da reportagem, há “poucos detalhes sobre garantias de execução dos novos compromissos da parte do líder norte-coreano, mesmo quando Trump anunciou que encerraria os exercícios militares regulares que os EUA realizam com a Coréia do Sul”.

Na mesma linha crítica, o jornal Washington Post questionou se a histórico momento irá, de fato, produzir algum resultado igualmente histórico.

O jornal analisa que “não está claro” se os Estados Unidos conseguiram extrair detalhes sobre como os norte-coreanos irão se livrar de suas armas nucleares ou permitir que inspetores entrem no país para catalogar a escala de seu programa.

Sanções e tropas

O New York Times ressaltou que os dois países estão prontos para um novo capítulo e ponderou que o próprio presidente Trump afirmou que o processo de desnuclearização será um longo caminho.

O jornal também enfatizou a afirmação de Trump sobre a continuidade, por enquanto, das sanções econômicas contra a Coreia do Norte.

O USA Today fixou-se nas declarações de Trump de que a cúpula levará à desnuclearização da Coréia do Norte, mas que a reunião foi apenas o primeiro passo.

“Hoje é o começo de um processo árduo. Nossos olhos estão bem abertos”, disse Trump em entrevista coletiva após o encontro com o ditador da Coréia do Norte.

Embora tenha prometido interromper as manobras militares, Trump afirmou que não retiraria imediatamente as tropas dos Estados Unidos da Coreia do Sul. Mas reforçou que irá interromper os exercícios militares, os quais chamou de “jogos de guerra com a Coréia do Sul, “caros e provocativos”.

Triunfo

A imprensa de inclinação republicana concentrou-se no feito da reunião em si. A Rede FOX News publicou declarações exclusivas do presidente Trump ao repórter da rede Sean Hannity.

Na entrevista, logo após a cúpula, Trump afirmou acreditar que Kim Jong-un começará a trabalhar para desmantelar o programa nuclear de seu país “quase imediatamente”.

A entrevista completa irá ao ar na noite de hoje nos Estados Unidos. Mas a rede adiantou que o presidente norte-americano afirmou que o processo está “realmente se movendo rapidamente”.

Nas redes sociais, seguidores e eleitores de Donald Trump exaltaram o encontro. Vários deles criticaram a imprensa do país e afirmaram que agora muitos dos críticos irão ver “um resultado prático” – a reunião em si.

Usuários do Twitter usaram a hashtag #TrumpKimMeeting (Encontro Trump e Kim), para acompanhar o encontro ao longo da madrugada nos Estados Unidos. Alguns comentaram que Trump conseguiu o que o antecessor Barack Obama não conseguiu: dialogar e fechar um acordo com o líder norte-coreano.

(Foto – Agência Brasil/FP)

Donald Trump e Kim Jong Un fazem um encontro histórico

O presidente dos EUA, Donald Trump, e Kim Jong Un, presidente da Coreia do Norte, realizam nesta segunda-feira, 11, um encontro histórico e até há pouco inimaginável após décadas de tensões provocadas pelas ambições nucleares de Pyongyang. Os dois homens, de trajetórias e estilos radicalmente diferentes e com mais de 30 anos de diferença, abandonaram seus respectivos hotéis pouco depois das 08H00 local (21H00 de Brasília de segunda-feira).

O aguardado aperto de mãos entre o presidente americano e o líder norte-coreano ocorreu em um hotel de luxo, e foi acompanhado por milhões de pessoas em todo o mundo e tem lugar garantido nos livros de história.

Depois, os dois líderes terão um encontro a sós, antes de se reunirem com suas respectivas equipes e compartilharem um jantar de trabalho. Mas, apesar da espetacular aproximação diplomática dos últimos meses, persistem muitas dúvidas sobre a cúpula entre os dois dirigentes.

Trump, que tem pouco mais de 500 dias na Casa Branca, vive um dos momentos mais importantes de sua Presidência no cenário internacional, onde tem desagradado muitos líderes, inclusive alguns dos aliados dos Estados Unidos. Em uma série de tuítes postados horas antes do evento em Singapura, Trump indicou que os preparativos do encontro “iam bem”.

“Em breve todos saberemos se pode haver ou não um acordo real, diferentemente dos do passado”, tuitou, antes de atacar em outra mensagem os “haters e perdedores” que consideram uma concessão arriscada a Kim, com quem o presidente americano trocou ameaças e insultos durante meses.

Kim Jong Un, que até este ano não havia realizado nenhuma visita oficial ao exterior, aparentou desenvoltura diante das câmeras durante seu encontro com o premiê singapuriano.

Na noite de segunda-feira, o líder norte-coreano, que chefia um dos países mais fechados do mundo, desfrutou de um passeio em Singapura e visitou, visivelmente encantando, os locais turísticos mais emblemáticos da cidade. Como os dois líderes vão se falar? Donald Trump será tão efusivo quanto pode ser com seus colegas das grandes potências? Quanto tempo o encontro vai durar?

Perguntas para as quais aguardam resposta os cerca de 5.000 jornalistas que, segundo o governo americano, viajaram a Singapura para cobrir a cúpula. O arsenal nuclear norte-coreano, que provocou uma série de sanções da ONU ao longo dos últimos anos, será a questão central das conversações.

O chefe da diplomacia americana, Mike Pompeo, que se reuniu duas vezes com Kim Jong Un em pouco tempo, assegurou na segunda que as conversas entre Washington e Pyongyang haviam avançado rapidamente nos últimos encontros e se disse “muito otimista sobre as possibilidades de sucesso”.

Pompeo afirmou que os Estados Unidos estavam dispostos a aportar à Coreia do Norte “garantias de segurança únicas, diferentes” das propostas feitas até agora, em troca de uma desnuclearização “completa, comprovável e irreversível”.

A Coreia do Norte, que multiplicou desde 2006 os testes nucleares e balísticos, se declarou favorável à desnuclearização, embora nunca tenha entrado em detalhes sobre a forma de realizá-la.

Trump, que costuma se vangloriar de sua capacidade de negociação e de seu instinto, assegura que saberá “desde o primeiro minuto” de seu encontro com o líder norte-coreano se ele estará disposto a avançar.

A incógnita agora é saber se, apesar dos preparativos caóticos e dos sinais às vezes contraditórios enviados pelo governo Trump, o atípico presidente americano conseguirá o que nenhum de seus antecessores conseguiu. Analistas e historiadores acreditam haver uma possibilidade, mas lembram que o regime de Pyongyang tem um histórico de promessas descumpridas. Em 1994 e em 2005 foram fechados acordos nunca aplicados.

“Trump provavelmente cantará vitória seja qual for o resultado da cúpula, mas a desnuclearização da península coreana é um processo que vai levar anos”, avalia Kelsey Davenport, da Arms Control Association. A “verdadeira prova” será “a adoção ou não pela Coreia do Norte de medidas concretas para reduzir a ameaça que representam suas armas nucleares”.

O chefe da diplomacia americana garante, no entanto, que a situação é totalmente diferente desta vez e que o encontro dará frutos. “Só há dois homens que podem tomar decisões de tamanha importância. Estes dois homens estarão sentados na mesma sala”, afirmou Pompeo na véspera da cúpula.

(AFP)

Papa Francisco aceita renúncia de bispos pedófilos

O papa Francisco aceitou nesta segunda-feira (11) a demissão de três bispos do Chile – entre eles Juan Barros, acusado de ter protegido um padre pedófilo. A decisão foi anunciada seis meses após a visita ao Chile, que foi marcada por protestos de vítimas de abuso sexual, cometido por integrantes da Igreja Católica.

Em janeiro, o papa mal chegou ao Chile e pediu perdão pelos crimes de abuso sexual, encobertos pelo Vaticano e que ele prometeu punir. Porém, Francisco defendeu Barros, que ele mesmo nomeou bispo de Osorno, em 2015, em meio a acusações de que o sacerdote teria protegido Fernando Karadima – padre que havia sido condenado quatro anos antes, pela própria Igreja, por pedofilia.

“No dia em que me trouxerem uma prova contra o bispo Barros, falarei”, disse o papa na ocasião, durante a visita ao Chile. “Não ha nenhuma prova. Tudo é calúnia”, acrescentou. Juan Carlos Cruz, uma das vítimas de Karadima, respondeu ao papa, no Twitter. “Como se eu pudesse tirar uma selfie enquanto Karadima abusava de mim, enquanto Juan Barros estava parado ao lado, vendo tudo”.

Barros sempre negou as acusações. Mas os protestos levaram o papa a encomendar nova investigação, ouvindo testemunhos de bispos e das vítimas de abuso sexual no Chile. Quando recebeu os resultados, detalhados num documento de 2,3 mil páginas, Francisco novamente pediu perdão. Só que desta vez por ter errado na sua avaliação.

Em maio, todos os 34 bispos chilenos pediram demissão. A Conferência Episcopal do Chile confirmou que o papa aceitou as renúncias de Barros e de mais dois bispos: Cristián Caro e Gonzalo Duarte.

(Agencia Brasil)

Príncipe Harry e Meghan anunciam a primeira viagem internacional

O príncipe Harry e Meghan Markle visitarão a Austrália, Fiji, Tonga e Nova Zelândia durante este ano, em sua primeira viagem como um casal, anunciou o Palácio de Kensington.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores britânico, o convite para que o casal viajasse para a Austrália e a Nova Zelândia partiu dos governos de ambos os países. São as mesmas nações que os pais de Harry, o príncipe Charles e a falecida Diana, visitaram após o casamento, em 1981. A extensão para Fiji e Tonga partiu da realeza.

O duque e a duquesa de Sussex, novo título real dos noivos que se casaram em maio, programaram a viagem para que coincida com os Jogos Invictus, que acontecerão em outubro em Sydney.

(Com Agências Internacionais)

Donald Trump e Kim Jong terão encontro nesta terça-feira

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, conversarão a sós durante um tempo, no início da cúpula desta terça-feira (12) em Cingapura, informou hoje (11) a Casa Branca. “Esperamos uma reunião a sós no começo”, disse um funcionário do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, que pediu anonimato, em declaração
a jornalistas em Cingapura.

Depois desse encontro inicial entre os dois dirigentes, cuja duração não foi informada, haverá uma reunião da qual participarão as delegações dos dois países. Trump considerou a reunião com Kim como a oportunidade de criar uma
relação com o líder, que deÚniu como uma “personalidade desconhecida”.

Há dois dias, o presidente norte-americano afirmou que no “primeiro minuto” do encontro já saberá se o dirigente norte-coreano é contornável quando falar da sua vontade de desnuclearização.

(Agência EFE)

FMI considera adequada atuação do BC para conter alta do dólar

O diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI) para as Américas, Alejandro Werner, afirmou hoje (8) que o anúncio do Banco Central do Brasil de que não utilizará a política monetária para controlar a alta do dólar é uma decisão adequada. “Para administrar, suavizar e evitar condições desordenadas nos mercados financeiros, como no de câmbio, há outros instrumentos”, afirmou. A política utilizada pelo Banco Central, até agora, tem sido os leilões de swaps cambiais.

Ontem (7), o presidente do Banco Central do Brasil, Ilan Goldfajn, havia dito que não iria usar a taxa básica de juros, a Selic, para interferir no câmbio. Ele assegurou que a política monetária continuará sendo utilizada para controlar a inflação, sua função principal. Goldfajn também afirmou que até o final da semana que vem ocorrerão leilões adicionais de contrato de swap cambial no valor total de US$ 20 bilhões.

“Cremos que, em termos gerais, são os princípios adequados à condução da política monetária e financeira do Brasil. Claramente, o movimento das moedas dos países desenvolvidos tem impacto sobre os países emergentes”, afirmou o diretor do FMI. Segundo ele, há mercados emergentes vulneráveis, mas também há um grupo de emergentes que tem setor financeiro sólido “que vão permitir enfrentar muito bem a situação”.

Quando questionado se o Brasil estaria entre o grupo de países vulneráveis, o diretor afirmou que o país não tem questões preocupantes relacionadas a vulnerabilidades externas, como problemas em conta corrente. “É uma economia que não tem uma necessidade de financiamento externo grande”, afirmou.

Ainda assim, o diretor comentou o desequilíbrio fiscal brasileiro e a importância de discutir o tema durante as eleições deste ano. “Nos últimos anos, o Brasil passou a enfrentar um desafio fiscal muito importante, e esse desafio é muito grande e já está presente no debate político com as discussões da reforma previdenciária”, disse. As declarações foram feitas durante uma coletiva do FMI realizada hoje para detalhar o acordo fechado ontem entre o fundo e a Argentina, que colocará US$ 50 bilhões a disposição do país durante 36 meses.

“A agenda do Brasil, para os próximos anos para poder consolidar sua situação econômica está muito clara e isso estará presente no processo eleitoral, e o próximo governo dará os sinais importantes para ver se estes pontos avançam ou não”, concluiu Werner.

Saiba mais
Argent

Escritora cearense integra júri internacional

A escritora Socorro Acioli, de “A cabeça do santo” e “Diga Astrasgud”, foi anunciada recentemente como integrante da edição 2019 do júri do NSK Neustadt Prize, dos Estado Unidos, uma das premiações mais importantes voltadas ao universo da literatura infantil. A lista de nove votantes é formada, além de Socorro, por autores dos Estados Unidos, Irlanda, Canadá e México.

“É um prêmio de muito prestígio, e estar nesse júri foi uma experiência incrível para mim. Recebi o livro dos autores finalistas e tive a oportunidade de conhecer uma gama de escritores que eu não conhecia”, reconhece Socorro, que já foi publicada nos Estados Unidos, na França e no Reino Unido.

Seu primeiro romance, A cabeça do santo, foi finalista do Los Angeles Times Book Prize, além de ter sido selecionado como um dos 50 melhores livros de 2017 pela Biblioteca Pública de Nova York. “Sempre que acontece algo assim, um trabalho fora do Brasil, me sinto com a missão e responsabilidade de não ser só pessoa física, mas de representar o meu país e, principalmente, a minha língua”, conta ela, que está preparando um novo romance.

Os finalistas do NSK Neustadt Prize devem ser divulgados ainda durante este mês, e o vencedor será revelado em outubro. O prêmio, que existe desde 2003 e tem caráter bienal, já foi laureado a oito escritores.

Socorro Acioli participa do Festival Vida&Arte, em Fortaleza, relançando seu último livro, Diga Astrasgud (Editora Dummar). O evento está marcado para o domingo, 24, a partir das 15 horas, no Café Lúcia Dummar, no Centro de Eventos do Ceará.

(O POVO – Repórter Jáder Santana)

OEA vai decidir se abre processo de suspensão da Venezuela

 

A Organização dos Estados Americanos (OEA) decide nesta terça-feira (5) se inicia um processo de suspensão da Venezuela, pedido pelo Brasil e mais seis países: Argentina, Canadá, Chile, Estados Unidos, México e Peru. Para ser aprovada, a proposta de resolução precisa do apoio de pelo menos 18 dos 34 membros da entidade regional. O chanceler brasileiro, Aloysio Nunes Ferreira, acredita que esse número de votos está praticamente garantido – mas disse que o documento apenas permite o início de um processo, que é longo e não resultará necessariamente no afastamento da Venezuela.

“A suspensão da Venezuela exige o cumprimento de algumas etapas. Não é uma coisa que se pode decidir amanhã [terça-feira]”, disse o chanceler, em entrevista nessa segunda-feira (4). O afastamento de um membro da OEA requer o apoio de pelo menos 24 países – dois terços do total. “Espero que não seja preciso suspender a Venezuela. É ruim para a Venezuela, mas é ruim para a OEA também”.

A proposta de resolução não fala em “suspensão” – mas faz referência à “aplicação dos mecanismos para a preservação e a defesa da democracia”, previstos na Carta Democrática Interamericana. Essa carta – cuja função é garantir a democracia na região – determina que a ruptura da ordem democrática em um país pode resultar no seu afastamento da OEA.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, vem sendo acusado – tanto pela oposição venezuelana, quanto pela comunidade internacional – de ter avançado sobre os poderes Legislativo e Judiciário de seu país, para se manter no poder. No último dia 20, ele foi reeleito para um segundo mandato consecutivo, mas menos da metade do eleitorado votou. Os principais lideres opositores estavam na cadeia, no exilio ou estavam inabilitados para se candidatar. E os maiores partidos da oposição decidiram boicotar a votação para não legitimar o que consideram ter sido uma fraude.

O projeto de resolução que será votado hoje afirma que a eleição presidencial venezuelana “carece de legitimidade” porque não contou com “a participação de todos os atores políticos venezuelanos”, nem ofereceu as garantias necessárias para um “processo livre, justo, transparente e democrático”. Em discurso ontem, o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, disse que o pedido de suspensão representa um “recado ao regime de Maduro” de que o país só será aceito pela comunidade internacional depois de realizar novas e “verdadeiras eleições” presidenciais.

O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, imediatamente respondeu que seu país não aceitaria ingerência externa. “O presidente da Venezuela se chama Nicolás Maduro Moros e ele foi eleito com 68% do apoio popular nas eleições de 20 de maio”, disse. “Não nos importa se os Estados Unidos ou qualquer outro país não reconheça os resultados”.

Na prática, a suspensão da Venezuela seria mais uma condenação política da comunidade internacional. No ano passado, Maduro anunciou que abandonaria a OEA, em protesto contra o que considera ser um complô internacional contra o regime socialista venezuelano, no poder há 18 anos.

Pompeo tambem pediu, além da suspensão, que os países exercam mais pressão sobre Maduro – incluindo sanções econômicas. Mas esse é um tema delicado. A hiperinflação, o desabastecimento e a radicalização politica ja expulsaram milhares de venezuelanos aos países vizinhos – especialmente ao Brasil e à Colombia –, que hoje sentem o impacto da crise humanitária.

(Agência Brasil/Foto – Marco Bello, da Reuters)

Homenageado, Moro ocupou camarote real em Mônaco

 

Homenageado na quarta edição do Brasil Mônaco Project, no último fim de semana, o juiz federal Sergio Moro foi recebido com honrarias no principado. Ele assistiu a um concerto no camarote real da Opera Garnier, no cassino Monte Carlo, ao lado do príncipe Albert 2º. Depois, participou de jantar e prestigiou um leilão beneficente.

O evento tem o apoio da realeza e já reverenciou personalidades como o ex-jogador Ronaldo. Convites para participar do ato foram vendidos por €1.000,00.

A organizadora do evento é Luciana de Montigny, mulher do cônsul de Mônaco. Um vídeo com detalhes da noite de homenagem a Moro foi postado nas redes sociais. Segundo convidados, os recursos arrecadados seriam destinados a uma fundação chamada “Butterfly”.

(Foto – Folhapress)