Blog do Eliomar

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Vice-presidente diz que Chávez está bem, mas especula-se agravamento da saúde

“Após passar os últimos três dias em Havana, capital cubana, o presidente interino da Venezuela, Nicolás Maduro, condenou as especulações em torno do agravamento do estado de saúde do presidente venezuelano, Hugo Chávez, internado em Cuba. Em entrevista concedida à emissora multiestatal de televisão, Telesur, e reproduzida pela agência pública de notícias da Venezuela e pela emissora estatal do país, Maduro disse ter encontrado Chávez “com a mesma força de sempre”.

Maduro informou ainda que o presidente venezuelano quis saber detalhes sobre a situação econômica e política do país. “O presidente tem uma força gigantesca e ele está enfrentando essa batalha com tal força, assim como o nosso povo.”

Chávez foi submetido a uma cirurgia para a retirada de um tumor maligno na região pélvica, no último dia 11. Há poucas informações sobre o estado geral de saúde dele, mas as autoridades venezuelanas confirmaram que ele teve hemorragia durante a cirurgia, além de uma infecção respiratória, e que nos últimos dias houve um agravamento do quadro.

Outra versão

Porém, ontem (1º) informações não oficiais indicavam que Chávez havia piorado devido a uma febre incessante e a dificuldades em reagir ao tratamento pós-operatório, inclusive que estaria em coma induzido. No entanto, Maduro, que está em Cuba desde o dia 29, negou as informações e acusou a oposição de divulgar as especulações sobre o agravamento do estado de saúde de Chávez.”

(Agência Brasil)

Hugo Chávez – Piora estado de saúde

“Sem o tom otimista dos últimos dias, o vice-presidente da Venezeula, Nicolás Maduro, anunciou uma piora no estado de saúde do presidente Hugo Chávez, internado em Havana, Cuba. Ao lado da filha de Chávez, Rosa Virginia, e de dois altos funcionários do governo, Maduro classificou o estado de saúde do presidente de “delicado” e falou em “novas complicações surgidas como consequência de uma infecção respiratória já conhecida”.

Chávez está internado em Havana há duas semanas, após a reincidência de um câncer, cujos detalhes não foram informados. Maduro, apontado pelo próprio Chávez como seu sucessor, disse que vai permanecer na capital cubana com a família do presidente. Ele disse ainda que o estado de saúde de Chávez “não está isento de complicações”.

Como não há informações detalhadas, o anúncio de Maduro abriu espaço para novas especulações. Diferentemente das declarações otimistas feitas no Natal, desta vez, o anúncio teve tom pessimista e também chamou a atenção a aparição da filha de Chávez. Além disso, as autoridades cancelaram a festa de Ano-Novo de Caracas e pediram aos venezuelanos que rezem pela saúde do presidente.”

(Agência Brasil)

Morales nacionaliza empresas de energia espanholas com filiais na Bolívia

O presidente da Bolívia, Evo Morales, anunciou nesse fim de semana a nacionalização de filiais das distribuidoras espanholas de energia, localizadas em La Paz e Oruro. As companhias são a Electropaz, de energia elétrica, e a Empresa Força e Luz de Oruro (Elfeo), subsidiária da empresa espanhola Iberdrola. “[Estamos promovendo] o direito dos cidadãos vivendo em áreas rurais, salvaguardando a sua economia”, disse.

De acordo com o presidente, o objetivo é garantir o abastecimento e a cobrança de formas igualitárias na Bolívia. “Fomos obrigados a dar esse passo para as taxas de serviços elétricos serem equitativa nos departamentos de La Paz e Oruro e que a qualidade de serviço de energia elétrica seja uniforme em áreas rurais e urbanas”, disse Morales.

Pelo decreto, haverá uma compensação para a empresa espanhola. A avaliação que vai gerar a compensação será feita por uma “empresa independente no prazo de 180 dias.” O pagamento será feito no território boliviano em moeda nacional à taxa de câmbio oficial.

A decisão de nacionalizar as empresas, segundo o presidente, foi baseada em estudos de campo que demonstraram a existência de uma grande diferença entre as tarifas de eletricidade em áreas rurais e urbanas.

Em 2010, o governo boliviano nacionalizou as ações de quatro empresas de geração de energia, incluindo duas subsidiárias da GDF Suez da França e da Grã-Bretanha Rurelec, para acelerar a entrega de serviços para diferentes regiões do país.

(Agência Brasil)

Saldo comercial do país deve virar o ano abaixo do de 2011, estimam especialistas

O ano de 2012 foi difícil para a balança comercial brasileira. A crise internacional e a desvalorização do câmbio afetaram as exportações e a estimativa do mercado e da Fundação Getulio Vargas (FGV) é de que o saldo comercial virará o ano em US$ 18,2 bilhões, número 38,9% inferior ao superávit de US$ 29,79 bilhões registrado em 2011.

As expectativas para 2013 não são de recuperação, apesar de medidas governamentais destinadas a aumentar a competitividade da indústria como a redução das tarifas de energia e a desoneração da folha de pagamento. A avaliação de economistas e entidades que representam empresários é que se a economia mundial não reagir, será difícil incrementar o superávit mesmo que o Brasil cresça. Eles destacam também a necessidade de tornar os produtos nacionais mais competitivos.

A pesquisadora da FGV, Lia Valls, e o vice-presidente executivo da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), Fábio Faria, estimam superávit comercial de US$ 18 bilhões para o ano de 2012. A AEB divulgou comunicado fixando em US$ 14,6 bilhões a projeção de superávit comercial para o próximo ano, 20% inferior à de 2012.

A senadora Kátia Abreu, presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), ataca o custo de produção brasileiro como entrave à maior competitividade das exportações. Segundo ela, os entraves ao comércio externo foram estimulados pela cotação barata do dólar na maior parte do ano e pelo “custo Brasil” que dificulta um preço atrativo dos produtos nacionais lá fora.

A economista Lia Valls destaca que o comércio com a Argentina teve queda expressiva em 2012, mas as exportações brasileiras encolheram de forma geral. De janeiro a novembro de 2012, as exportações para a Argentina recuaram 20%. Levando-se em conta o Mercosul como um todo o recuo foi 14%. As vendas externas para a Ásia tiveram decréscimo de 2,3% no período, sendo que houve recuo de 5% no volume exportado para a China. As exportações para a União Europeia, por fim, caíram 6,7%. A única exceção no cenário adverso foram os Estados Unidos, já que as vendas para esse parceiro comercial subiram 6,6% até novembro. De acordo com a economista, o motivo foram as compras norte-americanas de óleos brutos de petróleo e de avião.

(Agência Brasil)

Chávez delegado poder na área econômica para vice

“O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que está em Cuba se recuperando de uma cirurgia para retirada de um câncer, delegou várias funções na área econômica ao seu vice-presidente, Nicolas Maduro. Um decreto assinado por Chávez e publicado hoje (26) no Diário Oficial da Venezuela indica que Maduro agora é responsável pela tomada de algumas decisões relacionadas com o Orçamento nacional e expropriações. Chávez assinou a ordem no início deste mês, um dia antes de ir para Cuba, onde, no dia 11, foi submetido a uma cirurgia e continua a luta contra o câncer.

Na segunda-feira, o governo de Caracas informou que houve uma “ligeira melhora” no estado de saúde de Chávez e acrescentou que o presidente venezuelano se recupera de uma infecção respiratória contraída depois da operação. Não foi revelado oficialmente o tipo e a gravidade do câncer de Chávez, que foi diagnosticado pela primeira vez em junho de 2011.

O líder venezuelano, de 58 anos, está no poder desde 1999 e conquistou mais um mandato de seis anos nas eleições presidenciais de outubro. Sua posse está marcada para 10 de janeiro.”

(Agência Brasil)

Brasil é reconduzido para novo mandato na Comissão de Construção da Paz da ONU

O Brasil foi reconduzido nessa segunda-feira (24), por aclamação, para mais um mandato de dois anos no Comitê Organizacional da Comissão de Construção da Paz (CCP) das Nações Unidas, informou nesta terça-feira (25) o Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Criada em 2005, a CCP tem como principal objetivo auxiliar os países recém-saídos de conflitos armados a alcançarem estabilidade política e econômica, e o Comitê Organizacional, composto por 31 países, estabelece as diretrizes de atuação da CCP.

O Brasil é membro do Comitê Organizacional desde que a Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), realizada em 20 de dezembro de 2005, criou o colegiado, composto por sete nações escolhidas pelo Conselho de Segurança (China, Colômbia, França, Marrocos, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos); sete países eleitos pelo Conselho Econômico e Social (Egito, Chile, República da Coreia, Ruanda, Espanha, Ucrânia e Zâmbia); cinco dos principais contribuintes para os orçamentos das Nações Unidas (Canadá, Holanda, Japão, Noruega e Suécia); cinco dos principais fornecedores de militares para as missões da ONU (Bangladesh, Índia, Nepal, Nigéria e Paquistão); e sete membros eleitos pela Assembleia Geral da ONU (Brasil,. Benin, Croácia, Indonésia, El Salvador, Tunísia e Uruguai.

(Agência Brasil)

Papa pede “tempo e espaço para Deus”

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Em sua tradicional mensagem de Natal Urbi et Orbi (à Cidade e ao Mundo), o papa Bento XVI instou os cristãos a “encontrar tempo e espaço para Deus em suas vidas corridas”.

Diante de milhares de peregrinos na Praça São Pedro, no Vaticano, Bento XVI celebrou a missa da véspera de Natal, geralmente à meia-noite, duas horas antes. A medida foi adotada para não cansar em demasia o pontífice, que tem 85 anos

Bento XVI também pediu o fim do derramamento de sangue na Síria, país que vive quase dois anos de conflitos. “Que a paz brote para o povo da Síria, profundamente machucado e dividido por um conflito que não poupa nem os indefesos e deixa vítimas inocentes”, pediu o papa.

O papa também clamou pela paz na Nigéria, lamentando atos “selvagens de terrorismo” que frequentemente alvejam os cristãos naquele país. Também alertou os novos líderes chineses a respeitar a contribuição da religião na criação de uma “sociedade fraternal”.

(com agências)

Oposição prevê adiamento da posse de Chávez

“O líder da oposição na Venezuela, Henrique Capriles, admitiu nesta segunda-feira um eventual adiamento da posse do presidente Hugo Chávez – hospitalizado em Cuba após a quarta operação para retirar um câncer – caso não possa assumir o poder no dia 10 de janeiro, como determina a Constituição.

“É preciso ser muito sério e muito transparente nestes casos, penso que não perde a condição de presidente eleito a pessoa que não possa tomar posse exatamente no dia estabelecido”, disse Capriles à imprensa, acompanhando a posição dos chavistas.

“Se o presidente da República não puder se apresentar no dia 10 de janeiro para tomar posse diante da Assembleia Nacional, a própria Constituição tem as respostas. Aí se aplicaria inicialmente uma ausência temporária e, depois, o que estabelece a Constituição para a falta absoluta”, destacou Capriles, derrotado por Chávez nas eleições de outubro passado.

(Veja Online)

Chávez apresenta melhora gradual na saúde

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“Após 12 dias da cirurgia do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, para a retirada de um tumor maligno na região pélvica, ele se recupera gradualmente, segundo o vice-presidente da República e chanceler, Nicolás Maduro. De acordo com Maduro, as orações das pessoas “complementam” o trabalho dos médicos. Chávez está em Havana, Cuba, onde se submeteu à cirurgia e segue o tratamento pós-operatório. Não há previsão de alta.

“Em um momento tão bonito, de recolhimento, meditação, reflexão, nossa mente está sempre em oração para acompanhar o nosso presidente nesse processo de luta pela vida, que está se consolidando a cada dia e que nos enche de felicidade. Chávez sabe que está recebendo as orações e elas complementam o trabalho de uma equipe médica que, podemos dizer, é a melhor do mundo, do ponto de vista científico, acadêmico e de prática clínica”, disse Maduro.

Chávez foi operado no último dia 11, em Havana. Antes de viajar, fez um pronunciamento à nação, informando que o câncer havia reincidido e pediu o apoio da população para que, na sua ausência, Maduro seja confirmado o novo presidente. Porém, pela Constituição da Venezuela, se Chávez não retornar ao poder, será necessário realizar novas eleições.”

(Agência Brasil)

Presidente da Itália dissolve Parlamento

O presidente da Itália, Giorgio Napolitano, dissolveu neste sábado (22) o Parlamento, abrindo caminho para que uma eleição nacional antecipada possa ser convocada, possivelmente para fevereiro de 2013.  A dissolução foi anunciada um dia após o primeiro-ministro italiano, Mario Monti, ter apresentado ao presidente o seu pedido de renúncia ao cargo.

Há 13 meses no poder, Monti implementou medidas de austeridade (cortes de gastos e aumento de impostos) para tirar a Itália da grave crise econômica que atingiu o país nos últimos anos. Embora tivesse anunciado a intenção de deixar o governo no início do mês, quando o partido Povo da Liberdade, do ex-premiê Silvio Berlusconi, deixou de apoiar o governo, Monti só cumpriu a promessa após o Parlamento aprovar a Lei de Orçamento para 2013.

O presidente Giorgio Napolitano chegou a pedir a Monti que permanecesse no cargo, de forma interina, por mais algum tempo. A expectativa dos italianos e analistas políticos, agora, é saber se Monti se lançará ou não candidato.

(Agência Brasil com BBC Brasil)

Filme brasileiro O Palhaço não está entre os pré-selecionados para o Oscar 2012

O filme brasileiro O Palhaço, dirigido por Selton Mello, não está entre os nove longas pré-selecionados para disputar o Oscar de melhor filme estrangeiro. As produções que ainda disputam uma indicação ao prêmio foram anunciadas nessa sexta-feira (21).

Concorrem às cinco vagas na categoria filme estrangeiro Amor, de Michael Haneke (Áustria); No, de Pablo Larraín (Chile); A Feiticeira da Guerra, de Kim Nguyen (Canadá); O Amante da Rainha, de  Nikolaj Arcel (Dinamarca); Intocáveis, de Olivier Nakache e Eric Toledano (França); The Deep, de Baltasar Kormákur (Islândia); Kon-Tiki, de Joachim Rønning and Espen Sandberg  (Noruega); Além das Montanhas, de Cristian Mungiu  (Romênia) e Sister, de Ursula Meier (Suiça).

O anúncio dos filmes que concorrerão à estatueta será feito no dia 10 de janeiro. Foram inscritos 71 filmes de diversos países para concorrer a uma indicação ao prêmio de melhor filme estrangeiro. A cerimônia do Oscar será no dia 24 de fevereiro em Los Angeles.

(Agência Brasil)

Degradação da imagem de Lula é oportunidade eleitoreira mesquinha, diz colunista

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Da coluna Concidadania, no O POVO deste domingo (16), pelo jornalista Valdemar Menezes

Os estrangeiros não entendem como um quadro de tanto prestígio internacional, como o ex-presidente Lula, que fez um governo exitoso, retirando 40 milhões da pobreza e reforçando o papel do Brasil na arena internacional (tanto que está sendo requisitado no mundo todo para conferências e fóruns, e acaba de ser agraciado na Espanha pelo governo da Catalunha) não seja preservado pela elite de seu País como um patrimônio político e diplomático da Nação perante o mundo (ainda mais depois de ter deixado o poder com uma aprovação jamais vista).

Aceitar a degradação de sua imagem a partir das declarações de um condenado (“um pilantra”, segundo Ciro Gomes) em busca de conseguir o benefício da delação premiada, e apenas pelo fato de os adversários políticos do governo verem nelas uma mesquinha oportunidade eleitoreira, vem encontrando repulsa em todas as pessoas de bom senso, inclusive o próprio presidente da França e outras personalidades mundiais, que prestaram solidariedade a Lula.

A articulação que busca desacreditar Lula, na verdade, é insuflada por forças internacionais muito poderosas. Seu alvo verdadeiro é o governo Dilma e a retirada do poder das mãos dos petistas para impedir a continuação do modelo econômico levado a cabo pelo partido.

O governo Lula foi tolerado (tentou-se “sangrá-lo”) porque, ao realizar algumas mudanças, não bateu de frente com os grandes interesses consolidados. Porém, já se presumia que chegaria a hora em que o projeto do PT não poderia mais avançar sem ferir esses interesses.

Foi o que aconteceu, agora, com o governo Dilma. Ela trombou com o sistema ao enquadrar bancos (baixar os juros), restringir os interesses das petroleiras (através do novo marco regulatório do petróleo) das hidroelétricas (redução das tarifas), das telefônicas, dos planos de saúde privados e das agências reguladoras. Isso é uma heresia e uma ameaça à ordem estabelecida pelo Consenso de Washington. A ordem dos centros mundiais de poder é dar um basta na “aventura populista do PT”.