Blog do Eliomar

Categorias para Internacional

Morre Steve Jobs, fundador da Apple

“Steve Jobs, fundador da Apple, morreu nesta quarta-feira (5).  A página oficial da Apple publicou a imagem acima e algumas palavras homenageando Steve, que faleceu aos 56 anos nos Estados Unidos.

“A Apple perdeu um gênio criativo e visionário, e o mundo perdeu um ser-humano incrível. Aqueles que tiveram a sorte de trabalhar com Steve perderam um querido amigo e mentor. Steve deixou para trás uma companhia que só ele poderia ter construído e seu espírito será sempre a base da Apple”, informa o comunicado publicado pela companhia.

A página da empresa americana, em seu anúncio oficial, convida os fãs da marca a enviar mensagens de condolência através do e-mail rememberingsteve@apple.com .”

(Portal Uol)

Corrupção na Bulgária pode ser entrave na relação com o Brasil

59 3

“Apesar de a presidente Dilma Rousseff ter desembarcado na terça-feira na Bulgária com status de líder de superpotência e discurso de promessas de aproximação com a terra de seu pai, a delegação brasileira admite nos bastidores que a corrupção no país é um obstáculo para a cooperação e uma saia-justa para a presidente. O Partido Socialista búlgaro foi acusado de usar recursos da União Europeia para financiar sua campanha eleitoral há alguns anos.

O resultado foi a suspensão do repasse de dinheiro para o país, o mais pobre do bloco, algo inédito na UE. O novo governo, da direita populista, não ficou isento dos escândalos e o país até hoje é considerado o mais problemático no bloco. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Ao tentar encontrar área de cooperação para propor aos búlgaros, o Brasil esbarrou justamente no fato de que transferir dinheiro para a Bulgária não é sinônimo de resultados. Uma das opções em estudo é fazer uma cooperação triangular, emprestando o know-how brasileiro em várias áreas públicas, mas insistindo que o financiamento venha de Bruxelas. Outra ideia é ajudar os búlgaros a desenvolver projetos que possam evitar o desvio de recursos.

Na prática, Dilma poria em sua política externa parte da imagem que já quer passar internamente e lhe vem garantindo certa popularidade. O fato de o governo Dilma já ter perdido ministros por causa dos escândalos de corrupção não foi ignorado pela imprensa local. A âncora de um jornal da BTV, principal rede de televisão privada, deixou claro que o que “une Brasil e Bulgária” também inclui a questão da corrupção. ”

(Estadão)

"Situação é desesperadora", diz ministro grego

“O ministro grego da Economia, Michalis Chryssohoidis, afirmou que a situação de seu país “é bastante desesperadora”, em uma entrevista que será publicada na quinta-feira na revista alemã Die Zeit. “Nossa situação é bastante desesperadora, porque reduzimos de forma sempre mais drástica a renda das pessoas. Os gregos vivem a situação atual de forma muito dolorosa”, declarou à revista, que divulgou um trecho da entrevista.

“Quando veremos a luz no fim do túnel? Não podemos responder”, completou Chryssohoidis. “O governo (grego) está totalmente isolado com esta política de reformas. A oposição afirma que poderia renegociar nossas condições de crédito. E a esquerda radical quer abandonar a UE. Estamos sozinhos”, afirma.

“Nosso principal problema é o da insegurança, alimentada pelas especulações incessantes no mundo inteiro sobre uma falência iminente do país. Uma falência em um país da zona euro seria uma catástrofe porque teria um efeito dominó. Mas se for apenas por esta razão, não podemos decidir sozinhos sobre uma suspensão de pagamentos”, completou.”

(Portal Terra)

Dilma inicia agenda na Bulgária

“A presidente do Brasil, Dilma Roussef, colocou uma coroa de flores com as cores da bandeira brasileira no túmulo do soldado desconhecido em Sofia nesta quarta-feira, no primeiro ato de uma visita de dois dias à Bulgária, onde deverá impulsionar a cooperação econômica entre os dois países. Diante deste monumento, Dilma foi recebida oficialmente por seu anfitrião, o presidente da Bulgária, Georgi Parvanov, com honras militares e os hinos das duas nações.

Vestida com saia negra e jaqueta de tons marrons, Dilma passou em revista os soldados da guarda do país balcânico, a quem cumprimentou em búlgaro – “Zdraveite, gvardeyci” (saudações, soldados da guarda) – antes de colocar a coroa de flores. Depois, após subir a um palanque junto a Parvanov, foi homenageada com um desfile acompanhado de uma banda militar.

Segundo manifestaram fontes da Presidência búlgara, Sofia espera que esta visita sirva para a promoção da cooperação econômica com o Brasil, e que o desenvolvimento das relações bilaterais nas esferas da ciência, da educação e da tecnologia centrem o encontro a portas fechadas que manterão nesta manhã Dilma e Parvanov.

Após a reunião, devem ser assinados acordos no campo da economia e da tecnologia da informação. Dilma também se reunirá com o primeiro-ministro búlgaro, Boiko Borisov, que oferecerá um almoço à presidente brasileira.Pela agenda da visita, que na quinta-feira coincidirá com os 50 anos do estabelecimento das relações diplomáticas entre as duas nações, Dilma participará na tarde de hoje de um fórum de empresários dos dois países.

Na quinta-feira, Dilma visitará Gábrovo, a cidade onde nasceu seu pai, Pedro Rousseff, e lá se reunirá com alguns de seus familiares, assim como com autoridades municipais. Além disso, a presidente visitará a exposição sobre sua família no Museu Regional de História sob o título: “As Raízes Búlgaras de Dilma Rousseff.”

(Folha.com)

Chávez – Popularidade vai a 60%

53 1

“A popularidade do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disparou e subiu pelo menos dez pontos percentuais entre os meses de julho e setembro. S egundo uma pesquisa da empresa venezuelana Datanalis, o presidente tem o apoio de 58.9% da população, apesar das incertezas sobre seu estado de saúde.

Para o diretor da Datanalisis, Luis Vicente Leon, o aumento do prestígio do presidente pode estar relacionado à simpatia e à solidariedade dos venezuelanos diante do câncer que Chávez enfrenta.

A pesquisa ouviu 1.300 pessoas, e a margem de erro é e 2,7 pontos percentuais.”

(Globo)

UFC entre as 100 melhores da América Latina

“A Universidade Federal do Ceará (UFC) é a 76ª entre as 100 melhores instituições de ensino superior da América Latina. O ranking foi elaborado por um instituto de pesquisa do Reino Unido chamado Quacquarelli Symonds (QS), que, desde 2004, anualmente elabora e divulga a classificação de universidades públicas e particulares de todo o mundo.

Pela primeira vez, foi feito um ranking exclusivo para a América Latina. Na listagem, divulgada ontem, há 31 universidades brasileiras. Entre as dez primeiras instituições com melhores notas, três são do Brasil.

O país é o primeiro em número de instituições bem avaliadas, e a Universidade de São Paulo (USP) é a melhor classificada pelo QS, conquistando a pontuação máxima (100). Entre os critérios de avaliação, o instituto considera a infraestrutura, a formação do corpo docente, as citações da universidade em trabalhos acadêmicos e na Internet, além da presença internacional da instituição.

Na avaliação do QS, a UFC é uma universidade de grande porte, com total abrangência nas áreas acadêmicas e alta intensidade de pesquisa, além de ser madura em relação ao tempo de existência. A UFC conquistou nota 39,5 a partir da soma de pontos desses critérios.

Para o reitor da UFC, professor Jesualdo Farias, a 76ª colocação é positiva. “Esse é um resultado do esforço de mais de cinco décadas para se projetar entre as melhores do País. De 2008 para cá, implantamos 20 cursos de doutorado, 27 de graduação”, afirma.

O pró-reitor de Graduação, Custódio Almeida, cita que grandes obras estão em execução para melhorar a infraestrutura da UFC. “E dos 1.850 docentes efetivos, cerca de 1,2 mil são doutores. Isso provocou crescimento na pesquisa”, diz.”

(O POVO)

Brasil é o país mais promissor na América Latina, diz pesquisa

47 1

“O Brasil é o país mais promissor para investimentos em ações da América Latina. É o que mostra pesquisa feita pelo Banco JP Morgan com 40 investidores norte-americanos e europeus que administram US$ 57,3 bilhões em papéis de empresas da região. De cada 10 entrevistados, 7 afirmaram que o Brasil é o país que vai oferecer as melhores oportunidades de negócios até, pelo menos, 2014, ano da Copa do Mundo. Entre os fatores citados para a preferência, estão a expansão da classe média e o peso maior do Brasil na economia mundial.

A Colômbia ocupa a segunda posição na preferência dos investidores (38%) e vem seguida de Chile e México empatados no terceiro lugar (25%). Na pesquisa, era possível mais de uma resposta. O JP Morgan perguntou ainda que países da América Latina têm as melhores práticas de relações com investidores e de governança corporativa. Nos dois casos, o Brasil apareceu em primeiro.

Segundo Ivan Peill, vice-presidente da área de relações com investidores do JP Morgan, a criação do Novo Mercado pela Bolsa levou a uma maior transparência. No entanto, o Brasil também foi o país mais mencionado quando o banco perguntou sobre as piores práticas de governança. Investidores disseram que as empresas fora do Novo Mercado não protegem adequadamente os acionistas minoritários.

A pesquisa foi feita durante os meses de junho e julho deste ano, pouco antes da forte deterioração da crise financeira global. Segundo Peill, mesmo que tivesse sido realizada depois, os resultados seriam parecidos.”

(Com Agências)

Dilma visitará a Bulgará evitando ser usada por políticos em clima de eleições

“A presidente Dilma Rousseff desembarca esta noite em Sófia, capital da Bulgária, com o cuidado de não ser usada pelos políticos locais que concorrem a eleições daqui a duas semanas. Festejada como exemplo de uma “búlgara bem-sucedida”, ela é vista como cabo eleitoral ideal dos candidatos envolvidos na campanha.

A presidente encontrará uma sociedade em convulsão, vivendo até um conflito étnico. Já os seus familiares, descontentes com a disputa política, insistem em manter o encontro apenas como “assunto privado”.

Os políticos na Bulgária não escondem que seu objetivo é o de atrair investimentos brasileiros para a região, mergulhada na depressão econômica. O governo brasileiro não vê problemas em ser visto como esperança para o país, mas não pretende deixar que Dilma seja usada. “Será uma visita de Estado e estamos tentando manter o programa o mais institucional possível”, comentou uma fonte do governo. O Planalto chegou a pensar em adiar a viagem para 2012, quando a eleição já terá passado, mas a agenda foi mantida.

Ainda assim, Dilma desembarca em meio a um caos social e político, com 18 candidatos à presidência. O partido de direita, tido como favorito, tem como candidato Rosen Plevneliev, apoiado pelo atual primeiro-ministro, Boyko Borisov. Já o presidente búlgaro, o socialista Georgi Parvanov, quer eleger um sucessor de seu próprio partido.

Disputa. A briga para aparecer ao lado de Dilma é escancarada. Boika Bashelieva, assessora de imprensa da Presidência, garantiu ao Estado que a eleição não vai interferir na visita – e que os acordos serão assinado pelo presidente Parvanov.

O primeiro-ministro Borisov chegou a anunciar investimentos da Embraer, não confirmados, e vendeu a ideia que foi ele quem trouxe Dilma para Sófia.”

(Agência Estado)

Crise – Dilma defende união entre países e diz que Brasil quer ajudar europeus

59 2

“A presidenta Dilma Rousseff defendeu hoje (4), em Bruxelas (Bélgica)  que a comunidade internacional busque a união no combate aos impactos gerados pela crise econômica internacional. Segundo ela, a “associação é mais urgente” entre os países neste momento em que a situação se agrava. Dilma disse ainda que o Brasil está à disposição dos europeus para colaborar nas medidas que forem necessárias a fim de impedir uma piora na situação. Mas não mencionou valores nem a possibilidade de repasses financeiros.

No momento, vários países da zona do euro, como a Grécia e a Espanha, esforçam-se para evitar que a crise acentue os problemas internos de desemprego e alta de impostos e tarifas. “Essa associação é mais urgente”, alertou a presidenta durante a 5ª Cúpula Brasil-União Europeia. “Estamos agora diante do aumento do risco soberano. Acredito que é fundamental a coordenação política entre os países para fazer face [ao agravamento da crise]”, acrescentou ela.

Dilma se reuniu por cerca de duas horas, durante a cúpula, com os presidentes do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, e da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, além de ministros brasileiros. No encontro, os temas que dominaram os debates foram o agravamento da crise econômica internacional, a violência na Síria e os conflitos nos países árabes, além de acordos multilaterais.

“É necessário que se busque o combate ao desemprego para que as populações não percam a esperança no futuro. A recessão traz o aumento das desigualdades sociais”, disse a presidenta. Segundo ela, é possível conciliar o estímulo à geração de emprego com a responsabilidade fiscal. Dilma lembrou que há 20 dias a América Latina era “sinônimo de crise” e agora mostra que é capaz de superação.

Em seguida, Dilma acrescentou que é preciso “evitar sombrios desdobramentos políticos” e que “o Brasil está pronto para assumir suas responsabilidades”. “Somos parceiros da União Europeia e [os europeus] podem contar com o Brasil”, destacou.

Para a presidenta, a solução para a crise econômica internacional passa por uma reavaliação do sistema financeiro mundial. Segundo ela, classificado como um “sistema ineficaz”, que se comprovou com o fato de a crise ter se acentuado. Dilma disse também que é fundamental aliar políticas macroeconômicas com a geração de emprego e renda.

Dilma disse ainda que os ministros da Fazenda da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) vão se reunir nos próximos dias para coordenar ações para a Cúpula do G20 (que reúne as 20 maiores economias do mundo). O encontro ocorrerá nos dias 3 e 4 de novembro, em Cannes, no Sul da França. “As Nações Unidas precisam estar à altura de um mundo multipolar”, advertiu a presidenta.”

(Agência Brasil)

Brasil envia na 5ª feira missão de paz para o Líbano

“O Brasil enviará, na próxima quinta-feira (6), um contingente de 300 militares para a missão de paz das Nações Unidas no Líbano, a Unifil. A fragata União, da Marinha, partirá do Rio de Janeiro com marinheiros, mergulhadores e fuzileiros navais, para uma missão de seis meses na costa libanesa.

O Brasil participa da missão desde fevereiro deste ano, quando o comando da Força-Tarefa Marítima da Unifil foi assumido pelo contra-almirante Luiz Henrique Caroli. Quatro oficiais e quatro praças brasileiros assessoram o comandante na missão.

Apesar disso, o Brasil ainda não tinha enviado nem navios nem grandes contingentes militares para a missão, que já conta com a participação de embarcações e militares da Alemanha, da Grécia, da Indonésia, da Turquia e de Bangladesh.

A fragata União terá um helicóptero AH-11A Super Lynx, um destacamento de mergulhadores de combate, que poderá realizar operações especiais, e um de fuzileiros navais, que será responsável pela segurança do próprio navio. Além disso, a embarcação deverá servir como posto de comando para toda a força-tarefa.

“O Brasil, com isso, mostra sua capacidade de armar um navio de guerra e enviar para uma região longínqua, que necessita de um suporte logístico complexo, fazendo valer a sua estatura no cenário da nações. E isso com um objetivo muito nobre: o de fazer a manutenção da paz numa região, historicamente, com sérios problemas políticos”, disse o comandante da Força de Superfície da Marinha Brasileira, contra-almirante Savio Nogueira.

O navio brasileiro fará paradas em Recife, Las Palmas (nas Ilhas Canárias) e Nápoles (na Itália), antes de chegar a Beirute, no Líbano, no dia 14 de novembro. O retorno da embarcação para o Rio de Janeiro está previsto para junho de 2012.

De acordo com o contra-almirante, a Marinha tem condições de enviar um segundo navio, caso seja necessário substituir a fragata União, ao final da missão de seis meses. “Nós já estamos pensando em começar a nos preparar para um rodízio naquela área.”

(Agência Brasil)

Chávez diz que não vai estatizar todas as empresas privadas que operam na Venezuela

“O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, negou que o governo pretenda nacionalizar todas as indústrias que funcionam no país. A possibilidade surgiu desde que Chávez nacionalizou a empresa de barcas Conferry, responsável pelo transporte para a Ilha Margarita – um dos principais pontos turísticos do país. Mas Chávez afastou a alternativa de nacionalização geral.

“Seria uma loucura e o país ficaria ingovernável. Precisamos de um setor privado responsável. [Precisamos da] pequena propriedade e média propriedade”, disse o presidente, em entrevista por telefone para a emissora estatal de televisão VTV.

Segundo Chávez, os estrangeiros que quiserem investir na Venezuela serão “bem-vindos”. O presidente disse que a região de Orinoco tem projetos atraentes e que podem despertar o interesses dos investidores. De acordo com ele, o “modelo econômico venezuelano é produtivo e diversificado”.

O presidente disse ainda que o atual modelo político e econômico adotado na Venezuela refelete a igualdade social, pois permite a “democracia participativa, popular e verdadeira”. Demonstrando indignação com os boatos sobre o agravamento do seu estado de saúde, Chávez reagiu condenando os responsáveis pelas informações.

“É uma coisa mórbida. É bruto e desumano, mas isso é o mundo”, disse Chávez. “O que eles [os que suspeitam do agravamento do seu estado de saúde] querem?. Querem que retire o tumor maligno e mostre para eles? Isso, eu não vou, por favor” disse ele, negando um novo diagnostico de  câncer, desta vez na região do cólon.

Desde junho, Chávez se submete a um tratamento para a cura de câncer. Fez quatro sessões de quimioterapia, perdeu mais de 20 quilos e está careca.”

(Agência AVN)

ONU alerta: Haiti ainda enfrenta situação de crise humanitária

“A secretária-geral adjunta da Organização das Nações Unidas (ONU) para os Assuntos Humanitários, Valérie Amos, alertou que o Haiti ainda enfrenta estado de crise humanitária. Para ela, o mais preocupante é a vulnerabilidade das famílias abrigadas provisoriamente em acampamentos. Segundo a secretária, um ano e meio depois do terremoto – do 12 de janeiro de 2010 – o país permanece em situação crítica.

Amos ficou dois dias no Haiti. A secretária verificou que a população enfrenta necessidades emergenciais, como falta de casas, alimentação, água e saneamento básico. Segundo ela, cerca de 4,5 milhões de haitianos passam por limitações de comida, enquanto 600 mil ainda moram em acampamentos improvisados.

A secretária das Nações Unidas lembrou ainda que a epidemia de cólera acentuou a situação crítica no Haiti, pois mais de 5 mil pessoas morreram no período de quase um ano – desde outubro de 2010. A população haitiana enfrenta ainda enchentes causadas pelo período de chuva no país.

O presidente do Haiti, Michel Martelly, reuniu-se com Amos e autoridades haitianas. Na conversa, Amos apelou para que o governo suspenda os despejos das famílias que estão abrigadas provisoriamente. Segundo Amos, as mais ameaçadas são as mulheres e as crianças que correm riscos de violência sexual.

Ontem (29), o ministro da Defesa do Brasil, Celso Amorim, defendeu a retirada gradual dos militares estrangeiros do Haiti, que pertencem às forças de paz. Segundo ele, a retirada faz parte dos planos das Nações Unidas para que o governo haitiano possa assumir o comando do seu sistema de segurança. Cerca de 1,6 mil homens estrangeiros devem deixar o país até março de 2012.

(Agências Portugal, Lusa.)

Fidel – Cuba vai mudar, mas EUA talvez caiam antes

48 1

“Fidel Castro fez duras críticas [ontem] ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, por sugerir que as relações bilaterais poderiam melhorar se Cuba fosse mais democrática. Em novo artigo divulgado pela imprensa estatal, o líder cubano disse que seu país não vai se curvar à pressão americana.

“Muitas coisas vão mudar em Cuba, mas vão mudar por nosso esforço próprio e apesar dos Estados Unidos. Talvez antes aquele império caia”, escreveu.

Na quarta-feira, após Cuba anunciar o fim da proibição à compra e venda de carros, Obama disse que os EUA estavam prontos para melhorar as relações com Cuba, mas que ainda não viram medidas da parte de Havana que justifiquem a suspensão do embargo. Ele pediu ainda que a ilha una-se à onda de mudança democrática vivida no mundo árabe.

“Que lindo! Que inteligente!”, disse Fidel. “Tanta bondade não permite que ele entenda que 50 anos de bloqueio e de crimes contra nossa pátria não foram capazes de dobrar nosso povo.”

(O Globo)

Doutor Patch Adams dará coletiva em Fortaleza

Nesta sexta-feira, a partir das 10 horas, no Hospital Municipal João Elísio de Holanda, em Maracanaú, Patch Adams, o médico americano que, na sociedade contemporânea, foi o primeiro a utilizar a figura do palhaço nas instituições de saúde como parte do processo de cura, dará entrevista coletiva.

Ele vai falar sobre a sua primeira “Viagem Humanitária de Palhaços ao Brasil”, chamada de “Jornada de Palhaços Cuidadores”, em que visitará instituições de saúde do Ceará.

Ainda em sua programação no Estado, o “Doutor Patch” realizará o workshop “Uma atenção à saúde mais humana” nesta sexta-feira e no sábado, no Coliseum Hotel, em Beberibe (Litoral Leste). Também dará palestra sobre o tema “Decidindo ser feliz”, no sábado, no Ginásio Paulo Sarasate, em Fortaleza.

SERVIÇO

* Hospital Municipal João Elísio de Holanda – Rua João Alencar, s/n. Centro. Maracanaú.

Crise econômica tem componentes políticos, segundo presidente da Comissão Europeia

“A crise econômica internacional que atinge vários países europeus tem também componentes políticos, avalia o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso. Segundo ele, a Europa vive uma grave crise de confiança política. Para Barroso, é fundamental um esforço coletivo na tentativa de vencer as dificuldades.

“É preciso ser honesto e absolutamente claro na análise do estado da União: estamos hoje confrontados com o maior desafio que, creio, a União [Europeia] conhece em toda a sua história”, disse Barroso.

O presidente da Comissão Europeia lembrou que de trata de uma crise financeira, econômica e social, mas também de confiança. O assunto é tema de uma série de debates sobre o Estado da União, em referência ao momento atual vivido na zona do euro.

Os boatos em torno das dificuldades de solução para o endividamento de países europeus atingiram hoje (28) as bolsas da Europa, que abriram o dia em baixa. Houve registros de queda em Londres {Reino Unido), Frankfurt (Alemanha), Milão (Itália), Paris (França) e Madrid (Espanha).”

(Agência Brasil/Agênica Lusa)

Vitória da esquerda é golpe em Sarkozy

O governo conservador do presidente francês Nicolas Sarkozy sofreu uma dura derrota neste domingo em eleições indiretas para o Senado do país, que pela primeira vez desde 1958, terá uma maioria de parlamentares de esquerda.

De acordo com resultados preliminares da votação dos 71.890 deputados, conselheiros e delegados de conselhos municipais de 44 circunscrições francesas, os candidatos esquerdistas tomaram pelo menos 24 assentos que pertenciam aos governistas da União por um Movimento Popular (UMP), assegurando maioria na Casa.

A guinada para a esquerda – que segundo o líder da UMP no Senado, Gerard Larcher, terá consequências “sísmicas” nas eleições presidenciais previstas para abril – foi festejada por militantes socialistas em uma reunião em Paris.

– Este 25 de setembro vai entrar na História – afirmou Jean-Pierre Bel, líder do Partido Socialista no Senado, pedindo mudanças nas eleições para a Casa, que segundo ele tendem a favorecer a direita. – Agora é nossa obrigação construir um novo Senado, realmente representativo dos territórios da França. Um Senado mais moderno e modesto. Estendo a mão a todos aqueles que quiserem se juntar à essa nova maioria.”

(Globo)