Blog do Eliomar

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França reconhece rebeldes como "representantes legítimos" da Líbia

“O governo da França reconheceu oficialmente nesta quinta-feira (10) o Conselho Nacional de Transição (CNT) – a instância política dos rebeldes da Líbia – como o “representante legítimo” do país. A decisão foi anunciada depois de um encontro do presidente Nicolas Sarkozy, em Paris, com os enviados do grupo.

A decisão coloca ainda mais pressão sobre o ditador Muammar Gaddafi, que agora enfrenta não só a resistência feroz dos opositores, mas perde legitimidade diante da França, um importante ator da política internacional e membro permanente do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas).

No último domingo (6), a França já havia “saudado” a criação do conselho, afirmando que apoiava os princípios e as metas fixadas, de acordo com comunicado do Ministério das Relações Exteriores.

Na ocasião, o porta-voz da chancelaria francesa, Bernard Valero, elogiou “a vontade de unidade que presidiu a instauração do conselho” e estimulou “os líderes e os movimentos que o compõem a prosseguir as ações com o mesmo espírito”.

No último sábado (5), o Conselho Nacional de Transição, criado pelos representantes da insurreição que luta desde 15 de fevereiro contra as tropas de Gaddafi, se reuniu e afirmou ser “o único representante da Líbia”.

No mesmo fim de semana, no Cairo, capital do Egito, o ministro das Relações Exteriores da França, Alain Juppé, afirmou que a Europa e a França “não podem tolerar a loucura criminosa” do regime de Gaddafi.”

(R7.com)

Sem medo de ser rebelde

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Esse aí com a foto de Kadaffi estampada no peito é o padre Haroldo Coelho que, inclusive, já mandou artigo para o Blog defendendo o ditador líbio. Ligado ao PSOL, o religioso aproveitou o Carnaval de Rua de Fortaleza e engrossou desfile do Movimento Crítica Radical que pedia a libertação do ex-preso político italiano Cesare  Battisti.

Para o padre Haroldo, Kadaffi é vítima do imperalismo norte-americano e Cesare não é homicida como defende o Governo da Itália.

(Foto – Mauri Melo)

Sob Lula, Brasil abriu 79 representações no Exterior. Até na Micronésia

“A herança que Lula deixou para Dilma Rousseff incluiu uma tarefa entre prosaica e insólita: incrementar as relações diplomáticas do Brasil com a Micronésia. Você talvez não saiba, mas o país existe. Acredite. É um arquipélago assentado na Oceania. Tem cerca de 700 km2.

Trata-se de um paraíso. Banhado pelo pacífico. Em 22 de dezembro, dez dias antes de deixar o governo, Lula baixou o decreto 7401, criando a embaixada brasileira em Palikir, capital da Micronésia. Funciona cumulativamente com a de Manila (Filipinas).

Pela lógica, dois fatores determinam a instalação de representações no exterior: 1) o interesse econômico; 2) a presença de grande comunidade de brasileiros no país. A novíssima representação da Micronésia, por ilógica, foge aos padrões. Difícil achar brasileiros entre seus cerca de 110 mil habitantes.

Dono de um PIB miúdo –pouco mais de US$ 200 milhões— o país tampouco oferece grandes perspectias de parceria comercial. A força de trabalho da Micronésia soma 20 mil pessoas. Dedicam-se ao atendimento de turistas, à pesca e à agricultura (coco, banana, mandioca, batata doce e castanha).

Essa foi a 79ª representação criada por Lula no estrangeiro –57 embaixadas e 22 consulados. Média de 10 por ano. Quase uma por mês.

Sob FHC, o Itamaraty fora mais comedido. Nos oito anos da Era tucana, inauguraram-se 16 novas representações –12 embaixadas e quatro consulados. O expansionismo diplomático do Brasil de Lula pautou-se pela flexibilização ideológica e pelo desejo de obter um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU.

A maleabilidade política resultou em vexame. Abriram-se embaixadas em países notáveis pelo desrespeito aos direitos humanos e pelo desapreço aos valores democráticos. Entre eles, por exemplo, Guiné Equatorial, Sudão, Mianmar e, veja você, até a Coréia do Norte do companheiro-ditador Kim Jong-Il.

Quanto ao sonho da cadeira permanente no principal conselho da ONU, resultou irrealizado a despeito da proliferação de novos parceiros diplomáticos. Restou o legado das quase oito dezenas de novas representações. Coisa para Dilma Rousseff administrar. A fúria inauguratória de Lula levou o Brasil a países pequenos e de relevância diplomática duvidosa.

O grosso das novas embaixadas e consulados foi instalado em nações ex-comunistas, países africanos pobres e ilhas do Pacífico e do Caribe. Além dos neoparceiros já mencionados, a lista inclui: Albânia, Croácia, Azerbaijão, Casaquistão, Zâmbia, Tanzânia, Benin, Togo, Sri Lanka…Guiné, Botsuana, Congo, Dominica, Bahamas, Santa Lúcia, São Cristóvão e Névis, Dominica e um interminável etc..

Antes de despertar para a abrir a Micronésia, Lula editou o decreto 7376. Datado de 1º de dezembro de 2010, criou a embaixada brasileira em Tarawa, capital do Kiribati. Neste caso, funciona cumulativamente com a de Wellington, na Nova Zelândia.

Vinte dias antes, em 11 de novembro, o Kiribati havia sido pendurado nas manchetes em posição algo desesperadora. Pequeno arquipélago do Pacífico, o país anunciou ao mundo que pode ter de deslocar toda sua população –cerca de 100 mil pessoas— para outra localidade.

Por quê? O aquecimento global faz com que o mar avance sobre o território de Kiribati, encobrindo-o aos poucos. “Para algumas comunidades, já é tarde demais. Não há como protegê-las”, disse o presidente de Kiribati, Andote Tong. Gestor de uma ilha vulcânica condenada ao desaparecimento, Tong guindou ao topo de suas prioridades a obtenção de terras onde possa acomodar seu povo.

A representação de Kiribati foi ao bololô da política externa de Lula como uma espécie de cereja. Chama-se Samuel Pinheiro Guimarães o ideólogo da estratégia. Coisa implementada com o apoio do ex-chanceler Celso Amorim e sob aplausos do assessor internacional da Presidência, Marco Aurélio Garcia.

Samuel ocupou a secretaria-geral do Itamaraty até 2009. Na fase final do governo Lula, chefiou a Secretaria de Assuntos Estratégicos. Os dados que recheiam essa notícia foram recolhidos nos arquivos do Senado. Cabe aos senadores aprovar a criação de novas embaixadas e consulados. Aprovou-se tudo o que Lula propôs.”

(Blog do Josias de Souza)

Tribunal egípcio confirma: Mubarak não pode deixar o País

“O Tribunal egípcio confirmou nesta terça-feira que o ex-presidente Hosni Mubarak não tem permissão para deixar o país.O ex-líder também teve os seus bens congelados.

Segundo a edição digital do diário governamental “Al-Ahram”, a decisão foi anunciada durante a primeira audiência judicial relativa ao caso, que aconteceu nesta terça-feira no Tribunal de Apelações do Cairo.

Na audiência, o juiz rejeitou um pedido do advogado de Mubarak, Sair Sheshtaui, para que a decisão do tribunal fosse adiada em 24 horas.

(Portal Terra)

Brasil perde posições no ranking do turismo mundial

“O Brasil perdeu posições em um ranking mundial de competitividade no setor do turismo, embora tenha obtido pontuação semelhante à de 2009. Em sua última edição, relativa a 2011, o relatório elaborado pelo Fórum Econômico Mundial coloca a sede da próxima Copa do Mundo e das Olimpíadas de 2016 na posição 52 entre 139 países avaliados. A pontuação, 4,36 em uma escala de um a sete, foi praticamente a mesma que em 2009 (4,35), quando foi elaborado o ranking anterior. Naquele ano, quando foram consideradas 133 nações, o país ficou em 45º lugar. Em 2011, o Brasil foi ultrapassado por outros países que registraram incremento mais expressivo, como México e Porto Rico.

“O Brasil ficou em sétimo lugar no ranking das Américas e 52º no ranking geral. O país é o que tem a melhor pontuação entre todos os países no que tange aos recursos naturais e 23º em recursos culturais, com muitos lugares considerados patrimônio da humanidade, uma grande proporção de área protegida e a fauna mais rica do mundo”, afirma o relatório. “Isto é reforçado por uma ênfase na sustentabilidade ambiental (posição 29 do ranking), uma área que vem melhorando ao longo dos últimos anos. A segurança também melhorou de forma impressionante desde a última avaliação”, informa o texto. Em 2009, o relatório aponta preocupação com a qualidade da rede de transporte terrestre e aéreo brasileira, bem como o nível de insegurança.

Sobre o panorama atual, o relatório avalia que “o transporte rodoviário continua subdesenvolvido, com a qualidade das rodovias, portos e ferrovias requerendo melhoras”. “O país continua a sofrer com a baixa competitividade de preços, atribuída em parte a altas taxas aeroportuárias e sobre os bilhetes aéreos, e o nível fiscal em geral”, assinala o texto. “Além disso, o ambiente de negócios não é particularmente propício para o desenvolvimento do setor, com regras restritivas para os investimentos externos, os longos prazos para abrir uma empresa e requerimentos de certa maneira restritivos à abertura de negócios no setor de turismo.”

O relatório destaca a superação da crise econômica mundial pela indústria do turismo internacional. Depois de se contrair em 2009, o setor voltou a se recuperar no ano passado, atingindo neste ano o seu nível pré-crise. Combinando atividades diretas e indiretas, o relatório estima que o setor de viagens e turismo responda hoje por 9,2% do PIB global, mesma proporção dos investimentos mundiais e 4,8% das exportações do planeta. Suíça, Alemanha e França foram considerados os países com melhor ambiente para desenvolvimento da atividade.”

(Agência Basil)

Cientistas desenvolvem exame de sangue para prever síndrome de D

“Mulheres gestantes poderão dentro em breve fazer um exame de sangue, em lugar de submeter-se a exames invasivos arriscados, para prever a probabilidade de seu bebê ter síndrome de Down, disseram cientistas no domingo.

Em um estudo publicado no periódico Nature Medicine, pesquisadores do Chipre disseram que um teste com 40 gestantes usando o exame, no qual é analisado o sangue da mãe para detectar diferenças de DNA entre a mãe e o feto, mostrou que o exame previu com precisão os fetos que tinham risco de apresentar a síndrome.

Philippos Patsalis, diretor médico do Instituto Chipre de Neurologia e Genética, que comandou o estudo, disse que os resultados são “muito instigantes” e que agora o experimento precisa ser testado em um estudo maior com cerca de mil gestações, mas que pode levar a mudanças em práticas clínicas dentro de dois anos.

“Acreditamos que poderemos modificar este exame, tornando-o muito mais fácil e simples, e então teremos algo para ser introduzido na prática clínica,” disse Patsalis à Reuters em Nicósia.

A síndrome de Down é um disturbio genético e ocorre em um de cada 700 bebês nascidos vivos em todo o mundo.”

(Globo)

Apple vai reembolsar clientes que compraram primeira versão do iPad

“A Apple irá reembolsar em US$ 100 os clientes que compraram a primeira versão do iPad nos Estados Unidos até 14 dias antes do anúncio da nova versão do tablet, que ocorreu ontem. As informações são do site CNET. De acordo com a publicação, a Apple não confirmou a data de corte, mas o cálculo é de que tenha ficado em 16 de fevereiro. A restituição ocorrerá por cartão de crédito.

A nova versão do iPad traz melhorias no hardware: tem 8,8 mm (é mais fino do que o iPhone 4), possui câmeras frontal e traseira, além de chip de dois núcleos A5, cuja velocidade é duas vezes maior que o anterior, além de ser nove vezes mais rápido no desempenho gráfico. O iPad 2 terá o novo sistema operacional iOS 4.3.

Também é 33% mais fino do que o iPad de hoje e um pouco mais leve. Apesar disso, tem o mesmo mesmo preço básico, de US$ 499. O novo tablet também terá capacidade de exibição de vídeos em alta definição (1080p). Para ter isso no dispositivo, o usuário deve adquirir um acessório para adaptar o iPad 2 no padrão HDMI.

Quem esperava uma resolução de tela melhor, no entanto, se decepcionou: 1.024×768 pixels, a mesma do modelo antecessor. A possível melhoria era uma das apostas do mercado, paralelamente ao lançamento da Retina Display, que melhora a resolução do iPhone 4.

Já há especificações sobre o produto na loja virtual da Apple no endereço www.apple.com/ipad. O lançamento ocorre no dia 11 de março, nos Estados Unidos. Outros 26 países receberão o iPad 2 no dia 25 de março – o Brasil não está incluso na lista.

REDUÇÃO

No mesmo dia em que anunciou a segunda versão do seu tablet, a Apple decidiu reduzir os preços dos seis modelos de iPad que já estão à venda no Brasil. Os novos valores da primeira versão do aparelho já começaram a valer na loja on-line da fabricante e devem se estender para os demais canais de varejo.

Hoje, cerca de 150 pontos de venda comercializam o aparelho no país, mas não há previsão de quando os preços mais baixos começaram a valer fora da loja da Apple. Entre os modelos apenas com conexão à internet sem fio (Wi-Fi), a redução foi de 9% a 15%. O modelo básico, de 16 GBytes com internet Wi-Fi, que custava R$ 1.649, passou a custar R$ 1.399.

O intermediário (32 GBytes) foi de R$ 1.899 para R$ 1.699. E o modelo de 64 GBytes passou de R$ 2.199 para 1.999. Entre os modelos também com conexão 3G, o desconto variou de 7,7% a 12,2%. O modelo de entrada (16 GBytes) passou a custar 1.799, o de 32 GBytes R$ 2.099 e o de 64 GBytes 2.399.”

(Folha.com)

Confirmada vinda de Obama ao Brasil

“A assessoria do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, confirmou hoje (3) para integrantes do governo brasileiro que a visita dele a Brasília e ao Rio de Janeiro, nos próximos dias 19 e 20, está mantida sem alterações. A ameaça de cancelamento surgiu por causa do risco de atraso na votação do Orçamento no Congresso norte-americano, cujo prazo é até dia 18 – véspera da viagem ao Brasil. Porém, assessores de Obama garantiram aos brasileiros que a vinda dele não será afetada.

Sem acordo entre republicanos, que fazem oposição a Obama, e democratas na votação do Orçamento, o receio é de agravamento do impasse no Congresso em torno da questão. Oficialmente, a Embaixada dos Estados Unidos informou à Agência Brasil que a visita do presidente, sua família e assessores é organizada, sem modificações.

No dia 19, em Brasília, Obama se reunirá com a presidenta Dilma Rousseff, além de ministros e empresários. O objetivo é assinar acordos que vão desde a ampliação de parcerias econômicas e comerciais até o aumento do número de voos entre Brasil e Estados Unidos.

Nas conversas, Obama deverá informar sobre a disposição de divulgar a Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016 em parceria com a iniciativa privada e o governo norte-americanos. Também está previsto um acordo para garantir a brasileiros moradores de cidades norte-americanas, que pagam a Previdência nos Estados Unidos, o aproveitamento do que foi investido no exterior, caso resolvam voltar ao Brasil.

O presidente norte-americano visita o Brasil acompanhado pela primeira-dama, Michelle, e pelas filhas Sasha e Malia, além de uma comitiva que deve reunir cerca de mil pessoas. Eles ficarão o dia 19 em Brasília no dia 20 viajam cedo para o Rio de Janeiro. No domingo (20), Obama cumprirá uma agenda que foi denominada pelos assessores como mais popular, reunindo interesses culturais e sociais.”

(Agência Brasil)

Papa inocenta judeus pela morte de Jesus Cristo

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“O papa Bento XVI desenvolveu uma das questões mais controversas e críticas da cristandade em um novo livro, no qual não culpa o povo judeu pela morte de Jesus Cristo.
 
Em “Jesus de Nazaré”, livro que teve alguns trechos divulgados nesta quarta-feira, 2, o pontífice apela para uma análise bíblica e teológica para explicar por qual motivo não tem fundamento a afirmação de que os judeus foram responsáveis pela morte de Jesus.
Interpretações contrárias foram usadas durante séculos para justificar a perseguição aos judeus. Ainda que o Vaticano já tivesse adotado a conclusão de Bento XVI há muito tempo, estudiosos judaicos disseram que o argumento desenvolvido pelo papa alemão é significativo e contribuirá para o combate ao antissemitismo.”
(Agência Estado)

ONU suspende Líbia do Conselho de Direitos Humanos

“A Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) suspendeu por unanimidade nesta terça-feira a Líbia como país membro do Conselho de Direitos Humanos da entidade devido ao uso da violência pelo governo líbio na repressão aos protestos antigoverno. O país vive há duas semanas sob intensos confrontos entre as forças leais ao ditador Muammar Gaddafi e rebeldes da oposição, que exigem sua queda.

A resolução foi adotada pelos 192 países-membros da Assembleia, seguindo a recomendação feita pelo próprio conselho, sediado em Genebra.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, comemorou a suspensão, a decisão do conselho de abrir um inquérito para investigar abusos de direitos humanos na Líbia, assim como o encaminhamento do país do norte da África ao Tribunal Penal Internacional pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas.

“Essas ações enviam uma forte e importante mensagem –uma mensagem de grande consequência na região e ao redor– de que não há impunidade, de que aqueles que cometem crimes contra a humanidade serão punidos, que os princípios fundamentais de justiça e responsabilidade devem prevalecer”, afirmou Ban.

Já o embaixador da Venezuela na ONU, Jorge Valero, expressou reservas quanto à decisão. “Uma decisão como essa só pode ser tomada após uma investigação genuína”, afirmou.

A embaixadora americana nas Nações Unidas, Susan Rice, disse: “Pessoas que apontam suas armas contra seu próprio povo não têm lugar no Conselho de Direitos Humanos”.

“Essa é uma repreensão severa, mas uma que os líderes da Líbia causaram para si mesmo”, disse Rice. “Ela envia outro aviso claro a Gaddafi e aqueles que estão com ele: eles devem parar a matança”.

Na prática, o voto não remove permanentemente a Líbia do conselho, mas evita que o país participe de suas reuniões até que a Assembleia Geral determine quando restaurar seu status.

A recomendação pela suspensão da Líbia do Conselho de Direitos Humanos foi adotada pelo órgão na segunda-feira, em reunião da qual participou a secretária de Estado americana, Hillary Clinton. Durante seu discurso, ela afirmou que todas as opções estão sendo consideradas para encerrar a violência na Líbia.

Hillary fez um longo discurso sobre a importância dos movimentos pedindo a mudança democrático nos países árabes, também como um “imperativo estratégico” para os Estados Unidos.

“Continuaremos a coordenar as ações com os aliados”, disse Hillary, que citou as sanções impostas pelo Conselho de Segurança da ONU e pelos Estados Unidos no fim de semana.

“Muammar Gaddafi e aqueles ao seu redor precisam ser responsabilizados por seus atos que violam leis internacionais e o bom senso. Por suas ações, eles perderam direito de governar. O povo decretou que é hora de eles irem. Agora, sem atraso”, afirmou a secretária de Estado americana.

“Estas violações de direitos universais são inaceitáveis e não serão toleradas”, continuou, dizendo que trabalha com a comunidade internacional e ONGs por uma “resposta humanitária” à crise.

A suspensão da Líbia do Conselho de Direitos Humanos é mais uma ação de um cerco diplomático que a comunidade internacional vem aplicando ao país.

No sábado, os 15 integrantes do Conselho de Segurança da ONU aprovaram por unanimidade sanções contra a Líbia que preveem embargo à venda de armas para o país, congelamento de bens e proibição de viagens para Gaddafi e seus parentes. A resolução também solicita que o ataque das forças pró-Gaddafi aos manifestantes –que, segundo estimativas, deixou mais de mil mortos– seja investigado no Tribunal Penal Internacional, por crime contra a humanidade.

Já os EUA tornaram efetivo um pacote de sanções unilaterais contra a Líbia e congelar US$ 30 bilhões de ativos líbios.

Na segunda-feira, foi a vez da União Europeia aprovar sanções unilaterais contra o ditador líbio, incluindo embargo de armas, congelamento de seus bens e proibição de viajar aos países do bloco.

PRESSÃO

Rice disse nesta terça-feira, durante entrevistas a emissoras de TV americanas, que o país vai manter a pressão política e financeira sobre Gaddafi até que ele renuncie e chegou a sugerir o exílio.

Chris Helgren/Reuters
Tanque militar vigia intersecção no subúrbio de Trípoli; forças americanas se mobilizam na costa da Líbia
Tanque militar vigia intersecção no subúrbio de Trípoli; forças americanas se mobilizam na costa da Líbia

“Vamos manter a pressão sobre Gaddafi até que ele deixe o poder e permita que o povo líbio se expresse livremente e determine seu futuro”, declarou Rice ao programa “Good Morning America”, da rede ABC.

“É importante que ele saia do palco”, disse Rice ao “The Early Show”, da rede CBS, acrescentando que o exílio “pode ser uma opção a ser avaliada” por Gaddafi.

Mas ela evitou falar em uma intervenção dos EUA no país ou mesmo apoio material aos rebeldes que buscam depor Gaddafi.

“Estamos buscando o diálogo com todos os campos da sociedade líbia”, disse ela. “Mas, para ser franca, ainda não se aglutinou uma oposição claramente unificada, por isso é prematuro nesta fase falar sobre reconhecimento ou concessão de material de apoio para tal oposição.”

Além das sanções, faz parte da pressão dos EUA contra Gaddafi o reposicionando suas forças navais e aéreas mais perto da nação africana.”

(Com Uol)

Visita de Obama ao Brasil terá atividades cronometradas

“A visita do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao Brasil, nos próximos dias 19 e 20, terá atividades cronometradas para aproveitar cada segundo. Em Brasília, Obama e a presidenta Dilma Rousseff fecharão acordos que atendem a apelos do empresariado, dos governos estaduais e até da comunidade brasileira que vive em território norte-americano. O objetivo das parcerias é ampliar a frequência de voos entre os dois países, divulgar o Brasil no exterior e ajudar os brasileiros que vivem nos Estados Unidos.

Com os acordos no setor aéreo, o brasileiro que vive nos Estados Unidos e quer  voltar para o Brasil encontrará mais facilidades. Também há planos para a divulgação da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, em parceria com a iniciativa privada e o governo norte-americanos. As informações são de diplomatas norte-americanos e brasileiros que trabalham na organização da visita.

No dia 19, no Palácio do Planalto, Obama e Dilma assinarão dez acordos bilaterais. Um deles é o que se refere ao espaço aéreo: durante cinco anos, empresários brasileiros e norte-americanos terão facilidades no esforço de aumentar o número de voos entre os dois países. Porém, as exigências serão definidas e terão de ser seguidas à risca.

No caso dos cerca de 1 milhão de brasileiros que vivem nos Estados Unidos, eles deverão ser  beneficiados pelo acordo de cooperação na área de Previdência Social. Pelo acordo, aquele que paga a Previdência nos Estados Unidos e resolver voltar para o Brasil, aproveitará o que pagou no território norte-americano.

Também está fechado um acordo para a promoção e divulgação de eventos esportivos, selando a parceria Estados Unidos e Brasil e unindo os setores privado e público de ambos os países. A ideia é aproveitar a experiência norte-americana para a divulgação  da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016.

Porém, os textos de todos os acordos ainda não foram fechados. As assessorias de Obama e Dilma trabalham em ritmo acelerado para organizar os termos das parcerias para as áreas de cooperação comercial, educacional, cultural, de ciência e tecnologia e também de programas sociais.     

Obama deve desembarcar no Brasil no dia 18 (sexta-feira) à noite acompanhado pela primeira-dama, Michelle, e pelas filhas Sasha e Malia, além de uma comitiva que deve reunir cerca de mil pessoas. Eles passarão o dia 19 em Brasília e, no dia seguinte, viajam cedo para o Rio de Janeiro.

Na passagem pelo Brasil, o presidente norte-americano quer tratar ainda de questões sobre mudanças climáticas e propostas para o desenvolvimento sustentável. No último dia no Brasil, domingo (20), Obama cumprirá uma agenda que foi denominada pelos assessores como mais popular, reunindo interesses culturais e sociais.”

(Agência Brasil)

Chávez não condena Gaddafi e alerta para golpe dos EUA

“O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou nesta segunda-feira que invadir a Líbia seria uma catástrofe, acusou os Estados Unidos de estarem “enlouquecidos” pelo petróleo líbio e defendeu uma solução política com a criação de uma comissão de países para dialogar com as partes no país africano.

Chávez indicou em um ato público que não irá condenar à distância o líder líbio, Muammar Gaddafi, sem saber o que está ocorrendo na nação africana, afirmando ter a certeza de que os Estados Unidos “estão exagerando e distorcendo” a realidade do que ocorre na Líbia.

“Eu optaria por buscar uma formula política. Em vez de mandar soldados e aviões, por que não enviamos uma comissão de boa vontade que vá ajudar para que não sigam matando na Líbia?”, disse Chávez.

O presidente venezuelano disse que a Líbia é um “paiol” e que, no caso de uma invasão militar, pode haver “uma tragédia maior em forma de guerra civil ou uma invasão que desembocará em outra guerra internacional que se estenderá pelo norte da África”.

“Os Estados Unidos já disseram que estão prontos para invadir a Líbia. E quase todos os países da Europa condenando à Líbia, o que querem? Claro, esfregam as mãos com o petróleo da Líbia”, disse Chávez.

“Eu acho que estão enlouquecidos pelo petróleo líbio. Isto pode ser uma catástrofe muito maior do que as que já estamos vivendo”, afirmou.

A comunidade internacional estuda uma forma de pôr um fim ao regime de Gaddafi. O Pentágono confirmou na segunda-feira o deslocamento de unidades navais e da Força Aérea para as proximidades da Líbia como parte de um “planejamento de contingência”.

O mandatário venezuelano indicou que a situação de Gaddafi lembra a que ele mesmo viveu em abril de 2002 quando um breve golpe de Estado o afastou do poder durante dias e no qual foi acusado por alguns de ser um assassino que havia ordenado a morte de cidadãos indefesos durante os enfrentamentos que ocorreram na ocasião.

“Por isso preferimos ser prudentes e ninguém vai nos chantagear. Nossa linha política é não apoiar nenhum massacre, faça quem faça”, disse Chávez.”

(Com EFE e France Presse)

Três cearenses resgatados da Líbia chegam ao Recife

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“A construtora Queiroz Galvão confirmou a chegada ao Brasil do grupo de 148 brasileiros que estava na Líbia, sendo três do Ceará. O avião fretado pela empresa para resgatar funcionários e parentes de trabalhadores chegou na noite dessa segunda-feira ao Recife (PE).

Das 148 pessoas no voo, 56 eram pernambucanos. Do Maranhão, chegaram 14 pessoas, mais 11 de São Paulo, 10 da Paraíba, oito do Pará, oito do Distrito Federal, quatro de Goiás, quatro do Rio de Janeiro, duas de Minas Gerais, duas do Mato Grosso, duas do Rio Grande do Norte, uma do Amazonas, uma de Santa Catarina e uma de Sergipe. 

O grupo embarcou para o Brasil em um navio na última sexta-feira (25). Por causa do mau tempo, a embarcação só pôde começar a viagem no sábado (26) e seguiu para a Grécia, de onde o avião partiu na manhã de hoje.

Desde o último dia 15, o governo de Kadafi é alvo de protestos. Organizações não governamentais estimam que mais de 700 pessoas morreram nos confrontos entre manifestantes e forças policiais. Também há denúncias de violação de direitos humanos e crimes contra a humanidade.

(Agência Brsil e POVO Online)

"O Discurso do Rei" ganha Oscar de Melhor Filme

Colin Firth – Melhor ator.

E não deu outra. O filme “O Discurso do Rei” foi o grande vencedor da 83ª edição do Oscar, realizado na noite deste domingo no Kodak Theatre, em Los Angeles. O longa de Tom Hooper saiu da cerimônia com quatro estatuetas, incluindo a mais cobiçadas: melhor filme, ator – Colin Firth, por sua interpretação como o rei gago George VI -, diretor e roteiro original. Ao receber o prêmio como melhor diretor, Hooper agradeceu aos “homens de meu triângulo amoroso: Colin Firth, Geoffrey Rush e eu”.

Natalie Portman confirmou o favoritismo e venceu a estatueta de melhor atriz por “Cisne Negro”. As categorias de ator e atriz coadjuvantes foram ambas de “O Vencedor”, para Melissa Leo e Christian Bale. “A Origem”, de Christopher Nolan, dominou os prêmios técnicos da noite, levando os Oscars de efeitos visuais, fotografia, mixagem e edição de som.

A animação “Toy Story 3”, outra que concorria ao Oscar de melhor filme, venceu o prêmio de longa-metragem animado e também canção original, por “We belong together”. A versão de Tim Burton para “Alice no País das Maravilhas” também levou dois: figurino e direção de arte.

Já o filme “Lixo Extraordinário”, coprodução do Brasil e Reino Unido, que mostra o trabalho do artista Vik Muniz no aterro de Gramacho (RJ), perdeu o Oscar de melhor documentário para “Trabalho Interno”, de Charles Ferguson. Narrado por Matt Damon, o documentário escancara verdades da crise econômica mundial de 2008, que abalou os Estados Unidos e resultou na perda do emprego e moradia para milhões de pessoas.

Vencedores da 83a. edição do Oscar:

Filme:

O Discurso do Rei

Ator:

Colin Firth – O Discurso do Rei

Atriz:

Natalie Portman – Cisne Negro

Ator Coadjuvante:

Christian Bale – O Vencedor

Atriz Coadjuvante:

Melissa Leo – O Vencedor

Diretor:

Tom Hooper – O Discurso do Rei

Roteiro Original:

O Discurso do Rei – David Seidler

Roteiro Adaptado:

A Rede Social – Aaron Sorkin

Filme de Animação:

Toy Story 3, Lee Unkrich

Filme Estrangeiro:

In a Better World – Susanne Bier (Dinamarca)

Fotografia:

A Origem – Wally Pfister

Montagem:

A Rede Social – Kirk Baxter, Angus Wall

Direção de Arte:

Alice no País das Maravilhas – Robert Stromberg, Karen O’Hara

Figurino:

Alice no País das Maravilhas – Colleen Atwood

Maquiagem:

O Lobisomem – Rick Baker, Dave Elsey

Trilha Sonora:

A Rede Social – Trent Reznor, Atticus Ross

Canção Original:

Toy Story 3 – Randy Newman (“We Belong Together”)

Mixagem de Som:

A Origem – Lora Hirschberg, Gary A. Rizzo, Ed Novick

Edição de Som:

A Origem – Richard King

Efeitos Visuais:

A Origem – Paul Franklin, Chris Corbould, Andrew Lockley, Peter Bebb

Documentário:

Trabalho Interno – Charles Ferguson, Audrey Marrs

Documentário, curta-metragem:

Strangers No More, Karen Goodman e Kirk Simon

Curta-metragem de animação:

The Lost Thing, Shaun Tann e Andrew Ruhemann

Curta-metragem:

(Agência Estado)

Kadafi pede que seguidores protejam a Líbia e o petróleo do País

“O ditador líbio Muamar Kadafi discursou nesta sexta-feira a multidão reunida da Praça Verde, no centro de Trípoli, e pediu que os seus seguidores protejam a Líbia e o petróleo do país, em meio a relatos de que vários poços teriam caído nas mãos de opositores . Em tom desafiador, o ditador, que está há 41 anos no poder, prometeu “triunfar contra os inimigos”.

– Se eles quiserem, nós vamos lutar – disse Kadafi.

Milícias leais ao líder líbio abriram fogo nesta sexta-feira na capital, em uma tentativa de dispersar novos protestos contra o ditador , informaram testemunhas a agências de notícias e jornais estrangeiros. Um morador de Trípoli disse que pelo menos cinco pessoas morreram na área de Janzour, no oeste da cidade. Segundo a rede al-Jazeera, dois manifestantes foram mortos.

A TV estatal nega. Também há relatos de que tropas à paisana se infiltraram em um protesto em frente a uma mesquita na região central da capital e fizeram disparos para o alto. Um morador disse que partes da capital estão sob controle da oposição.

– Algumas áreas estão sob controle da oposição, outras, basicamente aquelas ao redor de Bab al-Azizia, estão sob controle de partidários de Kadafi e de forças de segurança – afirmou o morador, fazendo referência à área onde Kadafi vive. – Nós estamos ficando em casa. É muito perigoso sair em Trípoli.

A violenta repressão a manifestantes levou os países da União Europeia (UE) chegaram nesta sexta-feira a um consenso sobre a imposição de sanções à Líbia . Autoridades concordaram com embrago à venda de armas, congelamento de bens e proibição de viagem à nação do norte da África. A formalização da decisão só será feita no começo da próxima semana.

O Conselho de Segurança da ONU se reúne à tarde para discutir possíveis sanções ao país africano. A entidade afirmou nesta sexta-feira que a escalada da violência na Líbia chegou a níveis “alarmantes”.

(O Globo)

PSOL divulga nota "Fora Kadaffi"

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Com o título “A revolução chega à Líbia: fora Kadaffi!”, a cúpula nacional do PSOL está divulgando nota repudiando atos violentos que se registra na Líbia. Confira:

O povo da Líbia está protagonizando heróicas jornadas. Seguindo o exemplo de seus irmãos tunisianos e egípcios, levantam-se agora, contra o regime de Kadaffi. A diferença daqueles países para a Líbia é que neste pais. A luta esta sendo mais difícil e heróica, pois o regime está enfrentando as manifestações com todo o aparato do Estado, massacrando manifestantes (desarmados!) com aviões e tanques das forças armadas nacionais. Ainda assim, os revolucionários têm triunfado e ocupam uma parte importante do território Líbio.
Ante a insurreição popular, Kadaffi inicia a difusão de calúnias, chamando os manifestantes de “ratos e mercenários” e afirmando possuem vínculos com a Al Qaeda, justificando dessa maneira, a brutal repressão.

O povo, no entanto, é destemido e segue enfrentando a repressão. Setores do exército também se rebelaram, passando para o lado revolucionário. As kalafnikof que estão nas mãos do povo são a mostra do heroísmo e do triunfo sobre o exército. As mortes hoje já atingiram o patamar de 640, entre os quais 130 são militares fuzilados pelo regime.

Essa revolução não apresenta diferenças com as recentemente ocorridas no Egito e na Tunísia. Pelo contrário, é parte do mesmo processo revolucionário que sacode o mundo árabe.
Kadaffi tomou o poder em 1969 e manteve uma política independente do imperialismo até os anos 90, quando, começou a pactuar, cada vez mais abertamente, com os governos ocidentais. Esse giro significou também a liquidação das liberdades democráticas e a instalação de um regime autoritário, com Kadaffi à frente do o poder por 42 anos e com seus filhos alocados em postos chave.

Não é casual que não tenha se pronunciado nesses anos em apoio à causa palestina e que se tenha convertido numa peça de apoio à política do imperialismo europeu na região. Berlusconi, por exemplo, deixa claro nesses últimos dias o apoio ao ditador.

Estão enganados aqueles que, como Kadaffi, afirmam que as massas líbias estão sendo orquestradas por vontades externas, imperialistas. A revolução em curso no mundo árabe não pode ser de interesse das potências mundiais. Pelo contrário, essa revolução é um golpe das massas sobre a política imperialista, capaz de desarticular seu poder na região e atingir seus interesses políticos e econômicos.

É uma grande intifada que recorre à região, como afirmou Hassan Nasrallah, secretário geral do heróico Hezbolah que, entre suas conquistas, está a derrota do exército israelita. São revoluções do povo, com as quais devemos solidarizar-nos! É o povo que está decidindo nas ruas e em suas ações a liquidação dos regimes títeres dos Estados Unidos e Europa, entre os quais se localiza Kadaffi.

Hassan Nasrallah afirmou com as seguintes palavras:
“É uma revolução daqueles que se recusam a ser humilhados e insultados porque este país tem estado sob a sujeição de ter entregue a sua vontade para os Estados Unidos e Israel. É uma revolução política, social e humana. É uma revolução contra tudo – a corrupção, a opressão, a fome, a delapidação dos recursos deste país, e a política do regime sobre o conflito árabe-israelense “.

E continuou dizendo:

“A esmagadora maioria dos povos árabes e islâmicos rejeitam as políticas dos EUA, por razões óbvias: o absoluto apoio americano a Israel e suas guerras desde a criação da entidade sionista na guerra de Gaza em 2008 (também vimos isso na guerra contra o Líbano em 2006); o apoio absoluto americano às ditaduras corruptas, suas aliadas na região; as próprias guerras americanas e os crimes no Iraque, Afeganistão, Paquistão e em outros lugares no mundo árabe e islâmico.“

É verdade. O imperialismo tem estado contra a revolução árabe. Apoiou Ben Ali e Mubarak até o último minuto e não fez – e certamente não fará – nenhuma ação que possa enfraquecer Kadaffi. Derrotada sua política pelas massas, a tentativa imperialista é a de cavalgar nos processos, mas agindo na defensiva.

Quanto mais esta revolução que está em curso se aprofunde, chegue a mais países; quanto antes Kadaffi seja definitivamente derrotado, maior será o golpe contra a atual dominação mundial imperialista.

Fora Kadaffi!
Chega de massacres!
Solidariedade ao povo Líbio!

VAMOS NÓS – Na última semana, neste Blog, o padre Haroldo Coelho, filiado ao PSOL, escreveu artigo se solidarizando com Kadaffi. Pelo visto, o partido vive um certo clima de eclipse em se tratando de tal assunto.