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Senado confirma Jeff Sessions, alvo de acusações de racismo, para a pasta da Justiça

Em uma eleição acirrada, o Senado dos Estados Unidos confirmou nessa quarta-feira (8), por 52 votos a 47,  o senador Jeff Sessions como novo secretário de Justiça. Ele é alvo de acusações de racismo. A informação é da Radio France Internationale.

Senador ultraconservador do estado do Alabama, no Sul do país, e defensor da política de “linha dura” com os imigrantes em situação irregular, Sessions é visto como a principal inspiração de Trump na elaboração de suas políticas em relação à imigração, incluindo o decreto que limita a entrada de cidadãos de sete países de maioria muçulmana.

Jeff Sessions é o sexto integrante do gabinete confirmado pelo Senado e dirigirá o Departamento de Justiça, que conta com cerca de 113 mil funcionários. O presidente já criticou várias vezes a lentidão do Legislativo para confirmar seus indicados.

Debates acirrados

Os debates sobre a nomeação de Sessions tiveram momentos de tensão. Em um deles, a democrata Elizabeth Warren leu uma carta escrita em 1986 por Coretta King, a viúva de Martin Luther King, com duras críticas ao senador, mas foi intimada a interromper seu discurso e voltar para o seu lugar. A viúva de Luther King escreveu a carta quando Sessions era candidato a um posto de juiz federal no estado do Alabama.

O líder do Partido Republicano no Senado, Mitch McConnell, apelou a um artigo raramente usado no regulamento da Câmara, que veta comentários altamente críticos de um senador a outro, para pedir que o discurso fosse interrompido.

Embora não seja raro um senador fazer objeções a declarações de outro membro dessa Câmara, o pedido para que Warren fosse interrompida e voltasse para o seu lugar foi um gesto poucas vezes visto no Congresso americano. Hoje, o senador Bernie Sanders pediu a palavra e leu por inteiro a carta escrita por Coretta King. Desta vez, porém, nenhum senador conservador apresentou moção de censura.

Outro senador democrata, Sheldon Whitehouse, considerou “inaceitável” o que ocorreu com Warren. Já o senador conservador Horrin Hatch lembrou que os legisladores devem se tratar com respeito, “ou o plenário vai virar um selva”.

(AFP)

Papa Francisco: “Há corrupção no Vaticano, mas estou tranquilo!”

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O Papa Francisco admitiu que existe corrupção no Vaticano, mas que aprendeu a encarar os problemas com “serenidade e viver em paz”, de acordo com uma reportagem publicada hoje (9) pelo jornal Corriere della Sera.

“Existe corrupção no Vaticano, mas eu estou em paz”, disse ele em 25 de novembro de 2016, durante um encontro com representantes de ordens religiosas, e cujos detalhes foram narrados pelo padre Antonio Spadaro na nova edição da revista La Civiltà Cattolica. As informações são da agência de notícias Ansa.

“Qual é o segredo da minha serenidade? Não tomo remédios tranquilizantes. Os italianos sempre dão um belo conselho: para viver em paz, precisa um pouco de indiferença. Eu não tenho problema em dizer que estou vivendo uma experiência. Em Buenos Aires, era mais ansioso, mais preocupado. Hoje vivo uma profunda paz, não sei explicar”, contou.

De acordo com o papa, os cardeais e membros da cúria sabem dos problemas internos do Vaticano e “todos queriam reformas” no último conclave. “Nas congregações gerais antes do conclave que me elegeu, falavam dos problemas do Vaticano e todos queriam reformas”, disse. “Mas se há algum problema, eu escrevo um bilhete a São José e coloco embaixo de uma estátua no meu quarto, uma estátua de São José dormindo. Ele dorme em cima dos meus bilhetes e eu durmo tranquilo”, afirmou.

Abusos sexuais

Questionado sobre os escândalos de abusos sexuais dentro da Igreja Católica, o papa disse que a “disseminação dos abusos é devastante”, mas que o caso precisa ser visto como uma doença”.

“Se há religiosos envolvidos, é claro que está em ação o diabo que estraga a obra de Jesus através de quem deveria, justamente, anunciar Jesus. Mas vamos falar a verdade: isso é uma doença. Enquanto não nos convencermos de que isso é uma doença, não se poderá resolver bem o problema”, comentou.

Segundo ele, “a cada quatro pessoas que praticam abusos sexuais, duas já tinham sido vítimas”. “O abuso é disseminado pelo futuro, é devastante”, citou, sem especificar a origem dos dados.

O papa Francisco propôs como uma das soluções rejeitar candidatos a seminários que tenham algum ponto comprometedor em seu histórico de vida e acadêmico. “Por exemplo, nunca receber na vida religiosa ou em uma diocese candidatos que tenham sido reprovados por outros seminários ou por um instituto. É preciso pedir informações muito claras e detalhadas sobre os motivos de sua reprovação”, afirmou.

No início da semana, uma comissão – criada pelo governo da Austrália – divulgou um relatório inédito sobre casos de pedofilia no país que aponta que 7% dos sacerdotes católicos locais foram acusados de abusos desde os anos 1950.

O Vaticano, que possui regulamentações próprias e leis internas para lidar contra a pedofilia e a corrupção, também já foi citado pelas Nações Unidas a prestar esclarecimentos. Em setembro de 2016, a Santa Sé aderiu à convenção da Organização das Nações Unidas (ONU) contra a corrupção.

(Agência Brasil)

Presidente da Argentina é recepcionado por Eunício no Senado

 

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O presidente da Argentina, Mauricio Macri, visitou o Congresso Nacional na tarde desta terça-feira (7). Em sua primeira visita oficial ao Brasil, ele foi recebido com honras de chefe de Estado, depois de subir a rampa onde estavam posicionados os Dragões da Independência. Macri foi recepcionado na porta do Salão Negro pelo presidente do Senado, Eunício Oliveira, que estava acompanhado de uma comitiva de senadores.

O grupo ficou reunido brevemente e, em seguida, Macri foi conduzido ao Salão Nobre pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Depois, o presidente argentino seguiu para o Supremo Tribunal Federal (STF), onde completou a visita aos três Poderes.

Pela manhã, Macri esteve reunido com o presidente Michel Temer no Palácio do Planalto e foi recebido com um almoço no Itamaraty. Com a participação de autoridades dos dois países, os chefes de Estado trataram das relações comerciais Brasil-Argentina. Também mostraram disposição de eliminar as barreiras para o livre comércio no Mercosul, como as restrições argentinas à entrada de autopeças brasileiras e o veto à compra do açúcar produzido no Brasil.

Os presidentes ainda discutiram a ampliação das parcerias com países de outros blocos comerciais, a exemplo da União Europeia, além de medidas que facilitem as negociações para sair da crise econômica enfrentada por ambos os países.

(Com Agências)

Corte dos EUA decide nesta terça-feira se restabelece veto para imigrantes

BIRCH RUN, MI - AUGUST 11:  Republican presidential candidate Donald Trump speaks at a press conference before delivering the keynote address at the Genesee and Saginaw Republican Party Lincoln Day Event August 11, 2015 in Birch Run, Michigan. This is Trump's first campaign event since his Republican debate last week. (Photo by Bill Pugliano/Getty Images)

 

A Corte Federal de Apelação dos Estados Unidos decide nesta terça-feira (7) se acata os argumentos do governo em favor do restabelecimento do veto para a entrada no país de refugiados e imigrantes de nove países de maioria muçulmana.

Os juízes vão ouvir, em audiência. tanto as razões apresentadas pelo advogados do Departamento de Justiça, que alegam que o veto do governo é legal, quanto as dos estados de Washington e Minnesota, que alertam que o retorno da proibição é inconstitucional e vai trazer de volta o caos nos aeroportos, separar famílias e barrar a entrada de estudantes e professores que estudam ou trabalham em universidades americanas.

Cada uma das partes terá 30 minutos para apresentar seus argumentos. A decisão será tomada por três juízes que compõem o Nono Circuito da Corte de Apelação, o tribunal encarregado de examinar o assunto. Os juízes são: William C. Canby Jr., nomeado pelo ex-presidente Jimmy Carter; Richard Clifton, nomeado pelo ex-presidente George W. Bush; e Michelle Taryn Friedland, nomeada pelo ex-presidente Barack Obama.

Apesar do grande interesse da mídia americana em acompanhar a batalha jurídica entre o governo americano, de um lado, e os estados de Washington e Minnesota, de outro, o desfecho da questão pode demorar meses ou até anos. Qualquer que seja a definição da corte, o lado perdedor certamento vai apelar ao Supremo Tribunal dos Estados Unidos, porque o que está em jogo é se o presidente Donald Trump violou ou não a Primeira Emenda e a Lei Federal de Imigração e se sua ordem executiva impõe danos irreparáveis aos muçulmanos.

Em um esforço para tentar sensibilizar os juízes, Trump vem dizendo, em repetidas ocasiões, que a medida não é contra os muçulmanos e sim contra os terroristas. Com isso, o presidente pretende enfatizar que a proibição da entrada de pessoas originárias de países majoritariamente muçulmanos não contraria os princípios da Primeira Emenda.

A Primeira Emenda à Constituição dos Estados Unidos proíbe a elaboração de qualquer lei que restrinja o estabelecimento de religião, assegurando que não poderá haver proibição ao livre exercício de credos, da liberdade de expressão e da liberdade de imprensa. A Primeira Emenda foi adotada em 15 de dezembro de 1791, como um dos dez princípios da Declaração de Direitos dos Estados Unidos.

(Agência Brasil)

Tribunal de Apelações vai decidir de forma definitiva se barra imigrantes e refugiados nos EUA

Atendendo a solicitação do 9º Tribunal de Apelações, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos (EUA) encaminhou, na madrugada desta segunda-feira (6), documento detalhando os motivos que levaram o presidente Donald Trump a baixar uma ordem executiva em dia 27 de janeiro. A ordem vetava a entrada, por 90 dias, de cidadãos de sete países de maioria muçulmana – Iraque, Síria, Irã, Líbia, Somália, Sudão e Iêmen – nos Estados Unidos, de refugiados de qualquer origem  por 120 dias e refugiados da Síria por tempo indeterminado.

Com base nesse documento e com informações a serem encaminhadas pelo juiz James Robart, que suspendeu a medida de Trump, o 9º Tribunal de Apelações vai se pronunciar de forma definitiva sobre a legalidade da ordem executiva. As autoridades do governo norte-americano esperam que o tribunal revogue a decisão de Robart. Com isso, o Departamento de Justiça espera restabelecer a proibição para a entrada de pessoas que representam potencial perigo de terrorismo.

Existe, porém, a possibilidade de o Tribunal de Apelações considerar inexistentes ou exagerados os argumentos do Executivo sobre o risco de terrorismo. Nesse caso, a corte pode suspender, de forma definitiva, a ordem executiva. Tanto a suspensão da medida de Trump, determinada pelo juiz James Robart na sexta-feira (3), quanto a decisão da própria corte de apelação nesse domingo (5), de manter a suspensão da proibição, foram medidas adotadas de forma provisória.

Ataque terrorista

Com o objetivo de tentar sensibilizar o Tribunal de Apelações, o presidente Donald Trump procurou demonstrar, pelo Twitter, que a responsabilidade de um hipotético ataque terrorista contra os Estados Unidos não é do Executivo. Ele disse aos seguidores no Twitter que a culpa deveria ser atribuída a um juiz federal e ao sistema judiciário americano, caso não seja possível restabelecer a proibição para que pessoas de sete países de maioria muçulmana entrem nos Estados Unidos.

“Apenas não posso acreditar que um juiz colocaria nosso país em tal perigo”, escreveu Trump no Twitter nesse domingo, numa referência ao juiz James Robart. Em outra mensagem, ele disse: “Se algo acontecer, culpá-lo e [também] o sistema judicial. Pessoas entrando. Mau!”.

(Agência Brasil)

OMS alerta para risco da febre amarela que atinge o brasil se alastrar por países vizinhos

A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez um alerta para o risco de países vizinhos ao Brasil apresentarem casos de febre amarela. A ocorrência da doença em animais em Roraima, que faz fronteira com a Venezuela; em Mato Grosso do Sul, vizinho da Argentina; e Paraná, próximo a Argentina e Paraguai, “representam um risco de circulação do vírus até esses países, sobretudo nas áreas com o mesmo ecossistema”, diz boletim divulgado na última sexta-feira (3).

Segundo a organização, nesses locais foram notificados casos em primatas não humanos. De um total de 1.202 primatas falecidos, 259 foram confirmados com febre amarela. Além das regiões fronteiriças, foram notificados casos em animais em Tocantins, Goiás, Minas Gerais, Bahia, Espirito Santo, São Paulo, Rio Grande do Norte e Distrito Federal.

A OMS diz, no entanto, que até essa quinta-feira (2), somente foram confirmados casos em humanos no Brasil. Colômbia e Peru registraram possíveis casos.

No Brasil, de acordo com o órgão, entre 1º de dezembro de 2016 e 2 de fevereiro, foram notificados 901 casos de febre amarela, dos quais 151 foram confirmados e 42 descartados. Os demais 708 casos suspeitos seguem em investigação.

A OMS recomenda que continuem os esforços para detectar, confirmar e tratar adequada e oportunamente os casos de febre amarela. Recomenda ainda que os países mantenham os profissionais de saúde atualizados e capacitados para detectar e tratar os casos. “A medida mais importante de prevenção da febre amarela é a vacinação”, diz o boletim.

(Agência Brasil)

Assessora de Trump inventa ataque terrorista

Declarações falsas foram dadas por uma das principais assessoras do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante uma entrevista à rede MSNBC. Durante a o programa, Kallyanne Conway, ao defender o decreto anti-imigração do presidente, deu informações sobre um ataque terrorista que nunca ocorreu no país, além de citar um suposto veto do ex-presidente Obama a refugiados iraquianos.
A assessora mencionou, em seu discurso, o suposto “massacre de Bowling Green”, onde, na realidade, nenhuma pessoa foi morta. O que aconteceu de fato foi a prisão de dois imigrantes iraquianos, sob suspeita de terrorismo. A dupla, porém, foi presa antes de cometer qualquer ação, por se declararem culpados.
(Com Agências)

Quer conhecer de perto as manifestações culturais da Bulgária?

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Borislava Taneva, pianista que fará recital no evento.

Os cearenses poderão conferir de perto manifestações culturais da Bulgária por meio de uma intensa programação completamente gratuita do evento “Bulgária – Panorama de Arte e Cultura. As apresentações, com entrada franca, acontecerão no período de 9 a 26 deste mês no Theatro José de Alencar, Cineteatro São Luiz e Centro Cultural Dragão do Mar.

A iniciativa faz parte da segunda edição do Projeto Panoramas Internacionais de Cultura – PIC, idealizado pelo Instituto Cultural Zenon Barreto em parceria com a produtora Arte Pensamento. O objetivo é promover intercâmbio cultural entre Brasil e Bulgária. A primeira edição do PIC aconteceu em 2016 em Sófia, capital da Bulgária, e revelou um pouco da cultura do Estado do Ceará, especialmente do cinema.

Programação

A programação desta edição reúne diversos artistas búlgaros, entre eles a prestigiada pianista Borislava Taneva, que apresenta o recital “O Piano Búlgaro”, e o multi-artista Orlin Atanasov, com experiência em pintura, escultura, graphic design, interior design, editoria de arte, cenografia de ópera e art-show infantil para tvs búlgaras, além de artistas plásticos da região de Varna, na costa búlgara do Mar Negro.

Haverá ainda a participação de dois premiados fotógrafos brasileiros, Tadeu Bianconi e Gabriel Lordêllo, e do fotógrafo francês residente na Bulgária Pierre Etienne Jay, na mostra “Olhares contemporâneos – brasileiro e estrangeiro – sobre a Bulgária”.

Além do recital e das exposições de gravuras, fotografias, símbolos e colagens, com participação das curadoras Albena Bezovska e Plamena Racheva, crítica de Arte e diretora geral da Galeria Municipal de Varna – Bulgária, a programação conta com exibição de longas e curtas-metragens, incluindo filmes de animação, encontros literários e lançamento de livros.

(Foto – Divulgação)

Petição contra visita de Trump ao Reino Unido supera um milhão de assinaturas

A petição promovida por eleitores do Reino Unido para anular a visita oficial do presidente dos Estados Unidos ao país já superou um milhão de assinaturas. A petição surgiu ainda antes da premier britânica, Theresa May, convidar oficialmente Donald Trump a visitar o país na semana passada, durante uma viagem a Washington. O recolhimento de assinaturas ganhou mais força neste fim de semana, quando o republicano firmou um decreto que restringe a entrada de cidadãos de sete países nos EUA. As informações são da Agência Ansa.

May, que foi a primeira líder mundial a se reunir com Trump desde que ele assumiu a Casa Branca, há 10 dias, anunciou que, apesar da petição, “manterá seu convite”. Segundo a rede BBC, a premier acredita que desistir da visita de Trump “significaria apagar tudo que foi discutido no primeiro encontro em Washington”, no qual os dois concordaram em unir esforços em temas estratégicos.

Desde a sua campanha eleitoral Trump gera polêmica entre os britânicos devido às suas propostas. Em janeiro de 2016, o Parlamento de Londres votou uma petição para proibir a entrada do magnata  no país. A visita oficial de Trump ao Reino Unido pode ocorrer ao longo de 2017 e contar com um jantar com a rainha Elizabeth II, como manda o protocolo de viagens de chefes de Estado. A petição diz que Trump deve poder entrar no Reino Unido como chefe do governo americano “mas não deve ser convidado para uma visita de Estado, porque isso iria causar embaraço para a rainha”.

“A bem documentada misoginia e vulgaridade de Donald Trump inabilitam-no para ser recebido pela rainha e pelo príncipe de Gales”, acrescenta o texto.  Conforme as regras do Reino Unido, todas as petições que passem das 100 mil assinaturas tem que ser debatidas pelos deputados.

(Agência ANSA)

Papa Francisco – Lágrimas do Holocausto não podem ser esquecidas

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O Papa Francisco usou as redes sociais para enviar sua mensagem pelo Dia da Memória pelas Vítimas do Holocausto, lembrado nesta sexta-feira (27). “Hoje desejo fazer memória no coração de todas as vítimas do Holocausto. Seu sofrimento, suas lágrimas, nunca sejam esquecidos”, escreveu o pontífice em suas nove contas no Twitter.

Hoje, diversas celebrações pela Europa marcam os 72 anos que o Exército soviético invadiu o campo de concentração de Auschwitz, na Polônia, e pôs fim à sangrenta morte de judeus no local durante a Segunda Guerra Mundial.

Pouco antes de publicar sua mensagem, Jorge Mario Bergoglio recebeu uma delegação do European Jewish Congress, um grupo que representa os judeus na Europa. A conversa foi de caráter privado e não houve declaração oficial do Vaticano.

No entanto, o padre Norbert Hofmann, secretário da Comissão da Santa Sé para os Relacionamentos Religiosos com o Judaísmo, informou que o Papa iniciou o encontro ressaltando que essa era uma data importante tanto para os judeus como para “todos nós porque recordar as vítimas do Holocausto é importante para que essa tragédia humana não se repita mais”.

“O Papa disse que na sua família, seu pai sempre recebia os judeus. Então, ele cresceu em uma atmosfera favorável aos judeus. Falando de sua história pessoal, disse que os judeus sempre o visitavam, desde pequeno, e que o nosso Papa aprendeu a ter sempre amigos judeus”, relatou Hofmann.

O líder do grupo Moshe Kantor, destacou a “importância da ética, dos valores cristãos e judaicos que temos em comum”, relatou o padre.

Em julho do ano passado, Francisco fez uma visita aos campos de concentração de Auschwitz e Birkenau, durante sua ida à Polônia na Jornada Mundial da Juventude, e deixou uma mensagem em espanhol pedindo a Deus “perdoar” a humanidade “por tanta crueldade.”

Trump deve conversa com Putin e Merkel neste sáado

BIRCH RUN, MI - AUGUST 11: Republican presidential candidate Donald Trump speaks at a press conference before delivering the keynote address at the Genesee and Saginaw Republican Party Lincoln Day Event August 11, 2015 in Birch Run, Michigan. This is Trump's first campaign event since his Republican debate last week. (Photo by Bill Pugliano/Getty Images)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve telefonar para o presidente russo, Vladimir Putin, e para a chanceler alemã, Angela Merkel, neste sábado (28), no primeiro contato oficial com os dois líderes mundiais.

A informação que não foi confirmada pela Casa Branca ainda, deve começar a apontar qual será o caminho adotado pelo novo presidente norte-americano em dois pontos muito importantes no cenário internacional: qual será sua relação com o Kremlin e como ele se portará na questão da crise ucraniana.

Segundo fontes, os dois temas estarão na conversa com Merkel – que é uma das maiores defensoras das sanções aplicadas pelo Ocidente contra os russos pela invasão de parte do território da Ucrânia e pela anexação da Crimeia.

Com Putin, a conversa deve ser mais longa. O porta-voz do governo russo, Dmitry Peskov, confirmou que os dois devem conversar neste sábado, mas não deu detalhes do conteúdo do debate.

Durante a campanha eleitoral à Presidência dos EUA, Putin foi acusado de fazer com que espiões russos ajudassem Trump a se eleger o novo líder de Washington.

(Agência ANSA)

Unicef lança campanha em busca de doações no Brasil

Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançou a campanha #AntesQueSejaTarde para incentivar os brasileiros a doarem para programas do fundo.

No Brasil, o Unicef tem programas em oito capitais (Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Recife, Fortaleza, São Luís, Belém e Manaus) e em cerca de 2 mil municípios no semiárido e na Amazônia Legal. As ações são para diminuir as desigualdades e melhorar a vida de crianças e adolescentes que vivem situação de vulnerabilidade. A ideia é melhorar 13 indicadores, como evasão escolar, mortalidade infantil, gravidez na adolescência e alfabetização de crianças na idade correta. O trabalho é feito em parceria com as prefeituras e organizações não governamentais.

O vídeo da campanha foi gravado com crianças do Morro Dona Marta, do Rio de Janeiro, cantando a música Epitáfio, do grupo Titãs, que cedeu os direitos.

“Essa música faz muito sentido. Não é no final da vida que a gente precisa olhar para trás e falar do que poderia ter feito mais ou menos; mas é a realidade das crianças no Brasil e no mundo, que estão nessa situação, onde estão com direitos violados e não têm outra possibilidade de pensar queria ter trabalhado menos, porque eles precisam trabalhar para a família sobreviver. Elas queriam ter feito várias coisas que não fazem parte do seu dia a dia, porque estão com vários problemas na vida”, disse o diretor de Mobilização de Recursos do Unicef no Brasil, Win Desmedt.

A campanha vai se estender até o dia 24 de fevereiro. O interessado por doar qualquer valor pelo site do Unicef. “Quando são milhares de brasileiros fazendo esse tipo de contribuição, a gente já pode criar uma diferença”, acrescentou.

De acordo com o estudo Cenário da Infância e Adolescência no Brasil, divulgado em 2016 pela Fundação Abrinq, o Brasil tem 61,4 milhões de crianças e adolescentes na faixa etária de zero a 19 anos, que representam 30,2% da população total. Mais de um terço vivem na Região Sudeste. O estudo tem como base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2014, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),

As crianças e adolescentes de até 14 anos de idade que vivem em famílias de baixa renda somam 26,7 milhões, dos quais 19,3 milhões são considerados pobres, com renda domiciliar mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo e 7,4 milhões vivem em extrema pobreza, com renda domiciliar mensal per capita inferior ou igual a um quarto do salário mínimo. Do total de 11,42 milhões de pessoas residentes em favelas no Brasil, 3,93 milhões têm entre zero e 17 anos, conforme  Censo do IBGE de 2010.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) atua em mais de 190 países e territórios.

(Agência Brasil)

Donald Trump anunciará medidas para endurecer as regras da imigração

BIRCH RUN, MI - AUGUST 11:  Republican presidential candidate Donald Trump speaks at a press conference before delivering the keynote address at the Genesee and Saginaw Republican Party Lincoln Day Event August 11, 2015 in Birch Run, Michigan. This is Trump's first campaign event since his Republican debate last week. (Photo by Bill Pugliano/Getty Images)

Ao assinar nessa quarta-feira (25) ordem executiva para iniciar a construção de um muro ao longo da fronteira dos Estados Unidos com o México, o presidente Donald Trump deu apenas o primeiro passo para uma ambiciosa política de controle da imigração. A imprensa americana está anunciando que Donald Trump deve tornar público, provavelmente hoje (26), um plano visando a reprimir a entrada de refugiados sírios por prazo indeterminado e de refugiados de outros países por 120 dias.

O jornal The New York Times informa que obteve o esboço de um documento do governo que prevê que, após o prazo de 120 dias, os refugiados de outras origens serão novamente admitidos em território norte-americano, mas em número bem menor do que os que vinham ingressando no país até agora.

O jornal informa ainda que o governo pretende suspender por no mínimo 30 dias qualquer tipo de imigração proveniente de países predominantemente muçulmanos, como o Irã, Iraque, a Líbia, Somália, o Sudão, a Síria e o Iêmen. Juntamente com isso, as autoridades vão endurecer os já rigorosos procedimentos de triagem. O objetivo é eliminar a entrada de potenciais terroristas.

No plano interno, as autoridades federais, estaduais e municipais vão trabalhar em conjunto, inclusive trocando informações, para retirar dos Estados Unidos imigrantes ilegais. O número de imigrantes ilegais em território norte-americano pode chegar a 11 milhões, segundo cálculos mencionados na imprensa.

(Agência Brasil)

“Populistas como Bolsonaro amam Trump”, diz revista americana

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Publicação americana de análise política internacional, a “Americas Quarterly” publicou uma reportagem em que analisa o sucesso de Donald Trump entre políticos populistas latinos. Segundo a matéria, a agressividade de Trump agrada tanto a extrema direita, como Jair Bolsonaro, quanto ultra esquerdistas, como o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

“Como Trump, Bolsonaro expressou publicamente seu apoio à tortura e culpou a mídia por distorcer suas opiniões”, diz um trecho.

*Trecho da reportagem da ‘Americas Quarterly’

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A “Americas Quarterly” destaca ainda que Bolsonaro já está em quarto lugar entre as preferências para a eleição presidencial em 2018.

(Veja Online)

Brasil ocupa o 79º lugar no ranking da corrupção no mundo

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Mapa da Transparência Internacional

Levantamento divulgado hoje (25) pela organização não governamental (ONG) Transparência Internacional aponta que o Brasil fechou 2016 ocupando o 79º lugar num ranking sobre a percepção da corrupção no mundo composto por 176 nações. O índice brasileiro foi 40 pontos, dois a mais que o registrado no ano anterior, mas o país ainda ficou três posições abaixo do 76º lugar alcançado em 2015. A escala utilizada pela entidade varia de 0 (altamente corrupto) a 100 pontos (muito transparente).

No ranking atual, o Brasil aparece empatado com Bielorrússia, China e Índia. Dinamarca e Nova Zelândia lideram com 90 pontos cada, enquanto a Somália ocupa a última posição, com 10 pontos. A média global é 43 pontos, o que, segundo a ONG, revela uma espécie de “corrupção endêmica” no setor público de diversas nações.

“Países com melhor pontuação (em amarelo no mapa) são superados de longe por países em laranja e vermelho, onde os cidadãos enfrentam de forma diária o impacto tangível da corrupção”, destacou o relatório.

Américas

Ao analisar especificamente a região das Américas, o levantamento citou diversos escândalos de corrupção em países como Panamá, Argentina, Chile e Brasil. A Transparência Internacional avaliou, entretanto, que, às vezes, más notícias podem se tornar boas notícias.

“Nem sempre é ruim ter manchetes sobre corrupção. Desde o Panamá Papers em abril ao acordo recorde de US$ 3,5 bilhões com a Odebrecht no Brasil em dezembro, 2016 foi um bom ano na luta contra a corrupção nas Américas”, apontou o levantamento.

“Uma coisa é bastante clara: mesmo que 2016 marque o início de uma mudança rumo a uma postura mais ativa das autoridades em resposta às demandas públicas, ainda há um longo caminho a ser percorrido”, concluiu o documento em relação às Américas.

(Agência Brasil)

Trump deve assinar decreto para construção de muro na fronteira com o México

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve assinar nesta quarta-feira (25) decretos determinando a construção de um muro na fronteira com o México e estabelecendo barreiras para a entrada de refugiados sírios e imigrantes provenientes de países propensos ao terror. Com isso, o presidente transforma em realidade a mais polêmica promessa de sua campanha eleitoral, que é a construção do muro na fronteira sul do país. “Grande dia planejado para a segurança nacional, amanhã”, disse Trump em mensagem no Twitter no fim da noite de ontem (24). “Entre muitas outras coisas, vamos construir o muro”, acrescentou.

Os decretos devem ser assinados durante uma visita que Trump fará ao Departamento de Segurança Interna, em Washington. O muro será erguido de forma prioritária nos locais que fazem fronteira com cidades mexicanas, onde as autoridades locais se recusam a entregar aos Estados Unidos imigrantes ilegais para serem deportados e pessoas acusadas de transportar drogas para o mercado americano.

O presidente deverá reafirmar também, nesta quarta-feira, que a imigração está fora de controle e que a entrada de potenciais criminosos ameaça a segurança dos Estados Unidos. Os decreto devem restringir a entrada de imigrantes  originários do Iraque, Irã, da Líbia, Somália, do Sudão, da Síria e do Iêmen.

Quem pagará a obra

Donald Trump poderá ainda dar mais esclarecimentos sobre que país pagará pela construção do muro. Durante a campanha eleitoral, ele disse repetidamente que o “México pagará” a obra. Afirmou também que os Estados Unidos serão reembolsados pelo México para compensar o dinheiro a ser investido no muro com fundos do contribuinte americano.

(Agência Brasil)

Donald Trump proíbe financiamento a entidades que defendem o aborto

BIRCH RUN, MI - AUGUST 11: Republican presidential candidate Donald Trump speaks at a press conference before delivering the keynote address at the Genesee and Saginaw Republican Party Lincoln Day Event August 11, 2015 in Birch Run, Michigan. This is Trump's first campaign event since his Republican debate last week. (Photo by Bill Pugliano/Getty Images)

Além do ato que retira os Estados Unidos da Parceria Transpacífico, o Tratado Transpacífico de Comércio Livre (TPP, sigla em inglês), que iria englobar 40% da economia mundial e 800 milhões de pessoas, o presidente Donald Trump assinou dois outros decretos de grande impacto doméstico.

O primeiro proíbe financiamento do governo federal para organizações não-governamentais estrangeiras que promovam ou paguem o aborto. O segundo congela a contratação de novos servidores nos órgãos do governo federal. Essa medida, porém, não vale para as Forças Armadas, que podem continuar contratando, se necessário.

O decreto sobre o aborto significa, na prática, que o presidente Trump revalidou uma medida da época do ex-presidente Ronald Reagan. A medida veda ajuda dos Estados Unidos a órgãos não-governamentais prestadores de serviços de saúde, que atuam em outros países, que discutam ou incluam o aborto como uma opção de planejamento familiar.

O decreto deverá ter o apoio de setores religiosos que lutam contra o aborto nos Estados Unidos. Mas a medida vai contra o que defende um segmento da Marcha das Mulheres, que desfilou pelas ruas de Washington, no último sábado (21), protestando contra as políticas anunciadas por Donald Trump.

A legislação dos Estados Unidos já proíbe o uso de dinheiro dos contribuintes americanos para serem usados em serviços de aborto em qualquer lugar, inclusive em países onde o aborto é legal. Mas o decreto assinado hoje constitui uma passo à frente, porque também congela o financiamento dos Estados Unidos aos prestadores de cuidados de saúde nos países pobres, se prestadores esses incluírem aconselhamento sobre o aborto ou defendam o aborto.

O decreto que congela novas contratações de servidores para órgãos federais atende aos anseios de setores conservadores, que estavam preocupados com a expansão dos gastos públicos. O receito desses setores era que Donald Trump perdesse o controle da inflação por causa do aumento de despesas.

As três medidas anunciadas por Trump desanuviam o clima de tensão na capital norte-americana, desde que Trump tomou posse.

Clima de campanha

O primeiro fim de semana do presidente Trump na Casa Branca repetiu o clima de campanha. Ele acusou jornalistas de mentirem sobre o número de pessoas que foram assistir sua posse. Segundo o noticiário, havia menos pessoas na posse de Trump do que nas duas posses de Barack Obama, em 2009 e 20013. A imprensa respondeu às acusações de terem mentido com evidências. Os jornais publicam fotos aéreas das posses dos dois presidentes, confirmando a afirmação de que havia realmente um menor número de assistentes na posse de Trump, inclusive em comparação ao número de pessoas que participou da Marcha das Mulheres.

A discussão sobre o tamanho do público acabou provocando um inconformismo dos próprios assessores de Trump, que perceberam que o debate estava retirando o governo do foco. Eles chegaram a confidenciar a jornalistas que o momento exigia ação e medidas concretas e não discussões sobre quem teve mais público.

(Agência Brasil)

Petrobras escolhe empresas enroladas com a Justiça para licitação

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O objetivo era dar lisura ao processo e evitar as companhias encrencadas na Lava-Jato. Por isso, a Petrobras, de Pedro Parente, convidou apenas empresas estrangeiras para uma licitação no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

A medida, porém, não surtiu o efeito esperado. Das 30 convidadas pela estatal, 21 estão envolvidas em escândalos.

Aos fatos. Oito fecharam acordo de leniência no exterior recentemente. Quatro foram ou estão bloqueadas pelo Banco Mundial por fraude. Outras quatro possuem longo histórico de problemas, com condenações múltiplas. Três tiveram os presidentes acusados de corrupção. E as duas restantes foram citadas no rumoroso caso Unaoil.

Consultada, a Petrobras diz que elas têm capacidade financeira e operacional de entregar as obras.

Veja a lista das empresas e seus problemas:

4 foram ou estão bloqueadas pelo Banco Mundial por fraude e corrupção (Hatch, Jacobs, Larsen & Toubro e SNC Lavalin)

8 fecharam acordos de leniência a nível corporativo ou de executivos recentemente (Amec, Bechtel, Exterran, Fluor, Hatch, JGC, KBR, Linde e Rheinmetall). Destaque para as multas pagas pela KBR (USD 579 MM) e JGC (USD 219 MM)

3 foram citadas no caso Unaoil, chamado de “maior escândalo de propinas do mundo” (Larsen & Toubro, Petrofac e Tecnicas Reunidas)

3 tiveram seus presidentes acusados recentemente por corrupção (Chinalco [holding da Chalieco], Energex e Posco)

ACS [holding da Intecsa], SNC-Lavalin, Bechtel e Fluor possuem longo histórico de envolvimento em escândalos e já foram condenadas múltiplas vezes no passado.

(Veja Online)

Revista Time sugere que Donald Trump poderá ser alvo de novas manifestações

A gigantesca Marcha das Mulheres, ocorrida neste sábado (21), em Washington, capital dos Estados Unidos, foi a primeira manifestação de resistência às medidas anunciadas pelo governo Trump. Mas “não será a última”, segundo a revista norte-americana Time, em seu site, neste domingo (22), após ouvir dezenas de pessoas que lideraram a marcha, que foi apoiada por atos em centenas de cidades norte-americanas e em todo o mundo.

A marcha de Washington se destinou a combater o que as líderes do movimentos chamam de “visões preconceituosas da administração Trump sobre mulheres e minorias”. A publicação diz que a demonstração maciça da capital norte-americana reduziu um pouco do brilho da posse de Donald Trump.

De acordo com a Time, houve menos participação popular na posse de Trump do que nas posses dos dois mandatos de Barack Obama, o que pode ser verificado não só pelas fotografias aéreas como, também, pelo número de passageiros que usaram o metrô da capital norte-americana nos dias dos eventos.

Ao reafirmar que houve menor público na posse de Trump do que nas duas vezes em que Barack Obama foi presidente, a revista contestou as críticas feitas pelo novo porta-voz da Casa Branca, Sean Spice.

Neste sábado (21), em um encontro com jornalistas, Spice disse que “alguns membros da mídia se envolveram em relatórios deliberadamente falsos”.

Sem dar oportunidade de perguntas aos jornalistas, Spicer disse que não havia números disponíveis para que a imprensa afirmasse que o número dos que compareceram às posses de Obama foi maior do que a presença de pessoas na posse de Trump.

(Agência Brasil)