Blog do Eliomar

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Gay assumido passa a chefiar exército dos EUA

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Eric Fanning tornou-se o primeiro homem declaradamente homossexual a assumir o cargo de secretário do Exército dos Estados Unidos. O novo comandante vai coordenar os trabalhos das tropas terrestres norte-americanas. Neste cargo, Fanning responde diretamente ao secretário de Defesa do país.

Eric Fanning era até agora vice-secretário da Defesa, considerado conselheiro próximo do chefe do Pentágono, Ashton Carter.

Fanning recebeu o cargo em meio à política de integração dos homossexuais às Forças Armadas. As minorias sexuais receberam a oportunidade de servir no Exército depois da abolição da norma “não pergunte, não diga”, segundo a qual os homossexuais podiam entrar no serviço militar se não ostentassem a sua orientação.

A nomeação de Eric Fenning já foi saudada pela comunidade gay norte-americana.

(Agência Lusa)

Obama critica populismo de Trump

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, criticou nesse domingo (15), sem nomeá-lo, o populismo do candidato republicano à sua sucessão Donald Trump, durante uma cerimônia de entrega de diplomas na universidade Rutgers, perto de Nova York.

Obama convidou os estudantes a não pensar numa hipotética idade de ouro norte-americana. Ele considerou que os “bons velhos tempos não tinham sido assim tão bons”, citando a discriminação racial, a pobreza ou o lugar das mulheres na sociedade.

“O mundo nunca esteve tão interligado (…) construir muros não mudará nada”, declarou Obama, numa referência à proposta de Trump de construir um muro na fronteira com o México.

Sem nunca nomear o nome do republicano, o presidente norte-americano acrescentou que nenhum muro poderá deter as epidemias de Zika ou Ébola, ou resolver os problemas de competitividade relacionados com a globalização.

“Isso não vai melhorar nossa economia ou nossa segurança. Isolar ou denegrir muçulmanos, ou sugerir que sejam tratados de forma diferente nas fronteiras é contrário não só aos nossos valores, mas também aquilo que somos”, afirmou.

(Agência Brasil)

Venezuela nega retaliação ao afastamento de Dilma

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A Venezuela negou que tenha adotado qualquer medida contra o novo governo brasileiro, por ter chamado ao país o embaixador Alberto Castellar. Segundo o Itamaraty, o governo venezuelano explicou que Castellar deixou Brasília para participar de um compromisso, agendado há algum tempo. A explicação foi dada ao embaixador brasileiro na capital venezuelana.

Nessa sexta-feira (13) o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, anunciou a convocação do embaixador após a aprovação pelo Senado brasileiro da abertura do processo de impedimento da presidente Dilma Rousseff por até 180 dias.

“Pedi ao nosso embaixador no Brasil, Alberto Castellar, que venha para Caracas”, disse Maduro, que considera que houve “um golpe de Estado” no Brasil, em declarações transmitidas por emissoras de rádio e de televisão.

Nessa sexta-feira, o Ministério das Relações Exteriores rebateu em nota oficiai as críticas feitas pelos governos da Venezuela, de Cuba, da Bolívia, do Equador e da Nicarágua quanto à legalidade do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff.

(Agência Brasil)

Maduro retira embaixador da Venezuela do Brasil

O presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, pediu nessa sexta-feira (13) ao embaixador do país no Brasil para regressar a Caracas, depois de o Senado brasileiro ter aprovado a abertura do processo de destituição da presidente Dilma Rousseff.

“Pedi ao nosso embaixador no Brasil, Alberto Castellar, que venha para Caracas”, disse Nicolas Maduro, que considera que houve “um golpe de Estado” no Brasil, em declarações transmitidas pela rádio e pela televisão.

“Estivemos a avaliar (…) esta dolorosa página da história do Brasil (…). Quiseram apagar a história com uma jogada totalmente injusta com uma mulher que foi a primeira presidente que teve o Brasil”, afirmou.

Maduro classificou o afastamento de Dilma Rousseff, na sequência da decisão do Senado, “uma canalhada contra ela, contra a sua honra, contra a democracia, contra o povo brasileiro”.

Reafirmando que houve um golpe de Estado no Brasil, apelou aos seus homólogos na região para que reflitam no que aconteceu com Dilma Rousseff.

Nicolas Maduro advertiu para o perigo do “vírus do golpismo” voltar a tomar conta da América Latina, arrastando consigo “grandes convulsões sociais outra vez”.

Na sexta-feira (13), o Ministério das Relações Exteriores (MRE) rebateu as críticas dos governos da Venezuela, de Cuba, da Bolívia, do Equador e da Nicarágua quanto à legalidade do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff.

Em nota, o Itamaraty disse “rejeitar com veemência” o que classificou como propagação de falsidades por partes desses governos em relação ao impeachment. A assessoria do Ministério de Relações Exteriores informou que o afastamento de Dilma ocorreu “em quadro de absoluto respeito às instituições democráticas e à Constituição federal”.

(Agência Brasil)

Era Temer – Imprensa internacional adota tom crítico

“Após adotar uma cobertura factual durante a votação do Senado sobre o início do processo de impeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff, a imprensa internacional começa a adotar um tom mais crítico a respeito do governo Temer. A revista britânica The Economist afirmou, em sua nova edição, que o apelo do presidente interino Michel Temer em favor de reformas econômica no país pode se transformar em uma “luta difícil”.

Segundo a revista, os congressistas, por não estarem exatamente interessados em cortes de gastos e aumentos de impostos, podem “resistir ao aperto de cinto necessário, especialmente [tendo em vista] a corrida para importantes eleições locais de outubro”. A publicação lembrou que Temer é acusado pelos apoiadores de Dilma Rousseff de ser um usurpador do poder.

De acordo com a revista, Temer “carece de legitimidade eleitoral para [executar] as reformas estruturais radicais, como as pensões generosas, as leis trabalhistas rígidas, os impostos bizantinos” e o sistema eleitoral. “É o caso de, se e quando, ele terá em mãos as chaves do [Palácio] da Alvorada”, destacou The Economist.

O jornal norte-americano Los Angeles Times afirmou que o novo governo terá de superar as “acusações de que tomou o poder ilegitimamente e, ao mesmo tempo, enfrentar a pior recessão do Brasil em décadas”. No noticiário e no site, a rede de televisão CNN informou que a presidenta afastada Dilma Rousseff terá, depois da aprovação do início do processo de impeachment, “os próximos 180 dias para enfrentar as acusações de que contrariou as leis orçamentárias, [enquanto] Temer tem a tarefa imensamente difícil de conquistar a confiança dos brasileiros”.

O jornal canadense The Globe and Mail, depois de enumerar as medidas anunciadas pelo presidente interino Michel Temer para ajustar a economia e atrair investimentos, acrescentou que a Operação Lava Jato atinge sete dos 24 ministros anunciados pela administração que substituiu Dilma Rousseff.

E sua edição norte-americana, o jornal britânico The Guardian disse que Michel Temer prometeu restaurar a confiança na maior economia da América Latina, mas para realizar a tarefa nomeou um ministério “visivelmente branco” em uma das nações “mais etnicamente diversas do mundo”.

Na matéria principal da seção internacional, o New York Times publicou que a primeira escolha de Temer para ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação era um criacionista (que se opõe à teoria de evolução das espécies) e que ele próprio (Temer) é o primeiro líder brasileiro em décadas que não incluiu mulheres em seu gabinete.

Para a revista norte-americana Time, o escândalo que atingiu a Petrobras revelou a corrupção profunda de todo o setor político brasileiro, não só os líderes do PT, mas também os dirigentes da oposição.

“Temer foi implicado por testemunhas no escândalo, mas ele não foi acusado”, informou a revista. A Time lembrou que “vários membros do gabinete de Temer foram atingidos, entre outras, com acusações de corrupção”.

(Agência Brasil)

Esquerda europeia diz que afastamento de Dilma Rousseff cheira a golpe

“O Grupo da Esquerda Unitária (GUE) do Parlamento Europeu, que integra os deputados do PCP e BE, considerou hoje que o processo de afastamento da presidente brasileira, Dilma Rousseff, é “um passo para um golpe de Estado”.

“A aprovação pelo senado brasileiro do procedimento para afastar Dilma Rousseff, presidente eleita do Brasil, é um passo decisivo imposto pela direita e pela oligarquia brasileira para um golpe de Estado, com a interferência dos Estados Unidos”, lê-se num comunicado divulgado hoje (13) pelo GUE.

O grupo do Parlamento Europeu salienta ainda que é preciso lembrar que “os argumentos usados não resultam de qualquer processo penal e que o processo é liderado por membros com um histórico conhecido de irregularidades e atividades ilegais, que estão sendo investigadas judicialmente”.

Ontem, o Senado brasileiro aprovou a admissibilidade do processo de impeachment de Dilma Rousseff, com 55 votos a favor e 22 contra.

Michel Temer

Sobre o presidente interino, Michel Temer, o grupo parlamentar salientou que ele é alvo de acusações de corrupção e suborno.

Michel Temer é, desde quinta-feira, presidente interino do Brasil depois de Dilma Rousseff ter sido afastada temporariamente pelo Senado por um prazo máximo de 180 dias, por suspeitas de irregularidades orçamentárias, como despesas não autorizadas.

O GUE acrescenta que “as forças mais reacionárias e o imperialismo nunca aceitaram o processo de mudança que começou em 2002, com a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva, e procederam desde então a uma escalada de interferência e destabilização para derrubar o governo eleito democraticamente”.

Nos próximos seis meses, o Senado brasileiro vai julgar Dilma Rousseff, em um processo presidido por um juiz do Supremo Tribunal Federal. A chefe de Estado só será afastada definitivamente se for condenada por uma maioria de dois terços dos membros do tribunal.”

(Agência Brasil)

WikiLeaks diz que Temer foi informante dos EUA

foto michel temer

Em documentos divulgados na noite desta quinta-feira (12/5) no Twitter, o perfil oficial do Wikileaks afirma que o presidente interino do Brasil, Michel Temer (PMDB), foi informante da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil.

WikiLeaks ✔ ‎@wikileaks
Brasil’s #Dilma ousted in parliamentary coup; new pres is US embassy informant Michel Temer https://wikileaks.org/plusd/cables/06SAOPAULO689_a.html … https://wikileaks.org/plusd/cables/06SAOPAULO30_a.html …
20: 54 – 12 maio 2016
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Segundo os documentos divulgados pela organização sueca, Michel Temer teria falado com a embaixada via telegrama e o conteúdo seria classificado como “sensível” e “para apenas uso oficial”. As transmissões dos arquivos teriam sido feitas no dia 11 de janeiro 2006 (quarta-feira), às 14h02min e no dia 21 de junho 2006 (quarta-feira), às 16h05min. Não há informações sobre o fuso horário da entrega.

Nos documentos divulgados, Temer passaria sua visão de como estava a situação política no Brasil na época. São opiniões sobre as eleições que ocorreriam em 2006, quando Lula foi reeleito.

Temer teria analisado cenários em que o partido dele (PMDB) poderia ganhar as eleições. Nos documentos, ele também teria falado sobre as diferenças entre Lula e Fernando Henrique Cardoso. Em uma das frases citadas no texto, Temer teria dito que “as classes C, D e E acreditam que Fernando Henrique roubou dos pobres e deu para os ricos. Já Lula roubou dos ricos para dar aos pobres”.

Os telegramas falam ainda sobre uma possível disputa entre um candidato do PMDB com Lula, caso não houvesse acordo entre os partidos. O nome de Anthony Garotinho teria sido cogitado neste momento, mas haveria uma resistência no PMDB. Germano Rigotto, na época governador do Rio Grande do Sul, e Nelson Jobim, ex-ministro da Defesa, também foram cogitados.

Em outro trecho do documento, Temer se negou a prever como ficaria a corrida eleitoral, mas afirmou que haveria segundo turno. Disse apenas que “qualquer coisa poderia acontecer”. Na ocasião, ele teria confirmado que o seu partido não apresentava candidatos à presidência e que o PMDB não seria aliado do PT e nem do PSDB, pelo menos até o segundo turno.

Temer teria dito que o PMDB elegeria, naquele ano, entre 10 e 15 governadores pelo país. O partido teria também as maiores bancadas no Senado e na Câmara dos Deputados. Sendo assim, o presidente que fosse eleito teria que se reportar ao PMDB para governar. “Quem quer que vença a eleição presidencial terá que vir até nós para fazer qualquer coisa”, teria dito o político.

(Com Metrópoles-DF)

Votação do impeachment é o tema mais comentado pela midia norte-americana

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“A votação sobre a aceitação ou não do impeachment da presidenta Dilma Rousseff pelo Senado brasileiro está sendo hoje (11) um dos assuntos internacionais mais comentados pela imprensa nos Estados Unidos. Vários jornais, redes de TV e de rádio estão divulgando relatos de correspondentes ou repórteres enviados especialmente ao Brasil para cobrir o evento.

A CNN está divulgando a cada momento flashes de seus correspondentes no Brasil e nos Estados Unidos sobre o impacto no Brasil e no exterior de um eventual impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

A agência Reuters lembra que a América Latina foi, no passado, palco de golpes militares, mas observa que, hoje, a substituição da presidenta Dilma Rousseff é “particularmente preocupante”. “Toda a linha de sucessão do Brasil está sob investigação por corrupção com a nação já fervendo sobre uma recessão severa”, assinala. Segundo a agência, se a presidenta Dilma Roussefl perder a batalha do impeachment será uma dos 18 líderes latino-americanos forçados a deixar o poder desde 1985.”

Um dos maiores jornais dos Estados Unidos, o The Wall Street Journal, afirma que a sessão de hoje do Senado para determinar se a presidente Dilma Rousseff deve ou não enfrentar um processo de impeachment se deve à acusação de que ela violou as leis orçamentárias da nação. O jornal observa porém que a presidenta Dilma nega as acusações.

O jornal Los Angeles Times informa que se a sessão do Senado concordar que a presidenta Dilma Rousseff seja submetida a um processo de impeachment, o processo poderá retirar o Partido dos Trabalhadores do comando do país, após 13 anos no poder.

A rede de televisão ABC informa que, depois de se apresentar como defensora da luta contra a corrupção, e de se tornar a primeira mulher a comandar o Brasil, a presidenta Dilma Rousseff está agora a apenas horas de distância de, possivelmente, deixar o cargo. De maneira didática, a rede ABC explica que o destino de Dilma Rousseff está nas mãos de 81 senadores. Se 41 senadores votarem a favor da admissibilidade do impeachment, Dilma ficará fora do Palácio do Planalto por seis meses, enquanto o Congresso Nacional brasileiro decidirá se ela deixará o cargo definitivamente.

O The Washington Post informa que o Senado brasileiro está encaminhando para a votação que decidirá se a presidente Dilma Rousseff enfrentará o impeachment.

O New York Times publica hoje matéria de seu correspondente no Brasil, Simon Romero, afirmando que, depois de meses de manobras e apelos, o Senado brasileiro começou a debater o afastamento da presidente Dilma Rousseff.

Segundo o jornal, a votação do Senado é um divisor de águas na luta pelo poder no Brasil, um país que experimentou um período “raro de estabilidade” política e econômica ao longo das últimas duas décadas. Durante esse período, conforme o jornal, o país alcançou destaque no cenário mundial. O jornal assinala que esse ganho agora está se desfazendo com a crise econômica e política.”

(Agência Brasil)

Secretário diz que OEA fará consulta à Corte Interamericana sobre impeachment

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“O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, voltou a se encontrar hoje (10) com a presidenta Dilma Rousseff no Palácio do Planalto para manifestar apoio contra o processo de impeachment que será votado amanhã (11) pelo Senado. Após a reunião, Almagro disse que fará uma consulta jurídica à Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) sobre o processo.

O secretário-geral da OEA informou que se reuniu ontem (9) com senadores e com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski , mas afirmou não ter recebido “respostas satisfatórias” sobre a legalidade das causas invocadas para o impeachment.

“Temos responsabilidade em observar o funcionamento da democracia no continente. Como não tivemos uma resposta jurídica contundente a respeito do processo de impeachment, em função de nossa responsabilidade, outorgada pelo Artigo 20 da Carta Democrática Interamericana, temos de fazer uma consulta jurídica à Corte Interamericana de Direitos Humanos quanto à proteção e vigência dos direitos humanos neste caso [impeachment], especialmente os direitos civis e políticos essenciais para o funcionamento da democracia”, destacou o diplomata uruguaio em pronunciamento à imprensa.

Almagro acrescentou que a visita a representantes dos três poderes brasileiros o deixou com “inquietudes e incertezas jurídicas”. “Um dos problemas é a porcentagem alta de deputados e senadores que poderiam ser acusados de corrupção. Isso, definitivamente, gera um problema estrutural quanto às decisões tomadas no impeachment”.

Almagro havia se reunido com Dilma no Palácio do Planalto no mês passado, dois dias antes da votação do processo de afastamento na Câmara dos Deputados.”

(Agência Brasil)

Presidente da Coreia do Norte admite usar armas nucleares

O presidente norte-coreano, Kim Jong-Un, afirmou nesse sábado (7) que o país apenas vai recorrer às suas armas nucleares se a sua soberania for ameaçada por outra potência nuclear.

“Como um país com armas nucleares, responsável, a nossa república não vai usar armas nucleares a não ser que a sua soberania seja ameaçada por quaisquer forças hostis com ogivas nucleares”, disse o líder da Coreia do Norte.

Segundo a agência de notícias estatal norte-coreana, Kim Jong-Un prometeu que o país vai “cumprir fielmente” as suas obrigações de não proliferação e impulsionar a desnuclearização em termos globais.

A Coreia do Norte abandonou o tratado de não proliferação (NPT, na sigla inglesa) em 2003, tendo sido o primeiro país signatário a tomar essa decisão. Em 2006, assegurou que “nunca seria a primeira a usar armas nucleares”, mas, desde então, tem feito repetidas ameaças de ataques nucleares preventivos contra a Coreia do Sul e os Estados Unidos.

(Agência Brasil)

Agência Fitch volta a rebaixar nota de crédito do Brasil

“A agência de classificação de risco Fitch voltou a rebaixar a nota de crédito do Brasil, desta vez de BB+ para BB. Em dezembro do ano passado, a Fitch reduziu a nota brasileira e o país perdeu o grau de investimento, selo conferido aos países considerados bom pagadores e seguros para investir.

Outras agências fizeram o mesmo. A Standard&Poor’s e a Moody’s rebaixaram a nota em fevereiro deste ano. A Moody’s que, na época era a única que não havia retirado o selo de bom pagador, baixou a nota para grau especulativo. Agora a Fitch informou que o Brasil permanece em perspectiva negativa, o que significa que pode haver nova revisão da nota.

Segundo comunicado da agência, o rebaixamento reflete a contração econômica “mais profunda do que o antecipado”. A Fitch cita o fracasso do governo em estabilizar as perspectivas para as finanças públicas, o continuado impasse legislativo e incerteza política elevada, que estão “minando a confiança doméstica e a governabilidade, bem como a eficácia das políticas”.

(Agência Brasil)

Trump ganha em Indiana e força desistência de concorrente republicano

O bilionário Donald Trump ganhou as primárias do Partido Republicano, no estado de Indiana, nos Estados Unidos. Em consequência, o senador do Texas Ted Cruz, principal concorrente de Trump, anunciou a suspensão de sua campanha.

Em seu anúncio Ted Cruz disse que “os eleitores escolheram outro caminho”. “Com o coração pesado, mas com otimismo sem limites para o futuro a longo prazo da nossa nação, estamos suspendendo nossa campanha “.

Pelo lado democrata, o senador pelo estado de Vermont, Bernie Sanders, que concorre com a ex-secretária de Estado Hillary Clinton, ganhou as primárias de Indiana. Hillary Clinton ainda lidera em número de votos e de delegados a corrida para obter a nomeação pelo partido.

(Agência Brasil)

Quer estudar na Austrália?

Estão abertas, até 30 de junho de 2016, as inscrições para o programa Endeavour Scholarships & Fellowships do governo australiano. Anualmente, o programa oferece bolsas integrais a candidatos do mundo todo, em qualquer área de conhecimento e de qualquer idade. De acordo com o Departamento de Educação e Formação Profissional da Austrália, para participar da edição 2017 do Endeavour é necessário, entre outros requisitos, ter concluído um curso de graduação completo (salvo categoria Executive Fellowship), apresentar certificado de proficiência em língua inglesa e carta de aceite de uma universidade ou instituição australiana.

“Com instituições de ensino de renome global e excelente padrão de qualidade de vida, quem tem planos de fazer um intercâmbio ou quer estudar fora encontra na Austrália um dos melhores ambientes mundiais para realizar esse sonho”, afirma Niclas Jonsson, Conselheiro de Ciência e Educação da Embaixada da Austrália no Brasil.

Além das credenciais acadêmicas (sete das 100 melhores universidades do mundo são australianas), o clima quente, a paixão por esporte e a diversidade cultural são pontos-chave de atração australianos, com os quais os estudantes brasileiros se identificam.

*Cursos disponíveis

Pelo programa, são quatro as categorias de bolsas:

Postgraduate Scholarship – para estudos completos de especialização ou mestrado de até dois anos (Master by coursework ou Master by research, respectivamente), ou de doutorado de até quatro anos;
Research Fellowship – para pesquisa de curto prazo (quatro a seis meses) de pós-doc ou dentro de um programa de mestrado ou doutorado iniciado no país de origem;
Vocational Education and Training (VET) Scholarship –para desenvolvimento de habilidades ocupacionais ou relacionadas ao trabalho em cursos técnicos de até dois anos e meio;
Executive Fellowship – para profissionais em níveis avançados de suas carreiras que queiram uma oportunidade para desenvolvimento profissional, estágio executivo ou visita técnica de até quatro meses na Austrália. Esta é a única modalidade de estudo que não requer curso de graduação completo; ao invés disso o candidato precisa comprovar relevância profissional.

SERVIÇO

*O Guia do Candidato está disponível no http://internationaleducation.gov.au/Endeavour, arquivo Applicant Guidelines na guia “Application”.

*As inscrições para 2017 poderão ser feitas até 30 de junho de 2016.

*Os critérios de elegibilidade e os demais requisitos estão disponíveis no site http://internationaleducation.gov.au/Endeavour.

*Outras dúvidas podem ser esclarecidas por e-mail education.brasilia@dfat.gov.au.

*Informações sobre imigração, vistos ou permissão para levar a família para a Austrália podem ser obtidas no site www.border.gov.au ou pelo número +1 613 238 1040.

Papa escreve ao presidente da Venezuela

“O papa Francisco acompanha com atenção a situação na Venezuela e escreveu ao chefe de Estado, Nicolas Maduro, disse hoje (2) o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi. Ele não divulgou o conteúdo da carta, mas afirmou que o papa escreveu sobre a situação do país.

A Venezuela é, há algum tempo, uma das preocupações do Vaticano e do papa, que já se referiu ao país, em várias ocasiões.

Lombardi lembrou que em uma de suas últimas intervenções, no domingo de Páscoa, antes da benção Urbi et Orbi, Francisco apelou ao diálogo na Venezuela diante “das difíceis condições em que vive a população”.

Francisco pediu a quem “tem nas mãos o destino do país” para “trabalhar em favor do bem comum, procurando espaços de diálogo e de colaboração entre todos”.

O papa defendeu a “cultura do encontro, a justiça e o respeito recíproco” para “garantir o bem-estar espiritual e material” dos venezuelanos.

O Vaticano, que desempenhou papel fundamental no restabelecimento das relações entre os governos dos Estados Unidos e de Cuba, também quer contribuir para a paz na Venezuela, como afirmou em abril o núncio no país, monsenhor Aldo Giordano.

“Estou aqui para comunicar ao país o afeto, a proximidade do papa Francisco, o papa é um protagonista da paz no mundo e estamos aqui para colaborar para a paz no nosso país. A Nunciatura está aqui para contribuir para o bem do povo da Venezuela”, disse ainda Giordano, em comunicado.

(Agência Lusa)

Maduro cria comissão que vai verificar assinaturas para referendo

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou que o governo criou uma comissão para verificar “uma a uma” as rubricas dos eleitores que assinaram o pedido para a realização de um referendo sobre a revogação do seu mandato. “Designei uma equipe especial para verificar uma a uma a listagem de todas as assinaturas que vão ser entregues pela direita, para que cumpram todas as margens legais”, disse.

Maduro falou em Caracas durante um evento sobre turismo. “O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) decidirá o que tiver que decidir, estou pronto para sair vencedor”, ressaltou. O presidente venezuelano informou que o socialista e presidente do município de Libertador, Jorge Rodríguez, dirigirá a equipe que vai verificar as assinaturas da oposição.

A aliança opositora Mesa de Unidade Democrática, da Venezuela, anunciou nessa sexta-feira (29) que já recolheu as assinaturas necessárias para ativar o referendo com o objetivo de revogar o mandato do presidente Nicolás Maduro. “Em apenas horas, conseguimos a tarefa que seria de 30 dias e o governo sabe disso. Eles sabem o que aconteceu, a contundência dessa jornada que teve início na quarta e terminou na quinta-feira”, disse o ex-candidato presidencial Henrique Capriles Radonski.

Segundo Capriles, o número de assinaturas recolhidas é oito vezes superior ao necessário, ou seja, 1.102.236 quando o CNE exigia que tivessem o aval de 197.798 eleitores (1% dos cidadãos inscritos no Registro Eleitoral).

(Agência Brasil)

Nobel da Paz diz que impeachment é golpe

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“A presidenta Dilma Rousseff recebeu hoje (28) o apoio do ganhador do Prêmio Nobel da Paz de 1980, o argentino Adolfo Pérez Esquivel, contra o processo de impeachment que tramita no Senado. “Está muito claro que o que se está preparando aqui é um golpe de estado encoberto, o que nós chamamos de um golpe brando”, afirmou Esquivel, após o encontro no Palácio do Planalto.

Ele comparou o processo de impeachment de Dilma ao que ocorreu em Honduras e no Paraguai com as destituições dos presidentes Manuel Zelaya, em 2009, e Fernando Lugo, em 2012. “Agora, a mesma metodologia, que não necessita das Forças Armadas, está sendo utilizada aqui no Brasil. A metodologia é a mesma, não há variação com o golpe de estado nesses países. Países que querem mudar as coisas com políticas sociais são alvo dessa política de tratar de interromper o processo democrático.”

Solidário com Dilma

O Nobel da Paz disse que veio prestar “solidariedade e apoio para que não se interrompa o processo constitucional de Brasil porque isso seria um dano não apenas para o povo brasileiro como para toda a América Latina.” “Seria um retrocesso muito grave para o continente. Sou um sobrevivente da época da ditadura [militar na Argentina]. Nos custou muito fortalecer as instituições democráticas. Aqui se está atacando as instituições democráticas”, afirmou Esquivel.

Segundo o argentino, um eventual governo de Michel Temer poderia ser questionado no Mercosul e na União de Nações Sul-Americanas (Unasul), que poderiam não reconhecer uma administração que surja de um “golpe de estado.”

(Agência Brasil)

Morre Billy Paul

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Morreu o cantor norte-americano Billy Paul. O artista havia sido diagnosticado com câncer na semana passada e veio a óbito hoje na sua casa em Nova Jersey. Billy se destacou como cantor de Soul e R&B, tocando com grandes nomes da música como Miles Davis e Nina Simone.
Um dos seus maiores sucessos, “Me and Mrs. Jones”, lançado em 1972, ganhou diversas versões de cantores derivados de diferentes gêneros musicais.
Billy Paul fazia shows frequentemente em Fortaleza e sempre elogiava nossa cidade em suas apresentações. Chegamos a assistir a um de seus shows no Clube Náutico.
Que descanse em paz!