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Campus Party 2019 começa em São Paulo

A 12ª edição da Campus Party Brasil começa hoje (12), em São Paulo, com a expectativa de reunir mais de 120 mil visitantes na área gratuita e cerca de 12 mil na Arena, espaço exclusivo para quem comprou ingresso. A cerimônia de abertura, prevista às 19h, terá como convidado o físico mineiro Ivair Gontijo, que participa dos projetos que levaram o veículo Curiosity à Marte. Ele é autor do livro A Caminho de Marte: A Incrível Jornada de um Cientista Brasileiro até a Nasa”.

A Campus Party é um evento de imersão tecnológica. Durante cinco dias, os participantes estarão envolvidos com temas como Internet das Coisas, que é a interconexão entre aparelhos tanto físicos quanto virtuais, com base nas tecnologias de informação e comunicação. criptografia, educação e empreendedorismo, entre outros. De acordo com a organização, serão mais de mil horas de programação, com mais de 900 palestrantes e internet com velocidade de 40 GB durante 24 horas.

O evento conta com três espaços: Open, Arena e Camping. Na área gratuita, os visitantes conferem simuladores e drones e conhecem mais de 120 startups que irão expor seus projetos. Haverá palestras gratuitas sobre empreendedorismo. A RobotiCampus, uma parceria com o Centro Paula Souza, do governo estadual, será um espaço dedicado à robótica com modalidades de competição, workshops e mostra de projetos tecnológicos e científicos.

Para quem deseja empreender na área de inovação e tecnologia, o Campus Job, também no espaço Open, vai oferecer palestras e outras atividades com o objetivo de orientar carreiras. Visitantes interessados poderão participar de processos seletivos no próprio evento. Uma das novidades deste ano é a Campus Music, unindo música e tecnologia. Entre as atividades, está uma maratona de bandas amadoras.

No Arena, os ingressos ainda disponíveis custam R$ 350. O espaço é dedicado aos amantes de games, que encontrarão um palco com palestras voltadas para esse universo. Na Academia Gamer, ocorrerão os painéis, com palestras e workshops voltados para quem trabalha ou deseja trabalhar com games. Já a área Free Play terá computadores, televisores e videogames para quem quer apenas se divertir, além das bancadas de alta velocidade. No Camping, estão os participantes que optam por pernoitar no evento, tendo acesso a todas as demais áreas.

Lixo eletrônico

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações recolherá resíduos eletrônicos e trocando-os por credenciais do evento. A troca será feita entre de amanhã (13) até sábado (16), das 10h às 18h, no estande do órgão na área Open. Em Salvador, onde a iniciativa começou foram arrecadados mais de 58 toneladas de equipamentos eletrônicos.

De acordo com o ministério, só no Brasil, são gerados cerca de 1,5 milhão de toneladas de lixo eletrônico por ano – o país é considerado o sétimo maior produtor de resíduos do mundo. O resíduo arrecadado será usado como insumo para a formação de jovens e, posteriormente, será doado a pontos de inclusão digital, como bibliotecas, escolas públicas e telecentros.

SERVIÇO

*A programação completa da Campus Party Brasil pode ser conferida no site do evento aqui.

(Agência Brasil)

Quase mil novos serviços educacionais passam a integrar portal federal nesta segunda-feira

Um total de 964 serviços em 104 instituições ligadas ao Ministério da Educação poderão ser mais facilmente acessados a partir desta segunda-feira (11). Antes dispersos em diversas páginas da internet, eles estarão concentrados no Portal de Serviços do Governo Federal, no endereço www.servicos.gov.br.

Com a inclusão desses serviços, o portal passará a concentrar mais de 2,8 mil ferramentas à disposição do cidadão. A inclusão das funcionalidades só foi possível por causa da terceira fase do Censo de Serviços do Governo Federal, cujos resultados serão apresentados amanhã em Brasília.

Conduzida pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap), sob orientação do Ministério da Economia, a pesquisa teve o apoio do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif) e da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). Nessa fase do censo, os técnicos rastrearam serviços na área de educação ainda não incluídos no portal único.

Além de incluir os serviços educacionais ao portal, a Enap apresentará os principais resultados da pesquisa, com foco no nível de digitalização dos serviços públicos federais e sua forma de entrega à população. Segundo o Ministério da Economia, a ampliação do governo digital busca melhorar e facilitar a vida dos usuários de serviços públicos, por meio da simplificação e do uso de soluções tecnológicas.

(Agência Brasil)

Instragram proíbe publicação de imagens de autoflagelação

O Instagram anunciou que passará a ter mecanismos para restringir imagens que estimulem a autoflagelação e o suicídio. Imagens de pessoas se machucando, como atos de cortar partes de corpo, serão proibidas na rede social.

As medidas foram uma reação à morte de uma adolescente de 14 anos no Reino Unido, no mês passado. Após o suicídio, o caso gerou questionamentos sobre o papel do Instagram, pela presença no perfil da moça de conteúdos mostrando formas de autoflagelação e relacionados ao suicídio. O pai da jovem, em entrevista a veículos de mídia, responsabilizou diretamente a plataforma.

Além disso, outros conteúdos relacionados a essas práticas, inclusive textos, não serão disponibilizadas nas buscas. Essas mensagens, contudo, não serão removidas das redes sociais. O Instagram justificou que a publicação de mensagens nesse sentido pode ter um papel de expressão em pessoas que estejam convivendo com sofrimento e sentimentos como esses.

Antes, a plataforma já proibia conteúdos que promovessem essas práticas. Mas permitia mensagens relacionadas à admissão delas (como uma pessoa relatando um desejo ou uma tentativa), como forma de alertar amigos e familiares para reagir e prestar apoio.

Orientações de especialistas

Segundo o Facebook, empresa controladora do Instagram, as mudanças foram formuladas a partir do diálogo com especialistas no tema, de diferentes países. Eles teriam indicado o efeito negativo da circulação de imagens de práticas de autoflagelação, como cortes. Elas “podem ter um potencial de promover não intencionalmente a autoflagelação, mesmo quando são compartilhadas no contexto da admissão da prática ou no caminho para uma recuperação”, explicou o diretor global de Segurança do Facebook, Antigone Davis.

Ele acrescentou que a equipe das plataformas ainda avalia como tratar imagens de cicatrizes. Segundo o diretor, os especialistas consultados indicaram ainda polêmicas nos estudos acadêmicos sobre os efeitos desse tipo de imagem em pessoas suscetíveis a cometer algum ato relacionado à prática.

As duas redes sociais, completou Davis, continuarão fornecendo recursos para dar apoio em situações de sofrimento, como a disponibilização, de forma acessível., de “linhas de ajuda” a pessoas nas plataformas.

(Agência Brasil)

A responsabilidade no mundo virtual

Com o título “A responsabilidade no mundo virtual”, eis artigo de Jesualdo Farias, ex-secretário das Cidades e ex-reitor da UFC. Ele aborda os aspectos positivos e negativos das redes sociais. Confira:

Com a acelerada evolução tecnológica e o fácil acesso a computadores e dispositivos móveis de conexão à Internet, configurou-se rapidamente um espaço virtual muito complexo constituído de várias plataformas digitais. Enquanto a China tem a maior população do mundo, com cerca de 1,386 bilhão de habitantes, o Facebook, em 2018, alcançou a cifra de 2,13 bilhões de usuários ativos, o YouTube chegou a 1,8 bilhão e o WhatsApp a 1,5 bilhão.

Não há dúvidas quanto aos enormes benefícios das redes sociais para a democratização do acesso à informação e à comunicação em todo o mundo. No entanto, vem crescendo assustadoramente a proliferação de fake news e de crimes de injúria, calúnia e difamação facilitados pelo “anonimato” nas redes sociais. O impacto desta realidade é tão forte que já chegou a interferir em resultados de eleições e tem causado danos irreparáveis em marcas comerciais e em pessoas físicas de todo o mundo.

Embora a legislação aplicada para estes tipos de crimes, muitas vezes seja a mesma do “mundo físico”, torna-se urgente a aprovação de leis específicas que punam os excessos praticados no mundo virtual. Neste sentido, deve-se ressaltar que não se pode confundir o controle dos excessos com qualquer tentativa de violação à liberdade de expressão, ao direito à informação e à privacidade dos usuários.

Enquanto a legislação não avança, é importante intensificar programas educativos para prevenir os usuários. Atitudes simples como a verificação da fonte e da veracidade do conteúdo, antes de comentar ou repassar uma mensagem, já seria um ganho. É importante observar que, sem se dar conta, qualquer usuário das redes sociais pode estar correndo o risco de ser responsabilizado judicialmente por danos a terceiros, pelo simples fato de curtir ou repassar fake news. Mesmo sendo um mundo virtual, nele existem pessoas físicas e jurídicas que estão sendo vitimas da irresponsabilidade de quem cria fake news e também daqueles que as curtem e/ou repassam. É hora de conter o ímpeto e o ódio e avaliar os riscos decorrentes daquilo que se curte e se divulga neste “novo mundo”.

*Jesualdo Farias,

Ex-Reitor da Universidade Federal do Ceará e ex-Secretário das Cidades do Ceará.

Mais de 78 mil usuários acessaram em janeiro site de informações do Estado

Cerca de 78 mil cidadãos acessaram a plataforma Ceará Transparente no último mês, atingindo a marca de 129.847 acessos. O aumento no número de acessos foi de 24,49% e o de usuários de 33,71% em relação a dezembro de 2018. As informações são da assessoria de imprensa do Palácio da Abolição. Nesse site, o contribuinte acessa as informações gerais do Governo.

Os dados apontam ainda 662.251 visualizações às páginas da ferramenta. Liderando o ranking de acessos a cidade de Fortaleza com 59,88% das visitas, seguida por Juazeiro do Norte com 4,66% e Sobral com 3,52%.

Para promover ao usuário uma melhor utilização do sistema, o Ceará Transparente possui formato adaptável ao tipo de aparelhos pelo qual está sendo acessado. Durante o mês de janeiro, foi registrado que 82.892 acessos realizados a ferramenta eram provenientes de desktops, enquanto 45.995 eram realizados via mobile e 960 por meio de tablets.

Ibef do Ceará promove debate sobre Nova Lei Geral de Proteção de Dados

A Nova Lei Geral de Proteção de Dados no Brasil (LGPD) será tema de debate a ser promovido, nesta quarta-feira, a partir das 19 horas, pelo Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças (Ibef), no Ceará. O encontro é uma parceria com a KPMG e ocorrerá no Hotel Gran Marquise.

O debate será conduzido pelo sócio e especialista em cyber security Leandro Augusto e pela advogada especializada em Direito Digital, Camila do Vale Jimene. A palestra é gratuita e aberta ao público.

SERVIÇO

*Inscrições: https://goo.gl/2WBJQA

Brasil é 5º país em ranking de uso diário de celulares no mundo

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Os brasileiros passaram mais de três horas por dia usando o celular em 2018. Essa média colocou o país em 5º lugar no ranking global de tempo dispendido com esse aparelho. O dado é do relatório Estado de Serviços Móveis, elaborado pela consultoria especializada em dados sobre aplicativos para dispositivos móveis App Annie, considerando um dos mais completos do mundo.

Considerando todos os países analisados, os usuários de smartphones ficaram em média três horas por dia usando aplicativos móveis. Os países onde essa mania obteve maior popularidade foram Indonésia, Tailândia, China e Coreia do Sul. No primeiro caso, a média ultrapassou as quatro horas por dia. A lista considerou os dados de clientes de celulares com sistema operacional Android.

Na comparação com 2016, o tempo médio diário usando smartphones cresceu 50%. Na divisão por tipos de aplicações, as redes sociais concentraram 50% das horas gastas nesses aparelhos, seguidas por programas de reprodução de vídeo (15%) e por jogos eletrônicos (10%).

Segundo os autores do estudo, esse índice de consumo é alimentado pelos “micro-momentos cumulativos”, em que as pessoas checam seus celulares, como para conferir e-mails recebidos, mensagens ou atualizações nas linhas do tempo de redes sociais. “A natureza ‘em tempo real’ de dispositivos móveis permitiu um crescimento difundido deste tipo de comportamento dos consumidores”, indica o estudo.

No total, os apps móveis somaram quase 200 bilhões de downloads em 2018. O número representou um crescimento de 35% em relação a 2016. A média brasileira de crescimento foi menor no mesmo período, de 25%. A China teve grande participação, sendo responsável por metade dos aplicativos baixados em lojas para sistemas operacionais Android e iOS. Esse desempenho foi 70% maior do que em 2016, quando foi registrado o dobro do ritmo de crescimento médio global.

No tocante ao número de aplicativos instalados, usuários do Japão, dos Estados Unidos e da Coreia do Sul ultrapassaram mais de 100 programas instalados. A média de apps usados, contudo, ficou entre 30 e 40. No caso brasileiro, as médias ficaram em pouco mais de 70 aplicativos instalados e pouco mais de 30 utilizados pelos navegadores.

O levantamento também mapeou o tamanho do mercado de aplicações móveis. No total, o segmento movimentou US$ 101 bilhões (R$ 378 bilhões). O índice representou um aumento de 75% em relação a 2016. A China representou quase 40% dos gastos mundiais. A ampliação do mercado no país teve ritmo quase dobrado da média mundial, cerca de 140%. Na Coreia do Sul, as vendas aumentaram 80% no mesmo período.

Com grande parte dos apps disponibilizados gratuitamente, o segmento mais dinâmico do mercado é o de jogos eletrônicos. A comercialização desses programas abocanhou 74% do mercado mundial. Contudo, os apps que não são jogos também ganharam espaço, saindo de US$ 3,7 bilhões (R$ 13,89 bilhões) em receitas em 2013 para US$ 19,7 bilhões (R$ 74 bilhões) em 2018.

Os serviços líderes de mercado foram Netflix, Tinder, Tencent Video, iQIYI e Pandora Music. O 3º e 4º são plataformas de vídeo chinesas, enquanto o 5º é uma empresa que disponibiliza músicas dos Estados Unidos.

Na divisão geográfica, as receitas ficaram concentradas em três grandes polos: China, com 32% dos gastos em empresas sediadas no país; Estados Unidos, com 22% e Japão, com 21%. As cinco maiores empresas do mundo foram a Tencent (China), NetEase (China), Activision Blizzard (Estados Unidos), Bandai Namco (Japão) e Net Marble (Coreia do Sul).

(Agência Brasil)

Provocações sobre o “desafio dos 10 anos” do Facebook

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Em artigo sobre as redes sociais, o professor Ivan Oliveira aponta que os “dados coletados são transformados em informações; estas informações são convertidas em conhecimentos; e o conjunto destes conhecimentos gera uma inteligência computacional impressionante com diversas aplicações sociais, econômicas e corporativas”. Confira:

Hoje mais cedo me levantei e fiz a seguinte provocação na minha timeline do facebook/instagram: “Parabéns! Você está ajudando a treinar os algoritmos de reconhecimento facial por progressão de idade. #10yearschallenge”

Não demorou muito para o “rebuliço” começar com os comentários dos internautas defendendo que o “Desafio dos 10 anos” é somente uma brincadeira inocente e outra metade dos seguidores mostrando suas cismas com esta corrente (lê-se: modinha) de postar nas redes sociais uma foto de 2009 e outra de 2019, lado a lado, destacando as mudanças ao longo desta última década.

Esta confusão foi iniciada por um artigo da Kate O’Neill na Wired, intitulado “Facebook’s ’10 Year Challenge’ Is Just a Harmless Meme”, que levantou suspeita sobre o uso das fotos postadas para a facilitação do treinamento de softwares de reconhecimento facial.

Rapidamente, os especialistas brasileiros foram consultados e os artigos começaram a ser publicados no dia 16/01/2019. Destaco a aqui o artigo “O Desafio dos 10 anos é mesmo uma armadilha?” do Prof. Carlos Affonso (Diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS Rio) e professor da Faculdade de Direito da UERJ), publicado no Portal da UOL.

É indubitavelmente um texto bem interessante e lúcido, porém carece de algumas observações pertinentes e oportunas para a temática/momento.

Olhando para a foto é somente mais uma modinha das redes sociais, no entanto, observando o filme completo ao longo dos 10 anos destes gigantes dos conteúdos (e.g. Google e Facebook), eles já fazem uso dos nossos dados compartilhados nas mídias sociais e digitais, vide o escândalo do uso de dados do Facebook pela Cambridge Analytica.

Os usuários das redes se assustam com a capacidade da internet conhecer suas preferências através da oferta de produtos e serviços nas navegações pelas aplicações digitais.

Como bem sabemos, os dados coletados nas redes sociais e digitais são transformados em informações; estas informações são convertidas em conhecimentos; e o conjunto destes conhecimentos gera uma inteligência computacional impressionante com diversas aplicações sociais, econômicas e corporativas.

Devemos acreditar inocentemente que os algoritmos destes provedores de conteúdos já estão eficientemente treinados?

Não, eles podem até estar treinados para desempenhar algumas tarefas de identificação automática, como é o caso do reconhecimento facial nas fotos do facebook; mas estas ações de marcação voluntária do tempo pelos próprios usuários ajudam a calibrar os algoritmos com a associação fidedigna de fotos versus datas.

Muitas vezes os sistemas são alimentados com dados imprecisos, pois as postagens dos usuários não seguem uma cronologia necessariamente correta. Daí, para modelos supervisionados de aprendizagem, este tipo de calibração é ótimo para aumentar a robustez destes sistemas de computação usados para o reconhecimento facial por progressão de idade.

Alguns sustentam a tese das nossas fotos já estarem organizadas e fáceis de ser encontradas na internet, por exemplo, no Google Fotos (https://photos.google.com) no qual suas fotos estão organizadas e podem ser pesquisadas de acordo com os lugares, os tempos e dentre outros parâmetros.

Esta assertiva é verdadeira para parte dos usuários da internet. Eu, Prof. Ivan Oliveira, fiel e assíduo usuário dos serviços do Google, só tenho três fotos neste supracitado serviço e furaria a veracidade desta afirmação.

É importante ressaltar que existe um exército de internautas que não estão mapeados pelos serviços destes gigantes da internet e estas ações em massa ajudam a aperfeiçoar suas bases de dados.

É, ciberamig@s, com ou sem participação nestas correntes, todos estão sob o olho mágico das gigantes dos conteúdos.

Outra questão importante é a existência de filtros nas fotos que dificultam os sistemas de reconhecimento facial na atualidade, por isso a inserção de dados voluntariamente com marcação de tempo ajuda a tornar o processo de aprendizagem mais eficiente, apesar de já extremamente robusto. Fico sempre desconfiado com estas ações que são bem legais e viralizam com uma velocidade incrível.

Não podemos deixar de destacar alguns aspectos positivos e negativos sobre o treinamento destes algoritmos de reconhecimento facial por progressão de idade. As aplicações benéficas à sociedade são, por exemplo: (i) aplicação de reconhecimento facial para encontrar crianças desaparecidas e (ii) aumento da segurança das cidades com a identificação de criminosos e compartilhamentos/integração de bancos de dados; porém, existem aplicações desfavoráveis à cidadania, por exemplo: (i) seus dados poderiam ser vendidos para empresas de seguros e planos de saúde com a identificação de envelhecimento precoce e outras patologias identificáveis por técnicas de reconhecimento padrão (e.g. câncer de pele) e (ii) abertura para a invasão da privacidade dos cidadãos com a violação de suas preferências compartilhadas com terceiros.

Sem dúvidas, é um tema bem interessante, que muitas vezes passa invisível na timeline, e encontram-se diversas aplicações das invasões de privacidade aos sistemas de governança das cidades.

Não podemos demonizar a tecnologia ou reforçar o discurso do cumprimento de uma profecia apocalíptica, pois existe um potencial dos algoritmos de reconhecimento facial para fazer o bem, por exemplo, no ano passado, 2018, foram encontradas cerca de 3.000 crianças desaparecidas, em apenas quatro dias em Nova Deli, na Índia, por meio do rastreamento feito através de um novo sistema usando estas técnicas de reconhecimento facial.

Cumpre destacar a importância desta polêmica em pautar as questões da privacidade na internet, sobretudo pela existência da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018, que entrou em vigor no ano passado e finalmente fará (em tese) o Brasil ter uma legislação específica para proteger as informações dos cidadãos.

Por esta razão, é preciso que os internautas tenham um letramento digital mínimo para uma navegação segura nos tenebrosos oceanos digitais.

Ivan Oliveira

Professor-Doutor

Estudo relaciona uso de redes sociais a desordens comportamentais

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Estudo de pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos (EUA), mostrou relações entre o uso de redes sociais, mais especificamente o Facebook, e o comportamento de pessoas viciadas. A pesquisa foi divulgada no Periódico de Vícios Comportamentais.

Segundo os autores, a lógica de oferta de “recompensas” por esses sites e aplicativos dificulta a tomada de decisões e estimula atitudes de retorno contínuo ao uso do sistema, assim como no caso de outras desordens ou de consumo de substâncias tóxicas.

De acordo com os pesquisadores, os estudos sustentam um paralelo entre usuários com grande tempo dispendido em redes sociais “e indivíduos com uso de substâncias [drogas] e desordens decorrentes do vício”. O excesso de redes sociais afetaria a capacidade de julgamento das pessoas no momento de escolhas mais benéficas.

“Nossos resultados demonstram que um uso mais severo de sites de redes sociais é associado com maior deficiência na tomada de decisões. Em particular, nossos resultados indicam que usuários em excesso de sites de redes sociais podem tomar decisões mais arriscadas”, dizem os autores.

Escala

O estudo aplicou uma escala utilizada para medir níveis de vício no facebook (Bergen Facebook Addiction Scale), problemas na tomada de decisões e propensão a depressão em 71 pessoas em uma universidade alemã. A amostra, portanto, é importante para cuidados no momento de generalizar os resultados para o conjunto da sociedade, mas não inviabiliza as conclusões importantes da análise.

As pessoas com maior intensidade de uso de facebook foram as que tiveram pior desempenho no teste de lógica de tomada de decisões (reconhecer escolhas que, no conjunto, trariam mais benefícios e menos prejuízos para si).

“Nossas descobertas implicam que os usuários em excesso de sites de redes sociais estão considerando mais os efeitos potencialmente positivos de suas decisões do que os efeitos potencialmente negativos”, afirmam os pesquisadores no estudo.

Uso disseminado

O facebook é utilizado por aproximadamente 2,5 bilhões de pessoas no mundo, sendo a maior rede social do planeta. A empresa ainda controla outros sites de aplicativos semelhantes no topo do ranking desse mercado, como whatsapp, instagram e facebook messenger.

Pesquisa do site especializado em tecnologia Quartz indicou que grande parcela dos entrevistados (mais da metade no Brasil) acreditava que a internet se resumia ao facebook.

Levantamento de um dos mais renomados centros de pesquisa sobre internet do mundo (Pew Internet Research), publicado no ano passado, mostrou preocupação de adolescentes e pais com o tempo gasto em redes sociais. Outro estudo de pesquisadores da Universidade de San Diego sugeriu relação entre tempo de aplicações em computadores e videogames e queda no bem-estar de jovens.

(Agência Brasil)

A política da irresponsabilidade

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Da Coluna Gualter George, no O POVO deste domingo (13):

É muito ruim que caminhe para passar em branco, juridicamente falando, a confusão criada por deputados eleitos por São Paulo, à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa daquele estado, ao se utilizarem das redes sociais para fazerem uma “denúncia” sem pé nem cabeça contra o governador cearense Camilo Santana, do PT. E, no caso, apenas por ser do PT.

O notório Kim Kataguiri puxou o grupo, distribuindo pelas redes sociais vídeo no qual denunciava (este foi o termo que utilizou numa entonação especial) que o caos estabelecido no Ceará era resultado de uma engenhosa estratégia política saída da cabeça do próprio Camilo. O objetivo, no final, seria desgastar o recém empossado presidente Jair Bolsonaro (PSL) e inviabilizar a votação de qualquer reforma constitucional no Congresso porque a decretação de intervenção federal seria inevitável. Isso tudo, em meio a um forte blá-blá-blá cujos detalhes pouparei do leitor, porque já tratados em outras análises, aqui mesmo do O POVO, ou, simplesmente, porque ridículos demais para merecerem ainda alguma apreciação.

Kim, que será deputado federal pelo DEM a partir de 1º de fevereiro, viu sua tese reproduzida, quase que na totalidade, pela futura colega de Câmara, só que do PSL, Joice Hasselmann, e por uma figura chamada de Artur do Val, popular nas redes sociais pelo canal “MamãeFalei”, uma das cabeças pensantes do Movimento Brasil Livre (MBL) e que ocupará cadeira na Assembleia Legislativa de São Paulo, também na bancada do DEM. Ele é gaúcho, assim como Joice é catarinense, mas foi ao eleitor paulista que os dois encantaram, ao ponto de o cidadão de alcunha esquisita ter saído das urnas como o segundo mais votado entre todos os candidatos ao parlamento estadual.

De volta à questão inicial, chega a ser antipedagógico que inexista qualquer resposta no campo jurídico à postura das três futuras figuras públicas, no sentido da ocupação de mandatos populares, visto que notórios já o são, ignorando-se a irresponsabilidade que demonstraram na abordagem da crise que vivemos no Ceará. Uma “denúncia”, como trataram eles, sem qualquer prova, sem um lastro concreto sequer de sustentação, nenhum indício ou sinal de que havia base objetiva, mas, repito, apenas movida pelo interesse político de aproveitar o sofrimento do cearense para manter vivo o discurso que tenta responsabilizar um partido, o PT, por tudo de errado que aconteça no País. No caso específico, ironicamente, voltando-se contra um petista permanentemente submetido a pressões internas, exatamente pelo fato de adotar discurso e comportamento em desalinho frequente com as orientações de cúpula. Alvo errado, portanto.

Imaginar que a tentativa de retratação resolveu tudo, com um segundo vídeo no qual Kim Kataguiri admite que errou, diz ter sido procurado por gente do MBL cearense e por pelo menos um político, o senador eleito Luis Eduardo Girão (Pros), para mostrar-lhe que não era bem como havia dito etc, seria menosprezar o enorme estrago que a peça inicial causou. A verdade é que as palavras do jovem líder de direita têm forte penetração em setores da sociedade e sua tese viu-se espalhada de maneira grave. O recuo até atenuou, embora ande longe de reparar por completo o que a “denúncia” fomentou de incorreção acerca das causas reais da crise com a qual nos temos deparado desde os primeiros dias do novo ano.

Kataguari, Hasselmann e o tal de “MamãeFalei” estreiam muito mal na esfera pública institucional com o ato de irresponsabilidade que cometeram. Fazê-los responder por isso, inclusive, seria uma forma didática de mostrar que a nova vida na qual estão entrando oferece muito mais possibilidades do que dispunham antes, nos espaços de comunicação que ocuparam com êxito e lhes trouxe até aqui, embora não lhes garanta carta branca para injuriar as pessoas apenas porque são de partidos contrários e ideologia estranha à sua.

Aliás, se há uma coisa com a qual precisam se acostumar na vida parlamentar, a partir da posse em fevereiro, é com a convivência com o contraditório. Será parte indissociável do cotidiano novo que buscaram.

Mídias sociais elevam depressão entre meninas, diz pesquisa

Meninas adolescentes são duas vezes mais propensas que os meninos a apresentar sintomas de depressão em conexão ao uso das redes sociais, segundo estudo do University College London (UCL) divulgado em Londres. Ativistas pediram ao governo britânico que reconheça o risco de páginas como Facebook, Twitter e Instagram para a saúde mental dos jovens.

Uma em cada quatro meninas analisadas apresentou sinais clinicamente relevantes de depressão, enquanto o mesmo ocorreu com apenas 11% dos garotos, segundo o estudo. Os pesquisadores constaram que a taxa de depressão mais elevada é devido ao assédio online, ao sono precário e a baixa autoestima, acentuada pelo tempo nas mídias sociais.

O estudo analisou dados de quase 11 mil jovens no Reino Unido. Os pesquisadores descobriram que garotas de 14 anos representam o agrupamento de usuários mais incisivos das mídias sociais – dois quintos delas as usam por mais de três horas diárias, em comparação com um quinto dos garotos.

Cerca de três quartos das garotas de 14 anos que sofrem de depressão também têm baixa autoestima, estão insatisfeitas com sua aparência e dormem sete horas ou menos por noite.

“Aparentemente, as meninas enfrentam mais obstáculos com esses aspectos de suas vidas do que os meninos, em alguns casos consideravelmente”, disse a professora do Instituto de Epidemiologia e Cuidados da Saúde do University College London, Yvonne Kelly, que liderou a equipe responsável pela pesquisa.

Depressão
O estudo também mostrou que 12% dos usuários considerados moderados e 38% dos que fazem uso intenso de mídias sociais (mais de cinco horas por dia) mostraram sinais de depressão mais grave.

Quando os pesquisadores analisaram os processos subjacentes que poderiam estar ligados ao uso de mídias sociais e depressão, eles descobriram que 40% das meninas e 25% dos meninos tinham experiência de assédio online ou cyberbullying.

Os resultados renovaram as preocupações com as evidências de que muito mais meninas e mulheres jovens apresentam uma série de problemas de saúde mental em comparação com meninos e homens jovens, e sobre os danos que os baixos índices de autoestima podem causar, incluindo autoflagelação e pensamentos suicidas.

Os pesquisadores pedem aos pais e responsáveis políticos que deem a devida importância aos resultados do estudo. “Essas descobertas são altamente relevantes para a política atual de desenvolvimento em diretrizes para o uso seguro das mídias sociais. A indústria tem que regular de forma mais rigorosa as horas de uso das mídias sociais para os jovens”, diz Kelly.

Uso excessivo das mídias sociais
A ministra adjunta para Saúde Mental e Cuidados Sociais, Barbara Keeley, afirmou que “esse novo relatório aumenta as evidências que mostram o efeito tóxico que o uso excessivo das mídias sociais tem na saúde mental de mulheres jovens e meninas […] e que as empresas devem assumir a responsabilidade pelo que ocorre em suas plataformas”.

Tom Madders, diretor de campanhas da instituição beneficente YoungMinds, diz que, embora sejam uma parte da vida cotidiana da maioria dos jovens e tragam benefícios, as redes sociais proporcionam uma “pressão maior” porque estão sempre disponíveis e fazem com que os jovens comparem “as vidas perfeitas de outros” com a sua própria.

(Agência Brasil)

Claro e Net ampliam rede de Wifi em aeroportos. Pinto Martins não foi contemplado

Aeroporto Internacional Pinto Martins, de Fortaleza.

A Claro e a NET estão ampliando a presença de sua rede de Wi-Fi nos aeroportos brasileiros, incluindo o Aeroporto Internacional de Guarulhos (GRU). A partir de agora, por meio de uma parceria com a norte-americana Boingo Wireless (NASDAQ: WIFI) – líder mundial em DAS, small cells e serviços de Wi-Fi para usuários finais, operadoras e anunciantes -, a rede “#NET-CLARO-WIFI” está presente nos 10 principais aeroportos do país, que representam aproximadamente 70% do fluxo anual de passageiros.

São aproximadamente 120 milhões de pessoas por ano que vivem conectadas entre um voo e outro, nos grandes centros urbanos do Brasil, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Manaus, Salvador e Recife.

Além do Wi-Fi no aeroporto, a Claro tem outras ofertas exclusivas para o público que viaja para o exterior e deseja estar sempre conectado. Com o Passaporte Mundo, o cliente pode utilizar seu plano móvel em mais de 80 países, utilizando normalmente como se estivesse no Brasil. Fala Ilimitado com quem necessitar (no país visitado ou em chamadas para o Brasil) e ainda navega no celular utilizando o plano de dados contratado.

“Estamos expandindo as possibilidades de conexão, no Brasil ou no exterior, para que nossos clientes aproveitem ao máximo suas viagens de negócio ou de lazer com a família. Em casa, na empresa, no aeroporto ou até em outros países, a Claro e a NET oferecem a melhor conexão somando diversas tecnologias de última geração, como fibra óptica, 4.5G e Wi-Fi. As mais rápidas conexões de internet e uma comodidade que só a Claro oferece, que permite utilizar seu plano móvel no exterior como se estivesse no Brasil”, explica Marcio Carvalho, diretor de Marketing da Claro.

Veja abaixo a lista de aeroportos que tem o serviço disponível:

· Aeroporto Internacional de Curitiba/Afonso Pena (CWG)

· Aeroporto de Belo Horizonte/Pampulha (PLU)

· Aeroporto Internacional de Minas Gerais/Confins (CNF)

· Aeroporto Internacional de São Paulo/Congonhas (CGH)

· Aeroporto Internacional de Guarulhos (GRU)

· Aeroporto Internacional de Manaus/Eduardo Gomes (MAO)

· Aeroporto Internacional de Recife/Guararapes – Gilberto Freyre (REC)

· Aeroporto Internacional de Salvador/Deputado Luis Eduardo Magalhães (SSA)

· Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão – Antônio Carlos Jobim (GIG)

· Aeroporto Santos Dumont (SDU)

SERVIÇO

*Para se conectar, basta encontrar a rede #NET-CLARO-WIFI (nomenclatura universal da rede em locais públicos) e digitar o mesmo login e senha utilizados para acesso ao site da NET. Para clientes Claro Móvel pós-pago basta criar um login e senha no primeiro acesso.

*O serviço de WIFI em aeroportos é parte da rede oferecida pela Claro Brasil gratuitamente para clientes Claro e NET, e que é composta por mais de 2,5 milhões de pontos espalhados pelo Brasil. Para saber mais informações sobre o serviço basta acessar o link.

*Para contratar o Passaporte Mundo, o Passaporte Américas ou o Passaporte Europa, cliente Claro pode acessar o aplicativo Minha Claro.

(Foto – Paulo MOska)

Bolsonaro está entre as personalidades mais procuradas do mundo no Google

O presidente eleito Jair Bolsonaro é a grande surpresa na lista global das personalidades mais procuradas no Google em 2018. Em 6º lugar, ele aparece à frente do juiz da Suprema Corte dos Estados Unidos, Brett Kavanaugh (7º); de Hailey Baldwin (8º), namorada de Justin Bieber; de Stormy Daniels (9º); da ex-atriz pornográfica, suposto affair de Donald Trump; e da rapper Cardi B (10º).

Quem lidera a lista, segundo informa a Veja Online, é a duquesa Meghan Markle, mulher do príncipe Harry. A cantora Demi Lovato (2º) e o ator Silvester Stallone (3º) completam o pódio dos mais procurados.

O youtuber Logan Paul (4º) e a socialite Khloe Kardashian (5º) são os outros dois nomes à frente de Jair Bolsonaro.

Após vazamento de dados, Google antecipa fim da rede social Google+

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O Google anunciou hoje (10) que vai antecipar o fechamento definitivo da rede social Google+ para abril de 2019 após ter detectado uma nova falha de segurança, que expôs dados de 52,5 milhões de usuários.

“Com a descoberta deste novo erro de software, decidimos acelerar o encerramento do Google+ de agosto para abril de 2019”, disse o vice-presidente de Gestão de Produto do Google, David Thacker.
“Apesar de reconhecermos que há implicações para os desenvolvedores, queremos garantir a proteção de nossos usuários. Começamos o processo de notificar os afetados pela decisão”.

Nomes, endereços de e-mail, emprego e idade de 52,5 milhões de usuários foram expostos a desenvolvedores por um erro do sistema do Google+, mesmo que a conta fosse configurada como privada.

As informações ficaram expostas entre 7 de novembro, quando o Google lançou uma atualização com o erro, e o dia 13 do mesmo mês, data em que o problema foi detectado e corrigido.

O Google+ foi lançado em 2011 e nunca conseguiu cumprir seu objetivo original, que era competir com o Facebook.

(Agência EFE com Agência Brasil)

Polícia do Ceará: mais de 5 mil já sofreram golpes por aplicativo

Se alguém recebe uma mensagem de WhatsApp de um irmão ou amigo pedindo a transferência de dinheiro para uma situação urgente, é possível que a transação seja efetivada rapidamente, ali mesmo pelo internet banking no celular. No entanto, esse tipo de mensagem pode ser um golpe, com a clonagem do número da pessoa.

Essa nova forma de crime está sendo investigada pela Célula de Inteligência Cibernética do Departamento da Polícia Civil do Ceará, que estima que mais de 5 mil pessoas em todo o Brasil tenham sido vítimas dos criminosos. Isso porque o grupo age em vários estados. Alguns suspeitos já foram identificados, incluindo um dos chefes.

No Ceará, 50 casos foram notificados à Polícia Civil por meio de boletim de ocorrência. Um desses casos é o da jornalista Giselle Soares. “Eu estava olhando o celular com menos frequência, porque uma tia e meus primos estavam passando férias aqui. Um dia, estava na casa da minha mãe e um amigo ligou para lá. Achei estranho porque não moro mais com minha mãe. Ele me explicou que alguém se passando por mim havia pedido a transferência de um valor. Quando olhei meu celular, percebi que estava sem sinal e que o WhatsApp não estava funcionando.”

Isso aconteceu porque a operação de clonagem consiste na compra de um chip e na solicitação do resgate do número da vítima escolhida pelos golpistas.

Segundo os dados analisados pelos policiais, o teor das conversas iniciadas pelos criminosos muda de acordo com as pessoas que são abordadas, e os pedidos vão de valores para comprar eletrodomésticos até carros novos.

No caso de Giselle, a pessoa que se passava por ela pedia a transferência de R$ 1,5 mil para dar de garantia pelo aluguel de um apartamento. Seu amigo desconfiou não só do pedido de dinheiro, como dos dados bancários, que eram de outra pessoa.

O diretor da Célula de Inteligência Cibernética, delegado Julius Bernardo, orienta que essa desconfiança seja frequente em conversas virtuais que envolvam dinheiro. “Mesmo que pareça totalmente seguro, é necessário conferir por ligação telefônica ou outros meios se a mensagem recebida realmente foi enviada pelo amigo, cliente, familiar ou chefe.”

Outra forma de evitar esse tipo de crime é habilitando a verificação em duas etapas do WhatsApp. Com esse recurso, qualquer tentativa de registrar o número no aplicativo de mensagens vem acompanhado de um PIN que o usuário desse número configurou.

(Agência Brasil)

Setor de TI apresenta demandas para deputado de Bolsonaro no Ceará

O presidente da Associação das Empresas de Processamentos de Dados do Estado (Assespro) e diretor da Secrelnet, Delano Gadelha, recebeu, nesta semana, empresários do ramo de tecnologia e o deputado federal eleito Heitor Freire (PSL). O encontro ocorreu no Cabaña Del Primo e teve como objetivo apresentar benefícios para o setor de Tecnologia da Informação no Ceará.

“Para nós foi muito produtivo. O deputado foi muito aberto e disponível às demandas do setor de TI e será importante para a interlocução em Brasília. Pediu para que pudéssemos encaminhar o que tivéssemos de demanda para propor soluções e, dentro do possível encaminhar junto ao Congresso Nacional”, afirma Gadelha.

Ele lembra que a TI é um segmento que tem muitas demandas. Entre elas, a desoneração da folha de pagamento das empresas e a bitributação sobre os softwares. “Esperamos ter outras oportunidades como essa para encaminhar outras demandas”, destacou Danilo Gadelha.

(Foto – Divulgação)

Oficina vai ensinar como transformar o lixo eletrônico em brinquedo

A Fundação de Ciência, Tecnologia e Inovação (Citinova) está comemorando o sucesso da Campanha Nata do Lixo, que teve o objetivo de arrecadar o conhecido lixo eletrônico, que acabou aproveitado na Casa da Cultura Digital Iracema em projetos no campo da Robótica Sustentável. Esse projeto envolve alunos do ensino fundamental e médio da rede municipal de Fortaleza.

Dentro das comemorações, oferecerá uma oficina de robótica neste sábado, 1º de dezembro, das 8 às 12 horas. Será ministrada na Casa Digital, que fica na rua Pacajus, 33, na Praia de Iracema. A ordem é ensinar como transformar impressoras, gabinetes de PC, placas antigas, drives de DVD, fontes de notebooks, monitores e baterias em brinquedos robôs.

Vem ai o II Encontro Marketing digital do O POVO

Da Coluna Eliomar de Lima, no O POVO deste sábado (24):

Tudo pronto para a segunda edição do Digital Leads. Trata-se de um evento sobre empreendedorismo e marketing na área digital promovido pelo Grupo de Comunicação O POVO, por meio do BPOP, ferramenta que opera como ativadora de novos negócios. Acontecerá na terça-feira, 27, a partir das 18h30min, no Teatro RioMar Papicu.

O mote será “O Poder do Marketing Digital na Geração de Negócios da sua Empresa” e terá como convidados Daniel Oniesko, executivo do Facebook, que falará sobre o tema “Impulsione seu Negócio com Facebook”; Sanchae Camatti e Lucas Dorini, executivos do BPOP, que abordarão “Ferramentas Digitais para Geração de Leads e Conversão em Vendas”; e Hugo Lopes, professor de MBA em Marketing Digital, que mediará o painel “Marketing Digital para Pequenas e Médias Empresas”.

A proposta é abrir para micro, pequenos e médios empreendedores o horizonte do marketing digital e suas mais modernas ferramentas (inscrições gratuitas pela página especial.opovo.com.br/digitalleads).