Blog do Eliomar

Categorias para Jornalismo

Camilo é o entrevistado nesta noite na GloboNews

O governador do Ceará, Camilo Santana (PT), é o entrevistado do programa Roberto D’Avila, na GloboNews, na noite desta segunda-feira (7), a partir das 23 horas.

Camilo irá falar sobre segurança pública, índices da educação, economia, além do atual cenário político.

Há pouco, o governador do Ceará postou em sua página no Facebook as imagens do estúdio da GloboNews.

(Foto: Reprodução Facebook)

Blog do Eliomar ganha reconhecimento do TRT do Ceará

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O Blog do Eliomar e a Coluna Eliomar de Lima do O POVO receberam o reconhecimento do Tribunal Regional do Trabalho – 7ª Região, diante da homenagem da Comenda Ordem no Grau de Oficial, por meio da indicação do desembargador José Antônio Parente da Silva, com unanimidade de seus pares.

A solenidade será no dia 6 de dezembro, na sede do TRT da 7ª Região, na Aldeota.

Caros leitores, queremos dividir com vocês essa homenagem, pois a credibilidade do Blog passa por cada leitor. O reconhecimento é estendido à Coluna Eliomar de Lima, no O POVO.

Câmara dos Deputados lança ferramenta contra as fake news

A Câmara dos Deputados lançou uma ferramenta para checagem de notícias falsas. O projeto, batizado de Comprove, vai receber demandas de cidadãos e parlamentares, apurar e apresentar uma versão sobre fatos relacionados à Casa e seus integrantes. O recurso foi apresentado nessa quara-feira durante o seminário Fake News, Redes Sociais e Democracia, realizado em parceria com os institutos E se fosse você? e Palavra Aberta.

Por meio de um número de WhatsApp, cidadãos poderão encaminhar dúvidas ou conteúdos para verificar a veracidade das informações. A equipe que abastece a ferramenta ficará encarregada de conferir a autenticidade e responder a demanda, classificando o material como fato, falso ou impreciso.

A iniciativa define fake news como informações com características noticiosas que não correspondem à realidade, amplamente compartilhadas por meios de comunicação com o objetivo de atrair a atenção das pessoas, na medida em que provocam reações inflamadas e irrefletidas – em geral, contra uma pessoa, uma instituição, um fato ou uma ideia.

Para a ferramenta, foi criada uma página própria dentro do portal da Câmara dos Deputados. Nela, serão disponibilizadas as checagens, que poderão ser replicadas por quem desejar. O serviço também apresenta dicas e orientações sobre como evitar, não acreditar ou reproduzir esse tipo de conteúdo.

“É um instrumento que a Câmara vai oferecer à sociedade em defesa da democracia e contra notícias falsas. Para enfrentar este fenômeno é necessário redobrar a confiança na liberdade de expressão e ter mais educação midiática para livrar este mal”, declarou o secretário de Participação, Interação e Mídias Digitais, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP).

O presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu a importância do combate à conteúdos enganosos e ressaltou como a prática atinge a democracia e instituições democráticas, como o Parlamento. A disseminação desse tipo de mensagem, acrescentou Maia, prejudica a imagem dessas estruturas juntamente à população.

“Uma informação falsa em relação a uma votação gera ódio ao Parlamento e vontade de alguns de ir contra as instituições do Estado democrático de direito. Quando o Congresso derruba veto ao projeto de abuso de autoridade, vem a fake news: políticos vão julgar os juízes”, exemplificou, em referência à derrubada de parte dos vetos à Lei de Abuso de Autoridade.

(Agência Brasil)

Jornalista Paulo Nóbrega, ex-Globo Piauí, comandará área de comunicação da Fiec

O jornalista Paulo Nóbrega, ex-TV Verdes Mares e ex-diretor de Jornalismo da TV Clube (Globo), do Piauí, será o novo titular da área de comunicação da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec).

Atendeu a um convite de Ricardo Cavalcante, que assumirá, a partir das 20 horas desta quinta-feira, em solenidade no La Maison, a presidência da federação. Cumprirá o mandato no período de 2019 até 2022.

Nóbrega vai assumir no lugar da jornalista Ana Maria Xavier, que respondia pelo setor na gestão Beto Studart.

(Foto – Divulgação)

Ministério Público do Ceará lança Prêmio de Jornalismo

Será lançado nesta quarta-feira o I Prêmio MPCE de Jornalismo. Com o tema “Atuação do Ministério Público na garantia da Justiça e na promoção de direitos”, o Ministério Público do Estado do Ceará quer premiar jornalistas profissionais, repórteres cinematográficos, repórteres fotográficos e estudantes de Jornalismo, com atuação no Estado.

Segundo a assessoria de imprensa do MPCE, os trabalhos deverão ser inscritos até o dia 12 de novembro próximo, com o profissional podendo concorrer com até três trabalhos cada. A solenidade de premiação, com a divulgação dos vencedores, acontecerá no dia 12 de dezembro.

Categorias

Os trabalhos inscritos nas seis categorias (Jornalismo Impresso, Telejornalismo, Radiojornalismo, Fotojornalismo, Webjornalismo e Acadêmico) devem ter sido publicados no período entre 12 de novembro de 2018 e 12 de novembro de 2019. As publicações devem enfocar as atividades do Ministério Público do Estado do Ceará nas mais diversas áreas de atuação, como: Defesa dos Direitos Humanos, do Consumidor, da Infância, do Idoso, das Pessoas com Deficiência, de Pessoas LGBTQI+, Combate e Prevenção à Criminalidade, Combate ao Crime Organizado, Violência Doméstica, Combate ao Desvio de Recursos Públicos e à Corrupção, Combate à Sonegação Fiscal, Defesa do Direito à Saúde e Educação e Defesa do Meio Ambiente e da Ordem Urbanística, Patrimônio Histórico e Moradia.

Premiação

O autor(a) ou autores(as) vencedor(es) de cada Categoria Profissional receberão R$ 6.000,00 (seis mil reais) e certificado, além de certificados para 2° e 3° colocados. Na Categoria Acadêmico, o prêmio é de R$ 3.000,00 (três mil reais) para o(s) autor(es) da reportagem ou fotografia vencedora e certificado, além de certificados para 2° e 3° colocados.

SERVIÇO

*O edital e os formulários de inscrição do 1º Prêmio MPCE de Jornalismo estão disponíveis em www.mpce.mp.br/premiojornalismo2019.

Colunista da Folha de S.Paulo “sonha” com Tasso presidente

O colunista da Folha de S.Paulo, Elio Gaspari, sugeriu neste domingo (8) a candidatura do senador cearense Tasso Jereissati (PSDB) ao Palácio do Planalto, nas eleições de 2022, diante da liderança do parlamentar na comissão da reforma da Previdência, onde exerce a função de relator.

Gaspari, na terceira pessoa, disse que, ao acordar, voltou a dormir na esperança de despertar em 2023, quando o então presidente Jair Bolsonaro poderá deixar o governo, em caso de derrota em uma suposta candidatura à reeleição.

Eis o tópico “Tasso 22”:

Depois de acompanhar o desempenho, a compostura e o rigor do senador Tasso Jereissati na comissão da reforma da Previdência, um otimista incorrigível sonhou em vê-lo como candidato a presidente.

Acordou feliz. Quando deu-se conta de que era sonho, voltou a dormir, torcendo para acordar em 2023.

(Foto: Arquivo)

Roda Viva – “Não seria melhor demitir repórteres e contratar hackers?”, indagou jornalista a Gleen Greenwald

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O programa Roda Viva, da TV Cultura, foi o assunto mais comentado do Twitter.

Era o entrevistado da atração, nessa noite de segunda-feira, o jornalista Glenn Greenwald, um dos fundadores do site The Intercept Brasil, que divulga mensagens vazadas de conversas envolvendo o hoje ministro da Justiça e Segurança, Sergio Moro, e procuradores da Lava Jato, em Curitiba (PR).

Entre os jornalistas que sabatinaram Glenn, estava Lilian Tahan, editora de redação do portal Metrópoles, de Brasília, que, inclusive, fez uma pergunta, em tom irônico, que gerou muita polêmica e comentários nas redes sociais.

“Não seria melhor demitir repórteres e contratar hackers? Glenn não entendeu, pedindo desculpa por não ter entendido, no que ela emendou a mesma pergunta. Veio a resposta de Glenn:

“Não. Porque jornalistas não têm o direito pra quebrar a lei. Se a Polícia Federal provar que eu ou outro jornalista hackearam alguém para obter informação, nós devemos ser presos, exatamente, como qualquer outro cidadão. Ser jornalista não significa ter o direito para participar de crimes, mas quando você recebe informação, mesmo obtida na forma ilegal, você não tem só o direito, mas a obrigação de publicar. Isso não é um crime.”

(Foto – Reprodução)

Federação Nacional dos Jornalistas divulga nota sobre punição para fake news em eleições

A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) divulga nota sobre disposição da Lei Eleitoral que prevê pena de prisão para quem divulgar ou compartilhar fake news sobre candidato durante as eleições. Confira a preocupação da entidade:

A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) vê com preocupação a derrubada do veto presidencial a um dispositivo da Lei Eleitoral que prevê pena de prisão para quem divulgar desinformação sobre um candidato durante o período eleitoral. A Lei 13.834/2019, na prática, pode ser utilizada contra jornalistas, comunicadores e movimentos populares.

A derrubada do veto aconteceu na quarta-feira, dia 28 de agosto, em sessão com a presença de deputados e senadores, e chegou a ser comemorada por opositores do presidente Jair Bolsonaro, que a consideraram uma derrota política da base do governo. A lei tipifica como crime a denunciação caluniosa com finalidade eleitoral, na medida em que ela der origem a investigação contra alguém inocente. Um parágrafo inclui que está sujeito a pena de 2 a 8 anos de reclusão quem “divulga ou propala, por qualquer meio ou forma, o ato ou fato que lhe foi falsamente atribuído”. Este parágrafo havia sido vetado pelo presidente, mas o veto foi derrubado por deputados e senadores.

A lei prevê que a punição somente acontecerá se a pessoa souber que o candidato é inocente, porém ela abre brechas para condenações arbitrárias. Podem ir para a prisão desde um cidadão comum que divulgar desinformação que recebeu por redes sociais, até comunicadores populares e jornalistas que incomodarem candidatos por meio de notícias ou textos opinativos.

A FENAJ se opõe a qualquer lei que proponha pena de prisão para crimes de opinião, em consonância com a posição de órgãos internacionais de direitos humanos e de liberdade de expressão. Em relação à lei em particular, a entidade se coloca contra a proposta desde o ano passado, quando o assunto foi tema de encontro do Conselho de Comunicação Social, órgão auxiliar do Congresso Nacional em que a entidade tem assento. Em 04 de junho de 2018, a presidenta da FENAJ, Maria José Braga, se posicionou contrariamente a todos os projetos de lei que tratavam de desinformação, já que eles criminalizavam a divulgação de notícias consideradas fraudulentas. Entre eles, estava o projeto que se tornou a lei em questão. O parecer final do CCS, porém, não trouxe uma posição clara sobre o mérito dos projetos, na ocasião.

Prender quem compartilha ou divulga conteúdos que podem ser considerados falsos não é a solução para o problema da desinformação, que é um fenômeno amplo, complexo, e que vem sendo estudado em todo o mundo. A lei é especialmente prejudicial num contexto de ameaças aos direitos democráticos, quando pode ser mais um elemento de perseguição política contra ativistas, comunicadores, movimentos sociais, jornalistas independentes, e até mesmo os grandes veículos de imprensa. O combate a esse fenômeno deve se pautar pela regulação das plataformas de internet, amplo debate junto à sociedade, além da investigação e devida responsabilização dos financiadores e operadores das grandes estruturas que veiculam desinformação, que são os verdadeiros violadores da democracia.

Brasília, 31 de agosto de 2019.

*Diretoria da FENAJ.

Maranguape ganha TV Web a partir desta segunda-feira

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Com reportagens dos jornalistas Jefferson Abreu e Lidiane Gonçalves e imagens do cinegrafista Fábio Leite, o município de Maranguape ganha a partir desta segunda-feira (2) a sua TV Web, com transmissão pelo IGTV, no Instagram.

A reportagem inaugural abordará a insegurança no bairro Novo Maranguape, além da denúncia acerca da obra inacabada do asfaltamento entre Tabatinga e Ladeira Grande.

Segundo o jornalista Jefferson Abreu, filho de Maranguape, as reportagens serão compartilhas pelo canal @tvmaranguapenoticias, com matérias novas às segundas, quartas e sextas, sempre às 17 horas.

As sugestões de pauta poderão ser enviadas para o e-mail plantaotvmaranguapenoticias@gmail.com ou por meio do direct do perfil.

(Foto: Divulgação)

Artigo – “A missão do jornalista cearense atual é virar meme?”

Com o título “A missão do jornalista cearense atual é virar meme?”, eis artigo de Matheus Nunes, estudante do Jornalismo da Uni7 e social mídia. Ele comenta o atual cenário da comunicação na internet e suas consequências. Confira:

Se fôssemos pensar como há 20 anos, seria impossível imaginar que a TV – um dos principais veículos de comunicação de massa já criados – perderia a relevância e a audiência para outro meio.

O que vemos hoje é a internet ganhando cada vez mais espaço e forma. Os mais tradicionais acreditam, porém, que uma informação vinda do telejornal possui mais credibilidade do que aquela replicada nas redes sociais.

E quando esses mesmos telejornais brigam entre si para ganharem um espaço nessas páginas virtuais? E isso já é comum no jornalismo cearense atual. Muitos até forçam a barra para virarem memes.

Ainda se crê que os veículos queiram se regionalizar ainda mais, algo que não se via antigamente. O que mais se percebe é que o sinônimo de audiência virou “viralizar”. Para o bem, ou para o mal.

Hoje, assunto sério vira manchete engraçada. Um carro cair dentro de um buraco é piada. E eu, como estudante, me faço o questionamento: será que os professores estão nos ensinando da forma errada? Não se tem disciplina de memes jornalísticos nas faculdades. Mas, será que teremos em um futuro não tão distante? Vale a reflexão.

Em artigo publicado no jornal O Povo, o jornalista Ronaldo Salgado, professor aposentado da Universidade Federal do Ceará (UFC), acredita que o jornalismo é feito para mudar o mundo. E foi dessa forma que ele escolheu a profissão. Mas, e se fosse hoje? Ele pensaria da mesma forma? Talvez escolhesse não para transformar o mundo, mas sim mudar a forma de fazer jornalismo. Não sabemos o futuro do nosso ofício, mas sabemos o futuro das páginas de humor da internet: compartilhar conteúdos que há anos eram relevantes para a sociedade e que hoje simplesmente viraram piadas.

*Matheus Nunes,

Estudante do 7º semestre – Jornalismo/UNI7  e social mídia.

EBC passa a ser dirigida por um general

O Diário Oficial da União (DOU) publicou o decreto de nomeação do general Luiz Carlos Pereira Gomes para o cargo de diretor-presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

O DOU trouxe também a nomeação de Alexandre Henrique Graziani, até então presidente da EBC, para o cargo de diretor de Operações, Engenharia e Tecnologia da empresa.

(Agência Brasil)

Sindjorce aponta “clara censura” de Bolsonaro na Ancine

Em nota à imprensa, o Sindicato dos Jornalistas do Ceará lamenta o posicionamento do presidente Jair Bolsonaro, que proibiu a Ancine de financiar filmes que envolvem temáticas LGBT e de sexualidade. Confira:

O Sindicato dos Jornalistas do Ceará (Sindjorce) repudia veementemente as decorações do presidente Jair Bolsonaro, que voltou a fazer críticas a obras audiovisuais que buscavam autorização da Ancine (Agência Nacional do Cinema) para captar recursos por meio da Lei do Audiovisual.

Em uma transmissão ao vivo, ele citou filmes que envolvem temáticas LGBT e de sexualidade e disse que a agência não vai liberar verbas para esses projetos. O ato do mandatário é uma clara censura. Uma verdadeira e grave ameaça à ordem pública e ao preceito constitucional da liberdade de expressão e pensamento. Ao mesmo tempo, é inaceitável que a legislação de fomento ao audiovisual brasileiro seja violada.

Lembramos que o ato de vasculhar, escrutinar e submeter conteúdos à prévia autorização do Estado são comuns apenas a governos autoritários, como ditaduras e autocracias. É o que Brasil está se tornando? Um estado fascista? Ao mesmo tempo, a Ancine tem desígnio público e não pessoal. Em nenhum momento a Agência poderia ser submetida às fantasias, preconceitos e limitações intelectuais do mandatário.

Ao mesmo tempo, nos solidarizamos com o associado Émerson Maranhão, um dos cineastas que teve sua obra nominalmente rejeitada pelo governante: “Um filme chama ‘Transversais’. Olha o tema: ‘Sonhos e realizações de cinco pessoas transgêneros que moram no Ceará. Conseguimos abortar essa missão”, disse Bolsonaro na live. A obra citada é uma série documental em cinco episódios, que se debruça sobre o cotidiano, as dificuldades, os sonhos e as realizações de cinco pessoas transgênero que moram no Ceará.

Conforme Émerson e seu parceiro na realização, Allan Deberton, a série pode ter sido selecionada para a banca final de definição dos projetos, quando foi encontrada por Bolsonaro.

Em face do exposto, é necessário que a sociedade brasileira e as instâncias de fiscalização do Governo tomem medidas, em caráter de urgência, para que a presidência se abstenha de atacar a liberdade de expressão e torne o Brasil o laboratório de devaneios de incautos. É preciso chamar o Estado brasileiro à sua responsabilidade. Além disso, é imprescindível que as forças democráticas do país ajam no sentido de interromper a nefasta campanha difamatória de Bolsonaro contra as populações oprimidas (negros/as, mulheres, LGBTs e povos tradicionais) e que esses constrangimentos não mais se repitam.

Sindicato dos Jornalistas do Ceará

Anuário do Ceará traz raio X do Estado em sua melhor edição

Com um capítulo especial sobre a riqueza cultural e histórica do Geopark Araripe, no Cariri, e ainda o mapeamento territorial indígena e quilombola do Estado, Anuário do Ceará 2019/2020 foi lançado na noite desta segunda-feira (12), no Lulla’s Plazzá, pela presidente do Grupo de Comunicação O POVO, Luciana Dummar.

Com 640 páginas, distribuídas em 11 capítulos, o Anuário traz um compilado atualizado dos dados econômicos, políticos, sociais, geográficas e culturais, apresentados por meio de textos, mapas, tabelas, fotos e ilustrações, além de informações sobre como os negócios de impacto estão ganhando espaço no Brasil.

Ainda há o tradicional ranking dos mais influentes na Assembleia Legislativa do Ceará, da Câmara Municipal de Fortaleza e da bancada cearense em Brasília. E, pelo segundo ano consecutivo, também o resultado do Índice Comparativo de Gestão Municipal (ICGM) – Anuário do Ceará-Ipece, elaborado pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), com base em critérios técnicos para mensurar as gestões dos 184 municípios cearenses.

O evento foi prestigiado pelo prefeito Roberto Cláudio; pela vice-governadora Izolda Cela (representante do governador Camilo Santana, que se encontra em São Paulo); pelo presidente da Assembleia Legislativa, José Sarto; pelo presidente da Câmara Municipal de Fortaleza, Antonio Henrique; pelo presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Washington Araújo; pelo presidente do Tribunal de Contas do Ceará, Edilberto Pontes; pelo presidente da Fiec, Beto Studart; além de deputados federais, deputados estaduais, vereadores, economistas, juristas e demais convidados.

A partir desta terça-feira (13) até o dia 3 de setembro, os telespectadores poderão conferir na TV O POVO, das 18h30min às 19 horas, o Anuário Especial. Serão 16 especiais, trazendo convidados e temas que compõem a publicação e o site.

*Confira a íntegra do discurso de Luciana Dummar, presidente do O POVO

Boa noite,

Nunca o Jornalismo foi tão importante. Sinto isso e tenho a certeza: cada um de vocês aqui nesta noite percebe o mesmo em meio ao ambiente beligerante a contaminar palácios, parlamentos, ruas, mesas e até famílias. O papel do Jornalismo ganha envergadura determinante para que ponhamos pés no chão e mãos em bons apertos.

Não interessa ao País, seja na política, seja na economia, na salubridade das relações pessoais, entre compatriotas, o ambiente tóxico do confronto movido por paixões vazias. Para nós que lidamos com passionalidades a todo o momento, há uma carga extra de gazes letais, contra os quais aplicamos oxigênio, o ar puro e benfazejo do Jornalismo.

Em momentos inflamáveis como este que ora vivemos, vem-me à memória o escritor George Orwell. Ele sabia bem qual o amálgama do totalitarismo e traduziu esta sabedoria em uma frase. “Se liberdade significa alguma coisa, significa o direito de dizer às pessoas o que elas não querem ouvir”.

Nenhum governo deve ser tratado com condescendência pela imprensa, nunca, jamais, sob pena de esta mesma imprensa perder sua legitimidade. Uma perda a por em risco a democracia que confere legalidade aos eleitos. As melhores gestões são aquelas cuja maturidade de seus governantes permite lidar com os incômodos do bom Jornalismo.

A propósito, bom Jornalismo, vivemos um tempo em que a conceituação se confunde com a definição do que é propriamente Jornalismo. Este necessário discernimento segue na ordem do dia, ou melhor, do minuto. O território livre da internet, ambiente onde atuamos com recordes de audiência e engajamento, é também espaço para falsas verdades. Também lá, o nosso histórico de confiabilidade é o nosso principal ativo. Notícia e opinião não são commodities.

Quanto mais acirrados os tempos, mais serenos ficamos. Quanto mais dicotômicos, mais equilibrados. À medida que avançam os movimentos de intolerância, mais ponderação buscamos. Aos arroubos da militância de internet, mais prudência.

É assim, indiferente a manadas e preso apenas aos nossos princípios, que o povo atua há 91 anos. Nosso papel tem mais do que dois lados, é plural, mas a escrita é única ela tem o interesse público como balizador de tudo o que produzimos.

Aplicamos este fundamento a cada dia com nossas edições impressas, a cada ano no Anuário do Ceará e a cada instante com nossos portais – do O POVO e do próprio anuário – e em nossas rádios, em Fortaleza, no Cariri e mais recentemente em Teresina. O Piauí marca o começo de nossa expansão além divisas e em breve uma nova e ousada incursão, com o lançamento do Guia de Investimentos de São Paulo.

Nesta expansão nacional São Paulo é só a primeira das praças e tem inspiração no muito bem sucedido projeto Anuário do Ceará. Um produto ancorado no rigor, na precisão e no design, marcas desta casa.

O anuário do ceará chega até vocês esta noite como uma celebração dos valores nos quais acreditamos e procuramos traduzir em forma de conteúdos.

Parabéns a toda a equipe responsável pelo Anuário, a quem abraço com a intensidade de quem vibra com o talento. Um abraço a Amaurício Cortez, seu editor de arte, à editora-executiva, Joelma Leal, e ao editor-geral, Jocélio Leal, a quem confio esta joia do O POVO.

Muito obrigada,

SERVIÇO

*Como comprar o Anuário
Bancas e sede do O POVO

*Venda avulsa: R$ 99

*Assinantes: R$ 79 (na sede do O POVO)

*Assinantes podem solicitar pelo telefone: (85) 3254 1010.

(Fotos: Paulo MOska)

Anuário do Ceará 2019/2020 será lançado nesta noite de segunda-feira

Jocélio Leal é o editor-geral do projeto.

Será lançado nesta segunda-feira, às 19h30min, durante cerimônia no Lulla’s Plazzá, o Anuário do Ceará 2019/2020, a mais antiga publicação em circulação no Ceará. Além do raio x completo do Estado na versão impressa e digital, neste ano, o Anuário traz um capítulo especial sobre a riqueza cultural e histórica do Geopark Araripe, no Cariri.

Outras novidades desta edição são o mapeamento territorial indígena e quilombola do Estado e informações sobre como os negócios de impacto estão ganhando espaço no Brasil. Ao longo de 640 páginas, distribuídas em 11 capítulos, é possível conferir um compilado atualizado dos dados econômicos, políticos, sociais, geográficas e culturais, apresentados por meio de textos, mapas, tabelas, fotos e ilustrações.

Há ainda o tradicional ranking dos mais influentes na Assembleia Legislativa do Ceará, da Câmara Municipal de Fortaleza e da bancada cearense em Brasília. E, pelo segundo ano consecutivo, também o resultado do Índice Comparativo de Gestão Municipal (ICGM) – Anuário do Ceará-Ipece, elaborado pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), com base em critérios técnicos para mensurar as gestões dos 184 municípios cearenses.

“A hiperoferta de informações, pelos mais diferentes meios, valoriza as referências. Felizmente, uma sociedade mais complexa também se torna mais exigente. O volume de dados deixa de ser o único parâmetro e ganham relevância valores como a credibilidade e a boa navegação”, afirma o editor-geral do projeto, Jocélio Leal.

Ele reforça que o critério básico em cada decisão editorial é o interesse do leitor. “No Anuário, primamos pela excelência na apuração e no design, tanto na versão impressa como na digital. No capítulo Guia dos Municípios, por exemplo, cada um dos 184 municípios do Estado é esmiuçado em fichas cujas fontes primárias são instituições públicas e privadas de reconhecida confiabilidade, como IBGE, Ipece, Tribunal de Justiça e agências reguladoras, por exemplo”

Ao longo dos seus 150 anos de tradição, a busca constante pela inovação é uma característica que marca o Anuário do Ceará, afirma a editora-executiva da publicação, Joelma Leal.

“O Anuário é um novo produto a cada edição. Apenas dados imutáveis entre uma edição e a seguinte são mantidos. A mais antiga publicação do Ceará vem catalogando e registrando as mudanças em nosso Estado há cerca de um século e meio, tornando-se referência e presença fundamental em acervos de bibliotecas, escolas, entidades de toda natureza e empresas”.

Hoje, além da versão impressa, o material pode ser consultado em um canal especial (www.anuariodoceara.com.br) que traz, além do conteúdo da edição, extras e atualização de dados. Com manuseio amigável e intuitivo, é possível ainda fazer buscas acerca do Ceará em formato de big data. São, em média, mais de 90 combinações possíveis.

DETALHE – O Anuário do Ceará é uma realização da Fundação Demócrito Rocha e O Anuário é uma realização da Fundação Demócrito Rocha e promoção do O POVO. O trabalho também pode ser conferido no site www.anuariodoceara.com.br e nos programas da TV O POVO.

DETALHE 2 – A publicação tem como editor-geral o jornalista Jocélio Leal e, como editora-executiva, Joelma Leal. Os repórteres Alex Ferreira, Camila Gadelha, Cristina Brito e Felipe Mendes apuraram o conteúdo que o leitor vai encontrar no Anuário do Ceará 2019-2020. A revisão e a checagem são do jornalista Soriel Leiros. O capítulo especial sobre o Geopark Araripe é assinado pelo jornalista Nut Pereira. Os profissionais Rafael Cavalcante, Lorrine Sampaio, Cristiane Frota, Welton Travassos e Robson Pires complementam o time responsável pela arte do Anuário.

SERVIÇO

*Anuário na TV – A partir de 13 de agosto até 3 de setembro, os telespectadores poderão conferir na TV O POVO, das 18h30min às 19 horas, o Anuário Especial. Serão 16 especiais, trazendo convidados e temas que compõem a publicação e o site.

Como comprar o Anuário

Bancas e sede do O POVO

Venda avulsa: R$ 99

Assinantes: R$ 79 (na sede do O POVO)

Assinantes podem solicitar pelo telefone: (85) 3254 1010.

(Com O POVO Online)

Deputados parabenizam Narcélio Limaverde por seus 88 anos

Ícone do radiojornalismo cearense, Narcélio Limaverde ganhou homenagem, nesta quinta-feira, durante sessão da Assembleia Legislativa. Partiu dos parlamentares que destacaram seus 88 anos de vida e 65 anos de profissão. Narcélio apresenta programa matinal na FM Assembleia.

“Desde 1954, quando trabalhava na Ceará Rádio Clube, a PRE-9, e era chamado de ‘locutor dos brotinhos’,passando pela TV Ceará e tornando-se o primeiro apresentador de TV do Estado, ele é referência. Uma referência para nossa história”, destacou Acrísio Sena (PT).

Bom lembrar que Narcélio também foi deputado estadual. Em 1986, foi o mais votado, com 36.468 sufrágios e ainda concorreu como vice de Paes de Andrade à Prefeitura de Fortaleza.

(Foto – C. Holanda)

Narcélio Limaverde completa 88 anos nesta quinta-feira

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Quando entrar no ar, em instantes, com o programa que leva o seu nome, na Rádio FM Assembleia, o radialista, jornalista e escritor Narcélio Limaverde deverá ser festejado por seus ouvintes, pelos 88 anos de vida, dos quais 65 dedicados ao rádio cearense.

História viva do jornalismo do Ceará, Narcélio Limaverde foi o primeiro apresentador de telejornal no Estado, em 1960, na então TV Ceará, pertencente aos Diários Associados.

Exemplo de profissional entre os grandes profissionais do jornalismo cearense, Narcelio nos deu a honra de integrar a equipe do O POVO.

Nossos parabéns ao Narcélio.

(Foto: Divulgação / Narcélio e o deputado José Sarto)

Associação de Imprensa do Ceará empossa nova diretoria no sábado

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A nova diretoria da Associação Cearense de Imprensa, que cumprirá o período 2019/2022, tendo à frente o atual presidente Salomão de Castro, será empossada neste sábado. O ato ocorrerá a partir das 9 horas, na sede da entidade (Centro). A eleição em clima de chapa única ocorreu no dia 7 de junho último.

Segundo Salomão de Castro, entre as metas da nova gestão estão a retomada dos prêmios de jornalismo, o projeto de criação de um Museu da Imprensa em Fortaleza e o estreitamento dos vínculos com a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e as associações de imprensa de outros estados, principalmente as do Nordeste (Pernambuco, Paraíba e Bahia).

Salomão promete expor, durante o ato de posse, o novo modelo das redes sociais da entidade, bem como o site da ACI, cujo projeto segue em desenvolvimento.

Diretoria da ACI

Diretoria Executiva: presidente: Salomão de Castro; vice-presidente: Gutemberg Figueredo; 1º secretário: Paulo Paiva; 2º secretário: Ademir Costa; 1º tesoureiro: Antonio Galdino; 2º tesoureiro: Antonio Edísio; diretora de Comunicação Social: Márcia Catunda; diretor de Patrimônio: Flávio Vasconcelos; diretor de Biblioteca e Hemeroteca: Nilton Melo Almeida; diretor de Atividades Sociais e Culturais: Helly Ellery; suplentes: Emília Augusta Bedê e Wagner Paiva.

Também serão empossados, no Conselho Fiscal, Rita Silveira (presidente), Mara Cristina Castro e Vicente Alencar, como titulares, além dos suplentes Antonio Lima Júnior, Sylvia Helena Braun e Telma Costa.

Já a Comissão de Ética da ACI terá como integrantes Wilame Moura (presidente), Arleni Portelada (vice-presidente), Antônio Reinaldo Oliveira (secretário), Adísia Sá e Gilson Moreira.

SERVIÇO

*Associação Cearense e Imprensa – Rua Floriano Peixoto, 735 – Centro.

(Foto – Facebook)

Sergio Moro: Não podemos ser “generosos” com estrangeiros criminosos

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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, defendeu hoje (30), a Portaria 666, publicada em 26 de julho, em que regulamenta a deportação sumária de estrangeiros considerados perigosos, afirmando que os brasileiros não podem ser “generosos com criminosos”.

Moro destacou que o país é formado, em grande parte, por migrantes das mais diversas partes do mundo, mas que “podemos ser generosos com a imigração, generosos com estrangeiros, mas não devemos ser generosos com criminosos”.

A declaração foi feita durante solenidade no ministério para marcar o Dia Internacional de Combate ao Tráfico de Pessoas, lembrado nesta terça-feira (30). “A portaria não muda o feitio generoso de nossa lei de imigração, mas visa vedar o ingresso no Brasil de estrangeiros suspeitos da prática de crimes extremamente graves, entre eles terrorismo e o crime de tráfico de pessoas”, disse Moro.

Pela manhã, ele também comentou a portaria, que, em seu entender, veio preencher lacunas ao regular uma legislação que “estava um tanto quanto falha”.

“Nenhum país do mundo, tendo o conhecimento de que, por exemplo, tá vindo pessoas suspeitas de envolvimentos em condutas criminais graves, como terrorismo, crime organizado armado, tráfico de drogas, de pessoas ou de armas, ou exploração sexual de crianças ou adolescentes, nenhum país permite”, disse o ministro.

Deportação sumária

A Portaria 666 estabelece que pessoas consideradas perigosas “ou que tenham praticado ato contrário aos princípios e objetivos dispostos na Constituição Federal” poderão ser deportadas sumariamente ou ter seu visto de permanência no Brasil reduzido ou cancelado.

O texto da norma lista entre “pessoas perigosas” os estrangeiros suspeitos de envolvimento com terrorismo; grupo criminoso ou associação criminosa armada; tráfico de drogas, pessoas ou armas de fogo; divulgação de pornografia ou exploração sexual infanto-juvenil ou envolvimento com torcidas com histórico de violência em estádios.

Jornalista

Quando da publicação da portaria, levantou-se a preocupação de que tivesse como objetivo velado retaliar o jornalista norte-americano Glenn Greenwald, do The Intercept Brasil, que mora no país, e desde o mês passado tem publicado mensagens trocadas entre o ministro Sergio Moro e o coordenador da Operação Lava Jato no Paraná, procurador Deltan Dallagnol.

No sábado (27), o presidente Jair Bolsonaro negou qualquer intenção nesse sentido. Ele afirmou que o jornalista “não se encaixa na portaria”.

(Agência Brasil)