Blog do Eliomar

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E.K. Peterson, o autor cearense que faz sucesso no site Amazon

Um autor cearense está fazendo sucesso no site da Livraria Amazon.

E.K Peterson é o pseudônimo que ele usa para assinar “A Fruta dos Olhos – Um conto fantástico”, um conto do gênero terror que está fazendo sucesso entre os internautas. Na última terça-feira, o título chegou a ser o segundo mais vendido na Amazon, perdendo apenas para o “Drácula”, de Bram Stoker.

O cearense E. K Peterson, que não quer revelar seu nome verdadeiro, também assina “O Abraço”, “Martin e Bhai no Castelo Romeveli” e “A feitora de cestas”

XII Festival União da Ibiapaba vai agitar Ipu

Tudo pronto para o XII Festival União da Ibiapaba (FUI) Vai acontecer de 20 a 25 deste mês de agosto, na cidade de Ipu. O evento reunirá música, audiovisual, música e literatura, dentro do objetivo de democratizar o acesso a arte. Serão seis dias de imersão nas mais variadas linguagens com um foco especial na tradição literária do município, que durante a semana do festival completa 178 anos de existência.

Confira a programação

*Feira do livro e Artesanato:

Dos dias 23 a 25 de agosto, no meio da praça principal, será montada uma grande feira a céu aberto, que irá reunir o melhor da literatura e do artesanato local. O objetivo é unir e proporcionar uma grande troca de saberes, aberta a quem quiser somar ao movimento literário.

*Mostra de cinema:

Animação é a linha que define o jovem trabalho audivisual de Ipu. Com muita vontade, jovens do município vem trabalhando o cinema sob este viés. Por conta disso, o Festival dedica um momento para o cinema. Com o objetivo de trazer capacitação a aprimoramento ao núcleo audivisual da região, a oficina Roteiro de ficção e cinema, com o renomado cineasta Nirton Venâncio, acontece no dia 22, finalizando com a exibição do melhor que vem sendo produzido quando o assunto é cinema na Ibiapaba.

*Saraus musicais:

De 23 a 25, sempre aos finais de tarde, os ipuenses poderão se encantar pela magia sonora dos saraus musicias. Com recitais de textos e poesias, serão feitos por de escritores e músicos da região.

Quinta-Feira – 23 de agosto

Grupo Choro Feliz (Ipu)

Abertura do II FuiFest – Festival de Música Autoral da Ibiapaba

Os Transacionais

Sexta-Feira – 24 de agosto

Igo Negão (Ipu)

Final do II FuiFest – Festival de Música Autoral da Ibiapaba

Renegados

Dona Leda

Sábado – 25 de agosto

Pedro e Benício

Amado Batista

Toca do Vale

Palestras Literárias:

Uso da Leitura Literária Como Ferramenta de Ampliação de

Repertório no ensino fundamental.

Data:20 de Agosto de 2018

Horário:19 às 21 horas

Publico Alvo:200 Professores de ensino Fundamental da região

Local:Auditório da Escola Patronato

Novas Mídias em sala de Aula

Data:21 de Agosto de 2018

Horário:19 às 21 horas

Publico Alvo: 200 Professores do Fundamental avançado e médio.

Local:Auditório da Escola Patronato

A Cultura como fonte de valorização do desenvolvimento humano

Facilitadores:Ana Miranda e Fabiano Piuba Cidade: Ipu/Ceará

Data:24 de Agosto de 2018

Horário:17 às 19 horas

Publico Alvo: Professores, Escritores e Interessados da região

Local:Auditório da Escola Patronato

Mostra de cinema:

Oficina:Roteiro de Ficção em Cinema

Facilitador:Nirton Venâncio

Local:Casa de Cultura

Data:22 de Agosto de 2018

Horário:14:00 às 17:00

Exibição da Produção de Cinema da Ibiapaba

Local:Casa de Cultura

Data:22 de Agosto de 2018

Horário:17h30 às 20h

Debates literários:

Inspiração e Transpiração – Do Ato Criativo ao Livro Cidade

Local:Academia Ipuense de Letras

Data:23 de Agosto de 2018

Horário:15h às 17h horas

PúblicoAlvo:Escritores locais,professorese interessados pela

literatura da região

Literatura Universal – Dos Papiros as Novas Mídias Cidade

Local:Academia Ipuense de Letras

Data:24 de Agosto de 2018

Horário:15h às 17h

Público Alvo:Escritores locais, professores e interessados pela

literatura da região

Inspiração e Transpiração – Do Ato Criativo ao Livro Cidade

Local:Academia Ipuense de Letras

Data:23 de Agosto de 2018

Horário:15 às 17h

Público Alvo: Escritores locais, professores e interessados pela

literatura da região

Literatura Universal – Dos Papiros as Novas Mídias Cidade

Local:Academia Ipuense de Letras

Data:24 de Agosto de 2018

Horário:15h às 17h

Público Alvo:Escritores locais, professores e interessados pela

literatura da região

Literatura Elementar – Do Alimento das Artes a Transformação

Social

Local:Academia Ipuense de Letras

Data:25 de Agosto de 2018

Horário:15h às 17h

Público Alvo:Escritores locais, professores e interessados pela

literatura da região

Saraus musicais:

Local:Academia Ipuense de Letras

Data:23, 24 e 25 de agosto de 2018

Horário:17h30 às 19 horas

II Encontro dos Agentes de Leitura da Região

Local:Escolas Selecionadas dos 5 Distritos de Ipu

Data:24 de Agosto

Horário:7h30 às 17h30

público-alvo:Agentes de Leitura.

VII – Feira do Livro e Artesanato Feira do Livro

Local:Praça Iracema

Data:23, 24 e 25 de agosto de 2018

Horário:18h às 21h

SERVIÇO

*Rogério Soares – produtor: 99814-8477.

(Foto – Arquivo)

Révia Herculano é a mais nova imortal da ACL

A vencedora do Prêmio Osmundo Pontes de Literatura 2008, com a obra Chão Aberto, a escritora e professora Révia Herculano, é a mais nova integrante da Academia Cearense de Letras, em disputa há tempo não vista na entidade, quando sucessivas votações ocorreram, até que o quórum mínimo de 20 votos fosse alcançado. Concorria com a professora a também escritora Vera Moraes, que na última votação obteve 14 indicações.

A vaga em disputa era do escritor e pesquisador Carlos D’Alge, falecido há oito meses.

(Foto: Arquivo)

Ubiratan Aguiar tem biografia lançada no próximo mês

O ex-presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Ubiratan Aguiar, atual presidente da Academia Cearense de Letras, terá sua biografia lançada dia 11 de setembro, no Ideal Clube de Fortaleza.

A obra “Ubiratan Aguiar – Pelas sendas do tempo” é de autoria da jornalista e biógrafa Luiza Helena Amorim, autora também do livro “Dolores Feitosa – Resiliente como a caatinga”, de 2013.

Jovens escritores lançam livro na Academia Maracanauense de Letras

Uma antologia de jovens escritores de Maracanaú marca a manhã deste sábado (11), no Teatro Dorian Sampaio, em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza.

A iniciativa é do presidente da entidade, Francisco Siqueira, autor de livros como uma obra sobre a dona Eunisia Barroso, ex-coordenadora da Pastoral Carcerária.

Os jovens escritores são estudantes da escola pública de Maracanaú.

(Foto: Reprodução Facebook)

Márcia Alcântara conta em livro uma saga contra a silicose

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Da querida médica pneumologista Márcia Alcântara, eis um convite para esta sexta-feira. Ela lançará o romance “Poço”, a partir das 19 horas, na Livraria Cultura.

Na publicação, Márcia conta a saga de  Joel e Doutora Sara, um alter-ego da autora. Os dois lutam, com mais alguns aliados, contra uma doença letal, até determinado momento desconhecida, e que, em 10 anos, matou mais de duas centenas de homens jovens, e mataria mais de mil e duzentos, se não tivesse acontecido a intervenção espontânea de um grupo de pessoas altruístas e de valorosas atitudes humanas.

No texto ficcional de Márcia com raízes em fatos reais, o leitor é convidado a acompanhar a saga dos dois na descoberta da silicose, em uma narrativa onde, da sombra da morte se constrói uma teia de resistência e bravura com consequências impensadas desde o governador do estado ao mais simples cavador.

“Feminismos Plurais” – Segundo livro da coleção será lançado nesta terça-feira em Fortaleza

Será lançado em Fortaleza, nesta terça-feira, às 19 horas, o livro “O que é Encarceramento em Massa?”.

De autoria da pesquisadora Juliana Borges, é o segundo da coleção “Feminismos Plurais”, organizada por Djamila Ribeiro e que tem como editora o Grupo Editorial Letramento, além do selo do Justificando.

O ato de lançamento acontecerá no auditório da ADUFC Sindicato, no bairro Benfica.

Livro sobre a construção de Brasília será lançado em Fortaleza

A escritora argentina Mercedes Urquiza lançará nesta sexta-feira, às 19 horas, na Livraria Leitura (Shopping Rio Mar Papicu), o livro “A Trilha do Jaguar: Na Alvorada de Brasília”. A publicação conta as memórias da autora sobre a construção de Brasília, um dos marcos da história do Brasil. Após lançamento em Fortaleza, o exemplar ficará a venda na Livraria da Editora Senac Ceará, informa a assessoria de imprensa do evento.

As 250 páginas do livro, distribuídas em 30 capítulos, trazem fotos da coleção particular, imagens únicas da época da construção e muita lembrança do surgimento da Nova Capital. Mercedes Urquiza, seu marido Hugo Maschwitz, e o pastor alemão Fleck, chegaram a morar em um barraco de madeira sem luz, água quente e telefone no Núcleo Bandeirante — conhecido como Cidade Livre, na época.

Homenagem aos pioneiros

Mercedes e o marido participaram ativamente da construção da Nova Capital, onde ela trabalhou como corretora oficial da Novacap e revendedora de material de construção para os primeiros prédios da cidade. Com tantas histórias, fotos, além de muitas lembranças, a ideia de fazer um livro foi ganhando força, mas só começou a se tornar realidade em 2015. “O livro já estava na minha cabeça há muito tempo, mas sempre achava que, para conseguir escrevê-lo, teria que me isolar do mundo e aí fui adiando”, explica ela.

O livro foi lançado em abril, no Salão Negro do Ministério da Justiça, em Brasília. A ideia de fazer o lançamento também em Fortaleza, segundo a Gerente da Editora Senac Ceará, Denise de Castro, representa para a autora, uma homenagem ao numeroso contingente de pioneiros cearenses que partiram para Brasília na busca de novas oportunidades na Capital da Esperança.

SERVIÇO

*Livraria Leitura do Shopping Rio Mar – Rua Desembargador Lauro Nogueira, 1500 – Papicu.

Gilmar de Carvalho: Uma família

Com o título “Gilmar de Carvalho: uma família”, eis artigo de Magela Lima, ex-secretário da Cultura de Fortaleza e professor universitário. Ele aborda livro do também professor Gilmar de Carvalho, que luta sempre pelo resgate da cultura do Estado. Confira:

A frase nem é minha, mas reproduzo como se fosse: “Ainda bem que tem o Gilmar, para a gente se encontrar”. Tem toda razão, a querida Luciana Giffoni! Mais que um professor, uma referência, um ombro amigo, Gilmar de Carvalho especializou-se ao longo da vida em tecer afetos. É longa, longíssima, a lista de partilhas e afinidades que ele ajudou a construir por onde passou. Talvez, nem fosse essa sua intenção, mas a verdade é que acabou por criar uma família.

Basta ver o clima de Natal a cada uma de suas invenções. Assim, lançamentos de livros, exposições, palestras e afins não passam de pretexto para uma explosão de carinho de uma sinceridade ímpar.

Gilmar é sempre um convite para matar saudades, uma certeza de abraços calorosos, de risadas despreocupadas e, sobretudo, uma oportunidade preciosa para trocas criativas. É impossível vê-lo sempre fazendo tanto, criando tanto, e não ser contagiado.

Gilmar é um receituário de criatividade. É um exemplo. Sempre generoso, sempre dedicado, rigoroso, obsessivo, apaixonado, não há meio termo em sua obra. Muito menos, meio termo em sua vida.

Quando elege uma questão para tratar, ele vai até o fim. Que o diga seu passeio recente pelo mundo encantado das rabecas. Nesse 2018 estranho, Gilmar nos fez respirar com nada menos que uma exposição linda, uma série de apresentações e um livro primoroso em parceria com Francisco Sousa sobre o tema.

Tirinete – Rabecas da Tradição foi minha companhia durante as férias de meio de ano. Uma viagem profunda e delicada. Em suas mais de 400 páginas, conheci tanta lindeza, tive vontade de pegar a estrada com Gilmar e Francisco outra vez. Li sem pressa, imaginando as andanças dos dois pelo oco do mundo, como diz Ana Miranda no prefácio, e desejando ter herdado de Gilmar, nessa metade da minha vida em que convivo com ele, a capacidade extraordinária que ele tem de ser tão íntimo das coisas simples. Obrigado, Gilmar.

*Magela Lima

lima.magela@gmail.com

Jornalista e professor do Centro Universitário 7 de Setembro.

A nossa culpa na crise do mercado editorial brasileiro

Com o título ” A nossa culpa na crise do mercado editorial”, eis artigo de Jáder Santana, jornalista e editor no O POVO. Ele aborda a situação complicada da Livraria Cultura, por exemplo. Confira:

A crise que o mercado editorial vem enfrentando no Brasil e no mundo não é novidade. No vermelho desde 2012, a Livraria Cultura realizou uma das mais faladas operações financeiras do ano passado, anunciando a aquisição das operações brasileiras da Fnac, ganhando 12 novas lojas em sete estados e diversificando seus negócios. Poucas semanas antes desse anúncio, o presidente da Cultura, Sérgio Herz, havia declarado em entrevista, assumindo o cenário de instabilidade: “Se a Amazon vier aqui dizendo que quer me comprar, eu vou avaliar. Vai pagar bem?”

Em fevereiro último, a Barnes & Noble, maior rede de livrarias dos EUA, anunciou a demissão de 1.800 funcionários em 781 lojas, o que geraria economia de custos de aproximadamente US$ 40 milhões. Em pouco mais de um ano, as ações da empresa registraram uma baixa histórica: caíram de US$ 8,575 para US$ 4,60 por ação. Um dos maiores e mais antigos investidores da casa, David Abrams, vendeu todas as suas ações – cerca de 13% do valor total.

No campo das queixas e justificativas, quase todos os dedos da culpa apontam para a Amazon e sua política predatória de vendas: promoções diárias, grandes investimentos em marketing direcionado e fretes gratuitos. O crescimento da empresa, com um número cada vez maior de lojas físicas em inauguração, subverteu o discurso de que os livros estão fora de moda e de que já quase não se lê.

Mas a corrente da crise enfrentada pela Barnes & Noble, nos EUA, e pela Livraria Cultura, no Brasil, tem um elo ainda mais fraco. As pequenas livrarias, as lojas de bairro, são as que mais prejuízo sofrem nesse cenário de migração para uma experiência virtual de compras. Algumas se esforçam para a criação e consolidação de um calendário de atividades que movimentem o espaço entre as estantes e prateleira. São sobreviventes.

Fazia tempo que havia me rendido às facilidades da Amazon, mas há cerca de um ano decidi voltar a frequentar lojas físicas. Por opção, decidi acabar com as caixas de livros promocionais que chegavam pelos correios e se acumulavam pela casa. Vou à livraria quando preciso de uma nova leitura, escolho a partir da pilha de livros em mãos. É melhor assim. Essa experiência é impagável.

*Jáder Santana

jader.santana@opovo.com.br

Editor do O POVO.

O Ceará e a fofocaria

Com o título “A fofoca como gênero literário”, eis a crônica do jornalista Henrique Araújo, que pode ser conferida no O POVO desta quarta-feira. No texto, ele brinca e afirma que “… instituímos a fofoca como ponto cardeal da cultura com quase um século de antecedência em relação às fake news.” Confira:

No Ceará, a fofoca é mais que atividade comezinha, traquitana verbal ou penduricalho doméstico: é coisa séria. Entre nós, fofocar é gênero literário cultivado desde a chegada dos primeiros portugueses.

Consta que foi na base do disse-me-disse que o aldeamento passou a povoado e deste a vila, de modo que, desde a sua fundação, o Ceará dependeu da fofoca pra se firmar em meio às desavenças políticas e amorosas, impondo-se não pela força ou pelo convencimento, mas pela intriga.

À falta de símbolos sagrados ou ameaças potenciais de estrangeiros, coube à fofoca esse papel social. Por aqui, a catequese sempre se voltou à vida alheia, com a igreja fundada no mundanismo do assunto privado e nossos padres dedicados ao evangelho da alcova.

Novidadeiros, libertamos os escravos antes de todas as províncias do império, flertamos com o modernismo muito antes da Semana de 1922 e instituímos a fofoca como ponto cardeal da cultura com quase um século de antecedência em relação às fake news.

Mais expressiva que o cordel, mais popular que o forró, mais pegajosa que a rapadura, a fofoca é símbolo nosso. Como o artesanato em palhinha, o potinho de areia colorida ou o baião de dois com peixe frito, alimenta as engrenagens do ethos cearense, a ponto de denominar a própria Capital.

A operação semântica, conduzida pelas boas e más línguas, combina dois vocábulos, resultando no neologismo “Fofocaleza”, nome pelo qual a cidade atende a uma de suas vocações mais urgentes: dar a conhecer a vida de outrem por meio da disseminação não autorizada de fatos verídicos ou inventados.

Elemento coesivo, a fofoca cumpre assim função vital. Numa terra agreste onde cada metro quadrado já é um feudo e em toda esquina há um VAR do poderoso de plantão, a fofoca é também estratégia de sobrevivência. Na política ou na cultura, na economia ou na literatura, no trabalho ou no amor, exercitá-la é um ato de força da coletividade sobre o indivíduo.

Signo dúbio, a fofoca também é vanguardista. Como gênero literário, representa a escrita de si e dos outros, uma das vertentes mais em voga na literatura contemporânea, capaz de mimetizar acontecimentos sem de fato dizer se se trata de verdade ou mentira. Ora, ao fofoqueiro interessa sobretudo essa zona cinzenta na qual não se distinguem quem é o emissor da fofoca e quem é o personagem-alvo, restando apenas a zoada.

Nesse sentido, o Ceará, como já vem fazendo com a energia eólica, tem desperdiçado o grande potencial econômico da fofoca. Afinal, dos sete mitos fundadores da cearensidade (a fofoca, a hospitalidade, o humor, a macheza, a matutice, o recalque e a viçagem), ela é que mais se destaca.

É injustificável, por exemplo, a falta de uma “Flifoca” (Festa Literária da Fofoca), um “Focal” (micareta dedicada apenas ao gênero), uma “Foloca” (maloca da fofoca) ou um “Fofoca Vip” (evento no qual forrozeiros se juntam para emitir juízos morais sobre a vida privada de Wesley Safadão, dividindo-se entre facções pró-Mileide e pró-Thyane).

Também inacreditável que, entre dezenas de tapiocarias, esmalterias e gelaterias, não tenha surgido ainda um empreendedor de visão para apostar num negócio genuinamente cearense: a “fofocaria”.

*Henrique Araújo,

Jornalista do O POVO.

Vem aí o VI Congresso de Escritores, Poetas e Leitores do Ceará

Vem aí o VI Congresso de Escritores, Poetas e Leitores do Ceará. O evento, uma realização do Grupo Cultural Chocalho, em clima de 34 anos de existência, ocorrerá nos dias 24 e 25 de julho, na Casa José de Alencar.

Na programação, com início a partir das 9 horas, haverá lançamento de livros, palestras, exibição de filmes e muita música, informa o organizador do evento, professor e poeta Auriberto Cavalcante. Ele diz que o congresso comemora também o Dia do Escritor – 25 de julho.

Confira a programação completa: