Blog do Eliomar

Categorias para Literatura/Filmes

Irapuan Aguiar, advogado e articulista do Blog, agora é da Academia Fortalezense de Letras

Advogados Humberto Cunha, Djalma Pinto e Irapuan Diniz Aguiar.

Articulista deste Blog, o advogado e professor Irapuan Diniz Aguiar acaba de ser informado pelo cúpula da Academia Fortalezense de Letras (AFL) de que vai integrar como membro essa entidade.

Irapuan Aguiar ocupará a cadeira que tem como patrono o escritor e poeta Moreira Campos.

“Partilho esta notícia com o dileto amigo”, diz, em comunicado, Irapuan, no que comemoramos também essa conquista.

BNB fomenta encontro sobre incursão do brega na Literatura

Gênero musical brasileiro comparado ao twist e às baladas de rock dos anos 1960 nos EUA, o brega tem avançado para outras linguagens artísticas. Para falar sobre a incursão do brega na Literatura, o Centro Cultural Banco do Nordeste Fortaleza promoverá um diálogo entre dois escritores que já levaram o tema para suas obras de ficção: Thiago de Góes e Ricardo Kelmer, autores de Contos Bregas e Trilha da Vida Loca, respectivamente.

O encontro, segundo a assessoria de imprensa do Banco do Norcdeste, está marcado para terça-feira, às 15h30min, no CCBNB (Centro). A entrada é gratuita.

Ambos os autores escreveram histórias fictícias inspiradas ou epigrafadas por versos de canções populares imortalizadas por cantores como Waldick Soriano, Reginaldo Rossi e Fernando Mendes, entre outros ícones da música brega.

Perfil dos convidados

Thiago de Góes é jornalista e escritor potiguar, radicado em Fortaleza. Tem três livros de contos publicados: “Contos Bregas”, “Lobas, Deusas e Ninfetas” e “Cavalo Negro e Outras Histórias Fabulosas”. Sua literatura é uma forma de subverter a banalidade do cotidiano.

Ricardo Kelmer é escritor, roteirista e letrista musical. Mora em Fortaleza e São Paulo. Produtor do Bordel Poesia (sarau e festa) e do projeto Letra de Bar. Apresenta-se em bares e teatros com shows musicais-literários. Ateu e democrata incondicional. Adepto do amor e das relações livres.

SERVIÇO

*CCBNB – Rua Conde d’Eu, 560. Centro.

*Entrada franca.

(Foto – Divulgação)

Livro sobre Thomaz Pompeu será lançado em Fortaleza

De autoria do jornalista e pesquisador Jáder Santana (O POVO), será lançado nesta quinta-feira, às 19 horas, o livro Thomaz Pompeu. O ato ocorrerá na Livraria Leitura, no Shopping RioMar Fortaleza.

A publicação, da Editora Dummar, é uma biografia de um cearense que foi empresário, jurista e que, durante a 2ª Guerra Mundial, conseguiu fotografar o quebra-quebra que se instalou no Centro de Fortaleza quando afundaram navios brasileiros.

Haverá debate com Thaís Jorge, jornalista e pesquisadora da UFC, com mediação da também jornalista Iana Soares, editora de imagem do O POVO).

(Foto – Paulo MOska)

Biografia de Parsifal Barroso será lançada no dia 15 de maio em Fortaleza

Luís-Sergio Santos e sua Isabela Martin.

O livro “Parsifal: um intelectual na política”, de autoria do professor Luís-Sérgio Santos (UFC), será lançado em Fortaleza, dia 15 de maio próximo, às 19 horas, na Livraria Cultura. A publicação vem com o selo da Editora Escrituras (SP) e do Instituto Myra Eliane, presidido por Igor Queiroz Barroso.

Esta biografia preenche uma lacuna na historiografia do Ceará: narra a trajetória política do mais jovem ministro do presidente Juscelino Kubitschek. Eleito governador do Ceará, Parsifal Barroso foi o marcante político que costurou a coligação “União pelo Ceará” que elegeu Virgílio Távora governador. Ou seja, Parsifal derrotou VT em 1958 e ajudou a elegê-lo governador em 1962.

O livro tem 464 páginas e por ele desfila importante período da história do Ceará e do Brasil.

SERVIÇO

*Livraria Cultura – Avenida Dom Luís, 1.010 – Aldeota.

De ficção e realidade

Editorial do O POVO deste domingo (1º) avalia o filme sobre a Lava Jato, produzido pela Netflix. Confira:

Como tudo o que acontece no Brasil atualmente, não passaria sem protestos a série O Mecanismo, inspirada na operação Lava Jato, assunto que também já havia gerado o filme Polícia Federal – A lei é para todos, de Marcelo Antunes, do mesmo jeito alvo de polêmica.

A série, produzida pela Netflix e dirigida por José Padilha, conta o início da operação que ainda investiga o maior esquema de corrupção no Brasil. A primeira temporada termina com a prisão de empreiteiros participantes da rede criminosa.

Apresentada como “obra de ficção inspirada em fatos reais”, a série traz personagens identificáveis para quem acompanha os acontecimentos políticos. E os problemas começam aí. Padilha passou a ser recriminado por, supostamente, falsear a realidade, principalmente ao pôr na boca do personagem João Higino (o ex-presidente Lula) a famosa frase de Romero Jucá, qual seja, a necessidade de “estancar a sangria” da Lava Jato.

Janete Ruscov, a personagem que representa Dilma Rousseff, aparece no filme em situações comprometedoras, das quais a ex-presidente não participou. Assim, Dilma passou a acusar Padilha de espalhar “fake news”.

Em favor do diretor diga-se que suas investidas não se restringiram aos personagens petistas. Thames (Temer) e Lúcio Lemes (Aécio Neves) são apresentados como golpistas e conspiradores. Mas a questão é: pode-se exigir de um filme, de um quadro ou de um livro que eles respeitem os “fatos”, quando o próprio conceito de obra de arte pressupõe liberdade total para criar a sua própria realidade, inclusive aquela descolada da verdade factual?

Assim, pode uma série de ficção – ainda que inspirada em fatos reais – ser acusada de produzir informação fraudulenta?

A resposta óbvia é não. Agora, protestos contra a obra também são livres. E, talvez Padilha fizesse melhor se se dispusesse a responder as críticas sem desqualificar o interlocutor, como fez com a ex-presidente Dilma, a quem acusou de “não saber ler”, por ter desconsiderado o alerta no início dos episódios.

Aceitar críticas e saber diferenciar ficção e realidade ajudaria a desarmar os espíritos.

René Barreira lança o livro “A Universidade que vivi” em clima de emoção e rebeldia

O livro “A Universidade que vivi”, do ex-reitor René Barreira e do jornalista Ítalo Gurgel, teve lançamento na noite desta quinta-feira (22), nos jardins da Reitoria da Universidade Federal do Ceará, no Benfica. A apresentação foi feita pelo reitor Henry Campos.

A obra conta o crescimento da Instituição, diante de medidas econômicas e da expansão de campi.

Prestigiaram o evento ex-reitores, escritores, economistas, jornalistas, advogados, empresários, entre outras categorias.

Ato, dos mais concorridos, lotou os jardins da Reitoria.

Num dado momento do seu discurso, René Barreira destacou ter vivido seus melhores dias de vida na UFC. Lembrou de amigos colaboradores, agradeceu o apoio e destacou que sua gestão, tida como democrática, assim foi reconhecida graças a uma equipe dedicada.

René viveu, nesse período, a experiência de enfrentar vários protestos de alunos. Em alguns, até ocupação da reitoria, no que sempre buscava o diálogo. Para ele, um sinal de que a democratização do País estava chegando e não podia ser barrada jamais.

No momento em que o ex-reitor destacava esse período de abertura, eis que um “convidado inusitado” cruzou a área em que autoridades faziam seus discursos.

(Fotos – Paulo MOska)

Poeta Juarez Leitão falará sobre “Personagens esquisitos do cotidiano antigo de Fortaleza”

O professor e poeta Juarez Leitão, também membro da Academia Cearense de Letras (ACL), dará palestra, a partir das 15 horas desta terça-feira, na sede do Instituto do Ceará (Praça da Igreja do Carmo).

Atendendo a um convite do presidente da entidade, o ex-governador e também imortal Lúcio Alcântara, ele fará sobre tema dos mais interessantes e curiosos: “Personagens esquisitos do cotidiano antigo de Fortaleza “.

Professor René Barreira e jornalista Ítalo Gurgel lançam livro sobre a UFC

“A Universidade que vivi” é o título do livro do professor René Barreira e do jornalista Ítalo Gurgel, que será lançado na quinta-feira (22), a partir das 19 horas, na Reitoria da Universidade Federal do Ceará (UFC), no bairro benfica.

A apresentação da obra será do próprio reitor da UFC, professor Henry Campos.

Um livro sobre a vida de Glorinha

Será lançado nesta sexta-feira, a partir das 19 horas, na Livraria Leitura, do Shopping Rio Mar, o livro “A Casa da Vida” (Tagore Editora, 326 páginas, R$59,00). É o terceiro livro da escritora Adriana Kortlandt, que mora na Alemanha.

A obra conta a trajetória de Maria da Glória Nascimento de Lima, a nordestina que foi criada em Juazeiro do Norte (CE), a Glorinha, como é conhecida por todos. Ela ficou orfã cedo, foi criada por um frei e montou o Lar da Criança Padre Cícero, que acolhe crianças abandonadas.

*Mais sobre autora e obra aqui.

(Foto – Divulgação)

Associação Metropolitana de Letras sob nova direção

Lêda Maria e seu marido, o também jornalista Souto Paulino.

Será nesta sexta-feira, às 19 horas, no auditório da Academia Cearense de Letras (Palácio da Luz), a solenidade de posse da nova diretoria da Academia Metropolitana de Letras de Fortaleza (AMLEF).

Assumirão Régis Frota como presidente e o ex-vereador Marcus Fernandes na vice-presidência. Completando a diretoria os acadêmicos José Bonfim de Almeida Jr., José Cláudio Carneiro, Jaildon Correia, Francisco Castro, Lêda Maria Souto, Luiz de Gonzaga Fonseca Mota e o Padre Geovane Saraiva.

(Foto – Balada In)

Livro discute crise política brasileira pelo olhar das mulheres

Será lançado no próximo dia 2, às 19 horas, na sede do PSOL, em Fortaleza, o livro “Tem Saída? Ensaios Críticos sobre o Brasil”, da Editora Zouk. A publicação reúne formulações de dezenas de mulheres que buscam apresentar um panorama nacional sobre a situação politica brasileira. Na programação, a presença de Helena Vieira (uma das autoras) e de Joanna Burigo (organizadora) que baterão papo com convidados.

A obra, que congrega ativistas de Norte ao Sul do País, ganha forma a partir do entendimento de que as crises pelas quais o Brasil passa são antigas, enraizadas na sociedade brasileira, e remetem à mesma saída: o aprofundamento do projeto democrático desde a base.

No rol de mulheres que compõem a iniciativa, referencia-se Helena Vieira. Única mulher trans a contribuir nesta coletânea, ela é radicada no Ceará e incide politicamente nas pautas relacionadas a direitos humanos. “É preciso resgatar a imaginação como potência política”, anima a autora. Para Helena, esta é uma das saídas possíveis apontadas para as crises que permeiam a esquerda e a política – assunto discorrido no livro.

SERVIÇO

*Sede do PSOL Ceará – Avenida do Imperador, 1397.

*Organização: Winnie Bueno, Joanna Burigo, Rosana Pinheiro-Machado, Esther Solano

*Autoras: Adriana Facina, Avelin Buniacá, Catarina Brandão, Daniela Mussi, Flávia Biroli, Fhoutine Marie, Helcimara Telles, Helena Vieira, Juliana Borges, Jussilene Santana, Laura Astrolábio, Laura Sito, Linna Ramos, Luciana Genro, Luka Franca, Manuela D’Ávila, Marcia Tiburi, Marielle Franco, Sâmia Bomfim, Suzane Jardim, Suelen Aires Gonçalves, Tatiana Roque, Tatiana Vargas Maia.

Fortaleza será sede da I Feira da Literatura Cearense

O público amante da literatura terá um encontro marcado com a programação da I Feira da Literatura Cearense. O evento ocorrerá de 8 a 10 de maro próximo, no Centro Cultural do Banco do Nordeste (CCBNB), em Fortaleza. O projeto é uma realização da Casa do Prosa, com o patrocínio do BNB e Enel, através da Lei do Mecenato da Secretaria de Cultura do Estado do Ceará e Ministério da Cultura por meio da Lei Rouanet.

A I Feira da Literatura Cearense promete ser uma oportunidade para as editoras e autores cearenses apresentarem seus projetos editoriais, autorais, gêneros e os espaços conquistados nos últimos anos. Na organização, os mesmos produtores Feira do Livro Infantil de Fortaleza, que acontece há sete anos, porém com uma visão e ação destinado a literatura local”, explica Almir Mota, o coordenador-geral do evento.

Programação

A participação feminina é destaque na programação com 17 escritoras em lançamentos, bate-papos e oficinas literárias. Na abertura, quinta-feira (8), às 10 horas, acontece exposição e venda de livros, seguido do lançamento “Revirando meu guarda roupa” com a autora Fernanda Façanha e Um Vestido para Tutti com Tânia Dourado. Teremos ainda a presença das autoras Mara Monteiro, Isabel Golveia, Clara Lêda, Evan Bessa, Fátima Lemos, Francinete Azevedo, Sônia Nogueira, Arlene Portelada e Socorro Acioli, encerrando a Feira com o lançamento Diga, Astragud. Elas brindam a presença das mulheres na literatura cearense.

Nesta primeira edição da feira, os organizadores reuniram um grande elenco de 17 editores e 33 escritores, grupos literários, contadores de histórias e músicos para tornar a programação ainda mais dinâmica e atrativa. Do veterano escritor e músico cearense Eugênio Leandro, realizando show e lançamento do livro As Moradoras do Céu, o artista completa quarenta anos de carreira. Também um bate-papo com lideranças sociais como o Preto Zezé, da Central Única de Favelas (Cufa), passando por apresentações de O Sarau Pescaria com o Grupo Literário Pescaria, de Varjota/CE, o debate Desafios do Mercado Editorial Alternativo no Ceará”, com os escritores e editores Alan Mendonça, Talles Azigon e Raymundo Netto, exposição de livros, recitais de poesia e vários encontros literários como o que acontecerá com o jornalista e escritor Xico Sá, dia 9 de março, às 19 horas.

Lançamentos

No total, serão 12 lançamentos de livros, que alcançam abordagens acadêmicas como o livro Avaliação de Educação, Desempenho Escolar e Gestão Pedagógica dos professores Casemiro Campos, Fabricia Viana e Eliana Alves. “Realmente temos uma diversidade de estilos muito grande e, principalmente, a presença do talento dos autores cearenses já reconhecidos nacionalmente e outros novos que estão surgindo realizando um trabalho muito bom como Talles Azigon, que participará da roda de conversa Desafios do Mercado Editorial Alternativo no Ceará”, explica Júlia Barros, coordenadora executiva do projeto.