Blog do Eliomar

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Bailarina Wilemara Barros terá biografia lançada neste sábado no Theatro José de Alencar

O lançamento do livro “Wila”, na noite deste sábado (11), a partir das 18 horas, no pátio do Theatro José de Alencar, encerra as homenagens ao “Ano Wilemara Barros”, bailarina e professora de técnica clássica, escolhida em 2014, pela Cia. Dita e pela direção do TJA, pelos 40 anos de palco.

O livro, com 196 páginas e organizado pelos coreógrafos Fauller e Alysson Amâncio e pela jornalista Izabel Gurgel, ex-diretora do Theatro José de Alencar, reúne fatos, depoimentos, fotografias, documentos pessoais e de profissionais da dança brasileira e de outras linguagens artísticas que conviveram e contracenaram com a bailarina em quatro décadas.

A biografia da bailarina Wilemara Barros conta ainda com contribuições coletivas, em textos de importantes profissionais da dança brasileira e de outras linguagens, como David Linhares, Flávio Sampaio, Rosemberg Cariry, Mark Greiner, Thereza Rocha, Cláudio Bernardo, Thaís Gonçalves, Claudia Pires e outros.

(com informações da Secult)

Fundadora da Universidade Sem Fronteiras lança reomance

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Zilma e seu Antonio Mourão Cavalcante.

A professora Zilma Cavalcante lançará, às 18 horas da próxima segunda-feira, na Livraria Cultura,  o romance A Dança do Tempo – Outono estação da colheita (Editora Arsol, SP). O romance é centrado em personagens na maturidade – geração 68, seus sonhos, aventuras e amores.

Expõe a certeza de que a velhice pode ser um tempo de felicidade, nunca sendo tarde para viver e amar.

DETALHE – Zilma tem doutorado em Gerontologia Social e, em Fortaleza, criou um projeto pioneiro no Brasil: A Universidade Sem Fronteiras.

(Foto – Paulo MOska)

“Coração Sertão”, de Gentil Barreira, é lançado nesta quinta-feira

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Dor e lamento que contradizem a esperança vinda dos céus. Esse é o principal tema do livro “Coração Sertão”, do fotógrafo Gentil Barreira, que será lançado nesta quinta-feira (26), a partir das 19h30min, na Imagem Brasil Galeria (rua Rocha Lima 1707 – Aldeota).

A obra registra paisagens da maior estiagem no sertão cearense, nas últimas décadas, entre os anos de 2012 a 2014.  O livro também traz textos de autores consagrados da literatura cearense, que revelaram em palavras as duas faces do sertão: o verde e a seca, de vida e morte.

A coordenação literária é do escritor Gylmar Chaves e de Patricia Veloso, que assina também a coordenação editorial da publicação.

Palácio da Luz passa por reforma

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A obra de reforma do prédio-sede da Academia Cearense de Letras – o histórico Palácio da Luz (Centro), já começou. Segundo o presidente da ACL, José Augusto Bezerra, o projeto custará R$ 800 mil e deverá ficar pronto até maio próximo.

No projeto, reforma do salão nobre da academia, inclusão de um auditório e outra novidade: a entrada do prédio voltará a ser pela rua Sena Madureira.

* Sobre o Palácio da Luz, leia mais aqui.

O rei e o mago

Enviado ao Blog, o jornalista Nicolau Araújo brinda 2015 com um conto de paz, de sua autoria. Confira:

Há muito tempo, havia um reino onde um príncipe logo se tornaria rei. Idealizando o apogeu do seu futuro reinado, o príncipe reuniu todos os magos e feiticeiros e recompensaria aquele que lhe desse o poder de destruir os seus inimigos.

Após inúmeras feitiçarias e porções mágicas, o príncipe não sentiu nenhum presságio do seu obcecado desejo. Desprezados, os bruxos abandonavam o palácio quando, o último a renunciar, garantiu ao jovem monarca que, na mais alta montanha do reino, morava um velho mago que certamente lhe concederia tamanho poder.

O príncipe então viajou alguns dias até escalar a grande montanha, e, esperando encontrar um rico castelo, se defrontou com uma cabana e antigos manuscritos. Perguntando ao velho morador sobre a possibilidade de lhe ser concedido o poder de destruir os seus inimigos, o príncipe confirmou o seu anseio.

– Porém, terá que merecer tamanho poder! Condicionou o mago.

O príncipe então regressou ao palácio a fim de esperar o merecido dia.

Ao chegar o dia de sua coroação, o novo rei emprega o seu plano de expansão e declara guerra ao reino vizinho.

Após inacabadas batalhas, era grande o sofrimento dos dois reinos. O rei então ordena a presença do velho mago no palácio e exige o grande poder.

– Para que conquistar o reino vizinho, se lá já existe um rei, tão querido quanto vossa majestade, que vossos súditos vos defendem até com as próprias vidas? Lembre-se, para adquirir tamanho poder terá que merecê-lo, contestou o velho mago.

Na razão de um mago, o rei propõe a paz na fronteira.

Passados alguns meses e o rei é surpreendido por uma rebelião em seus domínios, provocada por um antigo reino, conquistado por um antigo rei. Não conseguindo submeter os insurgentes, o jovem monarca ordena o regresso do velho mago ao palácio e, novamente, exige o grande poder.

– Tivera o vosso reino o ensejo de adaptar os vossos costumes a um povo que resiste na esperança de lograr suas tradições, justo seria recuperar-lhe a civilização. Lembre-se, para adquirir tamanho poder terá que merecê-lo, argumentou o velho mago.

No direito de um povo, ressurge um grande reino.

Alguns anos depois, na paz e prosperidade do seu reino, o rei oferece uma grande festa aos seus súditos e aos reinos vizinhos e convida o velho mago ao palácio. Na humildade de um grandioso soberano, indaga ao velho sobre o prometido anseio. O mago, curvando-se pela primeira vez ao majestoso, responde:

– Poder maior o meu rei conseguiu, pois, além de destruir os inimigos, tornou-os amigos.

Pescando na Bienal do Livro

Da Coluna Menu Político, no O POVO deste domingo (21), pelo jornalista Plínio Bortolotti:

Muita gente criticou a edição deste ano da Bienal do Livro do Ceará. Alguns reclamando da “desorganização”; outros, da falta de um número maior de autores “importantes”; vários para dizer que o evento foi apenas uma grande “feira” de livros e, pior, com poucas editoras de destaque.

Porém a crítica mais certeira veio de Lia Martins (@liabmartins), que postou o seguinte na rede social Twitter: “Essa foi a Bienal do Livro com mais cara de SANA a que eu já fui na vida. No melhor sentido”. “Sana”, para quem não sabe, é o evento anual da cultura japonesa, com seus mangás (gibis), séries de TV, jogos e outros produtos da indústria cultural nipônica, ambiente normalmente frequentado por adolescentes vestindo “cosplay” (fantasia) de seus personagens favoritos.

De fato, na Bienal, havia um imenso número de editoras de livros próprios para adolescentes – em que campeiam vampiros e outros seres fantásticos -, incluindo um estande em que se podia, virtualmente, “entrar no livro”, com a simpática jovem autora à disposição para autografar a sua obra; e outro em que se anunciava aos gritos que tal série de livros (já esqueci o nome) “agora tem final”, chamando os passantes para conhecer o segredo.

Na contracorrente dos que criticam os jovens por lerem literatura juvenil (queriam o quê?), penso que cada um deve começar por onde gosta. Melhor do que obrigar à leitura de José de Alencar para depois o menino ficar odiando o autor de Iracema para o resto da vida, sem atentar para a importância do cearense para as letras nacionais.

Assim, me diverti – mas não aceitei – ao ser convidado para “entrar no livro”, e nem fui atraído para conhecer o final da tal história da qual eu nem sabia o começo – ou mesmo que existia. (Também recusei, muito educadamente – a mocinha que oferecia a revista não tem culpa nenhuma -, a aderir a uma assinatura da Veja.)

Tampouco me incomoda a bienal como “feira de livro”. Gosto de flanar pelos estandes; principalmente minerar nas bancas de livros a R$ 10 – onde, vez por outra, se esconde uma pedra de valor, como foi o caso (em outra bienal), quando topei com Eric Arthur Blair, mais conhecido como George Orwell, ele contando como ficou na pior em Paris e Londres – uma edição de 1986, da editora Philobiblion -, que somente mais recentemente mereceu uma edição renovada de editora “importante”.

Nesta bienal, o que pesquei – no qual até agora somente dei uma visada – foi Máscaras e codinomes – O espetáculo da política brasileira (1961-1984), livro que reúne crônicas do jornalista José Carlos Oliveira para o Jornal do Brasil, no período indicado no título. O organizador da publicação (editora Civilização Brasileira), Jason Tércio, classifica o jornalista como “o grande cronista dos anos de chumbo”.

Chamou-me a atenção esta citação na contracapa: “No Brasil, uma embriaguez dionísica acometeu a esquerda – a mesma embriaguez que neste momento perturba os sentidos da direita vitoriosa. Ninguém viu a luz, apenas a cegueira mudou de dono”. Ainda não verifiquei de qual crônica (e de qual ano) foi extraído o trecho, mas será que não retornamos a esse ponto, cambiando-se os lugares entre direita e esquerda?

Se a Bienal de 2016 quiser ser melhor do que a deste ano, tem de começar a ser preparada agora. A deste ano perdeu para a anterior até em número de público. Em cima da hora é difícil fazer algo que ganhe mais elogios do que críticas.

Livro editado no Ceará traz polêmica de projeto no Congresso Nacional sobre adoção homoafetiva

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Um dos temas mais polêmicos em discussão no Congresso Nacional é a adoção de crianças por casais homoafetivos. Substitutivo do deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF), com base no Estatuto da Família, espera proibir a adoção ao definir família como “o casamento ou união estável entre homens e mulheres e seus descendentes”.

O tema é um dos 13 assuntos abordados no livro “Direitos Humanos: Histórico e Contemporaneidade”, editado pela OAB, secção Ceará, lançado na XI Bienal Internacional do Livro do Ceará, no Centro de Eventos, no bairro Edson Queiroz.

A obra possui 27 autores e teve como uma das organizadoras – e também autora – a professora da Unifor, doutoranda em Direito, coordenadora especial de Políticas Públicas dos Direitos Humanos do Gabinete do Governador do Estado do Ceará, Ana Paula Araújo de Holanda.

Livro de Direitos Humanos é destaque na Bienal Internacional do Livro do Ceará

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O livro “Direitos Humanos: Histórico e Contemporaneidade”, editado pela OAB, regional do Ceará, é uma das atrações da XI Bienal Internacional do Livro do Ceará, que será encerrada nesta quarta-feira, no Centro de Eventos. Com 27 autores, o livro traz temas como “Adoção de crianças por pares homoafetivos masculinos”, “Sobre os direitos do homem”, “Direitos sexuais como um direito humano”, “Direitos dos consumidores e deveres de proteção”, além de outros 13 temas.

Para a professora da Unifor, Ana Paula Araújo de Holanda, doutoranda em Direito, coordenadora especial de Políticas Públicas dos Direitos Humanos do Gabinete do Governador do Estado e uma das organizadoras da obra, o tema Direitos Humanos vem despertando cada vez mais o interesse da sociedade, diante de questões que passaram a ser comuns no dia a dia das pessoas, como a união homoafetiva e adoção de crianças por pares homoafetivos.

DETALHE – O Dia Internacional dos Direitos Humanos é comemorado nesta quarta-feira (10).

Izolda Cela visita a XI Bienal Internacional do Livro do Ceará

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A ex-secretária estadual da Educação e vice-governadora eleita Izolda Cela visitou a XI Bienal Internacional do Livro do Ceará. Ela aproveitou uma pausa entre as reunião que definem o escalão do próximo governo e percorreu vários estandes da Bienal, que ocupa espaços no Centro de Eventos.

Izolda Cela, para quem não se lembra, tornou-se referência nacional por ações à frente da Seduc como o Programa de Alfabetização na Idade Certa (Paic), exposto em stands da própria Bienal.

XI Bienal Internacional do Livro do Ceará – Escritor Lira Neto é convidado do Café Literário

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Que tal uma pausa na correria diária para discutir literatura de forma leve e com grande autores? Essa é a proposta do Café Literário, que começou agora há pouco na programação da XI Bienal Internacional do Livro do Ceará.

Para iniciar a programação do espaço, o escritor cearense Lira Neto, vencedor do Prêmio Jabuti, e a jornalista de cultura Raquel Cozer fazem uma discussão sobre o tema “O resenhista e o crítico literário na (in)formação do leitor”.

A programação é gratuita e ocorre no térreo do Centro de Eventos. A Bienal prosseguirá até domingo.

(Foto – Divulgação)

BNB Cultural receberá escritor Milton Hatoum

ESCRITOR MILTON HATOUM

Milton Hatoum, um dos maiores escritores contemporâneos do Pais, estará em Fortaleza na próxima terça-feira. Ele é o convidado do Clube do Leitor, programa do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza. O encontro começará às 19 horas, com entrada gratuita.

Premiado com o Prêmio Jabuti, considerado um dos mais importantes na literatura nacional, Hatoum busca inspiração nas águas do rio Amazonas, mesclando pedaços de memória para compor um quadro contundente da sociedade brasileira. Nasceu em Manaus, em 1952 e foi professor de Literatura da Universidade Federal do Amazonas e professor visitante da Universidade da Califórnia.

 

XI Bienal Internacional do Livro do Ceará com lista de homenagens

A abertura da XI Bienal Internacional do Livro do Ceará contará com a presença do escritor amazonense Milton Hatoum, um dos homenageados da edição. Na ocasião, ele participará da conferência de abertura “O autor modernista”, a partir das 19 horas do próximo sábado, no Centro de Eventos. A Bienal homenageia também o contista cearense Moreira Campos. Hatoum já escreveu quatro romances: Relato de um Certo Oriente, Dois Irmãos, Cinzas do Norte (todos ganhadores do Prêmio Jabuti de melhor romance) e Órfãos do Eldorado. Os seus livros já venderam mais de 200 mil exemplares no Brasil e foram traduzidos em oito países, como Itália, Estados Unidos, França e Espanha.

A XI Bienal Internacional do Livro do Ceará vai ter como tema “Fortaleza de Moreira Campos”. Na programação, diversas atividades simultâneas, entre feira de livros, oficinas, palestras, mesas-redondas, lançamentos de livros, exposições, colóquios, apresentações ao vivo de podcasts, rodadas de RPG, convenções, debates e shows lítero-musicais.

DETALHE – A organização espera 600 mil visitantes e o horário de funcionamento será das 9 às 22 horas.

Ipea expõe em livro a guerra fiscal entre os Estados

A baixa autonomia para a formulação de políticas públicas dos estados, em geral, e a restrita autonomia fiscal dos estados das regiões de menor desenvolvimento, como Norte e Nordeste. A guerra fiscal e o endividamento dos governos estaduais são temas tratados no livro “Governos Estaduais no Federalismo Brasileiro – Capacidades e Limitações Governativas em Debate”, que será lançado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), na terça-feira (2), em Brasília.

Organizado pelo técnico de Planejamento e Pesquisa Aristides Monteiro Neto, a série de artigos aponta para o fato de que os governos estaduais no Brasil contemporâneo possuem baixas capacidades governativas para a elaboração e execução de estratégicas de desenvolvimento.

(Ipea)

Tudo o que você não queria saber sobre drogas

Da Coluna Menu Político, no O POVO deste domingo (23), pelo jornalista Plínio Bortolotti:

Muito provavelmente o livro Um Preço Muito Alto vai contrariar tudo o que você sabe (ou pensa que) sobre drogas. Entre essas crenças, a versão de que o crack é uma droga tão poderosa que vicia na primeira dose. O autor mostra que o crack e a cocaína em pó são “qualitativamente” a mesma droga, portanto seus efeitos são os mesmos. Como prova, ele expõe a estrutura química do hidrocloreto de cocaína (a droga em pó) e de sua pasta base (o crack), mostrando que são praticamente idênticas. “Boa parte do que achamos que sabemos a respeito de drogas, vício e escolhas possíveis está errada”, diz ele.

O autor do livro é o neurocientista Carl Hart, professor dos departamentos de Psicologia e Psiquiatria na Universidade de Columbia, Estados Unidos. A incomum carreira de Hart explica porque ele resolveu estudar as drogas ilegais e mostra o caminho percorrido até chegar às conclusões que contrariam o senso comum.

Negro, de família pobre e problemática, Hart – que cultiva longas tranças rastafári – foi criado nos guetos de Miami: usou drogas, vendeu-as e cometeu vários outros delitos quando era adolescente. Foi salvo de destino parecido de amigos e parentes – prisão ou morte – quando, recrutado pela Aeronáutica, resolveu estudar.

Carl Hart mostra que o vício na droga não pode ser explicada fora do contexto em que é consumida e que são vários os fatos que levam à dependência, entre eles a pobreza e a exclusão social. Atribuir todo “comportamento condenável” ao uso de drogas é um erro que leva ao aumento do preconceito contra negros e pobres, diz ele.

Ao contrário do senso comum, Hart não atribui às drogas os problemas familiares ou da sociedade. Tomando a sua própria vida como exemplo, ele diz que, antes mesmo da introdução do crack, em seu bairro “diversas famílias já eram dilaceradas pelo racismo institucionalizado, a pobreza e outras forças”. Valendo-se de pesquisa em jornais, ele mostra que a cada vez que uma nova droga é introduzida no comércio, a ela é atribuída todos os males, de forma sensacionalista, com a ajuda da imprensa.

Para ele, o uso da droga, mesmo que regularmente, não é, em si mesmo um distúrbio: “O hábito de beber não é um problema para a maioria das pessoas, o mesmo se aplica às drogas ilegais”. Ele somente considera “vício” se o uso da droga interferir nas “funções vitais importantes”, como o cuidado com os filhos, o trabalho e as relações íntimas. Entre os 20 milhões de americanos consumidores de droga, ele diz que o percentual de viciados fica entre 10% e 25%.

O autor considera que o vício, principalmente nas comunidades excluídas – a maioria negras -, se dá pelo fato de não existirem “estímulos alternativos”, como o cuidado familiar, educação de qualidade e trabalho para os jovens. Carl Hart também decompõe a figura do viciado como “doidão” disposto a qualquer coisa para conseguir mais uma dose. Em uma de suas experiências (autorizadas) ele oferece – em seu laboratório – um cachimbo de crack a viciados e, depois da primeira dose, lhes pergunta se eles querem outra ou cinco dólares em dinheiro. Muitos deles preferem o dinheiro derrubando o mito, segundo Hart, de que a primeira dose gera uma “ânsia irreversível” ou “sequestra a mente” do viciado, impedindo que ele tome decisões racionais.