Blog do Eliomar

Categorias para Literatura/Filmes

Livro de Estrigas será lançado no próximo sábado

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O Mini Museu Firmeza foi o local escolhido pelo artista Nilo Firmeza, o “Estrigas”, para o lançamento do livro e documentário “NicEstrigas – Arte e Afeto”. Morto no último dia 2, aos 95 anos, Estrigas terá respeitado o seu desejo. No próximo sábado, às 10 horas, a publicação, organizada pelo amigo, artista plástico e poeta Bené Fonteles, será lançada sob a sombra das mangueiras do Sítio no Mondubim, que no último dia 9 recebeu as cinzas do artista. O evento é aberto ao público.

O projeto foi iniciado em 2012, como uma homenagem ao casal que teve papel definitivo nas artes plásticas cearenses. Mesmo após o falecimento de Nice, em abril de 2013, a produção da exposição, do livro e documentário teve continuidade com a colaboração direta de Estrigas.

Em 180 páginas, NicEstrigas – Arte e Afeto tem mais detalhes da cronologia dos dois artistas, que dedicaram quase 60 anos de vida juntos a receber as pessoas no sítio no Mondubim, onde moravam e fundaram em 1969 o Mini Museu Firmeza. Ali, eles apresentavam aos visitantes o desenvolvimento do processo das artes visuais no Ceará, da pré-história ao contemporâneo.

Arquiteto Marcos Maia lança primeiro livro de poesias

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O arquiteto, músico, escritor e produtor cultural cearense Marcos Maia lançará seu primeiro livro de poesias nesta quinta-eira, a partir das 19 horas, no Espaço O POVO de Cultural e Arte. O título é “Estradas” e traz um conjunto de 49 poemas escritos entre os anos de 1990 e 2003. O livro tem prefácio do escritor e músico potiguar Reynaldo Bessa (Prêmio Jabuti em 2009 na categoria poesia com o livro “Outros Barulhos”) e ilustrações do arquiteto e músico cearense Alexandre Vital.

A obra foi viabilizada de forma independente e contou com a ajuda de alguns parceiros: a cervejaria-escola Sinnatrah, a produtora cinematográfica Kinema e a produtora cultural Coletivo Supernova, esta última responsável pela operacionalização de todas as fases (impressão, divulgação e distribuição). Em 2012, o autor lançou seu primeiro livro de contos, intitulado “Do escuro e depois”.

“Estradas” foi lançado em São Paulo, na Tenda Cultural Ortega y Gasset, na USP, em maio de 2014, com sessão de autógrafos, apresentação de um vídeo doc e pocket show.

Lira Neto, com “Getúlio II”, ganha Prêmio Jabuti

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O livro “Getúlio – Do governo provisório à ditadura do Estado Novo (1930-1945)”, de autoria do jornalista e escritor cearense Lira Neto, venceu a 56ª edição do Prêmio Jabuti, na categoria biografia. O Jabuti é considerado o mais importante prêmio literário do Brasil.

Em segundo lugar ficou o livro “Wilson Baptista: o samba foi sua glória”, de Rodrigo Alzuguir, e a terceira colocação ficou para Mary Del Priore, com “O castelo de papel”, que conta a história da Princesa Isabel e seu marido, o Conde D’Eu.

Apesar de vencedores de algumas categorias já terem sido anunciados, a cerimônia de entrega acontecerá do Prêmio acontecerá apenas em 18 de novembro, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo.

(O POVO Online)

Prêmio Nobel de Literatura sai para escritor francês

“O Prêmio Nobel de Literatura foi concedido ao escritor francês Patrick Modiano, anunciou hoje (9) o júri. “Por meio da arte da memória, ele evocou os mais inapreensíveis destinos da humanidade”, afirmou o secretário permanente do Comitê do Nobel, Peter Englund, ao anunciar o nome de Patrick Modiano.

Modiano, de 69 anos, recebeu algumas das mais importantes premiações francesas como o Prêmio Goncourt, em 1978, o Grande Prêmio de Romance da Academia Francesa, em 1972, e o Grande Prêmio Nacional das Letras de França, em 1996.

Patrick Modiano, o décimo quinto autor francês agraciado com o Nobel da Literatura, é considerado um mestre da literatura francesa contemporânea. Ele é autor de mais de 30 títulos, muito marcados pela experiência da Segunda Guerra Mundial e pelas sequelas da ocupação nazista. O prêmio será entregue em uma cerimônia em Estocolmo, em 10 de dezembro, dia do aniversário do industrial Alfred Nobel, que instituiu a premiação.”

(Agência Lusa)

Professor Vianney Mesquita e mais um rebento literário

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O professor Vianney Mesquita lançará nesta quina-feira, às 19 horas, nos jardins da Reitoria da Universidade Federal do Ceará, o livro Nuntia morata – Ensaios e Recensões.

Com ensaios de literatura e comunicação. Na apresentação da obra e do autor o acadêmico Dimas Macedo.

DETALHE – Vianney foi nosso professor no Curso de Comunicação Social da UFC. Loas ao mestre.

 

Quer saber o que é Nuntia Morata?

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=wQCeXabeZ_Q[/youtube]

O professor e jornalista Vianney Mesquita lançará nesta quinta-feira, às 19 horas, nos jardins da Reitoria da UFC, o livro “Nuntia Morata – Ensaios e Recensões”. É o seu décimo sexto livro que será apresentado pelo acadêmico Dimas Macedo.

Em conversa com a reportagem do Blog, Vianney Mesquita deu detalhes sobre a obra.

Secult lamenta morte de Artur Eduardo Benevides

Em nota enviada ao Blog, a Secretaria da Cultura do Governo do Estado do Ceará lamenta a perda do poeta Artur Eduardo Benevides. Confira:

A literatura brasileira está de luto, com a despedida do príncipe dos poetas cearenses. A perda de Artur Eduardo Benevides, anunciada neste domingo, entristece todo o povo cearense, pela importância da obra tecida pelo autor de “Inventário da tarde”, “Noturnos de Mucuripe e Poemas de Êxtase e Abismo”, “Canção da Rosa dos Ventos”, entre tantos livros que se tornaram referenciais para a poesia cearense, também reconhecidos por muitos no âmbito nacional, publicados no decorrer de uma vida longa e prolífica.

Membro da Academia Cearense de Letras desde a década de 50, Artur Eduardo Benevides sempre foi identificado com a instituição, pela intensidade com que a manteve em destaque, ao longo de tanto tempo, chamando atenção para a importância da literatura e para a valorização dos autores cearenses.

Tão relevantes quanto os inúmeros prêmios literários que conquistou foram sua atuação como professor e o trabalho que sempre desenvolveu em prol da literatura cearense, na promoção de concursos, na revelação de novos autores e na publicação de ensaios sobre vários integrantes de nossa cena literária, muitas vezes de menos visibilidade do que faria por merecer a qualidade da obra de nossos escritores.

A Secretaria de Cultura do Governo do Estado do Ceará presta homenagem a Artur Eduardo Benevides, manifesta condolências e se solidariza com os familiares, amigos e leitores, em especial com os integrantes da Academia Cearense de Letras, tão identificada com o grande e já saudoso poeta. Que possamos, conjuntamente, trabalhar para que sua obra se mantenha em destaque e seja cada vez mais conhecida, estudada e apreciada, por novas gerações de leitores.

Paulo Mamede

secretário de Cultura do Governo do Estado do Ceará

Morre o “príncipe dos poetas cearenses” Artur Eduardo Benevides

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O poeta Artur Eduardo Benevides morreu neste domingo (21), aos 91 anos, de falência múltipla dos órgãos. Ele estava internado em um hospital particular de Fortaleza desde agosto com problemas de pneumonia. O corpo está sendo velado desde as 18 horas, no salão nobre da Academia Cearense de Letras, no Centro. A família ainda não informou o local e o horário do sepultamento, nesta segunda-feira (22).

Artur Eduardo Benevides nasceu em Pacatuba no dia 25 de julho de 1923. Bacharel em Direito e em Letras, exerceu por muitos anos a função de procurador da Legião Brasileira de Assistência e foi professor e diretor da antiga Faculdade Católica de Filosofia (de onde sairia a UECE), da Faculdade de Letras e do Centro de Humanidades da Universidade Federal do Ceará.

(O POVO Online)

Livro traz artigos e crônicas da filosofia do Direito

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Ensaios sobre Sociologia, Política e Filosofia do Direito, além da trajetória de artistas, cientistas e pensadores da linguagem e da sociedade. Estes são os temas abordados no livro “Direito e Literatura”, de autoria do poeta, jurista, crítico literário e historiador Dimas Macedo, que será lançado nesta quarta-feira (17), às 19 horas, no Náutico Atlético Cearense.

O livro conta de 77 artigos publicados no portal direitoce e na revista Gente de Ação, órgãos com os quais o autor colabora de forma regular. Dimas Macedo também é mestre em Direito, professor da UFC, membro da Academia Cearense e Letras e da Academia de Ciências Sociais do Ceará.

Marina turbina até o mercado literário

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“Por motivos óbvios, a biografia de Marina Silva – Marina Silva, a Vida Por Uma Causa -, escrito pela jornalista Marília de Camargo César, está ganhando uma nova fornada da editora Mundo Cristão.

Lançada em 2010, já vendeu 28 000 exemplares. A expectativa da editora espera chegar aos 40 000 cópias até o final do ano. É uma biografia autorizada, na qual Marina indicou até o autor do prefácio, o cineasta Fernando Meirelles.”

(Coluna Radar, da Veja Online)

Lira Neto e o seu “Getúlio III”

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O jornalista lira Neto lançou, nessa noite de quinta-feira, na Livraria Cultura, a última parte da trilogia (1934-45) sobre Getúlio Vargas. Ele reconstitui acontecimentos políticos e pessoais dos últimos anos de vida do ex-presidente brasileiro.

Houve sessão de autógrafos e bate-papo de Lira com o jornalista Jocélio Leal, do O POVO.

VAMOS NÓS – Lira Neto hoje é uma referência nacional em sua área, que dá orgulho ao povo do Ceará. Pessoa de nossa estima.

(Foto – Ana Aranha)

ACL comemora 120 anos de fundação

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Da Coluna Vertical, no O POVO desta quarta-feira (27):

A Academia Cearense de Letras estará comemorando, nesta quinta-feira (28), 120 anos de fundação. A programação festiva começa com uma missa a ser celebrada, a partir das 18 horas, na Igreja do Rosário, que integra a Praça dos Leões (Centro), onde a entidade fincou sua sede. Em seguida, no auditório da ACL, haverá sessão solene coordenada por José Augusto Bezerra, presidente, que fará breve histórico daquela que é a mais antiga academia do gênero no País.

Na sessão solene, espaço também para homenagear algumas personalidades que contribuem ou contribuíram para o projeto de requalificação da entidade e do seu entorno, que deve ser tocado em breve. Nessa lista, o governador Cid Gomes (Pros), o deputado federal Mauro Benevides – que é membro da ACL, e os empresários Ivens Dias Branco, Airton Queiroz e Beto Studart.

O mercado dos livros e da múscia e os vendedores de ilusão

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Com o título “Vender livro e música é pra quem entende”, eis artigo do jornalista e sociólogo Demétrio Andrade. Ele aborda o mundo maravilhoso dos livros e da música e o mundo desafinado de quem comercializa nessas áreas. Confira:

Tenho poucas vaidades na vida. E pouquíssimos hábitos (ou vícios) de consumo. Um deles, cultivo desde quando novo, ainda no ensino médio. Mesmo sem grana, já economizava uns trocados – da merenda ou do ônibus – pra comprar livro e música. Livro ainda dava pra pedir para o pai. Mas os antigos LPs, depois substituídos pelos CDs, tinham status de luxo na minha casa, e eu tive cedo de aprender a me virar.

Sempre me foi um prazer insubstituível passar horas em livrarias, lojas, sebos, vasculhando coisas. Nem que não levasse nada. Descobrir os cantos escondidos de Fortaleza ou de outras cidades que guardassem aquela obra que ninguém tinha. Levar aquilo pra casa como relíquia, curtir a capa, o encarte, a orelha, a crítica, ouvir ou ler sozinho.

A música teve um prazer adicional: montar o primeiro som. Pick-up, receiver, tape-deck, equalizador. Tudo depois substituído pela mesmice, bem inferior em termos de qualidade, do “três em um”, vendido à época como uma novidade excepcional. Era prazeroso gravar fitas K-7 equalizando as músicas uma por uma, igualando volume, regulando graves, médios e agudos.

Confesso que ainda não me acostumei às modernidades, esse troço de baixar músicas da internet. Acho bacana, ampliou as possibilidades de pesquisa, mas o aprendizado parece que se perdeu. São poucos os que sabem onde, o quê e como procurar. Poucos sabem o que estão ouvindo: de onde vieram os músicos, porque tocam daquela forma, quais suas influências, as diferenças de arranjos, as sutilezas das letras, a motivação ou ambição artística – se houver.

Mas há uma categoria que não pode se dar ao luxo de não saber. Trata-se de quem quer vender música. Ou livro. Tá difícil satisfazer o desejo de encontrar quem entenda algo nas lojas de Fortaleza. Restaram poucos locais. E é duro você perguntar sobre determinado álbum daquela banda ou cantor que não está tocando no rádio. Ao invés de respostas, ouço perguntas: “quem?”, “como?”, “é de onde?”, “é rock, é?”. Lamentável. Transplantar isso pro contexto das livrarias geralmente é ainda pior. Os que têm mais boa vontade correm para o computador. O Google é a versão digital do antigo “pai dos burros”.

Tudo bem, ninguém é obrigado a saber tudo. Mas caso você queira montar ou manter um negócio de venda de música ou de livro, procure alguém que além de saber vender saiba também o que está vendendo. Não é a mesma coisa – definitivamente – que empurrar no cliente uma roupa, uma cadeira ou um sanduíche. Uma cultura mínima, baseada num nível razoável de interesse, seria altamente recomendável. Afinal, este é um padrão de consumo mais exigente. Ou pelo menos deveria ser.

Demétrio Andrade,
Jornalista e sociólogo.

Pernambuco chora perda de dois filhos ilustres em menos de um mês

Da Coluna Vertical, no O POVO desta quinta-feira (14):

Em menos de um mês, Pernambuco chora a morte de dois homens públicos de projeção nacional: o escritor Ariano Suassuna e o candidato a presidente da República, Eduardo Campos (PSB), vítima de acidente aéreo em São Paulo.

Suassuna, por sinal, se dizia eleitor de Campos, que o nomeou secretário estadual da Cultura em seu primeiro governo. Ambos eram amigos e gostavam de gente. Ariano, do seu jeito, cativando pela verve de quem bem dominou as letras e o espírito do nordestino. Campos não escondia o jeitão de quem não temia se embrenhar pelo sertão querido pela veia do avô, Miguel Arraes.

Pois é, ambos partiram, mas deixaram legado ao seu modo. Se Ariano cravou lacuna na literatura, Eduardo seguiu na política. Homens que ousam, em qualquer setor, acabam inesquecíveis.

Edições Demócrito Rocha e a Flipinha

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Regina e Elândia tomaram a rota da Flipinha.

A editora-executiva de Edições Demócrito Rocha (EDR), jornalista Regina Ribeiro, e a gerente de operações da EDR, Elândia Farias, estão participando da Feira Literária Internacional de Paraty (Flip), no Rio de Janeiro, que entra no seu segundo dia nesta quinta-feira.

A EDR marcará presença também na programação da Flipinha, a feira infantil paralela de Paraty, através da\ divulgação do livro “O mistério da professora Julieta” da escritora Socorro Acioli, vencedora do Prêmio Jabuti de Literatura Infantil.

Já a Flip abordará urbanismo, cidadania, poesia e prosa à tradição literária russa entre seus temas centrais nesse seu segundo dia. O circuito alternativo traz debates sobre ilustração, sociedade e literatura, políticas públicas para a leitura, além de lançamento de livros e apresentações de teatro e cinema. Cerca de 50 autores de 15 países participam da Flip. Pela primeira vez, a Rússia estará presente na mostra.

(Com Agência Brasil/Foto – Paulo MOsKa)

Feira literária Internacional de Paraty homenageia Millôr Fernandes

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“Se é gostoso faz logo, amanhã pode ser ilegal”; “Inúmeros artistas contemporâneos não são artistas e, olhando bem, nem são contemporâneos” ou mesmo “O Brasil é realmente muito amplo e luxuoso. O serviço é que é péssimo”, são exemplos de algumas das incontáveis frases irreverentes e sempre atuais e bem-humoradas do homenageado da 12ª edição da Feira Literária Internacional de Paraty (Flip) que começa hoje (30) na cidade do litoral fluminense.

Tradutor de outros gênios da literatura, como Shakespeare e Ibsen, cartunista, jornalista, teatrólogo, romancista, roteirista, e, sobretudo, um defensor bem-humorado da liberdade de expressão, Millôr Fernandes, que morreu em 2012, e suas múltiplas facetas serão relembradas e celebradas em atividades ao longo dos cinco dias de evento que termina domingo (3).

O curador da Flip, Paulo Werneck, explicou que a escolha por Millôr, diante de uma lista de possibilidades de homenageados, se deu após conversas com vários participantes e parceiros do evento em anos anteriores. “Cada vez que aparecia o nome dele, os olhinhos das pessoas brilhavam e percebemos que havia algo de muito caloroso e que poderia ser uma homenagem diferente”, disse ele. As homenagens vão de mesas de debate, peças teatrais e lançamento de livros a filmes roteirizados por ele. A Flip vai até domingo.

(Com Agência Brasil)