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Secult lamenta morte de Artur Eduardo Benevides

Em nota enviada ao Blog, a Secretaria da Cultura do Governo do Estado do Ceará lamenta a perda do poeta Artur Eduardo Benevides. Confira:

A literatura brasileira está de luto, com a despedida do príncipe dos poetas cearenses. A perda de Artur Eduardo Benevides, anunciada neste domingo, entristece todo o povo cearense, pela importância da obra tecida pelo autor de “Inventário da tarde”, “Noturnos de Mucuripe e Poemas de Êxtase e Abismo”, “Canção da Rosa dos Ventos”, entre tantos livros que se tornaram referenciais para a poesia cearense, também reconhecidos por muitos no âmbito nacional, publicados no decorrer de uma vida longa e prolífica.

Membro da Academia Cearense de Letras desde a década de 50, Artur Eduardo Benevides sempre foi identificado com a instituição, pela intensidade com que a manteve em destaque, ao longo de tanto tempo, chamando atenção para a importância da literatura e para a valorização dos autores cearenses.

Tão relevantes quanto os inúmeros prêmios literários que conquistou foram sua atuação como professor e o trabalho que sempre desenvolveu em prol da literatura cearense, na promoção de concursos, na revelação de novos autores e na publicação de ensaios sobre vários integrantes de nossa cena literária, muitas vezes de menos visibilidade do que faria por merecer a qualidade da obra de nossos escritores.

A Secretaria de Cultura do Governo do Estado do Ceará presta homenagem a Artur Eduardo Benevides, manifesta condolências e se solidariza com os familiares, amigos e leitores, em especial com os integrantes da Academia Cearense de Letras, tão identificada com o grande e já saudoso poeta. Que possamos, conjuntamente, trabalhar para que sua obra se mantenha em destaque e seja cada vez mais conhecida, estudada e apreciada, por novas gerações de leitores.

Paulo Mamede

secretário de Cultura do Governo do Estado do Ceará

Morre o “príncipe dos poetas cearenses” Artur Eduardo Benevides

foto artur eduardo benevides

O poeta Artur Eduardo Benevides morreu neste domingo (21), aos 91 anos, de falência múltipla dos órgãos. Ele estava internado em um hospital particular de Fortaleza desde agosto com problemas de pneumonia. O corpo está sendo velado desde as 18 horas, no salão nobre da Academia Cearense de Letras, no Centro. A família ainda não informou o local e o horário do sepultamento, nesta segunda-feira (22).

Artur Eduardo Benevides nasceu em Pacatuba no dia 25 de julho de 1923. Bacharel em Direito e em Letras, exerceu por muitos anos a função de procurador da Legião Brasileira de Assistência e foi professor e diretor da antiga Faculdade Católica de Filosofia (de onde sairia a UECE), da Faculdade de Letras e do Centro de Humanidades da Universidade Federal do Ceará.

(O POVO Online)

Livro traz artigos e crônicas da filosofia do Direito

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Ensaios sobre Sociologia, Política e Filosofia do Direito, além da trajetória de artistas, cientistas e pensadores da linguagem e da sociedade. Estes são os temas abordados no livro “Direito e Literatura”, de autoria do poeta, jurista, crítico literário e historiador Dimas Macedo, que será lançado nesta quarta-feira (17), às 19 horas, no Náutico Atlético Cearense.

O livro conta de 77 artigos publicados no portal direitoce e na revista Gente de Ação, órgãos com os quais o autor colabora de forma regular. Dimas Macedo também é mestre em Direito, professor da UFC, membro da Academia Cearense e Letras e da Academia de Ciências Sociais do Ceará.

Marina turbina até o mercado literário

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“Por motivos óbvios, a biografia de Marina Silva – Marina Silva, a Vida Por Uma Causa -, escrito pela jornalista Marília de Camargo César, está ganhando uma nova fornada da editora Mundo Cristão.

Lançada em 2010, já vendeu 28 000 exemplares. A expectativa da editora espera chegar aos 40 000 cópias até o final do ano. É uma biografia autorizada, na qual Marina indicou até o autor do prefácio, o cineasta Fernando Meirelles.”

(Coluna Radar, da Veja Online)

Lira Neto e o seu “Getúlio III”

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O jornalista lira Neto lançou, nessa noite de quinta-feira, na Livraria Cultura, a última parte da trilogia (1934-45) sobre Getúlio Vargas. Ele reconstitui acontecimentos políticos e pessoais dos últimos anos de vida do ex-presidente brasileiro.

Houve sessão de autógrafos e bate-papo de Lira com o jornalista Jocélio Leal, do O POVO.

VAMOS NÓS – Lira Neto hoje é uma referência nacional em sua área, que dá orgulho ao povo do Ceará. Pessoa de nossa estima.

(Foto – Ana Aranha)

ACL comemora 120 anos de fundação

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Da Coluna Vertical, no O POVO desta quarta-feira (27):

A Academia Cearense de Letras estará comemorando, nesta quinta-feira (28), 120 anos de fundação. A programação festiva começa com uma missa a ser celebrada, a partir das 18 horas, na Igreja do Rosário, que integra a Praça dos Leões (Centro), onde a entidade fincou sua sede. Em seguida, no auditório da ACL, haverá sessão solene coordenada por José Augusto Bezerra, presidente, que fará breve histórico daquela que é a mais antiga academia do gênero no País.

Na sessão solene, espaço também para homenagear algumas personalidades que contribuem ou contribuíram para o projeto de requalificação da entidade e do seu entorno, que deve ser tocado em breve. Nessa lista, o governador Cid Gomes (Pros), o deputado federal Mauro Benevides – que é membro da ACL, e os empresários Ivens Dias Branco, Airton Queiroz e Beto Studart.

O mercado dos livros e da múscia e os vendedores de ilusão

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Com o título “Vender livro e música é pra quem entende”, eis artigo do jornalista e sociólogo Demétrio Andrade. Ele aborda o mundo maravilhoso dos livros e da música e o mundo desafinado de quem comercializa nessas áreas. Confira:

Tenho poucas vaidades na vida. E pouquíssimos hábitos (ou vícios) de consumo. Um deles, cultivo desde quando novo, ainda no ensino médio. Mesmo sem grana, já economizava uns trocados – da merenda ou do ônibus – pra comprar livro e música. Livro ainda dava pra pedir para o pai. Mas os antigos LPs, depois substituídos pelos CDs, tinham status de luxo na minha casa, e eu tive cedo de aprender a me virar.

Sempre me foi um prazer insubstituível passar horas em livrarias, lojas, sebos, vasculhando coisas. Nem que não levasse nada. Descobrir os cantos escondidos de Fortaleza ou de outras cidades que guardassem aquela obra que ninguém tinha. Levar aquilo pra casa como relíquia, curtir a capa, o encarte, a orelha, a crítica, ouvir ou ler sozinho.

A música teve um prazer adicional: montar o primeiro som. Pick-up, receiver, tape-deck, equalizador. Tudo depois substituído pela mesmice, bem inferior em termos de qualidade, do “três em um”, vendido à época como uma novidade excepcional. Era prazeroso gravar fitas K-7 equalizando as músicas uma por uma, igualando volume, regulando graves, médios e agudos.

Confesso que ainda não me acostumei às modernidades, esse troço de baixar músicas da internet. Acho bacana, ampliou as possibilidades de pesquisa, mas o aprendizado parece que se perdeu. São poucos os que sabem onde, o quê e como procurar. Poucos sabem o que estão ouvindo: de onde vieram os músicos, porque tocam daquela forma, quais suas influências, as diferenças de arranjos, as sutilezas das letras, a motivação ou ambição artística – se houver.

Mas há uma categoria que não pode se dar ao luxo de não saber. Trata-se de quem quer vender música. Ou livro. Tá difícil satisfazer o desejo de encontrar quem entenda algo nas lojas de Fortaleza. Restaram poucos locais. E é duro você perguntar sobre determinado álbum daquela banda ou cantor que não está tocando no rádio. Ao invés de respostas, ouço perguntas: “quem?”, “como?”, “é de onde?”, “é rock, é?”. Lamentável. Transplantar isso pro contexto das livrarias geralmente é ainda pior. Os que têm mais boa vontade correm para o computador. O Google é a versão digital do antigo “pai dos burros”.

Tudo bem, ninguém é obrigado a saber tudo. Mas caso você queira montar ou manter um negócio de venda de música ou de livro, procure alguém que além de saber vender saiba também o que está vendendo. Não é a mesma coisa – definitivamente – que empurrar no cliente uma roupa, uma cadeira ou um sanduíche. Uma cultura mínima, baseada num nível razoável de interesse, seria altamente recomendável. Afinal, este é um padrão de consumo mais exigente. Ou pelo menos deveria ser.

Demétrio Andrade,
Jornalista e sociólogo.

Pernambuco chora perda de dois filhos ilustres em menos de um mês

Da Coluna Vertical, no O POVO desta quinta-feira (14):

Em menos de um mês, Pernambuco chora a morte de dois homens públicos de projeção nacional: o escritor Ariano Suassuna e o candidato a presidente da República, Eduardo Campos (PSB), vítima de acidente aéreo em São Paulo.

Suassuna, por sinal, se dizia eleitor de Campos, que o nomeou secretário estadual da Cultura em seu primeiro governo. Ambos eram amigos e gostavam de gente. Ariano, do seu jeito, cativando pela verve de quem bem dominou as letras e o espírito do nordestino. Campos não escondia o jeitão de quem não temia se embrenhar pelo sertão querido pela veia do avô, Miguel Arraes.

Pois é, ambos partiram, mas deixaram legado ao seu modo. Se Ariano cravou lacuna na literatura, Eduardo seguiu na política. Homens que ousam, em qualquer setor, acabam inesquecíveis.

Edições Demócrito Rocha e a Flipinha

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Regina e Elândia tomaram a rota da Flipinha.

A editora-executiva de Edições Demócrito Rocha (EDR), jornalista Regina Ribeiro, e a gerente de operações da EDR, Elândia Farias, estão participando da Feira Literária Internacional de Paraty (Flip), no Rio de Janeiro, que entra no seu segundo dia nesta quinta-feira.

A EDR marcará presença também na programação da Flipinha, a feira infantil paralela de Paraty, através da\ divulgação do livro “O mistério da professora Julieta” da escritora Socorro Acioli, vencedora do Prêmio Jabuti de Literatura Infantil.

Já a Flip abordará urbanismo, cidadania, poesia e prosa à tradição literária russa entre seus temas centrais nesse seu segundo dia. O circuito alternativo traz debates sobre ilustração, sociedade e literatura, políticas públicas para a leitura, além de lançamento de livros e apresentações de teatro e cinema. Cerca de 50 autores de 15 países participam da Flip. Pela primeira vez, a Rússia estará presente na mostra.

(Com Agência Brasil/Foto – Paulo MOsKa)

Feira literária Internacional de Paraty homenageia Millôr Fernandes

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“Se é gostoso faz logo, amanhã pode ser ilegal”; “Inúmeros artistas contemporâneos não são artistas e, olhando bem, nem são contemporâneos” ou mesmo “O Brasil é realmente muito amplo e luxuoso. O serviço é que é péssimo”, são exemplos de algumas das incontáveis frases irreverentes e sempre atuais e bem-humoradas do homenageado da 12ª edição da Feira Literária Internacional de Paraty (Flip) que começa hoje (30) na cidade do litoral fluminense.

Tradutor de outros gênios da literatura, como Shakespeare e Ibsen, cartunista, jornalista, teatrólogo, romancista, roteirista, e, sobretudo, um defensor bem-humorado da liberdade de expressão, Millôr Fernandes, que morreu em 2012, e suas múltiplas facetas serão relembradas e celebradas em atividades ao longo dos cinco dias de evento que termina domingo (3).

O curador da Flip, Paulo Werneck, explicou que a escolha por Millôr, diante de uma lista de possibilidades de homenageados, se deu após conversas com vários participantes e parceiros do evento em anos anteriores. “Cada vez que aparecia o nome dele, os olhinhos das pessoas brilhavam e percebemos que havia algo de muito caloroso e que poderia ser uma homenagem diferente”, disse ele. As homenagens vão de mesas de debate, peças teatrais e lançamento de livros a filmes roteirizados por ele. A Flip vai até domingo.

(Com Agência Brasil)

Morre o escritor Ariano Suassuna

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O escritor e dramaturgo Ariano Suassuna morreu nesta quarta-feira (23), aos 87 anos. Susassuna havia sido internado no Real Hospital Português, em Recife (Pernambuco), após sofrer AVC hemorrágico na última segunda-feira (21). Suassuna, que teve o estado de saúde agravado na noite dessa terça-feira (22), foi vítima de uma parada cardíaca por volta das 17h40min.

Seu estado de saúde era considerado grave e ele respirava com ajuda de aparelhos. O escritor tinha sido internado por volta das 20 horas de segunda-feira com sangramento intracraniano e foi submetido a uma cirurgia de emergência. Em agosto do ano passado, Suassuna foi internado com um quadro de aneurisma cerebral, detectado em ressonância magnética.

(O POVO Online)

Agonia

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Em crônica enviada ao Blog, o jornalista Nicolau Araújo faz homenagem ao Dia do Amigo, neste domingo (20). Confira:

Era noite da véspera do casamento da sinhazinha Maria com o seu noivo Alberto, quando ouvi um barulho na janela do quarto da noiva, que ficava na parte de cima da casa.

Com cuidado, subi as escadas e entrei escondido no quarto. Era Alberto, que forçava a janela segurando um crucifixo em uma das mãos.

– Eu não falei que encontraria o crucifixo de minha mãe! Sorriu o satisfeito noivo, diante da preocupada noiva, que temia em interromper o sono do pai, coronel Andrade, famoso no sertão por preservar o moral e os bons costumes, além de já ter surrado mais de cinquenta homens, dentre os quais cinco ex-noivos da sinhazinha.

– Pois é. Tive que cometer esta ousadia em invadir o seu quarto para manter a tradição da minha família. Noiva na minha família tem que casar com este crucifixo para ter um lar feliz. Foi assim com minha tataravó, com minha bisavó, minha avó, com mamãe e agora você! Sorriu novamente o noivo, com a sensação da missão cumprida.

– Você é louco, quer acordar o meu pai?! Não dava para esperar pela manhã? Desesperou-se a noiva, tratando de empurrar o noivo de volta para a janela.

– Calma, você sabe que eu sou supersticioso. O noivo não pode ver a noiva no dia do casamento, antes da cerimônia. Além disso, seria muito azar o seu pai acordar. A gente não está fazendo nada… Justificou Alberto.

– Que barulheira é essa, aí? Gritou um vozeirão do outro lado da parede, já se deslocando para o quarto da sinhazinha.

Naquele instante não sei o que estrondava mais, se as passadas do coronel, com seus dois metros de altura e 140 quilos de peso, ou se as aceleradas batidas dos corações dos noivos.

Com um metro e sessenta e cinco centímetros de altura e pouco mais de sessenta quilos de peso, Alberto saltou para debaixo da cama de sinhazinha, como um campeão olímpico de mergulho. Ao cruzar seu olhar com o meu, o noivo quase não consegue sufocar o grito de pavor.

– Que murmúrios eram esses que eu ouvi do meu quarto? Reclamou o coronel, com um chicote na mão.

Com as mãos trêmulas, olhar assustado e apertando o crucifixo contra o peito, sinhazinha gaguejou: – Eu apenas estava rezando para a felicidade de nossa família, painho…

Olhando para os quatro cantos do quarto e com uma respiração ofegante, o coronel insistiu: – Antes de entrar no quarto eu ouvi um barulho debaixo desta cama, vamos ver o que é…

Antes que o terror aumentasse, sai debaixo da cama e comecei a fazer a maior bagunça no quarto, inclusive rasgando o tapete persa pelo o qual o coronel pagou uma fortuna.

– Cachorro maldito! O que você faz no quarto da minha filha, quando deveria estar cuidando da segurança da fazenda?! Chutou-me o coronel para fora do quarto, ainda aplicando-me duas seguras chicotadas.

No dia seguinte não me surpreendi ao ficar de fora da festa que salvei. Preso no canil, sentia o cheiro do churrasco no ar. Porém, quase no final da festa, não pude esconder a emoção ao ver sinhazinha Maria e o seu noivo Alberto entrarem no canil com um grande pernil de porco. Senti-me recompensado.

Livro Itinerário da Violência ganha segunda edição

Após 36 anos, será lançada a segunda edição do livro “Itinerário da Violência”, de autoria do deputado Paes de Andrade. A iniciativa é do gabinete do deputado Daniel Oliveira. O selo agora é da Edições Livro Técnico, de Sérgio Braga, e a nova edição está sendo organizada pelo jornalista Francisco Bezerra e o escritor Juarez Leitão.

O livro foi um dos maiores libelos contra a ditadura militar implantada no Brasil com o Golpe de 1964. Paes, ao lado de emedebistas históricos como Chico Pinto, Fernando Lira, Alencar Furtado,Marcos Freire, Lysâneas Maciel entre outros, fundou o chamado grupo dos autênticos, bloco parlamentar eleito em 1970 e que desempenhou papel decisivo para a derrubada do regime militar.

A reedição sai em ano emblemático, pois 2014 marca 50 anos do Golpe de Estado, que derrubou João Goulart, e 35 anos da Lei da Anistia.

Dilma lamenta morte de João Ubaldo Ribeiro

“A presidenta Dilma Rousseff destacou hoje (18) que a literatura brasileira “perde um grande nome”, com a morte do escritor João Ubaldo Ribeiro. Em nota, a presidenta prestou solidariedade aos familiares, amigos e leitores.

João Ubaldo Ribeiro morreu na madrugada de hoje (18), aos 73 anos, em casa, na cidade do Rio de Janeiro.

Vítima de embolia pulmonar, o escritor era membro da Academia Brasileira de Letras (ABL) e ocupava a cadeira 34 desde 1994. Jornalista e cientista político, ele foi autor de mais de 20 livros, publicados em 16 países. Entre suas principais obras estão Sargento Getúlio (1971), Viva o Povo Brasileiro (1984) e O Sorriso do Lagarto (1989).”

(Agência Brasil)

Escritor João Ubaldo Ribeiro morre aos 73 anos no Rio de Janeiro

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foto joão ubaldo

O escritor João Ubaldo Ribeiro morreu na madrugada desta sexta-feira (18), aos 73 anos, em casa, na cidade do Rio de Janeiro. Ele era membro da Academia Brasileira de Letras (ABL) e ocupava a Cadeira 34 desde 1994. Jornalista e cientista político, ele foi autor de mais de 20 livros, publicados em 16 países.

Entre suas principais obras estão Sargento Getúlio (1971), Viva o Povo Brasileiro (1984) e O Sorriso do Lagarto (1989). João Ubaldo Ribeiro recebeu, em 2008, o Prêmio Camões, concedido pelos governos de Portugal e do Brasil, para autores que contribuem para o enriquecimento da língua portuguesa.

Ribeiro também venceu, por duas vezes, o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro. Em 1972, conquistou o Jabuti de Melhor Autor, por Sargento Getúlio. Em 1984, venceu na categoria Melhor Romance, com Viva o Povo Brasileiro.

(Agência Brasil)

UFC lança edição português-alemão do romance “O Quinze”

rachel de queiroz

Eterna Rachel de Queiroz.

Será lançada na próxima quarta-feira, às 18h30min, nos jardins da Reitoria da UFC, a edição bilíngue português-alemão do romance “O quinze”, da cearense Rachel de Queiroz (1910-2003).

A edição especial – Um novo olhar sobre O quinze de Rachel de Queiroz (Ein neuer Blick auf Rachel de Queiroz’ das Jahr 15 – Diegroße Dürre), inclui o fac-símile da obra de 1930 e 11 ensaios.

O trabalho foi organizada pelas professoras Maria Elias e Ingrid Schwamborn e pelo presidente da Academia Cearense de Letras, José Augusto Bezerra. O selo é das Edições UFC.

(Site da UFC/Foto – OPOVO)