Blog do Eliomar

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BNB Cultural receberá escritor Milton Hatoum

ESCRITOR MILTON HATOUM

Milton Hatoum, um dos maiores escritores contemporâneos do Pais, estará em Fortaleza na próxima terça-feira. Ele é o convidado do Clube do Leitor, programa do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza. O encontro começará às 19 horas, com entrada gratuita.

Premiado com o Prêmio Jabuti, considerado um dos mais importantes na literatura nacional, Hatoum busca inspiração nas águas do rio Amazonas, mesclando pedaços de memória para compor um quadro contundente da sociedade brasileira. Nasceu em Manaus, em 1952 e foi professor de Literatura da Universidade Federal do Amazonas e professor visitante da Universidade da Califórnia.

 

XI Bienal Internacional do Livro do Ceará com lista de homenagens

A abertura da XI Bienal Internacional do Livro do Ceará contará com a presença do escritor amazonense Milton Hatoum, um dos homenageados da edição. Na ocasião, ele participará da conferência de abertura “O autor modernista”, a partir das 19 horas do próximo sábado, no Centro de Eventos. A Bienal homenageia também o contista cearense Moreira Campos. Hatoum já escreveu quatro romances: Relato de um Certo Oriente, Dois Irmãos, Cinzas do Norte (todos ganhadores do Prêmio Jabuti de melhor romance) e Órfãos do Eldorado. Os seus livros já venderam mais de 200 mil exemplares no Brasil e foram traduzidos em oito países, como Itália, Estados Unidos, França e Espanha.

A XI Bienal Internacional do Livro do Ceará vai ter como tema “Fortaleza de Moreira Campos”. Na programação, diversas atividades simultâneas, entre feira de livros, oficinas, palestras, mesas-redondas, lançamentos de livros, exposições, colóquios, apresentações ao vivo de podcasts, rodadas de RPG, convenções, debates e shows lítero-musicais.

DETALHE – A organização espera 600 mil visitantes e o horário de funcionamento será das 9 às 22 horas.

Ipea expõe em livro a guerra fiscal entre os Estados

A baixa autonomia para a formulação de políticas públicas dos estados, em geral, e a restrita autonomia fiscal dos estados das regiões de menor desenvolvimento, como Norte e Nordeste. A guerra fiscal e o endividamento dos governos estaduais são temas tratados no livro “Governos Estaduais no Federalismo Brasileiro – Capacidades e Limitações Governativas em Debate”, que será lançado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), na terça-feira (2), em Brasília.

Organizado pelo técnico de Planejamento e Pesquisa Aristides Monteiro Neto, a série de artigos aponta para o fato de que os governos estaduais no Brasil contemporâneo possuem baixas capacidades governativas para a elaboração e execução de estratégicas de desenvolvimento.

(Ipea)

Tudo o que você não queria saber sobre drogas

Da Coluna Menu Político, no O POVO deste domingo (23), pelo jornalista Plínio Bortolotti:

Muito provavelmente o livro Um Preço Muito Alto vai contrariar tudo o que você sabe (ou pensa que) sobre drogas. Entre essas crenças, a versão de que o crack é uma droga tão poderosa que vicia na primeira dose. O autor mostra que o crack e a cocaína em pó são “qualitativamente” a mesma droga, portanto seus efeitos são os mesmos. Como prova, ele expõe a estrutura química do hidrocloreto de cocaína (a droga em pó) e de sua pasta base (o crack), mostrando que são praticamente idênticas. “Boa parte do que achamos que sabemos a respeito de drogas, vício e escolhas possíveis está errada”, diz ele.

O autor do livro é o neurocientista Carl Hart, professor dos departamentos de Psicologia e Psiquiatria na Universidade de Columbia, Estados Unidos. A incomum carreira de Hart explica porque ele resolveu estudar as drogas ilegais e mostra o caminho percorrido até chegar às conclusões que contrariam o senso comum.

Negro, de família pobre e problemática, Hart – que cultiva longas tranças rastafári – foi criado nos guetos de Miami: usou drogas, vendeu-as e cometeu vários outros delitos quando era adolescente. Foi salvo de destino parecido de amigos e parentes – prisão ou morte – quando, recrutado pela Aeronáutica, resolveu estudar.

Carl Hart mostra que o vício na droga não pode ser explicada fora do contexto em que é consumida e que são vários os fatos que levam à dependência, entre eles a pobreza e a exclusão social. Atribuir todo “comportamento condenável” ao uso de drogas é um erro que leva ao aumento do preconceito contra negros e pobres, diz ele.

Ao contrário do senso comum, Hart não atribui às drogas os problemas familiares ou da sociedade. Tomando a sua própria vida como exemplo, ele diz que, antes mesmo da introdução do crack, em seu bairro “diversas famílias já eram dilaceradas pelo racismo institucionalizado, a pobreza e outras forças”. Valendo-se de pesquisa em jornais, ele mostra que a cada vez que uma nova droga é introduzida no comércio, a ela é atribuída todos os males, de forma sensacionalista, com a ajuda da imprensa.

Para ele, o uso da droga, mesmo que regularmente, não é, em si mesmo um distúrbio: “O hábito de beber não é um problema para a maioria das pessoas, o mesmo se aplica às drogas ilegais”. Ele somente considera “vício” se o uso da droga interferir nas “funções vitais importantes”, como o cuidado com os filhos, o trabalho e as relações íntimas. Entre os 20 milhões de americanos consumidores de droga, ele diz que o percentual de viciados fica entre 10% e 25%.

O autor considera que o vício, principalmente nas comunidades excluídas – a maioria negras -, se dá pelo fato de não existirem “estímulos alternativos”, como o cuidado familiar, educação de qualidade e trabalho para os jovens. Carl Hart também decompõe a figura do viciado como “doidão” disposto a qualquer coisa para conseguir mais uma dose. Em uma de suas experiências (autorizadas) ele oferece – em seu laboratório – um cachimbo de crack a viciados e, depois da primeira dose, lhes pergunta se eles querem outra ou cinco dólares em dinheiro. Muitos deles preferem o dinheiro derrubando o mito, segundo Hart, de que a primeira dose gera uma “ânsia irreversível” ou “sequestra a mente” do viciado, impedindo que ele tome decisões racionais.

Dia Nacional da Romênia será comemorado em Fortaleza

O Dia Nacional da Romênia será comemorado, no Ceará, com o lançamento de livros dos poetas romenos Mihai Eminescu, Lucian Blaga e Marin Sorescu (traduzidos pelo escritor cearense Luciano Maia). A apresentação será feita pelo escritor e desembargador Durval Aires Filho.

O evento terá a presença da embaixadora da Romênia no Brasil, Diana Radu, e faz parte das comemorações dos 120 anos da Academia Cearense de Letras. A partir das 19h30min desta quinta-feira, no Ideal Clube.

Biólogo mostra em livro fotos da fauna e flora entre Fortaleza e Ubatuba (SP)

Será lançado nesta terça-feira (18), a partir das 19h30, no Auditório da Reitoria da Universidade Estadual do Ceará (Uece), no Campus do Itaperi,  o livro “Um Caderno e uma moto: narrativas de uma viagem”, de Caio Mattos Brito. Nele, o autor de 22 anos, narra a aventura vivida durante viagem de 11 mil quilômetros percorridos em 175 horas no trajeto de ida e volta de Fortaleza, no Ceará, a Ubatuba, em São Paulo.

Em agosto de 2012, a escolha do meio de transporte de Caio, para a viagem, não foi nada convencional: uma motocicleta. Não uma motocicleta de alta cilindrada, mais adequada para longos percursos, mas uma moto 125 cilindradas, daquelas que não ultrapassa os 100 km/h quando carregada de bagagem.

Recém-formado em Biologia e apaixonado por ornitologia – o estudo dos pássaros –, a viagem de ida até a cidade paulista tinha para Caio um objetivo profissional: fazer um estágio no Aquário de Ubatuba. Já a de volta, ele aproveitou para conhecer o Brasil, sua fauna (principalmente as aves) e sua flora e fazer o registro fotográfico.  Durante 13 dias, Caio percorreu os estados de Paraná São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins e Bahia, até chegar a Fortaleza no dia 15 de outubro de 2012. “Uma experiência transformadora”, segundo ele.

(Uece)

Livro do Centenário Alvinegro será lançado na próxima semana

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“Ceará 100 Anos de Paixão”, editado pela Fundação Demócrito Rocha, será lançado próxima quarta-feira (12), a partir das 19h30min, no Salão Nobre do Ideal Clube, no bairro Meireles.

Os ingressos do jantar de lançamento estão à venda nas lojas oficiais Sou Mais Ceará.  Os textos do livro são dos jornalistas Ciro Câmara e Rafael Luís Azevedo, com edição dos jornalistas Juliana Matos Brito e Felipe Araújo.

O que Dilma tem do escritor Lira Neto

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Um detalhe que quase passou despercebido.

Numa situação na qual sabia que seria fotografada, a presidente Dilma Rousseff voltou de seu descanso na Bahia com o terceiro tomo da biografia de Getúlio Vargas na mão esquerda. O autor, bom lembrar, é o cearense Lira Neto, ex-ombudsman do O POVO.

Ela, que escolheu o trabalhismo para militar após sua incursão pela luta armada e três anos de prisão sob a ditadura militar, deve ter mandado, naquele gesto, uma série de recados sofisticados.

(Brasil 247)

Zuenir Ventura, novo imortal, e uma forte emoção

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“Na festa em comemoração à sua eleição para a Academia Brasileira de Letras, ontem à noite, no apartamento do empresário e ex-deputado Mauro Campos, Zuenir Ventura foi traído pela forte emoção.

O novo imortal desmaiou e ficou estendido no chão por alguns minutos. Foi acometido de uma violenta queda de pressão. Por sorte, entre os convidados estava o neurologista Paulo Niemeyer que o assistiu e levou-o a um hospital carioca.”

(Coluna Radar, da Veja Online)

Livro de Estrigas será lançado no próximo sábado

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O Mini Museu Firmeza foi o local escolhido pelo artista Nilo Firmeza, o “Estrigas”, para o lançamento do livro e documentário “NicEstrigas – Arte e Afeto”. Morto no último dia 2, aos 95 anos, Estrigas terá respeitado o seu desejo. No próximo sábado, às 10 horas, a publicação, organizada pelo amigo, artista plástico e poeta Bené Fonteles, será lançada sob a sombra das mangueiras do Sítio no Mondubim, que no último dia 9 recebeu as cinzas do artista. O evento é aberto ao público.

O projeto foi iniciado em 2012, como uma homenagem ao casal que teve papel definitivo nas artes plásticas cearenses. Mesmo após o falecimento de Nice, em abril de 2013, a produção da exposição, do livro e documentário teve continuidade com a colaboração direta de Estrigas.

Em 180 páginas, NicEstrigas – Arte e Afeto tem mais detalhes da cronologia dos dois artistas, que dedicaram quase 60 anos de vida juntos a receber as pessoas no sítio no Mondubim, onde moravam e fundaram em 1969 o Mini Museu Firmeza. Ali, eles apresentavam aos visitantes o desenvolvimento do processo das artes visuais no Ceará, da pré-história ao contemporâneo.

Arquiteto Marcos Maia lança primeiro livro de poesias

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O arquiteto, músico, escritor e produtor cultural cearense Marcos Maia lançará seu primeiro livro de poesias nesta quinta-eira, a partir das 19 horas, no Espaço O POVO de Cultural e Arte. O título é “Estradas” e traz um conjunto de 49 poemas escritos entre os anos de 1990 e 2003. O livro tem prefácio do escritor e músico potiguar Reynaldo Bessa (Prêmio Jabuti em 2009 na categoria poesia com o livro “Outros Barulhos”) e ilustrações do arquiteto e músico cearense Alexandre Vital.

A obra foi viabilizada de forma independente e contou com a ajuda de alguns parceiros: a cervejaria-escola Sinnatrah, a produtora cinematográfica Kinema e a produtora cultural Coletivo Supernova, esta última responsável pela operacionalização de todas as fases (impressão, divulgação e distribuição). Em 2012, o autor lançou seu primeiro livro de contos, intitulado “Do escuro e depois”.

“Estradas” foi lançado em São Paulo, na Tenda Cultural Ortega y Gasset, na USP, em maio de 2014, com sessão de autógrafos, apresentação de um vídeo doc e pocket show.

Lira Neto, com “Getúlio II”, ganha Prêmio Jabuti

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O livro “Getúlio – Do governo provisório à ditadura do Estado Novo (1930-1945)”, de autoria do jornalista e escritor cearense Lira Neto, venceu a 56ª edição do Prêmio Jabuti, na categoria biografia. O Jabuti é considerado o mais importante prêmio literário do Brasil.

Em segundo lugar ficou o livro “Wilson Baptista: o samba foi sua glória”, de Rodrigo Alzuguir, e a terceira colocação ficou para Mary Del Priore, com “O castelo de papel”, que conta a história da Princesa Isabel e seu marido, o Conde D’Eu.

Apesar de vencedores de algumas categorias já terem sido anunciados, a cerimônia de entrega acontecerá do Prêmio acontecerá apenas em 18 de novembro, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo.

(O POVO Online)

Prêmio Nobel de Literatura sai para escritor francês

“O Prêmio Nobel de Literatura foi concedido ao escritor francês Patrick Modiano, anunciou hoje (9) o júri. “Por meio da arte da memória, ele evocou os mais inapreensíveis destinos da humanidade”, afirmou o secretário permanente do Comitê do Nobel, Peter Englund, ao anunciar o nome de Patrick Modiano.

Modiano, de 69 anos, recebeu algumas das mais importantes premiações francesas como o Prêmio Goncourt, em 1978, o Grande Prêmio de Romance da Academia Francesa, em 1972, e o Grande Prêmio Nacional das Letras de França, em 1996.

Patrick Modiano, o décimo quinto autor francês agraciado com o Nobel da Literatura, é considerado um mestre da literatura francesa contemporânea. Ele é autor de mais de 30 títulos, muito marcados pela experiência da Segunda Guerra Mundial e pelas sequelas da ocupação nazista. O prêmio será entregue em uma cerimônia em Estocolmo, em 10 de dezembro, dia do aniversário do industrial Alfred Nobel, que instituiu a premiação.”

(Agência Lusa)

Professor Vianney Mesquita e mais um rebento literário

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O professor Vianney Mesquita lançará nesta quina-feira, às 19 horas, nos jardins da Reitoria da Universidade Federal do Ceará, o livro Nuntia morata – Ensaios e Recensões.

Com ensaios de literatura e comunicação. Na apresentação da obra e do autor o acadêmico Dimas Macedo.

DETALHE – Vianney foi nosso professor no Curso de Comunicação Social da UFC. Loas ao mestre.