Blog do Eliomar

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Conjunto Ceará e uma biblioteca infantil. Com acervo em formação

Roberto Cláudio (PDT) vai entregar o equipamento.

Nesta terça-feira, às 17 horas, será inaugurada a Biblioteca Infantil Herbênia Gurgel. O equipamento é da Prefeitura de Fortaleza e está localizado na rua 531, na segunda etapa do Conjunto Ceará.

Segundo a assessoria do Paço Municipal, a biblioteca conta com acervo com mais de 4 mil livros infantis que, no entanto, ainda estão em processo de aquisição por parte do município.

Obra que retrata a “cearensidade” é relançada na Câmara Federal

O que é a “cearensidade”? Esse é o tema do livro “O Cearense”, de autoria do ex-governador, ex-ministro do Governo JK, advogado e jornalista Persifal Barroso, que foi reeditado 48 anos depois de seu lançamento.

Nesta quarta-feira (18), na Câmara dos Deputados, o empresário Igor Queiroz Barroso, neto do autor do livro e Membro Benemérito da Academia Cearense de Literatura e Jornalismo (ACLJ), apresentou a obra que retrata a construção cultural e social do povo cearense.

O deputado federal Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE) autor do requerimento do relançamento do livro, em Brasília, no salão nobre da Câmara Federal.

(Foto: Divulgação)

Jornalista Luís-Sérgio Santos conta em livro a saga do Jornal O Estado

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Será lançado, às 19 horas do próximo 20, o livro “Intimorata — a saga do jornal O Estado, de José Martins Rodrigues a Venelouis Xavier Pereira”. De autoria do jornalista e professor Luís-Sérgio Santos (UFC), a publicação terá lançamento na Livraria Cultura.

Na ocasião, haverá uma mesa redonda com a participação de Luis-Sérgio Santos e dos professores Francisco Auto Filho (UECE) e Roberto Martins Rodrigues (UFC).

Sinopse

A história do jornal O Estado começa na segunda metade dos anos 1930 quando um grupo de jovens e influentes políticos, advogados e jornalistas funda um novo jornal em Fortaleza, extremamente informativo e opinativo, aliado à Liga Eleitoral Católica, abrigo do governador Francisco de Meneses Pimentel. O homem forte do governo, José Martins Rodrigues e seu irmão, Júlio Rodrigues deram forma à empreitada. Com o Estado Novo, em 1937 — um ano depois da fundação do jornal — Meneses Pimentel é nomeado interventor e o jornal O Estado reforça seu apoio aos governos local e federal. O livro é dividido em duas partes: a primeira vai de 1936 a 1965; a segunda parte vai de 1966 aos dias atuais sob o comando do grupo de jornalistas liderado pelo advogado Venelouis Xavier Pereira e sua ex-mulher e amiga, a jornalista e advogada Wanda Palhano. A narrativa é toda documentada a partir de rigorosa pesquisa em jornais, revistas e livros e de dezenas de entrevistas junto a fontes primárias. Mais que a história do jornal O Estado, o livro Intimorata – A Saga do jornal O Estado, de José Martins Rodrigues a Venelouis Xavier Pereira é a história de embates políticas, polêmicas e relações passionais. Por sua redação passaram quatro governadores do Ceará: Plácido Castelo, Raul Barbosa, Parsifal Barroso e Cid Gomes.

SERVIÇO 

*Livraria Cultura – Shopping Varanda Mall (Auditório Eva Herz) – Avenida Dom Luís, 1010 — Meireles – Piso 1.

Faculdade Vale do Jaguaribe e uma tripla homenagem

A Faculdade Vale do Jaguaribe (FVJ), situada em Aracati (Litoral Leste), homenageia nesta terça-feira, com o título de Doutor Honoris Causa, três personalidades cearenses: o economista Alci Porto, o escritor Lira Neto e a empreendedora Maria Miguel de Oliveira, a dona Rosinha.

A solenidade ocorrerá às 18h30min, no Complexo Esportivo Cultural da instituição.

Livro aborda a temática da infância homoafetiva na literatura brasileira

Será lançado no próximo dia 10, às 19 horas, no Vinyle Café (Benfica), o livro “Entre o Pavor e o Prazer – Infância homoafetiva na literatura brasileira”. O autor é o jornalista e professor Benedito Teixeira e a publicação é resultado de sua dissertação de mestrado pela Universidade Federal do Ceará.

O livro inicia a construção de um inventário das obras literárias que tratam da temática da homoafetividade na infância.

(Foto – Paulo  MOska)

“Augusto dos Anjos – O poeta do hediondo” entra em cartaz em outubro no Teatro Universitário

O mês de outubro promete ser não somente da criança, mas daqueles que apreciam a boa poesia. Dentro desse objetivo, vem aí um projeto do grupo Verso de Boca, de Fortaleza, que ocupará o Teatro Universitário com o espetáculo “Augusto dos Anjos – O poeta do hediondo”.

O projeto ocorrerá sempre a partir das 19 horas dos dias 5, 19 e 26 reunindo estudantes do curso de Letras da UFC e suas poesias tendo Augusto dos Anjos como principal fonte.

Quem dá os detalhes é  Thaiany Santana, aluna do curso de Letras e do grupo Verso de Boca.

Poeta Dimas Carvalho lançará “50 Sonetos”

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O professor e poeta Dimas Carvalho lançará, no próximo sábado, às 11 horas, no Flórida Bar (Centro), seu mais recente livro: “55 Sonetos”.

A apresentação do autor e da obra ficará a cargo do também poeta e professor Carlos Augusto Viana, da Academia Cearense de Letras.

Perfil

Dimas Carvalho  é natural de Acaraú (Litoral Oeste). Professor de Literatura na UVA, em Sobral, é autor dos livros “Poemas” (1988); “Frauta Ruda, Agreste Avena” (1993); “Itinerário do Reino da Barra” (1993); “Nicodemos Araújo, Poeta e Historiador” (1995); “Mínimo Plural” (1998); “História de Zoologia Humana” (2000); “Fábulas Perversas” (2003); “Marquipélago” (2004); “Pequenas Narrativas” (2006); “Acaraú & Outros Países” (2009); “Insônias, Delírios, Pesadelos” (2010) e “Uma Sombra no Espelho” (2013).

(Foto – Arquivo)

Livro sobre os Mestres da Cultura será lançado nesta quinta-feira

Silvia Furtado, Jarbas Oliveira, Dulce Aragão e Dora Freitas.

O Livro dos Metres da Cultura, de Dora Freitas e Sílvia Furtado, com fotos de Jarbas Oliveira, será lançado nesta quinta-feira, às 18h30min, na Fundação Waldemar Alcântara. O ato prestigiado pelo secretário da Cultura do Ceará, Fabiano Piúba. A publicação traz relatos, depoimentos e experiências dos mestres da cultura.

A publicação reúne perfis ilustrados dos 79 Mestres da Cultura, nomeados pelo Edital “Tesouros Vivos da Cultura” do Estado do Ceará, instituído por meio dalei nº 13.3351/2003. Na ocasião, haverá a apresentação do Boi do Mestre Zé Pio e do grupo Drama em Cena, da Mestra Ana Norberto, de Tianguá, aos convidados e à imprensa. Mestre Aldenir (Reisado), do Crato, também estará presente.

(Foto – Balada In)

Jô Soares lança em novembro sua autobiografia

Por Euler de França Belém, do Jornal Opção:

Sabe o José Eugênio Soares, que fará 80 anos no dia 16 de janeiro de 2018? Ninguém, exceto a Barsa e a Wikipédia, sabe quem é o sr. José Eugênio Soares. Mas quem não sabe quem é Jô Soares? Todos sabem, é claro. Trata-se de um artista múltiplo, raro.

A enciclopédia lista: humorista (é o que faz melhor), apresentador (nos últimos anos, ao entrevistar os outros, entrevistava, na verdade, a si mesmo), escritor (mediano, mas não necessariamente ruim), artista plástico, dramaturgo, diretor teatral, ator, músico. Uma verdadeira raposa, diria Isaiah Berlin.

Entre os romances de Jô Soares estão “O Xangô de Baker Street” e “O Homem Que Matou Getúlio Vargas”. Nenhum excelente, nenhum ruim. Nenhum mal escrito. Todos best sellers. Um Rubem Fonseca menor, digamos.

Nada bonitão, mas, charmoso e inteligente, Jô talvez seja um dos mais célebres latin lovers gordos da história. Namorou várias mulheres bonitas e casou-se com algumas delas, como Teresa Austregésilo, Sílvia Bandeira, Cláudia Raia e Flávia Junqueira.

No humor, era um páreo para Chico Anysio. “Viva o Gordo” era divertidíssimo. Claro, Jô Soares não morreu. Mas parou de fazer humor. Embora no seu extinto programa de entrevista, o “Programa do Jô”, não deixasse de fazer algum humor.

Jô Soares era um grande entrevistador, mas parece ter descoberto, com o tempo, que, na falta de grandes entrevistados, sobretudo populares, tinha de se comportar como uma espécie de segundo entrevistado. Acabou que não era a entrevista do entrevistado que era interessante, e sim como Jô Soares o entrevistava, as piadas que fazia. O “Programa do Jô” morreu em parte por causa da idade do entrevistador, que parecia desmotivado, mas também porque o programa havia se tornado uma espécie de circo.

Para contar suas múltiplas facetas de doutor Moriarty do humor e de tudo mais, Jô Soares vai publicar, em novembro, pela Companhia das Letras, o livro “O Livro de Jô — Uma Autobiografia Desautorizada”. O livro foi escrito com o apoio do jornalista e editor Matinas Suzuki Jr. e sairá em dois volumes. Best seller à vista.

(Foto – Divulgação)

“Cartas a um jovem político”, o novo livro de FHC, chega às bancas neste mês de agosto

O que o jovem que pretende entrar na política deve fazer para se preparar? O que precisa ler, estudar e aprender? Em quais disciplinas deve investir e que capacidades terá que desenvolver? Essas foram as perguntas que levaram o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso a escrever “Cartas a um jovem político”, um conjunto de textos sobre a sua experiência e a de antecessores e sucessores no mais alto cargo do país, informa a assessoria de imprensa da Editora Civilização.

“Não se trata de um livro panfletário, nem seu objetivo era estar colado a fatos concretos, embora trate deles de vez em quando. O propósito era mostrar como se desenvolve a vida política em países democráticos que, contudo, mantêm traços de uma cultura política corporativista e clientelista, dando margem, com certa frequência, à corrupção”, escreve Fernando Henrique, na apresentação da nova edição, que está chegando às livrarias neste mês de em agosto.

Lançado pela primeira vez em 2006, o livro foi revisto e, segundo o ex-presidente, muitos dos desafios apontados nos textos ganharam dimensão ainda maior, como o tema da corrupção. Ele adverte, logo no início, que a política não é “um mundo de gratificações sem esforço nem alheio a incompreensões” e que o político deve saber que “o julgamento que vale é o da História”. Ao leitor, avisa que o livro não é um tratado de ciência política, mas cartas em tom coloquial, como uma conversa, em que ele compartilha ideias a partir de suas convicções, pontos de vista e referências.

Na carta que abre o volume, Fernando Henrique dá o primeiro conselho: o político investido em um cargo público deve saber lidar com a sociedade em rede, mediada em tempo real pela mídia. “Hoje, para ter chance de sucesso, o político precisa dominar os meios de comunicação de massa. Isso não significa ter poder sobre eles, no sentido de controlar o que fazem. Mas é indispensável saber lidar com eles: estar familiarizado com seu funcionamento, conhecer seus ritmos, respeitar suas práticas, aprender como agem e reagem”.

Para o autor, ser flexível e ter visão global são dois requisitos fundamentais para atuar na política. Na obra, dá dicas de leituras, cita Winston Churchill e Franklin Roosevelt como grandes estadistas, reflete sobre o poder e a vida depois de ter estado no topo, fala sobre a política partidária brasileira e como lidar com o Congresso e a necessidade de alianças, lembra as trajetórias de Getúlio Vargas e Juscelino Kubistchek, dois ex-presidentes muito criticados em vida e endeusados após a morte e valoriza o conhecimento da História como requisito para bem governar, entre outros.

(Foto – Folha)