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Consultora política avalia presença feminina nas eleições presidenciais de 2018

A consultora política Mônica Nabhan, integrante da Associação Brasileira de Consultores Políticos (ABCOP), avalia, em entrevista exclusiva para este Blog, as chances das presidenciáveis Manuela D´Ávila (PCdoB) e Marina Silva (Rede Sustentabilidade) nas eleições de 2018. Ela aponta tendência de redução do protagonismo feminino na disputa, embora destaque que as mulheres estão bem representadas com as duas pré-candidaturas.

Mônica Nabhan, que atua no Mato Grosso do Sul, será uma das participantes do um dos participantes do 13º Congresso Brasileiro de Estratégias Eleitorais e Marketing Político, que será realizado nos dias 18 e 19 de maio de 2018, no Centro de Eventos do Ceará. Confira a entrevista:

Blog – Ao longo das duas últimas eleições presidenciais, duas candidaturas de mulheres tiveram forte protagonismo (Dilma Rousseff e Marina Silva). Quais as perspectivas para este ano, uma vez que, em uma campanha que tende a ter muitos candidatos a presidente, até agora, surgiram apenas duas pré-candidaturas de mulheres, ou seja, novamente a de Marina Silva e de Manuela D´Ávila? Estamos caminhando para uma eleição com redução da presença feminina em espaços majoritários?

MN – Acredito que sim, pela descrença pela política que vivemos atualmente. É um fator cultural e a mudança de uma cultura leva muitas décadas para acontecer.

Só em 1932 o decreto 21.086, publicado por Getúlio Vargas, garantiu o direito de as mulheres serem elegíveis. Desde lá, levamos 58 anos para ter as primeiras senadoras, 62 para ter a primeira governadora e 79 para ter a primeira e única presidenta do país.

Desde 2009 a lei diz que cada partido ou coligação preencherá o mínimo de 30% (trinta por cento) e o máximo de 70% (setenta por cento) para candidaturas de cada sexo e exige a obrigatoriedade de aplicar recursos partidários na promoção da participação feminina. Acredito que essa lei não vem sendo fiscalizada com a aplicação de punições. Como acredito que não haja realmente condições, por parte das mulheres, de participar ativamente das questões políticas, nem no Brasil, nem na maioria dos outros países.

A maioria das mulheres tem dupla jornada de trabalho, tendo que equilibrar tarefas profissionais, pessoais e familiares, restando pouco, ou quase nenhum, tempo ou energia para a política. Ganham menos também e dedicar-se à política exige investimentos.

Somado a tudo isso a política tem um ambiente hostil, para ambos os sexos, e acho que para isso as mulheres são menos resistentes. Mas as duas candidatas à presidenta que temos até agora me parecem muito combativas e preparadas. Estamos bem representadas.

Blog – Quais componentes digitais podem ser considerados de maior peso nas eleições majoritárias e nas campanhas proporcionais? Há diferenças no uso desses componentes entre as disputas majoritárias e proporcionais?

MN – Todo candidato deve possuir seu kit básico: site com blog, página em Facebook, Instagram e Twitter, nessa ordem de prioridade e administrado por profissionais extremamente competentes. Nada de empirismo. Cada um deles com sua linguagem específica. Isso é muito complexo, pois trata-se de um trabalho que não pode ser feito por amadores e muito menos pelo próprio candidato. Mas acho que tudo isso não dá grandes resultados se não houver o que ser mostrado.

Acredito muito mesmo no poder do WhatsApp. Cento e vinte milhões de brasileiros o acessam todos os dias e várias vezes por dia. Mas ele tem restrições, pode ser denunciado como spam. Portanto todo cuidado é pouco para usar essa grande ferramenta. Os candidatos teriam que ter começado a usar essa ferramenta com fins políticos há muito tempo. Não é possível começar a usar agora para não parecer oportunista e causar rejeição. E nem pensar em criar grupos. Isso é inadministrável. Linhas de transmissão dão menos trabalho e mesmo assim tem que se ter um bom back office.

Os candidatos proporcionais têm mais chances de se comunicar bem com seus públicos através dessas ferramentas, devido à maior proximidade que estabelecem com seus eleitores.

Blog – Como mesclar de forma adequada os componentes digitais e não-digitais nas campanhas de forma a se conseguir êxito na estratégia traçada para o candidato?

MN – Já me referi sobre os digitais relacionados à Internet. Podemos considerar que a TV já é digital em grande parte das cidades, atingindo 90 milhões de brasileiros até agora. Esse é disparado o maior meio de informação do brasileiro e tem um peso absurdo na época da campanha.

Produzir bons programas para o horário eleitoral e ser notícia nesse meio é um grande desafio a ser cumprido. E nada disso se consegue sem ter bom aliados, recursos financeiros para viabilizar isso com bons profissionais e estrategistas, pois campanha política tem um custo muito elevado.

Mas no atual ambiente político, de nada isso tudo adianta se o candidato não tiver uma história política íntegra e de feitos para divulgar. Esse sim, o capital político do candidato, vai ser o fiel da balança neste pleito, e espero que nos demais. Portanto os novatos e outsiders terão poucas chances.

Sobre o Congresso

Com o tema “Novas estratégias eleitorais para um novo ambiente político”, o congresso discutirá temas como renovação política, uso da Internet nas campanhas eleitorais, novas técnicas de comunicação e de mobilização eleitoral e campanha permanente dentre outros.

SERVIÇO

*Para maiores informações e inscrição no congresso, os interessados devem acessar o endereço eletrônico: www.estrategiaseleitorais.com.br ou manter contato pelos telefones 85.3246.2399 e 85.99644.0065.

*Centro de Eventos do Ceará – Avenida Washington Soares, 999 – Fortaleza/CE.

Foto – Divulgação)

Grupo de Comunicação O POVO tem novo diretor de Marketing: Cliff Villar

 

Entrevista  Átila Varela, repórter do O POVO, na edição desta sexta-feira.

A função do marketing, dentro de uma empresa é integrar. Para a sociedade, seu eixo é transformar. Há muito, deixou de ser relacionado apenas com a venda no negócio e puxa para si a égide da responsabilidade social. As premissas são defendidas por Cliff Villar, novo diretor de marketing do Grupo de Comunicação O POVO.

Multitarefa – responsável pela área de Projetos Especiais e diretor do Instituto Albanisa Sarasate do grupo -, uma de suas missões é dialogar com grandes players do mercado para discutir o verdadeiro papel do marketing.

O POVO – Como o senhor observa hoje o papel do marketing nas empresas?

Cliff Villar – O marketing deixou de ser relacionado apenas ao negócio. Ganhou uma função de diálogo com a sociedade, de colocar marca, empresa e produto para conversar com todos os atores. As companhias começam a entender a questão social, como contribuir com a sociedade e como elas podem transformar e, no nosso caso, como um veículo de comunicação. O setor tem de estar próximo das áreas de conteúdo e elaboração, dos movimentos sociais e das questões que permeiam nossa sociedade. Com O POVO, que é um jornal pensando na interação e integração, sempre tivemos uma postura editorial com esse significado. Na verdade, unir a questão de mercado com o conceito editorial é um grande desafio.

OP – O senhor visitará grandes empresas do Estado. Qual o objetivo do encontro?

Cliff – Levarmos e discutirmos esse conceito de marketing com as empresas. Considero O POVO como uma grande távola, onde todos têm voz. Queremos agregar. Esse é o nosso objetivo: conversar com os grandes formadores, discutir o verdadeiro papel transformador da classe de profissionais de marketing.

OP – E qual é o futuro do segmento?

Cliff – A integração. Um modelo que esteja disseminado pela empresa inteira. Não acredito na dissociação nos próximos anos, especialmente num ambiente onde existem núcleos de produção. Não vejo, no O POVO, o marketing longe do comercial ou da redação.Em resumo, precisamos estar ligados com a sustentabilidade da empresa, mas também a sustentabilidade a marca e do produto, coisa que temos em nosso DNA.

OP – Diante das novas mídias, qual a relevância da mídia impressa?

Cliff – Esse pensamento é modificado por fatos reais e consistentes. Veja quando noticiamos a morte do cantor e compositor Belchior. As pessoas foram bombardeadas de todas as formas, especialmente na internet, grupos de WhatsApp. Mas elas procuravam mesmo era credibilidade nas notícias. Foi assim que tivemos um “boom” de audiência em diversas plataformas, não somente no jornal impresso. Hoje não se fala mais de leitores, mas sim do conceito de audiência. O POVO tem audiência. Somos o departamento de jornalismo de muita gente. Uma matriz de conteúdo com valor inimaginável.É algo constante. Nós já passamos por isso quando a TV nasceu. Diziam que o rádio iria acabar. Mas o veículo se modificou para os tempos modernos. Tem um espaço que é só dele. A TV aberta passa pelo mesmo processo, por causa dos canais na Internet e programas de streaming. A mudança é muito grande. E o que não muda? O conteúdo de qualidade. A forma como apresentamos é imprescindível. Onde tiver conteúdo de qualidade, haverá audiência.

OP – Passadas as transformações, qual o cenário possível de vislumbrar?

Cliff – Uma coisa eu garanto: não, ele não irá acabar ou muito menos entrar em decadência. Prova disso são os países dotados de tecnologia de ponta, como Japão e Inglaterra. Lá, eles possuem as maiores tiragens do mundo. A internet domina, mas as pessoas continuam com o jornal impresso. Como se explica isso? E no Vale do Silício (Estados Unidos), berço de milhares de empresas de tecnologia? O papel está se transformando em um grande bistrô. O impresso tem um caráter de aprofundar temas que o meio digital ainda não consegue. A TV não me possibilita mergulhar em águas mais profundas, como foi o caso das ações da Polícia Federal envolvendo políticos.O jornal impresso está preservado. O que dizer de grandes empresas que anunciam, como Google, Netflix e Uber? Elas veem, assim como o leitor, a força do veículo.

OP – Como o senhor avalia o desafio em assumir o marketing do O POVO?

Cliff – É uma empreitada assumir o setor de uma marca conhecida nacionalmente, como é O POVO. Uma marca que, próxima de completar 90 anos, é jovem. Considero o maior desafio profissional da minha vida.

Publicitário confirma saída da pré-campanha de Wagner

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Em nota enviada ao Blog, o publicitário Ricardo Alcântara confirma saída da pré-campanha do Capitão Wagner à Prefeitura de Fortaleza, mas nega falta de organização. No entanto, sugere que o próximo profissional a conduzir a pré-campanha ganhe condições indispensáveis para o êxito do projeto eleitoral. Confira:

Caro Eliomar. Está correta a informação: decidi me afastar da campanha do deputado Wagner de Sousa na semana passada, mas as motivações foram diferentes das informadas aqui: o candidato tem mantido contatos frequentes com o senador Tasso Jereissati e seu programa e governo vem sendo bem encaminhado.

Quanto a profissionalismo e organização, Wagner tem a seu lado lideranças políticas experientes com quem se aconselhar e não me cabe comentar problemas internos que podem ser sanados se o candidato compreender a necessidade de conduzir com mais impessoalidade sua campanha.

Ele fez duas campanhas proporcionais muito bem sucedidas e poderá vir a fazer uma boa gestão em Fortaleza.

Espero que encontre um profissional qualificado para me substituir e dê a ele aquelas condições que são indispensáveis ao êxito de seu próprio projeto eleitoral. Está esclarecido.

Livro apresenta dicas para quem quer conquistar o primeiro mandato

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O vice-presidente estadual do PTdoB, Haroldo Abreu, lançará, às 18 horas desta quarta-feira, no Auditório Murilo Aguiar, da Assembleia Legislativa, o livro “Vereador – Guia de Campanha Passo a Passo”.

Segundo o autor, que também é bacharel em Direito, a publicação fala, de forma simples e direta, nos meandros de uma campanha eleitoral. São dicas para aspirantes a um mandato proporcional.

Bom destacar que o livro o autor sendo apresentado pelo saudoso ex-prefeito de Fortaleza e ex-deputado estadual Barros Pinho.

DETALHE – Haroldo Abreu lançará a publicação em cidades de peso do Interior, a partir do fim desta semana.

SERVIÇO

*Mais Informações – haroldo.abreu@hotmail.com e (85) 98707070.

O dia em que Luizianne fez Lula virar um “garoto-propaganda”

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Podem falar da deputada federal Luizianne Lins (PT) de que ela é briguenta, faladeira e outros adjetivos, mas sabe aproveitar situações políticas ou não a seu favor.

No ato de apoio a Lula, em São Paulo, nessa quarta-feira, a parlamentar, claro, defendeu o ex-presidente que é acossado no caso de um triplex em Guarujá, mas não perdeu seu lado de marqueteira.

Luizianne arrancou esta foto aí em cima de Lula estampando jornalzinho – O Papel da Esquerda, que ela difunde em Fortaleza.

Lula, jogado ou não aos lobos no momento, não deixa de ser um ótimo garoto-propaganda, não é mesmo?

(Foto – Divulgação)

Heitor busca trabalhar imagem na periferia, mas pode perder espaço entre formadores de opinião

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Em artigo enviado ao Blog, o professor e leitor Leonardo Silveira comenta das ações de pré-candidaturas à Prefeitura de Fortaleza no próximo ano. Confira:

Enquanto o Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) ou o Superior Tribunal Eleitoral (TSE) não se manifesta acerca de campanhas antecipadas, vou me dar o direito de avaliar algumas pré-candidaturas à Prefeitura de Fortaleza, principalmente aquelas que já acenam para o eleitorado. Não que eu tenha o poder de julgar quem já comete crime eleitoral ou quem somente pratica o exercício de gestor, fiscalizador ou cidadão. É que muito cedo aprendi que a Justiça Comum admite o que a lei permite ou o que não é expresso como crime, enquanto a Justiça Eleitoral admite somente o que a lei determina. E pronto!

Mas não é o que vem ocorrendo em Fortaleza. Diante da tendência de um quadro de candidaturas ditas “fortes”, a eleição ao Palácio do Bispo há muito já está nas ruas. Muito antes da estratégia política que levou a troca partidária do prefeito Roberto Cláudio, do PROS para o PDT, que resultou, inclusive, na também troca partidária do então pedetista Heitor Férrer, atualmente no PSB. Antes também da participação do Capitão Wagner em um programa de televisão. Antes até das críticas da “deputada municipal” Luizianne Lins à atual gestão de Fortaleza. Sim, antes, inclusive, do rompimento do PMDB, por meio do vice-prefeito Gaudêncio Lucena e do presidente estadual do partido Eunício Oliveira. Antes ainda do habitual silêncio de Moroni Torgan. Na verdade, o pleito de Fortaleza para 2016 teve início logo após o resultado das urnas há três anos.

Mas, voltando ao atual momento, chama a atenção a inédita movimentação de Heitor Férrer, que sempre usou a eleição ao Paço Municipal para demarcação política ao próximo pleito, ou seja, a de deputado estadual. Heitor nunca foi de apostar em sua própria candidatura a prefeito, diante de uma agenda de campanha pobre, além de se deixar levar por candidatos à Câmara Municipal. E isso nada tem a ver com a falta de recursos, motivação da militância, força partidária ou marketing político. Sempre foi o próprio Heitor. Ele se negava como o “pacote de biscoito”. Se sente mais à vontade como um “biscoito” dentro do pacote, em meio a uma disputa proporcional.

Mas, eis Heitor presente na periferia, visitando feiras públicas e até contando com a orientação de conhecido marqueteiro, no caso o jornalista Marcos Martinelli. Se isso não for campanha antecipada, Heitor acaba de descobrir que sempre foi um fracasso como parlamentar, apesar de vitorioso em sucessivas eleições à Assembleia Legislativa. O que o pré-candidato não atentou – incrível! – é que a sua estrutura política vem de formadores de opinião, eleitores esclarecidos que conseguem multiplicar votos em cima dos indecisos e dos despolitizados.

Esses mesmos formadores de opinião – é da natureza da raça – não veem com bons olhos a antecipação de pleitos. São adeptos ao jogo limpo e não suportam dissimulações. Ah, também se mostram éticos, críticos e pesquisadores por excelência. Logo perceberão que o novo modelo de marketing político que querem impor a Heitor já alvo de um mandado de busca e apreensão, no ano passado, na operação Lava Jato no Rio Grande do Sul.

Em sua página no Facebook, Martinelli informou que nada de irregular foi encontrado, apesar de policiais federais terem levado seu computador e documentos, “dentro do trabalho de praxe” da PF, considerada pelo marqueteiro como “espetacularizante”. O marqueteiro também prometeu revelar o desfecho da operação, assim que tivesse todas as informações. Mas nada mais foi postado, pelo menos com base na minha pesquisa de curioso e de alguém que um dia votou em Heitor.

Dia dos Namorados – Comercial do Boticário supera o preconceito

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[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=1_04RSlhQAA[/youtube]

Pois é, o pastor Silas Malafaia ocupou as redes sociais para bater no comercial do Boticário, que destaca os vários tipos de casais em comercial pelo Dia dos Namorados.

O vídeo da perfumaria fechou o dia de ontem com 1,4 milhão de visualizações no YouTube, número que chegou a 1,9 milhão hoje.

Quem esperava uma enxurrada de críticas evangélicas, no entanto, viu que o vídeo foi curtido 247 317 vezes e teve 161 768 desaprovações, de acordo com a Bites Consultoria.

O placar no Twitter foi dez vezes mais favorável ao Boticário: 60 542 menções, contra 5 905 de Malafaia.

Em número de impressões, ou seja, no número de vezes em que os usuários foram expostos a postagens sobre estes temas, o Boticário também goleou o pastor: 180 milhões contra 17 milhões.

(Com Veja Online)

Paul Cole dará palestra em Fortaleza

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Cole em recente passagem por Uganda (Africa).

Está em Fortaleza Paulo Cole, presidente do ministério CMN – Hombridade (Christian Men’s Network) e pastor titular da igreja Hope Christian City Church em Colleyville, no Texas.

Na condição de consultor de marketing com atuação internacional e premiado produtor de cinema e televisão, ele dará conferência, a partir das 19 horas desta quinta-feira, no auditório da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec). Falará sobre o tema “Hombridade”.

Paul Cole trabalha também  com celebridades e expoentes cristãos há mais de 30 anos. Dos SuperBowls aos eventos para homens em megaestádios, seu trabalho e ministério já o levaram a mais de 50 países.

E a pata tem razão

Em artigo no O POVO deste sábado (24), o professor em Saúde Pública e reitor da Uece, José Jackson Coelho Sampaio, provoca o debate “a pata e a galinha”, quando o silêncio da pata ajuda na preservação da espécie. Confira:

Palestrantes das novas escolas de planejamento, gestão, marketing ou autoajuda reincidem na alegoria da galinha que cacareja, diante da produção de seus pequenos ovos, e da pata que silencia frente aos seus grandes ovos. O elogio ao cacarejo da galinha e a declarada reserva frente ao comportamento da pata, que não propagandeia seu produto, tem-me feito refletir. E penso que a pata tem razão.

O industrial quer reproduzir prolífica linha de montagem e o usuário quer acesso às informações sobre preço e quantidade dos frutos destas aves. A ambos interessa os cacarejos, mais ainda aos publicitários que buscam unir as pontas desse processo produtivo, todos lucrativos beneficiários da exploração da natureza. Mas, da perspectiva das aves alegóricas, instrumentalizando-nos com a teoria da evolução, qual seria a moral da história?

Os galináceos são individualistas e desorientados; dormem completamente, quando o fazem; os machos cercam e bicam as fêmeas, para o acasalamento, e são dispostos à guerra com os competidores. O galo tem pênis de 2 mm e não penetra, no ato sexual. Uma galinha põe algo em torno de 300 ovos/ano, de 55 mg cada, fortes na incubação, e os pintos também são fortes já na primeira semana de vida. Como a taxa de sucesso é alta, o cacarejo da galinha é luxo que apenas torna cenográfico o processo reprodutivo.

Os patos têm senso de comunidade e de direção; atentos, dormem com metade do cérebro; e os machos dançam para conquistar a fêmea que escolhe e indica aos demais cortejadores com quem consumará o acasalamento. O pato tem pênis de 5 cm e penetra, no ato sexual. Porém, uma pata põe apenas 40 ovos por ano, de 100 g cada, muito frágeis na incubação, tendendo a morrer por insuficiente evaporação de água, e os patinhos também são frágeis na primeira semana de vida, pela escassa penugem protetora. A penetração aumenta o sucesso da fecundação e o silêncio da pata gera eficaz defesa evolucionista, preservando os patinhos dos predadores. É de ouro o silêncio da pata.

“Aprovação” ou “Desejo de Quero Continuar”?

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Eis artigo do marqueteiro e consultor Fabner Utida. Ele aborda estratégias eleitorais. Confira:

Geralmente quando se fala da reeleição de um gestor público ou sobre a continuidade de um mesmo grupo político à frente de um governo ou de uma organização, sempre surge a peculiar pergunta: qual o índice de aprovação?

Muitos acreditavam (ou ainda acreditam) que altos índices de aprovação seriam quase que a garantia automática da continuidade do projeto. Acontece que esta premissa tem provocado grandes surpresas a muitos líderes.

É bem verdade que um alto índice de aprovação representa um ativo importante no processo de continuidade de um projeto político, de gestão ou de poder. Ter boa aprovação ajuda muito, mas não tem mais tanta força assim.

Em termos de aceitação, o objetivo a perseguir está hoje em outro nível, bem mais complexo e, peculiarmente, mais volátil (o cenário muda com mais facilidade com maior velocidade).

Deixa de existir a era da identificação do índice de “aprovação” e entra em cena a era de conhecer o índice de “desejo de quero continuar”.

Lembro a história de uma mulher que estava passando por um processo de separação de um casamento de 7 anos. O relacionamento parecia perfeito, então a curiosidade recaía sobre as razões do rompimento. Não tinha sido traição, não tinha crise financeira, não tinha agressão. Muito pelo contrário, ela afirmava que “aprovava” o marido (agora ex). Afirmava que era bom pai, amigo, bem sucedido, mas simplesmente “não tinha mais química”. Não tinha mais “desejo de quero continuar”.

Se isto é possível acontecer com um casal imagina no relacionamento entre um líder ou governo com milhares de eleitores!

A cada dia, percebem-se mais e mais casos de governos e gestores com altos índices de aprovação que não encontram na sociedade (e também nas urnas) o “desejo de quero continuar”.

Pessoas e organizações precisam perceber que as relações são, a cada dia, mais dinâmicas e exigentes. A demanda por inovações e por resultados concretos é crescente e mais forte. Exige-se maior interação e melhores processos na criação e na entrega de valor. Demanda-se mais responsabilidade, muita criatividade, trabalho consistente e comprometimento.

Líderes públicos, principalmente, precisam acordar para o fato de que marketing governamental não é simplesmente divulgar ou dar publicidade ao que se faz.

Marketing governamental é uma função e um conjunto de processos que envolvem a criação, a entrega de valor, a comunicação e a promoção contínua do relacionamento de projetos político-administrativos conectados diretamente com seus líderes. O marketing governamental busca fazer isto com o propósito de inspirar e influenciar pessoas, beneficiando a própria organização e todos os públicos interessados.

Os projetos de comunicação de governo do passado operavam nos pilares “informar + tornar conhecido + imagem do que se faz no presente”. Os inovadores projetos de marketing governamental de hoje operam nos pilares “conquistar + tornar desejado + imagem de sucesso presente-futuro”.

Este artigo foi pensado prioritariamente para gestões e líderes públicos, no entanto a reflexão também é válida para pessoas e organizações das mais variadas.

Percebe-se dentro desta realidade que a missão número 1 dos projetos de marketing governamental ou corporativo, passa a ser: construção do “desejo de quero continuar” nos públicos estratégicos e na sociedade como um todo.

Fabner Utida,

Estrategista e consultor em marketing corporativo.

Acreditar: o primeiro passo para o sucesso

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Todos os dias acordamos, fazemos planos, organizamos os afazeres, entramos na rotina, cuidamos das urgências, reclamamos um pouco e, quando sobra, reservamos um tempo para sonhar.

A cada dia que passa, mais e mais pessoas entram tão fortemente neste estilo de vida, de sonhar pouco, que, com o tempo, deixam de perceber a importância de sonhar como um elemento transformador da vida humana.

O interessante é que o sonho nada mais é do que a fagulha inicial de um grande poder transformador. Para que um sonho ganhe força e se torne essa energia surpreendente de transformação é preciso um outro elemento: acreditar.

Pode parecer contraditório, mas muitas pessoas não acreditam verdadeiramente em seus sonhos, não acreditam profundamente em seus projetos. Muitas vezes, alguém termina dizendo para si: “isto não vai dar certo”. Pode ter certeza, todo o organismo vai trabalhar a favor do seu próprio fracasso.

Este processo acontece por um fator muito simples: a autodefesa. O nosso cérebro vai sempre trabalhar para concretizar as teses que afirmamos para nós mesmos.

Assim, se nos instantes que sonhamos, associamos a este desejo uma tese de “que não vai dar certo”, nosso cérebro vai engatar uma série de mecanismos que sabotarão o sonho exatamente para que se possa, no final, dizer: “eu sabia que não daria certo”.

Por mais louco que possa parecer, nós somos os maiores limitadores de nós mesmos. Então, qual seria o caminho para romper com este mecanismo de autodestruição? Simples: acreditar.

Transformar um sonho em realidade não é fácil. Precisa de planejamento, organização e muita, muita dedicação. Muitos desafios precisam ser superados para fazer com que um sonho saia do campo das ilusões para entrar no campo da realidade, enfim concretizada.

Mesmo com muito trabalho e muito esforço, por vezes diversos sonhos ainda não vão conseguir entrar para a galeria das realizações, isto faz parte. Mas, se de fato quisermos arriscar a chance de ver nossos sonhos darem certo, é preciso antes de tudo acreditar. Se mesmo acreditando, ainda pode ser difícil, imagina quando não acreditamos.

Percebendo que o fator “acreditar” é o primeiro passo para transformar um sonho pessoal em realidade, nas corporações não é diferente. Um dos principais papéis de um grande líder é fazer com que os stakeholders ou pessoas-chave da organização acreditem nos projetos, acreditem nos produtos, acreditem nos serviços. E essa tarefa também representa um pilar estrutural fundamental para o marketing corporativo: provocar a adoção, inspirar e fazer acreditar.

Acreditar é o primeiro passo para o sucesso. É o elemento que tem o poder de mover pessoas no sentido verdadeiro de fazer “dar certo”.

Fabner Utida – estrategista e consultor em marketing corporativo

A Comunicação tem que sair da Copa

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Com o título “A Comunicação depois do apito final de 2014”, eis artigo do diretor regional Norte e Nordeste do Sindicato das Empresas de Comunicação Corporativa, jornalista Marcos André Borges. Ele aborda a ferramenta da comunicação nestes tempos de Copas e perspectivas do que poderá ficar de resultado para o mercado. Confira:

A “Era da Informação” atribui às agências de comunicação e de publicidade o desafio de oferecer melhores soluções para intermediar o relacionamento das empresas – públicas ou privadas – em um universo de multiusuários, que interagem entre si de forma cada vez mais instantânea. Se isso dá às marcas a melhor oportunidade que já tiveram para falar com seus públicos, exige delas formas inovadoras para interagir em um mundo que busca o engajamento de pessoas em ideias e ideais.

É dever das empresas de comunicação oferecer soluções que permitam convergir a abundância de informações em mensagens que consolidem uma boa reputação de imagem, em um mundo que fala sem parar e para pouco para escutar. De nada adianta adotar todas as novas ferramentas disponíveis se elas não forem utilizadas da forma adequada. Desde as mídias sociais como blogs, sites, Twitter, Instagram ou YouTube, por exemplo, até as mídias alternativas, como busdoor, móbile marketing, mobiliários urbanos e mídias indoor nos próprios estabelecimentos, como telas de LCD, placas em bares, restaurantes e até nos banheiros. A orientação de consultores de comunicação para diagnosticar as melhores formas e caminhos para atingir seus objetivos é fundamental.

Se o mercado favorável e a expansão das formas de comunicação geram novos consumidores, há ainda a influência de dois megaeventos que trarão ainda mais oportunidades: as Copas das Confederações de 2013 e a do Mundo de 2014 – só citando os dois que acontecerão no Ceará – além da Olimpíada no Rio em 2016. Daí a necessidade de soluções mais amplas para a comunicação institucional, o marketing esportivo e os desdobramentos mercadológicos consequentes dessas atividades.

Anos e anos de crises nos prepararam para esse momento (o Ceará em especial pelo potencial e pela boa performance econômica), em que o caminho está aberto, mas demanda investimento em inovação e cocriação por parte das agências para falar globalmente com sotaque regional. Devemos estar preparados para encontrar soluções não apenas para nos expormos ao mundo, mas para o que fazer após o apito final do juiz.

Precisamos assegurar o capital de credibilidade dos nossos clientes que foi construído e continuar a ampliar o valor de seus negócios, aliando e potencializando as antigas com as novas ferramentas da comunicação. E o maior desafio: traduzir isso em resultados que impactem positivamente nas atividades das instituições de forma contínua, e não apenas pontualmente, como se fora apenas uma mera e passageira ação promocional de “marketing de oportunidade”.

* Marcos André Borges,

marcosandre@vsmcomunicacao.com.br

Diretor regional do Nordeste do Sinco e diretor-dócio da VSM Comunicação.

Atitudes e produtos de imagem: O caminho de um legado

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Em artigo enviado ao Blog, o estrategista e consultor em Marketing Corporativo, Fabner Utida, analisa o legado de uma pessoa ou organização como imagem que nunca deixa de existir. Confira:

Muitas pessoas e organizações passam pela vida sem parar para refletir: qual será o meu legado?

De forma restrita, legado está relacionado a uma herança ou algo que é deixado para outros quando uma pessoa ou organização deixa de existir ou atuar. Mas de forma ampla, legado é a imagem ou resultado que fica, remetendo diretamente sobre como pessoas e organizações serão lembradas.

É claro que o que se deseja é ter um legado positivo, mas isto não é automático. Quando um legado não é planejado e construído de forma estratégica, abre-se a grande possibilidade de existir um legado negativo.

Pessoas e organizações privadas até podem não dar muita atenção para os seus legados (não deveriam, mas podem). Agora: líderes e partidos políticos; governos e organismos de finalidade social não podem se dar ao luxo de não se preocupar com seus legados. E por uma razão bem simples: as suas ações têm um fim e um sentido público e não privado.

Existem dois elementos fundamentais para a construção de um legado com alto potencial de lembrança: atitudes e produtos de imagem.

“Atitudes” traduzem a forma como as pessoas e organizações se relacionam com seus públicos estratégicos. Se próximas ou distantes. Transparentes ou não. Se competentes, trabalhadoras, respeitosas, democráticas, atenciosas ou totalmente o contrário. “Como” as coisas são feitas tem um impacto enorme no legado.

Já os “produtos de imagem” remetem diretamente ao que foi realizado por uma pessoa ou organização. Pode ser uma ação, um projeto, programa, uma lei, obra ou qualquer atividade ou realização, feitos não de maneira convencional, mas dentro de uma concepção de produto com potencial de construir uma imagem.

Um produto de imagem é uma marca de realização: tem nome forte, um propósito (diferenciado se possível), impacta diretamente na vida de pessoas e organizações e, fundamentalmente, promove experiências. Quando os produtos de imagem não são cuidadosamente pensados e executados surge a possibilidade de funcionarem como elemento delegado negativo. É caso, por exemplo, de como o produto de imagem “privatização” tem fixado ao longo de tantos anos um legado negativo ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

A interação e a execução estrategicamente planejada entre as “atitudes” e os “produtos de imagem” de um líder ou organização representam o caminho para a construção de um legado positivo. Cuidar destes dois elementos é uma das principais funções de um profissional projeto de marketing pessoal ou corporativo.

Então, quais são as suas atitudes? Quais são os seus produtos de imagem? Qual será o seu legado?

Marqueteiro político cearense comemora vitórias eleitorais

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Ao contrário de Duda Mendonça (e equipe) que colheu derrota em Fortaleza, eis aí o marqueteiro cearense Erivelto Souza sorrindo à toa. Ele desembarcou nesta segunda-feira na Capital cearense trazendo na bagagem duas vitórias em matéria de eleição municipal. Ganhou em Belém e em Teresina e, para não dizer que não falou da peleja fortalezense, comemorou a vitória de Roberto Cláudio neste segundo turno. Do lado de Roberto, estava Moroni Torgan, que foi candidato a prefeito pelo DEM que o contratara como marqueteiro.

“Perdemos no primeiro turno, mas o prestígio e o carisma do Moroni na periferia colaborou com a vitória do Roberto Cláudio”, acentua Erivelto Souza. Agora, segundo avisou, é descansar. Mas de olho em 2014.

Marqueteiro é igual a político… adora uma próxima peleja nas urnas.

(Foto – Paulo MOska)

Philip Kotler, o "mago do marketing", agenda conferência em Fortaleza

Philip Kotler, autor de 51 livros traduzidos para mais de 20 idiomas, estará em Fortaleza no dia 30 deste mês para ministrar um seminário no Coliseu La Maison, das 14 às 18h30min, sobre Marketing 3.0 e seu novo papel em um mundo conectado por redes.

Professor da Kellogg School of Management, da Northwestern University, Kotler atua há quatro décadas na área, desenvolvendo conceitos vigentes até hoje. Seu livro “Marketing management” é considerado a bíblia do marketing e é usado por praticamente todas as escolas de negócios do planeta. Foi listado pelo The Wall Street Journal como a 6ª pessoa mais influente no mundo dos negócios e presta consultoria para as maiores empresas do mundo.

SERVIÇO

* As inscrições podem ser feitas em São Paulo pelo telefone (11) 4689-6666 ou para outras cidades pelo número 0800 771 6606.

* Mais informações: eventos@hsm.com.br

CIC apresenta megaprojeto de marketing

O presidente da HSM do Brasil, Marcos Braga, participará nesta quarta-feira, a partir das  8h30min, na cobertura da Fiec, de um café da manhã com a diretoria do Centro Industrial do Ceará (CIC). Ele vai apresentar o “Projeto Philip Kotler” no Ceará.

O projeto, que está sendo promovido pela primeira vez numa cidade fora de São Paulo, tem por objetivo ser um marco em todo o Nordeste na área de eventos de gestão. Philip Kotler, considerado mundialmente como o “Pai do Marketing”, pode visitar Fortaleza neste ano.

O Grupo HSM tem parceria no Ceará como Instituto Empresariar, dirigida pelo cearense Cícero Rocha, que atua no mercado há mais de doze anos.

SERVIÇO

Os profissionais de imprensa que vão acompanhar a apresentação devem se cadastrar por e-mail, através da assessoria de imprensa do CIC: Joselita Feitosa (joselitafeitosa@hotmail.com 85.9954.3141)

O "Doutor Mídia" de Roberto Cláudio

Com a missão de fazer a ponte entre o presidente da Assembleia Legislativa e os meios de comunicação, o jornalista Marcos André toca seu trabalho sem alardes. A ordem é dar maior dimensão a Roberto Cláudio  (PSB), que comanda a Casa e que vem obtendo, inclusive, simpatias de setores políticos para ingressar no cenário das opções cidistas em Fortaleza. 

Roberto, no entanto, afasta esse cálice. Pelo menos, por enquanto. 

(Foto – Paulo MOska)

Autor do best-seller "Google Marketing" agenda Fortaleza

Conrado Adolpho, autor do best-seller Google Marketing, é o convidado especial do primeiro “Almoço com Executivos”, uma promoção da Câmara Brasil Portugal/CE. Vai ocorrer no próximo dia 2, no Hotel Luzeiros. Ele falará sobre “Google Marketing e os 8 pês do Marketing Digital”.

Especialista em marketing digital, Conrado Adolpho acredita que o comportamento do consumidor está se transformando de forma drástica devido ao crescente acesso à tecnologia ser cada vez mais barato.

Conrado Adolpho cursou Engenharia Aeronáutica no ITA, Unicamp e IBTA. É formado em Marketing e Pós-Graduado em Economia. Cursa MBA em estratégia pela BSP.”

(Blog Liberdade Digital)

Duda Mendonça lança videoblog com dicas gratuitas sobre campanhas

O publicitário baiano Duda Mendonça que respondeu pela campanha de Lula em 2002, está lançando o videoblog “making of”. O site mostra em vídeos como ele compõe jingles e slogans e como são feitas as pesquisas qualitativas. Duda ainda dá dicas sobre estratégias de marketing eleitoral.

Também no videoblog, suas campanhas atuais como a da petista Marta Suplicy (SP) ao Senado e a de Roseana Sarney (PMDB) ao Governo do Maranhão.

“É um blog diferente, informal. Não mostra apenas um trabalho de criação ao vivo, mas como acontece na realidade”, explica Duda Mendonça.

* Confira o site aqui.

Campanha é sucesso de marketing

O empresário João Araújo Sobrinho, controlador de Casa dos Relojoeiros, está comemorando sucesso da campanha “Estudante só paga meia” na compra de óculos em sua rede de lojas. Iniciada no dia 1º de julho último, a campanha, segundo ele informou nesta segunda-feira,  já vendeu quatro mil óculos nos 15 primeiros dias “o que nos faz esperar um desempenho acima da média até o dia 31, último dia da promoção”, complementa Jansen Araújo, diretor de Marketing do grupo.      

Considerada um excelente case na área, a campanha está em sua sétima edição. Durante os trinta dias da campanha, qualquer estudante – do ensino básico, fundamental, ou  universitário –  que apresentar sua carteira em uma das 28 lojas da Casa dos Relojoeiros, pagará somente 50% do valor da etiqueta em óculos de grau ou esportivos de grife.