Blog do Eliomar

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Bell Marques gravará primeiro DVD em carreira solo durante o Rèveillon do Marina Park

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Bell Marques confirmou, druante conversas no Fortal 2015, que seu DVD – o primeiro em carreira solo, será gravado no Réveillon Splendour – Paraíso das Ilhas, no Marina Park Hotel. Segundo o baiano, não teria lugar melhor para realizar este projeto tão especial.

O agito da Banda Acaiaca, o embalo do sertanejo Luis Marcelo e Gabriel e, claro, as atrações apresentadas pelo Bell prometem dar brilho ao Réveillon 2016 no Marina Park Hotel. 

Ítalo e Reno são padrinhos de novo da campanha do McDia Feliz

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A dupla Ítalo e Renno marcou presença em mais um momento de celebração para as crianças e adolescentes atendidos pela Associação Peter Pan. Os sanfoneiros participaram do lançamento oficial da campanha McDia Feliz, ação em que o valor arrecadado com a venda do Big Mac, do McDonalds, é revertido para a APP.

Eles são padrinhos da causa pelo segundo ano consecutivo da campanha. Ítalo e Reno comemoraram com a diretoria da APP um ano da obra de expansão do Centro Pediátrico do Câncer (CPC), do Hospital Peter Pan (HPP) .

(Foto – Divulgação)

Gonzaguinha será lembrado em Fortaleza

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Se vivo fosse, o cantor e compositor Gonzaguinha estaria completando 70 anos. A data será lembradas entre os dias 7 e 9 de agosto próximo, no palco da CAIXA Cultural Fortaleza.

Um grupo formado pelos músicos Fábio Luna, Marcelo Caldi, Edú Krieger e Fabiano Salek promete o espetáculo, que terá também conta com um convidado especial Daniel Gonzaga, filho de Gonzaguinha.

A ordem é relembrar clássicos do consagrado compositor como “Grito de Alerta”, “Explode Coração”, “O Que É, O Que É”, “Começaria Tudo Outra Vez” e “Comportamento Geral”.

SERVIÇO

*CAIXA Cultural Fortaleza – Avenida Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

*Data: 07 a 09 de agosto de 2015 -De sexta-feira a sábado, às 20 horas e, domingo, às 19 horas

*Ingressos: R$ 20,00 (inteira) R$ 10,00 (meia)

*Vendas a partir do dia 6/08, às 10 horas.

Halleluya 2015 – Padre Fábio de Melo é a atração desta noite de sexta-feira

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O Padre Fábio de Melo é uma das atrações mais aguardadas do Festival Halleluya 2015. Ele subirá ao palco do evento nesta noite de sexta-feira, e vai interpretar, entre canções preferidas do público, “Humano Demais” e “Abraço Eterno”.

A programação desta terceira noite do Halleluya contará ainda com Adriana Arydes, Davidson Silva, Irmã Kelly Patrícia e, pela primeira vez no palco do Halleluya, Aline Brasil. O evento prossegue até domingo, no Condomínio Espiritual Uirapuru (CEU).

(Foto – Divulgação)

Casa José de Alencar oferecerá oficina sobre prática e teoria do chorinho

Começa no próximo sábado (25) e segue até dezembro, na Casa de José de Alencar, da UFC, o projeto de extensão Oficina de Choro, que consiste no desenvolvimento da prática de tocar choro em grupos, abrindo espaço para maior integração entre músicos e professores da cena local e regional.

O projeto tem como principal objetivo formar pessoas que dispõem de pouca base teórica e prática na execução do choro, mas que têm interesse em ampliar seus conhecimentos no assunto. As inscrições serão feitas no local, a partir das 8h. Após isso, será feita uma seleção dos participantes que continuarão no projeto.

A oficina da aula inaugural será ministrada pelo Prof. Jorge Cardoso, instrumentista e diretor do projeto. O mais recomendado, segundo ele, é que os interessados tenham ao menos conhecimentos básicos acerca da história e da prática do choro. A coordenação é do Prof. Luis Botelho, da Faculdade de Educação da UFC.

SERVIÇO

* O projeto é gratuito e aberto à comunidade. As aulas ocorrem todos os sábados, das 8 às 12 horas, na sala 2 do Centro de Treinamento da CJA, que está localizada na Avenida Washington Soares, 6055, Messejana.

* Professor Jorge Cardoso, diretor do projeto Oficina de Choro – (85) 99754 2717.

(Site da UFC)

 

Como são grandes as famílias Silva e de bestas

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Em artigo no O POVO deste sábado (18), o jornalista Luiz Henrique Campos critica a postura do cantor Lobão, que espera produzir trabalho à custa de admiradores, “em troca de migalhas personalistas”. Confira:

Ouvi há algum tempo uma expressão popular que nunca esqueci, dado o seu caráter sempre de atualidade e pertinência para situações em que se beira a imbecilidade. A expressão diz que as duas maiores famílias no Brasil são a Silva e a de “bestas”.

No caso do clã dos Silva, basta ver a quantidade de sobrenomes espalhados pelo País para entender a afirmação. Quanto à família de “bestas”, cada vez me convenço da perda do senso do ridículo de determinadas pessoas nesses tempos modernos, o que se enquadra perfeitamente na relação de parentesco que caracteriza o clã dos “bestas”.

Esta semana, por exemplo, li na coluna da jornalista Mônica Bergamo, na Folha, que o cantor Lobão não teria arrecadado metade dos R$ 80 mil estabelecidos por ele para a produção de seu novo disco, “O Rigor e a Misericórdia”. Até agora teria conseguido pouco mais de R$ 30 mil. Segundo a jornalista, dentre as “recompensas” oferecidas pelo artista aos que fizessem doações, estariam: convite especial para participar de grupo de discussão secreto no Facebook; uma palheta; acompanhar a gravação ao vivo; bate-papo de 15 minutos com o artista; 10 minutos no camarim com direito a selfie; visita ao estúdio de Lobão; tocar no estúdio com Lobão por uma hora; ter marca estampada como agradecimento na contra-capa do disco; vídeo de agradecimento postado nas redes sociais e citação e entrevistas referentes ao show.

Bem, não entro no mérito do trabalho dele, até porque gosto de algumas músicas suas e não sou crítico musical. Agora, daí a querer que as pessoas se prestem a esse papel, em troca de migalhas personalistas é desrespeitar a inteligência alheia. Ainda mais vindo de um dito cantor próximo de um público, em tese, mais letrado. E aqui me excluo até de entrar no debate sobre os últimos posicionamentos do cantor, querendo derrubar um governo legitimamente eleito.

É claro que ele tem seu público, independente de posição política. Mas até por isso Lobão deveria respeitá-lo, pelo menos em nome de uma trajetória marcada por conceitos totalmente diferentes dos que propaga hoje. Sobre os que colaboraram com doações, só reforça o tamanho e o quanto permanece unida a família.