Blog do Eliomar

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Diesel negociado nas refinarias está mais caro a partir de hoje

O preço médio do litro do diesel nas refinarias foi reajustado neste sábado (4), conforme informação divulgada no site da Petrobras, onde está listado 37 locais de postos de distribuição do combustível.

O aumento médio definido pela empresa ficou em R$ 0,057. O valor passou de R$ 2,2470 o litro para R$ 2,3047. O preço da gasolina permanece inalterado.

O reajuste é o primeiro praticado pela petroleira para o diesel desde 18 de abril, quando os preços subiram 4,8%.

Gás de cozinha

A Petrobras também irá reajustar em 3,43% o botijão de até 13 quilos do gás de cozinha nas refinarias, a partir deste domingo (5).

O botijão terá um aumento de R$ 0,87, passando a custar R$ 26,20 para as distribuidoras sem a cobrança de tributos.

(Agência Brasil)

Contratos de patrocínio da Petrobras passam por revisão, diz Bolsonaro

O governo federal determinou a revisão dos contratos da Petrobras que estão em vigor para patrocínios ligados ao setor de cultura. Em publicação hoje (21) no Twitter, o presidente Jair Bolsonaro disse que a revisão tem o objetivo de “saber o que fazem com bilhões de reais da população brasileira”.

Lançado em 2003, o Programa Petrobras Cultural patrocina projetos de música, artes cênicas e audiovisual. De acordo com a empresa, mais de 4 mil ações já receberam ajuda do programa. A seleção dos projetos se dá por chamadas públicas e por escolha direta. A última chamada aberta pela companhia foi em 4 de dezembro do ano passado. A “Petrobras Música em Movimento 2018” tinha valor total previsto de R$ 10 milhões.

(Agência Brasil)

Qual a linha econômica do governo Bolsonaro

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Da Coluna Política, no O POVO deste sábado (20), pelo jornalista Érico Firmo:

As idas e vindas em torno do preço do diesel são muito semelhantes a muitas das trombadas que têm marcado o governo Jair Bolsonaro (PSL). Essa tem delicadezas, mas era também das mais previsíveis.

A delicadeza está no fato de que envolve o coração da visão econômica do governo. A visão liberal foi abraçada por Bolsonaro na pré-campanha e foi determinante para que setores empresariais tenham optado por ele. A rigor, poucos eleitores votaram nele por causa dessas concepções, por causa da percepção econômica. Mas foi algo que teve peso pelo contraponto em relação a Dilma Rousseff (PT). Pois bem, o gesto de Bolsonaro na semana passada foi algo que Dilma assinaria.

E era previsível porque Bolsonaro nunca foi liberal, ao contrário. Isso não escrevo hoje, mas antes de ele ser eleito. Em 25 de outubro do ano passado, escrevi neste mesmo espaço: “A história de Bolsonaro não é liberal coisa nenhuma. É estatizante, corporativista, populista, monopolista e contrária a tudo quanto é reforma. Estava ao lado do PT na oposição ao Plano Real. E, quando Lula fez a reforma da Previdência em 2003 e Dilma Rousseff (PT) fez outra em 2012, ele foi contra ambas”.

O histórico de Bolsonaro é de tradição intervencionista. Ocorre que, na economia, ele disse que Paulo Guedes seria seu “Posto Ipiranga”. Iria perguntar a ele quando fosse fazer qualquer coisa. O Posto Ipiranga estava em Washington quando Bolsonaro se intrometeu na política de preços da Petrobras. Na semana passada, a empresa anunciou reajuste de 12 centavos no preço do diesel. Bolsonaro questionou que história era essa e a Petrobras desistiu do aumento. Guedes voltou e tentou remendar o problema criado. Primeiro, o governo anunciou linha de crédito do BNDES para caminhoneiros. Depois, anunciou aumento. Não de 12 centavos, mas de 10 centavos. O tamanho disso em escala de mercado não é pequeno. Porém, a diferença também não chega a ser uma coisa gritante.

A primeira sinalização é a força do “Posto Ipiranga”. Na coluna citada acima, em outubro passado, escrevi: “O liberalismo será preponderante no eventual governo Bolsonaro caso o ministro se sobreponha ao presidente”. Isso na economia, claro. E isso é o que se mostrou no episódio. Entre Bolsonaro e Guedes, prevaleceu Guedes.

Isso não deixa de ser bom. Pode-se discordar de Guedes mas, não sei vocês, confio mais nele que em Bolsonaro para tocar a economia. Certo ou errado, ele demonstra noção do que está fazendo. De modo que Bolsonaro tem DNA intervencionista, o que não significa que o governo seja. Mas fica claro que esse conflito existe.

O problema do diesel é complexo e vai além do atual governo. O Brasil construiu rede logística em torno do transporte rodoviário. Atendeu interesses da indústria automobilística. Foi contra o interesse nacional. Criou-se modelo caro e poluente.

O transporte por caminhões é importante, mas como parte de um sistema, jamais como única opção. Interligado a ferrovias, portos marítimos e fluviais. Uma rede diversificada e com competição.

O Brasil fez pior que não investir em ferrovias. Desmontou as que existiam. Havia trem ligando Fortaleza ao Cariri. Até o fim dos anos 1980, transportava inclusive passageiros.

Hoje, o Brasil é refém. Os caminhoneiros paralisaram o País e provocaram desabastecimento. Ameaçam fazer o mesmo agora. A intervenção de Bolsonaro é questionável, mas tem uma lógica. O presidente entendeu o potencial de estrago. Não pode se abraçar ao ideário liberal e ignorar os problemas da vida real.

Além disso, a política de preços tem problema concreto. Os reajustes diários adotados na gestão Michel Temer (MDB) eram bons para a Petrobras e foram adotados na carona do colapso havido com Dilma. Entretanto, traziam imprevisibilidade quase inadministrável no ambiente de negócios. O preço do diesel e dos fretes não afeta só caminhoneiros. São repassados a toda a cadeia. O arroz, o feijão, a batata e o tomate ficam mais caros se o transporte custa mais. Esse custo é repassado ao consumidor. Vai parar na mesa e no bolso. Todo mundo sente o impacto e os mais pobres sentem mais. Atacar o problema é interesse público e interesse nacional.

A periodicidade de reajustes da Petrobras era diária, passou a quinzenal e agora não tem mais prazo. E a fórmula de cálculo do preço é desconhecida, o que é um problema dos grandes.

Petrobras não vai sofrer interferência do governo, diz Planalto

O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, afirmou nessa sexta-feira (12) que o presidente Jair Bolsonaro recomendou o adiamento do reajuste no preço do óleo diesel para entender aspectos técnicos da decisão da Petrobras, mas negou que haja interferência do governo na política de preços da estatal.

“Por princípio, o senhor presidente entende que a Petrobras, uma empresa de capital aberto, sujeita as regras de mercado, não deve sofrer interferência política em sua gestão. No entanto, em face do impacto sobre a população do ajuste anunciado, cerca de 5,7%, ele recomendou a aguardar a implantação, e convidou ministros ligados a área, e uma equipe técnica da Petrobras, para comparecerem ao Palácio do Planalto, na próxima terça-feira, com o intuito de discutir os aspectos técnicos da decisão”, informou.

Na quinta-feira (11), a petroleira havia anunciado um reajuste de 5,7% do diesel nas refinarias, mas a medida foi suspensa ontem pela direção da empresa. O presidente Bolsonaro disse que há preocupação com o reajuste dos combustíveis pelo impacto no setor de transporte de cargas, afetando diretamente os caminhoneiros.

Em nota, o Ministério de Minas e Energia diz que vem trabalhando, em conjunto com outros órgãos, para buscar soluções estruturantes na questão dos preços de combustíveis, notadamente o diesel, sem qualquer incidência sobre a liberdade econômica da Petrobras.

“Como exemplo dessas soluções, cabe mencionar que no último dia 26 de março, a Diretoria Executiva da Petrobras alterou a periodicidade de reajuste nos preços do óleo diesel, que passaram a ser reajustados por períodos não inferiores a 15 dias. (…) Adicionalmente, foi anunciada a criação do Cartão Caminhoneiro, que tem como objetivo a compra por caminhoneiros de diesel a preço fixo nos postos com a bandeira BR. O Cartão Caminhoneiro servirá como uma opção de proteção da volatilidade de preços, garantindo assim a estabilidade durante a realização de viagens”, informou a pasta.

(Agência Brasil)

Cade condena Ipiranga e BR Distribuidora por indução de preço uniforme

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) condenou hoje (10) a Ipiranga e a BR Distribuidora por induzir postos a uniformizar os preços de combustíveis nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Contagem e Betim, em Minas Gerais. O processo foi aberto em abril de 2010 para apurar uma possível formação de cartel entre 2006 e 2008. Ao concluir o procedimento, o Cade condenou as duas empresas por indução a conduta uniforme de preços, uma infração contra a ordem econômica. As duas empresas terão que pagar multas de R$ 40.693.867,35 e 64.445.861,88, respectivamente.

A reportagem entrou em contato com a assessoria das duas empresas, mas até o momento não obteve retorno.

Caso

O julgamento teve início em outubro do ano passado. Além da Ipiranga e BR Distribuidora, também foram investigadas as distribuidoras Alesat Combustíveis, postos Ale, e Raízen Combustíveis, denominação atual da Shell, juntamente com 55 postos de combustíveis e 24 pessoas físicas. Na ocasião, o Ministério Público Federal (MPF) pediu a condenação da Ipiranga, BR Distribuidora e Raízen. A Alesat foi excluída do processo após firmar um Termo de Cessão de Conduta e pagamento de multa.

Em janeiro, o relator do caso, João Paulo Rezende, havia pedido a condenação da BR Distribuidora por formação de cartel, por entender que a empresa havia feito conluio com a Alesat para combinação de preços. Rezende pediu ainda a condenação da Ipiranga e Raízen por indução à conduta uniforme. A sessão terminou com um pedido de vistas da conselheira Pollyanna Vilanova.

Depois de ter pedido vistas do processo, a conselheira Polyanna defendeu, nesta quarta-feira, em seu voto, que não houve formação de cartel, mas atuação para forçar a uniformização de preços. Com isso as duas distribuidoras foram condenadas por indução a conduta comercial uniforme. A conselheira entendeu ainda que não havia provas de atuação irregular contra a distribuidora Raízen. O entendimento foi acatado pela maioria dos conselheiros.

O Cade condenou ainda cerca de 30 postos de combustíveis investigados. O conselho já havia firmado, em 2017, cinco acordos pelo qual o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Minas Gerais (Minaspetro) e dez postos de combustíveis pagaram juntos cerca de R$ 13 milhões em multas.

(Agência Brasil)

Governo americano vai estabelecer novas sanções contra a Venezuela

O governo americano decidiu impor novas sanções contra a Venezuela, sobre carregamentos de petróleo do país.

O vice-presidente americano, Mike Pence, discursou nessa sexta-feira (5) no Texas, no sul do país. Ele disse que o governo americano vai impor sanções contra 34 embarcações de propriedade ou operadas por uma empresa petrolífera estatal venezuelana. Acrescentou que o governo aplicará sanções contra dois operadores estrangeiros de transporte marítimo que realizaram entregas de petróleo da Venezuela para Cuba.

O governo do presidente Donald Trump havia aplicado sanções em janeiro contra outra estatal petrolífera venezuelana. A administração pretende enfraquecer o governo de Maduro por meio de cortes nos faturamentos relativos ao petróleo.

Pence afirmou que os Estados Unidos “vão continuar a exercer toda a pressão diplomática e econômica para ocasionar uma transição pacífica para a democracia”.

(Agência Brasil)

Preço da gasolina sobe pela 4ª semana e acumula alta de 3,5% em um mês

O preço médio do litro da gasolina comercializada em postos de combustível de todo o país fechou esta semana a R$ 4,319. Essa foi a quarta alta semanal do produto, que acumula um aumento de preço de 3,5% em um mês, já que, na semana de 17 a 23 de fevereiro, o litro era vendido a R$ 4,172.

Os dados são do levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O óleo diesel, comercializado em média a R$ 3,54 por litro, registrou nesta semana sua quinta alta consecutiva e acumulou, no período, aumento de preços de 2,8%.

O litro do etanol, que foi comercializado em média a R$ 2,969, também subiu pela quinta vez consecutiva, acumulando alta de 8,2% no período de cinco semanas. Já o preço do GNV (gás natural veicular) aumentou pela terceira semana, fechando em média a R$ 3,169 o metro cúbico, uma alta de 1% no período.

(Agência Brasil)

Sérgio Machado e mais três são denunciados pela Lava Jato

A força-tarefa da Lava Jato denunciou o acionista e ex-presidente de empresas do Grupo Estre Wilson Quintella Filho, além do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, o executivo Antonio Kanji Hoshiwaka e o advogado Mauro de Morais.

Todos são investigados na fase de número 59 da operação, pelos crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro, em caso envolvendo suposto pagamento de R$ 21,1 milhões em propina.

(Com Agências / Foto: Arquivo)

Gás de cozinha ficará mais caro a partir desta terça-feira

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A partir de amanhã (5), o botijão de até 13 quilos de gás liquefeito de petróleo (GLP) residencial ficará mais caro. O novo preço médio do produto, anunciado hoje pela Petrobras, será de R$ 25,33.

No último ajuste, feito em novembro do ano passado, o preço determinado foi de R$ 25,07. O produto tem reajustes trimestrais.

O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) informou que o reajuste vai variar entre 0,5% e 1,4%, de acordo com o polo de suprimento. O Sindigás calcula que o valor do GLP empresarial está 13,4% acima do GLP para embalagens até 13 quilos.

Em nota, a Petrobras informou que a alta será de R$ 0,26, ou 1,0% em relação aos preços vigentes desde o último reajuste, em novembro de 2018. A desvalorização do real frente ao dólar foi o principal fator para a alta.

Segundo a empresa, os ajustes no preço do GLP-P13 são aplicados a cada três meses, obedecendo metodologia definida em 18 de janeiro do ano passado, “que permite suavizar os impactos derivados da transferência da volatilidade externa para os preços domésticos”.

A Petrobras esclareceu que o mecanismo concilia a necessidade de praticar preços para o GLP referenciados no mercado internacional e a Resolução 4/2005 do Conselho Nacional de Política Energética. A Resolução 4/2005 “reconhece como de interesse para a política energética nacional a comercialização, por produtor ou importador, de gás liquefeito de petróleo (GLP), destinado exclusivamente a uso doméstico em recipientes transportáveis de capacidade de até 13kg, a preços diferenciados e inferiores aos praticados para os demais usos ou acondicionados em recipientes de outras capacidades”.

(Agência Brasil)

Litro do diesel está mais caro hoje nas refinarias

O litro do diesel negociado hoje (10) nas refinarias está mais caro. De acordo com a Petrobras, o preço do combustível passou de R$ 1,8545 para R$ 1,9009. O diesel não aumentava desde 1° de Janeiro, quando subiu de R$ 1,8088 para R$ 1,8545.

No fim de dezembro, a Petrobras anunciou a aprovação de mecanismo financeiro de proteção complementar à política de preços do diesel. Segundo a empresa, o mecanismo objetiva permitir a opção de adotar períodos de estabilidade no preço do produto por prazos curtos, em até sete dias consecutivos, em momentos em que houver forte oscilação nas cotações internacionais do derivado e do câmbio. O mecanismo de proteção já existe para a gasolina.

A estatal vai definir o momento de aplicação do mecanismo ao produto, quando for registrada elevada volatilidade. “O objetivo é evitar uma eventual alta volatilidade em períodos curtos de tempo, como a provocada pela passagem de furacões no Golfo do México”, destacou a Petrobras.

A empresa Informou também que isso será feito “sem abrir mão da paridade dos preços internacionais, o instrumento derivativo, a ser aplicado por não mais do que sete dias consecutivos, permitirá à empresa obter um resultado financeiro equivalente ao que alcança com a prática de reajustes diários”.

A Petrobras ressaltou que o preço do diesel se refere ao produto que é vendido nas refinarias para as distribuidoras e representa apenas uma parcela do valor do combustível vendido nos postos ao consumidor final. Na composição de preços ao consumidor entram ainda o custo do biodiesel, os tributos e as margens de distribuidoras e revendedores.

(Agência Brasil)

Petrobras reduz pelo 2º dia seguido preço da gasolina nas refinarias

Pelo segundo dia seguido, a Petrobras reduz o preço da gasolina vendida nas refinarias. Nesta sexta-feira (4), a empresa está negociando o litro do combustível a R$ 1,4537. Ontem (3) a estatal já havia reduzido o preço de R$ 1,5087 para R$ 1,4675.

De acordo com a Petrobras, a política de preços da empresa para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras “tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo”.

Segundo a estatal, essa “paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos”.

A Petrobras informa ainda que “o preço considera uma margem que cobre os riscos (como volatilidade do câmbio e dos preços)”.

(Agência Brasil)

Preço da gasolina nas refinarias tem segundo reajuste do mês neste sábado

O preço da gasolina nas refinarias vai passar amanhã (8) para R$ 1,5585 por litro. O reajuste médio da Petrobras é de 1,60%. Esse é o segundo reajuste em dezembro. No dia 1º, o preço subiu para R$ 1,5339 e permaneceu neste patamar por quatro dias. Antes disso, estava por R$ 1,5007.

Nos dias 13 (R$ 2,2294) e 14 de setembro (R$ 2,2514), também houve elevação, mas depois ocorreram várias quedas consecutivas até o fim de novembro.

Já o diesel permanece a R$ 2,3606 desde 30 de setembro, quando o preço saiu de R$ 2,2964, valor que começou a ser cobrado em 31 de agosto.

A política de preços da Petrobras para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras segue o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais dos produtos, acrescentando os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, entre outros.

“A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos. Além disso, o preço considera uma margem que cobre os riscos como volatilidade do câmbio e dos preços”, diz a Petrobras,.

Ainda de acordo com a empresa, a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras não são os mesmos produtos à disposição dos consumidores nos postos de combustíveis. Para as distribuidoras, são ofertados combustíveis tipo A, como gasolina antes da combinação com o etanol e diesel sem adição de biodiesel. Os produtos vendidos aos postos são formados pelo tipo A misturado a biocombustíveis.

(Agência Brasil)

Petrobras – Eunício anuncia que colocará em pauta cessão onerosa na próxima semana

Para o presidente do Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira (MDB-CE), o projeto de revisão do contrato de cessão onerosa da Petrobras poderá ir à pauta na próxima semana, com a expectativa do texto ser aprovado sem emendas, como forma de evitar o retorno da proposta à Câmara Federal.

O anúncio do senador cearense foi feito logo após reunião com os governadores do Nordeste, que solicitaram que o leilão do excedente de petróleo seja dividido com Estados e municípios.

Preço médio do diesel tem reajuste de 2,8% e passa a R$ 2,36 por litro neste domingo

O preço médio do diesel vai ter um reajuste de 2,8% a partir deste domingo (30), passando a R$ 2,3606 por litro. A informação foi divulgada pela Petrobras por meio de nota. Segundo a companhia, “o valor reflete a média aritmética dos preços de diesel rodoviário, sem tributos, praticados pela Petrobras em suas refinarias e terminais no território brasileiro”.

A alteração no preço atende à metodologia definida na Resolução nº 743/2018 da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) para os novos preços de referência correspondentes ao terceiro período da terceira fase do Programa de Subvenção Econômica do Diesel, que se estende de 30 de setembro a 29 de outubro.

De acordo com a Petrobras, o novo período do programa “continua a prever o ajuste nos preços médios regionais (Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Norte sem Tocantins e Nordeste com Tocantins). O pagamento da subvenção permanece condicionado à comprovação de que os preços praticados pelas empresas habilitadas são inferiores aos preços de comercialização definidos pela ANP para as cinco regiões”.

(Agência Brasil)

Petrobras anuncia novo reajuste da gasolina nas refinarias

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A partir deste sábado (28), o preço da gasolina estará 0,92% mais caro nas refinarias. O anúncio é da Petrobras, que nos últimos 12 meses já promoveu reajustes com índices quatro vezes mais que a inflação no mesmo período.

Enquanto a gasolina subiu quase 30% nos últimos 12 meses, a inflação acumulada no período ficou em 7,78%.

Apesar do reajuste nas refinarias, os postos de combustíveis podem aplicar ou não o índice em suas bombas.

(Com Agências / Foto: Arquivo)

ANP descarta periodicidade mínima para reajuste de combustíveis

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) não adotará medida estabelecendo periodicidade mínima para os reajustes de preço dos combustíveis na etapa de produção ou nos demais elos da cadeia de abastecimento. A ANP pretende elaborar resolução a ser submetida à consulta e audiência pública, estabelecendo mecanismos de aumento da transparência na formação dos preços dos combustíveis no país.

A decisão baseou-se nos resultados da Tomada Pública de Contribuições (TCP) sobre a conveniência de estabelecer periodicidade mínima para repasse dos reajustes de preços de combustíveis, divulgados nessa quinta-feira (19). A TPC foi realizada pela ANP de 11 de junho a 2 deste mês e recebeu 179 e-mails que resultaram em 146 manifestações de diferentes públicos, entre os quais consumidores finais (77), revendedores (16), transportadores (13), consultores (12), e distribuidores (10).

De acordo com a ANP, a resolução que será submetida à consulta e audiência pública estabelecerá ainda que as empresas não devem instituir periodicidade fixa para reajustes, nem divulgar os preços médios regionais ou nacionais, mas os efetivamente praticados em cada ponto de entrega”. O texto recomendará ainda que produtores e demais elos da cadeia de abastecimento não divulguem antecipadamente a data de seus reajustes de preços.

A ANP defende mais competitividade na área de refino no Brasil e, nesse sentido, deverá informar o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sobre a necessidade de “avaliação da estrutura de refino no Brasil, buscando identificar proposição de medidas que estimulem a entrada de novos atores no segmento e ampliem a concorrência com efeitos benéficos aos preços de venda ao consumidor”.

A agência pretende também encaminhar aos ministérios da Fazenda e de Minas e Energia as sugestões referentes à adoção de mecanismos tributários que amorteçam os reajustes dos preços dos combustíveis, informou a assessoria de imprensa do órgão.

(Agência Brasil)

Petrobras reduz preço da gasolina nas refinarias em 1,75%

A Petrobras reduziu hoje (14) novamente o preço da gasolina nas refinarias em 1,75%. O valor caiu de R$ 2,032 para R$ 1,997. Não houve alteração no preço do diesel, que está em R$ 2,031 e passou a ter outra política de reajuste após a greve nacional dos caminhoneiros.

A diminuição do preço da gasolina nas refinarias foi a quinta mudança nesta semana. Em julho, já foram 10 reajustes. No início do mês, dia 3, o preço às distribuidoras estava em R$ 1,985. Foi sendo alterado até chegar a R$ 2,032 ontem (13), quando foi reduzido para os patamares anunciados hoje.

Contudo, a redução dos preços nas refinarias não significa impacto direto nas bombas. Isso porque o preço é definido pelos proprietários dos postos a partir de vários elementos que fazem parte da composição dos preços do combustível.

O preço dos combustíveis na bomba é formado por uma série de fatores. Postos compram de refinarias, como as da Petrobras, agregam impostos e contribuições (como a Cide, a Pis/Cofins e o ICMS) e incluem custos e margens de lucro. Além disso, entre a refinaria e a bomba há adição de etanol à gasolina e de biodiesel ao diesel.

A Petrobras justifica os reajustes pelo fato dos preços estarem vinculados ao mercado internacional. “A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos. Além disso, o preço considera uma margem que cobre os riscos (como volatilidade do câmbio e dos preços)”, justifica a empresa em informe institucional.

(Agência Brasil)

Governo haitiano revoga aumento de combustíveis após protestos

O governo do Haiti revogou neste sábado (7) o forte aumento decretado sobre o preço dos combustíveis após os violentos protestos na capital e outros pontos do país que deixaram três mortos. A decisão foi anunciada pelo primeiro-ministro, Jacques Guy Lafontant, horas depois de fazer um apelo à paz e solicitar o restabelecimento da ordem.

Os protestos começaram depois que as autoridades estabeleceram aumentos de 49% no preço da gasolina, de 40% no diesel e de mais de 50% no querosene, muito utilizado para iluminar as casas de haitianos com menos recursos.

Meios de comunicação locais afirmam que o presidente haitiano, Jovenel Moise, falará ao país nas próximas horas, após retornar da Jamaica, onde participou da cúpula do Caricom.

Por outra parte, autoridades confirmaram que vários hotéis foram atacados na exclusiva área de Pentionville, em Porto Príncipe, enquanto dezenas de veículos foram incendiados e outros tantos supermercados foram saqueados.

O aeroporto Toussaint Louverture, da capital, anunciou o fechamento das suas operações enquanto também foram registrados incidentes de violência em outros pontos do país.

O aumento no preço dos combustíveis é uma das medidas tomadas pelo governo haitiano como parte de um programa de ajustes assinado em fevereiro deste ano com o Fundo Monetário Internacional (FMI).

(Agência Brasil)

Preço da gasolina sobe em refinarias, mas baixa nos postos, diz ANP

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Apesar de terem subido nas últimas semanas nas refinarias, nos postos, os preços da gasolina, em valores médios, vêm caindo nos estados, revela pesquisa feita semanalmente pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O litro da gasolina nas refinarias da Petrobras era de R$ 1,94 em 30 de junho e subiu, gradativamente, para R$ 2,02, valor do combustível partir deste sábado (7). Porém, de acordo com a ANP, era de R$ 4,57 na semana de 10 a 16 do mês passado, passou para R$ 4,53 entre os dias 17 e 23, caiu para R$ 4,498 entre 24 e 30 e ficou em R$ 4,49 de 1º a 7 de julho.

Da mesma forma, o diesel mantém-se em R$ 3,03 nas refinarias da Petrobras desde o dia 1º de junho, mas vem caindo nos postos: de R$ 3,43 na semana de 10 a 16 de junho caiu para R$ 3,38 entre 1º e 7 de julho, diz o levantamento da ANP.

O etanol, que não é refinado pela Petrobras, mas por dezenas de refinarias em várias regiões do país, também vem passando por uma curva descendente nos postos. De acordo com a ANP, o preço do litro caiu de R$ 2,94, na semana entre 10 e 16 de junho, para R$ 2,83 entre 1º e 7 de julho.

Além da lei de livre mercado, da oferta e da procura, incidem sobre os preços dos combustíveis fatores como impostos estaduais e o câmbio internacional, principalmente o valor do dólar frente ao real.

(Agência Brasil)

Entrega despudorada do petróleo

Da Coluna Valdemar Menezes, no O POVO deste domingo (24):

Enquanto as atenções do País estavam voltadas para a Copa do Mundo e os principais meios de comunicação social davam destaque ao vergonhoso espetáculo de machismo, traduzido na “curra virtual” de mulheres russas, por manifestoches brasileiros, o Brasil registrava a maior investida de corsários estrangeiros contra o principal ativo nacional: o petróleo do pré-sal.

O seu filé mignon – a área da Concessão Onerosa – foi entregue, traiçoeiramente, às petrolíferas multinacionais, na sessão de quarta-feira à noite da Câmara dos Deputados.

Na ocasião, uma maioria de 217 votos a 57 e 4 abstenções, aprovou o PL 8.939/17, do deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA), com substitutivo global do deputado Fernando Coelho Filho (DEM-PE) derrubando a legislação que proibia a Petrobras de repassar às petroleiras estrangeiras um patrimônio (correspondente a 650 bilhões de reais) que lhe fora cedido onerosamente pela União para ser revertido, exclusivamente, em recursos para a Saúde e a Educação.

Para quem vem acompanhando a situação de perto, não há surpresas (a não ser com o cinismo despudorado), já que esse era o desfecho previsível de um roteiro de destruição nacional que começou a ganhar corpo com o esdrúxulo julgamento do Mensalão, prosseguiu com a demolição da economia nacional por uma Lava Jato descomprometida com os interesses estratégicos do Estado brasileiro, e teleguiada de fora, e teve seus últimos lances traduzidos no golpe que destituiu o governo nacionalista de Dilma Rousseff e tenta impedir previamente a eleição do líder desejado pela maioria dos entrevistados nas pesquisas pré-eleitorais.

A corrupção na Petrobrás (que já proliferava antes da ditadura) é um traque diante do rombo abissal causado pela bomba-atômica do entreguismo sabujo, que afundou a economia nacional e pôs o Brasil de joelhos diante de Tio Sam, numa prestação escandalosa de vassalagem.

Os últimos detalhes da pesquisa DataFolha, publicados na última sexta feira, apontam os caminhos para a reversão desse quadro tétrico: a eleição de um governo legítimo, acatado por uma maioria explícita, sem casuísmos, conforme intui a sabedoria popular.

Na pesquisa, o ex-presidente Lula foi considerado por 32% dos entrevistados, o pré-candidato ao Planalto mais preparado para acelerar o crescimento da economia do país. Contudo, vem sendo mantido como preso político há mais de dois meses justamente para não disputar as eleições presidenciais de 2018, cujos prognósticos lhe são totalmente favoráveis.