Blog do Eliomar

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Virou moda – José de Abreu cospe no rosto de casal em restaurante

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[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=r-HdmGMfHJ4[/youtube]

“Acabei de ser ofendido num restaurante paulista. Cuspi na cara do coxinha e da mulher dele! Não reagiu! Covarde. Advogado carioca… O covarde perdeu a linha, deve ter cagado nas calças. Cuspi na sua cara, na cara da mulher dele e ele não reagiu. Covardes fascistas. Adorei o entrevero com o coxinha. Fujão covarde levou uma cusparada na cara e a mulher levou outra. Fascistas são tratados assim. Fascistas são tratados assim: com cuspe na cara! Dele e da mulher. Agressão gratuita sem o menor motivo! ‘Vota no PT e vem comer no japonês!’ Babaca idiota! Cusparada na cara. Durante meia hora ofenderam minha esposa e ela não me disse nada. Na hora de ir embora ele se levantou e começou a discursar. Cuspi na cara! A mulher falou Rouanet e levou outra cusparada. Reagiram? Nada. Covardes devem ser tratados assim. Chamei o fascista de covarde e ele não reagiu. Talvez esperasse a cumplicidade dos frequentadores. Nem a mulher ele defendeu. Só não chamei a polícia em respeito ao dono e ao chefe de cozinha do restaurante que são meus considerados…”

O relato é do ator José de Abreu, pelo Twitter, sobre o ocorrido na noite dessa sexta-feira (22), em um restaurante em São Paulo, quando o ator cuspiu no rosto de um casal de clientes do estabelecimento.

Apesar de insistir que agiu de forma correta (deve falar sobre o caso, neste domingo, no Domingão do Faustão), o ator foi duramente criticado nas redes sociais e em sites de notícias. “Babaca BOLIVARIANO!! Isso sim. prega de socialista mas não divide nada”, afirmou o interneuta Maruca10, no site TVeFamosos, no UOL.

“Covarde, na verdade, é Zé de Abreu, que, de pé, agrediu o casal sentado com sua saliva e, não podendo correr como Jean Wyllys, ficou escondidinho atrás do funcionário do estabelecimento para evitar o contra-ataque. Como o ator acaba de interpretar um chefe de facção em horário nobre da TV Globo, o vídeo parece até cena de novela. A diferença é que o Zé de Abreu real continua mentindo depois da gravação”, avaliou o colunista Felipe Moura Brasil, da Veja.

VAMOS NÓS – Defensor do PT assumido, José de Abreu por certo deve acreditar que a cusparada do deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) no rosto do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), no domingo (17), durante a votação do impeachment na Câmara dos Deputados, acionou uma espécie de comando contra aqueles que não apoiam o atual governo. Haja água mineral para repor tanta saliva…

Dilma sugere que Mercosul e Unasul avaliem processo de impeachment

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A presidente Dilma Rousseff sugeriu que o Mercado Comum do Sul (Mercosul) e a União dos Países Sul-Americanos (Unasul) avaliem o processo de impeachment contra ela no Congresso Nacional, que classifica como “golpe”, durante entrevista coletiva nos Estados Unidos, na noite dessa sexta-feira (22), onde discursou na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York,  na cerimônia de assinatura do Acordo do Clima  de Paris.

A presidente brasileiro se disse vítima e injustiçada com o processo, que vai se esforçar “muito” para convencer os senadores de que não cometeu crime de responsabilidade e que “dizer que não é golpe é tapar o sol com a peneira”.

Segundo a presidente, não há acusação de contas no exterior, lavagem de dinheiro nem processos de corrupção contra ela. “Quem assumirá os destinos do país? Pessoas ilegítimas? Pessoas que não tiveram um voto para presidente da República. Acho que essa sensação de injustiça e essa situação de vítima eu não escolhi, me colocaram nela”, declarou.

(Agência Brasil)

Operação Lava Jato já firmou 65 acordos de delação premiada

“A Operação Lava Jato já firmou 65 acordos de delação premiada, dos quais 51 de investigados soltos. A informação foi divulgada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em palestra na Brazil Conference, realizada pela Universidade de Harvard e pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos – evento que ocorre nesta sexta-feira, 22, e sábado, 23.

O procurador-geral informou que 47 inquéritos já foram instaurados no Supremo Tribunal Federal, compreendendo 118 mandados de busca e apreensão também no âmbito da Corte, segundo informações divulgadas pela Secretaria de Comunicação Social da Procuradoria-Geral da República.

Na primeira instância – em Curitiba, base da missão Lava Jato -, destacou Janot, foram 1.177 procedimentos instaurados, com 574 mandados.

Para o procurador-geral da República, o fato de 51 delações – das 65 já firmadas – envolverem investigados em liberdade refuta a crítica de que prisões são feitas para forçar colaborações, tese defendida por uma grande maioria de juristas e advogados penalistas.

Na avaliação de Janot, “a atuação equilibrada do Ministério Público Federal, em colaboração com órgãos brasileiros de controle” é fundamental para o êxito da Lava Jato e de outras investigações.

A certificação ISO 9001, conquistada por seu gabinete quanto ao trabalho de distribuição judicial e processamento extrajudicial, também foi destacada pelo procurador-geral.

Para conquistar o certificado é necessário implementar procedimentos obrigatórios, como controle de documentos e de registros, auditoria interna, cumprimento da legislação pertinente e implementação da política e dos objetivos de qualidade.

Na prática, informou a Procuradoria-Geral, isso “significa economia de tempo e de recursos, transparência, segurança e qualidade nos processos de trabalho, além de confiabilidade institucional”.

ESTADÃO conteúdo

STF determina quebra de sigilos fiscal e bancário do presidente nacional do DEM

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“O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, determinou a quebra dos sigilos fiscal e bancário do senador Agripino Maia (DEM-RN) e de mais dez pessoas e cinco empresas ligadas ao parlamentar, que é presidente do DEM.

Em outubro do ano passado, o STF abriu um inquérito contra o senador. A Procuradoria-Geral da República (PGR) utilizou mensagens apreendidas pela Polícia Federal no celular de um dos executivos da empreiteira OAS, José Aldelmário Pinheiro, condenado na Operação Lava Jato, para embasar o pedido de abertura de inquérito contra Agripino.

A PGR pede a quebra dos sigilos de 2010 a 2015. De acordo com o pedido, há elementos nos autos que indicam que “os fatos se relacionam a complexo esquema de recebimento e repasse de valores ilícitos para várias pessoas, mediante a utilização de diversas empresas, com a finalidade de ocultar a origem e o destino final dos recursos envolvidos. Nesse contexto, mostra-se essencial à descoberta da verdade o acesso aos dados fiscais e bancários dos implicados na situação”.

A quebra de sigilo bancário e fiscal foi decidida por Barroso no último dia 7 e atende a um pedido feito pela PGR no mês passado. De acordo com a decisão, a PGR demonstrou que as provas apontam indícios de lavagem de dinheiro.

“Com efeito, há nos autos informações de operações financeiras realizadas pelo investigado que consubstanciariam indícios da prática de lavagem de dinheiro. Como explicitado pelo Procurador-Geral da República, estes elementos, aliados aos demais indícios coletados, recomendam o aprofundamento da investigação com o deferimento da medida requerida”, diz a decisão.

No pedido feito ao STF, a PGR lista familiares, empresas, assessores e ex-assessores do senador, que também terão os sigilos bancário e fiscal quebrados. O deputado federal Felipe Maia, filho de Agripino, está entre os citados.

Por meio de sua assessoria, Agripino Maia disse que a quebra de sigilo vai ajudar no esclarecimento dos fatos e mostrar “a falta de fundamento” das acusações. “Tenho certeza que tornarão clara a improcedência da acusação que me é feita, de conduta irregular na construção da Arena das Dunas.”

A assessoria do deputado Felipe Maia também informou que a medida será positiva para o esclarecimento da denúncia. “A quebra dos meus sigilos fiscal e bancário, autorizada pelo Supremo Tribunal Federal, contribuirá para esclarecer em definitivo os fatos investigados e comprovará a falta de fundamento e consistência das acusações feitas contra o senador José Agripino e pessoas ligadas a ele”, disse.”

(Agência Brasil)

Sérgio Moro autoriza novo bloqueio de contas de ex-assessor de Gim Argelo

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“O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato, enviou ofício a um dos bancos onde Paulo César Ramos Roxo possui conta autorizando o bloqueio de ativos financeiros do ex-assessor do ex-senador Gim Argello. Os dois são investigados na 28ª fase da Lava Jato. O despacho foi assinado da última quarta-feira (20).

No último dia 12, Moro autorizou o bloqueio de R$ 5,35 milhões das contas de Gim Argello e de Paulo César. No entanto, segundo Moro, o Banco Itaú Unibanco informou que a conta do ex-assessor que constava no pedido não possuía “saldos passíveis de bloqueio” via Bacen Jud (sistema que interliga a Justiça ao Banco Central e às instituições bancárias).

A instituição também solicitou “informações a respeito da necessidade de que sejam promovidos bloqueios de ‘créditos futuros e líquidos disponíveis, bem como sobre ativos financeiros não alcançados pelo sistema Bacen Jud’”, informou Moro em despacho do dia 18 de abril.

Na mesma ocasião, o juiz disse que o bloqueio via Bacen Jud “foi pouco exitoso” alcançando o valor de pouco mais de R$ 6 mil e determinou que “devem ser bloqueados todos os ativos financeiros de Paulo Cesar Ramos Roxo, atualmente existentes e não abarcados pela constrição via Bacen Jud”.

Moro disse que os “créditos futuros e líquidos disponíveis” não deverão ser bloqueados, “o que implicaria no congelamento absoluto das contas, medida excessivamente drástica”.

(Agência Brasil)

PPS do Ceará divulga nota apoiando impeachment e acusando Dilma Rousseff de estelionato eleitoral

O PPS do Ceará divulgou, nesta sexta-feira, nota em defesa da legalidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Confira:

A Executiva Estadual do PPS no Ceará em comunhão com milhões de brasileir@s parabeniza à nossa jovem e pujante Democracia pela inequívoca demonstração da consolidação de suas instituições.

É inegável que o impedimento de um dirigente máximo da República nunca será o que desejamos. Pelo contrário, nos que torcermos pelo país queremos ver trabalho, seriedade, ética e respeito à coisa pública e, é justamente isso que têm faltado ao Governo Federal.

O fato é que após o estelionato eleitoral realizado nas eleições presidenciais de 2014, a presidente Dilma desrespeitou a Lei nº 1.079 de 1950 que trata dos crimes de responsabilidade. Alem de ter editado decretos visando à alteração da lei orçamentária, sem a devida autorização do Poder Legislativo.

Isto é crime! Vale lembrar que o Tribunal de Contas da União – TCU, confirmou as irregularidades cometidas por Dilma e rejeitou, por unanimidade, as contas presidenciais.

O impedimento, portanto, tem base política, jurídica e constitucional estando sob a responsabilidade do Senado Federal o desfecho deste importante processo. Cabe a cada um de nós, que denunciamos as irregularidades nos governos Lula e Dilma, garantirmos o apoio necessário para um eventual governo de transição que seja plural, democrático e constitucional.

Este apoio, contudo, deverá ser pautado por compromissos irrevogáveis como a continuação e o aprofundamento da operação “Lava Jato” e a defesa intransigente da Democracia e da Constituição Federal.

O Brasil nos exigiu mudanças e agora nos exige responsabilidades.

O PPS do Ceará fará a sua parte!

* Alexandre Pereira
Presidente Regional do PPS.

Ponte que cai – Técnico e engenheiro são indiciados no caso do desabamento de ponte da Raul Barbosa

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engenheiro de produção Sirley Duraes de Oliveira, 32, e o técnico de edificações João Luiz Nogueira, 42, foram indiciados por crime de desabamento culposo qualificado em trecho da obra de construção de ponte da avenida Raul Barbosa, que deixou dois operários mortos no último dia 22 de fevereiro.

Informações sobre a conclusão do inquérito policial foram divulgadas em coletiva realizada na tarde desta sexta-feira, 22, no 4º Distrito Policial, no bairro Pio XII.

Os funcionários da SH Formas Andaimes e Escoramentos LTDA, empresa responsável pelo escoramento da obra da ponte sobre o Canal do Lagamar, foram indiciados no artigo 256, que prevê crime de desabamento ou desmoronamento; e no 258, quando é verificada a forma qualificada do desmoronamento, com vítima fatal ou lesão corporal. O engenheiro de produção, por sua vez, ainda foi indiciado no artigo 47 na Lei das Contravenções Penais por exercício ilegal da profissão.

De acordo com o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea), Sirley não tinha competência para assinar o projeto, que deveria ser assinado por um engenheiro civil. Conforme o delegado, o engenheiro de produção, no entanto, alegou que, embora não fosse engenheiro civil, poderia exercer a função.

“Eles não tiveram intenção de que isso (o acidente) acontecesse. Não olharam que certas coisas não estavam sendo feitas de acordo com o projeto. E ia sendo feito. Até que chegou ao que chegou”, ressalta o delegado.

Ainda segundo o titular do 4º DP, foram detectadas várias falhas na execução da obra da Prefeitura de Fortaleza que resultaram no desabamento, como: falhas do próprio projeto e de execução, falha na montagem e orientação da estrutura de escoramento, uso e locação de peças de categoria inferior ou qualidade questionável, além de soldas mal feitas com falta de penetração e fusão.

O conjunto de fatores, quando superpostos, e o peso do concreto fizeram com que a estrutura não suportasse o peso. O inquérito foi instaurado no dia 24 de fevereiro passado.”

(Por Jéssica Sisnando – O POVO Online)

Procurador-geral diz que Cunha é alvo de mais seis inquéritos

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“O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, é alvo de mais seis inquéritos por fatos distintos, além das duas denúncias que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito das investigações da Operação Lava Jato.

A situação de Cunha foi tratada pelo procurador na manhã de hoje (22), durante palestra para alunos brasileiros do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, da Universidade de Cambridge, nos Estados Unidos.

De acordo com o procurador, dois dos seis inquéritos abertos para apurar fatos distintos em relação a Cunha estão em fase avançada e deverão “rapidamente” virar duas denúncias ao Supremo.

Perguntado por um aluno brasileiro sobre o papel da procuradoria para acelerar a ação na qual pediu ao STF afastamento de Cunha do cargo de presidente da Câmara, Janot respondeu que “o problema está com o Supremo”.

Em dezembro do ano passado, Janot pediu ao STF o afastamento de Cunha. O relator é o ministro Teori Zavascki, que ainda não tem data para liberar o processo para julgamento.

Para justificar o pedido, o procurador citou 11 fatos que comprovam que Cunha usa o mandato de deputado e o cargo de presidente da Casa “para intimidar colegas, réus que assinaram acordos de delação premiada e advogados”.

No mês passado, o Supremo abriu ação penal contra Eduardo Cunha. Seguindo o voto do relator, ministro Teori Zavascki, a Corte entendeu que há indícios de que Cunha recebeu US$ 5 milhões de propina por um contrato de navios-sondas da Petrobras.

Na defesa, o advogado Antonio Fernando Barros disse que a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal contra o deputado “não reúne condições para ser admitida”.

(Agência Brasil)

Tasso falará na CDL sobre a trajetória de quem começou no Center Um e montou um Iguatemi

foto tasso jereissati

O senador Tasso Jereissati (PSDB) dará palestra, às 18h30min do próximo dia 28, dentro da segunda edição do Programa Diálogos Empresariais. A palestra ocorrerá no auditório da CDL de Fortaleza.

Tasso abordará tema fora do cenário político: “O Papel dos Shoppings na Inovação do Varejo: do Center Um a uma rede nacional de shoppings”.

Mas é claro que a turma da mídia aproveitará para indagar dele acerca da comissão especial do impeachment do Senado.

Raimundo Lira diz ter amplo apoio para presidir a comissão do impeachment

CAE - Comissão de Assuntos Econômicos

“Cotado para a presidência da comissão que analisará o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff no Senado, o peemedebista Raimundo Lira (PB) disse hoje (22) que já tem apoio tanto de governistas quanto de oposicionistas para assumir o posto.

Antes de ser indicado pelo PMDB para presidir a comissão, Lira se disse favorável ao impedimento da presidenta, mas, desde então, evita falar sobre o assunto e procura mostrar-se isento.

“Houve manifestação dos seis blocos da comissão, e todos compõem com a minha presidência. Portanto, estou tranquilo: presidirei a comissão do impeachment”, afirmou Lira nesta sexta-feira, ao chegar ao Senado para uma reunião com técnicos especializados nas legislações relativas ao rito do processo de impeachment. Segundo o senador, a reunião visa apenas a prepará-lo para eventuais questões de ordem que possam surgir durante as sessões.

Raimundo Lira reiterou que as declarações nas quais mostrou-se a a favor do afastamento de Dilma não comprometerão a forma isenta com a qual pretende conduzir os trabalhos da comissão. “A partir da indicação para a comissão especial tenho de ter posição de total isenção. Não posso fazer nenhuma manifestação sobre ser a favor ou contra o impeachment, porque perderia a condição para conduzir com total imparcialidade a comissão”, disse ele, após confirmar que pretende usar o prazo regimental de 10 dias úteis para os trabalhos do colegiado.

O apoio dos governistas a Lira foi confirmado pelo senador Jorge Viana (PT-AC). Ele, no entanto, critica o PSDB por insistir em indicar o relator das comissão. “Uma indicação direta do Aécio Neves [como o manifesto apoio deste a Antonio Anastasia (PSDB-MG) para a relatoria na comissão] é muito ruim para o próprio Aécio e para o PSDB. Não custa nada. O Lira ganhou quase a unanimidade de todos nós, e será certamente eleito na segunda-feira”, disse o senador petista.

“O melhor é o PSDB abrir mão dessa indicação para que tenhamos um colega que, com alguma isenção, conduza esse processo dentro da comissão. O PT abriu mão, apesar de ter a segunda bancada, com o mesmo tamanho da bancada do PSDB. Não propomos indicar nem presidente, nem vice, exatamente por achar que isso daria uma certa parcialidade à comissão. Muito estranho é o Aécio e o PSDB quererem essa relatoria para eles. Afinal, eles perderam a eleição para a presidenta Dilma. Precisamos de um mínimo de isenção na comissão. E isso o PSDB, lamentavelmente, não tem”, acrescentou Viana, ao defender que a relatoria fique com um senador de outra força política.

Ronaldo Caiado (DEM-GO) concorda com a indicação do relator pelo PSDB, que é parceiro de seu partido no bloco oposicionista. “Temos ampla maioria [para definir a relatoria]. O que o PT está querendo é, a cada momento, criar um impasse e dificultar, mas vamos aguardar a segunda-feira para definir o nome”.

(Agência Brasil)

Quando a política afasta as paixões e opta pela arte do consenso

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Com o título “Quando a paixão atrapalha”, eis artigo do jornalista e sociólogo Demétrio Andrade. Ele aborda a política que vira paixão e acaba perdendo, por conta disso, vez em quando, a razão. Confira:

Hegel, que recentemente tornou-se um exemplo de viral nas redes sociais após ter sido citado por engano, devido à ignorância de um procurador paulista, que o confundiu com Engels, no afã de representar contra o ex-presidente Lula, dizia que “nada existe de grandioso sem paixão”. A frase, de efeito, soa quase como um apelo definitivo à vontade aliada ao prazer.

Sem dúvida, desenvolver qualquer coisa, em qualquer área, a partir do que se gosta é muito mais fácil e dá à tarefa mais espinhosa uma aura de vitória. A paixão, sem dúvida, nos convida a superar limites. Porém, “superar limites” não pode ser visto apenas pelo viés positivo. A paixão nos faz romper linhas dantes aparentemente intransponíveis, é verdade, mas são obstáculos que talvez, ao cair, impliquem no comprometimento da ética, do respeito, da paz e da lei. Só para citar alguns.

Tenho que confessar que a paixão na política carrega uma dubiedade que me perturba. Por muitos anos considerei o fogo da paixão pela política um componente essencial para tornar realidade o que pairava nas mentes como uma simples meta idealista. Hoje percebo que se deixar levar somente pela força do componente ideológico pode ser extremamente prejudicial para o desenvolvimento das relações políticas.

Longe de mim achar que é necessário abrir mão de nossas convicções. Não se trata disso. Mas hoje acredito ser muito mais produtivo na política o resultado de uma negociação, por exemplo. Em outras palavras, valorizo com mais vigor a arte de se resolver um conflito de forma que as partes abram mão de algo para se chegar a um consenso.

O momento vivido pelo Brasil hoje implica discussões acaloradas, violências gratuitas, destemperos verbais, rompimentos pessoais e exploração de intimidades. Não vejo em que isso possa contribuir para uma elevação do nível do debate democrático e – o que é pior – qual resultado prático, que beneficie a população, que possa daí surgir.

A falta de frieza e racionalidade na política, no atual imbróglio envolvendo o impeachment, está comprometendo uma possível saída virtuosa de um processo tão complexo. A administração de um estado exige a confirmação de apartações que foram extremamente benéficas para a consolidação das democracias modernas. A sociedade evoluiu quando a política alcançou a separação entre religião e estado, poderes militar e civil, patriarcalismo e burocracia impessoal.

Repare que o refúgio das paixões recai, evidentemente, sobre as dimensões subjetivas. À parte a importância das visões de mundo, a objetividade funcional é o que faz a máquina do estado continuar andando apesar das mudanças de governo.

Fazer política com o fígado dificulta a vida de quem está no comando e, o que é pior, muitas vezes, lança a população em imbróglios desnecessários. No campo pessoal, acompanhei ao vivo e pelas redes sociais gente misturando fé, ideologia de mesa de bar, golpe militar, conselho de mãe e uma infinidade de superficialidades oriundas do senso comum com conceitos ideológicos, avaliações conjunturais, recortes macroeconômicos e até interpretações jurídicas. Fica difícil um consenso.

Tanto menos ódio teremos uns pelos outros se soubermos separar os assuntos e aprofundar os conceitos. E perceber que a esfera pessoal, dos afetos e amizades, não deveriam ser postos para cozinhar na mesma panela – só pra usar uma palavra da moda – da economia e a política.

*Demétrio Andrade
Jornalista e sociólogo
demetriofarias@gmail.com

Em nome da Rosa da Fonseca

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O Movimento Crítica Radical vai comemorar os 67 anos de vida de uma de suas militantes mais conhecidas, a ex-vereadora Rosa da Fonseca.

A programação ocorrerá na próxima segunda-feira, a partir das 18 horas, na sede do Sindicato ADUFC (Benfica).

Além dos “parabéns pra você”, haverá o lançamento do livro “Poder mundial, dinheiro mundial”, do filósofo alemão Robert Kurz.

Bloco de apoio ao Governo começa indicar titulares para a Comissão do Impeachment no Senado

“O bloco de apoio ao governo indicou hoje (22), como integrantes titulares na comissão do Senado destinada à analise do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, os senadores Lindbergh Farias (PT-RJ), José Pimentel (PT-CE), Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Telmário Mota (PDT-RR). Com isso, já está completa a lista de titulares para a análise da matéria.

O bloco Socialismo e Democracia (PSB, PPS, PCdoB e REDE) também apresentou sua indicação e terá como titulares da comissão os senadores Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), Romário (PSB-RJ) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Já o bloco Democracia Progressista, composto por PP e PSD, indicou como titulares José Medeiros (PSD-MT), Ana Amélia (PP-RS) e Gladson Camelli (PP-AC).

Formado por PSDB, DEM e PV, o bloco da Oposição indicou os senadores Aloysio Nunes (PSDB-SP), Antônio Anastasia (PSDB-MG), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) e Ronaldo Caiado (DEM-GO). Já o bloco Moderador (PTB, PR, PSC, PRB e PTC) indicou os senadores Wellington Fagundes (PR-MT) e Zezé Perrela (PTB-MG).

Com a maior bancada no Senado e sem integrar um de bloco, o PMDB indicou cinco senadores: Raimundo Lira (PB), Rose de Freitas (ES), Simone Tebet (MS), José Maranhão (PB) e Waldemir Moka (MS).”

(Agência Brasil)

Ex-assessor de Cid Gomes lançará revista voltada para o turismo

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Valdir Fernandes e sua mulher, Samara.

Ex-assessor especial do Governo Cid Gomes, Valdir Fernandes lançará, às 20 horas da próxima terça-feira, no Iate Clube, a revista revista “Vem Também”. A publicação seguirá a linha editorial do turismo, sendo uma extensão do site Vem Também, que contém notícias de interesse geral, indicação de destinos e roteiros turísticos, curiosidades, entre outras informações.

“Eu, minha esposa Samara e nossos filhos(Odara, Samir e Samille), resolvemos fazer um intercâmbio que durou o ano de 2015 inteiro. Nessa jornada pelo mundo, decidimos dividir nossas experiências com os amigos em um site que, rapidamente, também virou referência para outros internautas interessados em saber mais sobre o assunto. Daí, resolvemos transformar o virtual em físico, nascendo assim a revista Vem Também”, conta Valdir Fernandes.

A revista contém dicas, curiosidades inerentes à gastronomia, passeios, hotéis, vestuários, entre outros quesitos de importância para uma viagem.

(Foto – Balada In)

Michel Temer – o filho bastardo que a mídia tenta negar

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Com o título “Golpe: o filho “bastardo” que a mídia tenta negar”, eis artigo de Arruda Bastos, ex-secretário estadual da Saúde e filiado ao PCdoB. Ele bate duro na grande imprensa e volta a denunciar o golpe parlamentar pro-vice-presidente Michel Temer. Confira:

Que a história é o senhor da razão não se tem a menor dúvida. É uma máxima reconhecida por todos. Com essas palavras, inicio o meu raciocínio. Em 1964, os mesmos segmentos que hoje tentam negar o Golpe em andamento no Brasil estavam juntos: a grande mídia, comandada mais uma vez pela Globo, alguns membros do STF, partidos reacionários, empresários e entidades patronais sem compromisso com a nação, o grande capital internacional, entre outros. Na época, diziam que não estava acontecendo um golpe no Brasil, mas sim uma revolução democrática. Precisamos de longos 21 anos de opressão, censura, tortura e até mortes para que se reconhecesse que o acontecido não foi uma revolução democrática, mas um golpe, patrocinado pelos segmentos citados e, na época, com o apoio da força das baionetas dos militares.

A história agora se repete e de uma forma ainda mais despudorada. Os mesmos segmentos com a grande mídia, como em 64, fazem um grande esforço para negar o golpe em andamento. O golpe é o filho bastardo que a mídia tenta negar, eles geraram o filho, foram cúmplices, parceiros e tentam dourar a pílula, renegar o filho e batizá-lo com um nome democrático.

2016 não é nem de longe 1964. A única aparência é no reacionarismo, no espírito e na postura golpistas dos mesmos segmentos, só que hoje sem os militares, que parecem ser os únicos que evoluíram no seu espírito democrático. Hoje, não precisaremos mais de 21 anos, só mesmo de alguns segundos, para que todos, até os mais desinformados, firmem uma posição. A dantesca votação da admissibilidade do impeachment na Câmara dos Deputados no último dia 17 foi determinante. Ficou claro que a presidenta Dilma não cometeu crime para sofre o impeachment. Até mesmo alguns, não poucos, adeptos da saída da presidenta, reconhecem se tratar de um golpe parlamentar jurídico midiático com o apoio de segmentos dos mais corruptos, comandados pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e o pelo conspirador vice-presidente, Michel Temer.

Agora, querem calar a voz da nossa democracia e até, pasmem, a voz da nossa presidenta na denúncia do golpe à imprensa internacional em seu discurso na ONU – Organização das Nações Unidas. Fato esse que seria cômico se não fosse trágico; seria de rir se não fosse para chorar. A que ponto chega a desfaçatez dessa gente?

Agora, mais do que nunca, devemos bradar bem alto a plenos pulmões que o que está acontecendo no Brasil é uma tentativa de golpe que, como em 64, tem como únicas finalidades retirar direitos sociais, retroceder nos avanços sociais, inverter o vetor de apoio às regiões e aos mais pobres da nossa sociedade e entregar nossas riquezas aos grandes grupos internacionais.

O nosso papel – o da mídia independente, dos blogs, das redes sociais e, principalmente, do povo nas ruas, vai ser fundamental para defender o nosso Estado Democrático de Direito. Não vamos nos dispersar. Pelo contrário, devemos amplificar os nossos movimentos, uma vez que, só assim, o golpe será barrado agora no Senado.

O golpe vai ser derrotado! Viva a Democracia!

*Arruda Bastos,

Médico, professor universitário e ex-secretário da Saúde do Ceará e filiado ao PCdoB.

Aloysio Nunes é alvo de protesto em Washington

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O tucano Aloysio Nunes , em missão em Washington pela Comissão de Relações Exteriores do Senado, foi hostilizado por brasileiras do recém-fundado grupo “Brazilian Expats for Democracy” (Expatriados Brasileiros pela Democracia, em tradução livre).

As mulheres tiraram fotos com Aloysio com um cartaz que dizia “No coup in Brazil” (Não ao golpe no Brasil).

(Lauro Jardim – Globo)

Dilma afirma na ONU que Brasil não permitirá retrocesso

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A presidente Dilma Rousseff afirmou, nesta sexta-feira, na ONU, em Nova York, que o Brasil não permitirá o retrocesso. Referiu-se ao processo de impeachment dela, já aprovado na Câmara dos Deputados e em apreciação no Senado.

“Não posso terminar minhas palavras sem mencionar o grave momento que vive o Brasil. A despeito disso, quero dizer que o Brasil é um grande país com uma sociedade que soube vencer o autoritarismo e construir uma pujante democracia. Nosso povo é um povo trabalhador e com grande apreço pela liberdade. Saberá, não tenho dúvidas, impedir qualquer retrocesso”, disse.

Dilma aproveitou, no rápido discurso, para agradecer gestos de solidariedade que vem obtendo no País e de vários lideres mundiais.

Não, não falou em Michel Temer.