Blog do Eliomar

Categorias para Política

Alô, Prefeito! O Centro de Especialidades Médicas está fechado há um ano

O Centro de Especialidades Médicas José de Alencar (CEMJA), localizado na Praça José de Alencar, completa um ano sem atendimento ao público, nesta sexta-feira. O CEMJA foi fechado no dia 5 de janeiro de 2013 para realização de obras de reforma no prédio, atingido por dois incêndios sucessivos. Com o fechamento, cerca de 800 servidores, responsáveis pelos serviços administrativos e de atendimento especializado dos pacientes, foram lotados provisoriamente em postos de saúde e hospitais da rede municipal de Fortaleza e estão com seu adicional de produtividade ameaçado.

A reforma do prédio do CEMJA, no entanto, sequer teve início, lamenta o Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos de Fortaleza (Sindifort). “Uma situação que além de trazer grave prejuízo à população, provoca grande descontentamento entre os servidores, que aguardam o retorno a seu órgão de origem”, acentua a entidade.

Para denunciar essa situação, o Sindifort programou um ato de protesto para esta sexta-feira, a partir das 9 horas, em frente ao prédio do CEMJA.

Programa Água para Todos fecha em alta no Ceará

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O Ministério da Integração Nacional está discutindo em Brasília ações para garantir o abastecimento de água nas comunidades rurais e, em especial, em localidades que sofrem coma seca.

O coordenador do Programa Água para Todos no Ceará, Wanderley Guimarães, participa desse encontro. Ele aproveita para fazer um balanço das ações do Água para Todos, iniciativa com apoio federal.

A CPMF e as contradições de Eunício Oliveira

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Com o título “O Eunício de ontem e o de hoje”, eis artigo do jornalista Plínio Bortolotti, que pode ser lido no O POVO desta quinta-feira. Ele expõe a contradição do senador Eunício Oliveria (PMDB) de estar contra a volta da CPMF que, proposta por Camilo Santana, governador eleito pelo PT cearense, quer pega os ricos. Confira:

O candidato derrotado ao governo do Estado, senador Eunício Oliveira, (PMDB) revelou feroz hostilidade à proposta de se voltar a cobrar a contribuição sobre a movimentação financeira (CPMF), para aumentar os recursos para financiar a saúde. A proposição partiu de Camilo Santana (PT), que venceu Eunício na recente disputa.

“A CPMF é um dos piores impostos que existe, é perverso, pois atinge inclusive a população mais pobre, hoje em dia, praticamente todo mundo precisa usar serviços bancários”, disse Eunício.

Vamos com calma. Se a única preocupação do senador for com os pobres, a resistência pode ser facilmente superada. Basta estabelecer um piso salarial ou de renda, abaixo do qual o correntista ficaria livre do imposto. Com a tecnologia disponível, a coisa mais fácil do mundo seria cruzar os dados bancários com os da Receita Federal.

Vou antecipar outro possível argumento contra o novo tributo: “No Brasil se paga muito imposto”. Meia verdade. Os pobres – incluindo a classe média média -, de fato, pagam muito imposto, enquanto os ricos são mimados nesse quesito.

No Brasil, a tributação é regressiva. Isto é, proporcionalmente à capacidade de contribuir, paga mais quem ganha menos. Um assalariado, por exemplo, não escapa da “mordida do leão”, porém a distribuição de lucros de empresas para pessoa física é isenta do Imposto de Renda.

E pagamento de imposto, ao contrário do que muita gente pensa, não se dá apenas via IR. No Brasil, o imposto pesa sobre o consumo, com o tributo embutido no preço do produto ou serviço. O mais justo, portanto, seria tributar mais a renda (em vez do consumo); o lucro, inclusive as remessas para o exterior; as heranças; as grandes fortunas.

Sou capaz de apostar que aquele Eunício pobre, assalariado, mostrado na campanha eleitoral, pagava muito mais imposto (proporcionalmente) do que o milionário Eunício atual. O Eunício de hoje não precisa do hospital público, mas o de ontem devia precisar. E é nele que se exige pensar.

Plínio Bortolottiplinio@opovo.com.br

Jornalista do O POVO.

Líder do Pros rebate críticas de petista à reforma administrativa do prefeito

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márcio cruz

“É ignorância, má-fé ou oportunismo político o que move o vereador Ronivaldo Maia, no momento em que vem fazer ataques à proposta de reforma administrativa que foi enviada pelo Poder Executivo à Câmara Municipal”. Reagiu assim o vereador Mário Cruz, líder do PROS, ao comentar o artigo do seu colega, o vereador petista Ronivaldo Maia, publicado neste Blog. Ronivaldo diz que a reforma é para criar mais cargos comissionados.

De acordo com o vereador, que é da base de apoio ao prefeito Roberto Claudio, a proposta de reforma está sim em obediência ao que foi a primeira orientação dada pelo prefeito, ao contratar a consultoria da Fundação Dom Cabral: que a Reforma Administrativa não acrescesse um real sequer no custeio da máquina administrativa de Fortaleza. “O que está amplamente contemplado na mensagem enviada ao Poder Legislativo”, acentua Márcio Cruz.

Ele também contestou o argumento do vereador Ronivaldo Maia de que na primeira reforma, enviada em janeiro de 2013, houve aumento de salário dos secretários municipais. “Essa afirmação é, mais uma vez, declaração explícita de ignorância ou má-fé, principalmente partindo de quem conhecia a administração municipal nas suas entranhas na gestão anterior, como é o caso do vereador que era líder da ex-prefeita. Na atual gestão, podemos afirmar que combatemos e eliminamos um ciclo clientelista que nos pareceu ser a tônica da gestão passada. Claro que a estatura moral do vereador, que já se declarou pobre na forma da lei, burlando qualquer senso de ética, que foi indiciado por crimes contra a administração pública, praticando clientelismo com imóveis do Programa Minha Casa Minha Vida, deve fazê-lo crer e imaginar que atacando um governo sério e comprometido com os reais interesses públicos, consiga anistiar-se de sua conduta nada qualificada”, afirmou, destacando que os cargos criados na atual gestão dizem respeito à função de coordenadores pedagógicos, cargos que não existiam e que eram funções ocupados por apadrinhados políticos na gestão passada.

“Se o vereador Ronivaldo não alcança, na sua torpe e embaçada visão, a real interpretação do que seja uma proposta que busca tornar a administração pública mais eficiente, ágil e eficaz, só nos resta ter a paciência de explicar e relevar a miopia política e a baixa estatura moral de quem assaca as mais infundadas críticas, querendo sugerir interesses enviesados e eleitoreiros. Para quem foi eleito pelo povo, com a nobre tarefa de representa-lo, devendo ser movido por interesses republicanos, é de lamentar-se que, bem em sintonia com o que querem algumas viúvas das tetas municipais, escalar e impor um antecipado debate eleitoral mais do que extemporâneo e que se configura num extremo desserviço aos interesses de nossa cidade”, afirma.

“Para que serve essa nova reforma? A resposta, vereador Ronivaldo Maia, é que Fortaleza precisa proteger-se, ganhar imunidade, de forma contínua e crescente, contra as práticas clientelistas e nefastas tão arraigadamente incorporadas pelo exercício que o colega parlamentar protagonizou quando esteve alinhado com a administração municipal”, complementou Márcio Cruz.

Em ato relâmpago, governador da Bahia ganha aposentadoria vitalícia de R$ 19,3 mil

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jacques

Do Blog do Ricardo Noblat:

Legal? Tudo indica que sim. Moralmente defensável? Aqui é que mora a dúvida. No mínimo. Aos fatos:

Cotado para ministro de qualquer coisa do segundo governo da presidente Dilma Rousseff, Jaques Wagner (PT), governador da Bahia, terá direito, tão logo deixe o cargo, a uma pensão para o resto da vida no valor atual de R$ 19,3 mil.

Como há três outros ex-governadores do Estado vivos – e bem de vida como Jaques -, o direito será estendido a eles, naturalmente. Foi tudo rápido como um relâmpago.

Em um único dia (isso mesmo: em um único dia), o projeto que criou a pensão foi apresentado à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa da Bahia. Uma vez aprovada ali, seguiu para votação em plenário. Aprovada pela unanimidade dos deputados, foi promulgada. E de imediato entrou em vigor.

Jaques não se acanhou com o fato de os deputados que apoiam seu governo terem votado pela aprovação do projeto. Absurdo seria se tivessem votado contra, não é mesmo? Jaques acha que é um benefício que fez por merecer – tanto ele quanto seus antecessores.

Eunício de olho na presidência do Senado

Eunicio

O senador Eunício de Oliveira (PMDB) puxou o freio em sua intenção de ser ministro. Está à espreita do que pode acontecer ao seu colega, senador Renan Calheiros (PMDB/AL), na Operação Lava-Jato.

O objetivo é tentar ser presidente do Senado em 2015, segundo informa a Coluna Radar, da Veja Online, assinada pelo jornalista Lauro Jardim.

Eunício, inclusive, é aguardado nesta quinta-feira em Fortaleza para compromisso social e algumas reuniões com seu grupo político.

Fortaleza tem 47 crianças vivendo nas ruas, diz pesquisa oficial

“Um levantamento realizado pela Prefeitura de Fortaleza, entre os meses de maio e junho deste ano, verificou que 47 crianças vivem em situação de rua em 89 pontos da Capital. Do total, 36 (2,2%) estão com adultos (pais ou responsáveis) e 11 (0,6%) vivem sozinhas. A pesquisa foi realizada pela Secretaria Municipal de Trabalho, Desenvolvimento Social e Combate à Fome (Setra) nos locais de maior concentração de população de rua.

Conforme a pesquisa, existem 1.718 homens e mulheres em situação de rua nas ruas de Fortaleza. As crianças não constam nesse número já que o levantamento levou em consideração somente pessoas com mais de 18 anos. Os locais que apresentaram maior concentração de moradores foram o Centro (632 pessoas) e a avenida Beira Mar (328 pessoas). A última pesquisa do tipo foi realizada em 2007 pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e constatou que eram 1.071 as pessoas em situação de rua em Fortaleza. O crescimento de foi de 60% em sete anos.

Segundo o titular da Setra, Cláudio Ricardo Soares de Lima, os números devem nortear as ações da secretaria. Ele diz que dois novos locais de abrigo devem ser criados até o início de janeiro. São Centros de Referência para População em Situação de Rua (Centros Pop), que devem funcionar na Avenida da Universidade e na rua Antônio Pompeu com capacidade de atender até 80 e 150 pessoas por dia, respectivamente. “Vamos continuar ampliado a política”, frisou Cláudio.”

(O POVO)

Prefeito de Santa Quitéria já admite mudar de partido

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Aliado de Camilo Santana (PT) na disputa pelo Governo do Estado, o prefeito de Santa Quitéria, Fabiano Lobo, que é do PMDB, já admite mudar de partido. Ele reagiu dessa forma ao ser indagado sobre a ameaça que seu partido faz contra aqueles que não trabalharam pela eleição do então candidato Eunício Oliveira.

Fabiano Lobo preferiu apostar que a gestão de Camilo Santana será das melhores e até abrir espaços para o otimismo: ele espera que em 2015, o projeto da Usina de Itataia ganhe celeridade.

Camilo propõe CPMF livrando pobres e pegando os ricos

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camilosant

“O governador eleito Camilo Santana (PT) apresentará no dia 9, em encontro com governadores eleitos do Nordeste, proposta de um novo tributo, nos moldes da antiga Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), para ampliar o financiamento da saúde. Ele defende que o novo tributo, ao contrário de seu antecessor, tenha regras mais bem amarradas. O foco seriam as grandes movimentações financeiras, isentando pequenos correntistas.

Ele também defende que o texto especifique as porcentagens que cabem a municípios, estados e União, sendo impedido também o uso dos recursos em outras áreas. “A CPMF foi desvirtuada porque os recursos foram usados para outros fins, o que seria proibido com essas novas regras”.

O petista cobra com frequência o aumento de repasses federais para o setor. “No Ceará, 92% das pessoas utilizam a saúde pública e o custeio é muito alto. Sabemos que houve perda gigantesca com o término da CPMF, que na época era em torno de R$ 40 bilhões por ano”.

A proposta de Camilo foi discutida com outros governadores petistas eleitos no Nordeste, na semana passada, em Fortaleza. A ideia foi apresentada e teve aval da presidente Dilma Rousseff na sexta-feira. A sugestão, porém, tem recebido críticas de opositores de Camilo, a começar pelo senador Eunício Oliveira (PMDB).

Programa de governo

Se Camilo vem tentando ampliar as receitas do Estado, no seminário em que se debate seu programa de governo, pessoas ligadas a ele tentam fazer as propostas caberem no orçamento. “Pessoal, nas reuniões da equipe de transição, todas as secretarias pedem a mesma coisa: mais dinheiro e concurso público”, comentou o fotógrafo Tiago Santana, irmão do governador eleito e membro do comitê de cultura. Já o pai de Camilo e coordenador de seu programa de governo, o ex-deputado estadual Eudoro Santana, afirmou que a gestão Cid Gomes atingiu um pico de investimento e que agora, surge a demanda por custeio. “Investir é relativamente fácil”, afirma.

Nesse cenário, perguntado se acredita que as propostas ali apresentadas serão executadas, Gustavo Moreira, dirigente do sindicato dos Policiais Civis, afirma que “a gente sabe que são muitas ideias, muitas propostas, e eu acho que nem tudo será cumprido”. Entretanto, o policial diz que “a gente tem que ter esperança” e que, como cidadão, cobrará o cumprimento.”

(O POVO)

Congresso aprova projeto de lei que altera LDO e permite revisão da meta fiscal

“Em sessão que durou mais de 18 horas, o Congresso Nacional aprovou no fim da madrugada de hoje (4) o projeto de lei que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2014, permitindo a revisão da meta de resultado fiscal deste ano. Apesar da longa obstrução dos oposicionistas, o governo conseguiu manter o quórum e aprovar o projeto por votação nominal. Foram 240 votos a favor, na Câmara, e 39 no Senado.

Após a aprovação do texto principal, os parlamentares rejeitaram, por votação simbólica, três destaques que propunham mudanças no projeto. O último destaque, por falta de quórum, não foi votado. Em função disso, o presidente Renan Calheiros (PMDB-AL) marcou nova sessão para terça-feira (9) da próxima semana, às 12h, a fim de apreciar e votar o último destaque. Em seguida, às 5h, Renan encerrou a sessão.

Na prática, a matéria aprovada permite ao Executivo descontar da meta fiscal os investimentos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e as perdas de receita geradas por incentivos fiscais concedidos no último ano.”

(Agência Brasil)

Deputado diz que grupo de extrema direita é o responsável pelos tumultos no Congresso

O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) disse na noite desta quarta-feira (3), no Plenário do Congresso Nacional, que o grupo Revoltados On Line é o responsável pelos protestos e tumultos ocorridos esta semana no Parlamento contra a votação do PLN 36/2014, que altera a meta de superávit do governo.

Segundo Pimenta, esse grupo é de extrema direita e de “inspiração fascista”.

— Essa organização criminosa está durante todo o dia ofendendo e agredindo parlamentares — disse o deputado, ao acrescentar que os líderes do grupo respondem a diversos processos.

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) acrescentou que um dos líderes é Marcello Cristiano Reis. Ela disse que um dos sócios de Reis já foi condenado por ofender a deputada estadual Cidinha Campos (PTB-RJ), chamando-a de “vagabunda”. Essa mesma ofensa foi registrada na terça-feira (2) no Plenário do Congresso.

(Agência Senado)

PT protocola interpelação criminal contra Aécio Neves

O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Rui Falcão, protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) uma petição de interpelação criminal contra o senador Aécio Neves (PSDB).

Candidato derrotado nas eleições presidenciais deste ano, Neves disse em entrevista no último sábado (29), a um canal de ter TV por assinatura, que perdeu a eleição presidencial para uma “organização criminosa”.

“Na verdade, eu não perdi a eleição para um partido político. Eu perdi a eleição para uma organização criminosa que se instalou no seio de algumas empresas brasileiras patrocinadas por esse grupo político que aí está”, acusou o senador.

Na interpelação apresentada nesta quarta-feira (3), o PT pede que seja confirmada a declaração do tucano, e o esclarecimento sobre a qual partido se referiu. O PT entende que a confirmação ofenderia “todo o sistema representativo e a própria democracia”, não apenas o partido. A petição será avaliada pelo ministro Gilmar Mendes.

(Agência Brasil)

Cid Gomes diz que PM ganha quase R$ 4 mil e fala gera polêmica nas redes sociais

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NACIONAL

Em entrevista que concedeu, nessa noite de terça-feira para a TV Brasil, o governador Cid Gomes (Pros) afirmou: os policiais militares do Estado ganham hoje quase R$ 4 mil. Essa sua fala foi em resposta a uma indagação feita pelo deputado estadual eleito Capitão Wagner sobre acordos com a Corporação.

Nesta quarta-feira, nas redes sociais, vários policiais militares – aqueles que foram afastados, reagiram e dizem que o governador faltou com a verdade.

* Veja o link da entrevista aqui.

Operação Lava-Jato – Ex-diretor da Petrobras é posto em liberdade

“Beneficiado por um habeas corpus expedido pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, o ex-diretor da Petrobras, Renato Duque, deixou hoje (3) a carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, onde estava preso desde o dia 14 de novembro, em meio à sétima fase da Operação Lava Jato. Duque é acusado de participar do esquema criminoso de superfaturamento de contratos da Petrobras, formação de quartel por empreiteiras e pagamento de propina a partidos e agentes políticos.

Dique foi citado pelo doleiro Alberto Youssef e pelo ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa, réus no processo, como um dos beneficiários do esquema que, de acordo com a PF, pode ter movimentado mais de R$ 10 bilhões.

Antes de o habeas corpus do STF, a defesa de Renato Duque havia tentado, sem sucesso, libertar o ex-diretor. No dia 20 de novembro, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, negou o pedido de habeas corpus para que Duque deixasse a cadeia. Em liberdade, ele deve entregar o passaporte à Justiça e não poder deixar o país.”

(Agência Brasil)

Prefeitura divulgará dados preliminares sobre população em situação de rua

claudioricardo

A Secretaria Municipal de Trabalho, Desenvolvimento Social e Combate à Fome (Setra) divulgará, a partir das  16 horas desta quarta-feira, dados preliminares do Censo e Pesquisa Municipal sobre População em Situação de Rua. Na ocasião, o titular da pasta, Cláudio Ricardo, divulgará o que o Município tem feito em favor dessas pessoas.

A pesquisa, que está em andamento, é composta de três fases: contagem, perfil e publicação dos resultados.

A abordagem para coleta dos dados é feita sempre em dupla, com um pesquisador e um representante do Fórum da Rua. Os pontos de pesquisa foram decididos a partir de um levantamento de informações junto ao Fórum da Rua, serviços de referência da Setra e secretarias municipais de interfase.

Vereador diz que reforma administrativa do prefeito é para criar mais cargo comissionado

Com o título “Reforma pra quê?”, eis artigo do vereador Ronivaldo Maia (PT). Ele critica a reforma administrativa que enviada pelo prefeito Roberto Cláudio (Pros) ed diz que a media vai aumentar número de cargos comissionados. Confira:

O prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, envia a Câmara Municipal mais uma Reforma Administrativa. Em Janeiro de 2013, ele já havia enviado uma primeira proposta criando mais secretarias e inchando a máquina pública, tão criticada em seu tamanho por ele na campanha de 2012. Em 2013, criou várias secretarias: de Governo para o seu irmão, de Segurança Cidadã, Extraordinária da Copa, de Conservação e Serviços Públicos e de Controladoria e Transparência, juntou outras duas e criou ainda três Coordenadorias Políticas vinculadas ao seu gabinete. Não é demais relembrar que a reforma anterior aumentou o salário dos secretários e do próprio prefeito. A melhor reforma é aquela em que não se corta nada.

E agora, o que pretende Roberto Cláudio com uma chamada segunda reforma administrativa? A primeira associação é de aumento de cargos comissionados. Na Reforma de 2013, contabilizava-se 3.118 cargos comissionados. Agora são 4.506 cargos, ou seja, um aumento de quase 45% em cargos comissionados, estranho para quem, na campanha afirmava o contrário, contraditório para seus secretários que repetiam na imprensa local que reduziriam as terceirizações e os cargos comissionados. Nada se concretizou, os dois contingentes aumentaram. Como é fácil falar, como é difícil fazer.

A reforma atual também privilegia órgãos que não tinham status de secretaria e passarão a tê-los. Será que o prefeito já agrega mais aliados aproximando-os da corte? É louvável a criação de Conselhos Municipais – nós mesmos criamos mais de 16 Conselhos, mas a composição tem que ser, no mínimo, paritária. Observamos que isso não acontece. Contamos com a compreensão dos vereadores para mudar a cor dessa chapa branca. Vamos emendar. Outra mudança importante é a centralização da fiscalização. Para isso, nem era necessário criar uma estrutura nova. Na gestão de Luizianne Lins (PT), tivemos várias iniciativas de integração e centralização da fiscalização, combatendo o desperdício e a possibilidade de desvios. É bom registrar que 150 vagas para a área de fiscalização foram abertas em 2009, 28 anos depois do último concurso.

Retomamos a pergunta inicial: pra que mesmo essa nova reforma? No apagar das luzes? Sem tempo para amadurecer e sem tempo para discussões. Reformas mexem com a vida dos servidores e a categoria também precisa ser ouvida. Não precisa ser estanque. Analisando os quinze projetos de lei que chegaram à Câmara Municipal, em regime de urgência, e analisando o aumento no número de cargos comissionados, repito, quase 45%, em relação a 2012, entendemos que 2016 já chegou e a reforma é mais uma tentativa de conformar os aliados do que buscar mudanças estruturais na administração pública municipal.

* Ronivaldo Maia,

Vereador do Partido dos Trabalhadores.

Nomeações políticas para cargos técnicos deveriam ser extintas

Uma decisão simples, que pode ser adotada no âmbito meramente administrativo ou através de lei, teria no Brasil efeitos tão ou mais impactantes que o de uma ampla reforma política. É a seguinte: extinguir as nomeações políticas para cargos técnicos. Muito mais relevante que mudar a forma de financiamento das campanhas eleitorais é não permitir o fatiamento político das empresas e instituições públicas. Os absurdos criminosos envolvendo a Petrobras reforçam essa posição.

Mas, os fatos indicam que o Brasil caminha célere para manter o atual sistema que já se mostrou repleto dos piores vícios. A edição do O POVO da última segunda-feira informou que, com a saída definitiva de Sérgio Machado da poderosa Transpetro, o comando da subsidiária da Petrobras continuará como um feudo político do senador Renan Calheiros (PMDB-AL). É frustrante.

Sendo assim com a Transpetro, tudo levar a crer que será também com a Petrobras e suas diretorias, com o Banco do Brasil, com a Caixa Econômica Federal, com o Banco do Nordeste, Correios, Chesf e com todas as outras empresas estatais do Brasil. Serão fatiadas politicamente com senadores, deputados e dirigentes dos partidos que formam a base da presidente da República.

Quais as razões que sustentam a entrega do comando de estatais e suas diretorias a um senador, um deputado ou a um partido político? Não há explicação racional no campo técnico e administrativo. Sobra, portanto, as rasteiras razões políticas. Romper com tais razões, além de merecer os aplausos de todo o povo brasileiro, ainda provocaria efeitos muito positivos na gestão pública e no chamado mercado onde tais empresas estão inseridas.

O fatiamento político dos cargos públicos não foi uma invenção do atual Governo. É um componente nefasto de nossa política que perpassa seguidas gestões na presidência da República. Porém, há sinais de que esse sistema ganhou dimensões ímpares nos últimos anos.

O fato é que os recentes escândalos de corrupção que alcançam valores inacreditáveis mantêm forte relação com as indicações políticas para os cargos, que deveriam ser estritamente técnicos, nas empresas estatais. Ou seja, os fatos impõem a mudança e criam todas as justificativas, além das já conhecidas, para a mudança.

(O POVO / Editorial)

Confusão leva Renan a adiar sessão que votaria projeto que altera meta fiscal

Uma confusão entre parlamentares e manifestantes que ocupavam as galerias do plenário do Congresso Nacional, na noite dessa terça-feira (2), levou o presidente Renan Calheiros (PMDB-AL) a suspender e adiar para esta quarta-feira (3), a partir das 10h (horário de Brasília), a sessão do Congresso Nacional para votar dois vetos e o projeto de lei que altera cálculo do superávit primário.

O tumulto com os manifestantes começou durante o discurso da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Incomodada com a situação, a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) interpelou Renan solicitando que ele providenciasse a retirada das pessoas das galerias. O presidente do Congresso então determinou aos seguranças que esvaziassem as galerias, mas parlamentares da oposição reagiram e se juntaram aos manifestantes.

O senador Renan Calheiros tentou, mas não conseguiu, negociar uma saída para o impasse e teve que encerrar a sessão sem votar nada.   “Esta obstrução é única em 190 anos do Parlamento. Vinte e seis pessoas assalariadas impedindo os trabalhos do Congresso. Isto não é possível”, disse. Ao mesmo tempo, na mesa de trabalhos, alguns deputados agrediam verbalmente os colegas.

(Agência Brasil)

Governo Camilo abre seminário que discute propostas para 2015/2018

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Os 7 Cearás – Seminário para Consolidação do Plano de Governo, teve a abertura na noite desta terça-feira (2), no Centro de Eventos, com a presença da vice-governadora eleita Izolda Cela, políticos, técnicos e sociedade civil. O evento segue até quinta-feira (4) e debate as propostas da população, em todo o Estado, colhidas durante a última campanha ao Governo do Estado.

Vários segmentos do atual governo Cid Gomes marcam presença nas discussões, como a turma da Coordenadoria Especial de Políticas Públicas dos Direitos Humanos do Ceará (COPDH/CE), que tem à frente a professora de Direito, Ana Paula Araújo de Holanda.

DETALHE – A COPDH, inclusive, deverá ser transformada em secretaria. Um avanço na gestão Camilo Santana.