Blog do Eliomar

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Tasso lamenta “prisão” de comerciantes do Pirambu

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Grades, estabelecimentos escuros, clientes assustados e comerciantes desconfiados. Esse é o quadro do comércio no Pirambu, encontrado nesta quarta-feira (3) pelo candidato do PSDB ao Senado, Tasso Jereissati, durante caminhada pelo bairro.

“O que estamos comprovando durante esta caminhada é que o comércio está funcionando como uma prisão de segurança máxima. Isso é um verdadeiro absurdo. Isto é inaceitável”, lamentou o candidato.

Ao lado do candidato do PMDB ao governo do Ceará, Eunício Oliveira, Tasso se encontra esta noite nos municípios de Santa Quitéria e Varjota, com a realização de comícios. Nesta quinta-feira (4), os dois candidatos estarão Solonópole, Milhã e Mombaça.

(Foto: divulgação)

Ibope: Dilma 37%, Marina 33% e Aécio 15%

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Dados da mais recente pesquisa de intenção de voto, divulgados nesta quarta-feira (3) pelo Ibope, apontam a candidata do PT à reeleição presidencial Dilma Rousseff à frente, com 37% da preferência do eleitorado, seguida de Marina Silva, do PSB, com 33%, e de Aécio Neves, do PSDB, com 15%.

Na pesquisa anterior do Ibope, divulgada no dia 26 de agosto, Dilma tinha 34%, Marina, 29%, e Aécio, 19%.

Os números de hoje mostram o candidato do PSC, Pastor Everaldo, com 1%. Os outros sete postulantes, somados, acumulam 2%. Votos brancos e nulos somam 7% e os que não sabem ou não responderam são 5%. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Na eventualidade de um segundo turno entre Dilma e Marina, a pesquisa do Ibope aponta a candidata do PSB com 46% das intenções de voto e a presidenta, com 39%. Os votos brancos e nulos somam 8% e não sabe/não respondeu, 6%. Se o segundo turno fosse com Aécio Neves, Dilma teria 47% e o tucano, 34%. Brancos e nulos somariam 11% e não sabe/não respondeu, 8%.

Os números também mostram que melhorou a avaliação do governo. No levantamento anterior, o índice dos que consideram o governo bom ou ótimo era 34% e agora é 36%. Os que consideram regular são 37%, contra 36% na pesquisa anterior. O percentual dos que consideram o governo ruim ou péssimo caiu de 27% na pesquisa de agosto para 26%.

Segundo o Ibope, foram ouvidos 2.506 eleitores em 175 municípios entre 31 de agosto e 2 de setembro. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00514/2014.

(Agência Brasil)

Ibope: Eunício 42% e Camilo 34%

O Ibope divulgou na noite desta quarta-feira (3) a pesquisa de intenções de voto ao governo do Ceará. Eunício Oliveira (PMDB) lidera com 42%, seguido por Camilo Santana (PT) com 34%, Eliane Novais (PSB) com 4% e Ailton Lopes (Psol) com 2%. Brancos e nulos somam 8% e não sabem ou não responderam somam 10%.

Em um eventual segundo turno, Eunício Oliveira somaria 47%, contra 37% de Camilo Santana. O candidato Ailton Lopes, com 35%, possui o maior índice de rejeição, seguido por Eliane Novais (34%), Camilo Santana (20%) e Eunício Oliveira (15%). Eleitores que votariam em qualquer um dos candidatos somam 10%, enquanto 19% não souberam responder ou não quiseram responder.

A pesquisa ouviu 1.204 entrevistados, entre o sábado (30) e essa terça-feira (2). A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com 95% de confiabilidade.

Plácido chega como incógnita à Câmara Municipal

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Em seu segundo dia na Câmara Municipal de Fortaleza, desde que assumiu mandato na licença de Iraguassu Teixeira, o vereador Plácido Filho virou uma incógnita entre os demais parlamentares.

Em seu primeiro discurso, Plácido disse que apoiaria Roberto Cláudio, caso o prefeito estivesse do lado da população. O discurso foi bem aceito pela liderança do prefeito na Casa, por meio do vereador Evaldo Lima.

Nesta terça-feira (3), no entanto, Plácido cobrou que o horário das creches fosse estendido, para que as mães pudessem trabalhar.

Para a vereadora Toinha Rocha (Psol), Plácido exerce o papel do vereador: o de fiscalizador do Poder Executivo.

Deputado questiona proposta de Camilo sobre passagem única metropolitana

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Com o título “Um mar de promessas inexequíveis”, eis artigo do deputado estadual João Jaime (DEM), questionando a promessa do candidato a governador pelo PT, Camilo Santana, de garantir passagem única na Região Metropolitana. Confira:

Em campanhas eleitorais, infelizmente, é comum ouvirmos promessas inexequíveis, muitas delas no âmbito do Executivo.

Assistindo ao Horário Eleitoral Gratuito na noite de segunda-feira, chamou minha atenção o programa do candidato ao Governo do Estado pelo PT, Camilo Santana, que promete passagem única na Região Metropolitana de Fortaleza. Ou seja, você apanha um ônibus em Beberibe, em Caucaia ou em Pacatuba e tem direito a circular por três horas pagando somente uma passagem. Isso é possível. Porém, ele precisa deixar claro quem vai pagar essa conta, porque nós sabemos que não existe nada de graça. Não há como você pegar um permissionário, um concessionário e submeter a ele um subsidio seja de qualquer serviço prestado que ele esteja fazendo.

É importante esclarecer, neste caso, para que isso aconteça, o governo do Estado terá que subsidiar por cada passageiro um recurso correspondente à defasagem entre a tarifa cobrada e a tarifa realmente paga, ou então vai ter que aumentar a passagem de Fortaleza para diminuir a da Região Metropolitana.

Essa promessa me cheira a uma proposta eleitoreira do candidato do governo que está há oito anos no poder e nunca fez nada para integrar o sistema metropolitano, que é de sua gerência.

Recentemente acompanhamos uma medida demagógica que foi a aprovação na Câmara Municipal da regulamentação dos estacionamentos de Fortaleza. Medida essa, que divide em fração o estacionamento. A primeira hora você paga inteira e depois da primeira hora você passa a pagar fracionado. Porém, o que aconteceu na prática foi que os donos aumentaram em 50% o valor do estacionamento. Ou seja, mesmo sendo fracionado, na primeira hora você já paga pela segunda.

No mesmo sentido, a proposta do candidato do PT, Camilo Santana, cheira a pegadinha.

* João Jaime,

Deputado estadual – DEM.

Marina Silva e a incoerência da Nova Política

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Com o título “Marina e a cédula de R$ 3,00”, o economista José Nilton Mariano Saraiva analisa a candidata a presidente da República pelo PSB, Marina Silva, e, principalmente, sua postura nos debates e entrevistas. Confira:

O eufemismo “falha processual na editoração” serviu de mote para que a candidata Marina Silva tentasse justificar modificações apressadas no seu programa de governo, recém-saído do forno. Só que, sabe-se agora, a “verdade verdadeira” é que tal decisão foi resultado do “puxão de orelhas” que um dos seus influentes apoiadores, o pastor Silas Malafaia, lhe aplicou, ao exigir, com prazo definido, que se retratasse publicamente no tocante à questão da comunidade LGBTs, modificando o que fora divulgado: “Aguardo até segunda-feira uma posição de Marina. Se isso não acontecer, na terça será a mais dura fala que já dei até hoje sobre um presidenciável.” (Coluna Elio Gaspari – O Velho na novidade de Marina). E assim, às pressas, e sem se importar com a (falta de) coerência, tudo foi refeito “vapt-vupt”, de sexta-feira para o sábado, de modo a que os ânimos serenassem.

A reflexão é só para demonstrar que inexistem “coerência” e “firmeza” na tal “nova” política da candidata Marina Silva, porquanto os métodos não diferem um milímetro dos aplicados na “velha” e tradicional política do “é dando que se recebe”. Afinal, a simples perspectiva de perder os votos das lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transgêneros e transexuais (LGBTs), foi determinante para que logo logo à tona emergisse a “velha” política da conveniência e da oportunidade. Afinal, que “nova” política é essa que obriga a candidata a tentar, sem sucesso, equilibrar-se no fio de navalha, com receio de desagradar alguns (poucos) prováveis eleitores? E se alguém imagina que se trata de uma questão menor e sem importância, é bom que tire o cavalo da chuva, porque se houve tal “abertura” numa questão pontual, uma pergunta básica se impõe: como Marina Silva negociará com o “banco de reserva” do Congresso, quando as grandes questões da República forem postas, porquanto já disse e repetiu “ad nauseam” que não aceitará conversar com os adeptos da “velha” política?

Já na questão tida como a mais relevante – a economia, não é preciso se ser nenhum “expert” para constatar que uma possível vitória da ex-verde Marina Silva significará um imediato retorno ao modelo econômico vigente à época do governo FHC, com tudo de deletério que representou aquele sombrio período (os juros chegaram a 45%, lembram). É que o seu principal ideólogo-formulador é o economista Eduardo Giannetti, ligado historicamente ao PSDB, que tem repetido para quem quiser ouvir que o projeto econômico de Marina é basicamente o mesmo que o projeto de Aécio Neves. Lá, dito está, com todas as letras, que haverá um radical corte de gastos na área social, que a política do salário mínimo não mais contemplará ganhos reais, que a exploração do pré-sal não terá a relevância que tem hoje, que a redução do papel do Estado na economia será implementada de pronto (e aí, como conseqüência, medidas recessivas, desemprego e recessão) e por aí vai.

Alfim, o que se pode aferir do exposto no programa da candidata Marina Silva, é que a “nova” política anunciada por ela é tão verdadeira quanto uma nota de três reais (R$ 3,00). Valerá a pena pagar pra ver? Não se trata de um risco tão desnecessário quanto inoportuno ?

Post Scriptum:

A propósito: merece um prêmio aquele que tenha ouvido da candidata Marina Silva “respostas objetivas” sobre o que lhe é perguntado nos debates ou entrevistas nos telejornais. É um “enchimento de linguiça” sem fim.

* José Nilton Mariano Saraiva,

Aposentado do BNB – Economista UFC. 

Edson Silva: Rejeição é contra o PT e não contra Dilma

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A candidata à presidência da República pelo PSB, Marina Silva, não assusta apoiadores da reeleição da presidente Dilma Rousseff .

É o que deixa claro o deputado federal Edson Silva (Pros), observando que Dilma tem muito o que mostrar e que a rejeição que se verifica não é contra a presidente, mas contra o PT.

Magistrados apoiam revisão da Lei da Anistia

“A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) manifestou apoio à revisão da Lei da Anistia, proposta pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em parecer encaminhado ao Supremo Tribunal Federal. O presidente da AMB, João Ricardo Costa, afirmou que uma lei que exclua a responsabilidade dos agentes que praticaram crimes contra a humanidade no período da ditadura militar é, no mínimo, equivocada.

“Ainda sofremos as consequências do que realmente ocorreu naquela época. Acreditamos que o Judiciário tem um papel importante a cumprir. E no momento em que a Lei da Anistia for revista, os expedientes que rompem com o Estado Democrático de Direito não serão admitidos e o Direito não deixará que os crimes praticados à sociedade brasileira sejam esquecidos”, declarou João Ricardo (foto).

O parecer defendendo a revisão da aplicação da Lei da Anistia foi entregue no dia 28 de agosto, data em que a lei completou 35 anos, em ação na qual o Psol pede o cumprimento da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos em decorrência de crimes cometidos na ditadura.

Rodrigo Janot, procurador-geral da República [Elza Fiúza/ABR]Janot (foto) recomenda que a Justiça suspenda os efeitos da Lei da Anistia nos casos em que “ensejem extinção de punibilidade de crimes de lesa-humanidade ou a ele conexos cometidos por agentes públicos ou civis ou militares, no exercício da função ou fora dela”.

Para o procurador-geral, crimes graves cometidos por agentes do Estado, civis ou militares, durante o regime militar são imprescritíveis e insuscetíveis de anistia. Segundo ele, delitos cometidos por agentes estatais com grave violação a direitos fundamentais constituem crimes contra a humanidade.

Janot argumenta ainda que, quando vítimas de sequestros ainda não foram localizadas, o crimes tem natureza permanente. “Essa condição afasta a incidência das regras penais de prescrição e da Lei da Anistia, cujo âmbito temporal de validade compreendia apenas o período entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979″.”

(Consultor Jurídico)

Inácio trabalha aprovação do Bolsa-Formação para agentes de trânsito

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O senador Inácio Arruda (PCdoB) trabalhou pela aprovação do Projeto de Lei da Câmara nº 92, de 2013, que inclui os agentes de trânsito entre os beneficiários do projeto Bolsa-Formação. Essa bolsa se destina à qualificação profissional de policiais militares e civis, bombeiros, agentes penitenciários e carcerários e peritos.

“Essa é uma medida mais do que justa, pois se trata de matéria relativa à segurança pública”, destacou o senador, observando que, durante seus trabalhos de fiscalização, os agentes de trânsito se deparam com sequestros relâmpagos, portes ilegais de armas, veículos roubados e outras ações criminosas, e devem estar preparados para enfrentar todo tipo de situação.

A matéria agora vai à sanção presidencial.

CIC ouvirá propostas de Mauro Filho

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O candidato ao Senado pelo Pros, Mauro Filho, é o convidado do ciclo de debates que o Centro Industrial do Ceará (CIC) vem realizando com os candidatos ao Governo do Estado e ao Senado.

Mauro Filho falará às 18h30min, no auditório do quinto andar da sede da Fiec, para o setor empresarial sobre a sua decisão de se candidatar ao Senado e as propostas da campanha. O candidato atende a convite do presidente do CIC, José Dias de Vasconcelos.

Legislação eleitoral proíbe renovação de contrato de professor temporário. E agora?

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Do professor Airton de Farias, recebemos a seguinte nota, em tom de alerta no que diz respeito à rede estadual de ensino. Confira:

Caro jornalista Eliomar de Lima,

Há uma grave crise pairando sobre a escola pública cearense. Em virtude da legislação proibir contratações devido às eleições, os contratos de vários professores temporários não foram renovados. Em decorrência, uma grande quantidade de escolas perdeu seus professores e alunos estão sem aulas.

Na Escola Adauto Bezerra, por exemplo, um dos colégios que mais aprova mo ENEM, são 16 carências em aberto. Num mês, mais de 300 aulas não dadas. Há dias que turmas têm apenas uma aula e alunos voltam para casa. É o caos. A escola, num ato de compromisso, fez um mutirão: professores coordenadores, bolsistas, laboratório e até o núcleo gestor estão entrando em sala para não deixar tantos alunos sem aula. Mas é isso é paliativo.

Essa falta de professores acontece em inúmeras outras escolas do Estado.

Atenciosamente, 

* Airton de Farias,

Professor e Historiador. 

Datafolha/O POVO – Peemedebista diz que crescimento de Camilo já era esperado

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Para o deputado federal Aníbal Gomes (PMDB), o crescimento de Camilo Santana, candidato do PT ao Governo, na disputa eleitoral já era esperado.

Camilo Santana registrou 21%, com Eunício Oliveira, postulante peemedebista registrando 41%, de acordo com a pesquisa Datafolha/O POVO.

Aníbal Gomes não tem dúvidas: a disputa governamental no Estado vai ser por demais disputada.

Uma análise pessimista do cenário econômico brasileiro

Com o título “O Brasil para, o mundo observa”, eis artigo do professor José  Flávio Sombra Saraiva, da UnB. Ele aborda o quadro econômico de letargia do País. Confira:

O queridinho do capital global vem perdendo força. O Brasil vem recebendo menos investimentos, advindos dos capitais que chegam de fora ou daqueles que são criados pelo próprio Estado nacional. Campeão por vários anos de receptor de IEDs – Investimentos Externos Diretos – o Brasil definha na obra de equilibrar as próprias contas públicas. O pífio crescimento de riqueza nos últimos quatro anos impede a inserção altruísta das relações internacionais do Brasil.

Aquilo que era uma impressão técnica, de especialistas, ou de setores da oposição ao governo Dilma, disseminou-se hoje como a imagem do nosso país no mundo. O Brasil está parando, devagarzinho, mas a cada dia. Há preocupações com o Brasil diante da incompetência gerencial e a desqualificação técnica das decisões. O fracasso da gestão nacional empurrou a riqueza, gerada pelos que trabalham, para o sumidouro de políticas públicas equivocadas.

O mundo já olha o Brasil bem diferente dos 5 anos atrás. Pesquisas recentes, realizados em institutos voltados para os temas dos países do sul global, indicam outros países que passaram o Brasil em competitividade tecnológica e em criação de produtos diferenciados e de valor agregado elevado. Salva-nos a lavoura, como no século XIX.

Faz pena ver a Esplanada dos Ministérios, aqui em Brasília. A ordem vem de cima. Finalmente estão cortando tudo, menos o cafezinho. Mas já é tarde. O peso de sustentação de quase 70 milhões de brasileiros que não trabalham, mas vivem das bolsas sociais, começa a corroer os investimentos em segurança, educação, saúde e qualidade dos serviços.

O Brasil está perdendo parte do que conquistou nas últimas décadas na cena global. Sua projeção internacional declinou de um país emergente para um país normal, reduzindo sua importância no xadrez dos tabuleiros do mundo. Lamentável não se ouvir dos presidenciáveis suas propostas para uma reinserção no sistema mundial. Lamentável que um imenso país pacífico e com permissibilidade global, forjado por tantos brasileiros, tenha voltado às dependências de um país primário.

Desconfortável é a situação da industrialização cadente. Lamentável a baixa integração competitiva nos mercados globais. O Brasil já prejudica o seu próprio meio próximo, colaborando para o definhamento do PIB dos países da América do Sul uma vez que caminha até para recessão técnica. A própria integração regional está parada, mas cheias de palavras de ordem.

A retração do Brasil no quadro global de hoje certamente chamará a atenção do historiador do futuro. Em suas lembranças e especulações, lembrará que um imenso país teve algumas oportunidades de avançar um projeto de inserção internacional ativo aos desafios de seu tempo. Mas foi preguiçoso e incapaz de desenhar uma participação criativa diante dos novos dilemas globais.

José Flávio Sombra Saraiva

jfsombrasaraiva@gmail.com

PhD pela Universidade de Birmingham, Inglaterra, e professor titular da UnB.

Dilma é aguardada para cumprir agenda de campanha no Ceará

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A presidente Dilma Rousseff cumprirá, nesta quinta-feira, agenda de campanha no Ceará. Uma movimentação de seguranças, locadoras e aviões já pode ser conferida no aeroporto antigo do Aeroporto Internacional Pinto Martins.

Há informações de que Dilma vem visitar a obra do Eixão das Águas, em Pacajus, e o Programa Minha Casa, Minha Vida – Cidade Jardim, no Conjunto Jose Walter, em Fortaleza. Tudo em clima de gravação para seu programa eleitoral.

DÚVIDA CRUEL -Dilma estará ao lado de quem em se tratando de candidato ao Governo: Eunício Oliveira (PMDB) ou Camilo Santana (PT)? Há informações de que não dará canja a ninguém.

Vice-prefeito: Invasão de fazenda de Eunício foi coisa do PT

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Essa é do vice-prefeito de Fortaleza, Gaudêncio Lucena, sobre invasão do MST a uma fazenda do candidato a governador Eunício Oliveira (PMDB), em Goiás:

– Isso foi coisa do PT! 

Para Gaudêncio, houve uma orquestração para prejudicar a campanha de Eunício no Ceará.

Com 20 mil hectares, a Fazenda Santa Mônica fica em Goiás, numa região entre os municípios de Abadiânia, Alexânia e Corumbá (120 km de Goiânia).

Tasso mantém a folga sobre Mauro Filho, que subiu pouco na preferência

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Da Coluna Política de Érico Firmo, no O POVO desta quarta-feira, uma análise sobre a pesquisa Datafolha/O POVO e o páreo de senador, onde Tasso Jereissati tem 54% de preferência e Mauro Filho aparece com 20%. Confira:

Se a eleição para o Governo já é outra, para o Senado o cenário se mantém extremamente estabilizado. Claro, para comemoração de Tasso Jereissati (PSDB). Ele se manteve estável, e com oscilação positiva. Mauro Filho (Pros) subiu dois pontos. Pouco para quem está 34 atrás.

O voto para o Senado está entre os últimos que o eleitor define. Por isso, está sujeito a mais oscilações. Não só é possível como também provável que o efeito da subida de Camilo venha a favorecer Mauro em algum nível, em pesquisas futuras. São duas eleições raramente descoladas, mas cuja conexão nem sempre é imediata. Normalmente, os reflexos são tardios.

A questão é em que intensidade. Pois, Tasso sempre teve índices melhores que os de Eunício. Agora, o peemedebista cai, enquanto o tucano se sustenta. Para o governo, a situação da base de Cid Gomes (Pros) melhorou, mas ainda não é fácil. Para o Senado, há um cenário até promissor, mas a perspectiva ainda é extremamente difícil.

Numa comparação com a eleição de quatro anos atrás, na primeira pesquisa após o início do horário eleitoral, Tasso já vinha em queda, de sete pontos percentuais. Estava com 52% no fim de agosto. Seus adversários, Eunício e José Pimentel (PT), avançavam. Tinham 31% e 27%, respectivamente. Na única eleição que Tasso perdeu, a essa altura sua tendência era pior e a de seus oponentes, melhor.

Eleições 2014 – Michel Temer vem pedir votos no Rio Grande do Norte e Pernambuco

O candidato a vice-presidente de Dilma, o peemedebista Michel Temer, olhará para os seus nesta semana: vai ao Rio Grande do Norte pedir votos para Henrique Eduardo Alves, que é presidente da Câmara dos Deputados, na sexta-feira, e para Renan Calheiros Filho, presidente do Senado, no dia seguinte. Depois, cuidará de Dilma Rousseff.

Também no fim de semana, Temer pousará em Petrolina (PE), reduto eleitoral de Eduardo Campos, para propalar os investimentos federais em Pernambuco durante os governos petistas.

(Com Coluna Radar, da Veja Online)

Datafolha/O POVO – O impacto simbólico da subida de Camilo Santana

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Da Coluna Política, de Érico Firmo, nesta quarta-feira, uma análise sobre a pesquisa Datafolha/O POVO na disputa para o Governo. Confira:

O que a pesquisa O POVO/Datafolha mostra hoje é um cenário completamente diferente da sucessão estadual no Ceará. Não que seja propriamente surpreendente. Camilo Santana (PT), candidato de um governo com bons índices de popularidade, largou muito atrás. Já Eunício Oliveira (PMDB) começou com enorme vantagem. O movimento mais previsível era mesmo a queda de Eunício e a subida de Camilo. Isso a coluna já dizia em 4 de julho, antes de a campanha começar. A incógnita era o tamanho em que isso ocorreria. E o impacto foi significativo. Não para sinalizar uma tendência inevitável da eleição. Mas, certamente, para apontar que a enorme diferença que havia se reduziu bastante. E que não há mais favoritismo claro. O segundo turno já é uma possibilidade.

A vantagem de Eunício era de 28 pontos percentuais na semana que antecedeu o início do horário eleitoral. Duas semanas de propaganda eletrônica depois, a diferença é de 10 pontos. São 18 pontos de diferença a menos.

E há outros indicadores positivos para Camilo. Sua rejeição caiu 10 pontos percentuais. Na pesquisa espontânea, já está tecnicamente empatado com Eunício: 19% do peemedebista contra 18% do petista. E é essa pesquisa que mostra o voto mais consolidado, o eleitor que já diz em quem pretende votar antes de ver a lista com nome dos candidatos.

Os números favoráveis indicam que Camilo seguirá em alta e vai ultrapassar Eunício? Impossível dizer agora. O que eles sinalizam é que o petista está competitivo na disputa. A incógnita é como a campanha irá se desenrolar de agora em diante.

Para Eunício, a boa notícia é que metade do crescimento do adversário não foi sobre seus votos. Camilo subiu muito, mas o peemedebista não caiu tanto. Caso mantenha a estabilidade, será mais difícil derrotá-lo.

Como dito acima, o crescimento de Camilo era natural e previsível. Mas esse primeiro impulso era, também, o mais fácil. O ponto é: qual a margem para continuar a avançar? Seguirá no mesmo ritmo? Ele reduziu 18 pontos após duas semanas. Se continuar assim, tende fatalmente a ser eleito. Mas essa intensidade de crescimento dificilmente será mantida. Terá Camilo atingido seu teto ou seguirá avançando? São questões que as próximas pesquisas responderão.

A situação de Eunício ainda é boa. Vantagem de 10 pontos percentuais sobre o candidato do governador não pode ser considerado resultado ruim. Todavia, o drama para ele está no impacto simbólico que podem ter as tendências somadas de queda dele com o crescimento de Camilo. Pode-se inverter a trajetória que vinha ocorrendo de prefeitos, deputados e aliados migrarem em direção ao peemedebista. No mínimo, deve ser relativamente estancada a sangria.

Datafolha/O POVO – Dirigente do PMDB diz que resultado era “dentro do previsto”

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O presidente em exercício do PMDB do Ceará, Agenor Neto, avaliou, nesta quarta-feira, como “dentro do previsto” o resultado da pesquisa Datafolha/O POVO em que o candidato Eunício Oliveira (PMDB) aparece com 41% contra Camilo santana (PT), que cresceu e está com 31%.

Pra Agenor, a partir de agora vai ser difícil Camilo crescer em razão de muitos problemas deixados pelo governo estadual, além de questões com a estiagem e a violência que prejudicam a vida da população.

Agenor Neto observa que Eunício é o candidato que traz uma “esperança” de mudança para o cearense e que deve ganhar o pleito. Ele, no entanto, reconhece que a disputa será dura.

Sobre o candidato a senador Tasso Jereissati (PSDB), com Mauro Filho (Pros) pontuando com 20%, Agenor Neto definiu como gesto de “gratidão” que o cearense apresentará nas urnas para o tucano.

Presidentes da Ucrânie e Rússia anunciam um cessar-fogo

“Os chefes de Estado da Ucrânia e da Rússia acertaram hoje (3) um cessar-fogo permanente no Leste da Ucrânia, anunciou o presidente Petro Poroshenko, após conversa com Vladimir Putin. “O presidente ucraniano discutiu com o presidente russo um cessar-fogo total (…). Eles acordaram um cessar-fogo em Donbass”, área de minas no Leste da Ucrânia, que inclui as regiões de Donetsk e Lugansk, onde têm atuado os separatistas.

Momentos antes, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, disse que os dois presidentes tinham trocado opiniões sobre o que fazer, “em primeiro lugar, para acabar, o quanto antes, com o derramamento de sangue”. Peskov garantiu que os dois presidentes partilhavam, “em grande medida”, os pontos de vista para sair da “grave situação”.

O anúncio do cessar-fogo ocorreu paralelamente a uma operação bem-sucedida das milícias pró-russas no Leste da Ucrânia e que, em pouco mais de uma semana, conseguiu recuperar dezenas de localidades que estavam sob controle de Kiev.”

(Agência Brasil)