Blog do Eliomar

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Camilo reúne bancada federal cearense em Brasília. Hora de tratar sobre Orçamento 2019

O governador Camilo Santana (PT) vai se reunir, nesta manhã de quarta-feira, em Brasília, com a bancada federal.

Mais precisamente no escritório de representação, com o objetivo de tratar das prioridades para o Orçamento da União 2019. Camilo também vai tratar sobre a liberação de emendas orçamentárias deste ano.

Claro que o cenário do Governo Bolsonaro deverá ser avaliado, pois Camilo é do PT, que fará ao Planalto. Mas o governador já deu o recado: sinalizará diálogo sempre pelos interesses do Estado.

(Foto – Fábio Lima)

Salmito destaca crescimento da bancada do PDT

O presidente da Câmara Municipal de Fortaleza, Salmito Filho (PDT), utilizou nessa terça-feira, 30, o tempo da Liderança Partidária para destacar o crescimento da bancada do Partido Democrático Trabalhista em todo o Brasil. O PDT aumentou sua bancada na Assembleia Legislativa, de 12 para 14 deputados estaduais. Obteve crescimento ainda de sua bancada no Estado para 6 deputados federais. Nas eleições deste ano, Salmito foi eleito deputado estadual.

O presidente do Legislativo de Fortaleza lembrou que o PDT elegeu o senador proporcionalmente mais votado do Brasil, o ex-governador Cid Gomes.

Sobre o senador eleito, Salmito afirmou que não tem dúvida de que Cid Gomes fará história. “Não tenho dúvida de que Cid, com seu espírito público, sua experiência e sua liderança, vai fazer muito bonito como senador da República, inclusive representando muito bem o estado do Ceará”, destacou.

Ainda em seu pronunciamento, o presidente do Legislativo enalteceu o processo eleitoral que ocorreu no último domingo e ressaltou a importância do exercício da democracia. Salmito parabenizou o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), ao desejar “sabedoria e equilíbrio” para que realize um bom governo.

Convite da CAF

Salmito também registrou o convite do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) para a “Conferência CAF: Produtividade e Inovação para o Desenvolvimento”, que acontece em Bogotá (Colômbia), nos dias 7 e 8 de novembro. Salmito reforçou que a viagem será custeada pelo banco, não tendo portanto nenhum gasto para a Câmara Municipal e justificou a sua ausência no Legislativo neste período.

(Foto – CMFor)

TRE cassa mandatos de prefeito e vice de Tianguá eleitos em junho

O Tribunal Regional Eleitoral do Ceará, presidido pela desembargadora Nailde Pinheiro Nogueira, na sessão dessa terça-feira, 30/11, cassou, por unanimidade, os diplomas do prefeito e do vice-prefeito de Tianguá, nos Recursos Contra Expedição de Diploma nºs 0600518-37.2018.6.06.0000 e 0600525-29.2018.6.06.0000, ambos da relatoria do juiz Alcides Saldanha Lima.

A Corte determinou a execução do Acórdão após confirmação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nos termos do voto do relator. Até então eles permanecem no cargo.

José Jaydson Saraiva de Aguiar e Mardes Ramos de Oliveira foram eleitos prefeito e vice, respectivamente, no último dia 3 de junho, na eleição suplementar ocorrida no município, após o o indeferimento do registro de candidatura do prefeito nas Eleições de 2016, do prefeito Luiz Menezes de Lima e do vice Aroldo Cardoso Portela.

O Caso

Um dia após o deferimento do registro de candidatura, pelo juízo da 81ª Zona Eleitoral, de José Jaydson Saraiva Aguiar, em 22/5, para as eleições suplementares, o TRE-CE julgou uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral que já tramitava na Corte, mantendo pena de inelegibilidade por 8 anos ao candidato José Jaydson, por abuso de poder econômico/político quando disputava as Eleições 2016 (não eleito).

No dia 11/6, o Tribunal decidiu por unanimidade, que, no momento do pedido de registro da chapa, não havia situação de inelegibilidade, e, portanto, manteve válida a candidatura.
No entanto, nesta terça-feira, 30/11, enfrentando os Recursos Contra Expedição de Diploma, a Corte decidiu pela cassação dos diplomas dos eleitos.

Governo Bolsonaro vai criar um superministério da Economi

Os ministérios da Agricultura e Meio Ambiente serão fundidos no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), assim como as pastas da Fazenda, do Planejamento e da Indústria e Comércio – formando este último o superministério da Economia. A decisão foi anunciada hoje (30), após reunião na casa do empresário Paulo Marinho, no Rio de Janeiro.

O coordenador de economia da campanha de Bolsonaro, Paulo Guedes, apontado como futuro ministro da Economia, confirmou a criação do superministério, enquanto o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), indicado para Casa Civil, reiterou sobre a fusão do Meio Ambiente com a Agricultura.

Guedes e Onyx conversaram com os jornalistas após reunião, onde trataram sobre a formatação do governo e o início dos trabalhos da transição. Amanhã (31) Onyx deverá ir a Brasília para se reunir com o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, que coordena a equipe de transição do governo Temer.

Redução de ministérios

Onyx afirmou que o objetivo é reduzir de 29 ministério para 15 ou 16. Guedes acrescentou que a junção das pastas é importante para dar agilidade às decisões. “Nós vamos salvar a indústria brasileira. Está havendo uma desindustrialização há mais de 30 anos. Nós vamos salvar a indústria brasileira, apesar dos industriais brasileiros”, disse Guedes.

Guedes disse que o governo pretende simplificar e reduzir drasticamente o número de impostos. “Será uma abertura gradual. E a razão do Ministério da Indústria e Comércio estar próximo da Economia é para justamente existir uma mesma orientação econômica em tudo isso. Não adianta a turma da Receita ir baixando os impostos devagar e a turma do Ministério da Indústria e Comércio abrir muito rápido. Isso tudo tem que ser sincronizado, com uma orientação única.”

(Agência Brasil)

Caso Odebrecht – Edson Fachin nega pedido para suspender ação penal de Lula

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O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), negou uma liminar (decisão provisória) pedida pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que fosse suspensa uma das ações penais em que é acusado pelo suposto recebimento de propina da empresa Odebrecht. O caso está sob responsabilidade do juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba.

No pedido, os advogados de Lula voltam a citar a liminar proferida em maio pelo Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), que recomendou a garantia dos direitos políticos de Lula até que o órgão julgue em definitivo se Moro cometeu alguma irregularidade na condenação do ex-presidente.

Na decisão assinada ontem (29), Fachin entendeu que a recomendação do órgão multilateral não se aplica ao campo penal, restringindo-se à esfera eleitoral. O ministro escreveu que “quanto às alegações atinentes ao comitê da ONU, como citado, a matéria não se enfeixa em exame preambular atinente ao campo especificamente da seara penal”.

Em setembro, o plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) considerou, por 6 a 1, que a recomendação da ONU não vincularia a Justiça Eleitoral brasileira e julgou Lula inelegível pela Lei da Ficha Limpa. Também ministro do TSE, Fachin foi o único a votar na ocasião de modo favorável ao ex-presidente.

Lula está preso desde 7 de abril na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde cumpre a pena de 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex no Guarujá (SP). A condenação foi confirmada pela segunda instância da Justiça Federal, o que levou o TSE a enquadrar o ex-presidente na Lei da Ficha Limpa. Ele recorre às instâncias superiores contra a condenação.

(Agência Brasil)

Eleições 2018 – Brasileiros elegeram a “antidemocracia”?

Com o título “O Brasil após as eleições de 2018”, eis artigo do professor doutor Martônio Mont’Alverne, da Unifor. Ele teme pela Constituição Federal na Era Bolsonaro. Confira:

A democracia brasileira conseguiu a façanha de eleger a “antidemocracia” no pleito presidencial. Perdeu-se a conta das falas de Bolsonaro, de seu filho, apoiadores e aliados contra a Constituição, contra grupos sociais, e até mesmo contra os poderes do Estado. Relativizadas na última semana de campanha, impressiona como o que foi dito passou a ser assimilado como o não dito pelas forças políticas que o apoiaram. Surpreendeu, ainda, a passividade dos representantes dos poderes diante de ameaças tão claras, exatamente quando Constituição e leis preveem medidas contra esses casos.

Não é tão cedo para prever a Presidência nas mãos de Bolsonaro. Um dos primeiros alvos será o dirigismo constitucional e o Estado Social que se inscreveu na Constituição de 1988. Neste cenário, a soberania econômica do País corre sério risco. Inexiste notícia de desenvolvimento capitalista sem mercado interno, sem autonomia tecnológica e sem a defesa das riquezas naturais. No nosso caso, a natureza teve a generosidade que Bolsonaro e os formuladores de sua política econômica refutam. Entregar reservas de petróleo e privatizar setores estratégicos para empresas internacionais significa realizar operação que outras nações desenvolvidas não fizeram, nem farão. Mas significa principalmente enfraquecer a capacidade do Brasil de dispor de ferramentas próprias para o enfrentamento das adversidades cíclicas do sistema econômico mundial. Em outras palavras, para quem reduz soberania à defesa das fronteiras contra traficantes de drogas, é bom saber que a soberania econômica é que torna possível o enfrentamento de traficantes; batalha a exigir mais do que armas.

O exemplo da defesa de nossa soberania econômica é apenas mais um caso do simplismo do discurso do Presidente eleito. As opções existentes são mais complexas, mas ele parece não desejar tornar-se senhor de sua razão; menos ainda da razão de Estado capaz de levar o País ao seu destino, constitucionalmente definido como uma nação soberana.

*Martonio Mont’Alverne

Professor doutor da Universidade de Fortaleza (Unifor)

uniforbarreto@unifor.br

Instituto Maria da Penha divulga III Boletim Trimestral sobre Violência contra a Mulher

O Instituto Maria da Penha (IMP) acaba de divulgar seu III Boletim Trimestral de Conjuntura da Violência contra a Mulher no Ceará. Desta vez, com dados registrados no período de julho a setembro deste ano.

De acordo com o boletim, no primeiro trimestre de 2018 o assassinato de mulheres no Ceará mostrou uma variação de 229% em relação ao primeiro trimestre de 2017. No segundo trimestre de 2018 merece registrou o assassinato de mulheres jovens na Capital, com a variação de 180% em relação ao mesmo período do ano passado.

“No terceiro trimestre do ano, fomos impactados com casos de feminicídio que ganharam repercussão nacional, acontecidos nos estados do eixo sul e sudeste do país e, menos noticiado pela imprensa nacional, porém não menos chocante e simbólico, um caso de feminicídio em praça pública na cidade de Crato (Região do Cariri). Estes tristes acontecimentos levantam a reflexão sobre a forma como o Estado pensa e formula sua atuação, quer seja na prevenção, quer seja no combate à violência contra a mulher. Estatísticas são fundamentais para jogar luzes na leitura deste fenômeno e para oxigenar a avaliação, reformulação e criação de políticas públicas
nesta área.

Porém, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública lançado em agosto de 2018, o estado do Ceará não disponibilizou os dados de feminicídio dos anos de 2016 e 2017”, diz o texto do boletim.

  • Confira a tabela:

Juiz Marcelo Bretas curte post de Bolsonaro comemorando a vitória

O juiz Marcelo Bretas, que cuida dos processos da Lava Jato no Rio, vem seguidamente reafirmando sua simpatia pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), informa a Coluna Radar, da Veja Online.

Bretas curtiu o post em que Bolsonaro comemora a vitória na eleição do último domingo (28). Ele também escreveu que o país melhora a cada dia e que “somos o país do presente e do futuro”.

(Foto – Veja)

Camilo faz primeira reunião do secretariado depois da conquista da reeleição

O governador Camilo Santana (PT) reúne, durante toda esta terça-feira, no Pavilhão da Residência Oficial, todo o seu secretariado. É o primeiro encontro depois da sua reeleição.

Camilo avalia obras e define calendário para entrega e inaugurações até o fim de dezembro. Também acerta alguns detalhes de projetos só serão tocados em 2019. O encontro é fechado para a imprensa.

Sem dúvida, momento para que o governador também faça sua avaliação pessoal acerca do desempenho de cada secretário, dentro do jogo político de manter ou não o colaborador a partir de janeiro.

(Foto – Divulgação)

Outubro Rosa completa 10 anos e ganha sessão solene na Assembleia Legislativa

A Assembleia Legislativa realizará, a partir das 11 horas desta terça-feira (30, sessão solene em comemoração aos 10 anos do movimento Outubro Rosa no Brasil. A iniciativa é da deputada Fernanda Pessoa (PSDB).

Ela argumenta que a campanha Outubro Rosa “é um movimento internacional realizado durante todo o mês de outubro, tendo em vista a compreensão da necessidade da prevenção, que pode resultar no diagnóstico precoce do câncer de mama.”

Fernanda Pessoa afirma que o número de mortes por causa da doença segue em alta, especialmente em razão do alto número de diagnóstico tardio, quando a doença já se encontra em estágio avançado.

História

O movimento Outubro Rosa nasceu nos Estados Unidos, na década de 1990. A data é celebrada anualmente, com a proposta de compartilhar informações sobre a doença e promover a conscientização da detecção precoce.

(Foto – ALCE)

Futuro ministro da Fazenda vai depor semana que vem ao Ministério Público

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Em meio à transição de governo, o economista Paulo Guedes, que será o ministro da Fazenda do governo de Jair Bolsonaro, irá depor na semana que vem ao Ministério Público Federal, em Brasília.

Isso, segundo o jornalista Lauro Jardim, colunista do O Globo, dentro do procedimento de investigação criminal para apurar a eventual participação de Guedes em um esquema fraudulento em que uma empresa do economista desviaria recursos dos fundos de pensão Funcef, Petros e Postalis, dos funcionários das estatais Caixa, Petrobras e Correios.

(Foto – O POVO)

Empresariado comemora Bolsonaro e exalta Sergio Moro

A Confederação Nacional da Indústria vai realizar hoje, em Brasília, duas festas: uma é a posse de Robson Andrade, reeleito para mais quatro anos à frente da entidade; a outra, pela vitória de Jair Bolsonaro (PSL), pois a CNI nunca escondeu, por meio de seus membros, que torcia contra o PT mesmo com alguns exaltando ter sido a Era Lula, principalmente, boa para o mercado, mas vindo o estrago com a gestão Dilma.

Há um outro personagem nessa história que ganhará elogios por ter feito a varredura moral apregoada por muitos dos seus integrantes: o juiz federal Sergio Moro, o magistrado à frente da Lava Jato, responsável por ter mandado o maior líder da oposição no País – Lula, para o xilindró da PF em Curitiba.

Beto Studart, presidente da Fiec, uma das presenças certas nesses atos, destaca: “Passamos por uma catarse, uma verdadeira e histórica purificação. Humildemente rendamos nossa homenagem ao verdadeiro comandante e solitário iniciador dessa conquista: Sergio Moro. Nós fomos apenas coadjuvantes”. Ele lembra que o PT tem gente ruim, mas também boa. Citou o governador do Ceará, Camilo Santana. “Mostrou como gerir de forma moderna e aberto para o mundo. Que sirva de exemplo”, disse.

(Foto – Fábio Lima)

Jair Bolsonaro faz reunião de trabalho no Rio para definir equipe de transição

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) deve fazer hoje (30) a primeira reunião de trabalho com aliados mais próximos para definir os rumos do governo de transição. O deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), confirmado para a Casa Civil, apresentará os dados coletados durante reuniões em Brasília com o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, que coordena a equipe de transição do governo Michel Temer.

O próprio Onyx confirmou a reunião. A previsão inicial era de que Bolsonaro viajasse para Brasília hoje. Mas ontem (29) o presidente eleito disse que irá à capital na próxima semana e que a “primeira pessoa” que pretende encontrar é Temer.

Na reunião de hoje, no Rio de Janeiro, a expectativa é de que participem os integrantes do chamado “núcleo duro”, que são os assessores mais próximos de Bolsonaro. Além de Onyx, devem estar presentes o general da reserva Augusto Heleno, confirmado para a Defesa, o economista Paulo Guedes, que deve assumir o Ministério da Fazenda (ou Economia, se houver fusão com outra pasta), e o presidente nacional do PSL, Gustavo Bebianno.

Em entrevista ontem à TV Record, Bolsonaro disse que são “estarrecedores” os dados sobre a máquina administrativa federal, sobretudo a respeito do número de funcionários e despesas. Ele reiterou que pretende privatizar ou extinguir algumas empresas, mas que não irá prejudicar os funcionários públicos. Também afirmou que sua intenção é reduzir o número de ministérios. Anteriormente, ele afirmou que gostaria de diminuir de 29 para 15.

Transição

Padilha disse que conversará amanhã (31) com Onyx, quando espera receber os primeiros nomes da equipe de transição do novo governo. A equipe deve reunir até 50 nomes de pessoas que vão trabalhar em um ambiente organizado exclusivamente para este momento, que é o Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), em Brasília.

Essas 50 pessoas serão nomeadas para Cargos Especiais de Transição Governamental. Esses cargos poderão ser ocupados a partir desta terça-feira (30) e devem ficar vagos até o dia 10 de janeiro, conforme disposição legal.

A equipe nomeada em caráter especial receberá salários que vão de R$ 2.585,13 a R$ 16.581,49. São oito cargos diferentes, de indicação de Bolsonaro. Vinte e cinco desses indicados receberão R$ 9.926,60 e dez terão salário de R$ 13.036,74. São os dois cargos com o maior número de ocupantes. O cargo de coordenador é o de maior salário, mas se Onyx Lorenzoni for o indicado, ele não poderá receber a remuneração, uma vez que já recebe como deputado federal e não poderá acumular as duas funções.

Ontem, Bolsonaro afirmou que a transição transcorrerá “em tranqüilidade” e agradeceu o apoio de Temer neste período. Padilha, por sua vez, disse que Temer pensa da mesma forma.

“A intenção do presidente Michel Temer é fazer uma transição com a maior transparência possível, ofertando todas as informações que estejam disponíveis no governo e sejam solicitadas, para que tenhamos, desde logo, o Brasil andando.”

(Agêncai Brasil)

Orçamento 2019 – Após eleições, hora de retomar discussões sobre a proposta do Estado

A primeira sessão da Assembleia Legislativa do Ceará(AL-CE) após o fim das eleições ocorre hoje. Tendência é que o resultado das urnas seja o assunto mais debatido pelos deputados estaduais, mas, para além disso, também é tempo de retomar a discussão de pautas importantes para o fechamento do ano legislativo.

A principal delas é o Projeto de Lei Orçamentária Anual para 2019, que começou a tramitar na Casa no último dia 16 e precisa ser aprovada até o dia 22 de dezembro para quando está previsto o recesso parlamentar.

O projeto ainda espera a designação do relator, que vai prever um prazo para a apresentação de emendas. Encerrado o tempo previsto, a matéria ainda precisa receber um parecer,que será votado nas comissões,para somente depois ir à votação no Plenário da Casa.

O deputado Evandro Leitão(PDT), líder do governador Camilo Santana (PT) na Casa,estima que a matéria só será votada entre os dias 15 e 20 de dezembro, na última semana antes do recesso parlamentar.A estimativa é a mesma de Tin Gomes (PDT), primeiro vice-presidente da AL-CE.Entre base e oposição, sentimento por enquanto é de tranquilidade em relação à votação do projeto.

A proposta do Poder Executivo estima a receita e determina as despesas do Estado para o ano seguinte. A matéria prevê recursos da ordem de R$ 28,3 bilhões, superando em cerca de R$ 2 bilhões o do ano passado.Em 2018, o valor foi de R$ 26,4 bilhões. A proposta sugere um aumento gradual, “o que se traduzem um crescimento esperado do Produto Interno Bruto(PIB) estadual para 2019 na ordem de 3%”.

Do valor estimado de R$ 28,3 bilhões, está sendo destinado ao Orçamento Fiscal e à Seguridade Social o montante de R$ 27,9 bilhões, e ao das estatais controladas pelo Estado, R$ 365,6 milhões. Quanto às despesas,a maior parte dos recursos foi alocada no grupo de pessoal e encargos sociais, no montante de R$ 12,3 bilhões.

Já os investimentos previstos na LOA 2019 totalizam R,6 bilhões, financiados com recursos próprios, convênios,parcerias público-privadas e operações de crédito contratadas.Entre os investimentos previstos, estão a ampliação do Porto do Pecém e a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) Parangaba-Mucuripe.

Os deputados também se preparam para receber as já tradicionais pautas “surpresa”que costumam ser enviadas pelo Governo no final do ano e, sobretudo, em fins de mandato. De acordo com Evandro Leitão, não há nada previsto “até agora”. O deputado João Jaime (DEM) acredita,porém, que alguns projetos deverão ser enviados.“Geralmente, no final do ano e de governo aparece algo de última hora, alguma reforma”,explica.

O deputado da oposição Carlos Matos (PSDB) disseque é necessário estar atento a essas “surpresas”. “A gente tem que prestar atenção, ficaratento, para não cair em casca de banana, se não o governador pode colocar um projeto e a gente não ter tempo nem de indicar emenda ou de vero teor, como já aconteceu outras vezes”, afirmou.

(O POVO – Repórter Letícia Alves)

Moro nega adiamento e Cunha vai depor nesta quarta-feira

O juiz federal Sergio Moro negou pedido feito pela defesa do ex-deputado federal Eduardo Cunha para que fosse adiado o interrogatório marcado para esta quarta-feira (31). A informação é da Veja Online.

Segundo os advogados, não foi dado à defesa acesso ao material correto da perícia feita no celular de Cunha.

Moro, no entanto, afirma que “não há nenhuma dúvida fundada ou razão para crer que o conteúdo não reflete o que foi encontrado no aparelho”. Essa não foi o primeiro adiamento solicitado por Cunha.

Na primeira vez, em outubro, o ex-deputado alegou que seu depoimento poderia prejudicar a candidatura da filha, Danielle, à Câmara Federal. Nessa ocasião, Moro concedeu o pedido.

Bolsonaro vai conversar com Temer sobre reforma da Previdência

Em sua ida a Brasília na semana que vem para cuidar da transição, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) pretende também tratar da reforma da Previdência com o presidente Michel Temer.

“Semana que vem estaremos em Brasília e buscaremos junto ao atual governo, de Michel Temer, aprovar alguma coisa do que está em andamento lá, como a reforma da Previdência, se não o todo, parte do que está sendo proposto, o que evitaria problemas para o futuro governo”, afirmou em entrevista à TV Record.

Em entrevista à TV Brasil, o coordenador da transição, ministro Eliseu Padilha, previu que o novo governo terá um caminho árduo pela frente e entre as dificuldades está a negociação da reforma da Previdência no Congresso. Padilha julga que o período de “lua de mel” entre o novo presidente da República e o Legislativo, que ele estima entre 90 e 120 dias, não será suficiente para aprovar um novo modelo de reforma.

“Vai precisar de mais de 90 dias para fazer. Seria bom aproveitar esses 60 dias [do governo Temer] para ver até onde se avança”, recomendou em entrevista exclusiva à jornalista Roseann Kennedy, em programa que foi ao ar às 21h15 na TV Brasil. O presidente Michel Temer já se colocou à disposição para dar, até 31 de dezembro, encaminhamento à proposta de reforma já aprovada em comissão especial da Câmara.

“Se houver interesse do novo governo em incrementar essa proposta, teremos toda a disposição de ajudar”, reafirmou Padilha. “Primeiramente, precisamos ver se eles querem acelerar”, completou.

Em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, Bolsonaro voltou a polemizar com o jornal Folha de S. Paulo, que publicou matérias investigativas sobre ele, durante a campanha. Ele disse que o jornal não terá recursos (de publicidade) do governo federal. “Não quero que [a Folha] acabe. Mas, no que depender de mim, imprensa que se comportar dessa maneira indigna não terá recursos do governo federal. Por si só esse jornal se acabou”.

(Agência Brasil)

Taurus, fabricante de armas, despenca na Bolsa após vitória de Bolsonaro

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A empresa brasileira Taurus, detentora do monopólio de fornecimento de armas para as polícias e Forças Armadas, passa por uma tarde difícil. A informação é da Veja Online.

Na empolgação com a iminente vitória de Jair Bolsonaro, confirmada domingo (28), as ações da Taurus dispararam nos últimos meses, mas hoje a companhia já remedia a dura realidade. A companhia despencou 42,27% na Bolsa desde o começo do dia, e seus papéis valem, neste momento, 6,35 reais.

Curioso é que a empresa abriu o dia em alta, valendo 11,82 reais, no rebote da vitória do candidato que promete revogar o Estatuto do Desarmamento.

A queda tem uma explicação: circula nas redes um vídeo em que Eduardo Bolsonaro promete acabar com o monopólio da Taurus no mercado armamentista brasileiro. O discurso chamando a empresa de “decadente” começou a reverberar.

Soma-se a isso a declaração de Donald Trump, parabenizando o deputado e prometendo cooperação na área militar durante seu governo.

Capitão Wagner apregoa: “É preciso unir o Brasil”

Com o título “É possível unir o Brasil”, eis artigo do deputado estadual Capitão Wagner, presidente estadual do Pros e agora deputado federal eleito. Diz o articulista que “o presidente Bolsonaro terá a tarefa árdua de unir um Brasil dividido, além de enxugar a máquina sem afetar a cidadania, sempre priorizando a família, o humano, a solidariedade e a benevolência como cidadão.” Confira:

Se nos unirmos, mudamos esse País. Todos nós sabemos que o Brasil está dividido e enfrenta grandes desafios. Nós temos tudo para encontrar um caminho se, juntos, com ações que realmente mudem áreas estratégicas como saúde, educação, segurança pública, e, especialmente, emprego e renda, poderemos virar a página da crise econômica e política.Como se diz por aí: “Um povo consciente é o maior medo de um governo mal-intencionado, e um governo mal-intencionado deixa sequelas”. Temos muitas sequelas, mas juntos podemos construir um Brasil decente, com uma sociedade capaz de revolucionar.

O presidente da República eleito Jair Bolsonaro deve governar para todos. Não podemos concordar com nenhum tipo de abuso e nenhum tipo de intolerância. Temos que apoiar a democracia, dialogar, escutar diversas opiniões e respeitar as que não concordamos.

O presidente Bolsonaro terá a tarefa árdua de unir um Brasil dividido, além de enxugar a máquina sem afetar a cidadania, sempre priorizando a família, o humano, a solidariedade e a benevolência como cidadão. É a hora de a gente romper com a velha política e construir um caminho novo para o Brasil.

Como o Brasil pode mudar? Com coragem e com a união dos brasileiros, todos juntos para alcançar a verdadeira mudança, e proporcionar o reencontro do nosso País com a melhoria da educação, a geração de oportunidades de trabalho, a geração de renda, a sustentabilidade, e, finalmente, o desenvolvimento econômico para nos tornar um Brasil que atende aos seus.

O Brasil terá um novo presidente a partir de 2019. Nossa nação deve se libertar da velha forma de fazer política. A missão de unir o País é de cada um de nós. A missão de tornar nossa pátria um lugar melhor para viver está em nossas mãos.

Deus nos abençoe! Brasil acima de tudo. Deus acima de todos!

*Capitão Wagner

capitaowagner@gmail.com

Deputado estadual do Ceará e deputado federal eleito pelo Pros, que o tem como presidente no Estado.

(Foto – ALCE)