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Bolsonaro quer mudar posição do país no cenário externo, diz Bebbiano

Depois de uma visita de mais de uma hora ao candidato Jair Bolsonaro, o presidente do PSL, Gustavo Bebbiano, disse que, se o capitão da reserva for eleito, a participação do Brasil no cenário internacional vai mudar “radicalmente”. O advogado afirmou que, diferentemente da Europa, a esquerda latino-americana é atrasada e baseada em ideologia bolivariana.

“A gente pretende, seguindo os caminhos da democracia e da legalidade, livrar o Brasil desse mal”, disse.

Perguntado sobre a situação da Venezuela, Bebbiano, ponderado, lembrou que é preciso respeitar a soberania dos países. Mas, acrescentou que, caso o PSL saia vitorioso, será feita uma pressão política sobre a situação. “Reclamando e pleiteando pelos direitos humanos que tem que ser impostos e recair sobre essa população que sofre essa perseguição e que é obrigada a se calar sob pena de morte. Lá sim, que os direitos humanos têm que funcionar, lá sim que a ONU e a OEA têm que se manifestar”, descreveu Bebbiano.

Presença constante na casa de Bolsonaro, o advogado afirmou que a política de direitos humanos desenhada pela campanha terá um braço destinado a “ajudar este tipo de gente que sofre na mão de ditaduras que foram financiadas e são apoiadas até hoje por facções criminosas como o PT”.

Sobre críticas a Bolsonaro, como ser chamado de fascista, Bebbiano afirmou que o PT é quem “aprecia” o atual regime venezuelano e os 50 anos de ditadura em Cuba que levou milhares de pessoas a arriscarem suas vidas para escapar a nado para os Estados Unidos, “fugindo de um fascínora, de um débil mental chamado Fidel Castro. Esse tipo de ditadura é aplaudida pela elite intelectual brasileira, por parte da mídia e pelo senhor Haddad e o Partido dos Trabalhadores”.

O advogado afirmou que o clima na residência de Bolsonaro é de otimismo. O candidato, segundo ele, está bem e vai acompanhar a apuração apenas com familiares e amigos mais próximos. Pouco antes do encerramento das votações, entraram na residência Onyx Lorenzoni – cotado para a Casa Civil, ao lado do senador Magno Malta (PR) e do General Heleno, cotado para a Defesa.

(Agência Brasil)

Termina eleição em quase todo o país, mas apuração para presidente só a partir das 19 horas

A eleição para presidente da República foi encerrada em quase todo o país. A apuração, no entanto, terá início somente a partir das 19 horas, diante do fuso horário do Acre, com duas horas a menos em relação a Brasília.

Neste domingo (28), a maior ocorrência em uma seção eleitoral ocorreu no Pará, quando um homem filmou com uso da força uma suposta fraude contra a candidatura Bolsonaro. O homem apontou que digitou 17 e apareceu “voto nulo”.

O que o homem não percebeu é que, na verdade, o primeiro voto foi para governador. No Pará, hpuve segundo turno entre Helder Barbalho (MDB) e Márcio Miranda (DEM).

A Justiça Eleitoral decretou a prisão do eleitor.

Não traio e nem mudo de lado, diz Eunício sobre voto em Haddad

O presidente do Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira (MDB-CE), disse que o momento é de repensar o Brasil, independente de quem for o presidente eleito neste domingo (28).

“Precisamos conciliar o Brasil e fortalecer a nossa democracia”, avaliou Eunício, ao apontar que a conciliação deve ser a primeira busca do presidente eleito.

Ao lado da esposa Mônica Oliveira, Eunício votou no Náutico Atlético Cearense, no bairro Meireles, e não escondeu a opção por Fernando Haddad, quando declarou apoio desde o primeiro turno.

“Não mudo de camisa no meio do jogo, não traio ou mudo de lado por conveniência”, justificou Eunício, que revelou ainda que fará política partidária a partir do próximo ano, quando encerrará seu mandato de senador, não renovado nestas eleições.

Quanto ao MDB, o senador defendeu que o partido tome uma posição de independência, mas propondo soluções para os desafios do Brasil.

(Foto: Divulgação)

Toffoli: futuro presidente terá de garantir pluralidade política

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, disse hoje (28), logo após votar em uma escola no Lago Norte, bairro nobre de Brasília, que o futuro presidente terá de garantir a pluralidade política e promover o bem, sem preconceito ou discriminações.

Com a Constituição Federal nas mãos, Toffoli fez um rápido pronunciamento à imprensa no qual cobrou, do próximo presidente do Brasil, a promoção do bem de todos.

“É importante lembrar que o futuro presidente terá como seu primeiro ato jurar a Constituição. É importante que se cumpra o artigo terceiro da Constituição, que diz o que constitui os objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil. Primeiro: construir uma sociedade livre, justa e solidária. Segundo: garantir o desenvolvimento nacional. Terceiro: erradicar a pobreza, a marginalização, e reduzir as desigualdades sociais e regionais”, disse o ministro ao iniciar o discurso.

O presidente do STF deu destaque ao trecho seguinte do mesmo artigo. “Quarto e importantíssimo [objetivo previsto pela Carta Magna]: promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade, e quaisquer outras formas de discriminação”.

Ao final da mensagem, Toffoli disse que o ocupante do principal cargo executivo do país deve respeitar as instituições e a democracia. “O futuro presidente deve respeitar as instituições; deve respeitar a democracia, o Estado Democrático de Direito, o Poder Judiciário, o Congresso Nacional e o Poder Legislativo. E também garantir a pluralidade política como está na Constituição, respeitando também a oposição que se formará”, destacou.

Toffoli deixou o local sem responder às perguntas dos jornalistas. Ao chegar em sua seção eleitoral, ele confirmou visita, na tarde de hoje (28), ao Centro Integrado de Comando e Controle das eleições.

(Agências Brasil)

Ciro Gomes vota, não anuncia apoio e diz que campanha para o PT “nunca mais”

Ciro Gomes (PDT) votou em Fortaleza no início da tarde deste domingo, 28. Terceiro colocado na disputa presidencial, Ciro estava acompanhado do prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, e do presidente da Assembleia Legislativa, Zezinho Albuquerque, companheiros de partido, na zona eleitoral, na sede da Secretaria da Saúde do Estado do Ceará. Na sua chegada, afirmou que “nunca mais” realizaria campanha para o PT, rechaçando qualquer apoio a Fernando Haddad (PT). Sobre o resultado do pleito, afirmou que sua posição “será de oposição a quem quer que vença as eleições.”

O presidente do PDT, Carlos Luppi, havia divulgado que o ex-ministro gravaria vídeo, o que gerou expectativa de apoio a Haddad, porém não se concretizou e Ciro afirmou hoje que não estava neutro e que havia “tomado posição desde a primeira hora”. “Não quero é fazer campanha com o PT nunca mais”, resumiu.

“É preciso votar contra intolerância e discriminação, mas qualquer que seja o resultado o Brasil vai entrar num momento gravíssimo de aprofundamento da divisão, do estigma do ódio”, considerou. Na ocasião, Ciro apontou que é necessário criar um “caminho novo” para além da polarização e do ódio. “É necessário restaurar a paz política para que assim a gente possa resolver a equação social e econômica do país”, afirmou.

(O POVO Online)

O voto pastor Jaime Wright

Em artigo no O POVO deste domingo (28), o jornalista Demitri Túlio revela que Votará com base no pensamento do pastor Jaime Wright, defensor da verdade e contra a tortura ou quem reverencia o torturador. Confira:

Alguns pastores merecem reverência pelo respeito à vida dos outros e pela coerência de suas parcerias. O presbiteriano Jaime Wright é dessas criaturas que fazem bem ao Brasil, mesmo depois da travessia.

Caso ainda estivesse vivo, neste domingo, não apoiaria qualquer discurso de desmantelamento de direitos fundamentais nem se omitiria diante do risco do calvário do corpo do próximo.

Diferente do também evangélico Edir Macedo, um milionário com a fé alheia e criador de doutrinas pessoais de enriquecimento, Wright jamais fecharia acordos com quem defende as atrocidades de uma ditadura e faz elogios a torturadores do naipe do general Ustra.

Vale também a comparação com alguns bispos católicos. Diferente do cardeal Orani Tempesta, da arquidiocese do Rio de Janeiro, o presbiteriano dificilmente firmaria compromissos com quem é a favor de armar a população e de resolver na bala o que tem de ser mudado com segurança social.

Não por acaso, Wright se juntou a dom Paulo Evaristo Arns e ao rabino Henry Sobel num dos mais inspiradores bons combates da história da resistência humana contra o autoritarismo.

Ele coordenou a retirada clandestina de processos do Superior Tribunal Militar que relatavam um sem fim de torturas, assassinatos e desaparecimento de de brasileiros e estrangeiros que se entrincheiraram contra o regime militar (1964-1985).

Relatos de confissões extraídas na base da tortura entre abril de 1964 a março de 1979. Deu no documento Brasil Nunca Mais e na revelação do quanto é perigoso desidratar uma democracia e enfraquecer o Ministério Público e a Justiça.

O próprio irmão do pastor foi sumido, até hoje, após ser preso em 1973, em São Paulo. Paulo Wright era deputado por Santa Catarina, foi cassado e se exilou no México. Depois de voltar ao Brasil, ilegal e na Ação Popular, ele virou mais um fantasmas de uma história enterrada em cova clandestina.

Jaime e Paulo nasceram entre os seis filhos do casal de missionários norte-americanos Lothan Ephair Wright e Maggir Belle Müller Wright. Um povo da igreja Presbiteriana que veio evangelizar no Vale do Rio Peixe.

E um pedaço dessa igreja evangélica, a exemplo de uma ala católica, não se omitiu diante da imposição da palavra que aterroriza e não respeita o semelhante. Até financiou parte do Brasil Nunca Mais.

Pois bem, na última semana passou por Fortaleza o bispo dom Mauro Morelli. Lembrei-me novamente do pastor Jaime, da mesma natureza do bispo auxiliar de São Paulo.

Dom Mauro não ficou calado quando a CNBB foi taxada de parte podre da igreja católica porque defende os povos indígenas. Não poderia silenciar. Se calasse, até as pedras gritariam. Feito um dom Helder.

Comunistas? Tão cafona e desinteligente o rótulo para homens tão proféticos…

Votarei hoje pensando em quem o Jaime Wright escolheria. Um pastor, de verdade, jamais votaria em quem defende a tortura nem em quem reverencia o torturador.

Demitri Túlio, jornalista

Com camisa azul, Haddad vota e faz sinal de vitória

Com camisa azul e calça jeans, ao lado da mulher, Ana Estela, vestida de lilás e branco, o candidato à Presidência da República pelo PT, Fernando Haddad, voltou hoje (28) por volta das 10 horas, em São Paulo. Desta vez, o vermelho, cor de seu partido, não apareceu. Na parte de fora do prédio da Brazilian Internacional School, em Indianópolis, eleitores ouviam a música Alerta, Desperta, ainda Cabe Sonhar e seguravam rosas e livros.

Otimista com a possibilidade de vitória, Haddad disse que lutará “até o fim”. “Há uma forte tendência de alta nas pesquisas nos últimos dias e eu estou muito esperançoso de que a gente vai ter um resultado positivo hoje à noite”, disse.

“Meu sentimento é que hoje o que está em jogo é a democracia no Brasil. Considero que hoje é um grande dia para o país, que está em uma encruzilhada. O projeto de nação que nós representamos ganhou as ruas nas últimas semanas. A nação está em risco, a democracia está em risco e as liberdades individuais estão em risco. Nós representamos a retomada do processo de aprofundamento da democracia, as liberdades e o combate à desigualdade no nosso país”, afirmou.

Apesar dos apoiadores, Haddad enfrentou resistência de opositores no caminho para Indianópolis, no bairro de Moema, zona sul da cidade. No prédio em frente ao local de votação, moradores batiam panela enquanto aguardavam a chegada do presidenciável.

(Agência Brasil)

Camilo vota em Barbalha e reafirma acreditar em “virada histórica” de Haddad

Acompanhado da primeira-dama Onelia Santana, o governador Camilo Santana votou por volta das 10 horas deste domingo (28), no distrito do Caldas, em Barbalha, no Cariri.

“Tenho convicção de que vamos conseguir uma virada histórica. Haddad é, sem dúvida, o mais preparado para presidir nosso país”, disse Camilo, reeleito governador do Ceará com 80% dos votos válidos.

(Foto: Divulgação)

Joguem cordas para a democracia

Da Coluna Valdemar Menezes, no O POVO deste domingo (28):

Os brasileiros estão sendo acompanhados, neste domingo, pelos olhares do mundo inteiro e, mais ainda, pela batida uníssona e sobressaltada de incontáveis corações, irmanados pela mesma angústia impotente, semelhante à que se apodera de alguém quando se vê diante da situação inesperada de testemunhar um grupo de pessoas sendo arrastado por uma correnteza caudalosa em direção a uma cachoeira colossal, enquanto alguns abnegados salva-vidas tentam jogar cordas para que agarrem e possam ser puxadas antes do mergulho fatal. Tal é a situação em que se encontra o Brasil nesta eleição mais decisiva de sua História, quando ou nada em direção às cordas salvadoras da democracia, ou mergulha, inapelavelmente, no abismo da ditadura. Terá o brasileiro vocação para o suicídio? Nunca pareceu, pelo menos até hoje.

Sempre que o povo brasileiro esteve à beira do precipício, foi empurrado para lá, nunca por espontânea vontade. Foi assim na maioria dos momentos históricos: geralmente outros tomaram a decisão em seu lugar. No máximo, serviu de bucha-de-canhão para que terceiros disparassem. Dessa vez, é certo, os eleitores caminham sem vendas nos olhos, ainda que aturdido pelos choques elétricos causados pelos ferrões virtuais que tentam mantê-los dentro do corredor polonês da desinformação e obrigá-los a pular no despenhadeiro mortífero no qual desemboca.

Mas a esperança é a última que morre, como se diz. Para salvá-los da sereia do autoritarismo e do ódio é preciso exortá-los a que se agarrem ao que restou do ordenamento democrático e cerrem fileiras em torno dos fiapos da Constituição do Dr. Ulysses. Do que se trata agora é de salvar a democracia e impedir que uma cultura louvada e admirada no mundo inteiro por sua alegria de viver, pela tolerância, pelo caldeamento de etnias, pelas ricas expressões culturais e pela sabedoria ancestral dos povos nativos, ou dos arrastados à força para cá, bem como pelos que vieram por opção, não tenham seu fio unificador rompido pela intolerância ditatorial e o ódio.

A propósito, é bom trazer à vista de todos o apelo e a admoestação do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da CNBB: “Exortamos a que se deponham armas de ódio e de vingança que têm gerado um clima de violência, estimulado por notícias falsas, discursos e posturas radicais, que colocam em risco as bases democráticas da sociedade brasileira. Toda atitude que incita à divisão, à discriminação, à intolerância e à violência, deve ser superada. Revistamo-nos, portanto, do amor e da reconciliação, e trilhemos o caminho da paz!”. Cristo, como se sabe, não pertencia à categoria dos considerados “homens de bem” (que se julgam superiores aos demais). Ele andava na companhia da escória do mundo: prostitutas, ladrões, mal-afamados e todos aqueles diante dos quais os “homens de bem” torcem o nariz, ainda hoje. A esses, diz: “Quem não tiver pecado, atire a primeira pedra” – logo eles que continuam a prendê-lo e torturá-lo. Certamente, hoje diriam: “Cristo bom é Cristo morto! ” Tanto, que O prenderam, torturaram e mataram.

Foi a um ladrão arrependido que Ele disse: “Hoje mesmo estarás comigo no Paraíso! ” Ou se dirigindo de novo aos “homens de bem”: “As prostitutas vos precederão no Reino dos Céus”. Que blasfemo, hein? Por isso, os bispos católicos se juntaram ao povo evangélico, esta semana, e repassaram as palavras que Jesus diria aos seus seguidores num dia como o de hoje: “Eleições são ocasião de exercício da democracia que requer dos candidatos propostas e projetos que apontem para a construção de uma sociedade em que reinem a justiça e a paz social. Cabe à população julgar, na liberdade de sua consciência, o projeto que melhor responda aos princípios do bem comum, da dignidade da pessoa humana, do combate à sonegação e à corrupção, do respeito às instituições do Estado democrático de direito e da observância da Constituição Federal”. Ele não recomendaria, certamente, levar um cabo e um soldado para fechar o STF.

A forma explícita de dizer as coisas foi bem expressa no artigo “Foi o eleitor quem puxou o gatilho”, de Daniela Lima, editora do Painel da Folha de S. Paulo: “Se houver uma caçada à imprensa, supressão de ONGs, retrocessos para os índios, fim de pactos ambientais; se o aparato estatal for usado para identificar e punir opositores, se os gays voltarem para o armário, se o fosso salarial entre mulheres e homens se aprofundar, se o ministro e guru da economia ficar de saco cheio e pedir para sair, se for possível gravar uma cena de faroeste por dia no trânsito… Se isso ocorrer, ninguém poderá dizer que não sabe de onde veio o tiro na democracia. Foi o eleitor quem puxou o gatilho”.

Votação no exterior é encerrada em 16 países

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que a votação para eleitores brasileiros que estão no exterior foi encerrada em 16 países. De acordo com o TSE, o balanço se refere aos locais de votação, em geral as próprias embaixadas do Brasil, que estão à frente no fuso horário.

De acordo com o boletim, a votação já terminou na Nova Zelândia, Austrália, no Japão, na Coreia do Sul, China, em Taiwan, Cingapura, nas Filipinas, na Malásia, em Honk Kong, no Timor Leste, na Indonésia, no Vietnã, na Tailândia, Índia e no Nepal.

Os 500 mil eleitores que estão aptos a votar fora do país em 99 nações votaram somente para presidente da República. O resultado da votação no exterior será divulgado somente após o término da votação no Brasil.

(Agência Brasil)

Camilo acredita em “virada histórica”

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Em postagem no Facebook, o governador Camilo Santana (PT) acredita em uma “virada histórica” de Fernando Haddad, na eleição deste domingo (28) ao Palácio do Planalto.

Pesquisas divulgadas na noite desse sábado (28) apontam um crescimento de Haddad, mas ainda indicam vitória de Bolsonaro.

“Sempre digo que eleição só se decide no dia”, observou Camilo.

Bolsonaro prega apuração paralela

Em uma transmissão ao vivo pelo Facebook na noite desse sábado (27), Jair Bolsonaro fez seu último comunicado aos eleitores antes do término da campanha eleitoral. O candidato do PSL à Presidência da República pediu que seus eleitores fiscalizem a votação com vistas a “uma apuração paralela” que será feita por sua campanha. Segundo o candidato, as eleições não estão ganhas.

“Temos que lutar até o último momento, não vamos dar a oportunidade para eles”, afirmou. “Você vai ter que votar às cinco da tarde lá na sessão eleitoral e tirar uma fotografia da cabeça do boletim de urna. Automaticamente, (a foto) vai para um local onde nós fazemos a consolidação disso para que nós venhamos a ter certeza de que nós tivemos uma votação que nos dê esse mandato”, explicou. “A gente não pode, não tem como acreditar em se mudar 20 milhões de votos em dois dias. Isso é impossível, não tem como”, avaliou o candidato.

(Agência Brasil)

Brancos e nulos podem decidir – Ibope e Datafolha apontam vitória de Bolsonaro, mas diferença cai

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Candidatos à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

Os institutos Ibope e Datafolha divulgaram na noite deste sábado (27) as últimas pesquisas de intenções de voto para a eleição presidencial que ocorre neste domingo (28).

Pelo Ibope, Bolsonaro possui 54% dos votos válidos, enquanto Haddad soma 46%. Já a diferença do Datafolha é maior, com 55% dos votos válidos para Bolsonaro e 45% para Haddad.

A eleição, no entanto, pode ser decidida pelos eleitores que declararam votar branco ou nulo. Pelo Ibope, eles somam 10%. Já no Datafolha, o número chega a 8%.

Camilo puxa carreata no encarramento da campanha de Haddad no Ceará

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Uma carreata com início no Castelão e encerramento na Beira Mar marcou o fim da campanha de Fernando Haddad no Ceará.

A carreata foi puxada pelo governador Camilo Santana e contou ainda com as presenças dos deputados estaduais eleitos Salmito e Acrísio Sena e da deputada federal reeleita Luizianne Lins.

O veículos percorreram avenidas como Osório de Paiva, Mister Hall, Monsenhor Tabosa, Abolição e Beira Mar.

(Foto: Divulgação)

Haddad agradece apoio de Joaquim Barbosa

O candidato à Presidência da República pelo PT, Fernando Haddad, encerrou hoje (27) atos de campanha com uma caminhada pela comunidade de Heliópolis, em São Paulo. O petista agradeceu a manifestação de apoio de Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), que nas redes sociais declarou seu voto em favor de Haddad.

“É um apoio muito significativo, porque ele [Barbosa] tem uma representação muito forte, é uma figura que representa valores com os quais eu compartilho. Estou celebrando seu apoio porque ele é muito representativo dos riscos que o Brasil está correndo”, disse Haddad.

No Twitter, Joaquim Barbosa afirmou que: “Votar é fazer uma escolha racional. Eu, por exemplo, sopesei [equilibrar] os aspectos positivos e os negativos dos dois candidatos que restam na disputa. Pela primeira vez em 32 anos de exercício do direito de voto, um candidato me inspira medo. Por isso, votarei em Fernando Haddad”.

Haddad criticou as ações policiais em universidades públicas em vários estados. Para ele, a violência dos atos está associada ao discurso do adversário. “Estamos vendendo um sujeito truculento como uma pessoa da paz, uma pessoa razoável, Bolsonaro não é razoável. Olha o que aconteceu com as universidades públicas do Brasil na última semana, a truculência contra professores, contra as comunidades.”

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu uma liminar suspendendo todas as decisões relativas às ações policiais e fiscais nas universidades. Ela defendeu a liberdade de expressão e condenou quaisquer atos autoritários no ambiente universitário.

(Agência Brasil)

Joaquim Barbosa e Bolsonaro iniciam debate nas redes sociais, após ex-ministro declarar apoio a Haddad

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O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, e o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, travaram na tarde deste sábado (27) um debate sobre o apoio do ex-ministro à candidatura do petista Fernando Haddad, pelo fato de Bolsonaro lhe inspirar medo.

Em resposta, Bolsonaro apontou que Barbosa, quando à frente do STF, o teria indicado como o único político não comprado pelo PT no esquema do mensalão.

Joaquim Barbosa respondeu, então, que Bolsonaro teria usado indevidamente seu nome na campanha deste ano, mas decidiu neste sábado desmentir o candidato do PSL “porque hoje reiterou-se a manipulação”.

“… desde 2014 jamais emiti opinião sobre a conhecida Ação Penal 470″, afirmou Barbosa.

Ciro não explicita apoio neste segundo turno e sugere “grande movimento” pela democracia brasileira

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“Todo mundo preferia que eu, com meu estilo, tomasse um lado e participasse da campanha. Não quero fazer isso por uma razão muito prática que eu não quero dizer agora. Porque se eu não posso ajudar, atrapalhar é que eu não quero”.

A declaração é do ex-governador do Ceará e ex-ministro Ciro Gomes, na tarde deste sábado (27), por meio de vídeo no Facebook. Ciro foi o terceiro colocado no primeiro turno à Presidência da República, com 13,3 milhões de votos.

“O que a gente precisa, a partir de segunda-feira, é que a gente construa um grande movimento. Que, de um lado, proteja a democracia brasileira. Do outro lado, proteja nossa sociedade mais pobre dos avanços contra os direitos. Que se proteja os interesses nacionais contra a entrega e a cobiça estrangeira. Tudo isso está armado nesse debate”, completou Ciro, sem apontar uma provável vitória de Bolsonaro, conforme indicam as pesquisas de intenções de voto.

“Não será com medo que nós vamos enfrentar o que quer que venha por aí e vocês sabem que eu estarei na linha de frente com todos vocês”, ressaltou Ciro.

(Foto: Reprodução)

Eleitores poderão justificar ausência na votação em nove aeroportos

Os eleitores que quiserem justificar o voto e que estão com viagem de avião marcada para amanhã (28) terão oportunidade de procurar os postos em nove aeroportos do país. Os postos funcionam no mesmo horário da votação, das 8h às 17h.

Há postos organizados nos aeroportos de Aracaju, Belém, Cuiabá, Goiânia, Maceió, Recife, Teresina, Vitória e Uberlândia (MG).

Para justificar a ausência, o eleitor deverá levar um documento oficial com foto, o título de eleitor ou o número do documento, além do requerimento de justificativa eleitoral preenchido – que estará disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral e nos postos de justificativa.

(Agência Brasil)