Blog do Eliomar

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Projeto de Luizianne Lins quer ampliar acesso de pessoas com deficiência ao ensino superior

A deputada federal Luizianne Lins (PT), apresentou, nesta terça-feira, um projeto de lei que promete ampliar as condições de acesso de pessoas com deficiência a instituições federais de ensino superior. Hoje a lei das cotas nas universidades (Lei 12.711) estabelece que somente podem ser beneficiadas pessoas com deficiência provenientes de escolas públicas no ensino médio. Luizianne, quer assegurar a esse segmento 10% das vagas independente da origem escolar.

Luizianne explica que, com essa alteração, quer desvincular a condição de deficiente do aspecto social para ingresso no sistema de cotas, uma vez que as necessidades e demandas de cada categoria são diferentes. Atualmente as políticas de cotas utilizadas para pessoas com deficiência desconsideram condicionantes sociais.

Em concursos públicos federais, por exemplo, essa população tem direito a até 20% das vagas de ampla concorrência. No mercado de trabalho, empresas devem disponibilizar de 2% a 5% das vagas, dependendo do número de funcionários.

 

STJ nega pedido de liberdade ao ex-ministro Henrique Alves

A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu hoje (20), por 4 votos a 1, negar um pedido de liberdade feito pelo ex-ministro do Turismo e ex-deputado Henrique Eduardo Alves, que se encontra preso preventivamente em Natal desde junho do ano passado. Alves é alvo de diversos mandados de prisão preventiva, decorrentes de diferentes esquemas de corrupção. Dessa vez, ele teve negado um habeas corpus no âmbito da Operação Sépsis, que investiga desvios em financiamentos aprovados pela Caixa Econômica Federal.

Nesse caso, o Ministério Público Federal pediu que Alves seja condenado a 78 anos de prisão, além do pagamento de multa no valor de R$ 3,2 milhões, pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e prevaricação.

O ministro Rogério Schietti, relator do habeas corpus na Corte, considerou idônea a fundamentação apresentada pelo magistrado de primeira instância para justificar a prisão preventiva de Alves, informou o STJ. Acompanharam o relator os ministros Maria Thereza de Assis Moura, Antônio Saldanha e Néfi Cordeiro. O ministro Sebastião Reis Júnior foi o único a discordar.

O primeiro mandado de prisão preventiva contra o ex-deputado foi cumprido em 6 de junho do ano passado, em Natal, em decorrência da Operação Manus, que investiga desvios na construção da Arena das Dunas, sede no Rio Grande do Norte da Copa do Mundo de 2014.

No caso sobre os desvios na Copa, Alves teve outros seis habeas corpus negados em um mesmo dia pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, com sede em Recife. O processo referente à Operação Sépsis encontra-se em sua última fase, de alegações finais, e tem como réu também o deputado cassado Eduardo Cunha e o operador financeiro Lúcio Funaro, entre outros.

(Agência Brasil)

Governo firma convênio abrindo vagas para jovens da periferia nas escolinhas do Ceará e do Fortaleza

O governador Camilo Santana (PT), em sua fala pelo Facebook, nesta terça-feira (20), assinou, por meio de link direto da Arena Castelão, um convênio entre Governo do Ceará e as diretorias do Ceará e do Fortaleza. O convênio cria 240 vagas para jovens das comunidades Babilônia e Gereba, alvos de ações das facções criminosas recentemente, nas escolinhas desses clubes.

Camilo prometeu ampliar esse programa para outras comunidades da Capital. Essa ação integra o Pacto por um Ceará Pacífico e virá acrescida ainda do aumento do número de bolsas do programa Ceará Atleta.

“Parabéns aos clubes e a todos os envolvidos, a Secretaria de Esporte, Secretaria de Segurança. Não tenho dúvida que essa é uma grande contribuição para os nossos jovens, é o caminho para construir um estado de paz. Em breve vamos anunciar o edital do programa Ceará Atleta, com mais de quatro mil bolsas, estimulando os jovens à prática esportiva. O primeiro foram 1.900 vagas e vamos mais que dobrar esse número, agora com a novidade que destinaremos parte dessas bolsas para paratletas”, disse o governador.

(Foto – Divulgação)

 

Reforma da Previdência – Relator descarta mudar por meio de outras proposições

O relator da reforma da Previdência na Câmara, deputado Arthur Maia (PPS-BA), negou hoje (20) que exista a intenção de mudar a legislação previdenciária por meio de proposições infraconstitucionais. Um dia depois da suspensão da reforma pelo governo devido ao impedimento de votar emendas constitucionais durante o período de intervenção federal, Arthur Maia afirmou que os pontos centrais da reforma só poderiam ser feitos a partir de uma mudança na Constituição.

O relator voltou a defender a necessidade da reforma e declarou que ela só pode ser realizada se contemplar os pontos que permitam igualar as condições de acesso à aposentadoria entre os servidores e os beneficiários do regime geral da Previdência, além do aumento da idade mínima para se aposentar.

“Eu não vejo o que possa ser votado por medida infraconstitucional. Não há o que fazer. Eu não vejo nada que possa ser mudado naquele projeto. Tudo o que está ali é de natureza constitucional”, disse Maia. Por se tratar de uma Proposta de Emenda à Constituição, para ser aprovada, a reforma da Previdência precisaria ter o apoio de três quintos dos 513 deputados, ou seja, 308 votos, em dois turnos de votação. Outros tipos de projeto não necessitam do chamado quórum qualificado para serem aprovadas.

Desgaste

Em tom de despedida, o deputado disse que tem o sentimento de “dever cumprido”. Ele fez uma avaliação crítica da tramitação da reforma, listando os principais problemas que a matéria enfrentou desde que chegou ao Congresso. Para o deputado, a primeira versão da proposta enviada pelo governo era muito dura, “ruim” e “contaminou” o debate, tornando a reforma impopular, mesmo depois das alterações que flexibilizaram o texto.

O deputado destacou como segundo entrave para a reforma a delação dos empresários da JBS, que motivou a apresentação de duas denúncias pela Procuradoria-Geral da República contra o presidente Michel Temer, que precisaram ser analisadas e foram rejeitadas pelos parlamentares.

“A delação da JBS paralisou o Brasil e dois prejuízos foram diretos: o governo teve que exigir da base uma posição firme e por duas vezes consecutivas os deputados tiveram que votar a favor de um tema que a opinião pública em sua maioria queria exatamente o contrário. Essa situação trouxe um desgaste do capital político do governo, que ficou sem condições de pedir para que as pessoas votassem a favor da reforma. O segundo prejuízo foi a perda de tempo, foram cinco meses em que o projeto ficou paralisado”, disse Maia.

Por fim, o relator citou o período eleitoral e o decreto de intervenção na área de segurança pública do Rio de Janeiro como fatores que impediram o avanço da proposta. A Constituição determina ainda que, na vigência de intervenção federal, de estado de defesa ou de estado de sítio, não poderá haver apreciação de emendas constitucionais.

Maia comentou que não acredita que a situação do Rio seja suspensa em breve, portanto, a perspectiva é de que a reforma continue fora da pauta nos próximos meses.

Sobre a possibilidade de votar a proposta depois das eleições, em novembro, Maia também demonstrou ceticismo. “Nenhum de nós é capaz de prever o que vai acontecer no Brasil dentro de um mês, quanto mais em novembro. Em novembro já teremos um presidente eleito e esse presidente certamente será o responsável por dar as diretrizes de uma eventual reforma da Previdência”, disse.

(Agência Brasil)

Assembleia aprova a criação da Vara de Combate a Organizações Criminosas

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A Assembleia Legislativa aprovou, nesta terça-feira, a mensagem do Poder Judiciário que cria a Vara Especial de Delitos de Organizações Criminosas. A aprovação foi por unanimidade.

Essa Vara promete julgar crimes e evitar acúmulo de processos que chegam a passar de 10 a 15 anos aguardando um julgamento, destacou o presidente do legislativo estadual, Zezinho Albuquerque (PDT).

Essa Vra chega como uma das respostas do Judiciário à onda de crimes patrocinadas pealas facções no Estado.

Turma do STF envia ao plenário ações sobre condenação em segunda instância

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (20) enviar ao plenário da Corte dois habeas corpus que tratam da constitucionalidade da execução provisória de condenações após o fim dos recursos na segunda instância da Justiça. A decisão dos ministros aumenta a pressão sobre a presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, para que a questão seja levada ao plenário. No mês passado, a ministra afirmou, durante um jantar com empresários, que o assunto não será debatido novamente pelo pleno. A presidente é responsável pela elaboração da pauta de julgamentos.

O envio da questão ao plenário foi sugerida durante sessão da Segunda Turma do STF pelo ministro Edson Fachin, que pediu vista de dois habeas corpus que tratam do tema. Ao votar nesta tarde, Fachin disse que há uma controvérsia sobre o tema e a questão deve ser definida pela Corte nas duas ações diretas de constitucionalidade (ADC), protocoladas pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), nas quais a prisão após segunda instância deve discutida novamente.

O entendimento do relator também foi acompanhado pelo ministro Ricardo Lewandowski. “Entendo, como Vossa Excelência, que não é conveniente que nós, em um órgão fracionado, fixemos um ponto de vista com relação a esta questão, sobretudo quando a matéria está pendente de uma discussão mais profundada por parte do plenário”, disse o ministro.

Já o decano no STF, ministro Celso de Mello, relembrou que as duas ADCs foram liberadas para julgamento no final do ano passado pelo ministro Marco Aurélio, relator. “Basta que a senhora presidente, no exercício de seu poder de agenda, paute esses feitos, uma vez que o relator está em condições de proferir seu voto, e é matéria da maior importância”.

Embora os ministros tenham tratado das ações diretas protocoladas pela OAB, a questão de fundo afeta a situação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Há duas semanas, Fachin enviou para julgamento do plenário da Corte um habeas corpus preventivo no qual da defesa do ex-presidente tenta impedir eventual prisão após o fim dos recursos na segunda instância da Justiça Federal. Não há previsão para Cármen Lúcia pautar o processo.

O cenário atual na Corte é de impasse sobre a questão. Os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio e Celso de Mello são contra a execução imediata ou entendem que a prisão poderia ocorrer após decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Já os ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Alexandre de Moraes e a presidente, Cármen Lúcia, são a favor do cumprimento após a segunda instância.

(Agência Brasil)

Ciro torce para que Lula não seja preso e desabafa: “Me constrange, me faz sofrer!”

O pré-candidato à Presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, afirmou, nesta terça-feira, durante o II Encontro Folha de Jornalismo, que não deseja a prisão do ex-presidente Lula, após condenação no Tribunal Regional da 4ª Região (TRF-4). Ciro disse que não falou com Lula recentemente, mas avaliou que ele deve ser absolvido porque “não parece bom para um país uma condenação que leve um homem, com tanto bem querer por uma grande parte da população brasileira, para a cadeia. Me constrange, me faz sofrer”.

Questionado se apoiava ou não a candidatura de Lula, o ex-governador do Ceará explicou que as pessoas “têm que entender” o ponto de vista dele em relação ao petista. Ciro afirma que, para ele, o ex-presidente não é um mito ou um deus, mas, sim, um “grande amuleto, que tem contradições importantes dentro da sua vida”. E que, ao chegar ao poder, cravou essas contradições.

“Por que eu elogio o Lula em certa dimensão? Porque o Brasil trouxe para o consumo as classes D, E e C”. O ex-ministro citou também a questão do crédito no Paí. Segundo Ciro, o ex-presidente conseguiu alavancar a proporção do PIB brasileiro de 15% para 55%.

Após explicar as razões dos seus elogios ao petista, o ex-deputado elenca as suas críticas em relação à gestão de Lula. “Agora vamos às críticas. O Lula não institucionalizou nenhum desses avanços, são só projetos que dependem de uma figura carismática, e isso não é o melhor modelo para uma País como o nosso”.

(Com O POVO Online – Repórter Isabel Filgueiras)

Camilo anuncia reajuste de 3% para os servidores

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Os servidores estaduais terão reajuste salarial com ganho real de apenas 0,05% em 2018 e retroativo a partir de janeiro, conforme data-base da categoria Anunciou, durante conversa com internautas em sua página no Facebook, o governador Camilo Santana. Na transmissão, Camilo divulgou 3% de reajuste, o que quase empata com a inflação do fechamento de 2017, de 2,95%, calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A mensagem do reajuste será enviada para a Assembleia Legislativa nas próximas horas, devendo entrar na pauta de votações desta semana.

“Vamos honrar o reajuste dentro da inflação do período, que foi um pouco abaixo de 3%, mas resolvi arredondar para 3%”, informou Camilo. Dentro do que segue tradicionalmente nesse tipo de anúncio, o governador deve divulgar alguns outros benefícios para os servidores.

(Com POVO Online)

Gustavo Franco vai rodar o País expondo ideias do Partido Novo

Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central e que integrou a equipe do Plano Real, vai começar a rodar o Brasil para apresentar as ideias do Partido Novo, informa o colunista Lauro Jardim, do O Globo.

Preferido do dirigente nacional da legenda, João Amoêdo, para ser seu candidato a vice-presidente, Franco vai a Santa Catarina no início de março, onde dará palestras a filiados.

Em breve, também deve fazer o mesmo no Rio de Janeiro, em São Paulo e Minas.

O sofrimento coletivo e o olhar cruel da política

O deputado estadual Capitão Wagner volta à cena e admite agora ser pré-candidato ao Governo.

São tristes os sinais de que a falta de escrúpulo político sequer consegue respeitar situações como a que se enfrenta hoje no delicado campo da segurança pública, no Ceará e no Brasil. Há notórios sinais de que muitos dos movimentos que cercam as ações públicas dos últimos dias e horas têm mais a ver com projetos político-eleitorais do que propriamente com o esforço de superação dos problemas que deveria mover todo agente público. Inclusive quem eventualmente esteja na linha de oposição aos governos.

O que poderia justificar, por exemplo, o encontro do presidente Michel Temer com seus marqueteiros, na noite do último domingo, para, diz a imprensa e nenhuma voz oficial contestou até agora, “capitalizar politicamente a intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro?” Chega a doer na alma que alguém que se diga do bem consiga olhar para um problema desse tamanho com o interesse de aproveitar-se dele. O emedebista demonstrou coragem ao agir no caso, evitando a secular postura dos governantes federais de fugirem de qualquer responsabilidade direta no enfrentamento da problemática da segurança, mas corre o risco de perder qualquer crédito ao sugerir intenção de extrair proveito da atitude, de ter objetivos escusos ao adotar uma medida extrema, que atinge a vida das pessoas, gera desconfortos, apreensões e medo, tanto quanto esperanças.

Cá, no Ceará, a volta repentina do interesse do deputado Capitão Wagner em disputar o governo nas eleições de 2018, no rastro de mais um episódio nebuloso de violência com a morte de dois membros importantes de uma facção criminosa, cheira a oportunismo. É natural que um político originário do aparelho de segurança, com discurso muito focado na temática, queira protagonismo e busque espaço de destaque numa discussão do tipo?

Claro que é, desde que se perceba seu interesse puro de contribuir com as saídas, inclusive como voz de oposição, se for o caso, e não de procurar agir valendo-se do medo das pessoas. O momento exige forças concentradas contra um inimigo comum, evitando-se ações que mais buscam formas de se aproveitar do que propriamente de possibilitar a superação de uma crise grave.

*Guálter George,

Editor-Executivo de Política

gualter@opovo.com.br

Alô, Prefeito! Cadê a urbanização da Lagoa da Parangaba???

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Olha a situação de boa parte da Lagoa de Parangaba, em Fortaleza: quase toda tomada pela vegetação e aguapés, com o detalhe de aguardar, há anos, por uma gestão municipal que resolva fazer a tão aguardada urbanização do local.

O que se vê no entorno da lagoa é uma feira dominical, onde se pode comprar até produto com nota fiscal, e outra feira de venda de carros usados tomando boa parte do calçadão.

Até quando a cidade ficará sem poder desfrutar dessa maravilha? Mesmo com tanta degradação, a lagoa ainda recebe cisnes e vários outros pássaros.

(Foto – Isaac de Oliveira)

Vereador comemora com bolo e velinhas três meses de posto de saúde sem serviço de odontologia

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O vereador Márcio Martins (PR) levou bolo e velas para “descomemorar”, como dizia nesta manhã de terça-feira, na Câmara Municipal de Fortaleza, os três meses de paralisação do serviço de Odontologia do Posto Saúde Luís Costa, no bairro Benfica.

“Desde novembro que ninguém consegue aqui fazer uma extração, não consegue fazer uma restauração, não consegue fazer nada”, dizia o vereador, adiantando que os profissionais dentistas passam o dia todo no posto, mas que não conseguem trabalhar “por causa de um compressor quebrado, o que prejudica centenas de pessoas”.

O posto atende a uma população de 40 mil pessoas, o que equivale a municípios como Ubajara, Paracuru, Amontada, de acordo com Márcio Martins.

(Foto – Facebook)

Legalização da Maconha – Apenas três em 10 brasileiros são a favor

A maconha, no que depender da opinião pública, ainda vai demorar a ser legalizada no Brasil.

Uma pesquisa inédita do Instituto Paraná mostra que apenas 30,7% dos brasileiros são a favor da legalização da droga no país, contra 64,6% que são favoráveis.

Nem o plantio da droga é apoiado pela maior parte dos brasileiros. 65,5% não são a favor da legalização dessa modalidade de consumo, contra 30% que acham o fim da proibição razoável.

(Com Radar, da Veja Online)

Rodrigo Maia gastará até R$ 790.000 para equipar gráfica da Câmara

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pretende investir pesado para permitir que seus pares possam panfletar as ações de seus mandatos.

Ele autorizou a abertura de uma licitação para a compra de 580 chapas de impressora e 200 reveladores positivos (um líquido usado no processo de impressão), informa a Coluna Radar da Veja Oinline.

Maia está disposto a gastar até 790 000 reais na aquisição dos equipamentos, que vão modernizar a gráfica da Câmara, de onde saem, segundo o edital “informativos de lideranças, comissões e outros serviços administrativos da Casa”.

Sob presidência de Tasso, comissão aprova empréstimo para Fortaleza

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A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, presidido pelo tucano Tasso Jereissati, aprovou, nesta manhã de terça-feira, a contratação de empréstimo no valor de até US$ 83 milhões junto ao Banco Latino-Americano de Desenvolvimento (CAF).

O empréstimo será destinado ao programa Fortaleza Cidade de Futuro, a ser tocado pela administração do prefeito Roberto Cláudio (PDT).

Será aplicado em obras de fortalecimento da infraestrutura turística da Capital.

Luta contra facções não pode cair na veia eleitoreira

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Com o título “A hora é de cooperação e inteligência”, eis Editorial do O POVO desta terça-feira. Apela para que a intervenção federal na segurança, na luta contra facções, entre pela veia da politização. Confira:

O assassinato de dois líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC) em Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza, é mais um episódio na sangrenta guerra entre facções que teve início no Rio de Janeiro e São Paulo e se espalhou pelo restante do País. Hoje, o Ceará é uma área disputada entre esses grupos. Em jogo, está sobretudo o comércio de entorpecentes e o controle das rotas de escoamento da droga e de armamentos. O forte aparato bélico dessas organizações e sua capilaridade no território nacional impõem um rearranjo dos setores de inteligência das polícias Civil e Militar e das pastas estaduais da Segurança Pública, que precisam trabalhar cada vez mais em cooperação com a Polícia Federal. É a resposta que se espera diante do risco de que essas facções passem a operar em sintonia enquanto os entes públicos batem cabeça.

Exatamente por isso, é preciso afastar, de pronto, qualquer tentativa de politizar o debate sobre a segurança no Estado. Não custa lembrar: em ano eleitoral, candidatos prodigalizam soluções mágicas na tentativa de amealhar popularidade. Convém afastar também essas cartadas mirabolantes.

O combate ao crime organizado nada tem de voluntarioso: é resultado de enfrentamento inteligente, mediante recursos tecnológicos e humanos, mobilizados a serviço da troca constante de informações entre as forças que atuam. Qualquer medida que não leve esse conjunto de pressupostos em consideração será meramente demagógica, talhada mais para a campanha eleitoral que se avizinha do que para garantir a paz necessária na sociedade.

A posição do Ceará nesse tabuleiro do crime é muito sensível para que se dê guarida a discursos que não tenham explicitamente a finalidade de colaborar para a solução do grave problema do tráfico de drogas. Por sua condição geográfica, o Estado fica exatamente a meio caminho tanto da Europa e África quanto da América do Norte. Nesse aspecto, é um entreposto comercial cujo controle as facções lutam para obter. E fazem-no agora para além dos limites do sistema penitenciário, como usualmente acontecia. A guerra chegou às ruas. E não será vencida a golpes de retórica eleitoreira.

Não à toa, após liberar o envio da força-tarefa para auxiliar nos trabalhos de tropas federais para auxiliar nos trabalhos de investigação criminal que se seguiram à chacina das Cajazeiras e à morte de lideranças do PCC, o ministro da Justiça, Torquato Jardim, afirmou que “quem conquistar o Ceará conquista também o Nordeste”. Falava da queda de braço que as facções travam em âmbito nacional.

Embora destaque o papel central da região na economia do tráfico, Jardim descarta totalmente a solução drástica intervenção militar. A situação do Ceará, garante o ministro, não é a mesma do Rio de Janeiro. Tampouco o poder público cearense está acuado como os órgãos de segurança no território fluminense. Medida extrema, utilizada em circunstâncias excepcionais, a intervenção é apropriada apenas no discurso fácil de quem pretenda apresentar-se como salvador da pátria. No dia a dia, porém, a resposta pela qual se espera é a união de esforços em prol da segurança de todos.

Decreto sobre intervenção no Rio chega ao Senado

O projeto de decreto legislativo (PDC 88/18), que trata da intervenção na segurança pública do Estado do Rio de Janeiro, deu entrada, na manhã desta terça-feira, no protocolo do Senado. A matéria foi aprovada por 340 votos favoráveis, 72 contrários e uma abstenção nesta madrugada pela Câmara dos Deputados. A sessão que vai analisar a proposta no Senado foi convocada para as 18 horas.

O decreto terá impacto na tramitação de propostas de emenda à Constituição (PECs), que, segundo já adiantou o presidente do Senado, Eunício Oliveira, vão ficar paralisadas enquanto durar a intervenção federal. “Enquanto perdurar a intervenção no estado do Rio de Janeiro, eu, Eunício Oliveira, presidente do Senado e do Congresso Nacional, não darei tramitação a nenhuma medida de mudança na Constituição, caso contrário eu estaria descumprindo a Constituição brasileira, que eu jurei cumprir. Não tramitará nenhuma mudança à Constituição do país”, afirmou o presidente do Senado.

Ainda segundo Eunício, que também preside os trabalhos do Congresso Nacional, são cerca de 190 as PECs que tramitam atualmente no Senado ou na Câmara.

(Agência Brasil)

Campanha da Fraternidade é mote para ciclo de debates da Assembleia Legislativa

Por iniciativa do deputado Carlos Matos (PSDB), a Assembleia Legislativa vai iniciar, a partir da 16 horas desta terça-feira, na sala das Comissões Técnicas da Casa, uma série de encontros baseada no tema deste ano da Campanha da Fraternidade, que é Superação da Violência.

O primeiro convidado é Leandro Piquet Carneiro, professor do Instituto de Relações Internacionais da USP, que esteve à frente da formulação de políticas públicas que contribuíram para a redução dos crimes no estado de São Paulo em 75%.

Maduro desafia Trump para um debate em Caracas ou Washington

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, desafiou, nessa segunda-feira (19), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a estabelecer um diálogo em Caracas ou Washington e pediu que ele mude “sua agenda de pressão” contra a chamada revolução bolivariana. A informação é da Agência EFE.

“(Trump) fez campanha promovendo a não intromissão nos assuntos internos de outros países. Chegou o momento de cumprir isso e mudar a agenda de agressão por uma de diálogo. Diálogo em Caracas ou Washington? Diga hora e lugar e aí estarei”, escreveu o presidente venezuelano no Twitter, onde marcou o perfil de Trump.

Os Estados Unidos, que qualificam Maduro como “ditador”, aprovaram nos últimos meses sanções econômicas contra altos funcionários do chavismo e contra a companhia petrolífera estatal PDVSA.

A União Europeia aprovou, no último mês de janeiro, sanções contra sete funcionários do governo de Maduro, além do embargo de armas e veto a material que possa ser utilizado para a “repressão interna” na Venezuela.

O governo venezuelano denunciou que todas essas ações obedecem a um plano de pressão de Washington para remover Maduro do poder.

O presidente venezuelano planeja viajar em abril à Cúpula das Américas, onde se veria pela primeira vez frente a frente com Trump, mas o governo do Peru, anfitrião da reunião, disse que não permitirá a entrada de Maduro no país, por considerar que menosprezou a democracia em seu país.

(Agência Brasil/Foto – Marco Bello-Reuters)

Camilo e Roberto Cláudio lançam pacote de investimentos na Saúde

O governador Camilo Santana (PT) e o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT), vão lançar, a partir das 9 horas desta terça-feira,no palácio da Abolição, o Plano de Investimentos na Área da Saúde – Juntos Por Fortaleza.

Será um pacote de obras de reforma e construção de unidades de saúde na Capital, numa parceria Estado e Prefeitura.

Todos os detalhes desse pacote de investimentos serão divulgados durante o evento.