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Rússia suspende compra de carne do Brasil, mas ministro diz que procedimento é normal

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, afirmou nesse sábado (4) que a suspensão temporária das importações de carne bovina do frigorífico Mataboi, de Goiás, anunciada ontem pela Rússia, é uma medida normal. O ministro disse que, até o momento, as informações que detém são somente aquelas repercutidas pela mídia e que a medida é “coisa é do dia a dia”.

Segundo Maggi, o aumento de controle de qualidade pela Rússia não têm ligação com a Operação Carne Fraca. Ele disse que a pasta ainda não recebeu um comunicado oficial.

“Tudo que eu sei é pela imprensa. É absolutamente normal acontecer esse tipo de evento, com suspensão temporária ou, às vezes, mais prolongada, quando o importador detecta uma inconformidade”, disse o ministro, em áudio distribuído à imprensa.

O Serviço Federal de Vigilância Sanitária e Veterinária da Rússia anunciou ontem a suspensão temporária das importações e disse que a carne estava fora do padrão sanitário do controle adotado por aquele país. As autoridades russas também impuseram controles mais rígidos a outros cinco frigoríficos brasileiros: JBS, Aurora, Frigol, Irmãos Gonçalves (Frigon) e Frigoestrela.

“Vamos fazer a checagem, vamos comunicar aos frigoríficos que foram citados e eles deverão tomar as medidas cabíveis para fazer a correção”, completou.

A assessoria do frigorífico JBS disse que não vai se manifestar sobre o assunto.

(Agência Brasil)

Aumento surpresa da gasolina em Fortaleza será questionado no Procon, assegura Chico Lopes

O fortalezense foi surpreendido neste feriadão de Finados com de 5% no preço da gasolina. Segundo o deputado federal Chico Lopes (PCdoB-CE), “os motoristas de Fortaleza foram surpreendidos por mais um aumento da gasolina, sem qualquer justificativa, em percentual muito além da inflação, de forma totalmente desproporcional ao atual momento de crise e de arrocho vivido pelo cidadão comum, que trabalha pelo pão de cada dia e que vêm todos os preços serem influenciados pela alta da gasolina”.

“De menos de R$ 4,00 a gasolina saltou para R$ 4,20 na maioria dos postos de Fortaleza. Isso da noite para o dia e em pleno feriadão, sem anúncio, o que impediu que os motoristas pelo menos fizessem um último abastecimento com preço menor. Também é sinal de prática deliberada de cartel, porque todos os postos aumentaram o preço no mesmo percentual e ao mesmo tempo”, apontou o deputado federal cearense, avaliando que o caso é de quebra do princípio da publicidade e da clareza quanto aos preços cobrados, ferindo o Código de Defesa do Consumidor.

“Vamos debater essa questão com o Procon Fortaleza e com a Comissão de Defesa do Consumidor, da Câmara dos Deputados. Não é possível que o consumidor fique à mercê desse tipo de ação sorrateira e em pleno feriadão, com um novo reajuste da gasolina, somando ao que já havia sido feito recentemente”, disse.

Donald Trump inicia primeira viagem oficial à Ásia neste fim de semana

O presidente dos EUA desembarcará no Japão neste domingo (4) para a primeira etapa da viagem de 12 dias pela Ásia. A visita ao continente é a mais longa de um presidente norte-americano em mais de 25 anos.

Além do Japão, Donald Trump visitará Coreia do Sul, China, Vietnã e Filipinas. O tema mais importante da agenda é tratar da crise causada por repetidos testes nucleares feitos pela Coreia do Norte. Trump conversará com os líderes regionais em busca de uma frente unida para enfrentar a questão.

Em Pequim, o presidente deve pressionar a China, principal aliada dos norte-coreanos, a endurecer a postura contra o país.

No caminho para a Ásia, Trump e a primeira-dama Melania fizeram uma escala no Havaí e visitaram o memorial de Pearl Harbor, construído nas ruínas do navio USS Arizona. A embarcação foi atingida no ataque do Japão à ilha norte-americana no pacífico, durante a segunda guerra mundial.

Durante a estadia na Ásia, Trump pode ainda se reunir com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, em meio aos encontros de cúpula da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec), marcada para semana que vem, no Vietnã. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, informou que Washington e Moscou conversam para marcar a reunião.

(Agência Brasil)

Eunício Oliveira deverá fazer aliança eleitoral com Camilo Santana

Em artigo sobre as eleições do próximo ano, o sociólogo e consultor político Luiz Cláudio Ferreira Barbosa avalia o fim da aliança PMDB/PSDB no Ceará e a aproximação Eunício/Camilo. Confira:

O senador Eunício Oliveira (PMDB) já vem mantendo uma aliança administrativa com o governador Camilo Santana (PT) nos últimos 90 dias. Eunício Oliveira é o grande responsável pela vinda de muitos recursos financeiros do Governo Federal para os cofres do Governo do Estado do Ceará. O PMDB cearense deverá fazer parte do novo arco de aliança de Camilo Santana, nas eleições de 2018.

O senador Tasso Jereissati (PSDB) não aceitou a candidatura ao cargo de governador do Estado do Ceará, numa chapa majoritária de agremiações partidárias oposicionistas (PMDB – PSDB – PR – SD – PSD), que na minha avaliação funcionou com uma senha política-eleitoral para o senador peemedebista estreitar a sua aliança administrativa com Camilo. Tasso é adversário do presidente Michel Temer (PMDB). Camilo Santana não é adversário do Governo Federal.

O governador tem feito muitos elogios ao senador Eunício Oliveira em eventos do Governo Estadual, diante dos recursos financeiros do Governo Federal. Camilo deverá convidar Eunício para ocupar a vaga de candidato à reeleição ao Senado na chapa majoritária governista. Os futuros eventos públicos deverão ter como principais estrelas nos palanques: Eunício Oliveira e Camilo Santana.

O fim do bloco oposicionista do PMDB e do PSDB, em solo cearense, já havia acontecido quando o senador Tasso Jereissati saiu da base aliada do presidente Michel Temer. Eunício Oliveira não encontrou resistência da parte do governador Camilo, em relação ao Governo Federal. O senador peemedebista e o governador cearense são aliados na esfera pública da área administrativa, existindo então um enorme potencial de aliança eleitoral.

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político

Quantos projetos há em um governo

Da Coluna Política, no O POVO deste sábado (4), pelo jornalista Érico Firmo:

Henrique Meirelles (PSD) disse que é pré-candidato a presidente da República. Depois da repercussão negativa, explicou que não era bem isso que queria dizer. Por sua assessoria, ele disse que o ministro da Fazenda apenas disse ter consciência de que é pré-candidato. A pergunta foi essa mesma — se ele tinha essa consciência — e ele respondeu exatamente nesse contexto. Ocorre que, se está consciente da pré-candidatura, é porque se reconhece na condição de potencial concorrente.

Mais que isso, ele analisa que há cenário fértil para alguém com o perfil dele. “O campo é favorável, sim. Favorável para o que eu chamo de um candidato reformista no sentido de alguém que toque as reformas e a modernização da economia brasileira como está ocorrendo. Não há dúvida de que hoje essa posição reformista é importante”, afirmou à Veja.

Mais que isso, ele já antevê o que acredita que será a pauta de 2018: a questão da pobreza. “A campanha será pautada na política social. Estou preparado para enfrentar esse discurso populista do PT. Diria até que estou acostumado, pois já tive embates com o PT que eram exatamente iguais quando era presidente do Banco Central no governo Lula”.

Observe-se o que ele diz: 1) Sabe que é candidato; 2) acredita que o cenário é favorável para alguém com perfil dele; 3) Já vislumbra o assunto central da campanha, e diz estar preparado para ele.

A vontade dele de se viabilizar candidato é evidente. Porém, como ele também sabe, não basta querer. Disputar a Presidência é “questão de oportunidade e destino”, Meirelles afirma. “Existem condições políticas e condições eleitorais que precisam ser analisadas”. Ele não é candidato ainda, mas quer e espera ter condições de ser.

E aí a coisa se complica. Meirelles trabalha para estar em condições de ser candidato. A informação surpreendeu e desagradou o Palácio do Planalto. O governo não quer antecipar o debate sucessório. Sabe que isso enfraquece o atual presidente, que não está lá com essas forças todas. De modo que Meirelles não é, em princípio, o candidato de Michel Temer (PMDB).

Ocorre que o maior partido da base aliada, o PSDB, também planeja ter candidato. Provavelmente Geraldo Alckmin, embora João Dória corra por fora. Também não é o candidato do presidente. Os partidos vêm em turbulência na relação e podem até romper.

De modo que dois alicerces do governo planejam candidaturas sem o presidente, cuja impopularidade é um obstáculo. O futuro da administração, desse jeito, é uma incógnita.

Meirelles apresenta seu perfil reformista como vantagem, mas sua fala atrapalha bastante as futuras reformas. Por dois motivos. O primeiro e maior: forças políticas que tenham seus próprios candidatos resistirão a apoiar uma proposta que é a principal plataforma eleitoral de outro postulante. A reforma deixa de ser de Temer, principalmente, e passa a ser de Meirelles. Outra questão passa a ser a própria disposição do ministro para se desgastar, por exemplo, com a mudança nas aposentadorias, em pleno ano eleitoral.

O projeto de Meirelles tenta reeditar, no governo Temer, o que foi Fernando Henrique Cardoso (PSDB) no governo Itamar Franco. Naquela época, o presidente havia assumido após impeachment. FHC comandou uma grande mudança na economia e virou presidente.

Algumas diferenças: Itamar não era impopular como Temer. E, principalmente, não há um Plano Real no horizonte. Em 1994, havia a hiperinflação como espectro a combater. Meirelles controlou a inflação, mas não chegou a ser uma fração do que era há 23 anos. O crescimento retornou, mas ainda tímido. A projeção para 2018 é de 3%. Não é propriamente um índice chinês. Com Dilma Rousseff (PT), o País chegou a ter expansão de 3,9%. Com Luiz Inácio Lula da Silva (PT), chegou a subir 7,6%. O atual governo, é óbvio, tem o mérito da recuperação após grave recessão. Mas dificilmente será o bastante para eleger alguém. No último ano de FHC, o PIB subiu 3,1%. O PSDB perdeu aquela eleição e Lula foi eleito.

Para que tenha chance um candidato ligado ao atual governo ou à equipe econômica, precisa haver uma maciça criação de empregos. É o único drama hoje equivalente minimamente ao que foi a hiperinflação. Em caso de significativa recuperação do nível de emprego, uma candidatura como a de Meirelles poderia se beneficiar. E ele sabe disso. “O que resolve a questão social é a criação de emprego. Desemprego elevado, com 13 milhões de pessoas na rua, como o governo anterior deixou, não há política social que resolva. Então, acho que o tema da campanha vai ser por aí, independentemente de quem seja o candidato de centro ou o do PT”, disse na mesma entrevista.

O problema é que emprego é indicador que demora a se recuperar. Com crescimento do PIB a 3%, dificilmente haverá uma onda capaz de eleger presidente.

Ex-ministra de Dilma agora é vendedora de cosméticos

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Erenice Guerra, a amicíssima de Dilma Rousseff que deixou o governo petista afogada em denúncias, agora atua como vendedora de uma multinacional de cosméticos, a Jeunesse.  É bem difícil enxergá-la nessa condição.

A informação é da Coluna Radar, da Veja Online.

A ex-ministra foi demitida após VEJA publicar duas denúncias de que seu filho, Israel Guerra, estava ligado um suposto esquema de cobrança para intermediar projetos privados.

Ministro da Justiça deve explicações

Editorial do O POVO deste sábado (4) avalia posicionamento do ministro Torquato Jardim, que afirmou que o Rio de Janeiro não controla mais a Polícia Militar. Confira:

O ministro da Justiça, Torquato Jardim, que vinha mantendo postura discreta desde a sua polêmica nomeação pelo presidente Michel Temer, irrompeu de maneira tempestuosa no noticiário. Declarou, sem meias palavras, que o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), e seu secretário da Segurança, Roberto Sá, não controlam a Polícia Militar; que o comando da corporação é fruto de “acerto” com deputados estaduais e os comandantes de batalhão são “sócios” do crime organizado.

Mesmo sob duras críticas dos atingidos, o ministro não recuou, afirmando que já esperava a reação. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), deputado eleito pelo Rio de Janeiro, também entrou na contenda, afirmando que o ministro agiu “de forma infantil e irresponsável”, pois teria “jogado fora” o trabalho iniciado pela força-tarefa da segurança que está agindo no Rio. Pode-se entender, portanto, que a força-tarefa estaria investigando casos de corrupção envolvendo PMs, e o ministro teria “falado demais”, na expressão de Rodrigo Maia, atrapalhado as investigações.

Depois da explosão inicial dos que se sentiram ofendidos, as críticas ao ministros arrefeceram um pouco, porém, o mal-estar entre os aliados do presidente continua.

Agora, o caso está assim: Rodrigo Maia quer que Michel Temer venha a público dar explicações; Pezão, do mesmo partido de Temer (PMDB), interpelou judicialmente o ministro da Justiça no Supremo Tribunal Federal (STF) e a Comissão de Segurança da Câmara pretende convocar o ministro para ouvi-lo sobre o assunto.

Mas, a despeito de qualquer outra consideração, o ministro da Justiça deve explicações à sociedade. Fosse um comentarista a levantar tais suspeitas — de fato, a probabilidade de haver corrupção em setores da PM é bastante alta — seria aceitável. Mas, uma coisa é a especulação que um analista pode fazer da situação, outra, bem diferente, é o ministro da Justiça fazer acusação de tal gravidade, como se fosse mero comentarista.

Portanto, o que se espera agora é que ele apresente as provas do que afirmou e informe quais as providências estão sendo tomadas para resolver o problema.

“Tem ladrão” – Senador sugere Operação Lava Jato na Previdência

O senador Paulo Paim (PT-RS) sugeriu nessa sexta-feira (3) que seja feita uma “Operação Lava Jato” para identificar os responsáveis por fraudes e desvios no caixa da Previdência Social. Segundo Paim, o governo retirou durante décadas dinheiro do sistema para utilização em projetos e interesses próprios, protegeu empresas devedoras, aplicando uma série de programas de perdão de dívidas.

— Tem ladrão na Previdência. Por que não fazer uma Operação Lava Jato sobre os grandes devedores, sobre os que fraudam e desviam dinheiro da Previdência? – questionou o senador da tribuna do Plenário do Senado.

Paim, que presidiu a CPI da Previdência, destacou que o relatório final apresentado pelo senador Hélio José (Pros-DF) e aprovado pelo colegiado indica que a Previdência Social não é deficitária, mas sofre com má gestão.

— Nós falamos há décadas e décadas que a Previdência é superavitária. Eles diziam que não. Veio, então, a DRU e tirou 20%. Como eu tiro 20% de algo que sei que não tem caixa? Só vou tirar do que tem. Vem o governo atual e retira 30% ainda. É porque ele sabe que tem lastro, ele sabe que tem fundo – argumentou.

O senador fez um apelo para que o governo retire a PEC 286/2017, em tramitação na Câmara dos Deputados, que muda as regras para aposentadoria:

— Eu quero que esse governo do presidente Temer tenha um mínimo de bom senso, recolha essa reforma da Previdência, que a arquive. Pode dizer o que você quiser, pode dizer que tentou e que a CPI veio com outros dados e criou uma contradição. Argumente como quiser, mas retire essa reforma e deixe que um governo eleito pelo voto direto em 2018 e o Congresso se debruce sobre uma proposta com profundidade – pediu.

(Agência Senado)

Ministério das Cidades libera 2,7 mil moradias para o Ceará

O Diário Oficial da União publica na segunda-feira (6) a liberação de 2.735 moradias para o Ceará, dentro do programa Minha Casa, Minha Vida, por parte do Ministério das Cidades.

A informação é do presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), que solicitou nessa sexta-feira (3), junto à União, a liberação das moradias para nove municípios cearenses: Fortaleza, Viçosa do Ceará, Pindoretama, Tianguá, Acaraú, Iguatu, Granja, Aracati e Russas.

Em setembro último, Eunício já havia intermediado a liberação de 3.350 casas populares para 43 cidades do Ceará.

(Foto: Divulgação)

Orçamento estadual 2018 inclui conclusão do VLT entre as prioridades

A proposta do Orçamento 2018 do governo estadual, fixada em R$ 27,6 bilhões, reservou para investimentos R$ 4 bilhões.

É o que informa o secretário estadual do Planejamento e Gestão, Maia Júnior, adiantando que entre prioridades estão: a conclusão do VLT – que deveria ter ficado pronto para a Copa 2014, e construção de unidades de saúde, escolas e de segurança pública.

A Assembleia Legislativa apreciará a matéria até 15 de dezembro.

(Foto – Camila Almeida)

Aplicativos de transporte – Vereador de Fortaleza diz que a Câmara Federal precisa ouvir a voz do povo

O vereador Julierme Sena (PR) destacou nesta semana, na Câmara Municipal de Fortaleza, a votação no Senado do PLC 28/2017, que regulamenta os aplicativos de transporte de passageiros, como Uber, 99pop e outros. Os senadores suavizaram a lei para os aplicativos, como a queda da exigência do uso de placas vermelhas, aprovada anteriormente pelos deputados federais.

“Acredito que o Senado fez seu papel de ouvir a população. Somente a Uber tem 500 mil motoristas e 17 milhões de usuários que precisam do serviço. Que agora a Câmara dos Deputados entenda e também possa ouvir a voz do povo que quer liberdade escolha e geração de renda”, afirmou Julierme.

O PLC 28/2017 agora retorna para a Câmara dos Deputados.

(Foto: Divulgação)

PMs e bombeiros poderão solicitar licenças para cursos, após três anos do ingresso nas corporações

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A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou o Projeto de Lei 712/15, do deputado Alberto Fraga (DEM-DF), que concede a policiais e bombeiros militares, com mais de três anos de efetivo exercício, licença para participar de curso de formação decorrente da aprovação em concurso público.

Atualmente, essas categorias só podem requerer a licença para tratar de assuntos particulares após 10 anos de efetivo exercício. O projeto modifica os estatutos atuais dessas corporações (leis 7.289/84 e 7.479/86).

A intenção da proposta é equiparar os militares à atual regra do Regime Jurídico Único dos Servidores Civis da União (Lei 8.112/90), admitindo a concessão da licença para tratar de interesse particular tão logo se conclua o estágio probatório de três anos.

Para o relator na comissão, deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG), o prazo de 10 anos é demasiadamente longo. “O mais justo é dar um tratamento isonômico entre os militares distritais e os demais servidores públicos”, afirmou.

Segundo Gonzaga, não há “qualquer justificativa plausível” para diferença entre militares e civis nessa matéria. O projeto ainda será analisado em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

(Agência Câmara Notícias/Foto – Arquivo)

Fortaleza é sede do lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional

Da Coluna Vertical, no O POVO deste sábado (4):

Fortaleza será sede do lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional. O evento, que percorre vários estados, ocorrerá na próxima sexta-feira (10), às 14 horas, na Assembleia Legislativa.

Segundo o deputado federal Odorico Monteiro (PSB), que integra essa frente como vice-presidente, o objetivo é colher subsídios para a formatação de um projeto que garanta a soberania do País e que será mote de discussões em 2018. Para o evento, virão o presidente da frente, senador Roberto Requião (PMDB/PR), e o deputado federal Patrus Ananias (PT/NG), que é o secretário-geral.

O ato reunirá deputados federais e estaduais, lideranças dos movimentos sociais e terá a presença de Ciro Gomes, na condição de advogado e não como presidenciável, informa a organização.

O lançamento dessa frente foi pedido por Elmano de Freitas (PT). Espera-se que permaneçam unidos. Até a próxima eleição.

EUA divulgam relatório sobre clima contrário ao discurso de Trump

O Relatório Especial de Ciência Climática divulgado nessa sexta-feira (3) pela administração de Donald Trump afirma ser extremamente provável que as atividades humanas, especialmente a emissão de gases do efeito estufa, sejam a causa dominante do aquecimento global observado desde a metade do século 20.

“Não há nenhuma explicação alternativa convincente para o aquecimento global do último século que seja baseada na mesma extensão de evidências observadas”, diz o estudo de um grupo de mais de 50 cientistas do governo norte-americano.

O relatório afirma que os Estados Unidos sofrem os impactos das mudanças climáticas, com tempestades mais frequentes e intensas, os incêndios florestais mais extensos e maior número de inundações.

Há ainda um alerta para o risco de elevação do nível do mar. De acordo com o relatório, a média global do nível do mar deve crescer “ao menos diversos centímetros nos próximos 15 anos” por conta do aumento de temperaturas.

A publicação do relatório é uma exigência de uma lei aprovada em 1990 pelo Congresso dos Estados Unidos e apresenta estudos produzidos por diversas agências federais e por acadêmicos.

A comunidade científica chegou a especular que o governo de Donald Trump pudesse editar o conteúdo ou impedir a publicação do documento, uma vez que as informações contradizem o discurso e a política de Trump para a questão do clima.

Em diversas ocasiões, o presidente questionou a responsabilidade humana sobre os efeitos do aquecimento global. Nos últimos meses, a Casa Branca tem trabalhado para impulsionar a indústria de combustíveis fósseis e revogar leis criadas pelo ex-presidente Barack Obama para incentivar a produção de energia limpa.

Em junho, Trump anunciou a saída do país do Acordo de Paris, assinado por 195 nações para combater os efeitos das mudanças climáticas. Diversas empresas e estados confrontaram o presidente e afirmaram que vão cumprir as metas, mesmo que os Estados Unidos abandonem o pacto. Apesar da decisão do presidente, os Estados Unidos vão participar da Conferência do Clima em Bonn, na Alemanha, marcada para semana que vem. O encontro vai discutir a implementação do Acordo de Paris. Os Estados Unidos participarão do evento porque o tratado determina que nenhum país pode abandoná-lo antes de 2020.

O porta-voz da Casa Branca Raj Shah disse nessa sexta-feira que “o governo apoia análises científicas rigorosas e debate e encoraja comentários públicos sobre esboços de documentos”.

(Agência Brasil)

Torquato Jardim diz para Pezão: “Foi uma posição pessoal, não de governo”

O governador Luiz Fernando Pezão revelou nesta quinta-feira que trocou mensagens com o ministro da Justiça, Torquato Jardim. Foi a primeira vez que os dois conversaram depois de o ministro fazer acusações contra a Polícia Militar do estado, criando uma crise na área de segurança pública no momento em que forças federais e estaduais trabalham juntas no combate ao crime organizado. Em entrevista esta semana, o ministro acusou comandantes de batalhões da Polícia Militar de serem “sócios do crime organizado do Rio”.

O contato entre Pezão e Torquato Jardim foi protocolar, rápido e feito por mensagens pelo aplicativo WhatsApp. Segundo Pezão, o ministro da Justiça tomou a iniciativa enviando um texto no qual revelava que sua posição não era de governo, mas pessoal.

— O ministro Torquato falou para mim que era uma posição pessoal dele e que nada afetaria o trabalho de parceria que temos no enfrentamento ao crime organizado no estado. Uma posição que o próprio presidente Michel Temer já havia reafirmado num telefonema. Não tivemos conversa nenhuma. Ele enviou apenas uma mensagem pelo whatsApp — afirmou o governador.

Segundo Pezão, a mensagem de Torquato Jardim chegou depois que ele conversou com os ministros da Defesa (Raul Jungmann) e do Gabinete de Segurança Institucional (general Sérgio Etchegoyen). Os dois ministros teriam atuado como bombeiros para apagar o incêndio e acabar com o mal-estar.

— O ministro Torquato explicou que suas declarações refletiam uma posição pessoal dele. Disse que na verdade revisitava o histórico da segurança do estado, da violência aqui e que foi apenas um comentário. Ele também explicou que o problema nessa área não era apenas no Rio, mas de todo o país; e que por se tratar do Rio fica mais acentuado. Foi uma posição dele. Não sei em que circunstâncias — explicou o Pezão.

(Com O Globo)

Saiba quem é o homem no Ceará com trânsito livre com Bolsonaro

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Heitor Freire e Bolsonaro.

Eis aí o homem no Ceará que tem trânsito livre com o presidenciável Jair Bolsonaro (PSC/RJ): o arquiteto Heitor Freire, que é o líder do Movimento Direita Ceará.

Na última semana, em vídeo, e durante uma entrevista, Bolsonaro citou Heitor nessa condição, observando que, na sua base de apoio, não contava com medalhões do cenário político, mas com gente que é renovação política.

(Foto – Arquivo Pessoal)

Petista puxará debate sobre o tema “Violência no Ceará”

Um debate sobre o tema “Violência no Ceará – Evolução e Perspectivas de Superação” ocorrerá no próximo dia 11, às 9 horas, na Casa Vermelha.

O espaço é bancado pelo vereador Guilherme Sampaio (PT) e terá como conferencistas o professor José Raimundo (CAEN/UFC) e o coordenador do Unicef, no Ceará, Rui Aguiar.

O evento faz parte do projeto “Café com Ideais”, que, mensalmente, discute temas do interesse da população cearense.

SERVIÇO

*Casa Vermelha – Avenida da Universidade, 2197 – Benfica.

(Foto – Evilázio Bezerra)

Caixa libera R$ 2,5 milhões para parque ecológico de Sobral

O prefeito de Sobral, Ivo Gomes (PDT), assinou, com a Caixa Econômica Federal, um contrato de repasse de recursos para a obra do novo Parque Ecológico do Sinhá Saboia.

A verba é oriunda de uma emenda parlamentar no valor de R$ 3,5 milhões do deputado federal Leônidas Cristino (PDT).

Com isso, Ivo vai tocar o projeto, importante para a política ambiental de Sobral, e Leônidas ganha mais um reforço no seu projeto de reeleição.

(Foto – Divulgação)