Blog do Eliomar

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Eleições 2018 – Inácio Arruda em clima de jantar de adesão

Será nesta segunda-feira o jantar de adesão à candidatura do ex-secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Estado, Inácio Arruda, postulante à Câmara dos Deputados pelo PCdoB. O evento acontecerá a partir das 19h30min, no bosque do Marina Park Hotel, reunindo amigos, militantes, políticos, representantes dos setores acadêmico e sindical, que apoiam a volta de Inácio ao parlamento.

Durante o jantar, será lançado por professores e cientistas cearenses o manifesto “Inácio é o nosso Federal”, em reconhecimento ao trabalho e compromisso do “homem da luta do povo”, também com a ciência, tecnologia, inovação e ensino superior.

Inácio defende um projeto nacional de desenvolvimento sustentável e socialmente justo, que valoriza a ciência, a tecnologia, a inovação e o ensino superior.

(Foto – Agência Senado)

Caminhoneiros anunciam manifestações para depois do 7 de Setembro

A União dos Caminhoneiros do Brasil divugou, em nota, que os caminhoneiros da entidade farão uma mobilização em todo o País após o feriado de 7 de Setembro e por tempo indeterminado. A UDC acusa o governo de não ter cumprido o prometido em relação ao preço do diesel, que na última sexta-feira (31) teve reajuste de 13%. A lei que estabeleceu a nova política de frete prevê revisão dos pisos mínimos caso o combustível tenha oscilação superior a 10%, para acomodar o aumento de custos dos caminhoneiros.

A entidade reclama da falta de fiscalização nas estradas pelaANTT. A UDC pede mais fiscais e postos de fiscalização que obriguem às transportadoras a cumprirem a tabela mínima do frete. “Pedimos imediatamente as seguintes providências afim de que a população brasileira não sofra os danos de uma nova paralisação”, afirma a nota.

Os caminhoneiros da UDC também reclamam da atuação da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e pedem a dissolução da diretoria da entidade. A possibilidade de uma manifestação perto das eleições, no entanto, já era ventilada dias após a paralisação de onze dias em maio, como forma de pressão política.

A categoria diz que se a ANTT não se posicionar até o dia 7 ou 8 de setembro, é grande o risco de haver novas paralisações.

Outra entidade

Na última sexta-feira (31), a Abcam, entidade que reúne os motoristas autônomos, afirmou que pretende se reunir com o governo para discutir o tema e que “fará o possível para evitar nova paralisação” da categoria.

A Abcam confirma ter detectado focos de insatisfação por aplicativos de trocas de mensagem, mas diz ainda não ver mobilização suficiente para nova paralisação.

Valentim busca políticas públicas e inclusão social

Para o ex-prefeito de Maranguape e candidato a deputado estadual pelo PCdoB, George Valentim, não há cidadania plena sem políticas públicas e inclusão social. No ano passado, quando presidente do Instituto de Estudos e Pesquisas sobre o Desenvolvimento do Estado do Ceará (INESP), órgão vinculado à Assembleia Legislativa, Valentim concluiu o projeto que entregou exemplares em braille sobre a Lei do Passe Livre a Sociedade de Assistência aos Cegos.

“Queremos estar na Assembleia Legislativa como garantia que a pessoa sem direitos plenos possa exercer sua cidadania, com trabalho digno, acesso à assistência social, educação, saúde e igualdade social”, ressaltou George Valentim.

“O George já apresentou políticas de garantias e direitos em defesa do povo, na Assembleia Legislativa, por isso acreditamos na continuidade desse trabalho“, comentou a pedagoga Simone Fernandes, presidente do Instituto de Assistência Social (IAPS), durante o lançamento da campanha do candidato do PCdoB, em Fortaleza, ao acompanhar caravana do bairro Tancredo Neves e comunidades vizinhas.

(Foto: Divulgação)

Antes de deixar o Ceará, Alckmin voltou a destacar candidatura do General

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Para o candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, o combate à violência nos estados, por meio do programa “Nordeste Inovador”, será mais eficaz em governos estaduais voltados a resolver o problema da criminalidade em suas administrações.

“A segurança pública é prioridade de nossas agendas. O Governo no Ceará precisa resgatar a autoridade e, em parceria com o Governo Federal, nós teremos condições, inclusive, de ampliar nossa meta de reduzir em 50% os índices de violência em nosso Estado, após os primeiros quatro anos de nossa gestão”, disse o General Theophilo, candidato do PSDB ao Palácio da Abolição.

Já o senador Tasso Jereissati (PSDB) destacou também que “tá na hora de mudar” e falou da importância do eleitor conhecer as propostas de cada um dos candidatos. “Nunca foi tão importante um voto bem dado na História do Ceará e do Brasil”, ressaltou.

Nesse sábado (1º), além de participar de encontro com lideranças políticas em Horizonte, os candidatos do PSDB visitaram o município de Itapipoca e participaram de uma carreata no município de Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza.

(Foto: Divulgação)

Audic quer intensificar votação em Quiterianópolis

Quinto deputado estadual mais votado em Quiterianópolis, na eleição de 2014, o candidato à reeleição à Assembleia Legislativa, Audic Mota (PSB), esteve neste domingo (2) no município do sertão cearense, a 410 quilômetros de Fortaleza, para intensificar sua votação.

O candidato acredita que poderá ampliar bastante os 423 votos recebidos há quatro anos, diante da composição partidária na aliança do atual governador – o que não ocorreu em 2014 -, além de ser mais conhecido do eleitorado no atual período.

Mesmo sendo o quinto mais votado, Audic ficou com apenas 9,4% da votação da candidata mais votada, que em 2014 integrava o arco de aliança do então candidato Camilo Santana.

(Foto: Divulgação)

Cid e Roberto Cláudio intensificam candidatura Ciro Gomes em Fortaleza

O prefeito Roberto Cláudio e o ex-governador Cid Gomes, candidato ao Senado pelo PDT, realizaram neste domingo (2), no Pirambu, um adesivaço em prol da candidatura Ciro Gomes à Presidência da República.

Nesta segunda-feira (3), a partir das 10 horas, Ciro será entrevistado pelo site UOL. Ontem (1º), no Rio Grande do Sul, ao defender o crédito para o agronegócio, Ciro pediu a atenção do eleitorado para propostas de candidaturas conservadoras que querem o fim dos subsídios para a agricultura.

(Foto: Divulgação)

Esposa de Eunício debate direito das mulheres em comitê de Camilo

A primeira-dama do Estado, Onélia Santana, e da vice-governadora Izolda Cela, que comcorre à reeleição para o mesmo cargo na chapa de Camilo Santana, debateram neste sábado (1º) as políticas públicas direcionadas aps direitos das mulheres. A novidade do evento foi a presença da esposa do senador Eunício Oliveira, Mônica Paes de Andrade, quando o MDB – partido do senador – não integra o arco de aliança de Camilo. O debate ocorreu no comitê central do candidato à reeleição ao Governo do Ceará.

“O trabalho desempenhado pelo senador Eunício garantiu muitas conquistas às mulheres, como as leis protetivas e a garantia de assistência pelo SUS para mulheres com câncer”, destacou Mônica.

Já Onélia ressaltou o plano de governo participativo implantado pelo governador Camilo e indicou a educação e a atenção à saúde básica como áreas estratégicas de desenvolvimento do Estado, o que teria melhorado a qualidade de vida das mulheres.

Para Izolda Cela, o Ceará precisa continuar investindo em um plano de prevenção em todas as áreas. Ela destacou a violência contra a mulher como um dos mais preocupantes desafios do Estado e, por isso, a necessidade do investimento em educação.

(Foto: Divulgação)

Cassação do mandato de Soldado Noélio é indeferida

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A Justiça Eleitoral do Ceará julgou improcedente, por unanimidade, o pedido de cassação do mandato de vereador de Fortaleza de Soldado Noélio, por infidelidade partidária. Em junho deste ano, Noélio deixou o PR para ingressar no Pros.

Em sua defesa, o vereador alegou que o PR era de oposição, mas acabou compondo a base aliada do governador Camilo Santana. “Me senti prejudicado”, justificou.

(Foto: Arquivo)

Publicada MP que adia reajuste dos servidores para 2020

O Diário Oficial da União publica neste sábado (1º), em edição extra, a Medida Provisória (MP) nº 849, que adia para 2020 o reajuste de servidores públicos federais, até então programado para o ano que vem. A decisão foi comunicada ontem (31) pelo ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, durante apresentação do Projeto de Lei Orçamentária (Ploa) de 2019.

Ao justificar o adiamento do reajuste, que deveria estar em vigor desde o ano passado, Guardia citou a necessidade de ajuste fiscal e disse que o atual momento do país não comporta o crescimento de gastos públicos obrigatórios. Segundo o ministro, a previsão do reajuste, entretanto, está mantida no Projeto de Lei Orçamentária, caso a MP que adia o aumento salarial não seja aprovada no Congresso Nacional.

O adiamento do reajuste a servidores públicos federais dará flexibilidade de R$ 4,7 bilhões para o próximo governo gastar com outras despesas, como investimentos federais (obras públicas e compra de equipamentos). Originalmente, o impacto seria de R$ 6,9 bilhões, mas Guardia explicou que um total de R$ 2,2 bilhões de reajustes previstos não foi regulamentado e perdeu a validade.

(Agência Brasil)

A eleição sem Lula

Da Coluna Política, no O POVO deste sábado (1º), pelo jornalista Érico Firmo:

No momento em que esta coluna era escrita, estava consolidada a maioria no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Nenhuma surpresa, mas demarca ao menos o fim de uma indefinição. Há perspectiva de o PT fazer novos recursos. Mas fica ainda mais clara a sinalização de que o candidato passa a ser Fernando Haddad (PT). Isso no dia em que ele estava em Fortaleza.

As próximas pesquisas se tornam decisivas. Deixam de ser simulações. Uma coisa é pesquisa com vários cenários possíveis. Bem diferente é quando está definido um rumo.

Confirmado candidato, o ex-prefeito de São Paulo tende a crescer. A dúvida é quanto. Passará a ter espaço nos debates futuros e nas sabatinas. Também fica interrogação sobre o potencial de atração de votos de Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede).

Outra dúvida é no Ceará, sobre Camilo Santana (PT). Ele vinha se equilibrando entre Lula e Ciro Gomes (PDT). Ontem, recebeu Haddad. Mas terá o ex-prefeito paulistano a mesma capacidade de Lula de neutralizar o envolvimento de Camilo na campanha?

Com Lula fora, Haddad tem desafio de conseguir que o ex-presidente transfira votos para ele. Ele tem convicção de que vai crescer. Quanto, segundo ele, é impossível projetar. Até por não haver precedente nessa situação – talvez no mundo. Uma coisa sobre a qual não há dúvida é a diferença na capacidade de comunicação entre Lula e Haddad com a população sertaneja.

O pavio curto dele é para quem é corrupto, diz Cid sobre o temperamento de Ciro

“O pavio curto dele é para quem é corrupto. A impaciência dele é contra a injustiça e a má distribuição de renda”. A declaração é do ex-governador Cid Gomes, candidato ao Senado pelo PDT, sobre o temperamento do irmão Ciro Gomes, candidato à Presidência da República.

Na noite dessa sexta-feira (31), Cid esteve à frente da inauguração do comitê de campanha de Ciro, no Ceará, que contou ainda com as lideranças do governador Camilo Santana (PT), candidato à reeleição, e do prefeito Roberto Cláudio, além de Zezinho Albuquerque e Salmito Filho, ambos candidatos a deputado estadual pelo PDT.

“Eu peço o engajamento de cada cearense para conversarmos com amigos, batermos um papo com os colegas de trabalho. Nós precisamos dar um novo rumo ao Brasil”, disse o governador, ao pedir empenho em prol de Ciro.

(Foto: Divulgação)

PT x PT – Decisão no TSE gera desejo pela candidatura Haddad

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Na contramão da postura da Executiva Nacional do PT, que insiste na candidatura Lula, até a última instância, aliados de Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo e vice na chapa petista, pedem a substituição na cabeça da chapa à Presidência da República, com a jornalista Manuela d’Ávila (PCdoB) indo para a vice.

A justificativa dos aliados do ex-prefeito de São Paulo é que Haddad é pouco conhecido no País e que o tempo de 10 dias sem propaganda eleitoral pode fazer a diferença entre uma retomada do PT nas pesquisas e o fracasso nas urnas.

Fontes do PT revelaram que Lula quer estender a candidatura “até onde der”, pois uma provável transferência de votos para Haddad seria mais eficaz na boca da votação do primeiro turno.

(Com Agências)

Presidenciáveis arrecadaram R$ 109,8 milhões, mostra TSE

Até ontem (31), dez dos 13 candidatos à Presidência da República declararam ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que arrecadaram mais de R$ 109,8 milhões.

O maior volume – 40,8% – é do tucano Geraldo Alckmin, que informou ter recebido R$ 44,8 milhões da direção nacional do PSDB. A menor arrecadação declarada até o momento foi a da candidata Vera Lúcia: R$ 50 mil recebidos do diretório nacional do PSTU.

Os partidos que formam as coligações dos candidatos são as principais fontes de recursos até o momento, com 80,5% do total declarado.

A doação por pessoas físicas, por sua vez, é responsável por 18,8% do arrecadado, segundo os dados mais recentes. Nesse quesito, Henrique Meirelles (MDB) foi o que mais arrecadou: R$ 20 milhões doados para si mesmo. Ele declarou um patrimônio total de R$ 377, 5 milhões.

Neste ano, o autofinanciamento está permitido e, caso queira, o candidato pode pagar até a integralidade de seus gastos de campanha, observado o teto de R$ 70 milhões no primeiro turno e de R$ 35 milhões no segundo.

Com patrimônio declarado de R$ 425 milhões, João Amoêdo (Novo) informou ainda não ter transferido dinheiro do próprio bolso para a campanha. Por outro lado, recebeu R$ 308 mil de financiamento coletivo, modalidade permitida pela primeira vez pela legislação eleitoral.

Confira abaixo o total arrecadado por cada candidato até a publicação desta reportagem:

Geraldo Alckmin – R$ 44.869.319,41

Candidato do PT – R$ 20.567.771,26

Henrique Meirelles – R$ 20.000.000,00

Ciro Gomes – R$ 10.053.649,00

Marina Silva – R$ 5.850.630,29

Guilherme Boulos – R$ 4.000.000,00

Álvaro Dias – R$ 3.710.000,00

João Amoêdo – R$521.686,63

João Goulart Filho – R$ 201.800,00

Vera Lúcia – R$ 50.000,00

Cabo Daciolo – Não informado

Eymael – Não informado

Jair Bolsonaro – Não informado

(Agência Brasil / Foto: Pedro Ladeira/Folhapress, PODER)

Políticos pelo fim da política

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Em artigo no O POVO deste sábado (1º), a Professora-Doutora em Direito na UFC Juliana Diniz avalia o discurso antipolítico de candidaturas, diante de um modelo de estado mínimo gerido por não políticos. Confira:

De acordo com informações levantadas pela Folha, 93% das grandes doações às campanhas eleitorais são ofertadas por empresários de destaque ou provêm de autofinanciamento, quando o candidato tem tanto dinheiro que pode se permitir o luxo de custear a sua campanha. É o caso de João Amoêdo, que visitou Fortaleza esta semana para conversar com empresários locais. Lançado à Presidência pelo partido Novo, o candidato é dono do maior patrimônio declarado entre os candidatos para o cargo (425 milhões de reais) e propõe como projeto um modelo de estado mínimo gerido por não políticos.

A emergência do discurso antipolítico de Amoêdo é uma das consequências de um ataque ao parlamento empreendido por um Judiciário cada vez mais ativista. A decisão proferida na Adin 4650 confirma a tese: em 2015, o STF dificultou o financiamento privado de campanhas ao proibir as doações de pessoas jurídicas, deixando o campo aberto para que as grandes fortunas pudessem concorrer diretamente e com mais folga.

O ministro Barroso, defensor do protagonismo das togas, afirmou na ocasião do julgamento que cabia à Corte servir de guardiã das regras do jogo democrático para “resgatar a representatividade do Poder Legislativo”. Propôs que o tribunal corrigisse via sentença a tradição histórica do patrimonialismo brasileiro, retirando o dinheiro da centralidade do processo eleitoral e equilibrando a relação entre mercado e política. O resultado foi oposto. Em um dos maiores exemplos de como o Judiciário pode interferir negativamente no debate sobre reformas estruturais, vimos o número de candidatos milionários disparar nestas eleições.

O jornalista Bruno Carazza apresentou boa análise das relações nada republicanas entre o poder econômico e o político. Em livro publicado este ano, intitulado “Dinheiro, eleições e poder”, Carazza demonstra que o interesse das grandes empresas em financiar a política é pragmático: os milhões em campanha eleitoral têm por objetivo a proteção de interesses econômicos imediatos através da influência em negócios com o estado ou na regulação. Não se faz doação, mas investimento.

As repercussões da decisão do STF começam a ser sentidas nesta eleição e mostram que reformas profundas não podem partir das Cortes, mas de um parlamento renovado. Ao pretender salvar a República, os defensores do iluminismo judicial abriram o caminho para um dos males que queriam evitar: a ascensão de políticos interessados no lucro e descomprometidos com o público.

Juliana Diniz

Doutora em Direito e professora da UFC

Proposta de General sobre inovação passa a fazer parte do plano de governo de Alckmin

“Vamos desenvolver tecnologias para podermos avançar mais. Teremos no Nordeste abrigos para startups, estímulo à inovação, pesquisas e apoio aos grandes talentos locais. E, em Fortaleza, tem uma proposta do General para aproveitamos melhor os espaços e atrairmos novas empresas de tecnologia”.

A promessa é do candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, ao apresentar para empresários cearenses o programa “Nordeste Inovador”, na noite dessa sexta-feira (31), na FIEC. Uma das primeiras propostas apresentadas foi o HUB de Inovação, idealização incorporada a partir do projeto do candidato ao Governo do Ceará, General Theophilo (PSDB).

Para a geração de empregos, Alckmin destacou o sucesso do programa de microcrédito do Banco do Nordeste para pequenos empreendedores, o Crediamigo, e relatou que pretende expandir a iniciativa, dobrando o número de atendidos para 4 milhões de clientes.

O tucano citou ainda a segurança hídrica no Nordeste como prioridade e revelou a criação dos INTA – Instituto Nordeste de Tecnologia da Água, ou o ITA da água. “O Nordeste precisa resolver de forma definitiva com planejamento, tecnologia e recursos seu problema da água”.

Foram apresentadas ainda propostas para infraestrutura e segurança para o Nordeste.

(Foto: Divulgação)

Ciro diz que vai processar revista Veja

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A revista Veja publicou na tarde desta sexta-feira, 31, reportagem acusando o candidato à Presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, de participar de esquema de corrupção durante governo de seu irmão Cid Gomes (2007-2015). Em nota, o presidenciável rebateu a matéria, chegando a dizer que irá processar “essa revista moribunda”, cujo público leitor “jamais teve o direito de saber a verdade”.

De título “O esquema cearense”, a matéria informa que Ciro Gomes tem lembrado os eleitores de que não é investigado pela Operação Lava Jato. “Mas a Lava Jato está no seu encalço”, diz o texto, que explica um suposto esquema em que Cid extorquia os irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da JBS.

A matéria traz ainda uma entrevista com Niomar Calazans, ex-tesoureiro do Pros, partido em que Ciro e Cid foram filiados entre 2013 e 2015. Niomar afirma que “Ciro sabia e participava, com certeza”, do esquema.

No Facebook, o ex-ministro Ciro Gomes se manifestou repudiando a publicação, associando-a “ao baronato que sangra o povo brasileiro”. “Vou processar criminalmente essa revista moribunda e o tal entrevistado que está, flagrantemente, mentindo a serviço de interesses clandestinos, os quais irei descobrir”, alega.

O candidato também defende seu irmão, que está disputando vaga ao Senado Federal pelo PDT. “Cid é honrado e nunca se envolveu em nenhuma imoralidade, ilegalidade ou corrupção”, assegura.

Leia nota completa:

“A terceira geração de gângsteres que controla a revista Veja a serviço de interesses internacionais, associada ao baronato que sangra o povo brasileiro, mais uma vez forja uma calúnia contra mim. Nunca me envolvi em qualquer tipo de corrupção, ilegalidade ou imoralidade ao longo dos meus 38 anos de vida pública. Nunca respondi e nem respondo por nenhuma acusação moral, nem jamais tive meu nome envolvido em qualquer escândalo. Vou processar criminalmente essa revista moribunda e o tal entrevistado que está, flagrantemente, mentindo a serviço de interesses clandestinos, os quais irei descobrir.

Nas vésperas das eleições de 2010, como agora, a mesma revista inventou uma mentira ainda mais chocante, que foi na mesma hora desmentida pela Polícia Federal. Até hoje, quem se informa por essa desonesta publicação, jamais teve o direito de saber a verdade.

De igual leviandade é a tentativa sórdida de, mais uma vez, envolver Cid Gomes nesse processo de mentira. Cid é honrado e nunca se envolveu em nenhuma imoralidade, ilegalidade ou corrupção.”

Ciro Ferreira Gomes.

(O POVO Online – Wanderson Trindade)

PT diz que vai recorrer da decisão que impediu candidatura de Lula

Em nota divulgada no início da madrugada deste sábado (1º), antes mesmo do encerramento da votação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que indeferiu o registro da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PT informou que vai recorrer da decisão e que “continuará lutando por todos os meios para garantir sua candidatura nas eleições de 7 de outubro”.

O partido classificou a decisão de “violência contra os direitos de Lula e do povo que quer elegê-lo presidente da República”. A manifestação do PT foi feita quando ainda votava a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, mas com placar de 6 a 1, resultado que formava maioria contra a candidatura do ex-presidente.

Na nota, o partido diz que pretende apresentar “todos os recursos aos tribunais para que sejam reconhecidos os direitos políticos de Lula previstos na lei e nos tratados internacionais ratificados pelo Brasil”. Diz ainda que pretende defender o candidato nas ruas, “junto com o povo, porque ele é o candidato da esperança”.

Além da nota, o PT também divulgou na página do partido o primeiro vídeo do programa eleitoral de Lula, acompanhado do título “O vídeo de Lula que Barroso não quer que o Brasil assista”. No voto do relator Luís Roberto Barroso, acompanhado pela maioria dos ministros, o partido fica proibido de fazer campanha por Lula e ganha prazo de 10 dias para trocar a candidatura. A propaganda eleitoral no rádio e na TV dos candidatos a presidente começa neste sábado.

(Agência Brasil)