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Lula candidato sim

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Em artigo sobre a candidatura Lula, o Professor Doutor de Direito Internacional Público e advogado Marcelo Ribeiro Uchôa aponta determinação do Comitê de Direitos Humanos da ONU, que garante ao ex-presidente o gozo dos direitos de candidato à Presidência da República, em igualdade de condições com os demais candidatos. Confira:

Como é de amplo conhecimento, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva acionou, em 2016, com base na hipótese prevista no art.1º do Protocolo Facultativo ao Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos (com competência reconhecida pelo Brasil através do Decreto Legislativo 311/2009), o Comitê de Direitos Humanos da ONU (órgão previsto no art. 28 de citado Pacto, também reconhecido pelo Brasil através do Decreto 592/92), alegando violação em determinadas liberdades fundamentais, por exemplo, o fato de haver sido vítima de violenta condução coercitiva determinada judicialmente, operacionalizada por centenas de policiais, numa época em que sequer era réu da Justiça; determinação judicial ilegal (oriunda do mesmo juízo) de quebra de sigilo telefônico de chamada realizada com a então presidenta Dilma Rousseff, sem autorização do STF, inclusive, com eventual vazamento do teor do áudio para a imprensa nacional; ofensa à sua dignidade e honra, dentre outros aspectos que demonstravam que o ex-presidente estava sendo forçosamente submetido a um juízo parcial, inquisitório e seletivo, não por acaso estando hoje aprisionado sem sequer haver usufruído de seu direito constitucional de recorrer em liberdade a todas as instâncias judiciárias.

O comunicado do ex-presidente endereçado ao Comitê de Direitos Humanos da ONU em 2016 (Comunicado n. 2841/2016) não foi decidido em definitivo. Porém, considerando factíveis e bem fundamentadas as violações alegadas, adensadas, agora, de outro elemento que diz respeito a uma possível nova violação do art. 25 do Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos, que se refere à garantia de não discriminação em matéria de direitos políticos, no caso, ao registro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato à Presidência da República nas eleições em curso, incluídos aí seu direito de participação político-eleitoral pleno, o Comitê de Direitos Humanos da ONU determinou, em resposta à comunicação incidental realizada pela diligente defesa do ex-presidente, em 27 de julho passado, que o Estado brasileiro, por suas instituições competentes, gestione no sentido de garantir ao ex-presidente o gozo dos direitos de candidato à Presidência da República, em igualdade de condições com os demais candidatos.

A requisição internacional não impressiona, pois todo ser humano dentro ou fora do Brasil deveria ter direito de usufruir da máxima da presunção de inocência até o esgotamento dos recursos judiciais cabíveis. Saliente-se que, no caso concreto, está-se falando de uma situação permeada de transgressões jurídicas e judiciais em série, que mais dia, menos dia serão desmascarados nacional e internacionalmente. A medida do Comitê de Direitos Humanos da ONU também em nada abala o bom senso, quando se percebe, com clareza induvidosa, que o ex-presidente está sendo impedido de candidatar-se por ser o candidato potencialmente com maior preferência popular. A denegação de sua candidatura seria, portanto, um erro de impossível reparação, uma hipótese que nenhuma reversão judicial poderia eventualmente compensar.

Neste momento em que se discute se o Brasil deve ou não cumprir a determinação do Comitê de Direitos Humanos da ONU, é importante deixar muito bem esclarecido que não cabe à Justiça brasileira, ou a qualquer outro poder que seja neste país, alegar soberania nacional para descumprir tal decisão. O Brasil é signatário de todos os pactos internacionais de direitos humanos atinentes ao caso. Descumprir a medida seria, por exemplo, em sentido diverso, porém perspectiva semelhante, não atender o que ninguém ousa questionar acerca dos deveres de proteção cautelar determinados internacionalmente no caso de Mônica Benício, viúva da ex-vereadora Marielle Franco, que vem sofrendo ameaças desde a covarde execução, com um agravante ainda mais enfático de que no caso do ex-presidente brasileiro a matéria não tramita na Comissão Interamericana de Direitos Humanos, porém, no Comitê de Direitos Humanos da ONU, principal órgão monitorador do sistema global de proteção dos direitos humanos das Nações Unidas. Por isso, achando-se bom ou não, Lula é candidato, sim, à Presidência da República.

Marcelo Ribeiro Uchôa,

Advogado e Professor Doutor de Direito Internacional Público da Unifor

Egito sanciona lei que aumenta controle governamental sobre a internet

O presidente do Egito, Abdul Fatah al Sisi, promulgou uma nova Lei que outorga mais poderes às autoridades para bloquear sites e controlar conteúdos publicados na internet, informou neste sábado a agência oficial Mena.

A nova lei estipula que as empresas provedoras de serviços de internet (ISP) serão obrigadas a entregar às autoridades os dados de contato de qualquer usuário que seja suspeito de ter cometido crimes cibernéticos, informações que deverão armazenar durante 180 dias.

O texto também ampara as autoridades para bloquear sites egípcios ou estrangeiros envolvidos na divulgação de conteúdos que possam representar uma “ameaça à segurança nacional”, segundo detalhes oferecidos pelo jornal oficial Al Ahram.

Além disso, serão penalizados com prisão e multas os usuários que administrem contas na internet com o objetivo de cometer ou facilitar crimes.

A lei também considera crime a pirataria informática, assim como o acesso ilegal a dados ou e-mails de outros usuários ou a sites protegidos.

Esta nova norma, aprovada pelo Parlamento em julho, foi criticada por organizações defensoras dos direitos humanos egípcias e internacionais, entre elas a Anistia Internacional (AI), que acreditam que a lei amparará a censura de conteúdos na internet.

Desde maio de 2017, centenas de sites permanecem bloqueados no Egito, incluindo páginas de veículos de imprensa, organizações não governamentais, grupos políticos opositores e de empresas que oferecem serviços VPN, usados para se conectar a servidores estrangeiros e assim poder acessar conteúdos censurados no país.

Esta nova lei se soma a outras leis de imprensa aprovadas pelo Parlamento em junho, que aumentaram os poderes do Conselho Supremo para a Organização dos Veículos de Imprensa, órgão que terá poder para censurar sites.

(Agência Brasil com a EFE)

A força de Lula e o alerta para Ciro

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Da Coluna Política, no O POVO deste sábado (18), pelo jornalista Érico Firmo:

A pesquisa Ibope, contratada pelo Sistema Verdes Mares, é amostra impressionante da força de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Ceará. Ele aparece com 56% das intenções de voto no Estado. Chama atenção porque Ciro Gomes (PDT) também está na pesquisa. O percentual dele é de 15%.

Chama atenção, sobretudo, porque Ciro foi candidato a presidente duas vezes. Em ambas enfrentou Lula. E nas duas teve mais votos no Ceará. Em 1998, Ciro teve 909,4 mil votos no Estado, contra 872,2 mil de Lula. Em 2002, o placar foi de 1,52 milhão contra 1,35 milhão. Hoje, o placar é de 56% a 15%.

Sem Lula, Ciro sobe bastante, para 39%. Como o petista não deverá mesmo ser candidato, o pedetista não tem tanto com que se preocupar. Em tese, tem caminho livre para sua melhor votação no Estado.

O problema para ele é o potencial de transferência de voto de Lula para Fernando Haddad. Na pesquisa Ibope, fica em 2%. Pode ter certeza de que, se não será de jeito nenhum de 56%, também não ficará nos 2%.

Como o próprio Ciro diz, para ter alguma chance, ele precisa ir muito bem no Ceará. Até para sustentar o discurso que aborda as conquistas do Estado.

A força de Lula e o fato de ser o estado de Ciro cria cenário muito próprio no Ceará. Tanto Jair Bolsonaro (9%) quanto Marina Silva (5%) ficam bem abaixo de seus patamares nacionais. Bolsonaro tem a metade do que obtém em todo o Brasil. Mesmo no cenário sem Lula, Bolsonaro passa de 9% para 14%, abaixo de seu patamar nacional.

Com Lula, o candidato do PSL tem 9%, não tão distante assim dos 15% de Ciro.

Camilo, Eunício e Cid voltam a realizar campanha juntos

Após participarem de comício na noite dessa sexta-feira (17), em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza, o governador Camilo Santana (PT) e o senador Eunício Oliveira (MDB), ambos candidatos à reeleição, percorreram neste sábado (18) as ruas e avenidas de Horizonte, também na Região Metropolitana, ao lado do ex-prefeito e ex-tucano Nezinho (PDT).

O ex-governador Cid Gomes (PDT), candidato ao Senado, voltou a marcar presença ao lado de Camilo e Eunício, depois de ausente do comício em Caucaia.

Na noite deste sábado, Cid Gomes deverá estar na companhia de Camilo Santana no lançamento no Ceará da campanha de Ciro Gomes (PDT) à Presidência da República, no bairro Papicu.

(Foto: Divulgação)

Redução – Dos 27,4 mil registros de candidaturas, 8,4 mil são de mulheres

As candidaturas femininas nas eleições de outubro chegam a 30,7%, o equivalente a 8.435, do total de 27.485 pedidos de registros encaminhados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O Centro-Oeste é a região com maior percentual 31,14%, depois o Sudeste (31,02%), Sul (30,84%), Nordeste (30,30%) e Norte (29,75%).

Pela legislação, 30% é o percentual mínimo de candidaturas do sexo feminino por partido. Em 2014, as mulheres representavam 8,1 mil, ou 31,1% das candidaturas. Apesar da baixa evolução, analistas políticos consideram positivo o percentual registrado e observam mudanças na forma como as eleitoras devem escolher seus candidatos.

De acordo com os dados da Justiça Eleitoral, a maioria das candidatas se declara branca (51,7%) e parda (33,4%). A maior parte tem entre 45 e 49 anos e nível superior completo. A quantidade de casadas e solteiras é praticamente igual: 40%.

Pelos dados, 61,7% das candidaturas são para vagas de deputadas estaduais, enquanto 30% para federais. Há apenas duas candidatas à Presidência da República – Marina Silva (Rede) e Vera Lúcia (PSTU) – e 29 para governos dos estados.

(Agência Brasil)

Cid Gomes: Nem todo político é ladrão

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O candidato ao Senado pelo PDT, Cid Gomes, afirmou, em Brejo santo (Região do Cariri), em clima de campanha eleitoral, que nem todo político é ladrão.

“Ainda existem homens bem intencionados e que querem transformar a vida das pessoas”, disse o ex-governador, durante fala quando do lançamento da candidatura do ex-prefeito da cidade, Guilherme Landim, à Assembleia Legislativa.

“Muitos cearenses tem o sentimento que todo político é ladrão. Mas esse não é o caminho que a gente deve acreditar. Há na vida pública gente com sensibilidade ao sofrimento dos mais pobres. O Ceará é o exemplo disso”, reiterou Cid Gomes.

(Foto – Divulgação)

Aumento de benefícios a produtor rural pode ser vetado, diz secretário

O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, disse que o governo federal estuda vetar a ampliação de benefícios a produtores rurais incluídos na Medida Provisória (MP) 842, que trata do refinanciamento da dívida do setor.

O texto, que foi aprovado nesta semana pela comissão especial que analisa a MP no Congresso Nacional, previa descontos entre 40% e 80% apenas para produtores das regiões Norte e Nordeste, mas os parlamentares estenderam os benefícios a produtores de outras regiões.

Com isso, o impacto orçamentário da medida será R$ 900 milhões superior ao projetado pelo governo.

“A gente deixou muito claro que o que tem disponível hoje é R$ 1,6 bilhão. Mesmo que haja aumento de arrecadação, estamos próximos do teto de gastos”, afirmou Mansueto, após participar, como palestrante, de um evento da Fundação Getulio Vargas (FGV), em Brasília. Segundo o secretário, se for mesmo aprovada pelo Congresso Nacional, a ampliação dos benefícios pode chegar a R$ 2,5 bilhões de impacto orçamentário. Mansueto disse que, caso não haja disponibilidade orçamentária, os trechos que não tiverem sido acordados entre governo e Parlamento poderão ser vetados.

Apesar de estender os benefícios aos produtores rurais de todo o país, os descontos para a liquidação das dívidas as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste serão menores, variando de 60% nas operações até 2006 e de 30% nas operações até 2011. A MP 842 segue agora para votação dos plenários da Câmara e do Senado, para seguir depois à sanção presidencial.

Mansueto adiantou, sem informar valores, que a arrecadação de receitas no mês de julho foi “muito boa”, mas que, mesmo assim, o orçamento federal continua limitado pela regra do teto de gastos, que restringe as despesas públicas em todas as áreas. O próximo relatório de receitas e despesas do governo, que confirmará os números da arrecadação, será divulgado em setembro.

(Agência Brasil)

Eunício e Eduardo Girão são os candidatos ao Senado mais ricos do Norte, NE e Sudeste

Os cearenses Eunício Oliveira (MDB) e Eduardo Girão (Pros), ambos empreendedores do ramo da segurança privada, estão entre os cinco candidatos ao Senado mais ricos do País. Os dois empresários apresentaram patrimônio superior a todos os nomes ao Senado de três regiões do Brasil: Norte, Nordeste e Sudeste. Os dados são do DivulgaCand, do Tribunal Superior Eleitoral.

Enquanto o emedebista disse à Justiça Eleitoral ter um patrimônio de R$ 89,2 milhões, o ex-presidente do Fortaleza Esporte Clube apresentou um montante de R$ 36,3 milhões.

Os números ficam atrás apenas de multimilionários, como o candidato Fernando Marques (SD), do Distrito Federal, que apresentou impressionantes R$ 667 milhões. Ele é do setor farmacêutico.

Estão à frente dos cearenses ainda os candidatos Oriovisto Guimarães (Podemos), do Paraná, que declarou R$ 239,7 milhões, e Pedro Chaves (PRB), do Mato Grosso do Sul, com um valor de R$ 130,4 milhões.

Conforme levantamento feito pelo O POVO, dos 342 que buscam uma das 81 cadeiras no Senado Federal, 139 declararam um patrimônio acima de um milhão de reais. O percentual de milionários é de 40,64% de todos os postulantes.

Ainda entre os cearenses, os candidatos José Alberto Bardawil (Podemos) e Cid Gomes (PDT) também declararam bens acima de um milhão de reais.

Com a mudança na legislação que proíbe a doação de pessoas jurídicas para as campanhas, muitos empresários optaram por financiar boa parte das suas atividades eleitorais.

Com treze candidatos, o Ceará é o quarto Estado brasileiro com o maior patrimônio declarado, somando todos os nomes que disputam uma vaga no Senado. Juntos, os postulantes somam a cifra de R$ 132,3 milhões.

Bem diferente da realidade da esmagadora maioria da população cearense, que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2017, tem um rendimento médio mensal no valor de R$ 824. Fica abaixo de um salário mínimo, que está em R$ 954.

O perfil dos candidatos mais ricos em cada Estado é de centro-direita. Dos 27 estados, o MDB lidera em seis deles. Pelo menos duas delas com veteranos da política, como Edison Lobão (MDB), no Maranhão, que declarou R$ 8,6 milhões, e Renan Calheiros, em Alagoas, que apresentou quase R$ 2 milhões.

O PSDB, vem na sequência com quatro nomes. Seguido de PP e DEM, com três. As legendas PSC, PPL, PTC, PV, PSL, PTB, Novo, PSD, SD, PRB e Podemos lideram em pelo menos um Estado. Partidos que militam pelas ideias mais progressistas, como PT, Psol e PSB não lideram nos Estados.

Embora apresente poucos candidatos ao Senado, o Novo, com viés empresarial, tem contribuído para inserir o mercado financeiro na disputa eleitoral. O candidato à Presidência da República, João Amoêdo, declarou o valor de R$ 425 milhões.

O discurso adotado é de sucesso no trabalho e na carreira no campo privado. A ideia é convencer o eleitor que o sucesso na carreira empresarial é garantia de boa administração pública.

Bens

Se por um lado há os super-ricos, por outro há os pouco abastados. Como exemplos, estão Jorge Vianna (MDB), da Bahia, que declarou R$ 950,78 de patrimônio. Já Anísio Guato (Psol), do Mato Grosso do Sul, apresentou R$ 60.

(O POVO – Repórter Wagner Mendes)

Candidatos fazem as considerações finais

Alckmin afirmou que os 50 tons do governo Temer, os quais Boulos se refere, 40 são vermelhos, pois o PT e aliados votaram duas vezes em Temer, como vice de Dilma Rousseff.

Meirelles disse que não é político, mas voltou ao Brasil para gerar 12 milhões de empregos.

Ciro ressaltou que irá gerar dois milhões de empregos, retomar obras paradas e ajudar o brasileiro a sair do SPC.

Boulos disse que Alckmin vestiu a carapuça dos 50 tons do governo Temer.

Bolsonaro apontou que o Brasil precisa de um presidente honesto e patriota, que afaste de vez o fantasma do comunismo.

Álvaro Dias lamentou a tentativa de generalizar a política.

Marina ressaltou que, além de propostas, deve-se atentar para propósitos.

Daciolo pede oportunidade aos mais de 30 milhões de brasileiros que votaram branco ou nulo na última eleição.

(Foto: Reprodução)

Bolsonaro diz que estão tentando colocar mulheres contra a sua candidatura

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Em debate com Henrique Meirelles, o candidato Jair Bolsonaro se irritou com a colocação do emedebista sobre a discriminação da mulher no mercado de trabalho, ao aformar que Bolsonaro teria dito anteriormente que as mulheres deveriam ganhar um menor salário que os homens. Bolsonato assegurou que nunca realizou tal afirmação e ressaltou que a CLT já iguala as condições de trabalhadores de sexo aposto. Disse ainda que estão tentando colocar as mulheres contra a sua candidatura. Meirelles não reforçou a colocação.

Ciro e Alckmin voltam a debater a questão da carga tributária.

Marina Silva e Ciro trocam eleogios, assim como ocorreu no debate anterior.

Bolsonaro agradece à direção do debate por ter retirado o púlpito que era destinado a Lula, “um bandido”.

Marina e Bolsonaro geram a maior tensão no debate, quando discutiram questões como mulheres, armamento, aborto e drogas.

Boris Casoy corrigiu a questão da retirada do púlpito destinado a Lula, que teria sido uma decisão de todos os candidatos, à exceção de Boulos.

(Foto: Reprodução)

Jornalistas tentam polarizar segundo bloco entre Ciro e Alckmin

Jornalistas da Rede TV e da revista IstoÉ centram o segundo bloco do debate nos candidatos Ciro Gomes e Geraldo Alckmin, que resgataram falas do bloco anterior sobre impostos. Ciro Gomes disse que o PSDB é o autor do Código Tributário, enquanto o ex-presidente FHC explodiu a carga tributária. Alckmin defendeu FHC, como presidente e como ministro do governo Itamar Franco.

(Foto: Reprodução)

Candidatos evitam desgaste com ataques

Encerrado o primeiro bloco do debate da Rede TV, os candidatos evitaram o desgaste provocado por ataques e se limitaram a promoção de suas candidaturas. Às exceções de Boulos e Cabo Daciolo, que seguem como francos atiradores, os candidatos tentaram elevar o nível do debate com perguntas sobre impostos e empregos, como o debate entre Ciro Gomes e Geraldo Alckmin.

(Foto: Reprodução)

Começa debate na Rede TV

Com a participação de oito candidatos à Presidência da República. começou em São Paulo o debate da Rede TV, com mediação é dos jornalistas Boris Casoy, Mariana Godoy e Amanda Klein.

Participam do debate os candidatos Alvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo (Patriota), Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (PSol), Henrique Meirelles (MDB), Jair Bolsonaro (PSL) e Marina Silva (Rede).

(Foto: Reprodução)

Camilo diz que pesquisa reflete reconhecimento do trabalho realizado no Ceará

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O governador Camilo Santana (PT), candidato à reeleição, disse nesta sexta-feira (17), no Cariri, que os números da pesquisa Ibope/Verdes Mares, divulgados ontem (16), refletem o reconhecimento do trabalho realizado no Ceará.

Camilo aparece com 64% das intenções de voto, contra 4% do General Theophilo (PSDB), segundo colocado.

Camilo esteve acompanhado dos candidatos ao Senado, Cid Gomes (PDT) e Eunicio Oliveira (MDB).

(Foto: Divulgação)

Campanha sem ódio – Salmito pede a apoiadores um espírito democrático contra fake news

O presidente da Câmara Municipal de Fortaleza, Salmito Filho, candidato a deputado estadual pelo PDT, pediu nesta sexta-feira (17), que apoiadores e simpatizantes da campanha não reajam com ódio contra os fake news, os quais ele tem sido vítima nesse início de período eleitoral.

Salmito disse que os fake news devem ser rebatidos com informações verdadeiras, diante de um espírito democrático, tendo como base os grandes veículos de comunicação.

A reunião com os apoiadores ocorreu na Aldeota, onde no sábado (25) será inaugurado o comitê de campanha, no antigo prédio do Detran-CE, na avenida Santos Dumont.

(Foto: Leitor do Blog)

TSE nega novo pedido de Lula para participar de debate na TV

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Sérgio Banhos decidiu na noite desya sexta-feira (17) rejeitar novo pedido do PT para autorizar a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no debate que será realizado hoje, na Rede TV, às 22h, com candidatos à Presidência da República nas eleições de outubro.

Ontem (16), a participação de Lula foi vetada pelo ministro, mas a defesa recorreu da decisão por entender que o ex-presidente poderia participar por meio de videoconferência ou vídeos gravados antecipadamente.

Na nova decisão, o ministro reafirmou que a prisão de Lula está relacionada a questões criminais, que não podem ser analisadas pela Justiça Eleitoral.

Lula está preso desde 7 de abril, na sede da Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba, em função de sua condenação a 12 anos e um mês de prisão na ação penal do caso do triplex em Guarujá (SP). Para o PT, como candidato registrado no TSE, Lula tem direito de participar do debate.

Na quarta-feira (15), o partido registrou no TSE a candidatura de Lula à Presidência e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad como vice na chapa.

Em tese, o ex-presidente estaria enquadrado no artigo da Lei da Ficha Limpa que impede a candidatura de condenados por órgãos colegiados. No entanto, o pedido de registro e a possível inelegibilidade precisam ser analisados pelo TSE. O pedido funciona como o primeiro passo para que a Justiça Eleitoral analise o caso.

(Agência Brasil)

Centro Cultural Bom Jardim abre campanha Juventude e Não Violência

Com o objetivo de tirar do imaginário social a ideia de que o Grande Bom Jardim é um local onde existe apenas violência, o Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ) começa na próxima terça (21) a campanha “Juventudes e Não Violência”. Serão quatro encontros nos quais artistas, profissionais e representantes do governo e da sociedade civil vão apresentar iniciativas de sucesso nos campos das artes e da cultura nos bairros que compõem essa área da cidade: Granja Portugal, Granja Lisboa, Canindezinho, Siqueira e Bom Jardim.

Organizada pelo Núcleo de Articulação Técnica Especializada (NArTE), do CCBJ, a campanha focará no diálogo, nas diversidades e nos projetos de vida como forma de sensibilizar as juventudes e suas famílias “na desconstrução da cultura da violência”, acentua o organismo.

Confira a programação:

Terça, 21
Formação continuada sobre Redução de Danos
Facilitadores: NArTE e Rafael Baquit, psiquiatra e membro da Associação Brasileira de Redução de Danos (ABORDA)
Local: Teatro Marcus Miranda, das 14h às 18h

Quinta, 23
Cinedebate sobre Não Violência
Facilitadores:Caio Feitosa (Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos), Wilbert Santos, Wesley Lobo e Eduardo Marques (Coletivo Bomja Roots) e Rômulo Silva (Núcleo de Estudos sobre Conflitualidade e Violência – COVIO/UECE)
Local: Biblioteca, das 14h às 17h

Sexta, 24
criAção e Saraokê
Facilitadores: NArTE
Local: Praça Central e Campinho do CCBJ, das 15h às 17h

Quinta, 30
Grande Ato Juventudes e Não Violência com feira de serviços, apresentações artísticas e debates
Local: Praça Central e Campinho do CCBJ, das 14h às 21h.