Blog do Eliomar

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Senadora do PMDB acredita que julgamento de Dilma será aceito por pelo menos 55 senadores

A senadora Simone Tebet (PMDB-MS) avalia que o pedido de julgamento da presidente afastada Dilma Rousseff terá 55 votos favoráveis, mesmo placar da votação de admissibilidade da denúncia no Senado.

Segundo a senadora, são muitos os crimes atribuídos à presidente. Para a parlamentar, o maior foi de responsabilidade fiscal, que jogou para a fila do desemprego o dobro que havia de desempregados.

Para a senadora, Dilma teve ampla defesa. “Agora, é um julgamento político dentro de uma democracia”, atentou Tebet, ao afirmar que golpe seria não reconhecer a decisão do Senado, contra ou a favor de Dilma.

(com Agência Senado e com a Rádio Senado)

Vaias a Temer foram isoladas e não prejudicam imagem do Brasil, diz ministro

As vaias ao presidente em exercício Michel Temer, na cerimônia de abertura da Olimpíada do Rio de Janeiro, foram isoladas e não vão prejudicar a imagem do Brasil no exterior, segundo o ministro do esporte, Leonardo Picciani: “Houve vaias e aplausos, a participação do presidente não durou 30 segundos em uma cerimônia de quatro horas e não houve clima de hostilidade”.

O ministro também elogiou a cerimônia de abertura. “A abertura ontem foi extraordinária, à altura das melhores já realizadas em todas as edições dos Jogos Olímpicos, mostrando a capacidade do Brasil de, desde o começo do evento, cumprir bem com suas tarefas”, disse ele neste sábado (6) ao participar de uma campanha de divulgação do jiu-jítsu, na Casa Brasil, na zona portuária da cidade.

Picciani fez um balanço positivo do evento até o momento e também elogiou a abertura da prova de ciclismo de estrada, que presenciou na zona oeste do Rio de Janeiro. “O ciclismo de estrada hoje pela manhã começou no horário, tudo transcorreu com perfeição, as pessoas curtindo por toda a cidade. Creio que começamos com o pé direito e iremos assim até o final”, declarou.

(Agência Brasil)

Inauguração de posto põe fim a conflitos entre comunidades

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foto posto saúde pq jerusalém

Após quase 10 anos do início das obras, finalmente o posto de saúde Regina Maria da Silva Severino, no Parque Jerusalém, foi entregue à comunidade, nessa sexta-feira (5), por meio da primeira-dama Carol Bezerra e da secretária Municipal de Saúde, Socorro Martins.

Tão importante quanto o atendimento de cerca de 20 mil pessoas, na Regional V, o posto de saúde põe fim a um histórico de conflitos entre as comunidades do Parque Jerusalém e do Canindezinho.

Sem atendimento na comunidade, moradores do Parque Jerusalém eram obrigados a se deslocar até o posto de saúde Abner Cavalcante Brasil, no Canindezinho. O problema é que as duas comunidades apresentam ocorrências de rivalidade e, inclusive, violência.

A situação ganhou um novo capítulo em 2011, quando o posto de saúde no Canindezinho permaneceu fechado por sete meses, diante da necessidade de reforma na estrutura do prédio. Sem atendimento, a comunidade entendeu a necessidade dos moradores do Parque Jerusalém e os conflitos diminuíram, de acordo com os registros de ocorrências no 32º Distrito, no Parque Santa Cecília, após a reabertura do Abner Cavalcante Brasil, em fevereiro de 2012.

Topo da campanha pende à direita

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Da Coluna Política, no O POVO deste sábado (6), pelo jornalista Érico Firmo:

Ao se lançar candidato, o Capitão Wagner (PR) enfatizou não ser “nem esquerda nem direita radical”. Procura dialogar com eleitores de ambos os campos e, sobretudo, com a maioria, que não fica de lado nenhum. Uma curiosidade sobre a vida política de Wagner: quando ele decidiu se lançar candidato pela primeira vez, para a eleição de 2010, ele não tinha vínculos políticos ou preferências. Com respaldo da base da Polícia Militar, queria se eleger deputado estadual. Ele já travava embates com o governo Cid Gomes. Então, procurou opções na oposição. E a primeira legenda que buscou foi o Psol, segundo conta. Nunca obteve resposta. Então, procurou outra sigla de oposição. Acabou no PR, onde está até hoje.

São legendas drasticamente opostas. O Psol é da esquerda radical, da qual Wagner nega ser parte. O PR é o sucessor do antigo Partido Liberal, o PL, que por muito tempo foi controlado pela Igreja Universal. Tem raiz de direita e essência conservadora. Está aliado a PSDB e PMDB, espinha dorsal do governo Michel Temer.

Caso Wagner tivesse se filiado ao Psol para a eleição de 2010, teria dado ao partido votos suficientes para eleger João Alfredo deputado estadual. Hoje adversário de Wagner na disputa pela Prefeitura, João teve 33,6 mil votos. Wagner teve 28,8 mil. Nenhum deles foi eleito naquela ocasião. Mas isso é outra história.

Na outra das maiores coligações, Roberto Cláudio (PDT) pertence a grupo que se reivindica de centro-esquerda. É assim visto no âmbito nacional, embora seja rejeitado pela esquerda tradicional no Ceará. Na administração, o prefeito teve embates com os setores considerados mais progressistas – o mais contundente deles sobre os viadutos do Cocó. Mas adotou série de medidas, sobretudo na área de mobilidade, que representam acenos para esses segmentos. As mais perceptíveis são ações voltadas para bicicletas e corredores de ônibus.

Entre aliados de Roberto Cláudio, alguns defendiam que ele escolhesse vice que representasse aceno à esquerda. O deputado federal Chico Lopes, do PCdoB, seria a alternativa nesse caso. Chico, inclusive, tomou cuidados nas últimas semanas, na comunicação de seu mandato, para não ficar inelegível. Mas, para a função, a opção do prefeito acabou sendo por perfil oposto. Moroni é de partido de direita, o DEM. Tem no histórico ideais conservadores. Votou pelo impeachment de Dilma Rousseff (PT). A antítese de tudo que o grupo Ferreira Gomes tem defendido no plano nacional.

Roberto Cláudio acredita que o fator local será preponderante e a crise em Brasília terá pouco efeito na eleição, em comparação com fatores locais. É bem provável. Seja como for, em ambas as alianças, há fortes relações com o governo Temer e a defesa do impeachment de Dilma.

CFM diz que planos de saúde populares só beneficiariam empresas

O Conselho Federal de Medicina criticou nessa sexta-feira (5) a proposta do Ministério da Saúde de criar planos de saúde populares. Para a entidade médica, os serviços só beneficiariam os empresários da saúde suplementar.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, tem defendido a criação de planos de saúde mais baratos como forma de desafogar a rede pública, já que mais pessoas iriam para o atendimento privado.

O ministério criou um grupo de trabalho para discutir o formato destes planos populares, mas a ideia inicial é que tenham cobertura menor do que a estabelecida atualmente como obrigatória pela Agência Nacional de Saúde.

Para o CFM, a proposta não é a solução para os problemas do Sistema Único de Saúde, pois os planos populares seriam limitados a consultas ambulatoriais e a exames subsidiários de menor complexidade. “Portanto, não evitarão a procura pela rede pública ou impacto prejudicial ao financiamento do SUS”, disse a entidade em nota.

O conselho argumenta que o fortalecimento da rede pública passa pelo aumento de verbas, aperfeiçoamento de mecanismos de gestão, criação de políticas públicas de valorização profissional e pelo combate à corrupção.

O Conselho Nacional de Saúde e a Associação Brasileira de Saúde Coletiva também se manifestaram contra a proposta do ministro. Segunda as entidades, os planos de saúde econômicos enfraqueceriam o SUS, que precisa de mais financiamento.

(Agência Brasil)

“Lula nem veio na minha campanha”, reclama Camilo Santana

foto camilo e lula

No primeiro ato ao lado de Roberto Cláudio após convenções, o governador Camilo Santana (PT) comentou com ressentimento o encontro com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na última segunda-feira, 1º, por ocasião da convenção de lançamento da candidatura de Luizianne Lins (PT). Camilo disse que faltou “bom senso” na decisão de lançar Luizianne e que era “bom lembrar” que Lula, “inclusive, nem veio” para sua campanha para o governo do Estado, em 2014.

Segundo Camilo, a reunião aconteceu por desejo do próprio Lula, que “pediu pra ter uma conversa” com o governador. “Tenho o maior respeito pelo ex-presidente. Mas ele, inclusive, nem veio na minha campanha pra governador. É bom lembrar disso”, disse, em referência à vinda de Lula a Fortaleza para apoiar a campanha de Luizianne Lins.

Num tom de ressentimento incomum em seus discursos, Camilo Santana lembrou que, na época de sua campanha, foi “o único candidato do PT que não teve nem uma gravação do ex-presidente Lula” e que, pelo fraqueza no apoio, “parte do PT também não votou na candidatura do Camilo”.

Junto do prefeito Roberto Cláudio (PDT) na visita à obra do IJF2 nesta sexta-feira , 5, o petista contou que outro assunto na conversa com o ex-presidente Lula foi a reafirmação de que, ao contrário de seu partido, Camilo está ao lado do prefeito na campanha pela reeleição.

“Mais uma vez, digo que acho que o mais sensato para Fortaleza era unir os partidos – até porque o PDT tem sido um grande aliado, a nível federal e estadual. Mas, infelizmente, o bom senso não prevaleceu”, lamentou.

Elmano de Freitas, presidente do diretório municipal do PT, acredita que “o governador deveria se colocar no lugar de Lula”. Na avaliação do vice de Luizianne, na época da campanha de Camilo “havia dois candidatos que eram da base do ex-presidente” – Eunício Oliveira (PMDB) sendo o segundo.

“Nem eu, em 2012, quando disputei eleições pela Prefeitura de Fortaleza, tive participação da presidente Dilma. E eu entendo que foi por decisão política, especialmente pelo cargo que ela ocupava, já que os Gomes também eram da base”, rebateu o deputado estadual.

(O POVO)

Começam hoje proibições de propaganda eleitoral no rádio e na TV

As emissoras de rádio e TV estão proibidas, a partir deste sábado (6), de veicular imagens de realização de pesquisa ou de qualquer outro tipo de consulta popular de cunho eleitoral, em que seja possível identificar o entrevistado ou que haja manipulação de dados.

Além disso, segundo a Lei das Eleições, estão vedadas a veiculação de propaganda política e a difusão de opinião de candidato, partido ou coligação que concorrerão às eleições municipais de outubro, quando serão escolhidos prefeitos, vice-prefeiros e vereadores.

Estão proibidas ainda a transmissão e divulgação de novelas, filmes ou qualquer outro programa que faça crítica ou alusão a candidatos e partidos. A exceção se refere a programas jornalísticos e debates políticos.

A legislação também veda a divulgação de nome de programa que se refira a candidato escolhido em convenção. “Sendo o nome do programa o mesmo que o do candidato, fica proibida a sua divulgação, sob pena de cancelamento do respectivo registro”, destaca a lei.

As regras previstas valem tanto para a programação diária normal quanto para noticiários veiculados em rádio e televisão.

(Agência Brasil)

Roberto Cláudio fecha aliança com 18 partidos

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As últimas convenções realizadas nessa sexta-feira (5), em Fortaleza, garantiu a aliança à reeleição do prefeito Roberto Cláudio com um total de 18 partidos. O PCdoB, que havia manifestado insatisfação com a vice de Moroni Torgan (DEM), diante do voto do deputado federal ao processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, definiu pelo apoio a Roberto Cláudio.

O PCdoB estará coligado com o próprio DEM na eleição à Câmara Municipal de Fortaleza, juntamente com o PSD e o PMB. Ainda na eleição proporcional, o PDT, partido do prefeito Roberto Cláudio, estará coligado com o PTB, PROS e PP. PSDC, PV e PSC formam o terceiro arco de aliança para o Legislativo Municipal, enquanto PSL, PTC, PTN, PEN, PRTB, PPL e PPS disputarão vagas à Câmara Municipal sem aliança proporcional.

Um dos últimos partidos a fechar aliança foi o PSD, que tem à frente o deputado federal Domingos Neto, após acertar que o PDT abrirá mão da disputa em alguns municípios, como Mombaça. Além disso, o PSD teria a indicação de uma vaga ao Senado, em 2018, na aliança com o grupo político dos Ferreira Gomes.

Senado decide na terça se Dilma Rousseff vai a julgamento

O Plenário decide na terça-feira (9), a partir das 9h, se a presidente afastada Dilma Rousseff vai a julgamento por crimes de responsabilidade. A votação encerra a fase de pronúncia, segunda etapa do processo de impeachment. Caso a maioria simples dos senadores aceite o parecer da Comissão Especial do Impeachment, Dilma será julgada e pode perder definitivamente o mandato.

A expectativa é que a sessão tome todo o dia, avance pela madrugada e termine apenas na manhã seguinte, podendo chegar a 30 horas de duração. Ela será comandada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski. É necessária a presença de pelo menos 41 senadores em Plenário para que aconteça a votação. A decisão final, pela realização do julgamento ou pelo arquivamento do processo, será de acordo com o voto da maioria dos presentes.

Os procedimentos da sessão foram acertados na última quinta-feira (4) em reunião entre Lewandowski, o presidente do Senado, Renan Calheiros, líderes partidários e membros da Comissão do Impeachment. O primeiro a falar será o relator do processo, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), que terá 30 minutos para apresentar o relatório que foi referendado pela comissão.

Depois disso, os demais 80 senadores terão direito a falar por até 10 minutos cada um. A acusação e a defesa falarão por último, sendo reservados 30 minutos para cada parte. A votação acontece na sequência. Como a denúncia é composta por quatro fatos (três decretos de créditos suplementares e as “pedaladas fiscais”), os senadores poderão apresentar requerimentos para votar quaisquer deles separadamente.

A decisão que os senadores deverão tomar é se as provas apresentadas contra a presidente afastada são relevantes e substanciais e, portanto, se a denúncia é pertinente e se Dilma Rousseff deve ir a julgamento — nesta fase do impeachment ainda não se delibera sobre o mérito das acusações. A votação será nominal e aberta, registrada no painel eletrônico.

(Agência Senado)

Audiência debaterá paralisação de obras custeadas pela União

A comissão externa da Câmara dos Deputados que acompanha as obras do governo federal realiza audiência pública na terça-feira (9) para identificar os principais empreendimentos custeados pela União que estão paralisados atualmente.

O debate foi solicitado pelo coordenador da comissão, deputado Zé Silva (SD-MG). Na ocasião, o deputado também pretende obter sugestões de medidas para retomar essas obras e minimizar o risco de novas paralisações.

Foram convidados para a audiência o presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Gastão Dias Vieira; a diretora-geral interina do Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça, Valdirene Daufemback; e o secretário de Aeroportos da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, Leonardo Victor Dantas da Cruz.

Zé Silva critica a demora na entrega de obras consideradas essenciais para melhorar a infraestrutura brasileira e, consequentemente, ampliar a competividade do País.

“Estamos reféns de uma burocracia, por vezes, mais voltada para criar dificuldades do que para servir o bem comum. Precisamos investigar o porquê dos frequentes atrasos nos empreendimentos”, disse o parlamentar.

(Agência Câmara Notícias)

Mercosul: Brasil, Argentina e Paraguai analisam situação venezuelana após o dia 12

Os governantes do Brasil, da Argentina e do Paraguai estudam a situação da Venezuela ante a falta de consenso sobre a presidência do Mercosul. Em reunião, os presidentes Mauricio Macri, da Argentina, e Horacio Cartes, do Paraguai, acertaram nessa sexta-feira (5) com o presidente em exercício do Brasil, Michel Temer, analisar a situação da Venezuela no bloco depois do dia 12 deste mês.

A partir do dia 12, vence o prazo para que a Venezuela conclua a adesão à norma do bloco sul-americano e, depois dessa data os três países voltarão a fazer consultas sobre a situação gerada após a transferência da presidência do bloco do Uruguai à Venezuela.

Nessa sexta-feira, o governo da Venezuela içou a bandeira do bloco na capital, Caracas, e proclamou-se presidente pro tempore do Mercosul. O governo venezuelano voltou a afirmar que Argentina, Brasil e Paraguai pretendem “tomar de assalto” o comando do bloco em uma manobra que as autoridades locais consideram idealizada pelos Estados Unidos.

(Agência Brasil)

Escolas públicas do Ceará recebem DVD do documentário “O Começo da Vida”

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Cerca de sete mil estabelecimentos públicos de ensino dos 184 municípios cearenses, entre estaduais, municipais e federais, receberão o documentário “O Começo da Vida”. A iniciativa, promovida pelo Governo do Ceará e pelo Instituto Alana, tem como objetivo a formação e sensibilização de pais, cuidadores, gestores e profissionais que lidam diretamente com as crianças sobre a importância dos cuidados na primeira infância para o seu pleno desenvolvimento. O evento será realizado na segunda-feira (8), a partir das 8 horas, no Centro de Eventos do Ceará, e contará com as presenças da primeira-dama do Estado, Onélia Leite Santana; do vice-presidente do Instituto Alana, Marcos Nisti; e do secretário estadual da Educação, Idilvan Alencar.

Na ocasião, será assinado um contrato de doação entre o Instituto Alana e o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Educação. O filme será exibido para os secretários municipais de Educação e representantes das Coordenadorias Regionais de Desenvolvimento da Educação (Credes) no intuito de sensibilizá-los para a importância do desenvolvimento infantil e serem multiplicadores da importância do tema em cada estabelecimento de ensino. Eles também ficarão responsáveis pela distribuição dos DVDs e o monitoramento para garantir a exibição do documentário nas escolas.

(Governo do Ceará)

O “golpe” nas convenções do PT no Ceará

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Da Coluna Vertical, no O POVO deste sábado (6):

Nas convenções que o PT realizou no Ceará, a foto da presidente afastada Dilma Rousseff não apareceu. Só Lula. E em algumas delas.

VAMOS NÓS – Com um alto índice de rejeição popular e sem perspectiva de uma retomada em sua imagem, Dilma Rousseff é sinônimo de desgaste para candidatos a prefeituras e câmaras municipais. No processo do impeachment, no entanto, Dilma proporcionou papel de coadjuvante a muitos parlamentares petistas. Agora que esses parlamentares são candidatos e protagonistas em seus municípios, Dilma sequer tem direito a ser figurante.

 

Plenário retoma debate sobre dívida dos estados na segunda-feira

O projeto sobre a renegociação da dívida dos estados com a União (PLP 257/16) está na pauta da segunda-feira (8) do Plenário da Câmara dos Deputados. A proposta alonga por mais 20 anos o pagamento das dívidas estaduais se forem adotadas restrições de despesas por parte dos governos estaduais, principalmente na área de pessoal. A sessão está marcada para as 16 horas. O projeto também poderá ser analisado na tarde da terça-feira (9).

Após negociações com o governo em exercício de Michel Temer, o relator do projeto, deputado Esperidião Amin (PP-SC), leu na segunda-feira (1º) uma nova redação apresentada pelo Ministério da Fazenda, incorporando itens como o pagamento de parcelas menores a partir do próximo ano com aumento gradativo até junho de 2018 e carência até dezembro.

Segundo o acordo, a partir de janeiro de 2017, os estados começarão a pagar 5,6% da parcela devida, que aumenta mês a mês até atingir 100% em julho de 2018. A ideia é dar fôlego aos estados para recuperarem suas finanças. Entretanto, tanto o relator quanto as bancadas ainda negociam mudanças no texto.

(Agência Câmara Notícias)

Dilma diz estar triste por não participar da abertura dos Jogos Olímpicos

A presidente afastada Dilma Rousseff utilizou o Twitter para lamentar sua ausência na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos, no Maracanã.

“Fico triste de não assistir à festa ‘ao vivo e a cores’. Mas estarei acompanhando, torcendo pelo Brasil”, escreveu Dilma na rede social. Há pouco mais de uma semana, ela confirmou que não iria ao evento, porque não participaria da Olimpíada em uma “posição secundária”.

(Agência Brasil)

Ciro aproveita convenção em Sobral e avisa: é pré-candidato a presidente em 2018

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O ex-ministro Ciro Gomes (PDT)  aproveitou que está em Sobral (Zona Norte), sua terra natal, e, ao lado do irmão Ivo Gomes, que é homologado candidato a prefeito, anunciou: já está como pré-candidato a presidente da República em 2018.

O ginásio do Colégio Luciano Feijão, lotado, ovacionou Ciro Gomes, que se colocou como uma alternativa para enfrentar a crise do País.

Presidente da Câmara faz selfie com Moro

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“A visita do juiz federal Sergio Moro à Câmara dos Deputados agitou a rotina da Casa.

Cidadãos foram à porta do legislativo gritar frases de apoio ao magistrado, servidores (não os do PT, claro) também cantavam músicas em apoio a Moro e muitos dos que conseguiram chegar perto do juiz tentaram tirar selfies.

Entre eles, o próprio presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM/RJ), que aproveitou a visita que o juiz fez a seu gabinete para tirar uma selfie e postar em seu facebook.”

(Veja Online)

Camilo Santana quer pacto entre governadores para apertar cerco contra celulares nos presídios

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Camilo Santana (PT) quer um pacto com demais governadores nordestinos para pressionar o Congresso Nacional a aprovar legislação que determine o bloqueio do sinal de celulares em áreas onde existam penitenciárias. A proposta foi feita por ele nesta sexta-feira, um dia após o Supremo Tribunal Federal considerar inconstitucionais leis estaduais que determinam o bloqueio.
Camilo lamentou essa decisão e disse que o Brasil tem “leis frouxas” e que o problema do uso de celular por detentos dentro das penitenciárias não é local.
“Não é um estado sozinho que vai conseguir mudar isso”, acentuou o governador. Indagado sobre a possibilidade de o Estado executar o bloqueio, Camilo destacou: “Quem ganha dinheiro com esse sistema são as operadoras. Elas têm a responsabilidade e a obrigação de, nesses locais, não permitir o sinal. Porque tem que ser o poder público a gastar esse dinheiro? O dinheiro é do povo”.
(Com POVO Online)