Blog do Eliomar

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Expectativa de vida do cearense sobe para 73,8

O Ceará ficou em terceiro lugar entre os estados do Nordeste com a maior expectativa de vida. Em 2016, os cearenses viviam até 73,8 anos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados no último dia 1º. Em 2015, os moradores do estado vivam até 73,5 anos. O campeão da Região Nordeste foi o Rio Grande do Norte, com 75,7, ainda abaixo da média nacional, que foi de 75,8 anos. Em segundo lugar, vem Pernambuco, com 73,9 anos. O Maranhão ficou em último lugar na região e no Brasil, com 70,6 anos.

Com a expectativa de vida subindo no Brasil, o número de idosos também está crescendo. No Ceará, eram 8,9 milhões de pessoas vivendo no estado em 2016 – desses, 1,2 milhão era de pessoas com 60 anos ou mais.

O pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (IBRE – FGV), Bruno Ottoni, acredita que o crescimento da população idosa está acelerado e que isso pode causar problemas no setor previdenciário. “À medida que o País for envelhecendo, a tendência é que a situação da previdência se torne calamitosa. Realmente, o Governo Federal vai ter muita dificuldade em fechar suas contas.”

A previsão do Governo Federal é de que o déficit nacional com a previdência para 2017 seja de mais de R$ 181 bilhões. No Ceará, os gastos com pagamento de aposentadorias ficaram em R$ 3 bilhões no ano passado. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o crescimento nas despesas previdenciárias em dez anos foi de quase 57% com inativos.

(Radio Mais – Por Jalila Arabi)

Há mais de 70 milhões de jovens desempregados no mundo, diz OIT

relatório “Tendências Globais de Emprego para a Juventude 2017″, lançado pela Organização Mundial do Trabalho (OIT) alerta para o desemprego juvenil, que atinge 70,9 milhões de jovens no mundo. Para 2018, a estimativa é de que o desemprego entre a população jovem aumente ainda mais, chegando a 71,1 milhões de pessoas.

O documento divulgado ontem (20) mostra que, em 2016, a taxa global de desemprego juvenil ficou em 13%. Para 2017, deve ficar um pouco acima, em 13,1%. Apesar do pequeno aumento, o indicador representa melhora significativa se comparado ao auge da crise, em 2009, quando foram registrados 76,7 milhões de jovens desempregados no mundo.

Se considerarmos apenas a América Latina e o Caribe, a taxa de desemprego juvenil ficou em 19,6% em 2017, o que representa 10,7 milhões de pessoas. Os piores indicadores são observados nos Estados árabes (30%) e no norte da África (28,8%).

De acordo com o relatório, cerca de um quinto dos jovens em todo o mundo não estão empregados, estudando ou em treinamento. Apesar da recuperação econômica, o desemprego permanece alto, e os jovens são mais propensos a estar desempregados do que os adultos ao redor do mundo.

O documento revela que, entre os jovens, os baixos níveis de produtividade e uma grande informalidade continuam a ser desafio. Na medida em que as populações envelhecem, a força de trabalho jovem terá que cada vez mais apoiar as pessoas idosas. Essas condições globais exigem esforços concertados para garantir que jovens, tanto mulheres quanto homens, tenham acesso a empregos decentes.

De acordo com o estudo, a diferença nas taxas de desemprego entre jovens e adultos quase não mudou na última década, ilustrando as enormes desvantagens que a juventude enfrenta no mercado de trabalho.

Atualmente, dois em cada cinco jovens na força de trabalho estão desempregados ou estão trabalhando enquanto continuam na pobreza, uma realidade que afeta sociedades do mundo todo.

Em 2017, 39% dos 160,8 milhões de jovens trabalhadores no mundo emergente e em desenvolvimento vivem em pobreza moderada ou extrema, ou seja, com menos de U$ 3,10 por dia. No entanto, há uma leve tendência de que este indicador melhore em 2018, com 158,5 milhões de jovens no mundo trabalhando e vivendo na pobreza (38,5%).

*Da Agência Brasil, confira mais aqui.

851 milhões de pessoas passam fome no mundo, diz relatório

Em todo o mundo, 815 milhões de pessoas passam fome. Um dos desafios da humanidade será garantir que, em 2050, com uma população estimada em 10 bilhões de pessoas, todos tenham o que comer, prevê o relatório The State of Food Security and Nutrition in the World 2017 (o estado da segurança alimentar e nutrição no mundo, em tradução livre).

O estudo foi anunciado hoje (15), em Roma, por organismos das Nações Unidas e oferece estimativas atualizadas sobre o número e proporção de pessoas que sofrem com a fome, apresentando dados globais, regionais e nacionais, além de avaliar as perspectivas para o futuro.

Conflitos

A grande maioria das 815 milhões de pessoas que sofrem de insegurança alimentar (489 milhões de pessoas) vivem em países afetados por conflitos. Quase 122 milhões de crianças menores de cinco anos, com atrasos de crescimento (75% delas), vivem em situação de conflito.

De acordo com o relatório, os países em conflito apresentam em média uma taxa de desnutrição infantil de 9% a mais do que nos outros países. Desde 2010, com o aumento dos conflitos violentos, estabeleceu-se a tendência de aumento no número de desnutridos nestes locais.

Fome

Após uma trajetória de queda, que durou mais de uma década, a fome em todo mundo parece estar aumentando de novo, afetando atualmente 11% da população mundial, segundo o relatório.

Enquanto em 2015 o número de pessoas subalimentadas no mundo era 777 milhões, agora o problema alcançou 815 milhões de pessoas.

Apesar da redução nos índices de desnutrição infantil, no ano passado 155 milhões de crianças menores de cinco anos em todo o mundo sofriam de desnutrição crônica, o que aumenta o risco de diminuição da capacidade cognitiva, de menor desempenho na escola e de morte por infecções.

Em todo o mundo, a prevalência da desnutrição infantil crônica diminuiu de 29,5% para 22,9%, entre 2005 e 2016.

Em 2016, a desnutrição aguda afetava 7,7% das crianças menores de 5 anos em todo o mundo, segundo o relatório. O dado representa cerca de 17 milhões de crianças.

Sobrepeso

Por outro lado, o sobrepeso é um problema crescente na maioria das regiões do mundo. Se estima que 6% das crianças com menos de 5 anos estavam acima do peso em 2016 (41 milhões), em comparação com 5,3% em 2005.

A obesidade em adultos também segue crescendo em todo o mundo, e representa um importante risco de doenças cardiovasculares, diabetes e alguns tipos de câncer.

A obesidade mundial mais do que dobrou entre 1980 e 2014. Em 2014, 600 milhões a mais de pessoas estavam obesas, o equivalente a 13% da população adulta mundial.

O problema é mais grave na América do Norte, Europa e Oceania, onde 28% dos adultos são obesos, em comparação a 7% na Ásia e 11% na África. Na América Latina e no Caribe, aproximadamente 25% da população adulta é considerada obesa.

Amamentação

Nunca tantas mulheres se dedicaram à amamentação exclusiva como hoje em dia, informa o estudo. No mundo todo, cerca de 43% dos lactantes menores de seis meses recebeu apenas leite materno em 2016. Em 2005, o percentual era de 36%.

A estimativa é que o aumento nos índices de lactância materna pode ter impacto preventivo sobre a mortalidade infantil, prevenindo 820 mil mortes de crianças por ano e 20 mil mortes maternas, relacionadas a câncer, anualmente. A amamentação reduz em 26% o risco de sobrepeso e obesidade na vida adulta.

O relatório foi lançado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), conjuntamente com o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), o Programa Mundial de Alimentos (PMA), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Organização Mundial da Saúde (OMS).

(Agência Brasil)

Alô, Prefeituras! Prazo para contestar estimativas das populações termina dia 18

O prazo que as Prefeituras contestem estimativas das populações residentes nos 5.568 Municípios brasileiros, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no final de agosto, termina na próxima segunda-feira (18). Por ser uma das bases de distribuição do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), a Confederação Nacional de Municípios (CNM) volta a alerta para o encerramento do período de comprovação de números diferentes dos apontados pelo instituto.

Apesar de 1.378 Municípios terem apresentado redução populacional, apenas 14 Municípios terão redução no Fundo. Conforme mostra ainda análise da CNM, a partir das novas estimativas, 53,6% dos governos locais tiveram taxa de crescimento inferior a 1%, e 258 Municípios apresentaram crescimento igual ou superior a 2%. Das que crescimento no número de habitantes, 100 Prefeituras devem receber mais recursos com a mudança de faixa do FPM.

Coeficiente

A possibilidade de rever os dados é uma das recentes conquistas do movimento municipalista nacional, pois essa havia sido cancelada em 2013, conforme indicou parecer da Procuradoria Federal.

Assim, a CNM lembra que a maior parte dos Municípios que recebem o FPM – interior não mudarão de coeficiente em 2018.
Também existem 262 Municípios que precisam de até 500 habitantes para mudarem de faixa do FPM. Dentre eles, nove cidades precisam de até 10 habitantes para mudarem de coeficiente.

Brasil já tem 207 milhões de habitantes. Ceará é oitavo e Fortaleza é a quinta em população

O Brasil já tem 207 milhões, 660 mil e 929 de habitantes, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados hoje (30) no Diário Oficial da União. No ano passado, o levantamento anual do IBGE indicava uma população de 206,08 milhões de brasileiros.

São Paulo permanece na liderança como o estado mais populoso com 45 milhões, 94 mil e 866 habitantes. No ano passado, a população paulista era formada por 44,75 milhões de habitantes. Mais cinco estados têm população acima de 10 milhões de habitantes: Minas Gerais (21.119.536),  Rio de Janeiro (16.718.956), Bahia (15.344.447), Rio Grande do Sul (11.322.895) e Paraná (11.320.892).

O Distrito Federal (DF) que, no ano passado, tinha 2,98 milhões de habitantes, agora tem mais de 3,039 milhões de pessoas. Acre (829,6 mil), Amapá (797,7mil) e Roraima (522,6 mil) são os estados que registram população inferior a 1 milhão de habitantes.

(Agência Brasil)
*Confira os 10 maiores estados brasileiros em população:
1º. SP – 45.094.866
2º. MG – 21.119.536
3º. RJ – 16.718.956
4º. BA – 15.344.447
5º. RS – 11.322.895
6º. PR – 11.320.892
7º. PE – 9.473.266
*8º. CE – 9.020.460*
9º. PA – 8.366.628
10º. SC – 7.001.161
*Confira as 10 maiores cidades brasileiras em população:
1º. São Paulo – 12.106.920
2º. Rio de Janeiro – 6.520.266
3º. Brasília – 3.039.444
4º. Salvador – 2.953.986
*5º. Fortaleza – 2.627.482*
6º. Belo Horizonte – 2.523.794
7º. Manaus – 2.130.264
8º. Curitiba – 1.908.356
9º. Recife – 1.625.583
10º. Porto Alegre – 1.484.941
*Confira as 10 maiores cidades do Estado do Ceará:
1º. Fortaleza – 2.627.482
2º. Caucaia – 362.223
3º. Juazeiro do Norte – 270.383
4º. Maracanaú – 224.804
5º. Sobral – 205.529
6º. Crato – 130.604
7º. Itapipoca – 127.465
8º. Maranguape – 126.486
9º. Iguatu – 102.614
10º. Quixadá – 86.605

IPECE disponibiliza em seu site o Anuário Estatístico do Ceará 2015

Flavio Ataliba Diretor Geral IPECE (1)

O Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (IPECE) está disponibilizando, nesta quarta-feira, em sua página, o Anuário Estatístico do Ceará 2015 (http://www2.ipece.ce.gov.br/publicacoes/anuario/anuario2015/index.htm). O documento contempla variáveis, indicadores, tabelas e mapas que permitem a análise dos aspectos socioeconômicos e geográficos do Estado e de seus 184 municípios.

Segundo o diretor-geral do IPECE, Flávio Ataliba, o objetivo desse produto é possibilitar à sociedade e a pesquisadores e os órgãos de governo, acesso “a uma ampla base de dados sobre o estado do Ceará”. O documento, nessa edição 2015, está estruturada em seis seções.

A primeira seção, Território, apresenta uma descrição espacial do Estado do Ceará e encontra-se subdividida em cinco subseções: Posição e Extensão do Território, Recursos Naturais e Meio Ambiente, Divisão Político-Administrativa e Regional, Características dos Municípios e os Mapas.

A segunda seção, Demografia, apresenta os mais importantes temas para análise populacional no Estado do Ceará, pois tratam das questões ligadas à evolução da População, Famílias, Migração, Fecundidade, Natalidade, Mortalidade e Nupcialidade, além de Indicadores Demográficos.

Na terceira seção são apresentados os indicadores de Qualidade de Vida, que procuram retratar a realidade social do Estado do Ceará a partir da análise de diversos indicadores, resumidos em oito subseções: Educação, Saúde, Trabalho e Rendimento, Previdência e Assistência Social, Eleições e Representações de classes, Justiça e Segurança Pública, Cultura e Índices de Desenvolvimento.

A quarta seção, Infraestrutura, destaca informações relacionadas aos Recursos Hídricos, tais como: a presença de Recursos Hídricos, Energia, Rodovias, Habitação e Saneamento no Estado do Ceará, sendo que esses indicadores estão representados espacialmente na seção Mapas.

Na quinta seção são abordadas informações sobre Aspectos Econômicos, tais como: Contas Regionais, Agropecuária e Extração Vegetal, Indústria, Comércio, Transportes, Comunicações, Turismo, Intermediários Financeiros, Administração Pública, Prestação de Serviços e Índices, Preços e Custos seguido dos mapas com representação espacial dos indicadores.

Por fim, na sexta seção, são apresentadas informações sobre as Finanças da União, do Estado do Ceará e de seus Municípios, com dados provenientes da Secretaria da Receita Federal (SRF), da Secretaria da Fazenda (SEFAZ) e do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM).

Em linhas gerais, destacam-se no Anuário Estatístico do Ceará 2015 algumas informações, como, por exemplo, os dados de Produto Interno Bruto (PIB-Municipal) para os 184 municípios cearenses, no período de 2010 a 2013, calculados com base na nova metodologia elaborada pelo IBGE. Além disso, o Anuário traz, ainda, os indicadores de Demografia que mostram que a maioria dos municípios do Estado vem apresentando um aumento considerável da densidade demográfica e um aumento da expectativa de vida da sua população (o Ceará aumentou em 10 anos a esperança de vida ao nascer nos últimos 20 anos).

Pesquisa do IBGE – Expectativa de vida do brasileiro sobe para 75,2 anos

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“A expectativa de vida dos brasieliros aumentou para 75 anos e dois meses (75,2), em 2014, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A estimativa é três meses e 18 dias superior à do ano anterior, que era de 74,9. Os dados fazem parte da Tábua Completa de Mortalidade, publicada na edição de hoje (1º) do Diário Oficial da União.

As mulheres vivem em média 7,2 anos a mais que os homens, com uma expectativa de 78,8 anos, contra 71,6 anos para eles.

Em 2014, no entanto, a estimativa masculina aumentou mais, com um acréscimo de três meses e 25 dias, contra três meses e 11 dias para as mulheres.

Com grande vantagem sobre a segunda colocada, Santa Catarina foi a unidade da Federação com a maior expectativa de vida, de 78,4 anos. Os homens catarinenses passaram a ter expectativa de vida de 75,1 anos, e as mulheres, 81,8 anos. O Distrito Federal, com 77,6 anos, e o Espírito Santo, com 77,5, ficaram em segundo e terceiro lugar.

Os três estados da Região Sul, os quatro estados do Sudeste e o Distrito Federal ocupam as oito primeiras posições – todos com expectativa de vida superior à média nacional (75,2 anos). Depois deles, o Rio Grande do Norte apresenta a maior taxa, que coincide com a média do Brasil.

A menor expectativa de vida ao nascer é a dos maranhenses (70 anos). O Piauí tem a segunda menor, com 70,7 anos. Alagoas, aparece em seguida, com 70,8 anos.”

(Agência Brasil)

Fortaleza tem 47 crianças vivendo nas ruas, diz pesquisa oficial

“Um levantamento realizado pela Prefeitura de Fortaleza, entre os meses de maio e junho deste ano, verificou que 47 crianças vivem em situação de rua em 89 pontos da Capital. Do total, 36 (2,2%) estão com adultos (pais ou responsáveis) e 11 (0,6%) vivem sozinhas. A pesquisa foi realizada pela Secretaria Municipal de Trabalho, Desenvolvimento Social e Combate à Fome (Setra) nos locais de maior concentração de população de rua.

Conforme a pesquisa, existem 1.718 homens e mulheres em situação de rua nas ruas de Fortaleza. As crianças não constam nesse número já que o levantamento levou em consideração somente pessoas com mais de 18 anos. Os locais que apresentaram maior concentração de moradores foram o Centro (632 pessoas) e a avenida Beira Mar (328 pessoas). A última pesquisa do tipo foi realizada em 2007 pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e constatou que eram 1.071 as pessoas em situação de rua em Fortaleza. O crescimento de foi de 60% em sete anos.

Segundo o titular da Setra, Cláudio Ricardo Soares de Lima, os números devem nortear as ações da secretaria. Ele diz que dois novos locais de abrigo devem ser criados até o início de janeiro. São Centros de Referência para População em Situação de Rua (Centros Pop), que devem funcionar na Avenida da Universidade e na rua Antônio Pompeu com capacidade de atender até 80 e 150 pessoas por dia, respectivamente. “Vamos continuar ampliado a política”, frisou Cláudio.”

(O POVO)

Prefeitura divulgará dados preliminares sobre população em situação de rua

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A Secretaria Municipal de Trabalho, Desenvolvimento Social e Combate à Fome (Setra) divulgará, a partir das  16 horas desta quarta-feira, dados preliminares do Censo e Pesquisa Municipal sobre População em Situação de Rua. Na ocasião, o titular da pasta, Cláudio Ricardo, divulgará o que o Município tem feito em favor dessas pessoas.

A pesquisa, que está em andamento, é composta de três fases: contagem, perfil e publicação dos resultados.

A abordagem para coleta dos dados é feita sempre em dupla, com um pesquisador e um representante do Fórum da Rua. Os pontos de pesquisa foram decididos a partir de um levantamento de informações junto ao Fórum da Rua, serviços de referência da Setra e secretarias municipais de interfase.

Expectativa de vida do brasileiro sobe para 74,9 anos

“A expectativa de vida do brasileiro subiu para 74,9 anos, segundo cálculo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2013, a expectativa era 74,6 anos. A Tábua Completa da Mortalidade 2013 do IBGE foi publicada na edição de hoje (1º) do Diário Oficial da União.

A tabela mostra a expectativa de vida para todas as idades até os 80 anos. Uma criança de dez anos de idade, por exemplo, tem a expectativa de viver até os 76,3 anos. Um jovem de 18 anos deve viver, em média, até os 76,6 anos.

Uma pessoa de 40 anos tem a expectativa de vida de 78,5 anos. Aqueles que têm 80 anos ou mais têm expectativa média de viver mais 9,2 anos.”

(Agência Brasil)

IBGE – Ceará tem 8,84 milhões de habitantes. Fortaleza é a quarta Capital

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“O Brasil tem uma população de 202.768.562 habitantes, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), publicados hoje (28) no Diário Oficial da União. O estado mais populoso, São Paulo, tem 44,03 milhões de habitantes. Já no estado menos populoso, Roraima, vivem 496,9 mil pessoas.

Os dados do IBGE são estimativas de população no dia 1º de julho de 2014. Além de São Paulo, cinco estados têm mais de 10 milhões de habitantes: Minas Gerais (20,73 milhões), Rio de Janeiro (16,46 milhões), Bahia (15,13 milhões), Rio Grande do Sul (11,21 milhões) e Paraná (11,08 milhões).

Na lista dos lista de unidades da federação com mais de 5 milhões de pessoas, estão seis estados: Pernambuco (9,28 milhões), Ceará (8,84 milhões), Pará (8,08 milhões), Maranhão (6,85 milhões), Santa Catarina (6,73 milhões) e Goiás (6,52 milhões).

Apenas dois estados têm menos de 1 milhão de habitantes, além de Roraima: Amapá (750,9 mil) e Acre (790,1 mil).

As demais unidades federativas têm as seguintes populações: Paraíba (3,94 milhões), Espírito Santo (3,88 milhões), Amazonas (3,87 milhões), Rio Grande do Norte (3,41 milhões), Alagoas (3,32 milhões), Piauí (3,19 milhões), Mato Grosso (3,22 milhões), Distrito Federal (2,85 milhões), Mato Grosso do Sul (2,62 milhões), Sergipe (2,22 milhões), Rondônia (1,75 milhão) e Tocantins (1,5 milhão).”

(Agência Brasil)

Fortaleza 

A Capital cearense, de acordo com o IBGE, tem hoje 2.571.896 habitantes. Como Recife conta agora com 1.608.488, isso quer dizer que Fortaleza é mesmo a quinta Capital do País em população. Mas a segunda no Nordeste.

Expectativa de vida do brasileiro sobe para 74,6 anos

“A expectativa de vida ao nascer no Brasil chegou a 74,6 anos em 2012, segundo dados divulgados hoje (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no Diário Oficial da União. Em 2011, a expectativa de vida era 74,08 anos.

O valor varia de acordo com a idade do brasileiro. Para um brasileiro de 40 anos, por exemplo, a estimativa é que ele viva até os 78,3 anos. Já para pessoas acima de 80 anos, a expectativa é de que vivam mais 9,1 anos.”

(Agência Brasil)

IBGE – Expectativa de vida do brasileiro deve chegar a 80 anos em 2014

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“A expectativa de vida dos brasileiros nascidos em 2013 é 74,8 anos, sendo 71,3 anos para os homens e 78,5 anos para as mulheres. Segundo dados divulgados hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a esperança de vida chegará a 80 anos em 2041.

Em 2060, a expectativa chegará a 81,2 anos, sendo 78 anos para os homens e 84,4 anos para as mulheres. O ganho em relação a 2013 chegará a 6,7 anos para a população masculina e 5,9 anos para a feminina.

O aumento da expectativa de vida e a redução da taxa de fecundidade, que passará de 1,77 filho por mulher em 2013 para 1,5 em 2030, continuará contribuindo para o envelhecimento da população brasileira. A proporção de idosos (65 anos ou mais) na população passará de 7,4% este ano para 26,7% em 2060.”

(Agência Brasil)

Ceará tem mais de 8 milhões de habitantes

O Ceará, segundo o IBGE tem hoje uma população de 8.778.575 pessoas. Já a população estimada do Brasil é de 201.032.714 habitantes e são referentes a junho deste ano. De acordo com o levantamento, há 7.085.828 habitantes a mais do que o registrado em julho de 2012. Os dados foram publicados hoje (29) no Diário Oficial da União.

São Paulo é o estado mais populoso com 43,6 milhões de habitantes, seguido por Minas Gerais com 20,5 milhões de residentes e Rio de Janeiro com 16,3 milhões de pessoas que declaram moradoras da região. A Bahia registra 15 milhões de habitantes, o Rio Grande do Sul 11,1 milhões e o Paraná, 10,9 milhões de residentes. Em seguida aparecem Pernambuco com 9,21 milhões de habitantes, Ceará com 8,78 milhões, Pará com 7,97 milhões, Maranhão com 6,79 milhões, Santa Catarina com 6,63 milhões e Goiás com 6,43 milhões.

Com menos de 5 milhões de habitantes, estão Paraíba (3,91 milhões), Espírito Santo (3,84 milhões), Amazonas (3,81 milhões), Rio Grande do Norte (3,37 milhões), Alagoas (3,3 milhões), Piauí (3,18 milhões), Mato Grosso (3,18 milhões), Distrito Federal (2,79 milhões), Mato Grosso do Sul (2,59 milhões), Sergipe (2,19 milhões), Rondônia (1,73 milhão) e Tocantins (1,48 milhão).

A Região Norte, tem três estados com menos de 1 milhão de habitantes. Roraima é o menos populoso, com 488 mil habitantes. O Acre tem 776,5 mil habitantes e o Amapá, 735 mil.

(Agência Brasil)

Empresários de ônibus melhoram serviço de olho no aumento

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Usuários do sistema de transporte público em Fortaleza têm se surpreendido com uma melhora no serviço prestado pelas empresas de ônibus, principalmente no aumento da frota nas ruas. De acordo com os usuários, as filas nos terminais estão reduzidas e a demora nas paradas diminuiu. Segundo ainda os usuários, a melhora nada teria a ver com a criação das faixas preferenciais, tampouco com a organização de filas. Mas, sim, com o aumento da oferta nas linhas, desde o primeiro dia na gestão Roberto Cláudio.

De acordo com os usuários, é possível viajar sem aperto na linha 72 (Antônio Bezerra/Parangaba), em horário de pico, algo que nunca ocorreu desde que o trajeto foi criado, há cerca de quatro anos. Também é possível, há uma semana, subir na linha 74 (Antônio Bezerra/Unifor), em pleno horário de pico, e descer três paradas depois.

Motoristas e cobradores justificam o melhor atendimento na ausência de aulas em escolas e universidades. Mas, segundo os usuários, essa melhora não percebida em férias anteriores. Para os usuários, os empresários querem justificar o aumento da passagem, de R$ 2,00 para R$ 2,20, a partir da próxima sexta-feira (11).

Nesta segunda-feira (7), o prefeito Roberto Cláudio (PSB) informou que irá recorrer na Justiça do decreto da ex-prefeita Luizianne Lins (PT), de 21 de dezembro último, que permitiu o aumento na passagem.

Assembleia Legislativa promove lançamento de livro sobre nações indígenas do Ceará

A Assembleia Legislativa promoverá nesta quinta-feira, às 19 horas, em seu auditório, o lançamento do livro “A Culpabilidade Humana: uma antropologia cearense”, do professor Ivanildo Mota. O livro trata da realidade cultural e religiosa na formação das nações de índios que habitavam o Ceará e as mudanças após a chegada dos portugueses ao Brasil.

A obra relata ainda a violência sob a forma de resistência dos negros e dos habitantes nativos. Faz também uma analogia com os acontecimentos históricos de outras nações do mundo antigo. Ivanildo Mota é formado em História, Teologia e Sociologia e professor na Faculdade Contemporânea.

IBGE – Cresce número de famílias com mulheres no comando

“O Censo 2010 mostrou um aumento das famílias sob responsabilidade exclusiva das mulheres, que passou de 22,2%, em 2000, para 37,3% em 2010. Os dados estão na pesquisa Censo Demográfico 2010 – Famílias e domicílios – Resultados da Amostra, divulgada hoje (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Uma novidade na pesquisa foi a investigação sobre a responsabilidade compartilhada entre o casal na manutenção do lares. Nos domicílios ocupados por apenas uma família, 34,5% estavam nessa condição, o que soma 15,8 milhões de casas.

De acordo com o técnico do IBGE Gilson Mattos, nas famílias secundárias, que convivem com a principal, foi verificado que 53,5% são chefiadas somente por mulheres. “Provavelmente por conta de um divórcio, uma filha volta para a casa dos pais ou a filha tem um filho, mas não contrai matrimônio, continua na casa dos pais.”

Outro dado divulgado hoje foi a verificação do aumento na proporção de unidades domésticas unipessoais (com apenas um morador), que passaram de 9,2%, em 2001, para 12,1% em 2010. A coordenadora da pesquisa, Ana Lúcia Saboia, explica que, em muitos casos, são idosos cujos filhos já saíram de casa e perderam seus cônjuges.

“Há estudos que mostram que [isso] não é economicamente sustentável, um problema que tem ocorrido muito em países desenvolvidos. Nos países escandinavos, 40% das unidades domésticas são de pessoas que moram sozinhas, isso preocupa tanto pela questão econômica quanto pelo comportamento. No Brasil, esse fenômeno está começando a se configurar com as pessoas mais idosas”, explicou.”

(Agência Brasil)

IBGE identifica 60 mil casais gays no Brasil

“O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) identificou 60 mil casais homoafetivos vivendo juntos no país, a maioria formada por católicos (47,4%) e mulheres  (53%). Os dados constam de pesquisa realizada com base no Censo 2010, divulgada hoje (17) . O número de casais corresponde ao total de domicílios onde os próprios moradores declararam viver uma união consensual desse tipo e equivale a 0,1% do total de moradias do país.

A maioria das uniões homossexuais  – 99,6% – não é formalizada (com registro civil ou religioso) e está concentradas nos estados do Sudeste (52%), seguida pelos do Nordeste (20%), do Sul (13%), do Centro-Oeste (8,4%) e do Norte (6%).

Do total de entrevistados morando com pessoa do mesmo sexo, 26% têm ensino superior  e quase metade (47,4%) é católica, sendo que 25,8% declararam não ter religião. Entre os casais heterossexuais que vivem em união consensual, a maioria não tem religião. A proporção de católicos e de sem religião na população é 64% e 8%, respectivamente. Em geral, os católicos e evangélicos são os que mais fazem casamentos religiosos entre a população.”

(Agência Brasil)

Ipece – Ceará foi o estado que mais reduziu a extrema pobreza

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O Ceará foi o estado que apresentou melhores índices de redução na extrema pobreza, segundo revela o Enfoque Econômico “Ceará Retira 353 mil Pessoas da Extrema Pobreza Entre 2006 e 2011, Tendo o Melhor Desempenho do País” produzido pelo Instituto de Pesquise Estratégia Econômica do Ceará (IPECE). O estudo acaba de ser divulgado e já pode ser acessado no nowww.ipece.ce.gov.br. O Ipece é um órgão vinculado á Secretaria de Planejamento e Gestão do Estado.

Segundo o diretor-geral do IPECE, professor Flávio Ataliba, o Ceará teve uma redução – entre 2006 e 2011, de quase cinco pontos percentuais, caindo de 15 para 10,14 por cento de sua população. O resultado se configura na maior redução verificada entre todos os estados brasileiros nesse período. Seguido do Ceará, vem os estados do Piauí, com uma redução de 297.549 pessoas, e Bahia, com 278.151.

Flávio Ataliba ressalta que, em termos proporcionais, o Ceará continua com o quarto maior índice do país, mas “é importante observar que partimos com o terceiro maior contingente do país, o que exige evidentemente um esforço muito maior dado a necessidade de renda a ser gerada”. Ele frisa que as “reduções não foram influenciadas ainda pelo Plano Brasil Sem Miséria, uma vez que as políticas anunciadas não tiveram tempo de se consumar, pois os dados da PNAD foram coletados em setembro de 2011”.

Tabela 1: Pessoas em condição de extrema pobreza e taxa de extrema pobreza, variação entre 2006 e 2011.

 

2006

2011

Variação no número de pessoas

 (2006-2011)

Ranking da variação no número de pessoas

(2006-2011)

N.

Proporção da população

N.

Proporção da população

Acre

81966

12,06

60582

8,08

-21384

20

Alagoas

557366

18,32

329723

10,97

-227643

7

Amapá

25091

4,02

48312

7,24

23221

25

Amazonas

273747

8,25

284393

8,96

10646

24

Bahia

1641335

12,16

1363184

10,32

-278151

3

Ceará

1211982

15,00

858323

10,14

-353659

1

Distrito Federal

58422

2,50

59876

2,32

1454

23

Espírito Santo

153680

4,57

97999

2,91

-55681

15

Goiás

160678

2,83

126827

2,11

-33851

18

Maranhão

1260469

20,17

1026077

15,81

-234392

6

Mato Grosso

123574

4,25

51212

1,67

-72362

14

Mato Grosso do Sul

92590

3,94

46516

1,87

-46074

16

Minas Gerais

728538

3,86

484810

2,56

-243728

5

Pará

529634

7,42

632105

8,34

102471

27

Paraíba

411494

11,24

236253

6,35

-175241

9

Paraná

264788

2,61

172931

1,68

-91857

12

Pernambuco

1083712

12,91

826795

10,10

-256917

4

Piauí

566182

18,62

268633

8,59

-297549

2

Rio de Janeiro

349184

2,36

335891

2,33

-13293

21

Rio Grande do Norte

304548

9,94

209718

6,55

-94830

11

Rio Grande do Sul

347152

3,34

191674

1,83

-155478

10

Rondônia

100170

6,59

60550

4,00

-39620

17

Roraima

20067

5,39

15627

3,38

-4440

22

Santa Catarina

62707

1,06

96689

1,57

33982

26

São Paulo

860452

2,22

679855

1,73

-180597

8

Sergipe

195563

9,89

113766

5,50

-81797

13

Tocantins

98544

7,47

76792

5,44

-21752

19

 

* Fonte: IBGE/PNAD. Cálculo do IPECE.

 

Analfabetismo diminui, mas ainda atinge quase 15 milhões no Brasil

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“A taxa de analfabetismo entre pessoas com 15 anos ou mais caiu de 9,7% em 2009 para 8,6% em 2011, totalizando 12,9 milhões de brasileiros. A maior proporção ainda é verificada na Região Nordeste, mesmo com queda na taxa de 18,8% para 16,9%. Segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2011, divulgada hoje (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 96,1% dos analfabetos do país têm 25 anos ou mais. Mais da metade deles se concentram na faixa acima de 50 anos.

A gerente da Pnad, Maria Lúcia Vieira, destaca a desigualdade regional na taxa de analfabetismo. De acordo com os dados, 35,6% das pessoas no Nordeste com 50 anos ou mais eram analfabetas em 2011. “As taxas de analfabetismo para as populações até 24 anos são muito baixas, no Sul e no Sudeste, então, não chega a 1%. Elas são maiores quando a gente vai para as regiões Norte e Nordeste e conforme a faixa etária vai aumentando”, destaca Maria Lúcia.

No período, também houve aumento do nível de instrução entre pessoas com 25 anos ou mais. A proporção de brasileiros com ensino fundamental completo subiu de 8,8% para 10%. No caso do ensino médio, passou de 23% para 24,5% e do ensino superior, de 10,6% para 11,5%. Do mesmo modo, caíram os percentuais para o ensino fundamental incompleto (de 36,9% para 31,5%), médio incompleto (de 4% para 3,9%) e superior incompleto (de 3,5% para 3,4%).”

(Agência Brasil)