Blog do Eliomar

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Que o Dia dos Pais não vire madrasta

Os shoppings esperam incremento nas vendas por conta do Dia dos Pais, domingo que vem, de pelo menos 5%, segundo a Alshopping do Ceará. O setor avalia que, apesar do momento de retração do consumo, a ordem é investir em promoções. Há shoppings apostando até no sorteio de automóveis para atrair a clientela.

Já a Câmara de Dirigentes Lojistas de Fortaleza vai ficar feliz se obtiver pelo menos 3%.

DETALHE – A torcida é para que não tenhamos um Dia dos Pais de muita meia, camisa e cueca?

Reitor da UFC é eleito presidente da Andifes

O professor Jesualdo Farias, reitor da Universidade Federal do Ceará (UFC), foi eleito, na manhã desta sexta-feira, 2, presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). Jesualdo teve 44 votos de um colegiado de 45 eleitores (reitores). Um voto foi em branco.

Após eleito, o professor tomou posse no cargo e anunciou as primeiras ações do mandato de um ano à frente da entidade. De acordo com a UFC, uma das prioridades do gestor é apoiar o Programa Mais Médicos.

Durante a solenidade, Jesualdo afirmou que falou com o Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, marcando audiência – que ocorrerá na próxima semana – para tratar de outro assunto de relevância para as instituições federais: a complementação do orçamento para 2014, que, segundo afirma, não atendeu às expectativas”. Disse ainda que solicitou ao Ministro Mercadante que intermediasse reunião da Andifes com a Presidenta Dilma Rousseff.

(O POVO Online)

Prefeito RC anuncia pacote de R$ 137 milhões na área do saneamento

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O prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PSB), anunciou, durante sua prestação de contas do primeiro semestre de gestão, nesta quinta-feira, quando da abertura dos trabalhos da Câmara Municipal, mais um pacote de obras.

Dessa vez, na área de saneamento e drenagem, com verbas do Município e do PAC Saneamento, do governo federal, na ordem de R$ 137 milhões.

Roberto Cláudio convidou os vereadores para que nesta sexta-feira, às 10 horas, estejam no Paço Municipal, para conferir a assinatura das primeiras ordens de serviço desse pacote que inclui, como destacou, obras deixadas pela gestão passada e novas ações como a que ocorrerá em trecho problemático da rua Cônego de Castro.

DETALHE – Quando estava encerrando sua fala, o prefeito RC foi interrompido por gritos de uma manifestante contrária às obras dos viadutos no Cocó. Confira aqui.

Prefeito RC vai à Câmara disposto a abrir agenda para discutir obra dos viadutos do Cocó

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O prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PSB), vai à sessão de abertura dos trabalhos da Câmara Municipal nesta manhã de quinta-feira. Ele vai apresentar balanço das atividades do primeiro semestre, atendendo a um convite do presidente da Casa, Walter Cavalcante.

RC adianta para o Blog que a sua agenda já está aberta, inclusive, para, caso seja procurado, conversar sobre as obras dos dois viadutos no encontro da avenida Antonio Sales com Engenheiro Santana Júnior, alvos de polêmica.

Estará à disposição na própria Câmara Municipal.

O Programa Mais Médicos e uma resposta a Adib Jatene

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Com o título “Uma resposta(ou indagações) ao médico Adib Jatene“, eis artigo de Felipe Bastos Gurgel Silva, engenheiro aeronáutico pelo ITA e doutorando em Finanças pela Cornell University. 

Imaginem aquela relação (namoro) na qual uma das partes está demasiadamente desgastada do não compromisso e falta de consonância da outra. A típica sensação de latência que, embora incomode, não chega a ser crítica o suficiente para levar ao fim. O chamado comodismo com o estado permanente de insatisfação. Pois bem, normalmente nesses casos, basta um fato isolado para atingir a “energia de ativação” e desencadear num processo rápido e culminante que leve ao rompimento.

Na minha modesta percepção, essa anedota descreve perfeitamente a relação entre o Governo Federal e a classe médica brasileira nos últimos meses, desde quando se deu o início das discussões acerca da importação de “escravos” médicos cubanos para atuar no SUS. Se o período de debates envolvendo o “Revalida”, os problemas reais do SUS, a distribuição geográfica dos médicos no país, etc., ilustravam o chamado “namoro empurrado com a barriga”, os eventos pontuais da última semana (Programa “Mais Médicos” e veto ao Ato Médico) não podem sequer serem considerados “a gota d’água”. Se o balde estava “cheio a menos de uma gota”, o que o Governo fez foi colocar o balde debaixo das Cataratas do Iguaçu. Realmente, o totalitarismo chega a ser tão absurdo que Mussolini e Stalin ficariam orgulhosos.

Faço uma pequena pausa para uma breve apresentação. Primeiramente, não, não sou médico. Minha relação com a medicina é, nada mais nada menos, a de mero consumidor final do produto do conhecimento de seus profissionais (médicos). De forma mais direta, sou o que se denomina “paciente” – assim como todos de nossa sociedade, inclusive os médicos, se nunca foram um dia certamente serão. Bom, talvez eu tenha uma conexão levemente mais próxima com a ciência médica do que um puro leigo, por ter nascido e crescido em uma família de médicos – e por ter vários amigos que optaram em seguir essa profissão.

Enfim, desde quando o programa “Mais Médicos” foi lançado, o “resumo dos melhores capítulos” da semana nessa novela poderia ser descrito em poucas palavras. A maioria absoluta dos médicos (e demais profissionais da área de saúde) mostrou-se veementemente contrária ao programa, em especial à extensão do curso de medicina em dois anos de serviços obrigatórios no SUS. Talvez o percentual de rejeição seja levemente mais baixo dentre os não médicos, mas certamente existe uma relação não desprezível do ponto de vista estatístico entre a rejeição da medida e o conhecimento (de fato) de valores democráticos e libertários por parte do indivíduo. Obviamente, opiniões favoráveis também foram expostas – muitas delas por parte de pessoas ligadas ao governo. De fato, opiniões favoráveis ao programa, desde que tecnicamente embasadas e logicamente fundamentadas, devem sim ser ouvidas. Contudo, uma frase me chamou bastante atenção – e é justamente sobre essa frase que gostaria de refletir nesse texto.

O conceituado médico e ex-ministro da Saúde, Sr. Adib Jatene, ao defender a extensão do curso em dois anos de serviços obrigatórios no SUS, afirmou que “médico tem que ser especialista em gente”. Foi justamente depois de ouvir (e ler) tal afirmativa que me motivei a escrever esse simples ensaio, afinal, a frase destoa por duas características indissociáveis: 1) a absurda desconexão do termo em si, “especialista em gente” e 2) o fato de tal frase, com vastas possibilidades semânticas, ter sido declarada por uma pessoa com o currículo do Sr. Jatene. Afinal, sem cairmos em verbosidades desnecessárias, perguntemo-nos: o que vem a ser esse tal “especialista em gente”? Ou melhor, o que o Sr. Jatene quis dizer com essa nova “especialidade médica”? Com toda sinceridade, se a frase me fosse exposta sem apresentar o nome do autor e me fosse perguntado quem a proferiu, acho que meu “best guess” seria, talvez, Dadá Maravilha (“Se der, deu. Se não der, não deu!”).

Trazendo um pouco de razão ao questionamento, eu consigo imaginar duas possibilidades (ou intenções semânticas) para o “especialista em gente” que o Sr. Jatene tanto defende. Abaixo analiso cada uma delas, em separado:
Possibilidade 1: Realmente quando o Sr. Jatene falou “especialista em gente” ele quis se referir ao fato de o médico ser um especialista no ser humano como ente biológico. Ou seja, ser especialista significa dominar, em profundo conhecimento, o organismo humano como um sistema dinâmico complexo e seus subsistemas, tanto anatômica como fisiologicamente. Através desse conhecimento básico, imagino que se construam os alicerces para o domínio dos tratamentos e procedimentos que constituem a medicina propriamente dita. Parafraseando Dráusio Varella, “a função da medicina é aliviar o sofrimento humano”. Simply like that! Tudo isso associado a uma boa carga horária de matérias de ética profissional – afinal, a carreira do médico em si envolve elevado grau de responsabilidade civil.
Como falei anteriormente, não sou médico, mas acho que o bom senso de um mero usuário da medicina me faz crer que essa é a descrição do que espero da formação ACADÊMICA de um médico. Ou seja, se de fato o “especialista em gente” significa um médico com elevado conhecimento teórico, experimental e com responsabilidade social, então concordo em gênero, número e grau com o que o Sr. Jatene falou! Mas, me pergunto: como que, em plena segunda década do século XXI, alguém descobriu, como num passe de mágica, que a formação típica de graduação em seis anos não era suficiente para fornecer isso aos médicos? Ao longo desses meus 30 anos de vida, já precisei de serviços médicos inúmeras vezes – seja para tratar de simples viroses a um acidente de carro em 2008. E, sendo bem sincero, tirando pouquíssimas exceções, via de regra, tive meus problemas resolvidos pelos profissionais que me atenderam.

Agora querem me dizer que seis anos não são suficientes como graduação? Ou melhor, que todos os médicos que me atenderam tinham formações deficitárias? É isso mesmo? Tirando um pouco o meu egocentrismo, o Governo Federal quer dizer então que temos 400 mil médicos no Brasil que fizeram graduação em seis anos (dos quais boa parte continuou seus estudos em residências médicas) mas não são “especialistas em gente”, como disse o Sr. Jatene. São, portanto, incapazes de exercer a profissão! Entendi corretamente, Sra. Presidente (com “E” no final)?
Apesar de suas bizarrices, ainda acho difícil que a Possibilidade 1 seja a real. Apresento, portanto, a segunda possibilidade – cuja raiz chega a ser bem mais negativa que a primeira. Possibilidade 2: Quando o Sr. Jatene falou em “especialista em gente”, a carga semântica da expressão atravessou o lado técnico e abraçou uma causa ideológica “esquerdopata”. Ele quis dizer que “o médico não completa sua formação na faculdade, mas sim na prática”. Ou melhor, que “mais importante que dominar a anatomia é entender de fato os problemas de nossa gente”.

Quando argumentos beiram o ridículo, a resposta deve ser estruturada, justamente para expor suas falácias. Sendo assim, vamos por partes. Quanto à ideia de que “o médico não completa sua formação na faculdade”, Sr. Jatene, lamento informar-lhe, mas isso não é uma característica exclusiva da medicina (ou mesmo da área de saúde). Pegue, por exemplo, o caso da formação acadêmica de um engenheiro (minha graduação). Os primeiros anos são focados em matérias de ciências básicas (matemática, física etc.) e os períodos disponíveis para estágios são normalmente restritos às férias escolares. À medida que o curso se aproxima do final, as matérias começam a focar mais na aplicação dos fundamentos teóricos em problemas experimentais, assim como a disponibilidade para estágios (muitas vezes curriculares) passa a ser maior. Assim, ao se formar, a transição entre a vida acadêmica e a carreira profissional não precisa ser mais abrupta do que já é. Mesmo assim, no seu primeiro dia de trabalho, você acha que um engenheiro recém-formado é colocado numa situação de total domínio de sua profissão? Claro que não! O aprendizado, mesmo que na vida pós-acadêmica, é um processo contínuo e constante. Mais ainda, esse modelo não é exclusivo da engenharia, mas cursos como economia, administração de empresas, etc., também seguem essa lógica.
Esse framework é de certa forma padrão para qualquer carreira que envolva elevado nível de capital intelectual.

Existe uma formação acadêmica, com forte base teórica e experimental, que pouco a pouco dá espaço a estágios a medida do momento que se transaciona do ambiente universitário para a vida profissional. E quando se começa a carreira propriamente dita, nem mesmo os mais brilhantes está, obviamente, 100% preparado para lidar com todos desafios do mundo real. A vivência, a experiência de problemas passados e as relações interpessoais continuamente calibram a escala do bom profissional. E isso vale, inclusive, para os grandes outliers. Ou você acha que Armínio Fraga quando era recém-concludente do Ph.D. em economia de Princeton sabia macroeconomia no mesmo nível que hoje, após uma carreira brilhante como hedge fund manager, passando pela presidência do Banco Central do Brasil?
O segundo sub-argumento chega a ser ainda mais nefasto, pois nele está escondido o total desprezo por parte da filosofia esquerdista ao conhecimento científico e acadêmico. Quem argumenta que “é mais importante pra um médico entender os problemas pessoais do paciente do que dominar anatomia e fisiologia humanas”, também pode transladar o mesmo absurdo para demais áreas do conhecimento humano. Ora “bom engenheiro aeronáutico é aquele que tem fotos de avião no quarto, não o que estudou aerodinâmica”. Ou “bom economista é o partidário do Bolsa Família, não o que domina o modelo IS-LM ou consegue distinguir Milton Friedman de Keynes”.

Não me levem a mal. Não tenho desprezo por entender problemas práticos ou mesmo agir com ética e responsabilidade social. O que repudio, sim, é essa cultura de menosprezar o conhecimento técnico, como se o conhecimento do mesmo (e de suas limitações) não fosse essencial para a aplicação às situações reais. E por que a esquerda sempre levantou esse argumento de “diminuir o conhecimento técnico”? Simplesmente porque a técnica, aliada ao bom funcionamento do livre mercado, é a forma mais democrática de permitir a sociedade (pacientes, nesse caso!) que se escolha os melhores profissionais. Que se separe o joio do trigo. Da onde veio o sucesso (inclusive financeiro) de Ivo Pitanguy, senão de seu reconhecido domínio fora de série, teórico e experimental, dentro de sua área de atuação?

A esquerda teme, acima de tudo, o conceito de meritocracia. Afinal, para eles é sempre melhor rotular os 400 mil médicos com ataduras em suas faces e transformá-los num produto de linha de produção, independente de suas diferentes individualidades, capacidades e interesses. Bom, o cometa da meritocracia passou distante das terras tupiniquins – afinal, quem é mesmo o Ministro da Educação? Aloísio Mercadante? Por curiosidade, me respondam, qual critério técnico (além de “prêmio de consolação por ter perdido as eleições do governo de São Paulo em 2010”) foi utilizado para sua nomeação para a pasta? Já sei! Deve ter sido o mesmo que o nomeou para sua pasta anterior (Ciência e Tecnologia).

Concluindo, Sr. Jatene, por favor, não faça pouco caso da massa crítica intelectual brasileira. Apesar de cada vez menos representativa, ela ainda existe – e incluo muitos de meus amigos médicos nesse grupo. Respondendo, por fim, ao seu pedido para formarmos “especialistas em gente”, como paciente, garanto-lhe uma coisa: se o que eu procuro é apenas um bom par de orelhas para ouvir-me reclamar do meu cisto sinovial que tenho no pulso (e não retirá-lo), sinceramente, não preciso de um médico para tal. Um grupo de amigos numa mesa de bar é mais que suficiente – e certamente mais agradável que um consultório médico. Agora, no dia que eu tiver uma doença grave (espero que isso não ocorra), não quero seu “especialista em gente”. Quero um com o padrão do “Dr. House”, da série televisiva, quero o melhor. Ele pode até ser rude comigo, se prometer ser duplamente rude com a doença. E, diferente do que prega Mercadante, que a medicina deve ser exercida sem intenção de ganhos financeiros, acredito que qualquer atividade profissional, desde que exercida com ética, deva sim visar o lucro e a remuneração por seu capital intelectual – e estou disposto a pagar caro por um serviço de qualidade.

P.S.: Existe, ainda, uma curiosidade final. Se o conceito de “especialista em gente”, de fato, se refere à prática médica (não acadêmica) em si, segue então a dúvida: por que para se tornar “especialista” o médico necessariamente teria que trabalhar para o SUS? Que fator técnico desmereceria o médico do setor privado no objetivo de alcançar tal especialidade? Até onde eu saiba, o coração de Joseph Safra e o do paciente do SUS têm, igualmente, dois átrios e dois ventrículos. Pelo menos foi o que aprendi nas aulas de biologia 15 anos atrás. Se o único caminho para o título de especialista em gente for o trabalho forçado no SUS, então tanto Lula como Dilma não se trataram por tais especialistas no Sírio-Libanês.

Felipe Bastos Gurgel Silva, engenheiro aeronáutico pelo ITA e doutorando em Finanças pela Cornell University.

Jovem é assassinado no pátio da emergência do IJF-Centro

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Antonio Edson Justino de Lima (19), morador do bairro Lagamar, foi assassinado, nesta quarta-feira, com três tiros no pátio da área de emergência do Instituto Dr. José Frota, no Centro de Fortaleza. Ele era paciente e estava recebendo alta.

O autor do crime foi um adolescente, morador da Paupina (Messejana), que conseguiu ser preso por policiais militares que dão plantão do IJF. O menor foi conduzido para a Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA). O crime teria sido motivado por vingança.

O Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos de Fortaleza (Sindifort), inteirado do caso, lamenta a situação de insegurança no hospital para servidores, pacientes e familiares.  Neste ano, a entidade realizou ato cobrando mais segurança.

Instituto do Câncer promove a 9ª Feira Solidária

O Instituto do Câncer do Ceará está promovendo a nona edição de sua Feira Solidária, vendendo produtos importados doados pela Receita Federal.

A venda ocorre das 9 às 16 horas, em seu galpão no bairro Rodolfo Teófilo. Toda a renda ajudará no trabalho prestado pela Casa Vida, entidade ligada ao ICC que acolhe pacientes em tratamento do câncer e seus familiares.

* Mais informações sobre a Casa Vida aqui.

 

Em novo protesto, médicos realizam abraço simbólico no HGF

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Médicos e estudantes de medicina de Fortaleza protagonizam um novo protesto na manhã desta terça-feira, 30, no entorno do Hospital Geral de Fortaleza (HGF), no Papicu.

Por volta das 10h, os médicos deram as mãos e promoveram um abraço simbólico ao redor do hospital. Os manifestantes se reuniram em todas as entradas do HGF, vestidos com jaleco branco, representando a categoria dos médicos. Os manifestantes também seguram cartazes em protesto por melhores condições para categoria e para saúde pública.

De acordo com o Sindicato dos Médicos do Ceará (Simec), a paralisação faz parte de um movimento nacional que envolve mais de 20 estados. Segundo a categoria, o protesto em todo o País é pela derrubada da MP 621/2013, que institui o Programa Mais Médicos, e dos vetos à Lei que regulamenta a medicina.

PROGRAMAÇÃO

De acordo com a programação divulgada pelo Sindicato, às 16h os médicos irão atender a população e promover uma panfletagem e exposição de fotos na Praça José de Alencar.

A programação de protestos deve continuar na próxima quarta-feira, 31, iniciando com panfletagem em frente ao Hospital das Clínicas, na avenida José Bastos, e encerrando com uma caminhada partindo da Praça Coração de Jesus, no Centro, e indo até o núcleo do Ministério da Saúde no Ceará.

VEM PRA RUA PELA SAÚDE

Na última quinta-feira, 18, foi realizada caminhada com cerca de 500 médicos e estudantes de medicina até a Praça do Ferreira em protesto denominado “Vem Pra Rua pela Saúde”. Na ocasião, a presidente Dilma Rousseff estava em Fortaleza para entrega das duas últimas estações do Metrofor.

Na última terça-feira, 23, os médicos paralisaram os serviços de atendimento nos postos de saúde da Capital.

O POVO Online

Uma exposição sobre João Paulo II

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Ainda em clima da visita do papa Francisco, o Shopping Benfica abrirá, a partir das 10 horas desta terça-feira, a exposição fotográfica “João Paulo II, pacifista do século XX”.

Com apoio da ONG Estação da Luz e como forma também de divulgar a XI Mostra Brasileira do Teatro Transcendental, que ocorrerá de 21 a 25 de agosto próximo, no Teatro Via Sul.

DETALHE – João Paulo II, ao lado de João XXIII, será canonizado.

Memória de José Otoch será lembrada

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Será celebrada nesta segunda-feira, às 19 horas, a Missa da Ressurreição do empresário José Abrahão Otoch (85). O ato está marcado para a Igreja do Líbano.

José Otoch comandou um dos maiores grupos cearenses do ramo de comercialização de confecções.Filho de imigrantes libaneses – o pai veio  com a família para o Brasil com um ano de idade, em 1895 – aos vinte anos formou-se em odontologia que trocou, seis meses depois, pelo comércio. O armazém deu origem a uma grande cadeia de varejo espalhada – no ano de 2000, por 15 Estados (Lojas Esplanada), a um grande atacado de tecido (Megatex) e a um dos grupos econômicos mais fortes da Região Nordeste (Grupo Otoch).

SPU libera obras do Cocó

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“A Prefeitura de Fortaleza informou, na tarde desta sexta-feira, 26, que a Superintendência de Patrimônio da União (SPU) liberou a retomada da obra de construção dos viadutos no encontro das avenidas Antônio Sales e Engenheiro Santana Júnior, no Cocó. O órgão havia solicitado o embargo da obra, alegando que a Prefeitura não possuía licença da União para iniciar a obra.

Na última quarta-feira, 24, a Justiça já havia derrubado a liminar que impedia a continuidade da obra. No dia seguinte, o prefeito Roberto Cláudio(PSB) informou que a obra estava sendo retomada, mas no sentido oposto ao Parque, até que houvesse a determinação da SPU sobre o trecho em que as árvores foram derrubadas.

De acordo com a Prefeitura, a intenção agora é conversar com o grupo de cerca de 30 manifestantes que continuam acampados no local da obra, para tentar convencê-los a deixar o local. Após isso, a intenção é realizar é retomar os trabalhos em duas frentes.”

(O POVO Online)

Eduardo Campos cobra novo pacto federativo em evento do CIC no Recife

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“Falando para empresários do Ceará e de Pernambuco, em evento do Programa Integra Brasil, na sede da Fiepe, nesta sexta-feira, o governador Eduardo Campos (PSB) voltou a cobrar um novo pacto federativo no Brasil. O seminário tratava de desenvolvimento do Nordeste. A sua palestra versava sobre o tema O Nordeste e Pernambuco no Brasil das próximas décadas.

“Um novo pacto federativo.é estratégico para a construção de cidadania no Nordeste. Não construiremos isso se o pacto federativo não funcionar”, afirmou. Para Eduardo, o debate, que “é tão necessário e vem numa hora tão oportuna”, é fundamental para se definir um planejamento estratégico para o País, passando pelo regional.

“Temos de buscar uma saída dentro de uma visão que entende a questão nordestina como uma questão nacional. É uma produção coletiva que expressa a diversidade do pensar e do olhar sobre a realidade nordestina que enfrente os velhos e novos problemas”, disse o governador.

Em sua apresentação, o governador fez uma análise sobre a conjuntura atual do País e chamou atenção para mudanças. “Precisamos olhar o Nordeste por dentro, onde somos mais desiguais que o Brasil. Como equilibrar por dentro? Não seremos uma região justa sem encarar esse quadro. É preciso garantir os avanços construídos, com um olhar estratégico para o futuro”, ressaltou.

Para tal, o governador acredita ser fundamental a “consolidação de polos dinâmicos de formação de pessoas no interior do Nordeste”, fortalecendo os setores de ciência e tecnologia e de qualificação profissional. “É fundamental um olhar do País sobre alguns setores para retomada do crescimento, como petróleo e gás offshore, que podem gerar um processo de concentração muito forte”, destacou, entre outros pontos.”

(JC Online)

DETALHE – Eduardo campos falou no lançamento do Programa Integra Brasil, do Centro Industrial do Ceará, que é difundido nas Capitais nordestinas como forma de ofercer ao governo federal sugestões contra as desigualdades regionais.

TJ define posse de desembargador

O Tribunal de Justiça do Estado (TJ), em clima de posse de dois novos desembargadores na tarde de sexta-feira, 26, em seu auditório, decidiu marcar a data de posse do advogado Paulo Airton Albuquerque, que foi o escolhido pelo governador Cid Gomes (PSB) para ocupar vaga de desembargador do TJ – no chamado quinto constitucional da OAB, aberta com a aposentadoria de Ernani Barreira.

De acordo com o TJ, Airton tomará posse no dia 8 de agosto, às 16h, no auditório do TJ.

Grupo armado explode caixa do Bradesco e troca tiros com a Polícia

“Um grupo de homens fortemente armado explodiu um caixa eletrônico do Bradesco no município de São João do Jaguaribe, a 213 km de Fortaleza, na madrugada desta sexta-feira, 26. A ação aconteceu por volta das 1h. Policiais tomaram conhecimento do fato durante ronda policial de rotina da madrugada.

De acordo com informações da Polícia Militar, os homens estavam armados com fuzis, pistolas 9mm, e revólveres de calibre 38. Houve troca de tiros entre os policiais e os bandidos, que fugiram levando uma quantia desconhecida em dinheiro. Ninguém ficou ferido.

Os homens fugiram em direção ao município de Morada Nova. Durante a fuga, eles queimaram um carro e entraram em outro veículo. A Polícia Militar, em conjunto com a Polícia Civil, realiza diligências para encontrar os suspeitos.”

(O POVO Online)