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Coleção Terra Bárbara – Ricardo Guilherme assina livro sobre Antonieta Noronha

O ator, diretor e escritor Ricardo Guilherme assina o livro biográfico sobre Antonieta Noronha. É mais uma publicação que está saindo do forno da Coleção Terra Bárbara, de Edições Demócrito Rocha.

Perfil

Antonieta Noronha nasceu em Sobral, no dia 14 de agosto de 1936 e começou a atuar aos 18 anos. Ela participou do Programa de Calouros da Ceará Rádio Clube e A Voz de Ouro ABC da rádio Uirapuru, além de integrar o Grande Coral do Conservatório Alberto Nepomuceno e cursar Arte Dramática da Universidade Federal do Ceará (UFC).

Em 1964, Antonieta concluiu o curso e entrou no elenco da Comédia Cearense e do Teatro Novo, que era dirigida pelos diretores Marcus Miranda, B. de Paiva e Haroldo Serra. A atriz interpretava comédia, drama e tragédia. Na televisão, Antonieta atuou como a fofoqueira Olinda, do programa Dois na Berlinda, ao lado de Praxedinho.

No cinema, a estreia se deu com o filme “Dora Doralina” (1982), com Vera Fischer e Cleide Yácones. Foi premiada como atriz nos filmes ”O amor não acaba às 15h30min”,” Deixa-me ficar” e ”Tempo da Ira”. No filme brasileiro ”Central do Brasil”, trabalhou ao lado de Fernanda Montenegro.

Também estão no seu currículo as produções: ”Luiza Homem”, ”Milagre em Juazeiro” e ”A Lenda do Gato Preto”. Em 2004, a então Fundação de Cultura, Esporte e Turismo (Funcet) inaugurou o teatro que leva seu nome com o espetáculo ”Um minuto de silêncio”

O POVO divulga nota repudiando ataques de Carlos Vereza ao jornalista Renato Abê

O jornal O POVO divulga, em sua edição desta sexta-feira, nota de repúdio a ataques desferidos pelo ator Carlos Vereza contra jornalista da casa. Confira:

NOTA PÚBLICA

O POVO repudia com veemência a postura do ator Carlos Vereza, que vem desferindo uma série de ataques contra o jornalista Renato Abê desde a publicação de uma entrevista em 15 de abril, quando ele esteve em Fortaleza para apresentar o monólogo Iscariotis – A outra face.

Na conversa com o repórter, dentre outras declarações polêmicas, o ator diz que a vereadora fluminense Marielle Franco, executada com quatro tiros de pistola, foi um “cadáver fabricado”.
Durante o encontro, Vereza tocou diversas vezes no jornalista afirmando ser médium, vendo nele uma “aura petista”. Ao fim, brindou-o com xingamentos e palavras de baixo calão.

Não contente com essa performance, após a publicação, o ator passou a lançar ataques por meio de posts no Facebook contra o repórter, que foi chamado de “patife” e “calhorda”, e também contra O POVO, classificado como “pasquim” e “desonesto”.

Depois, passou a acessar o perfil pessoal do jornalista em redes sociais para ofendê-lo. Em um desses disparates, demonstrou preconceito inaceitável, recomendando ao repórter “ir sem batom” na próxima entrevista.

O POVO reafirma irrestrito apoio a Renato Abê, que reagiu com tranquilidade e profissionalismo aos xingamentos e provocações a que foi submetido durante a entrevista e depois dela. De início, foi oferecido apoio jurídico ao repórter, que considerou não ser necessário.

Com o continuar das agressões torpes ao longo da semana, no entanto, avaliamos importante repor publicamente alguns pontos. Desnecessário comentar a falta de equilíbrio do ator, mas é importante esclarecer as mentiras que ele publica.

Diferentemente do que Vereza afirma, o jornalista não entrou “oportunisticamente” no teatro, enquanto a produção montava o cenário da peça. A entrevista havia sido marcada com a própria assessoria de imprensa da Secretaria da Cultura do Ceará (Secult), sendo explicado que a conversa teria como tema questões políticas, assunto que o ator costuma abordar.

Também é mentirosa a afirmação de que o jornal não tenha divulgado a peça Iscariotis. O monólogo ocupou toda a capa do Vida & Arte Guia do dia 12/4, tendo sido o grande destaque da edição. Na própria entrevista, é feita menção à peça e ao local da apresentação.

Também não procede a afirmação que o jornalista passou a “plantar notas” em veículos de esquerda para se autopromover. A entrevista foi publicada nas redes sociais do O POVO, como boa parte das matérias do jornal, tendo obtido grande repercussão.

De tudo isso, uma coisa Vereza não questionou: o conteúdo publicado pelo O POVO. Falou mal do profissional e do que imagina que tenha sido o processo de agendamento e divulgação, mas não pode negar a precisa reprodução do que disse, inclusive com a íntegra no online. Talvez tenha sido exatamente isso que o tenha incomodado.

*A entrevista com o ator Carlos Vereza está disponível aqui.

*A matéria do O POVO sobre a peça leia aqui.

Crianças participam de peça teatral que retrata a Semana Santa

Crianças do ensino infantil da Expansão Educacional Creche Escola, na Cidade dos Funcionários, apresentaram, nessa quarta-feira (28) uma peça que recorda a Paixão, a Morte e a Ressurreição de Jesus Cristo, em celebração à Semana Santa. A direção da escola acredita que o teatro seja melhor maneira das crianças compreenderem o significado do Domingo de Ramos, da Semana Santa e da Páscoa.

“Detalhamos todos os momentos. O significado do Domingo de Ramos, a entrada de Jesus Cristo em Jerusalém e a Ressurreição”, disse Nadia Diniz, coordenadora pedagógica. Ainda segundo Nadia, as crianças vivenciaram o sofrimento de Jesus desde o calvário à crucificação.

Por fim, encerrando as atividades da semana, após 15 dias de ensinamentos em sala de aula, além de ensaios diários para a peça teatral, professores, colaboradores e crianças participaram da Santa Ceia.

(Foto: Divulgação)

Tônia Carrero morre aos 95 anos

Morreu na noite desse sábado (3), aos 95 anos de idade, a atriz Tônia Carrero, vítima de parada cardíaca, durante uma cirurgia para a retirada de úlcera no sacro. A atriz será será cremada nesta segunda-feira (5), no Rio de Janeiro.

Nascida Maria Antonietta Portocarrero Thedim, Tônia Carrero participou de 15 novelas, 19 filmes e 54 peças teatrais.

(Fotos: Divulgação)

Roberto Cláudio diz que teatro faz parte da formação dos jovens

“Estou cada vez mais convencido do impacto que a cultura exerce para transformar a juventude de Fortaleza”. A declaração é do prefeito Roberto Cláudio, durante visita ao teatro do Cuca do Jagurussu, que terá capacidade para 252 lugares, dois camarins e salas de controle de som, em um investimento de R$ 1.1 milhão.

“Nós estamos visitando a obra deste teatro, que foi entregue esta semana e vem fortalecer a cultura nesta área da Cidade, composta pelo Jangurussu, pelo Conjunto Palmeiras, pelo São Cristóvão e por todo o entorno. Poucas áreas da Capital dispõem de um equipamento cultural como este. Instalado no Cuca, ele passa a ser um equipamento de formação. Aqui, nós temos bailarinas, músicos, artistas. Talentos estão sendo descobertos. A juventude precisa de um espaço como este para expressar e qualificar o seu trabalho. A parte cenotécnica também será implantada, com iluminação, cortina e outros detalhes”, ressaltou o prefeito.

De acordo com o coordenador de Políticas Públicas de Juventude da Prefeitura de Fortaleza, Júlio Brizzi, o processo de conclusão da obra deverá ser finalizado até o início do segundo semestre deste ano.

“Pela complexidade do equipamento, a obra segue em etapas pela especificidade do acabamento e das necessidades gerais. A gente estima que, até o meio do ano, todo o processo esteja concluído. Mas é importante registrar que a utilização do teatro já está liberada. A região do Jangurussu tem uma grande concentração de jovens, que devem ser beneficiados a partir das atividades aqui desenvolvidas”, disse.

O secretário Executivo da Regional VI, Roberto Rios, avaliou positivamente a transformação pela qual o território vem passando ao longo da gestão do prefeito Roberto Cláudio.

“Eu moro nesta Regional ‪há 28‬ anos. Durante esse tempo, presenciei manifestações artísticas e culturais na chuva, em quadras com infraestruturas comprometidas e, literalmente, no meio da rua. É uma alegria muito grande observar que a cultura está evoluindo graças a equipamentos como este, que possibilitam a troca de experiências e de aprendizados”, comentou.

(Foto: Divulgação)

Fundação Raimundo Fagner apresentará o espetáculo Aretê: Guerreiro Menino

A Fundação Raimundo Fagner apresentará, entre outubro e novembro, uma programação especial para o final deste ano. Os apaixonados por música e teatro poderão prestigiar espetáculos com abordagem bem contemporânea e alegórica. O início da turnê traz para o público cearense o musical cênico Aretê: Guerreiro Menino, com estreia na próxima terça-feira (17), às 15 horas, no espaço Morro do Ouro (Anexo do Theatro José de Alencar), com entrada gratuita.

Depois o musical passa por outros palcos culturais de Fortaleza. No CUCA Mondubim, no dia 27, às 18h30min, e em seguida, já no mês de novembro, encerrará temporada nos dias 7 e 14, às 18 horas, no espaço cultural do Sesc Emiliano Queiroz.

Aretê: Guerreiro Menino

Trata-se de um espetáculo cênico musical autoral da atriz e dramaturga Mariana Elani que aborda de maneira simples acontecimentos diários que a pessoa leva para o resto da vida na questão ética e de valor humano. ”Mostra situações pequenas e corriqueiras em questões éticas e de valores humanos que são postos em xeque, e o protagonista (Aretê) as observa e expõe seu ponto de vista, que é de fato uma reflexão sobre ações que tomamos como simples, mas definem de fato aspectos da construção de nosso caráter”, acrescenta a dramaturga.

O espetáculo tem dez atores mirins no elenco com produção e músicos cearenses. A música na maioria autoral com letra e melodia da professora de teatro Mariana Elani e com pegada popular e lúdica do maestro Ezequiel Moreira que fez os arranjos, com exceção de Guerreiro Menino de Gonzaguinha, e Pedras que Cantam de Fagner, que fazem parte também do repertório. E Aretê tem como referência literária O Mágico de Oz e Alice no País das Maravilhas, além do audiovisual “Que luz é essa?” do saudoso cantor Raul Seixas.

(Foto – Divulgação)

Caso do sobralense Damião Ximenes inspira peça

O espetáculo “Quem Matou Damião?” parte do caso real de Damião Ximenes Lopes, cearense morto dentro de hospício em Sobral no ano de 1999, para discutir o ambiente manicomial. O assassinato de Damião, que rendeu ao País a primeira condenação por violação nos direitos humanos pela Organização dos Estados Americanos (OEA), serve como start para a construção de narrativas que questionam os limites da sanidade. Com direção de Renato Abê e Almeida Júnior, a peça tem dramaturgia também assinada por Renato, que é vencedor do prêmio nacional Jovens Dramaturgos do Sesc 2016. O espetáculo estreia no domingo, 24 de setembro, às 18h30min, e segue em temporada nos próximos dois sábados e domingos no Teatro Antonieta Noronha, no Centro.

Em cena, nove atores narram quatro histórias fictícias que têm como gancho o fato de acontecerem no mesmo ambiente em que Damião foi morto: a Casa de Repouso Guararapes, no município de Sobral. Entre os temas tratados estão gênero/sexualidade, estigmatização do papel feminino, poder/coerção social e a função do artista nesse debate sobre a suposta normalidade. E, apesar de falar de assuntos tão urgentes no Brasil de 2017, a peça não pretende levar a crueza dos fatos ao palco e bebe de referências genuinamente artísticas. O cenário é inspirado em “Alice Através do Espelho”, de Lewis Carroll, e o figurino, assinado por Felício da Silva, traz para o palco a “alma de gangue” do filme “Laranja Mecânica”, de Stanley Kubrick.

“A loucura que está sendo apresentada na peça é a loucura do cotidiano, que é representada a partir da pluralidade de questões que a sociedade nos apresenta atualmente”, afirma o ator Narieudes Lima. Ele compõe o elenco junto com Felipe Pereira, Felipe Viana, Geyson Costa, Maddu Andrade, Mailson Oliveira, Nayra Cordeiro, Tálita Camila e Viviane Vale. “Ainda existe no Brasil hoje espaços como esse em que o Damião foi morto, só que com outros nomes. Por isso, defendemos, com o espetáculo, a importância de olhar a singularidade de cada um, pois nem tudo pode se tratar com remédios, internações e fórmulas”, aponta Narieudes, destacando que, no País, ainda tem gente que associa a transexualidade a uma condição de doença e o feminismo a uma histeria feminina, por exemplo.

Tálita Camila afirma que a peça flerta com os estereótipos do que a sociedade entende como loucura para devolver esses clichês ao público num jogo de espelhamento. “A gente está avançando a partir dos estereótipos, porque não estamos falando de doenças, estamos indo na contramão do estigma”, aponta. Ela detalha que os distúrbios psicológicos ganham nova angulação na dramaturgia. “A gente sabe que existe a doença, mas resolvemos falar sobre ela a partir de uma sociedade que se acha normal e coloca o peso da loucura todo em cima de gente diagnosticada com patologia”, contrapõe.

Autor e diretor, Renato aponta a vontade do grupo de avançar nas questões apresentadas pelos noticiários todos os dias. “Não queremos criar uma biografia do Damião Ximenes Lopes, a proposta é partir desse assassinato emblemático e transportar a discussão para um ambiente onírico, espaço onde a sanidade tem outros parâmetros”, pondera.

SERVIÇO

*Teatro Antonieta Noronha – Rua Pereira Filgueiras, 4 – Centro.

*Ingressos: R$ 20,00 inteira R$ 10,00 meia.

*Mais Informações – 9 8865 8687.

Juiz proíbe peça de teatro que leva ao palco Jesus como mulher transgênero

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Uma decisão judicial proibiu a exibição de uma peça de teatro. Trata-se de O Evangelho segundo Jesus, rainha do céu, que estrearia no Sesc em Jundiaí (SP) no fim último fim de semana e retrata Jesus Cristo como uma mulher transgênero nos dias atuais. A decisão é do juiz Luiz Antonio de Campos Júnior, da 1ª Vara Cível da cidade. Para ele, figuras religiosas e sagradas não podem ser “expostas ao ridículo”. A informação é do site Consultor Jurídico.

Adaptado na obra da dramaturga inglesa Jo Clifford, o espetáculo se propõe e recontar passagens bíblicas sob uma perspectiva contemporânea e promover a reflexão sobre a opressão e intolerância sofridas por transgêneros e minorias em geral, destacando que a mensagem cristã é de amor, perdão e aceitação. Em nota, o Sesc informou que recorreu da decisão para garantir a exibição do espetáculo, que “provoca reflexões em torno de questões de gênero”.

Para juiz, espetáculo invade a “existência do senso comum”
Divulgação

 

A ação contra o Sesc foi promovida por uma advogada. Segundo Virgínia Bossonaro Rampin Paiva, a peça afeta a dignidade cristã, expondo ao ridículo símbolos como a cruz e a religiosidade que ela representa.

O juiz de Jundiaí concordou com os argumentos da advogada e aceitou o pedido de antecipação de tutela. Ele também impôs multa de R$ 1 mil por dia de descumprimento.

O magistrado considerou o espetáculo de “mau gosto” e explicou que sua intenção com a decisão é impedir um ato que “maculará o sentimento do cidadão comum”. Na sentença, o juiz, também faz questão de ressaltar que não se trata de censura prévia e que não se pode confundir “liberdade de expressão” com “agressão e falta de respeito”.

“Não se pode admitir a exibição de uma peça com um baixíssimo nível intelectual que chega até mesmo a invadir a existência do senso comum, que deve sempre permear por toda a sociedade”, escreveu.

Os artistas da peça O Evangelho segundo Jesus, rainha do céu lamentaram o cancelamento do espetáculo em sua página no Facebook. Eles afirmaram que o juiz atendeu a um pedido que vinha sendo articulado “por congregações religiosas, políticos e pelo TFP (Tradição, Família e Propriedade)”.

A proibição da exibição da obra prova a sua importância, disseram os artistas, lembrando que o Brasil é o “país que mais assassina travestis e transexuais no mundo”. “Abençoada sejas se abusam de você ou te perseguem. Isso significa que você está trazendo a mudança. E abençoados sejam aqueles que te perseguem também. O ódio é o único talento que têm, e não vale nada”, declararam os artistas.

Por sua vez, a diretora e tradutora da peça, Natalia Mallo, classificou a decisão de Luiz Antonio de Campos Junior de “um tratado de fundamentalismo e preconceito”. “Censurar um espetáculo, em nome dos bons costumes, da fé e da família brasileira parece ser, para alguns fariseus, mais importante e prioritário do que olhar para a sociedade e tentar fazer alguma contribuição concreta para mudar o quadro de violência em que estamos todas e todos soterrados”, disse.

Comédia Cearense comemora 60 anos

A Comédia Cearense comemora 60 anos de atividades. Idealizada pelo ator e diretor Haroldo Serra, resiste ao tempo, sempre abrindo espaços para novos atores e, claro, novas produções.

Para marcar a data, a Comédia Cearense vai estrear na quinta-feira, às 20 horas, no Theatro José de Alencar, a peça O Morro do Ouro, de Eduardo Campos.

Com músicas de Belchior e Jorge Melo.

(Foto – Mariana Parente)

“Voo das Borboletas” aterrissará em temporada no Teatro Sesc Emiliano Queiroz

Kátia Camila, Aurélio Barros, Márcia Ribeiro e Tatiana Albuquerque (Centro).

A história de três mulheres que tentam sobreviver num cenário de dor e submissão será narrada pelo espetáculo “O Voo das Borboletas” que a Introspectus Cia. de Teatro estreará dia 9 próximo, às 20 horas, no Teatro Sesc Emiliano Queiroz, onde cumprirá temporada nos dias 10, 17, 23, 24 e 30 do mesmo mês e horário.

A peça terá como cenário um cativeiro, onde o universo feminino será discorrido através do caos que mostrará durante as apresentações, um sequestro onde ninguém sabe quem é a vítima e o algoz. “O Voo das Borboletas” é um texto escrito na década de 1990 por Ivan Antônio – ator, diretor teatral e dramaturgo de Arcoverde, em Pernambuco, que reside atualmente, na cidade de Camaçari (BA).

Essa peça foi criada durante pesquisa que Ivan fez ao conviver com ex-presidiárias que eram suas alunas nas oficinas após cumprir penas nos presídios femininos no Estado de São Paulo.

(Foto – Divulgação)

Velório de Rogéria acontece no Teatro João Caetano

O corpo da atriz Rogéria está sendo velado no Teatro João Caetano, no Centro do Rio de Janeiro. O enterro está marcado para amanhã (6), no município de Cantagalo, no norte Fluminense, cidade onde Rogéria nasceu. A atriz morreu ontem, aos 74 anos, devido a complicações provocadas por uma infecção urinária.

Ela estava internada desde o dia 8 de agosto em um hospital na Barra da Tijuca. Nascida Astolfo Barroso Pinto, Rogéria era a mais antiga transformista em atividade no Brasil. Ainda na adolescência, homossexual assumido, Astolfo virou transformista e começou a trabalhar como maquiadora, ainda com o nome masculino, na extinta TV Rio.

O nome Rogéria surgiu em 1964, quando venceu um concurso de fantasias no carnaval. Ela estreou nos palcos no mesmo ano, em um show de travestis na Galeria Alaska, então reduto gay de Copacabana.

(Com Agência Brasil)

Ator Silvero Pereira vai encerrar o 25º Festival de Teatro de Acopiara

O ator Silvero Pereira, com espetáculo “Levianas”, encerrará neste sábado o evento.

O 25º Festival de Teatro de Acopiara vai se encerrar neste sábado com espetáculos nas praças, ruas, escolas e equipamentos culturais. Neste ano, o festival recebeu 90 propostas de 68 grupos e companhias cearenses. Cerca de 38 espetáculos do interior e 52 de Fortaleza participaram da seleção, movimentando os grupos de teatro de 18 municípios cearenses.

No total, o evento levou ao município de Acopiara 13 espetáculos de 12 grupos, somando 30 apresentações teatrais, que aconteceram no palco do Centro Social da cidade, que foi transformado em teatro, no Clube Social, no Polo de Lazer e nas escolas da sede e dos distritos.

Programação

*Sexta-feira (01)

19h – Ordinários, do Grupo de Dança de Rua, em frente ao Centro Social de Acopiara

20h – Trans-Ohno, do Coletivo As Travestidas, no Centro Social de Acopiara

21h – Poeira, do Grupo Ninho, no Clube Social de Acopiara

*Sábado (02)

16h30 – Final da Tarde, do Grupo Teatro de Caretas, em frente ao Centro Social de Acopiara

18h – Feira Cultural Padre Crisares, no Polo de Lazer de Acopiara

20h – O Rei dos pés inchados, Cia do Batente, no Clube Social de Acopiara

21h – Show Levianas – Uma sofrência travestida, do Coletivo As Travestidas, no Polo de Lazer de Acopiara.

DETALHE – O ator Silvero Pereira integra o elenco da novela global “Força do Querer”, onde de dia é o motorista Nonato e de noite a travesti Elis Miranda.

(Foto – Divulgação)

Festival de Teatro de Acopiara agita as escolas do município

O 25º Festival de Teatro de Acopiara segue movimentando a cidade. Nesta segunda-feira (28), escolas municipais de dois distritos recebem espetáculos voltados ao público infantojuvenil.

Nesta manhã, o multifacetado Orlângelo Leal, do Grupo Dona Zefinha, está visitando a Escola Manoel da Silva Leal, no distrito São Paulinho, onde apresenta o espetáculo “Autômato”, que mistura humor e música. A tarde também será de alegria no Trussu. Lá, o artista será recebido pelos alunos da Escola Ricardo Pereira, às 16 horas.

Também às 16 horas, a atriz e bailarina Silvia Moura apresentará o espetáculo “A dança nossa de cada dia ou de dentro do cuidar ou de como seria se…” na Escola José Adonias. As apresentações integram o projeto de formação de plateia do festival.

A programação continuará à noite no Centro Social com a apresentação “Capoeira Gerais”, às 18h30min. Logo após, às 20 horas, o Grupo Oitão, de Caririaçu, sobe ao palco com a montagem “Cacos para um vitral”, que une os fragmentos afetivos dos artistas à poesia de Adélia Prado.

DETALHE – O FETAC, que se estenderá até sábado, é realizado pela Cia Cordel de Teatro e tem o apoio cultural da ENEL, da Secretaria da Cultura do Estado, Prefeitura de Acopiara e Moveletro de Acopiara, produção da Cinco Elementos Produções.

(Foto – Divulgação)

XV Mostra Brasileira do Teatro Transcendental começa nesta quarta-feira no Cineteatro São Luiz

Será aberta às 19 horas desta quarta-feira, no Cineteatro São Luiz, a XV Mostra Brasileira de Teatro Transcendental, uma realização da Associação Estação da Luz. Até domingo, levará para o público seis espetáculos em dois palcos de Fortaleza: além Cineteatro São Luiz (Centro), o Teatro RioMar Fortaleza (Papicu).

Nesta edição, o evento traz como tema “Arte ultrapassando limites” e doará os alimentos arrecadados na troca de ingressos para a Igreja Batista Central, Pequeno Cotolengo Dom Orione, Área Pastoral Nossa Senhora do Brasil, Instituto Povo do Mar e Instituto Beatriz e Lauro Fiúza.

Na abertura, a estreia do espetáculo A Bagagem, do Grupo Lema. Com dramaturgia de Rafael Martins e direção de Yuri Yamamoto, a montagem cearense levará mais uma vez aos palcos o tema do suicídio. Em cena, o olhar sobre o tema recai numa avaliação espiritual.

PROGRAMAÇÃO

CINETEATRO SÃO LUIZ

Dia 23 (19h) – A Bagagem (CE)

Dia 24 (19h) – Os Cavaleiros (CE)

RIOMAR FORTALEZA

Dia 25 (20h) – De Repente Fim do Mundo (CE)

Dia 26 (20h) – Bumm (MG)

Dia 27 (16h) – Zeca e o Mundo (CE)

Dia 27 (20h) – Cléo: A Ópatra (RJ)

SERVIÇO

*Cineteatro São Luiz (rua Major Facundo, 500 / Praça do Ferreira – Centro) e Teatro RioMar Fortaleza (Rua Desembargador Lauro Nogueira, 1500 / Piso L3 – Papicu)

*Entrada: sugere-se que sejam trocados alimentos pelos ingressos. Os pontos de troca são nos shoppings RioMar Fortaleza, RioMar Kennedy, Aldeota e Benfica, e nas sedes do Grupo Espírita Paulo e Estevão (Gepe) Piedade e Água Fria.

*Programação completa: no site do evento www.teatrotranscendental.com

(Foto – Divulgação)