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Número de reclamações do usuário das telecomunicações registra queda de 10%

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) registrou uma redução de 10,3% no número de reclamações de usuários de serviços de telecomunicações de agosto para setembro deste ano. Segundo a agência, foram registradas em setembro 224,9 mil reclamações, uma queda de 25,7 mil registros em relação ao apurado em agosto. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a redução foi e 14,3%, uma redução de 37,5 mil queixas.

Entretanto, a agência destaca que nos últimos 12 meses, dos principais serviços de telecomunicações, apenas a telefonia móvel, telefonia fixa e TV por assinatura tiveram redução de reclamações.

“A telefonia móvel registrou menos 27,6 mil reclamações (21,5%); a telefonia fixa menos 7,5 mil (12,6%); e a TV por assinatura menos 5 mil (14,5%). O serviço de banda larga fixa apresentou aumento de 2,6 mil reclamações (6,3%) entre setembro de 2017 e setembro de 2018”, disse a agência.

Segundo a Anatel, em setembro, as principais queixas foram em relação a cobrança de tarifas e qualidade de serviços. Entre os usuários que reclamaram do serviço de telefonia móvel pós-paga, 33,7 mil fizeram queixas sobre cobrança, o que representa 46,7% do total. Pouco mais de 7 mil (9,8%) reclamaram da qualidade e funcionamento dos serviços; e 7 mil (9,7%), pediram cancelamento.

Na modalidade pré-paga, as reclamações sobre créditos foram 37% do total, atingindo 10,6 mil queixas; ofertas, bônus e promoções vem em seguida com 5,2 mil (18%) das reclamações; e 3,9 mil (13,6%), qualidade e funcionamento.

A telefonia fixa teve 22,2 mil (42,8%) reclamações de cobrança; 8,7 mil (16,8%) de qualidade e funcionamento; e 5,6 mil (10,7%) sobre cancelamento.

No mesmo período, o serviço de banda larga fixa registrou 15,7 mil reclamações divididas em qualidade e funcionamento (36,5%); 13,1 mil (30,4%) de cobrança; e 3,7 mil (8,6%), cancelamento.

A TV por assinatura registrou em setembro deste ano 14,9 mil queixas motivadas por cobrança (50,8%); 3,2 mil (10,8%), cancelamento; e 2,8 mil (9,5%), ofertas, bônus e promoções.

(Agência Brasil)

Cai número de reclamações dos serviços de telecomunicações no País

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) registrou redução de 18,8% no número de reclamações de usuários de serviços de telecomunicações em 12 meses. Em agosto de 2018, foram registradas 250,6 mil reclamações de usuários contra as prestadoras dos principais serviços de telecomunicações, 58 mil a menos do que o registrado no mesmo mês do ano passado (308,6 mil).

Os números divulgados hoje (3) pela Anatel mostram também que os principais serviços de telecomunicações apresentaram redução nos últimos 12 meses. Em termos percentuais, a maior redução foi apurada no segmento de TV por assinatura que registrou queda de 24,2% nas reclamações.

A telefonia fixa vem em seguida com redução de 21,7% nas queixas. Depois vem o serviço de telefonia móvel, que registrou redução de 18,8%, e banda larga fixa (-9,7%).

De acordo com a Anatel, a maioria das reclamações no serviço de telefonia móvel pós-paga foram relativas à cobrança indevida, que somaram 47,2% das queixas. Ofertas e promoções totalizaram 10% e qualidade e funcionamento, 9,7%.

Já em relação ao serviço de telefonia móvel pré-pago, as principais reclamações (39%) se referiram a créditos pré-pagos; seguido de ofertas e promoções, com 19,4% das reclamações e de qualidade e funcionamento, que somaram 13,6% das reclamações.

Em relação ao serviço de telefonia fixa, a maioria das queixas foi ocasionada principalmente por problemas na cobrança que somaram 42% do total. As queixas relativas a qualidade e ao funcionamento do serviço ficaram com 17,9%, e as reclamações sobre o cancelamento do serviço que somaram 10,1%.

As reclamações contra prestadoras de banda larga fixa em agosto de 2018 recaíram, principalmente, na qualidade e no funcionamento do serviço com 41,8% das queixas. Em seguida vem problemas na cobrança, com 26,2%, e no cancelamento do serviço que somou (7,7%). Já na TV por assinatura, a maioria das reclamações foi motivada por questões de cobrança que somaram 50,6%, de ofertas e promoções com 9,6% e de cancelamento que ficou com 9% das queixas.

Segundo a agência, todos os estados brasileiros e o Distrito Federal apresentaram diminuição no número de reclamações registradas na Anatel na comparação entre agosto de 2018 e o mesmo mês do ano passado. As cinco maiores reduções proporcionais ocorreram nos estados de Rondônia que registrou queda de 32,4%; Mato Grosso que apresentou redução de 30,6%; Tocantins com queda de 30%; Pernambuco com redução de 27,3%, e Rio de Janeiro que registrou queda de 27% nas reclamações.

(Agência Brasil)

Em 21 meses, linhas de pós-pagos crescem 13,5%, revela Anatel

O número de linhas pós-pagas no Brasil aumentou 13,5% na comparação entre agosto de 2018 e o mesmo mês do ano passado. Os dados, divulgados hoje (1°) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), mostram que o país fechou o mês de agosto com 94,98 milhões de linhas ativas, um crescimento de 11,30 milhões na comparação com agosto de 2017.

Os números reafirmam a tendência de crescimento das linhas pós-pagas em relação às pré-pagas, que vêm caindo, mas ainda são maioria no país. De cada 100 linhas móveis no país, 59 são pré-pagas e 41 pós-pagas. Mesmo assim, em 12 meses, o número de linhas pré-pagas teve redução significativa, de 12,05%. Na comparação com agosto do ano passado, foram registradas menos 19,10 milhões, fechando agosto passado com 139,39 milhões pré-pagas.

De acordo com a Anatel, no período de 12 meses, os únicos estados onde o número de linhas móveis – pré e pós-pagas – cresceu foram Roraima, com mais 35 mil e aumento de 7,23% na base de assinantes; Amazonas, com percentural de 5,08% e mais 174 mil contratos; Amapá, com mais 32 mil contratos e expansão de 4,49%; e Espírito Santo, que com mais 57 mil assinantes e percentual de 1,51%.

“Os quatro principais grupos da telefonia móvel no país detêm 228,77 milhões de linhas em operação (97,61% do mercado). A Vivo tem 74,96 milhões de linhas móveis (31,98%); a Claro, 58,80 milhões (25,09%); a TIM, 56,17 milhões (23,97%); e a Oi, 38,84 milhões (16,57%). As pequenas prestadoras da telefonia móvel, juntas, somam 5,60 milhões de linhas (2,39%)”, informou a Anatel.

A Vivo foi a única operadora que cresceu no período de 12 meses, com mais 386 mil linhas móveis e percentual de 0,52%. Nas demais, o número de assinantes caiu.

Em 12 meses, houve redução de 2,75% no número de assinantes, com menos 1,66 milhão de contratos na Claro; a Tim caiu 6,93%, com menos 4,18 milhões de assinantes; e a Oi teve a maior redução em termos percentuais com redução de 7,57% e queda de 3,18 milhões no número de assinantes. As pequenas prestadoras apresentaram crescimento de 17,65%, somando um total de 838 mil linhas.

Entre as tecnologias usadas, a 4G foi a que mais cresceu em 12 meses, com mais 34,14 milhões de linhas e percentual de 38,58%; seguida das linhas M2M (comunicação entre máquinas), com expansão de 23,89% e mais 3,40 milhões de acessos. A maior redução ocorreu nas linhas 3G, com queda de 33,65% e menos 34,29 milhões de linhas e as de 2G, que perderam 11,05 milhões de linhas e tiveram queda de 29,44%.

Com isso, as linhas de 4G representam mais da metade das linhas ativas no mercado, com 52,33% de participação e totalizando, em agosto, 122,65 milhões de unidades. Em seguida. vêm as linhas de 3G, que somam 28,85% de participação e 67,61 milhões. As de tecnlogia 2G somam 26,49 milhões de linhas e 11,3% do mercado. As linhas móveis voltadas para aplicações máquina-máquina (M2M) são 17,62 milhões, participação de 7,52%.

(Agência Brasil)

TIM manda nota para Blog esclarecendo sobre troca de dispositivo 3G para 4G

Sobre a troca de chip do dispositivo 3G para 4G, o que foi divulgado neste Blog, a partir de informação da própria assessoria da operadora, recebemos a seguinte nota:

A TIM esclarece que a venda ou troca regular de chips em qualquer ponto de venda da operadora tem o custo de R$ 15,00, porém, a loja do North Shopping, como citado na matéria, está realizando a troca do dispositivo 3G pelo 4G gratuitamente até o dia 27, como parte da campanha que está sendo realizada em várias cidades do Nordeste.

A TIM acrescenta que os clientes interessados na substituição gratuita podem se dirigir ainda às lojas do Shopping RioMar Papicu, do Cariri Garden Shopping, no Juazeiro, e à loja TIM Techphone, em Iguatu, até o dia 30 deste mês.

Operadora TIM

TIM promove troca gratuita de chips 3G para 4G em Fortaleza

Dona da maior cobertura 4G do Brasil, a operadora TIM, segundo sua assessoria de imprensa, vem reforçando a importância da troca de chips 3G para 4G nos últimos meses em diversos estados do Nordeste, promovendo a troca gratuita dos dispositivos. Atualmente, quase metade da base de clientes da TIM no Ceará, ainda não trafega na rede 4G, apesar da ampla disponibilidade da tecnologia no estado.

A ação de troca continua a circular na capital cearense e desta vez chega à loja TIM do North Shopping, aberta no último dia 14 em formato de atendimento digital. Os consumidores que ainda não aderiram à rede de quarta geração da operadora, poderão trocar os antigos dispositivos gratuitamente até o dia 27 deste mês.

“Apesar da consolidação da rede de quarta geração no Brasil, ainda existem mitos sobre o uso da tecnologia, como a cobrança de um valor adicional. Estamos trabalhando no esclarecimento de informações acerca do 4G, pois queremos que nossos clientes usufruam de melhorias como maior velocidade de navegação e disponibilidade de sinal, além de ligações em alta definição através do VoLTE (Voice over LTE). Tudo isso pelo mesmo preço da oferta que o cliente já possui.” garante Juliana Marcolini, gerente de Marketing da TIM Nordeste.

VAMOS NÓS – Há vários leitores reclamando e informando que, nessa mudança, a TIM cobra R$ 15,00. A assessoria de imprensa da operadora, que repassou a informação, precisa vir a público esclarecer o fato.

TJ do Ceará lança aplicativo que permite consulta processual por meio de celular

O Tribunal de Justiça do Ceará acaba de disponibilizar o aplicativo CPM – Consulta Processual Mobile. A ferramenta, que está disponível para smartphones e tablets, vai permitir ao jurisdicionado fazer consultas de informações processuais utilizando celular. A iniciativa faz parte de ação estratégica desenvolvida pelas Secretarias Judiciária (Sejud) e de Tecnologia da Informação (Setin) do Tribunal.

O aplicativo CPM é gratuito e encontra-se disponibilizado nas plataformas IOS e Android. Ele oferece, no primeiro momento, o serviço de consulta processual, de 1º e 2º Graus, pelo número do processo ou nome da parte. O secretário judiciário do Tribunal, Walter Correia Lima Filho, afirmou que o aplicativo “deverá agregar outros serviços, como por exemplo, a emissão e o requerimento de certidões, o que já está sendo estudado e brevemente será lançado”.

Ao falar sobre os benefícios da ferramenta, a titular da Setin, Denise Olsen, explicou que “o celular tornou-se o principal instrumento de conexão à Internet no Brasil, em especial nas classes de menor renda, segundo pesquisa realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (CETIC.Br). Por isso, elaboramos esse aplicativo que proporciona praticidade aos jurisdicionados”.

SERVIÇO

*Para baixar o aplicativo clique em Android, se estiver navegando em smartphones, ou aqui, se estiver utilizando a plataforma IOS.

Anatel começa no próximo domingo a bloquear celular irregular

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou que começa a partir de domingo (23), em dez estados, o processo de bloqueio de celulares irregulares, aparelhos adulterados, roubados, extraviados e não certificados pela Anatel. Segundo a agência, que divulgou a informação hoje (17), a medida atinge os usuários de celulares de estados das regiões Centro-Oeste, Sul, Norte e Sudeste. No Acre, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, Tocantins, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, quem estiver utilizando aparelhos irregulares, vai começar a receber a partir deste domingo mensagens alertando sobre o problema.

Nesses estados, a medida vale para aparelhos irregulares habilitados a partir de 23 de setembro de 2018. Os aparelhos irregulares receberão a partir de domingo a seguinte mensagem, enviada pelo número 2828: “Operadora avisa: Pela Lei 9.472 este celular está irregular e não funcionará nas redes celulares em 75 dias. Acesse www.anatel.gov.br/celularlegal”

Já o bloqueio dos aparelhos será feito a partir do dia 8 de dezembro. A última mensagem, na véspera do bloqueio, apresentará o seguinte conteúdo: “Operadora avisa: Este celular IMEI XXXXX é irregular e deixará de funcionar nas redes celulares. Acesse www.anatel.gov.br/celularlegal”

Aparelhos certificados

De acordo com a legislação, todo aparelho celular em uso no país deve ser certificado ou ter sua certificação aceita pela Anatel. “Aparelhos celulares certificados passaram por uma série de testes antes de chegarem às mãos do consumidor. O usuário deve sempre procurar o selo da Anatel no verso da bateria do celular e também no carregador”, informou a assessoria da agência.

Com o bloqueio, a Anatel pretende coibir o uso de telefones móveis não certificados, com IMEI adulterado, clonado ou outras formas de fraude. Segundo a Anatel, os usuários que já têm aparelhos móveis irregulares habilitados não serão desconectados, caso não alterem o número.

IMEI (do inglês International Mobile Equipment Identity) é o número de identificação do celular. O IMEI DB, como é chamado, é acessado por fabricantes, operadoras e agências reguladoras de todo o mundo, razão pela qual aparelhos certificados em qualquer país têm o número de identificação.

Como saber

Para saber se o número de IMEI é legal, basta discar *#06#. Se a numeração coincidir com o que aparece na caixa, o aparelho é regular. Caso contrário, há uma grande chance de o aparelho ser irregular. A agência disse que, uma parceria entre prestadoras, fabricantes e a Anatel serviu para a implantação de um sistema informatizado que identifica os celulares irregulares em uso na rede.

Chamado de “Celular Legal” o projeto de bloqueio foi divido em três fases. A fase piloto (1ª fase) começou com o envio e mensagens em 22 de fevereiro de 2018 para os usuários de Goiás e do Distrito Federal, e o bloqueio começou a partir do dia 9 de maio.

“Até julho deste ano, foram bloqueados por irregularidades 41.827 acessos de telefonia móvel/internet móvel em Goiás e no Distrito Federal, o que representou 0,3% do total de 12.587.694 de acessos em funcionamento, sendo 5.308.975 no DF e 7.278.719 em Goiás”, disse a Anatel.

Nordeste e demais estados

De acordo com a agência, a terceira fase abrangerá a Região Nordeste e demais estados do Norte e do Sudeste, incluindo São Paulo. Para esses estados, o encaminhamento de mensagens aos usuários começa a partir de 7 de janeiro de 2019 e impedimento do uso dos aparelhos irregulares será a partir de 24 de março de 2019. Nesses estados, a medida vale para aparelhos irregulares habilitados a partir de 7 de janeiro de 2019.

Consumidores que estejam utilizando aparelhos irregulares antes dessas datas não serão desconectados caso não alterem o seu número. Já aqueles que conectarem às redes de telecomunicações aparelhos irregulares após essas datas serão notificados por mensagens SMS e, após 75 dias, o aparelho não irá mais funcionar nas redes de telecomunicações.

Celulares estrangeiros

Celulares comprados no exterior vão continuar funcionando no Brasil, desde que sejam certificados por organismos estrangeiros equivalentes à agência reguladora. Um celular só é considerado irregular quando não possui um número IMEI registrado no banco de dados da GSMA, associação global de operadoras.

Não serão considerados irregulares os equipamentos adquiridos por particulares no exterior que, apesar de ainda não certificados no Brasil, tenham por origem fabricantes legítimos.

(Agência Brasil)

Operadoras de telefonia são multadas por adicionar serviços à conta do consumidor

O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), do Ministério da Justiça, aplicou multa de R$ 9,3 milhões as empresas de telefonia Oi, Claro e Vivo por adicionar serviços à conta de um consumidor. É a maior pena imposta pelo Departamento, informa a assessoria do Ministério da Justiça.

As operadoras foram condenadas por ofender o direito básico do consumidor à informação clara sobre produtos e serviços; por irregularidades na oferta dos serviços, por prática abusiva e por lesões ao consumidor no momento da contratação de serviços.

Na decisão, a diretora do departamento, Ana Carolina Caram, entendeu que as empresas violaram os direitos dos consumidores nos chamados “serviços de valor adicionado”. Ao aplicar a multa, ela levou em consideração o porte da empresa, o faturamento e a gravidade da lesão verificada.

As empresas terão 30 dias para o pagamento das multas e devem parar imediatamente de fornecer serviços de valores adicionais sem o prévio e expresso consentimento do consumidor, bem como a cobrança por serviços não solicitados.

De acordo com o relatório do órgão, as empresas induziram o consumidor a erro com anúncios que não destacavam aspectos essenciais do serviço e que, assim, não forneciam elementos suficientes à formação de adequado entendimento, pelo consumidor, acerca daquilo que efetivamente lhe estaria sendo entregue e pelo que seria cobrado.

As operadoras alegaram que são empresas terceirizadas que disponibilizam os serviços de valores adicionados. No entanto, para a diretora do departamento “o Código de Defesa do Consumidor estabelece que todos os fornecedores respondem solidariamente pela prestação dos serviços e pelos danos daí advindos, para os consumidores”.

Telefonia celular alcança 98,2% da população brasileira

Os serviços de telefonia móvel atingem 98,2% da população brasileira, mas 3,8 milhões de brasileiros, que moram em distritos fora da sede dos municípios, não têm acesso aos serviços de telefone celular. Os dados constam de levantamento da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgados hoje (6) pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil).

Apesar da abrangência do serviço de telefonia móvel, os dados mostram que ainda existem municípios no país que contam apenas com a tecnologia 2G, que não permite o acesso à internet.

Com relação as tecnologias 3G e 4G, que permitem acesso móvel à internet, os dados mostram que a cobertura de 3G está em 5.301 municípios, onde moram 99,3% da população brasileira, e o 4G já chega em 4.122 municípios brasileiros, onde moram 94,4% da população, segundo a Telebrasil.

“Essa cobertura está muito além das metas: a do 4G é quase quatro vezes superior à última obrigação, de 1.079 municípios, e a meta atual de 3G é de 3.917 municípios”, afirmou a Telebrasil.

A associação justificou o fato de ainda não haver a universalização dos serviços 3G e 4G, com o argumento de que as regras definidas pelo órgão regulador preveem o atendimento de 80% da área urbana do distrito sede e mais uma faixa de 30 quilômetros além dos limites do distrito sede. “Distritos que estiverem fora dessa área não estão nas obrigações de cobertura”, disse.

(Agência Brasil)

Anatel abre consulta para uso do 5G

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) abriu consulta pública para o uso das faixas de 2,3 GHz e 3,5 GHz, ambas a serem licitadas em 2019 e destinação para o 5G. As contribuições começaram na última sexta-feira (31) por meio da página da agência na internet e poderão ser feitas ao o prazo final de 60 dias após a abertura.

A banda larga em 5G permite velocidades de até 100 mega ao usuário, 10 vezes mais que o 4G. O 5G também deve ampliar o desenvolvimento tecnológico para Internet das Coisas (IoT), realidade aumentada e cidades inteligentes.

De acordo com o Comitê de Uso do Espectro e de Órbita da Anatel, “a faixa de 2,3 GHz é uma faixa de destacada harmonização mundial para o IMT [Telecomunicações Móveis Internacionais, na sigla em inglês,], enquanto que a faixa de 3,5 GHz é tida por muitos como a porta de entrada para as redes de altíssima velocidade da quinta geração de telefonia móvel”.

A consulta visa debater a utilização dessas faixas para a exploração de serviços de telecomunicações, e diz respeito ao futuro modelo de licitação do direito de uso dessas faixas e de questões como distribuição geográfica e contrapartidas a serem exigidas das vencedoras.

No caso da faixa de 2,3 Ghz, a agência busca utilizar parte da faixa para o serviço de telefonia móvel. De acordo com a Anatel, 67% são repetidoras de TV ou serviços auxiliares de radiodifusão, como links de rádio para transmissões de reportagens externas, e apenas 32% prestam o serviço de banda larga fixa.

Ainda de acordo com a Anatel, as repetidoras de TV ou de serviços auxiliares só devem operar com proteção contra interferências até novembro de 2019 e não têm direito a prorrogação do uso da faixa.

A consulta também pretende debater aspectos técnicos relacionados a condições de uso e de convivência com serviços que ocupam porções adjacentes no espectro radioelétrico. A intenção é colher subsídios a respeito da mitigação de “eventuais interferências prejudiciais entre os sistemas de radiocomunicação dos usuários dessas faixas e suas adjacentes”.

A preocupação da Anatel se dá especialmente com a faixa de 3,5 Ghz. A agência reguladora vê risco de interferência com as estimadas 20 milhões de antenas parabólicas existentes no país.

Em julho, o conselheiro Leonardo de Morais disse que a intenção da agência reguladora era encerrar em agosto a fase de testes em laboratório para o uso da faixa de 3,5 GHz, em aplicações de 5G. “Não podemos esquecer da questão social, que é a recepção dos sinais da televisão aberta via parabólicas”, disse o conselheiro.

(Agência Brasil)

Número de linhas pós-pagas chega a 40% do mercado de telefonia móvel

O número de linhas móveis pós-pagas alcançou, em julho, 40,01% do total de celulares no país. Os números, divulgados hoje (30) pela Agência Nacional e Telecomunicações (Anatel), confirmam a tendência de queda no percentual de linhas pré-pagas e crescimentos do pós-pago.

Nos últimos 12 meses, as linhas pós-pagas cresceram 13,47%, fechando o mês de julho com 93,922 milhões de acessos, um crescimento de 0,79% na comparação com junho.

As linhas pré-pagas representam 59,99% da base total de linhas móveis, mas apresentaram uma redução de 11,56% nos últimos 12 meses, terminando julho com 140,826 milhões de linhas ativas, uma redução de 18,409 milhões de linhas. Na comparação com o mês de junho, a redução foi de 0,75%, com 1,064 milhão de linhas desligadas.

De acordo com a Anatel, apesar do crescimento da base pós-paga, os números gerais confirmam a tendência de queda geral no número de linhas. Em julho, o país registrou 234,75 milhões de linhas em operação redução de 3% na comparação com o mesmo mês do ano passado, fechando o período com 7,26 milhões de linhas a menos. Na comparação com junho de 2018, a diminuição foi de 327 mil linhas, queda de 0,14%.

Empresas

A Vivo é a principal operadora em atividade, com 32,12% de participação do mercado. Em julho de 2018, a Vivo totalizou participação de 75,40 milhões de linhas; seguida da Claro que registrou 25,05% de participação com 58,80 milhões de linhas. A TIM ocupa o terceiro lugar com 23,96% do mercado e 56,24 milhões de linhas; a Oi vem depois com 16,54% e 38,84 milhões de linhas.

“No entanto, nos últimos 12 meses, as maiores taxas de crescimento foram registradas por operadoras com participação inferior a um por cento do mercado móvel. A Datora apresentou crescimento de 96 mil linhas (+57,84%), seguida pela Nextel com mais 556 mil (+21,65%) e pela Porto Seguro com mais 120 mil (+21,48%). Das grandes, apenas a Vivo com mais 881 mil (+1,18%) registrou aumento”, informou a Anatel.

Tecnologias

A tecnologia 4G (LTE) apresentou um crescimento de 43,42% nos últimos 12 meses e agora representa mais da metade do total de acessos, somando 120,632 milhões de acessos. Na comparação com junho, o crescimento foi de 2,03%.

A tecnologia 3G também manteve sua tendência de queda, com 33,922 milhões de desconexões em 12 meses, uma redução de 33,50% no período. Na comparação com o mês de junho, julho apresentou 2,249 milhões de desligamentos, uma queda de 3,23%. Os terminais de dados (modem e tablet 3G) caíram 1,79% e totalizaram 2,529 milhões de conexões em julho.

A tecnologia 2G caiu 30,55%, na comparação com julho do ano passado, totalizando 27,118 milhões de acessos. Na comparação com o mês anterior, foram 647,4 mil desligamentos, uma redução mensal de 2,33%. Os terminais de dados (modem e tablet 3G) caíram 1,79% e totalizaram 2,529 milhões de conexões em julho.

Estados

Entre os estados, Roraima registrou a entrada de 29 mil linhas móveis, um crescimento de 6,12% na comparação entre os meses de julho de 2018 e julho de 2017, seguido pelo Amazonas com mais 166 mil, crescimento de 4,84%), pelo Amapá com mais 22 mil e crescimento de 3,07%.

Em quarto lugar vem Espírito Santo, com 56 mil, um acréscimo de 1,48% e pelo Acre com mais 3 mil, aumento de 0,40%. Todos os outros estados apresentaram redução nas linhas móveis.

(Agência Brasil)

Pesquisa aponta que mais da metade dos adolescentes passam muito tempo no celular

O crescimento do uso de tecnologias digitais gera preocupações dos próprios usuários com os excessos do tempo gasto com esses dispositivos. Pesquisa realizada nos Estados Unidos apontou que mais da metade dos adolescentes entrevistados (54%) consideram passar muito tempo com o celular. O levantamento foi uma iniciativa do centro de pesquisas Pew Research Center. Foram entrevistados 743 meninos e meninas de 13 a 17 anos e 1.058 pais de diversas regiões do país.

Quase metade dos jovens ouvidos (44%) disse checar o telefone assim que acorda para verificar o recebimento de novas mensagens. Segundo os dados, 28% relataram que agem assim de vez em quando. O tempo navegando em redes sociais foi objeto de preocupação de 41% dos adolescentes consultados. No caso de videogames, o percentual caiu para 26%. Do total, 58% comentaram sentir que devem responder a uma mensagem enviada, sendo 18% frequentemente e 40% em alguns momentos.

“Meninos e meninas tiveram percepções diferentes da quantidade de tempo que passaram usando várias tecnologias. Meninas são de alguma forma mais prováveis do que meninos de dizer que passam muito tempo em redes sociais (47% a 35%). Em contraste, garotos são quatro vezes mais prováveis de passar muito tempo jogando videogames (41% a 11%)”, analisaram os autores.

Mais da metade (56%) dos entrevistados relacionaram a falta de um telefone móvel a sentimentos negativos, como solidão, ansiedade ou raiva. Os índices são maiores no caso de meninas.

Embora a avaliação sobre os hábitos varie por dispositivo, parte importante dos entrevistados informou adotar medidas para reduzir a presença dessas tecnologias em suas vidas. Iniciativas de redução da intensidade do uso foram relatadas por 58% no caso de videogames, 57% para as mídias sociais e 52% para celulares.

Pais

Os autores da pesquisa também ouviram pais e mães para saber sobre seus hábitos e como veem o comportamento dos filhos em relação a tecnologias digitais. O índice de avaliação dos entrevistados sobre seus próprios hábitos foi menor tanto no uso excessivo de celulares (36%) quanto de redes sociais (23%). O percentual também foi menor quando perguntados se acessam o celular assim que acordam (20%). “Os pais estão de alguma forma menos preocupados com seu próprio uso da tecnologia do que os filhos estão em relação ao deles”, apontam os autores.

Já ao falar sobre seus filhos, 65% manifestaram preocupação com o tempo gasto pelos adolescentes com dispositivos digitais. Dos homens e mulheres ouvidos, 72% relataram que estes se distraem em uma conversa presencial por estarem de olho no celular, sendo 30% o tempo inteiro e 42% de vez em quando. Em razão dessa preocupação, mais da metade (57%) limitam o tempo que seus filhos podem passar utilizando esses dispositivos.

(Agência Brasil)

Queixas de clientes de telecomunicações caem 15% no primeiro semestre

O número de reclamações registradas no primeiro semestre na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) caiu 15,6% em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com os dados divulgados hoje (8) pela agência, de janeiro a junho deste ano foram recebidas 1,49 milhão de reclamações nos canais de atendimento. No ano passado, no mesmo período, foram 1,76 milhão de reclamações.

A telefonia móvel foi o serviço que mais recebeu queixas. Foram 701,5 mil reclamações no semestre, percentual de 46,9% do total. Em seguida, vem a telefonia fixa, que recebeu 22,5% do total de queixas, com 337,1 mil reclamações. Em terceiro, a banda larga fixa recebeu 246,7 mil reclamações, cerca de 16,5% e a TV por assinatura 194,8 mil queixas, aparece em quarto com 13% do total de reclamações

Segundo a agência, em seis meses, a TV por assinatura registrou queda de 20,4% nas reclamações em relação ao mesmo período de 2017; a telefonia móvel registrou uma redução de 17,5% nas queixas; a telefonia fixa registrou diminuição de 14,6% nas reclamações e a banda larga fixa registrou decréscimo de 8,7% das queixas.

Na telefonia móvel, a TIM foi a empresa que mais recebeu reclamações, com 280,1 mil queixas. Já na telefonia fixa, a Oi foi quem recebeu o maior número de reclamações, com 171,1 mil chamadas. Na TV por assinatura, a Net e a Sky receberam o mesmo número de reclamações, mais de 70 mil cada uma. Quanto à banda larga fixa, a Oi também aparece na frente, com 90 mil reclamações no semestre.

A Anatel recebe as reclamações pelos seguintes canais de atendimento: pelo telefone 1331, pelo Fale Conosco, pelo aplicativo Anatel Consumidor e presencialmente na Sala do Cidadão. As empresas têm o prazo de cinco dias úteis para dar resposta ao consumidor.

(Agência Brasil)

Caucaia vai ganhar cobertura 5G

A Prefeitura de Caucaia (Região Metropolitana de Fortaleza) acaba de autorizar a instalação de torres 5g no município. O processo, inclusive, já tramita na Secretaria Municipal de Planejamento Urbano e Ambiental (Seplam).

Os equipamentos serão implantados nos distritos de Jurema, Cumbuco, Icaraí, Tabapuá e no Centro da sede, informa titular da Seplam, Daniel Cavalcante.

Com a novidade, a internet do município deve melhorar de forma considerável. “E essas cinco torres são apenas a demanda inicial. Se a empresa de telefonia constatar a necessidade de mais antenas para melhorar mais ainda o serviço, novas instalações vão ser feitas”, adiantou o secretário.

Daniel ressalta que, com a chegada das torres, uma deficiência de sinal que ainda existe em Caucaia será resolvida.

(Colaborou Matheus Nunes/Foto – Divulgação)

Anatel deve mudar regras para impedir cobranças após roubo de celular

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) determinou que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) altere a regulamentação dos serviços de telefonia móvel para impedir a cobrança de mensalidades de clientes que comunicarem perda, roubo ou furto do celular. A decisão, da qual ainda cabe recurso, vale para todo o país e foi proferida na última quarta-feira (250, mas foi divulgada hoje (30) pelo tribunal.

De acordo com a assessoria do tribunal, a Justiça Federal em Florianópolis (SC) considerou procedente o pedido do Ministério Público Federal (MPF). A Anatel recorreu ao tribunal, mas a 4ª Turma decidiu, por unanimidade, negar o apelo. Para o relator do caso, juiz federal Sergio Renato Tejada Garcia, ficou demonstrada a omissão da agência reguladora no caso.

“Ao tentar se eximir do dever de regulamentação, a Anatel deixa de realizar as atribuições que lhe são incumbidas no tocante à defesa dos direitos dos usuários, à garantia de equilíbrio entre os consumidores e as prestadoras”, concluiu o juiz.

A condenação é resultado de uma ação civil pública aberta pelo MPF, segundo a qual a cobrança de multas pelo rompimento do contrato por vítimas de ação criminosa é uma relação que se dá de “maneira desproporcional e desarrazoada em desfavor do consumidor”.

O MPF constatou falhas no atendimento das operadoras na comunicação de eventos fortuitos e a cobrança de multas por cancelamento e mensalidades ao consumidor quando este não podia mais usar serviço.

Na ação, o MPF ressaltou a necessidade de regulamentação das regras para impedir as concessionárias de telefonia móvel de cobrar multa em casos de “rescisão de contrato de prestação de serviço de telefonia móvel, quando da ocorrência de caso fortuito alheio à vontade do usuário e durante a vigência de contrato de permanência mínima”.

Pela sentença a Anatel tem que mudar a regulamentação para impedir ”que as operadoras de telefonia móvel multem usuários que rescindiram contratos em razão de perda, roubo ou furto de aparelhos e obstar cobranças de mensalidades a partir da comunicação do fato, bem como impor a adoção de meios simples e ágeis para solucionar essas demandas”.

(Agência Brasil)

Whatsapp limita encaminhamento de mensagens para combater fake news

O aplicativo de mensagens WhatsApp vai passar a ter um limite de destinatários para o encaminhamento de mensagens. Segundo a empresa, de propriedade do Facebook, o objetivo com isso é reduzir a disseminação de notícias falsas. A novidade foi anunciada pela empresa por meio de seu blog institucional.

O Whatsapp é a segunda maior rede social do planeta, com 1,5 bilhão de usuários. A plataforma perde apenas para o Facebook, com 2,2 bilhões de pessoas inscritas. No Brasil, são mais de 100 milhões de pessoas com o aplicativo.

Até antes da mudança, uma mensagem poderia ser repassada a até 250 chats (conversas, que podem ocorrer com pessoas ou grupos) de uma vez. Com a limitação, o número será de 20 chats quando alguém desejar encaminhar um texto recebido.

Na Índia, a restrição será maior, com o encaminhamento sendo permitido somente cinco chats. Também haverá uma alteração na ferramenta de repasse, retirando a opção de perto das mensagens. O país registrou casos de linchamentos e assassinatos a partir de boatos disseminados pelo WhatsApp, o que colocou o aplicativo em questão e gerou debates em diversos países.

“Nós acreditamos que essas mudanças, que nós vamos continuar avaliando, vão ajudar a manter o WhatsaApp no sentido do que ele foi desenvolvido para ser: um aplicativo de mensagens privadas”, afirmou a empresa em seu blog.

O app vem sendo apontado por especialistas e autoridades como um dos canais mais potentes de difusão de notícias falsas. Entre os fatores que abririam espaço para esse tipo de prática estariam a facilidade de repassar as mensagens e a ausência de identificação desse tipo de procedimento, o que favoreceria uma lógica de mensagens sem autoria.

Para lidar com o segundo problema, na semana passada o WhatsApp já havia anunciado que as mensagens repassadas passariam a ser identificadas enquanto tal. “Esta indicação extra tornará conversas individuais e em grupo mais fáceis de serem seguidas”, argumentou a empresa em seu blog institucional.

(Agência Brasil)

Portabilidade numérica chega a 3,13 milhões no primeiro semestre

O número de transferências de números entre operadoras de telefonia fixa e móvel no país, a chamada portabilidade numérica, alcançou a marca de 3,13 milhões no primeiro semestre de 2018. Os números, divulgados pela entidade que administra os dados relativos à portabilidade numérica, a Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações (ABR Telecom) referem-se às transferências sem alteração do número de identificação do usuário.

De acordo com o relatório da associação, desse total, 711,78 mil, cerca de 23%, dizem respeito a trocas de operadoras de telefonia por solicitação de usuários de serviço fixo e 2,42 milhões, 77%, para os do serviço móvel.

Os dados deste ano apontam para uma redução em relação ao apurado no primeiro semestre de 2017, quando foram registradas 5,82 milhões de transferências entre operadoras. Os dados apontam ainda para a consolidação da telefonia móvel como principal geradora de pedidos de transferência.

De acordo com a ABR Telecom, no primeiro semestre de 2018 o destaque ficou para o período entre os meses de abril a junho, quando foram realizadas 1,59 milhão de migrações entre operadoras. Desse total, o serviço fixo registrou 349,59 mil trocas, um percentual de 22%, enquanto o serviço móvel registrou 1,24 milhão de trocas, percentual de 78%.

Implantada no Brasil desde 2008, a portabilidade numérica permite que o número dos telefones fixos e móveis sejam mantidos mesmo após a transferência de operadora. O prazo para a efetivação é de três dias úteis a partir da solicitação do usuário para a empresa que deseja migrar.

Caso haja desistência da migração, o usuário dispõe de dois dias úteis, após a solicitação de transferência, para suspender o processo de migração em andamento.

Desde que a portabilidade numérica passou a ser possível no Brasil, em setembro de 2008, até o dia 30 de junho deste ano, 43,96 milhões de transferências foram feitas, sendo 14,86 milhões (34%) no serviço fixo e 29,10 milhões (66%) no serviço móvel, informou a ABR Telecom.

(Agência Brasil)

Fortaleza é a 4ª pior cidade do País em serviços de telecomunicações

Fortaleza foi o quarto pior município do País no ranking “Cidades Amigas” quando se trata da oferta de serviços de telecomunicações. O relatório foi elaborado pela consultoria Teleco e também avaliou a falta de políticas que estimulem e facilitem a instalação de infraestrutura à expansão da internet.

A Capital cearense ficou em 97º lugar na lista de 100 cidades do Brasil, à frente apenas de Contagem (MG), São Paulo e Brasília. Fortaleza subiu três posições no ranking. No ano passado, a Cidade permanecia na última colocação.

A mais bem colocada entre as capitais é o Rio de Janeiro, figurando em 8º lugar. São Luís (15ª), Recife (20ª) e Salvador (28ª) são as melhores do Nordeste. O município de Caucaia também aparece na lista, à frente de Fortaleza, em 79º lugar. As cidades mais bem posicionadas no País são Uberlândia (MG), Várzea Grande (MT), Rio Branco (AC), São José dos Campos (SP) e Guarulhos (SP).

Pelo relatório da Teleco, os entraves de Fortaleza são as restrições, a burocracia e o prazo para a implantação das chamadas Estações Rádio Base (ERBs). No primeiro ponto (restrições), o documento destaca a proibição de utilização de rooftop (telhado) em quaisquer imóveis e edificações, além de anuência de todos os vizinhos confrontantes. Outro ponto abordado pelo documento é a exigência de estudos e laudos para o uso.

Dentre as recomendações estão acordo com a legislação federal, estabelecimento de processos centralizados e objetivo que propicie a obtenção de autorizações em prazos inferiores há dois meses e que também não imponha custos adicionais ao da tramitação do processo.

A burocracia, inclusive, pode emperrar projetos. É o que afirma Edson Almeida, professor de Engenharia de Telecomunicações do Departamento de Telemática do Instituto Federal do Ceará (IFCE). Ele cita exemplo de uma empresa que solicita a instalação de uma estrutura na região próxima ao Aeroporto de Fortaleza.

“Se você instala numa região onde há aeronaves, precisa de uma licença da Aeronáutica, outra da Anatel e requer também uma da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Seuma). São três licenças. E documento da Aeronáutica demanda um ano para sair. A consequência é o aumento de tempo da burocracia”, ressalta.

Contudo a legislação deve proteger a população para que as empresas não instalem os equipamentos em qualquer estrutura. “Elas não podem exigir uma legislação aberta que contemple a instalação de antenas em locais específicos, como áreas de preservação ambiental, maternidades, asilos, entre outros”, argumenta.

Com relação à internet Wi-Fi, a situação não irá ter alterações ao longo dos próximos anos. “A Cidade é um exemplo de hub, mas não se preparou para ter fibra óptica. Somos pontos de saída de cabos submarinos, mas a questão estrutural não permite que popularize isso”, afirma o especialista.

Para Fortaleza ser integrada, a Prefeitura teria de desembolsar quantias vultosas para investir em um sistema. “A Prefeitura não tem backbone (rede de transporte). Teria de desenvolver uma rede instalada como é hoje o Cinturão Digital do Estado. Assumiria outros custos como tráfego de dados e provedor”, garante. No entanto, o volume de recursos é da ordem de R$ 1 bilhão por ano para a manutenção.

“Um quilômetro de fibra óptica subterrânea custa R$ 90 mil e a partir daí puxar pontos de internet. Não se aplica à Fortaleza, mas sim para cidades pequenas”, assegura. O paliativo, segundo Edson, seria instalar o sistema em áreas com grande tráfego de turistas, como mercados, rodoviárias, Aeroporto de Fortaleza e região da Praia de Iracema.

Apesar de aprovada em 2015, muitos municípios continuam com leis antigas. O ranking da Teleco apurou que as autorizações para instalação de Estações Rádio Base duram em média seis meses e apenas um município (Uberlândia) atende ao prazo de dois meses.
DESDE MAIO DE 2017

Aprovada em maio de 2017, a Lei das Antenas de Fortaleza (nº 230/2017) dispõe sobre os padrões urbanísticos e ambientais para a instalação de infraestrutura de suporte para recepção de rádio, televisão, telefonia, telecomunicação em geral e outros sistemas transmissores ou receptores de radiação eletromagnética não ionizantes.

A Prefeitura de Fortaleza lançou, no mês de maio deste ano, projeto que garante a instalação de Wi-Fi gratuito em 60 praças públicas. A parceira do órgão é com a empresa cearense Mob Telecom. Esta foi a primeira a se instalar pelo Parqfor.

(O POVO – Repórter Átila Varela)

TIM inaugura sua primeira loja digital em Fortaleza

A TIM vai inaugurar, na próxima segunda-feira, no primeiro piso do North Shopping, no bairro São Gerardo, em Fortaleza, a primeira loja no conceito 100% digital do Ceará. A informação é da assessoria de imprensa dessa operadora de telefonia, adiantando que a unidade corresponde à segunda do Nordeste e à sexta em todo o Brasil, neste modelo. São 133 m² de área e uma equipe de cerca de 10 profissionais preparados para apresentar aos clientes mudanças importantes no formato de atendimento, estrutura e design de loja.

O espaço oferecerá experiências e interatividade com os produtos da operadora. Também terá módulos específicos para fabricantes de aparelhos, lançamentos e degustação em telas touch. O foco da TIM, adianta a assessoria, será na vivência dos clientes e na digitalização dos serviços.

A operadora líder em 4G no Brasil e em Fortaleza (com 138 cidades cobertas com a tecnologia, segundo dados da Anatel), quer passar de 50 lojas em novo formato até o fim deste ano, com mais uma novidade: as próprias contarão também com wi-fi para os visitantes, incluindo não clientes, já no final deste primeiro semestre.

“Estamos trabalhando fortemente para o aprimoramento dos nossos canais de atendimento, focando em soluções mais rápidas e eficientes. O novo conceito das lojas vem para oferecer uma experiência de consumo diferenciada para nossos clientes e assim sermos sempre a primeira opção do consumidor”, diz Micheline Luna, gerente de lojas TIM no Nordeste.

Além de Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Campo Grande, Caxias e Curitiba estão entre as cidades que receberão as novas lojas digitais da TIM em breve.

Cobrança automática de conta da TIM vira uma tortura

Vários clientes da TIM que chegaram a atrasar alguns dias o pagamento da conta, mas cumpriram a obrigação, estão se sentindo constrangidos pelo sistema automático de cobranças da operadora.

Um cliente, que atrasou, mas pagou a conta no último dia 14, informa que, diariamente e, de hora em hora, recebe o telefonema (021-96550-7739) no celular ou no fixo de sua casa cobrando essa conta.

Ele diz que já informou o caso à operadora, mas ouviu a resposta: “Senhor, a cobrança é automática…nada podemos fazer!”

Isso é uma tortura, gente!!