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Artigo – “O macaco não olha o próprio rabo”

Com o título “O macaco não olha o próprio rabo”, eis artigo de Dardano Melo, membro da Academia Cearense de Turismo. Ele reage a artigos do ex-secretário estadual do Turismo, Allan Aguiar, aqui veiculados e veiculados no O POVO. Allan questiona a política de turismo do Governo, no que Dardano reage. Confira:

No dia 15 de março de 2006 publiquei um artigo no jornal O POVO que fez o Sr. Allan Aguiar, então secretário do
Turismo do Ceará, ficar mudo. Na época, ele publicou o seguinte artigo no mesmo jornal: “Fortaleza não é bela, é
danificada”, criticando a Prefeitura pela lentidão das obras da Beira Mar. Respondi no artigo relacionando vários
equipamentos e obras, inclusive turísticas, nos principais corredores de Fortaleza, que eram de responsabilidade do
Estado e, também, da SETUR, que estavam em ruínas. Justificava-se o título da matéria: “O macaco não olha o próprio
rabo”, que subscrevi.

Passaram-se mais de treze anos, mas o espírito de falar mal dos outros e não ver os seus maus efeitos continuam
impregnados no ex-secretário de Turismo do Ceará.

Quando o Dr. Lúcio Alcântara foi governador e Allan Aguiar Secretário, este articulista, hoje membro da Academia
Cearense de Turismo, fez várias gestões ao Governo do Estado para criação de um observatório de turismo, dada a
importância da atividade e a necessidade de um barômetro técnico-científico. Se é tão fácil e barato porque V.S.a
não o fez na época? O desleixo com os equipamentos públicos de interesse turístico foi a tônica da política pública
estadual. (Ver artigo no Jornal “O Povo” que publiquei em 15/03/2006).

Comete erro de análise técnica o Sr. Allan Aguiar. Por não ser turismólogo nem pesquisador em turismo, ao dizer
que simples estagiários fariam a gestão de um observatório. Infelizmente não é assim, pois há uma complexidade
administrativa, que não se restringe a copilar dados locais. Dado à globalização do turismo todas as informações têm
que ser entrelaçadas em um sistema planetário de dados que a “OMT” chama de conta satélite do turismo. Há que
se buscarem as “megas trends” mercadológicas, estabelecer inter, intra e trans setorialidade turística e interpretar
dados de natureza multiprofissional. Tarefas extremamente especializada e de elevado custo quando se busca
precisão e qualidade. Lógico que é um investimento que dá retorno. E o retorno turístico é social para o núcleo
receptor; geração de emprego e renda. Um observatório não é politização do turismo como insinua o artigo do Sr.
Allan Aguiar, mas uma política de turismo com viés científico.

Por trás das linhas, não há uma pitada de inveja? Novos tempos, diferente de alhures, sopram para o turismo de
Fortaleza com a possibilidade de um segundo Hub Aéreo da Latan, fortalecendo ainda mais o desenvolvimento do
turismo local.

Vivemos problemas econômicos mundiais e nacionais impactando várias atividades, mas o turismo local tem crescido
mesmo em época de crise. Critica-se não se ter um grande fluxo internacional igual à Europa, mas as características
de gigante geográfico do Brasil e as distâncias dos outros países não permitem isto, diferente da geografia dos países
europeus com pequenos territórios, pois sair do Ceará para ir a Pernambuco é como ir de Portugal a Espanha.
Somos diferentes, por isso nosso fluxo interno é forte.

Quanto ao fator segurança, o Ceará e Fortaleza nunca foram fortes neste quesito. Pois na época em que o Sr. Allan
Aguiar era Secretário de Turismo, ou logo depois, seu Governador foi roubado e assaltado em plena Beira Mar.

Existem falhas, mas quem não tiver nenhum pecado que atire a primeira pedra.

*Dárdano Melo

Membro da Academia Cearense de Turismo.

(Foto – Arquivo)

Aéreas de baixo custo começam a operar voos internacionais no Brasil

A mudança na legislação para autorizar até 100% de capital estrangeiro em companhias aéreas com sede no Brasil, despertou o interesse das companhias aéreas de baixo custo, conhecidas como low cost em operar em voos internacionais no país.

Por operar com baixo custo e cobrar menos pelo preço das passagens, essas empresas costumam cobrar por serviços como despacho de mala, marcação de assentos. Em geral, elas também não oferecem alimentação nos voos, nem totens com impressoras nos aeroportos para o viajante retirar seu bilhete de viagem.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou a operação de quatro delas no país, das quais duas operam voos regulares. A primeira foi a Norwegian. que ocupa a terceira posição entre as aéreas de baixo custo que operam no Continente Europeu. Ela recebeu autorização para operar em agosto de 2018 e, desde maio, voa na rota Londres-Rio de Janeiro.

A chilena Sky Airline, segunda a ser autorizada a voar no país, faz desde novembro de 2018 voos ligando o Brasil ao Chile, com as rotas Santiago-Guarulhos (SP) e Santiago-Galeão (RJ).

A Sky Airline pretende realizar, a partir de novembro, voos na rota Santiago-Florianópolis. A empresa será a primeira low cost a voar para o recém inaugurado aeroporto de Florianópolis. Em dezembro, a aérea deve também operar na rota Santiago-Salvador (BA), como início previsto para o dia 30.

Na próxima semana, a argentina FlyBondi inicia voos ligando o país vizinho a São Paulo e Rio de Janeiro, nas rotas El Palomar-Guarulhos (SP) e El Palomar-Galeão (RJ). A aérea promete preços de 30% a 40% mais baixos do que os da concorrência. Em dezembro a empresa vai também ter voos para Florianópolis.

A subsidiária chilena da norte-americana JetSmart começa a voar, na rota Santiago-Salvador, a partir de dezembro. Em janeiro de 2020, a empresa começa a operar voos na rota Santiago-Foz do Iguaçu, e a partir de março para a operar na rota Santiago-Guarulhos.

A Anac disse que está em processo de autorização a licença para a Air Europa fazer voos domésticos no país. Pertencente ao conglomerado turístico espanhol Globalia, a Air Europa já opera no mercado internacional nas rotas Madri-Recife; Madri-Guarulhos e Madri-Salvador.

(Agência Brasil)

Camilo inaugura obras de revitalização do Corredor Religioso de Canindé

O governador Camilo Santana (PT) entregou, nessa noite de quinta-feira (3), em Canindé, as obras de revitalização do Corredor Religioso do município. O governador também foi homenageado pelos investimentos no turismo religioso, recebendo a comenda Artesão da Paz.

Com investimentos de R$ 2,6 milhões, o projeto de restauração do Corredor Religioso de Canindé contou com requalificação da Via Processional, que liga a Avenida Francisco Campos à Igreja Cristo Redentor, da abertura da “Via Iluminada”, interligando o Convento Franciscano a Praça da Basílica e da reforma da Praça Matriz, além de serviços de repavimentação do entorno, acessibilidade, sinalização, paisagismo, iluminação e construção de estacionamento.

(Fotos – Divulgação)

Artigo – “Turismo: um palanque de R$ 1.000.000,00”

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Com o título “Turismo: um palanque de R$ 1.000.000,00”, eis artigo de Allan Aguiar, ex-secretário do Turismo do Ceará. Ele faz questionamentos sobre a gestão de Fortaleza no plano do turismo e dos estudos acerca do tema. Confira:

Na Praia de Iracema, sob os olhares das ruinas da Ponte dos Ingleses e contemplando os escombros do Aquário, já famoso no rol dos escândalos nacionais, a Prefeitura de Fortaleza armou um palanque para inaugurar uma decisão: contratar uma consultoria por quase R$ 1.000.000,00, para, doravante, reunir dados estatísticos sobre os números do turismo em Fortaleza. Sim, um palanque para informar que pretende sair das sombras do “achismo” e do “chutômetro” da desinformação quanto aos agregados turísticos da Capital. Não tendo quadro técnico próprio de análise e pesquisa do contexto da economia do turismo, a PMF resolveu torrar essa grada toda para produzir dados que estagiários de cursos de matemática e economia poderiam fazer com bastante qualidade.

Sendo a informação a alma do negócio, o regabofe municipal serviu para reunir alguns em torno do partido plantonista do Turismo e para combinarem que será instalada uma Unidade de Pesquisa batizada de “Observatório do Turismo”. Ou seja, a atividade econômica que é a locomotiva da economia municipal é pilotada sem os instrumentos básicos para conhecer a trajetória, velocidade e altitude e, com isso, definir rotas, metas e objetivos em forma de políticas públicas capazes de atenuar o drama dos indicadores sociais que massacram a Cidadela cearense.

Com a politização do turismo, que é algo impolitizável, e com o setor público sem agenda, sem gestão e nem meios orçamentários para fomentar o seguimento turístico, restou ao governo tão somente a retórica de anunciar isso e aquilo e permanecer conjugando o verbo no gerúndio. Assim, planejando, realizando, implantando, criando e anunciando foi tudo o que restou do importante papel que cabe ao setor público como máster indutor da atividade. Quanto ao verbo “anunciar”, quando se trata de voos internacionais, este só é empregado nos que começam e nunca nos que terminam, como a COPA e a CONDOR Airlines que suspenderam suas operações para Fortaleza.

Com o orçamento quase que integralmente canalizado para pagar os cargos comissionados formados, em sua maioria, por correligionários, a Prefeitura encaixou na operação de credito internacional firmada com o Banco de Desenvolvimento da América Latina – CAF quase um milhão para alguém produzir planilhas Excel, quando, com esse dinheiro todo, poderia recuperar a Ponte dos Ingleses, o Farol do Mucuripe ou mesmo mandar uma mão de cal na favela que virou o outrora glorioso Hotel Iracema Plaza. Contratar Consultorias, em face do descalabro atual por que passa Fortaleza é um tapa na cara da sensibilidade e da lucidez. Tomar 83 milhões de dólares de empréstimo e não direcionar cada centavo para ações finalísticas é algo que revela o tamanho da miopia que tomou conta da visão de tomadores de decisão do setor público.

Com uma Cidade conflagrada pelo crime que cavou o fundo do poço de sua imagem, com sua cadeia produtiva do turismo atravessando uma liseira sem precedentes, com bares e restaurantes fechando, com a Monsenhor Tabosa respirando por aparelhos, alguém resolve armar um palanque para contratar uma consultoria quando deveria focar na montagem e implementação dos Planos de Trabalho das ações sociais capazes de atenuar a desordem urbana que tomou conta da orla marítima e dos rios que cortam a capital.

É sempre assim, a cada Governo recontratam-se os estudos, pesquisas, projetos e planos que já existiam, custaram uma fortuna e que não foram implementados. Rasga-se tudo sobre o falso argumento de que o incrementalismo é inimigo da inovação e, naturalmente, em face das vaidades latentes.

Enquanto Fortaleza, a cidadela atacada, acostuma-se com sua má fama e vira manchete diária nos telejornais globais, os Cearenses vivem “sob o seu chapéu quebrado/um sorriso ingênuo e franco/de um rapaz moço encantado/com vinte anos de amor”.

*Alan Aguiar,

Ex-Secretário do Turismo de Fortaleza.

Artigo – “A importância da legalização dos jogos no Brasil”

Com o título “A importância da legalização dos jogos no Brasil”, eis artigo de Manuel Cardoso Linhares, presidente nacional reeleito, nesta terça-feira, da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (49 X 1). “Esse é um passo importante para a regulamentação de um setor que segundo estudos do Instituto Brasileiro Jogo Legal – IJL pode arrecadar cerca de R$ 20 bilhões por ano em impostos, gerar mais de 200 mil novos postos de trabalho”, diz o articulista no texto. Confira:

As atualizações da Lei Geral do Turismo serão apreciadas em breve pelo Congresso Nacional, mas uma importante atividade não foi abordada em seu texto: a legalização dos jogos de azar, que significará a reabertura dos cassinos no país. Embora a proposta que pode regulamentar a questão já esteja pronta para ser analisada pelo plenário do Senado e da Câmara, e mesmo com sua alta relevância para o turismo do país, segue ainda dividindo as opiniões dos parlamentares.

A Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados e a Frente Parlamentar Mista em Defesa do Turismo já entregaram um documento ao presidente Rodrigo Maia, defendendo a prioridade da legalização dos jogos – e não apenas dos cassinos – como fundamental para destravar investimentos, apoiar o crescimento da nossa economia e gerar empregos.

O presidente Rodrigo Maia espera um acordo entre os líderes da casa e os parlamentares que defendem a proposta para levá-la à votação no plenário. É preciso destacar também que o apoio do presidente Jair Bolsonaro à legalização é muito importante é fundamental para o andamento da proposta e sua aprovação no Congresso.

Esse é um passo importante para a regulamentação de um setor que segundo estudos do Instituto Brasileiro Jogo Legal – IJL pode arrecadar cerca de R$ 20 bilhões por ano em impostos, gerar mais de 200 mil novos postos de trabalho, formalizar 450 mil empregos e desenvolver regiões em função do turismo. Mas enquanto discutimos acordos e aguardamos sua votação, não podemos esquecer que o Projeto de Lei 442/91, que tramita na Câmara sobre o tema, pode não ser o melhor caminho para a regulamentação dos cassinos.

Seria importante que o PL tivesse uma abrangência maior, para ir além de autorizar a abertura de cassinos e legalizar o jogo do bicho, bingo, máquinas BR1, apostas esportivas, jogos on-line e eletrônicos. Deveria ser discutida a possibilidade de funcionamento de pequenos cassinos, que não sejam integrados a resorts. Esta proposta é fundamental, pois possibilitaria o desenvolvimento de diferentes destinos, geraria ocupação nos hotéis periféricos e evitaria a concentração desta atividade apenas em grandes empreendimentos com tarifas subsidiadas pela arrecadação com o jogo.

Muitos estudos e projeções já foram realizados mostrando vários aspectos positivos – aumento na arrecadação, geração de empregos e renda – que a legalização dos jogos poderia trazer para o país. O que temos defendido é que a partir da autorização do funcionamento dos cassinos, o trade turístico possa ser valorizado, com a criação de diversos novos destinos no país de forma planejada e estratégica.

Nesse sentido, acreditamos que é fundamental a conscientização de toda sociedade sobre os benefícios que a legalização pode trazer para o país. Depois de décadas de proibição – desde 1946, os cassinos são considerados ilegais no País – estamos diante de uma oportunidade de avançar no assunto, deixando para trás um pensamento antigo que leva o país a perder arrecadação através de impostos, que podem, por exemplo, financiar o turismo, a educação, a saúde e a segurança pública no Brasil, além de tirar da informalidade uma atividade que emprega milhares de pessoas.

Há outros aspectos que precisam ser analisados e que são emblemáticos: no G20, além do Brasil, somente Indonésia e Arábia Saudita não legalizaram este setor, mas por questões religiosas. Assim, fica fácil perceber que estamos na contramão da maioria dos países – o jogo é legalizado em cerca de 75% dos membros da ONU e em 71% dos países da Organização Mundial do Turismo, e perdendo excelentes oportunidades de desenvolvimento não apenas do turismo, mas em toda sua cadeia produtiva e diversos outros setores que seriam impactados por suas atividades.

Os exemplos dos benefícios que os jogos trariam são diversos, sendo que alguns destinos, por exemplo, baseiam suas principais fontes de receita em torno dos jogos. Las Vegas, Punta del Este, Macau, Aruba, Viña del Mar e Mônaco são alguns exemplos de cidades que recebem enorme quantidade de turistas em busca de diversão e entretenimento nos seus cassinos.

O Brasil não pode perder essa chance. Precisamos avançar, chegarmos a um consenso e colocar esse assunto em pauta. A regularização dos jogos também em pequenos cassinos certamente será mais um fator de fomento econômico, formalizando a atividade e criando novos mercados e outros atrativos que certamente aumentarão os números do turismo brasileiro e, por consequência, os números da economia nacional, levando mais desenvolvimento a várias regiões do país em pequenas e grandes cidades.

*Manoel Cardoso Linhares,

Presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis – ABIH Nacional.

(Foto – Abih)

Secretaria do Turismo do Ceará participa da Feira do Turismo de Paris

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Arialdo Pinho, titular da Setur/CE, é o cicerone no estande cearense.

A Secretaria do Turismo do Ceará participa, com estande próprio, da IFTM Top Resa, a feira de turismo de Paris (França), que vai se estender até sexta-feira.

Esse evento é referência no mercado do turismo mundial.

O Ceará expõe não só suas belezas naturais, mas, também, oportunidades de negócios.

(Foto – Setur/CE)

Cearense será reeleito presidente da Abih Nacional

O cearense Manuel Cardoso Linhares será reeleito nesta terça-feira, 1º de outubro, presidente nacional da Associação Brasileira da Indústria e Hotéis (Abih). O pleito é de chapa única.

Havia uma chapa concorrente, encabeçada pela presidente da ABIH de Goiás, Vanessa Pires, que teve, no entanto, sua inscrição impugnada pela junta eleitoral da entidade por desacordo com estatuto da entidade.

Manoel Linhares tem como vice-presidente Érica Campos Drumond, ex-presidente da Abih de Minas Gerais.

(Foto – Divulgação)

ABAV 2019 – Setur divulga o Cariri no congresso dos agentes de viagem em São Paulo

A Secretaria do Turismo do Ceará participa, em São Paulo, do Congresso da Associação Brasileira dos Agentes de Viagem (ABAV), que se estenderá até o fim da semana divulgando o potencial turístico de todos os Estados.

O Ceará, com seus produtos do segmento, pode ser conferido num estande de 180 m2 montado pela Setur e que, entre as prioridades, difunde o Cariri e suas belezas como o Geopark e as romarias, além do melhor do artesanato.

 

O secretário Arialdo Pinto recebe no estande visitantes mas, também, investidores que podem conhecer o outro lado de um Estado que não conta só com o sol quase o ano inteiro.

(Foto – Divulgação)

CDL Jovem quer conhecer detalhes do case Hard Rock Café Fortaleza

A CDL Jovem receberá, em clima de almoço, nesta terça-feira, a partir das 12 horas, o diretor de Operações do Hard Rock Fortaleza, Rodrigo Ponte. O encontro ocorrerá no Hard Rocha Fortaleza, no Shopping RioMar Papicu.

Rodrigo Ponte falará sobre o case de sucesso Hard Rock Café e como se deu a chegada da marca em Fortaleza. Vai expor ainda sobre como está sendo tocada a área do entretenimento e a importância do restaurante para a economia da cidade.

Jovens também vão querer sabe se o Hard Rock Ceará contribui para atrair turistas de todas as partes do mundo.

(Foto – Divulgação)

Onyx Lorenzoni parabeniza Fortaleza pela realização do Ironman

Marido da triatleta Denise Veberling, assessora parlamentar e personal trainer, o ministro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, parabenizou Fortaleza pela realização do Ironman, que neste ano chegou à sexta edição.

Ele esteve nesse domingo (22) com o secretário executivo do Turismo de Fortaleza (Setfor), Erick Vasconcelos, no Rio de Janeiro, que divulgava a sétima edição do Ironman Fortaleza, durante a realização do Ironman do Rio de Janeiro, disputado por Veberling.

Lorenzoni destacou a competição na divulgação do turismo e disse que Fortaleza é privilegiada por sediar uma etapa das provas mais cobiçadas pelas cidades brasileiras.

Segundo Erick Vasconcelos, ainda faltam alguns detalhes para a realização da etapa de 2020, em Fortaleza, que deverá receber a parceria do Governo do Estado.

(Foto: Leitor do Blog)

iPark conta com a maior tirolesa dupla do Norte e Nordeste do Brasil

O iPark, complexo turístico do Grupo Telles, situado em Maranguape, a 30 km de Fotaleza, agora conta a maior tirolesa dupla do Norte e Nordeste. A atração, disponível desde julho, segundo a diretoria do equipamento, garante ao visitante muita aventura e adrenalina em seus 850 metros de extensão. Com altura de até 35 metros, o equipamento chega a uma velocidade máxima de 80km/h.

Entre várias atrações do local, ao longo de 173 hectares, destaca-se o Big Tonel, o maior tonel de madeira do mundo, registrado em 2003 no Guinness Book, o livro dos recordes. Possui oito metros de altura e capacidade para armazenar 374 mil litros de cachaça. O tonel fica ao lado do Museu da Cachaça, um antigo casarão construído no século XIX. Além de degustar a bebida, o tour permite revisitar a história da produção do destilado no Ceará.

Há também o Restaurante Regional,bem como a Tapiocaria do Zé Leite, que oferece cuscuz de milho e queijo coalho com mel de cana, além, é claro, da tapioca.

SERVIÇO

*Funciona aos sábados, domingos e feriados, das 9 às 17 horas.

(Foto – Divulgação)

Artigo – “Fortaleza: A cidadela ameaçada”

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Com o título “Fortaleza: A cidadela ameaçada”, eis artigo de Allan Aguiar, ex-secretário do Turismo do Ceará. Ele aborda as contradições e disparidades sociais da Capital cearense que posa, no turismo, de ser a Miami do Brasil. Confira:

A nossa Fortaleza não para de sentir os impactos, em suas muralhas, dos ataques que ameaçam a qualidade de vida e a tranquilidade dos habitantes privilegiados que ainda vivem dentro do Forte. A diminuta turma da Aldeota, do Meireles e demais bairros nobres que vivem no interior da Fortaleza e, portanto, protegidos pela espessa e alta muralha urbana que os separa da imensa e pobre maioria que sobrevive fora das muralhas, nos guetos da perigosa e precária periferia, não conseguem mais ignorar a encrenca social que ameaça esmagar o “campo de força” que protege os moradores da Miami existente no nosso muito desigual mosaico social. São centenas dentro da infraestruturada muralha e milhões fora dela, tocando a vida alegremente na precariedade pública da segurança, desemprego, esgoto, saúde, educação, creches, transportes, etc.

Em quase todos os rankings que classificam a qualidade de vida, as infraestruturas e o ambiente de negócios das grandes cidades do país e do mundo, nossa Fortaleza figura nas últimas posições, raramente aparecendo em posições de destaque. Seja no coeficiente de Gini, nos monitores de violência, de renda per capita, de IDH, do Doing Business, de endemias, etc., nossa capital revela toda a sua fragilidade e desigualdade.

Espera-se que Fortaleza saiba que não tem chances de gerar postos de trabalho apostando na indústria e na agricultura. Esses setores da economia não têm como nos ajudar a criar as ocupações capazes de erradicar o flagelo da sub-renda e sub-cidadania, insumos da precarização e desumanização dos espaços urbanos. A ociosidade é filha do desemprego e mãe do vício que assola nossos jovens cada vez mais sem perspectivas, cujo mostruário pode ser visto, em seu estado mais degradado, dormindo ao relento e do lado de fora da muralha que outrora pertencia ao coração da Fortaleza: a Praça do Ferreira, já enfavelada, fétida e largada a própria sorte.

Enquanto novas obras de mobilidade e de urbanização da orla marítima são tocadas na cidade, paradoxalmente, aumenta a degradação social desses mesmos espaços. A pobreza alastrada pela perambulância trata de inviabilizar todo o obrismo que o sofrido orçamento público patrocina. Essas intervenções são os exemplos que os sociólogos utilizam para demolir a tese dos urbanistas obristas, também rotulados de turma do hardware que esqueceu o software. Enquanto a troca do calçamento e da calçada da Beira Mar da Fortaleza avança à margem esquerda do riacho Maceió, o mesmo espaço já reformado, à margem direita, degringolou. O recém reformado mercado do peixe continua a mesma zorra social, agora de roupa nova. Assim também como a “nova” Monsenhor Tabosa, que virou cemitério de lojas, a já batiza de “Nova Feira-Mar” da Fortaleza promete ser ponto de aglomeração de toda a informalidade econômica que virou regra na economia que prospera e devora os formais.

Ficando cada vez mais famosa pela ausência de indicadores positivos e, pasmem, desaconselhada por Nações estrangeiras preocupadas com seus cidadãos, como Portugal e USA, seguimos aqui dotando as muralhas da Fortaleza de muita maquiagem e perfumaria enquanto não conseguimos implementar trabalhos sociais profundos e resgatar a ordem e o progresso municipal.

Assim, enquanto as velas do Mucuripe saem para pescar, o Farol virou ruina, a Ponte dos Ingleses está caindo aos pedaços e a Praia de Iracema virou nossa Sodoma e Gomorra que tem nos escombros do Aquário e do então Hotel Iracema Plaza os grandes ícones da gestão do Turismo da Fortaleza sitiada. E olhem que essa Fortaleza vive quase que exclusivamente do setor de serviços e comércio, portanto, cada vez mais turístico dependentes.

*Allan Aguiar,

Ex-Secretário do Turismo do Ceará.

Lançado o edital do Prêmio Nacional do Turismo 2019

O Ministério do Turismo publicou os editais do Prêmio Nacional do Turismo 2019, que tem como objetivo identificar, reconhecer e premiar iniciativas de destaque do turismo e profissionais que tenham inovado ou trabalhado de forma proativa para o desenvolvimento do turismo no país. Promovida em parceria com o Conselho Nacional de Turismo (CNT), a premiação, de caráter simbólico, será concedida na forma de troféus. As inscrições seguem até 17 de outubro, informa a assessoria de imprensa da pasta.

Gestores públicos, privados e representantes da sociedade civil que atuam no setor turístico terão chance de expor ações de vanguarda e conquistar reconhecimento. Serão 11 categorias premiadas: Fortalecimento da Gestão Integrada e Descentralizada do Turismo; Gestão de Dados e Monitoramento no Turismo; Sensibilização, Qualificação, Certificação e Formalização no Turismo; Aproveitamento do Patrimônio Cultural para o Turismo; Aproveitamento do Patrimônio Natural para o Turismo; Turismo de Base Local; Produção Associada ao Turismo; Turismo Social; Tecnologia no Turismo; Marketing e Comercialização do Turismo; Melhoria do Ambiente de Negócios e Atração De Investimentos

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro, observa que o Prêmio busca reforçar o engajamento por avanços. “Vivemos um momento único no turismo, com uma série de medidas do governo Bolsonaro que estão dinamizando o aproveitamento do nosso potencial. Isso exige crescente inovação, a fim de garantir boas experiências aos turistas que cada vez mais nos escolhem como destino. O objetivo é não apenas reconhecer ações, mas apontá-las como grandes exemplos a serem seguidos”, frisa.

Quem participa?

Podem participar da seleção entidades públicas; instituições do Sistema S, como Sebrae, Senac e Sesi; entidades da sociedade civil organizada; pessoas jurídicas; representantes de grupos coletivos e empreendimentos turísticos. As iniciativas elegíveis devem cumprir os seguintes requisitos: serem aplicáveis especificamente no setor de turismo, apresentar resultados mensurados e efetivos que impactaram o turista e o desenvolvimento do ramo nos últimos 24 meses e não terem sido premiadas anteriormente.

As propostas serão submetidas a uma comissão julgadora, composta por representantes do MTur, do CNT e especialistas nas categorias. O resultado preliminar da etapa de habilitação dos projetos vai ser divulgado em 30 de outubro e o resultado preliminar dos finalistas, dia 21 de novembro. As publicações estarão no site do Ministério do Turismo (www.turismo.gov.br), e o anúncio dos vencedores do Prêmio (primeiro, segundo e terceiro colocados) ocorrerá durante uma cerimônia marcada para o dia 5 de dezembro deste ano, em Belo Horizonte (MG).

SERVIÇO

*Para se inscrever clique aqui.

Ciclopatrulhamento ganha reforço de 12 bicicletas na Beira Mar

A Polícia Militar do Ceará recebeu da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH/CE) a doação de 12 bicicletas, em solenidade realizada no Hotel Sonata de Iracema.

A aquisição deverá reforçar o ciclopatrulhamento entre o Mercado dos Peixes e a Ponte dos Ingleses, cerca de nove quilômetros entre a Beira Mar e a Praia de Iracema.

O presidente da ABIH/CE, Eliseu Barros, ressaltou que a entidade pediu aos hotéis o reforço para o Batalhão de Policiamento Turístico (BPTUR), que se propuseram a apoiar a ação.

(Foto: Divulgação)

BNDES cria linha de crédito para novos portos e setor de cruzeiros

Com o objetivo de ampliar a infraestrutura portuária para turistas, o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, anunciou durante III Fórum CLIA Brasil 2019, que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) estuda disponibilizar uma linha de crédito para construção de 15 portos no Brasil. Os cruzeiros marítimos movimentaram 28,5 milhões de turistas em todo o mundo em 2018. Em 10 anos, a procura por viagens a bordo de um navio aumentou cerca de 60%. Porém, apesar de uma população de quase 210 milhões de habitantes, o Brasil responde por apenas 0,25% do número de cruzeiristas no mundo.

Os dados, divulgados pela CLIA Brasil (Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos), demonstram que, ao longo dos anos, o setor de cruzeiros continua crescendo no mundo, impulsionado principalmente pelo aumento da quantidade e diversificação de roteiros. Em 2019, o setor ganhará 24 novos navios e capacidade adicional total de 42.466 pessoas e, em 2020, mais 25 novos navios já estão previstos, com capacidade adicional total de 43.080 pessoa, de acordo com dados da Cruise Industry News.

No Brasil, a temporada 2019/2020 receberá oito navios, um a mais do que a temporada passada, trazendo 531.121 leitos que serão divididos por 144 roteiros e 575 escalas. A temporada 2018/2019 de cruzeiros marítimos foi responsável por um impacto econômico de R$ 2,083 bilhões na economia do país, gerando 31.992 postos de trabalho na economia brasileira. Ao todo, 462 mil cruzeiristas embarcaram.

O ministro Marcelo Álvaro Antônio ressaltou a relevância da atividade de cruzeiros para o turismo brasileiro e para a economia do país. “Quando cheguei no Ministério, me perguntava como uma costa tão bela, tão maravilhosa podia ter apenas sete navios operando. E o Marco (Ferraz, presidente da CLIA Brasil), melhor do que ninguém, nos explicou que os cruzeiros marítimos ainda engatinham em nosso país, principalmente pela falta de infraestrutura portuária”, afirmou.

Para promover melhorias no setor, o ministro se reuniu com o presidente do BNDES, Gustavo Montezano, para tratar da criação de uma linha de crédito no valor cerca de R$ 5 bilhões para financiar a construção de, pelo menos, 15 portos na costa brasileira. “Serão portos modernos, com shoppings, hotéis, para que a gente possa ter muito mais condições de receber o turista com conforto e comodidade”, afirmou. “E temos outras ações com o objetivo de desenvolver o setor de cruzeiros para, quem sabe, termos 50, 100 cruzeiros margeando e fazendo turismo na costa brasileira todos os anos”, destacou.

De acordo com o presidente da CLIA Brasil, Marco Ferraz, o setor de navios de cruzeiro voltou a registrar crescimento no país, após baixa nos últimos anos.

A presidente da CLIA Global, Kelly Craighead, afirmou que o Brasil tem uma incrível oportunidade de se tornar uma referência como destino de navios de cruzeiro, mas alguns obstáculos precisam ser vencidos. “É realmente preciso cuidar de como os negócios são feitos em relação a regulações, taxas – que são coisas óbvias – mas também infraestrutura. É preciso trabalhar em parceria com o governo para que o Brasil se firme como destino mundial de cruzeiros”, pontou Kelly.

(Foto – Arquivo)

Congresso pode decidir nesta quarta-feira se mantém ou não veto à gratuidade de bagagem em voos

Nesta quarta-feira, o Congresso Nacional poderá analisar em sessão o veto à proposta sobre gratuidade de bagagens em voos domésticos. Essa gratuidade para o despacho de até 23 quilos de bagagem em voos domésticos foi incluída, e aprovada, na votação da Medida Provisória que permitiu empresas aéreas de capital estrangeiro no Brasil.

A informação é do Portal G1, adiantando que o presidente Jair Bolsonaro vetou a proposta.

Para analistas do setor aéreo, a manutenção do veto é considerada essencial para a entrada de novas empresas aéreas no Brasil e para a expansão das empresas de baixo custo, as chamadas “low cost”.

Airton Pereira, diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), avalia que a medida é tão importante que, segundo ele, a eventual derrubada do veto não só impediria a entrada de novas empresas como também levaria empresas de baixo custo que já anunciaram operação no Brasil desistirem dessa iniciativa.

“A cobrança pelo despacho de bagagens é essencial no modelo de negócio das ‘low cost’. Eu diria que elas não só não viriam para o Brasil, mas as que estão aqui iriam embora”, afirmou, sobre a possibilidade de as empresas voltarem a ser obrigadas a despachar bagagens gratuitamente.

O veto, no entanto, não será o último desafio das companhias aéreas no Congresso Nacional.

(Foto – Arquivo)

 

Governo e empresários planejam campanha para estimular economia

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Com o objetivo de movimentar a economia e estimular o turismo interno e o varejo, o governo brasileiro está organizando uma campanha para tentar aquecer as vendas do comércio em setembro, um dos meses em que, tradicionalmente, o consumo em vários segmentos tende a ser menor.

Idealizada pelo governo federal, a chamada Semana do Brasil funcionará nos moldes do evento mundialmente conhecido como Black Friday (do inglês Sexta-feira Negra), uma ação promocional criada nos Estados Unidos, onde lojistas de todo o país se unem para, toda última sexta-feira de novembro, ou seja, um dia após o feriado de Ação de Graças, oferecer descontos em produtos, atraindo consumidores.

Segundo o Ministério do Turismo, a proposta do governo é engajar associações comerciais e entidades ligadas ao setor de turismo e serviços para oferecer produtos brasileiros a preços promocionais. A Semana do Brasil deve ocorrer entre os dias 6 e 15 de setembro, coincidindo com as comemorações da Independência do Brasil.

Mais de 100 empresários e representantes do governo federal se reuniram em São Paulo no início de agosto para discutir ações promocionais a serem desenvolvidas durante a Semana do Brasil. A forma de participação das empresas, entidades e órgãos públicos ainda está sendo definida. Entre as iniciativas discutidas está o lançamento, pelos Correios, de um selo alusivo ao evento, que deverá ser incluído no calendário nacional. Para estimular o turismo, a proposta prevê que empresas aéreas e o setor hoteleiro ofereçam passagens e hospedagem por preços mais baratos.

Em nota, o secretário nacional de Estruturação do Turismo, Robson Napier, disse que a campanha contribuirá para alavancar o turismo interno com opções atrativas em diversos serviços turísticos como promoções em diárias de hotéis, passagens aéreas, pacotes de viagens, restaurantes, dentre outras ações. “Estamos muito honrados em participar de uma campanha inédita como essa, incluindo o turismo em um projeto fundamental para fortalecer nossa economia”, destacou Napier.

Também em nota, o secretário de Comunicação da Presidência, Fábio Wanjgarten, destacou que a iniciativa visa a resgatar e fortalecer a autoestima do brasileiro. “O presidente [Jair] Bolsonaro quer um momento de valorização do Brasil, de resgate do patriotismo do cidadão, com o maior número de entidades participando do movimento. De um lado, o governo federal vai apoiar a realização e a divulgação da Semana do Brasil. Do outro, a iniciativa privada aproveita o momento para estimular o mercado e atrair consumidores durante o período com promoções especiais, descontos exclusivos, produtos e serviços temáticos, ambientação de espaços físicos e virtuais e muito mais.”

(Agência Brasil)

“Bondinho do Padim Ciço” – Obras começam ainda neste mês, anuncia prefeito

As obras do teleférico do horto do Padre Cícero, em Juazeiro do Norte (Região do Cariri), devem começar ainda neste mês. A informação é do prefeito José Arnon (PTB).

O projeto está orçado em R$ 75 milhões e vai durar 18 meses. “Terá 26 carros refrigerados e com capacidade, cada um, para transportar até 10 pessoas”, adianta o prefeito. Transportará, no mínimo, mil passageiros por hora. A obra também inclui projeto de urbanização no entorno do ponto de visitação.

O teleférico ligará as estações Romeiros e Horto Padre Cícero e terá estrutura mista (metálica e concreto armado), com área total construída de 1,3 mil metros quadrados (m²) e peso de 140 toneladas.

José Arnon diz que esse bondinho vai se integrar ao corredor turístico e, portanto, reforçar a vocação do chamado turismo religioso de sua cidade.

“Com certeza, vamos aumentar o fluxo dos visitantes”, comemora.

(Foto – Arquivo)

Centro de Turismo aquece vendas neste feriado

O Centro de Turismo (antiga Emcetur) está abeto ao público neste feriado de Nossa Senhora da Assunção. Até 12 horas, informa a associação dos permissionários desse polo de compras de artesanato.

Nos últimos dias, o local tem recebido várias excursões regionais, o que tem melhorado o nível de vendas. que em julho foi positivo, mas longe do pico de outras temporadas.

(Foto – Divulgação)

Cearense Manuel Cardoso vai tentar reeleição à presidência da Abih nacional

O cearense Manuel Cardoso Linhares vai tentar a reeleição ao cargo de presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis. Ele lançou chapa nesta terça-feira ao pleito que ocorrerá no dia 1º de outubro próximo.

Na vice, está Erika Campos Drumond, ex-presidente da Abih de Goiás.

A oposição também lançou chapa que tem à frente Vanessa Pires Campos, atual presidente da Abih de Goiás.

(Foto – Paulo MOska)