Blog do Eliomar

Categorias para Vandalismo

Pichadores intimidam comerciantes no Benfica

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Como se não bastasse o aborrecimento de ter a fachada de lojas pichadas, os comerciantes do bairro Benfica agora são intimidados pelos próprios pichadores.

Para não perder  espaços em suas tribos, pichadores necessitam que suas ações de vandalismo permaneçam visíveis a outros pichadores. Eles acabam ameaçando comerciantes de retornarem com novas pichações, no caso deles retirarem os rabiscos com a pintura de seus muros.

Brincar sem depredar

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A Prefeitura de Fortaleza promove neste sábado (16), a partir das 17 horas, o segundo dos quatro sábados de pré-carnaval na Praça do Ferreira. A folia segue até as 22 horas.

O local está com uma boa estrutura de segurança, banheiros químicos, palco e comércio ambulante. Reste agora o folião fazer a sua parte e não exagerar na animação, como brincar sobre os bancos da praça.

Sede do PSB é alvo de vandalismo

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Em nota enviada ao Blog, o PSB repudia o ato de vandalismo praticado contra a sede do partido. Confira:

Hoje, quarta-feira, 12 de janeiro de 2016, foi praticado um ato de vandalismo na sede do Partido Socialista Brasileiro-PSB. Foram pichados pela marginalidade os muros de um Partido que ao longo de sua história tem se notabilizado como timoneiro e defensor intransigente das liberdades democráticas e da boa Política.

A Política, bem dizia Rui Barbosa, o civilista que foi um dos idealizadores do PSB, é a arte de gerir bem os negócios públicos com o objetivo de atender as demandas do povo e proporcionar o bem-estar da população; Política não é jogo de intriga, de inveja, de maledicências, de agressões gratuitas como esta que sofreu a sede do PSB em Fortaleza. Política não é politiquice, por que este tipo de atitude rima com canalhice.

Temos pautado a ação política no Ceará e em todos os Estados do Brasil, no Congresso Nacional, nos parlamentos estaduais e nas direções executivas com coragem e determinação de extirpar da vida pública exatamente aqueles que escolhem a marginalidade como caminho mais fácil para a ação ou para o protesto.

Defendemos a preservação do Estado de Direito democrático conquistado com suor e luta e assim como não permitiremos que a ação da Política na busca do bem comum se desvie para a imoralidade na condução dos negócios públicos, não aceitaremos que a disputa política descambe para a agressão ao adversário e repudiamos qualquer agressão que nos seja dirigida.
Recorreremos às instâncias que devem adotar as medidas necessárias para coibir os abusos cometidos sob o manto das liberdades a todos oferecido pela democracia.

Reafirmamos nossa disposição de continuar a luta diária em defesa da democracia contra a corrupção e os desmandos que temos visto todos os dias nos noticiários do País. Colocamo-nos como legítima alternativa de poder neste momento em que a população cearense clama por mudanças efetivas.

(Foto – PSB/CE)

Castelão teve 965 cadeiras danificadas no jogo entre Fortaleza e Brasil de Pelotas

O laudo da ‘quebradeira’ no estádio Castelão, no segundo jogo entre Fortaleza e Brasil de Pelotas, pelas quartas de final da Série C, foi divulgado. Nesta terça-feira (20), a Luarenas, empresa que administra o estádio, divulgou que 965 cadeiras das arquibancadas superior e inferior foram danificadas. Segundo o documento, as despesas são de responsabilidade do clube mandante.

Além das cadeiras, também foram danificadas duas grades disciplinadoras, uma televisão, três kits de lixeiras recicláveis e dois vidros (da bilheteria e arquibancada). O documento elaborado pela empresa será entregue à Secretaria de Esportes e ao Fortaleza.

A partida, que terminou com o empate sem gols entre as equipes, eliminou o Fortaleza da competição e garantiu o Brasil-RS na semifinal da Terceirona. O resultado também assegurou ao Brasil de Pelotas uma vaga na Série B em 2016.

(O POVO Online)

Vandalismo e omissão mancham aniversário de Fortaleza

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Às vésperas dos 289 anos de Fortaleza, pichadores vão manchando a festa da cidade, diante do vandalismo contra os principais monumentos. Na Praça José de Alencar, no Centro, apesar da intensa movimentação de policiais militares e de guardas municipais, o monumento de José de Alencar de encontra com pichações.

A omissão do poder público poderia ser disfarçada pelo menos com um pouco de água e sabão. A cidade agradece.

(Foto: Paulo MOska)

Prédio da Editora Abril é atacado por vândalos, após matéria da Petrobras

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Cerca de 200 pessoas atacaram na noite dessa sexta-feira (24) o prédio da Editora Abril, em São Paulo. O grupo levou lixo para a porta da editora e pichou em seu entorno frases contra a linha editorial da revista Veja. A Polícia conseguiu deter três jovens, que foram liberados após depoimentos. Segundo a Polícia, os jovens disseram que seriam integrantes da União da Juventude Socialista e que apoiariam a reeleição da presidente Dilma Rousseff.

Para a Polícia, o ataque pode estar ligado à publicação da revista, sobre o caso de propina da Petrobras. Com base no depoimento do doleiro Alberto Youssef, à Polícia Federal, a revista mostra o envolvimento de Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula no escândalo.

(com agências)

Proposta que pune vandalismo em protestos deve ficar para depois da Copa

A menos de um mês para a Copa do Mundo, o projeto que altera o Código Penal para reprimir crimes ocorridos em manifestações ou concentração de pessoas não tem consenso para avançar no Senado. A norma passou a ser discutida a partir da série de protestos que começou durante a Copa das Confederações, em junho de 2013, mas ganhou força com a morte do cinegrafista da TV Bandeirantes, Santiago Andrade, atingido por um rojão enquanto filmava um protesto no Rio de Janeiro, em fevereiro deste ano.

Os defensores da medida pretendiam aprovar e ver a norma sancionada pela presidenta Dilma Rousseff antes do início do Mundial deste ano, mas o texto é polêmico, divide a opinião dos senadores e de representantes do governo, que decidiu não mais apoiar o projeto.

Sem acordo, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa transferiu a votação, em decisão terminativa, para a quarta-feira (21), após sugestão do líder petista no Senado Humberto Costa (PE). Mesmo que fosse aprovada na Casa, a lei dificilmente estaria em vigor até a Copa do Mundo, pois ainda precisa ser discutida na Câmara.

Após considerar “demasiadamente amplo” o projeto original (PLS 508/2013), de autoria do senador Armando Monteiro (PTB-PE), o senador Pedro Taques (PDT-MT), relator da proposta, apresentou um texto substitutivo. Taques agrava as penas para crimes já tipificados, caso eles sejam cometidos no contexto de vandalismo.

A proposta do relator considera ainda circunstância agravante para a pena o uso de máscara, capacete ou “qualquer outro utensílio ou expediente destinado a dificultar a identificação de quem comete o crime”. O substitutivo também tipifica o dano ao patrimônio público ou privado praticado durante manifestações públicas. Além de multa, a pena prevê reclusão de dois a cinco anos.

(Agência Brasil)

Projeto para reprimir vandalismo em manifestações continua na pauta da CCJ

O projeto que altera o Código Penal para reprimir crimes ocorridos em manifestações públicas (PLS 508/2013) está novamente na pauta da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), em reunião marcada para quarta-feira (21). Os senadores tentaram votar a proposição na semana passada, mas, sem acordo, a votação foi suspensa.

O assunto é polêmico, e os parlamentares estão divididos. O senador Aloysio Nunes (SP) e a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) se manifestaram na CCJ a favor de penas mais duras para vândalos que se infiltram nas manifestações. Eles alegam que a iniciativa não limita a participação popular, mas protege a sociedade da depredação, das agressões e das mortes praticadas por criminosos.

Os senadores Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e Lindbergh Farias (PT-RJ), por sua vez, criticaram duramente o projeto e apresentaram um voto em separado pedindo a rejeição do texto. Lindbergh considerou a proposta uma tentativa de criminalizar os movimentos sociais e as manifestações.

O relator Pedro Taques (PDT-MT) fez alterações no projeto original, que é do senador Armando Monteiro (PTB-PE). O texto a ser votado considera circunstância agravante para a pena o uso de máscara, capacete ou qualquer outro utensílio ou expediente destinado a dificultar a identificação de quem comete o crime. Também define como homicídio qualificado, com reclusão de 12 a 30 anos, o crime em manifestações e concentração de pessoas. A pena para lesão corporal poderá ter um acréscimo de 50%, se cometida nas mesmas circunstâncias.

(Agência Senado)

Embaixada brasileira em Berlim sofre ataque contra a Copa

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O Ministério de Relações Exteriores confirmou nesta segunda-feira (12) que quatro pessoas cometeram atos de vandalismo contra o prédio da embaixada brasileira em Berlim, na Alemanha. O incidente, durante a madrugada, danificou vidraças do andar térreo da embaixada atingida por pedras. Ninguém ficou ferido. O caso é investigado pelas autoridades alemãs.

De acordo com informações da imprensa alemã, os autores do ataque estavam encapuzados. Um grupo de esquerda teria assumido a autoria do atentado, e divulgado um manifesto na internet. Nele diz ser responsável pelo vandalismo e que o ataque foi em “protesto contra os gastos excessivos com a Copa do Mundo”. O texto, publicado em alemão, em plataformas esquerdistas no país, teria terminado com a expressão “Não vai ter Copa”.

O Itamaraty informou que o vigilante da embaixada comunicou a presença dos encapuzados assim que o ataque foi iniciado e que policiais alemães chegaram rapidamente ao local. Os responsáveis pelo incidente fugiram com a chegada da polícia. As imagens do circuito de segurança da embaixada foram entregues à polícia.

(Agência Brasil)

Plenário tenta definir dívidas de estados este mês

O Senado deve começar a definir em março temas polêmicos que estão em discussão desde o fim do ano passado, como as dívidas dos estados e municípios, a tipificação penal do terrorismo e do vandalismo e mudanças tributárias. As pautas integram a lista de prioridades para o semestre definidas pelo presidente Renan Calheiros, líderes partidários e presidentes de comissões permanentes.

A matéria mais adiantada é a redução dos encargos das dívidas dos estados e municípios (PLC 99/2013). A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania deve votar o projeto em 12 de março e a expectativa é de que a votação final, em Plenário, ocorra no dia 27 de março, apesar da oposição do governo.

O projeto, de iniciativa do próprio Poder Executivo, prevê a troca do atual indexador das dívidas, o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), mais juros anuais de 4%, não podendo o total ultrapassar a taxa Selic.

Terrorismo e vandalismo

Outro tema que deve mobilizar os senadores após o feriado é o projeto que tipifica o crime de terrorismo. O PLS 499/2013, elaborado por comissão mista do Senado, estava pronto para ser examinado no Plenário, mas saiu de pauta diante de questionamentos quanto à possibilidade de a proposta criminalizar também manifestações populares.

O senador Romero Jucá (PMDB-RR) chegou a apresentar uma sugestão de mudança para deixar claro que a ideia não é cercear o direito às manifestações. Segundo a emenda, a proposta “não se aplica a manifestações políticas, conduta individual ou coletiva de pessoas, movimentos sociais ou sindicatos, movidos por propósitos sociais ou reivindicatórios, visando contestar, criticar, protestar, apoiar com o objetivo de defender ou buscar direitos, garantias e liberdades constitucionais”.

Por acordo entre os parlamentares, foi designado o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) para elaborar um relatório mais consensual, na tentativa de aprovar a proposta, que inicialmente o governo desejava ver em vigor até a Copa do Mundo. No entanto, existem requerimentos para que o projeto passe pelo exame de três comissões, antes de ir a Plenário, o que pode impedir uma definição mais rápida.

(Agência Senado)

Segundo ônibus é incendiado em Fortaleza em manifestação, no intervalo de um ano

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fotos ônibus incendiados

Moradores da Maraponga incendiaram o ônibus da linha Parangaba/Parque Veras, na noite dessa sexta-feira (14), em protesto contra a morte de Francisco Ricardo Sousa, que teria sido espancado por policiais militares, durante uma abordagem na quinta-feira (13). O homem teria sido levado pelos policiais, horas depois, ao Frotinha da Parangaba, mas morreu por causa de ferimentos de uma suposta tortura.

Há cerca de um ano, no Monte Castelo, o ônibus da linha Sargento Hermínio foi incendiado por três homens do bairro Ellery, como protesto a um procedimento desastroso de policiais militares, no pré-Carnaval do bairro. Dois jovens foram mortos por supostos disparos efetuados por policiais.

Os dois casos são investigados pela Controladoria dos Órgãos de Segurança Pública do Ceará.

Vamos nós – Os dois casos devem ser investigados com rigor, mas a população se prejudicar, ao incendiar ônibus.

Fortaleza dos “flanelinhas”

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flanelinha

Da Coluna Vertical, no O POVO desta quinta-feira (13):

Fortaleza está tomada de flanelinhas em todos os principais cruzamentos. O caso expõe um problema social, mas também mostra certa passividade das autoridades. Antes, adolescentes limpavam o para-brisa dos carros e pediam trocadinhos. Hoje, são jovens, vítimas da injustiça institucionalizada – em sua maioria viciados pelo crack, que não só pedem, como chegam a ameaçar quem se nega a colaborar com a prestação de serviço.

A prática generalizou-se ao ponto de confirmar um absurdo: existem áreas bem definidas por grupos para o exercício de tal exploração.

Nesta quarta-feira (12), na avenida 13 Maio, em frente à Igreja de Fátima, uma cena absurda: três flanelinhas expulsavam, a socos e pontapés, um outro que teria “invadido” seu reduto, repetindo assim a sanha de poderosos que ocupam o espaço público.

Eis um fato que, juntando-se ao poder de controle de gangues em territórios da cidade, confirma a tese de que, a cada dia, moramos numa cidade sem lei. Ou para poucos.

Vândalo picha Iracema Guerreira

foto iracema vândalos copa

Mais uma vez sobrou para a obra Iracema Guerreira a resultado de uma manifestação na Praia de Iracema, no último sábado (25), contra os gastos da Copa do Mundo.

A estátua acabou pichada por um vândalo, que não respeita a cultura de Fortaleza. Ao invés de marcar um “golaço” na manifestação, o vândalo manchou o movimento.

(Foto: Wellington Senna)