Chico Lopes repudia atos de violência contra professores estaduais grevistas

“Qualquer violência, parta de onde partir, contra trabalhadores em greve, deve ser repudiada. Lamentamos profundamente que isso tenha acontecido, contrastando com as conversas, em mesa de negociação, entre professores e Governo do Estado”. A afirmação é do deputado federal Chico Lopes (PCdoB). O parlamentar se disse indignado com os casos de violência contra professores registrados na manhã desta quinta-feira, na Assembleia Legislativa.
Disse ainda Chico Lopes: “Os excessos cometidos hoje precisam ser apurados, com penalização dos responsáveis. Nenhum trabalhador em greve pode ficar sujeito a agressões”, ressalta Chico Lopes, também professor e integrante do Sindicato APEOC. “A Assembleia Legislativa vem cumprindo seu papel de procurar ajudar nas negociações entre professores e gestores. Infelizmente, a casa hoje se viu como palco de atos de violência, o que não é bom pra ninguém”.
Chico Lopes é autor da emenda à lei do piso salarial nacional dos professores que estabeleceu o direito a um terço da carga horária para atividades extra-sala.
Eliomar de Lima

Sobre Eliomar de Lima

Jornalista, radialista, professor e escritor de histórias infantis, mas, acima de tudo, um viciado em informação, não dispensa cantarolar de vez em quando. Pra não dizer que fugimos do mundo da intelectualidade, temos Especialização em Gestão da Comunicação. Email:eliomarmar@uol.com.br / eliomardelima@gmail.com

10 comentários sobre “Chico Lopes repudia atos de violência contra professores estaduais grevistas

  1. CHOQUE NO PROFESSOR
    Aqui no Ceará
    Se bate em professor
    E se ele quiser falar
    Vai sentir muita dor

    Algema no professor
    Para ele parar de lutar
    Pois piso é pra sonhador
    E dignidade é bem acolá

    Em nosso estado
    Professor é vagabundo
    Por isso será algemado
    Levando golpes profundos

    Nossa democracia
    Aqui se resolve no pau
    E a policia assim silencia
    Professor que agora é marginal

    Prendam os professores
    Trucidem seus direitos
    Para que eles não sejam infratores
    E fiquem calados e perfeitos

  2. É lamentável o episódio ocorrido hoje na Assembléia Legislativa do Ceará, palco de violência praticada pela polícia militar contra professores que lutam pelo cumprimento da lei do piso salarial dos professores. Não podemos permitir que atitudes como esta continue se repetindo e os agressores fiquem impunes. Em Maracanaú, em 2009 os professores foram espancados pela guarda municipal, ficaram sob ameaça de revólver e tiveram suas barracas quebradas. Em Fortaleza a guarda municipal agrediu professores com spray de pimenta. Agora virou crime lutar por nossos direitos. Precisamos exigir o rompimento desses parlamentares ditos de esquerda que lamentam o episódio, mas continuam apoiando os governos truculentos. Basta, chega de violência e impunidade.

  3. Depois que a onça tá morta todo mundo pega no rabo.Que decepção deputado.E ainda pensavamos que existiam homens sérios na nossa política.

  4. Minha solidariedade aos profissionais da educação que clamam por melhores condições de trabalho, salário digno, qualificação, condições estruturais, qualidade na didática, enfim o seu grande reconhecimento como MESTRE. Aproveito aqui para repudiar os oportunistas de plantão, que não sabem o que é estar em sala de aula nessas condições, que usam o movimento para a pratica da politicagem seja ela vinda da “extrema esquerda ou da direita”. Viva a classe trabalhadora. Viva os/as educadores/as

    Ronny Câmara
    Coordenador Geral
    Conselho Municipal de Juventude de Fortaleza/CE

  5. Eu acho engraçado uma coisa. Eu sou professor, sou a favor da greve e contra essa violência toda. Mas quando o Chico Lopes, bem como outros parlamentarem foram na nossa Assembleia, ele foi vaiado do começo ao fim, não deixaram nem o cabra falar, e agora vocês estão colocando o dedo na cara dele? Demagogia a vossa, que não olhamos o próprio rabo.

  6. “Professor Carlos”, se sua capacidade intelectiva for igual a sua de fazer concordãncia, entendemos a razão de não entender as vais.

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