Cidade sem dono – Motoristas param ônibus em vias importantes e haja sufoco

Os motoristas de ônibus mudaram a tática da pressão nesta quinta-feira. Em vias importantes, ônibus com pneus furados atrapalham o trãnsito. A categoria reivindica 15% de reajuste salarial, enquanto empresários oferecem 5,5%. O quadro é de uma cidade sem dono.

Ônibus com pneu furado na avenida Aguanambi.

Ônibus parado na avenida José Bastos.

Pelo retrovisor, mais ônibus parados.Nada de sufoco virtual para o usuário.

(Foto – Paulo Moska)

Eliomar de Lima

Sobre Eliomar de Lima

Jornalista, radialista, professor e escritor de histórias infantis, mas, acima de tudo, um viciado em informação, não dispensa cantarolar de vez em quando. Pra não dizer que fugimos do mundo da intelectualidade, temos Especialização em Gestão da Comunicação. Email:eliomarmar@uol.com.br / eliomardelima@gmail.com

6 comentários sobre “Cidade sem dono – Motoristas param ônibus em vias importantes e haja sufoco

  1. Lamentável, o que demonstra mais uma vez é a postura da imprensa
    da justiça e dos empresários, os trabalhadores são massacrados
    perante a população de Fortaleza como único culpados , no entanto
    os verdadeiros responsáveis os donos dos coletivos se fazem de doidos não tendo a sensibilidade e o respeito com o usuários.

    Verdadeiros prejudicados.

  2. Caro Eliomar

    É lamentável que uma cidade do porte de Fortaleza permita esta irresponsável desobediencia civil partida de sindicatos que obrigatoriamenmte deveriam ter consciencia do direito de greve, mas sem o desatino de chafurdar toda uma população, que fica exposta ao humilhante constrangemento de poder exercer seu direito de mobilidade para Hospital,trabalho, colegios etc. É impossível admitir-se esta SELVAGEM tática/estrategia de greve nos tempos atuais.Não sou contra o DIREITO DE GREVE, recrimino sim, a burrice, pois a categoria, ganha a antipatia de toda uma população. Aos manifestante de qualquer categoria pede-se que sejam mais criativos e busquem formas de alcançarem suas reivindicações (sem entrar no mérito)de maneira mais civilizada. Que direito é este de alguns manifestantes espesinharem uma sofrida população? Onde já se viu interromperem o fluxo dos meios de transporte nas grandes avenidas por meio de veículos ou concentração de pessoas? A complexidade das demandas de serviços de primeira necessidade e pessoais de uma cidade de tres milhões de habitantes não pode tolerar.

  3. Alguém sabe onde anda a prefeita desta cidade? Como sempre, nos momentos em que a cidade enfrenta uma crise, ela desaparece. Depois vem fazer média dizendo que não vai aumentar a tarifa.
    Anotem: a passagem de ônibus vai subir. Depois das eleições.

  4. Cadê a ‘grande’ representante do poder concedente, que só sabe fazer proselitismo político!

    Fortaleza, uma cidade abandonada e de uma população órfã, de direitos, de justiça e de respeito!

    Recordo-me, aqui, dos dizeres de campanha eleitoral, quando essa “coisa” e seus asseclas, ao largo dos tempos, diziam que tinha que se eleger um executivo aliado do(s) governo(s) estadual e federal que, assim, seria uma verdadeira ‘benesse’ para o município!

    Lembram desse desgastado e puído lugar-comum e discurso, desde os tempos de Maria Luíza Fontenele, então, prefeita de Fortaleza?

    Lá é, “BRAZIL, um paiz de TOLLOS”, cá, é a “Fortaleza b(ANGU)ela!” e, no meio deles, está o “CEARÁ, deles e DELA!”

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