Ciro trava queda de braço com Eduardo Campos, mas diz que não sai do PSB

“Ministro do governo Lula e candidato à Presidência em 2002, Ciro Gomes trava uma queda de braço contra o presidente do PSB e governador de Pernambuco, Eduardo Campos. No controle da máquina partidária, Campos indicou o ministro Fernando Bezerra para a Integração Nacional, pasta ocupada por Ciro durante a gestão de Lula.

O governador também derrotou Ciro na disputa pela liderança do partido na Câmara dos Deputados. Ciro defendeu a escolha de Gabriel Chalita (SP), mas quem levou foi Ana Arraes, mãe de Campos.

A negociação incluiu uma conversa dura entre Campos e Ciro. Segundo integrantes do PSB, Campos alegou que uma das regras do partido é a exigência de que o líder não seja um novato da Casa. Enquanto aliados de Ciro reclamam da asfixia imposta pelo partido, o comando do PSB alega que trabalhou para que fosse prestigiado.

Um exemplo seria sua indicação para a coordenação da campanha da hoje presidente Dilma Rousseff. Mas Ciro nem compareceu à posse da petista. O mal-estar alimentou rumores de que Ciro pretenda deixar o PSB. Procurado pela Folha, ele negou a intenção.”

(Folha Online)

Eliomar de Lima

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Jornalista, radialista, professor e escritor de histórias infantis, mas, acima de tudo, um viciado em informação, não dispensa cantarolar de vez em quando. Pra não dizer que fugimos do mundo da intelectualidade, temos Especialização em Gestão da Comunicação. Email:eliomarmar@uol.com.br / eliomardelima@gmail.com

3 comentários sobre “Ciro trava queda de braço com Eduardo Campos, mas diz que não sai do PSB

  1. A carreira política deste senhor encontra-se em franco declínio, jogado ladeira a baixo por suas próprias mãos. O fato é que o PSB não aguenta mais ficar levando essa mala de um lado para o outro.

  2. Qualquer partido político deste país teria orgulho de contar nos seus quadros um um homem pública da estatura moral e intelectual de Ciro Gomes. O PBS muito deve seu crescimento a projeção dada ao Partido pelo Ciro, assim como, anteriormenmte, o PPS. Infelizmente, os espaços de poder são disputados não tendo como parâmetro a ética e a merotocracia e sim os “acordos” de “bastidores” numa disputa de prestígio que a nada conduz. Assim penso.

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