Direção nacional do PTC decreta intervenção na cúpula de Fortaleza para apoiar o PT

O PTC vai realizar convenção municipal no próximo sábado juntamente com o PT, no Ginásio Poliesportivo de Parangaba. A informação foi dada nesta quinta-feira pela interventora Ana Lúcia Alves, em nome da direção nacional, acrescentando que está como interventora na legenda.

As convenções que ocorreram foram anuladas e virá só uma convenção, que já foi comunicada à Justiça Federla.

Resumindo: ganhou , com a intervenção, o grupo do ex-deputado estadual Stanley Leão, dirigente estadual, que vai apoiar o pré-candidato petista Elmano de Freitas, não tendo o PTC candidatura própria. O vereador Marcelo Mendes havia conseguido via decisão judicial em Brasília essa direito.

Eliomar de Lima

Sobre Eliomar de Lima

Jornalista, radialista, professor e escritor de histórias infantis, mas, acima de tudo, um viciado em informação, não dispensa cantarolar de vez em quando. Pra não dizer que fugimos do mundo da intelectualidade, temos Especialização em Gestão da Comunicação. Email:eliomarmar@uol.com.br / eliomardelima@gmail.com

9 comentários sobre “Direção nacional do PTC decreta intervenção na cúpula de Fortaleza para apoiar o PT

  1. Partido pequeno, mas que tem seu valor! PTC ganhando um novo líder: STANLEY LEÃO é um cara merecedor… cara jovem e de garra!!! Vamos pra frente!

  2. A Justiça Eleitoral Federal, na verdade, já deveria ter dissolvido esta legenda, ou, pelo menos, a nacional, devido à este embróglio, que visa, unicamente, a apoiar o CorruPTos, digo, o PT, da coronelA!
    Este ‘affair’ já está se transformando num verdadeiro ‘saco de gatos’, para dizer pouco!
    E, “PT, fraudações”!

  3. Pelo visto, o meu opúsculo está cada vez mais atualizado, hein, meu caro Eliomar?

    POBRES PARTIDOS PODRES

    Diante do que temos presenciado e visto, nestes últimos anos, em nossa res publica, – já quase na privada -, referentemente às legendas eleitorais, resolvemos reler uns velhos escritos sobre o que eram, e, consequentemente, ousamos pensar, “em voz alta”, o que são, – hoje -, no nosso país…

    ‘… Segundo a famosa definição de Weber, o Partido é “uma associação… dirigida a um fim deliberado, tanto no sentido objetivo de atuação de um programa com escopo material ou ideal, como no sentido “pessoa”l, dirigido à obtenção de benefícios, poder e honra para os chefes e seguidores, ou, finalmente, dirigido a todos estes fins em conjunto”.’ (sic)

    São eles:

    I – Partidos dos Notáveis ou do Comitê – “Estes círculos reagrupavam um número restrito de pessoas, funcionavam quase exclusivamente durante os períodos eleitorais e eram liberados por notáveis locais, aristocratas ou alto-burgueses de alta sociedade, que proviam a escolha dos candidatos e ao financiamento da atividade eleitoral.”

    II – Partidos Aparelhados – “Estas características correspondiam a exigências específicas dos partidos dos trabalhadores, quer pelos objetivos políticos a que se propunham, quer pelas condições sociais e econômicas das massas a que se dirigiam. … era necessário que à atividade de educação e propaganda e ao trabalho organizativo se dedicassem, em tempo integral, pessoas qualificadas e especialmente pagas para isto, não sendo possível que os trabalhadores, com pesados horários de trabalho e baixos salários, dedicassem à atividade política mais do que um pouco do seu escasso tempo livre, nem que abandonassem o trabalho para se dedicarem à política a simples título de honra. Havia, enfim, o problema do financiamento do partido: faltando os “Notáveis” que financiassem a atividade e a organização política foi introduzido o sistema de “quotas”, isto é, as contribuições periódicas que cada membro devia pagar ao partido.”

    III – Partidos Eleitorais de Massa – “… depois da Segunda Guerra Mundial, quando a maior parte dos partidos de comitê foi obrigada foi obrigada a criar um aparelho estável para uma eficaz propaganda, procurando uma clientela de massa e coligações com grupos e associações da sociedade civil capaz de dar ao partido uma base estável de consenso. … . Não são dirigidos de um modo geral a uma classe ou a uma categoria (camada) particular mas procuram conquistar a confiança dos estratos mais diversos da população, propondo em plataformas amplas e flexíveis, além de suficientemente vagas, a satisfação do maior número de pedidos e a solução dos mais diversos problemas sociais. Por este conjunto de conotações, o partido eleitoral de massa foi definido também como “partido pega tudo” (partito pigliatutto).”

    Eis, em poucas linhas, os tipos clássicos de partidos políticos, surgidos, fomentados e fortalecidos, desde início do século XIX, conforme Bloco I – Partidos Políticos, Anna Oppo, ‘in’ Curso de Introdução à Ciência Política – PARTIDOS POLÍTICOS E ELITES POLÍTICAS – Unidade V, Editora Universidade de Brasília, 1982.

    Modernosamente, no nosso Brasil, – já não mais tão varonil -, empós as (indi)gestões dO CHEFE do CorruPTos, digo, do PT, & Cia. Ltda., temos os “Partidos que mandam”, os “Partidos que obedecem”, os “Partidos coadjuvantes” e Outros!

    I – Partidos que mandam, ou “Sigam o chefe” – Basicamente, existem apenas 02 (dois) representantes: o CorruPTos, digo, o PT – Partido dos Trabalhadores, e o Tucanos, aliás, o PSDB – Partido da Social Democracia Brasileira. Este, por ter sido o grande detentor do poder, ao largo dos últimos anos do século passado, com o advento da chamada abertura política, depois da anistia e da redemocratização do país, além, é claro, de, ainda, representar e ser um dos ícones da oposição, massivamente falando e, também, por ainda deter amplo espaço de poder junto aos entes e agentes federativos. Aquele, por ser, – ao largo e desde a última década -, o detentor do poder, em amplo e esmagador espectro da União, alcançando os estados-membros e com tentáculos nos municípios, além, é claro, de um fortíssimo aparelhamento partidário, que envolve todos os segmentos dos poderes, seja no Legislativo, no Executivo e, também, no Judiciário. Têm eles um certo fio condutor, de base, – anômala e esdrúxula -, diga-se de passagem, da Social-democracia, como nos moldes clássicos!

    II – Partidos que obedecem, ou “de aluguel” – São muito numerosos, porém, pequenos, diminutos ou até chamados de nanicos. Não têm expressividade político-partidária e, nem ao menos, linha ou norte, ideologicamente falando. E, na maioria das vezes, nem sequer quaisquer estruturas, mesmo as físicas. Diria, até, que seus endereços, salas de despachos e reuniões cabem dentro das pastas de seus líderes ou donos, e em (in)constantes e instantâneas alterações, ao sabor dos Partidos que mandam e dos humores de seus chefes e dos chefes daqueles, além dos ventos eleitoreiros, momentâneos. Na ampla maioria deles, não passam de meras siglas ou “sopinhas” de letras, a saber: PTN, PTC, PSL, PRB, PTdoB, PMN, PHS, PRTB, PSC, PRP etc.!

    III – Partidos coadjuvantes, ou “muristas” – São expressivos e de tamanho variando de pequeno a médio e, até, grandes. Citaria, pela ainda assim chamada esquerda, centro-esquerda, ou progressivismo, o PSoL – Partido Socialismo e Liberdade, o PSB – Partido Socialista Brasileiro, o PCdoB – Partido Comunista do Brasil e o PV – Partido Verde; e, pela direita, centro-direita, conservadorismo ou liberal, o DEM – Democratas, o PR – Partido da República, o PDT – Partido Democrático Trabalhista, o PP – Partido Progressista, o PPS – Partido Popular Socialista, o PTB – Partido Trabalhista Brasileiro, o PMDB – Partido do Movimento Democrático Brasileiro e o PSD – Partido Social Democrata. Na realidade e em última análise, eles são meio híbridos ou mesclados, restando-lhes, até pelos objetivos, – precípuos -, com as devidas e cada vez mais parcas exceções, de sempre, muito pouco do classicismo e dos ideais partidários, que fomentaram e fundaram suas criações!
    Ora pendem para um lado, ora pendem para um outro, – notada e especialmente -, o lado do partido detentor do poder, alguns pouquíssimos, mantendo-se autônomos e/ou independentes, porém, por não disporem de cacife ou representação política, unem-se aos ‘ventos’ que sopram paralelamente aos seus interesses e nortes político-ideológicos, mesmo que momentâneos!

    IV – Outros partidos e movimentos (Jus sperniandi) – Sem representação parlamentar, em processo de criação, extinção ou em processo falimentar e de fusão ou união, sem registro etc.: PCB – Partido Comunista Brasileiro, PCO – Partido da Causa Operária, PSTU – Partido Socialista dos Trabalhadores Unidos, PPL – Partido da Pátria Livre, Movimento Crítica Radical etc.!

    Aqui, ali, acolá e alhures, eles se mesclam, negando seu próprio purismo ou pudor, ou, ainda, super ou sobrepondo-se, devido à meros interesses menores e locais, ressalvando-se, como sempre, um ou dois ‘gatos pingados’, na maioria das vezes, devido à alguns de seus membros e partícipes. Chegamos ao cúmulo de que, em certas esferas, menores, mesmo os Partidos que mandam acabam ficando atrelados ou a reboque dos que apenas coadjuvam ou auxiliam, devido ao personalismo exacerbado e aos egos inflados, e ainda, de projetos e planos futuros, de seus, ditos, dirigentes, ou ‘donos’!

    A temática é por demais atual, pulsante e polêmica, mas, “digam o que disserem”, ‘gritem o que gritarem’, é inegável o que está ocorrendo em nosso pobre país, apesar das pirotecnias midiáticas e marqueteiras, das cortinas de fumaça, das mordaças veladas, ou não, e das ‘compras’ de consciências, vezes e vozes!
    O que está acontecendo com o nosso outrora querido e bravo PDT, que já foi de e a cara de Brizola? Com o trabalhismo e com do PTB, de Vargas? Com o outrora respeitado e destacado MDB, de Ulisses Guimarães? Com o PSDB, de Montoro e de Covas? Cadê o PSB, de Miguel Arrais? E, com o próprio PT, de Hélio Bicudo e outros bons pensadores e próceres?

    E, assim, e “Pelo andar da carruagem”, pergunto e questiono: onde será que a ‘coisa’ irá parar? Seria o fim da política, como a conhecemos? Ou, então, e no mínimo, o fim do pluripartidarismo? Cairemos na armadilha da velha URSS ou, de seu decrépito, mas ainda sobrevivente satélite, Cuba, – a de ‘los hermanos’ Castro -, ou, quando pouco, do meu querido México, de há 10 (dez) anos atrás, e para trás?

    Finalizando, então, relembro, aqui e agora, o douto e inquestionável, Yves Gandra da Silva Martins, – já há algum tempo -, quando afirmou querer ser o PT, o PRI mexicano!

  4. Ai Clécinho, com essa verborragia pseudo intelectual orgânica direitosa conservadora com traços weberianos arnaldo-jaboriana, eu gamo, tá? Vai estudar de verdade antes de ficar citando a Wikipédia. Bjo, não me liga. PS.: Aspas são tão demodê. PS2.: Quando passar do módulo 1 de história do pensamento político e contemporâneo 1 do curso do Instituto Universal(se inscreveu pela revistinha da Mônica, né seu maroto?!), faz outra dissertação dessas…please.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

15 + treze =