Eunício e Tasso fazem maior atividade de campanha em Sobral

eleições 2014 pmdb 0919 sobral

Para alguns integrantes da coordenação da coligação “Ceará de Todos”, uma grata coincidência. Para outros componentes, uma resposta da própria cidade ao sentimento de mudança. Todos, no entanto, concordam que a noite dessa sexta-feira (19) foi o maior ato da campanha Eunício Oliveira (PMDB), ao governo do Ceará, e Tasso Jereissati (PSDB), ao Senado. Em comum, o município de Sobral, na Região Norte do Estado, berço político da família Ferreira Gomes e da vice na chapa adversária, Izolda Cela.

De acordo com a coordenação da campanha, cerca de 10 mil veículos participaram da carreata, entre carros, motos e bicicletas. Os dois candidatos conversaram com eleitores e ouviram críticas quanto ao funcionamento do serviço de saúde, da segurança e da fiscalização de trânsito. Todas as queixas foram registradas para constarem no Plano de Governo de Eunício e na pauta de prioridades de Tasso no Congresso Nacional.

(Foto: divulgação)

Eliomar de Lima

Sobre Eliomar de Lima

Jornalista, radialista, professor e escritor de histórias infantis, mas, acima de tudo, um viciado em informação, não dispensa cantarolar de vez em quando. Pra não dizer que fugimos do mundo da intelectualidade, temos Especialização em Gestão da Comunicação. Email:eliomarmar@uol.com.br / eliomardelima@gmail.com

9 comentários sobre “Eunício e Tasso fazem maior atividade de campanha em Sobral

  1. A grandiosidade do evento se deu pelo desejo de mudança que está no sentimento da população sobralense. Já são 20 anos de um governo voltado para uma meia dúzia de amigos.

  2. O sobralense não aguenta mais. Aqui pessoas que eram paupérrimas se tornaram ricas mamando no poder público. Eunício ganha a eleição em Sobral e Marina encosta na Dilma.

  3. vejam contra essas raposas que quase acabaram com o estado e querem voltar,

    O vice-presidente executivo da Shell, Mark Shuster, afirmou que a descoberta do pré-sal pode elevar o Brasil à posição de maior produtor de petróleo do mundo e redesenhar a geopolítica mundial.
    shell mark shusterO executivo participou, na segunda-feira (15), da conferência que fechou o primeiro dia da Rio Oil & Gas. Na ocasião, foram discutidas as principais transformações no setor energético e suas consequências no planeta. Mediada pelo presidente do World Petroleum Council (WPC), József Tóth, a plenária contou ainda com a presença de Antoine Halff, da Agência Internacional de Energia (AIE).
    Segundo Shuster, os 40 bilhões de barris previstos nas reservas do pré-sal têm potencial para lançar o Brasil ao topo da lista de produtores mundiais de petróleo. É necessário, contudo, que o governo e a indústria descubram o que deve ser feito para que o país usufrua dessa oportunidade de maneira mais eficiente.
    “A descoberta do pré-sal é, sem dúvida, um fator determinante e que mudou a regra do jogo […] O governo e a indústria precisam, agora, estar alinhados para garantir um aproveitamento mais eficaz dessa riqueza”, afirmou.
    Esse aproveitamento mais eficaz, acredita Shuster, só será possível se o Brasil se tornar mais competitivo. Para isso, diz, é preciso, por exemplo, mudanças na regra de conteúdo local.
    “O país tem que avaliar a capacidade total que será necessária para desenvolver 40 bilhões de barris de petróleo em 2030. É necessário pensar como essa política será gerida de modo a desenvolver a produção de maneira responsável e competitiva”, disse. “Mudança nunca é fácil, mas o ideal é que se busque uma solução adequada”, completou.
    De acordo com Shuster, a abertura de mercado no México e a revolução de gás de xisto nos Estados Unidos são outros fatores determinantes e também afetam a geopolítica mundial. “Nossa indústria é global e envolve muitos atores. Vivemos em um ambiente de mercado livre, onde a competitividade é constante. Se não tomar as decisões corretas, o Brasil vai ser atropelado. Por isso, é fundamental que indústria e governo trabalhem juntos nesse momento”.
    aie-antoine-halffChefe da Divisão da Indústria de Petróleo e Mercados da AIE, Antoine Halff falou sobre o aumento da oferta de energia nos Estados Unidos – devido à revolução do gás de xisto – e a crescente demanda de energia na Ásia, principalmente na China. Segundo Halff, este cenário configura um dos principais desafios enfrentados pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) desde a sua criação nos anos 60, pois pressiona o preço do petróleo num curto prazo.
    “Todas essas transformações indicam uma necessidade de adaptação das indústrias em todo o mundo. A ideia que todo o mapa do petróleo está mudando indica uma nova fase. É um redesenho da geopolítica do petróleo no planeta”, afirmou.
    Ultimoinstante – 16/09/2014

  4. Costa, meu irmão vai procuarar uma lavagem de roupa, vai pelo menos se informar, será que você não ouviu a Marineca, dizendo que vai entregar, o pré-sal a chevrom, eu não sou caranguejo e não quero voltar ao ciclo da cana-de-açucar a Marineca disse em um encontro que o povo tem que se preparar pra plantar muita cana.

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