Fator Previdenciário – Governo mantém item fora da negociação com centrais sindicais

“O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, disse hoje (17) que o governo está se concentrando em discutir com as centrais sindicais os pontos com solução mais rápida. Segundo ele, a redução da jornada de trabalho e o fim do fator previdenciário ainda são pontos que precisam de mais tempo para serem resolvidos. A próxima reunião entre governo e centrais será no dia 11 de junho, quando é esperada uma posição da Presidência sobre a regulamentação do trabalho doméstico. De acordo com o ministro, o governo não tem ainda uma posição definida sobre jornada de trabalho e fator previdenciário, embora continue estudando os dois pontos, por isso preferiu não incluí-los na atual pauta de negociação.

“Neste tempo de grande crise econômica, nós temos que nos centrar em pontos que ajudem o país a sair da atual crise, que nos ajudem a aumentar nossa atividade econômica, e houve um acordo das centrais, sem prejuízo de que elas continuem insistindo nesse ponto”, disse o ministro, após cerimônia de posse da nova diretoria do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve).

Gilberto Carvalho disse que o diálogo entre os dois lados, ocorrido na última terça-feira (14), quando foi definida a pauta para a reunião do próximo mês, foi muito “maduro” e nada tem a ver com apoio à reeleição da presidenta Dilma Rousseff nas eleições de 2014. “É uma linha nossa de diálogo que nunca deixou de existir com as centrais sindicais”.

(Agência Brasil)

Eliomar de Lima

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Jornalista, radialista, professor e escritor de histórias infantis, mas, acima de tudo, um viciado em informação, não dispensa cantarolar de vez em quando. Pra não dizer que fugimos do mundo da intelectualidade, temos Especialização em Gestão da Comunicação. Email:eliomarmar@uol.com.br / eliomardelima@gmail.com

2 comentários sobre “Fator Previdenciário – Governo mantém item fora da negociação com centrais sindicais

  1. Para CUT, fator previdenciário pode virar herança maldita de Lula e Dilma, não só de FHC
    O presidente da CUT, Vagner Freitas, disse que o fator previdenciário está deixando de ser uma “herança maldita” apenas do governo FHC, para se transformar também num legado negativo da gestão petista.
    “O governo eleito pela classe trabalhadora vai colocar o projeto de lei para ser discutido no Congresso ou não?” “O fator previdenciário é uma herança maldita de FHC, mas está deixando de ser. Era herança há dez anos. Faz dez anos que FHC não é mais presidente da República, mas o fator continua. Não houve nenhuma alteração. Não dá mais pra conviver com isso.”…
    PT , CUT e Sindicalistas.
    Carregarás minha maldição, enganadores de aposentados esperançosos, mortos e moribundos. Não tenho pena de ti pelo que deverá passar por mentir e enganar, e te encontrarei no mais fundo para te apontar claramente a desgraça de que faz parte por opção. MALDITO SEJA POR TODO TEMPO QUE TEU CASTIGO POSSA DURAR, esta é reza de todos os Espíritos que iludiu em teu nome, por tua mentira escancarada.
    Teu salário e conluio de hoje não te salvará da praga que carregará por séculos, por cada um que enganou, que iludiu, que mentiu.. Tão simples e penoso qto o que relega para nós, o povo.
    Maldito és e será, até que se cumpra a justa causa que legisla falsamente. …..
    Nunca é tarde para cumprir o prometido, o combinado não é caro.
    Blog Paim

  2. Deputado Paulo Paim

    No caso da aprovação da nova Lei que substituirá do fim do Fator Previdenciário, no Projeto de Lei de V. autoria , foi pensado em alguma coisa que possa dar continuidade de estabilidade de emprego para aqueles trabalhadores que gozam desse benefício?

    Pois milhares de trabalhadores que passaram suas vidas trabalhando e às vezes em trabalhos desgastantes, contando os dias para entrarem na tão sonhada estabilidade de emprego, de uma hora para ver sua estabilidade de emprego ir por agua abaixo, devido a uma mudança na lei que os prejudica e fazêlos trabalhar por mais 01 02 03 04 ou até 05 anos a mais do que era previsto.
    Sei que a Lei melhora e corrige um pouco essa atual injustiça contra o trabalhador, por outro lado acredito que se após a aprovação dessa nova Lei, que seja 85/95 ou outra qualquer, que se pense com carinho nessas pessoas que se encontram em estado de ESTABILIDADE DE EMPREGO.

    Imagine V. excelência em um exemplo apenas

    Uma filha que está na estabilidade, contando os dias para aposentar-se e poder cuidadr de sua mãe portadora do mal de Alzhaimer.

    Agradeço antecipadamente, e;

    Aguardo resposta

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