Fortaleza, o paraíso dos “flanelinhas”

Os flanelinhas que “pastoram” carro no entorno da casa de show “Siará Hall”, no bairro Edson Queiroz, em Fortaleza, estão cobrando R$ 10,00 da “clientela”. E dão até ”recibo”.

Segundo algumas pessoas que frequentam o local, eles ainda aceitam
o pagamento parcelado: R$ 5,00 na chegada e R$ 5,00 na saída do veículo.

Tudo isso ocorre, a cada fim de semana, sem que a Autarquia Municipal de Trânsito e Ciadania (AMC), por exemplo, imponha respeito. Acaba prevalecendo aquele velho ditado do “quem cala, consente”.

Eliomar de Lima

Sobre Eliomar de Lima

Jornalista, radialista, professor e escritor de histórias infantis, mas, acima de tudo, um viciado em informação, não dispensa cantarolar de vez em quando. Pra não dizer que fugimos do mundo da intelectualidade, temos Especialização em Gestão da Comunicação. Email:eliomarmar@uol.com.br / eliomardelima@gmail.com

3 comentários sobre “Fortaleza, o paraíso dos “flanelinhas”

  1. Quando vai aparecer alguem competente e interessado para resolver essa situação. A população fica acuada diante dessa situação constrangedora de pagar caro por um serviço que não existe. Essa prática deveria ser acabada em Fortaleza. No entanto, deve-se pensar numa alternativa para essa classe que surgiu nas ruas de Fortaleza sem marginalizar, embora sabe-se que entre ele há marginais. Varios amigos já foram assaltados por ditos flanelinhas.

  2. Os cara tão trabalhando e recebendo 10 reais por cada carro e vcs ainda vem reclamar ??
    Pior são os politicos que ganham 100/200 mil por mes só sugando em cima da população !
    Deixa os rapazes trabalharem em paz !

  3. Permitam-me discordar do Redator: Acho que a AMC não tem NADA a ver com esse fato. Isso seria uma atribuição privada, de seguranças contratados pela Casa de Show, que já cobra bem caro pelos ingressos; o papel do público seria fazer um protesto: ou a Casa organiza o estacionamento ou não iriam mais aos show. Mas enquanto tiver gente pra pagar caro as duas coisas, abusos existirão.
    Seria caso de Polícia, quando houvesse ameaça física ou danos comprovados ao patrimônio (ao veículo). Tá na hora do povo participar da resistência, com segurança é claro!
    Um exemplo: outro dia, um flanelinha cobrou-me R$ 10 no entorno do Dragão do Mar, na hora da saída. Dei só R$ 3 (muito bem pago!) e ainda disse que ele se desse por satisfeito e que, qualquer coisa eu iria entregá-lo para o segurança privado da boite (um guarda-roupa que estava na esquina); aceitou bem caladinho.

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