MEC adia entrega da versão final de base curricular das escolas para novembro

O Ministério da Educação (MEC) adiou a previsão de conclusão de uma versão final da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para novembro. A expectativa era que a versão final fosse concluída ainda neste mês. A base curricular está prevista em lei, no Plano Nacional de Educação, e vai fixar conteúdos mínimos que os estudantes devem aprender a cada etapa da educação básica, da educação infantil ao ensino médio.

Pela lei, o documento finalizado deve ser entregue ao Conselho Nacional de Educação (CNE) até 24 de junho. Em nota o Ministério da Educação diz que é necessário mais debate: “O Ministério da Educação acredita que a Base Nacional Comum Curricular é fundamental para o desenvolvimento educacional do Brasil. Por isso, é importante que ela seja amplamente trabalhada em conjunto com a sociedade de forma democrática, o que vale reabrir a discussão por mais alguns meses”.

O MEC diz ainda que, em conjunto com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), o documento será debatido nos municípios e devolvido ao MEC até o fim de agosto. A previsão de ter uma versão final consolidada é até novembro.

(Agência Brasil)

Eliomar de Lima

Sobre Eliomar de Lima

Jornalista, radialista, professor e escritor de histórias infantis, mas, acima de tudo, um viciado em informação, não dispensa cantarolar de vez em quando. Pra não dizer que fugimos do mundo da intelectualidade, temos Especialização em Gestão da Comunicação. Email:eliomarmar@uol.com.br / eliomardelima@gmail.com

Um comentário sobre “MEC adia entrega da versão final de base curricular das escolas para novembro

  1. Como pedagogo, acompanho, e louvo, “Em gênero, grau e número”, a idéia do novo Ministro da Educação, o Deputado Federal MENDONÇA FILHO, do DEM (PE)!
    Publique(m) o que já está definido ou escrito, no sítio do Ministério, e nas Redes Sociais, para conhecimento e debates!
    Alguém, e com muita propriedade, assim se manifestou: “A educação não muda um país, ela muda os homens, que, por sua vez, mudarão o país”!
    As coisas da educação não podem ser tratadas de afogadilho, ou como “Meia sola”, pois, envolve gerações, e os seus efeitos, se deletérios, são incomparáveis e irrecuperáveis!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

11 + doze =