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Aproveitadores políticos prestam “solidariedade” a feirantes da José Avelino, critica colunista

Da Coluna Bric à Brac, no O POVO deste domingo (21), pela jornalista Inês Aparecida:

Prefeitura deve se manter firme com relação à rua José Avelino. Ficar contra a retirada é atitude de alguns aproveitadores políticos, como uns dois ou três vereadores que apareceram no local em “solidariedade” aos ambulantes. Aliás, só assim, se soube que eles – de atuação apagada – tinham assento na Câmara Municipal. Neste pequeno espaço, desde a gestão de Luizianne Lins, não foram poucas as vezes que mostramos o quanto era danoso para o Centro a permanência da feira. A ex-prefeita até ensaiou fazer um ordenamento na área, mas não teve coragem, ou força, de levar adiante.

Passar a imagem de “fraco, oprimido e perseguido” é ideal para atrair defensores. Mas, afora os que agem de má fé, se sabe que a história não é bem assim. Um número significativo dos que ali comercializam ou usam “laranjas” para o trabalho de vendas, vivem confortavelmente em bairros de classe média ou alta e se deslocam em veículos de luxo.

Tomara na semana que começa não se repitam as cenas de vandalismo protagonizadas por aproveitadores. Não creio que foram os “pobres feirantes pais de família” que jogaram bombas, pedras e incendiaram ônibus. Vamos torcer, também, para que a Prefeitura transforme o trecho, agora maltratado, em espaço bonito de se ver e aproveitar.

Recadinho aos patrulheiros de plantão: a Prefeitura não me deve, nem eu devo nada a ela.

Trump oferece aliança a líderes muçulmanos e pede que lutem contra extremismo

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, fez neste domingo (21) um discurso para 55 líderes de países muçulmanos, aos quais pediu que expulsem extremistas das seus territórios e se unam ao governo americano para conquistar um futuro melhor” para todos.

“Não estamos aqui para ensinar nem para lhes dizer como viver, o que fazer ou como praticar a sua fé. Em vez disso, oferecemos uma aliança baseada em valores e interesses comuns, com o fim de conseguir um futuro melhor”, disse Trump em Riad, na Arábia Saudita, onde faz visita oficial.

Em reunião de cúpula na capital saudita, o presidente americano também pediu aos aliados que expulsem extremistas dos “seus lugares de oração, das suas comunidades e da terra santa”.

“Os EUA estão preparados para lutar junto com eles em busca da segurança e dos interesses comuns”, declarou Trump aos participantes, entre eles de países de África, Ásia e do Oriente Médio.

O anfitrião, o rei saudita Salman bin Abdulaziz, e Trump anunciaram ainda a criação de um centro, com sede em Riad, para combater o financiamento do terrorismo, do qual participarão também os países do Conselho de Cooperação do Golfo.

Trump acusou um inimigo comum, o Irã, de desestabilizar o Oriente Médio e responsabilizou o país por “tudo o que está acontecendo na Síria “e de apoiar os indescritíveis crimes” do presidente do país árabe, Bashar Al Assad.

No discurso, o presidente norte-americano lamentou a situação no Oriente Médio, que era antes “um lugar de paz e de tolerância” no qual as religiões conviviam.

Ele lembrou que 65% da população da região têm menos de 30 anos e que, com isso, existe “um grande futuro para ser construído”, caso não sofra com conflitos e o derramamento de sangue.

Trump chegou ontem (20) a Riad para uma visita de dois dias. É sua primeira viagem ao exterior desde que chegou à Casa Branca e inclui escalas em Israel, na Palestina, no Vaticano, na Bélgica e Itália.

(Agência Brasil)

Governo reduz equipe da Lava Jato e corta verba da PF

Sob o governo do presidente Michel Temer (PMDB) e suspeitas de interferência política, a Polícia Federal reduziu a equipe destacada para a força-tarefa da Operação Lava, em Curitiba, e contingenciou 44% do orçamento de custeio previsto 2017.

É o primeiro corte expressivo no efetivo de investigadores, nos três anos do escândalo Petrobrás, que revelou um mega esquema de cartel e corrupção, que abasteceu nos últimos 13 anos os cofres dos partidos da base e da oposição dos governos Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

Deflagrada em março de 2014, a Lava Jato é a maior e mais longeva operação de combate à corrupção da PF, realizada em conjunto com o Ministério Público Federal e a Receita Federal.

Suas descobertas levaram para a cadeia empresários como Marcelo Odebrecht, Eike Batista, o banqueiro André Esteves, ex-ministros como José Dirceu e Antonio Palocci, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e colocou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pela primeira vez, no banco dos réus. O escândalo ainda criou as condições para o impeachment da presidente Dilma Rousseff – cassada em agosto de 2016 –  e, agora, ameaça o mandato de Temer.

Origem das apurações de desvios na Petrobrás, a equipe da Lava Jato, em Curitiba, era composta por nove delegados federais até o início de 2017, que atuavam exclusivamente no caso. Hoje, quatro delegados cuidam dos cerca de 180 inquéritos em andamento e há a intenção de se acabar com a atuação exclusiva deles para a força-tarefa.

“Será o fim da Lava Jato”, afirmou um membro da força-tarefa, em Curitiba, sob a condição de não ter o nome revelado.

No início do ano, o efetivo total chegou a ser de quase 60 policiais – entre delegados, agentes e peritos. Hoje, não passa de 40 e sem atuação exclusiva.

Um reflexo desse esvaziamento na equipe da PF é a redução de deflagração de operações ostensivas. Com 40 fases de buscas e prisões desencadeadas nesses três anos de escândalo, as últimas operações foram realizadas por iniciativa do Ministério Público Federal – antes, elas eram intercaladas.

“O investimento já é quase zero. O custeio é para movimentar a máquina. Vai paralisar as atividades. Em um orçamento que já é pequeno, cortar 44%, vai parar”, afirma o presidente da Associação dos Delegados da Polícia Federal (ADPF), o delegado Carlos Eduardo Sobral.

A notícia de cortes no orçamento da PF colocou em alerta procuradores da Lava Jato, em Curitiba, Brasília e Rio. Em reservado, eles avaliam que as medidas caracterizam interferência direta do governo Temer para tentar frear os avanços das investigações.

(Estadão)

Associação critica falta de perícia prévia em áudio entregue por dono da JBS

A Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais divulgou nota questionando o fato de a Procuradoria-Geral da República (PGR) não ter periciado o áudio da conversa que o empresário Joesley Batista, dono da JBS, gravou com o presidente Michel Temer, antes de anexá-la ao pedido de abertura de inquérito contra o presidente e a assinatura do acordo de delação premiada que beneficiou Joesley, seu irmão, Wesley Batista, e executivos da holding J&F, à qual pertence a JBS.

As conversas foram gravadas em março deste ano, sem o conhecimento de Temer, durante um encontro à noite, no Palácio do Jaburu. No áudio, o dono da JBS afirma que tinha ligação com um procurador da Justiça e dois juízes que lhe passavam informações confidenciais sobre a Operação Greenfield (que apura suspeita de desvio de recursos em fundos de pensão públicos). O teor da conversa motivou a abertura de inquérito contra o presidente, no Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido da PGR. No entanto, Temer pediu a suspensão do inquérito, alegando que não cometeu qualquer crime e que o áudio que embasa o inquérito teve pontos editados e não foi periciado previamente.

Para a associação dos peritos criminais, a homologação de delações premiadas sem a devida análise pericial prévia é temerária. “É inaceitável que, tendo à disposição a Perícia Oficial da União, que tem os melhores especialistas forenses em evidências multimídia do país, não se tenha solicitado a necessária análise técnica no material divulgado, permitindo que um evento de grande importância criminal para o país venha a ser apresentado sem a qualificada comprovação científica”.

Segundo a entidade, a mera audição da reprodução, pela imprensa, do áudio entregue por Joesley Batista permite notar “a presença de eventos acústicos que precisam passar por análise técnica, especializada e aprofundada”. No entanto, não é possível emitir qualquer conclusão sobre a autenticidade da gravação sem que o áudio e o equipamento usado para gravar a conversa sejam periciados pelo Instituto Nacional de Criminalística, da Polícia Federal.

Nesse sábado (20), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, atendeu ao pedido da defesa do presidente Temer e determinou o envio do áudio para que seja periciado pela Polícia Federal.

(Agência Brasil)

DEM desmarca reunião com Tasso e sinaliza disposição em permanecer no governo Temer

Enquanto o presidente Michel Temer convoca para a noite deste domingo (21) uma reunião com líderes dos partidos aliados, o DEM sinaliza a disposição em permanecer do governo, diante do cancelamento de uma reunião que teria com o presidente em exercício do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE).

O presidente nacional do DEM, senador José Agripino Maia (RN), alegou que o encontro que iria avaliar a atual situação política no País, poderia gerar especulação que os dois partidos estariam discutindo desembarcar juntos do governo Temer.

Tasso não comentou o cancelamento da reunião.

(com agências)

Praia de Iracema – Manifestação neste domingo pede a saída de Temer e eleições diretas

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A Frente Brasil Popular realiza na tarde deste domingo (21), a partir das 15 horas, na Praia de Iracema, uma manifestação para a saída do presidente Michel Temer e a convocação de eleições diretas.

De acordo com o movimento, a saída para a crise a qual atravessa o Brasil está na “retomada imediata da democracia”, “a partir do voto popular em eleições diretas para a Presidência da República”.

Quem viver verá

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Em artigo no O POVO deste domingo (21), a professora de Filosofia da Unifor e integrante do Instituto Latino Americano de Estudos sobre Direito, Política e Democracia – ILAEDPD – Sandra Helena de Souza faz um comparativo da “governabilidade” de Dilma e Temer. Confira:

E o Ilegítimo não renunciou. Perplexa, começo a ouvir/ler sobre a suposta semelhança entre a situação atual e a do golpe que depôs Dilma em torno do jargão da “governabilidade”: ela não tinha, ele não tem. Durma-se com um barulho desses, mas também se aprenda com ele.

Nas condições do presidencialismo de coalização, ativismo político desenfreado dos “operadores” do Judiciário, concentração oligopolizada da mídia com seus interesses rentistas e retrógrados, tal apelo soa pueril. Não é por isso que o governo golpista pende por fios esgarços, e, sim, porque o consórcio perde o equilíbrio interno quanto aos objetivos nucleares da empreitada. Com popularidade no rés do chão, mas com mídia, Congresso, Judiciário, Ministério Público e polícias a favor, governabilidade é etiqueta de salão ao sabor da ocasião.

A Dilma foi negada não governabilidade, antes a própria condição de governar, todos contra si. Nada do que acontece agora surpreende a quem usa a cabeça a menos que haja ainda quem acredite em “pedaladas” e “abertura de crédito suplementar” para programas sociais como motivo da farsa do impeachment. A “governabilidade” é encobrimento do redesenho do País ao sabor dos interesses das elites tradicionais coloniais e internacionais, o que significa o desmonte do incipiente Estado Social e da Constituição Cidadã.

Não por acaso, a imprensa em coro uniforme no dia seguinte ao pronunciamento do “fico” de Temer aponta em manchetões não a necessidade moral, mas o “risco” de sua queda, acompanhadas sempre da indicação de que o “mercado” reagiu mal (para quem, cara pálida?), pois o “impasse” de reformas ameaça “retomada econômica” (para onde?). O mantra de uma equação que parece natural como chuva, só que não, caríssimos hipócritas, hipócritas, hipócritas.

Nesse ano que passou, a vida só melhorou para Dilma, certamente. O País retrocedeu em décadas e o futuro da esmagadora maioria da população brasileira fechou-se em mil tons de cinza. O ataque é coordenado, urgente e sem precedentes com alvos que vão dos direitos dos índios e quilombolas, passam pela indústria naval e petrolífera e chegam ao satélite geoestacionário de defesa e comunicação estratégicas, sem falar na PEC dos gastos, terceirização, reformas do ensino médio, trabalhista e previdenciária, dando a exata dimensão de que golpeados fomos nós, os que não estão no topo muitíssimo concentrado dos mais ricos.

Surpreende-me, isso, sim, que se aventem todas as possibilidades de restabelecimento da normalidade institucional com mais um impeachment ou renúncia enquanto caminham céleres as reformas do fim-do-mundo. As eleições gerais não alterarão o quadro estabelecido a menos que o presidente conte com tudo o que faltou a Dilma e sobra a Temer. Nossa democracia sofre agora de um mal autoimune. Não se trata de crise de representatividade da classe política, tão somente, mas da falta de credibilidade do próprio poder do voto popular, o vício de origem da trama urdida contra a presidenta, agora já narrada em prosa e verso. Se eles quiserem, tiram. Recado dado, simples assim.

Sim, o impeachment de Dilma será anulado, dure 1 ou durem 40 anos, como anulada foi a sessão que cassou Jango. Só então a ferida mortal cicatriza. Até lá, muita, muita luta.

O cheiro da nova estação

Da Coluna Fábio Campos, no O POVO deste domingo (21):

Avassaladores são os fatos. Para os que entendem os acontecimentos e sabem situá-los no contexto histórico, há motivos para otimismo. É o passado decrépito e moribundo sendo estraçalhado para então ser superado. Acabou. O mundinho político e administrativo, medíocre, cretino e patrimonialista, que se estabeleceu no Brasil desde a implantação da República está em franco processo de extinção. Antes tarde do que nunca.

(…) Depois de tudo o que vimos, assistimos e lemos, fica muito claro que o novo, gestado durante anos, vai se impor. Mas, muita calma nessa hora. Tudo é muito lento entre nós. É incrível a persistência e resistência do atraso que se enraizou nos trópicos como em nenhum outro ponto da humanidade.

As coisas se precipitaram com a chegada do PT ao poder. Não pelo que o partido e seus próceres pregaram quando na oposição. No poder, foi a vez do que se dizia novo, autodeclarado hospedeiro de uma nova consciência e juventude, reproduzir ao cubo o que de mais velho e velhaco existia. O PT apenas precipitou a decrepitude do sistema. Não por que assim o quisesse, mas sim por ter se mimetizado na velharia tornando-se amasiado do passado. E assim o fez por ser também velho e ultrapassado.

Para manter a tropa de prontidão, dizia adorar uma ideologia que o mundo moderno já havia colocado em seu devido lugar: o monturo de lixo da História. Claro, sem deixar de contar o vil metal.

(…) A parte que cabe ao Ceará nas delações da família Batista (Wesley e Joesley) é muito delicada e tem força suficiente para mexer no jogo político da sucessão estadual de 2018. Há, no caso, dinheiro público na veia. Vamos aguardar a atitude do governador Camilo Santana.

Arraiá das Cumadis promove bingo dançante neste domingo

Um dos mais concorridos arraiás de Fortaleza começa mais cedo, a partir deste domingo (21). É o Arraiá das Cumadis, no bairro Parquelândia, em frente ao Bar Besouro Verde.

A partir das 11 horas, haverá uma festa dançante, com bingo e feijoada, para arrecadar recursos para o arraiá. A cartela custa R$ 3,00 e a premiação será uma balança digital e uma caixa de cerveja.

Ex-âncora da Band e o mundo encantado ao lado do maridão da JBS

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Entrevistada em 2014, Ticiana Villas Boas, mulher de Joesley Batista, dono da JBS, falava de seu casamento “com um empresário rico”. Perguntada sobre o que era a melhor coisa de ter dinheiro, a então âncora do Jornal da Band respondeu:

— É não ter que fazer conta, poder sair para jantar na hora que quiser, no restaurante que quiser, poder reformar sempre a casa, ter funcionários…

E continuou:

— Tenho medo de sair da realidade. Por exemplo, quando chego em casa, o meu carro já está abastecido. Um dia percebi que não sabia o preço do litro da gasolina!

(Com Folha de São Paulo)

Governo lança programa “Enem Chego Junto Chego Bem”

A Secretaria da Educação do Ceará vai lançar nesta terça-feira, às 8 horas, no Liceu do Conjunto Ceará, a edição 2017 do programa “Enem Chego Junto Chego Bem”.
A ideia é preparar e motivar os alunos para o exame.
A Fundação Demócrito Rocha é parceira da iniciativa, que deve contar, no lançamento, com a presença do governador Camilo Santana.

Lula quer que Temer “saia logo” do poder e defende Diretas Já

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesse sábado, que o presidente Michel Temer (PMDB) “saia logo” da Presidência da República. Foi durante discurso para aliados, adiantando que estará “na trincheira” para defender novas eleições e impedir que a escolha seja feita pelo Congresso.

“Nós queremos eleições diretas, queremos que o Temer saia logo. Não queremos um presidente eleito indiretamente, mas pelo povo brasileiro. Seja quem for, não importa quem for”, disse, em discurso de posse da nova diretoria do PT em São Bernardo do Campo (SP).

Mesmo réu em cinco ações na Justiça, o ex-presidente lidera todos os cenários nas pesquisas de intenção de voto. “Podem ter certeza de que estarei na trincheira junto com vocês para recuperar a democracia”, disse o petista, sendo saudado por gritos de “Lula presidente”.

O ex-presidente disse ainda que o PT pode “ensinar” como combater a corrupção. “Porque ninguém criou mais mecanismos que o PT nos doze anos no poder. A Polícia Federal é o que é por causa do PT”.

Lula também destacou que as acusações que vem sofrendo na Lava Jato – ele é réu em três processos da operação – lhe dão “vontade de disputar a eleição”. “Eu tinha imaginado que não seria mais candidato a nada. Agora, com essa provocação, quantidade de denúncia, arrumando coisa toda semana, isso me dá vontade de disputar eleição”, afirma.

Lula discursou por cerca de 40 minutos durante o evento deste sábado. O ex-presidente, no entanto, não falou impacto das recentes delações da JBS.

(Com Agências)

Eleições 2018 – Sonho de Alckim de disputa a presidência vira pesadelo com chegada de Doria

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin está cada vez mais só na sua ambição de disputar a presidência da República em 2018, segundo a Veja Online.

Mesmo os tucanos que torciam o nariz para o prefeito de São Paulo, João Doria, reconhecem que, diante do caos, ele é hoje a maior esperança do partido em reconquistar a presidência.

Na contramão da crise, Acarape ganha duas novas indústrias

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“Em meio ao desemprego e à crise econômica, a vinda de duas empresas para Acarape é a melhor notícia que poderíamos trazer para a sua população”. A comemoração é do deputado federal Domingos Neto (PSD), ao participar da solenidade de assinatura dos protocolos de intenções para a instalação das indústrias de reciclagem Norpel e Fox.

O prefeito Franklin Veríssimo (PSD) agradeceu o empenho do deputado em levar oportunidades de trabalho para Acarape, a 54 quilômetros de Fortaleza, e destacou que as duas empresas usarão a mão de obra local, trazendo um ciclo de desenvolvimento para o município.

(Foto -Divulgação)

OAB decide entrar com pedido de impeachment de Temer

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil decidiu, na noite deste sábado (20), depois de sete horas de reunião, aprovar o relatório que recomenda que a entidade ingresse com um pedido de impeachment contra o presidente Michel Temer, por 25 votos a 1. Cada voto representa a OAB de um estado ou do Distrito Federal (DF). O Acre, ausente, não votou, e o Amapá votou contra o pedido de impeachment. Todos as outras unidades da federação votaram a favor do pedido.

O relatório foi elaborado por uma comissão formada por seis conselheiros federais e concluiu que “as condutas do presidente da República, constantes de inquérito do STF, atentam contra o artigo 85 da Constituição e podem dar ensejo para pedido de abertura de processo de impeachment”.

O pedido será protocolado na Câmara dos Deputados, conforme apurou a TV Globo, nos próximos dias.

(Com OAB Nacional)

Temer reúne base para retomar votações no Congresso

O presidente Michel Temer reuniu a base aliada do governo, no início da noite desse sábado (20), após o pronunciamento no qual rebateu as denúncias do empresário Joesley Batista, que fez acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR).

De acordo com deputados que estiveram presentes à reunião, Temer reuniu no Palácio da Alvorada os líderes das legendas aliadas para tentar retomar, apesar da crise política, as atividades do Congresso e a tramitação das votações prioritárias para o governo, como a reforma da Previdência. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), também esteve no Alvorada.

De acordo com o deputado federal Beto Mansur (PSB-SP), o governo espera remontar a base nesta semana para garantir cerca de 330 votos na Câmara para aprovar a reforma. Em entrevista, após deixar a reunião, Mansur também criticou a delação da JBS e o áudio no qual Temer foi citado.

“Lógico que nós tivemos um problema com a fita, essas declarações do presidente da JBS, mas a gente está demonstrando que a fita não tem validade jurídica, ela teve uma série de cortes em função das declarações dos peritos, e crise política que, eventualmente se instalou, ela está se dissipando em poucos dias, e a gente vai retomar os trabalhos segunda ou terça-feira dando tranquilidade à sociedade brasileira”, disse.

Apesar do anúncio feito hoje pelo PSB, que deixou a base aliada e a crise política envolvendo o presidente Temer, o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) garantiu que o governo vai manter os trabalhos no Congresso.

(Agência Brasil)

STF atende defesa de Temer e autoriza perícia da PF em áudio

O ministro do Supremo Trinunal Federal (STF) Edson Fachin decidiu nesse sábado (20) enviar para perícia da Polícia Federal (PF) o áudio no qual o empresário Joesley Batista, dono da empresa JBS, gravou uma conversa com o presidente Michel Temer. A perícia foi solicitada pela defesa do presidente.

Na mesma decisão, Fachin decidiu remeter para julgamento pelo plenário da Corte, na quarta-feira (24), o pedido feito pela defesa do presidente Temer para suspender as investigacões até que a finalização da perícia.

Antes da decisão do ministro, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, defendeu a continuidade da investigação e disse que não contém qualquer “mácula que comprometa a essência do diálogo”, mas informou não se opõe ao pedido de perícia feito pelo presidente.

Mais cedo, em novo pronunciamento à nação, Temer anunciou um recurso ao Supremo,  questionou a legalidade da gravação e disse que há muitas contradições no depoimento de Joesley Batista, como a informação de que o presidente teria dado aval para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha, que está preso em Curitiba.

(Agência Brasil)