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Fortaleza tenta entrar no seleto grupo de três vitória seguidas

Com apenas 13.8% de chances de vitória, segundo os sites de apostas online, o Fortaleza tenta entrar na tarde deste domingo (21), no estádio Independência, em Belo Horizonte, diante do Atlético Mineiro, no seleto grupo do Brasileirão de equipes com três vitórias seguidas. Se vencer, o time cearense entra pela primeira vez no grupo que deverá disputar a Sul-Americana do próximo ano.

O Atlético, que já conquistou três vitórias seguidas, precisa vencer para se manter no G4. Além do time mineiro, Botafogo e Grêmio já alcançaram o feito. O vice-líder do campeonato, o Santos, já alcançou quatro vitórias seguidas, enquanto o líder Palmeiras conta com 7 vitórias.

A rodada deste domingo foi aberta pela manhã, no Rio, com a derrota do Botafogo para o Santos, por 1 a 0

(Foto: Arquivo)

Aumentar preço do seguro para divorciados pode se tornar prática abusiva

Aumentar o preço do seguro por causa do divórcio ou da dissolução da união estável do consumidor deve ser considerado prática abusiva pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC – Lei 8.078, de 1990). É o que prevê o PLS 151/2018, que está sendo analisado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). O texto aguarda a escolha de um relator.

Ao calcular o valor de um seguro de automóvel, as seguradoras levam em conta diferentes aspectos, como o modelo do carro, cidade e idade do motorista, além do estado civil. Em geral, para os divorciados e solteiros, o valor do seguro é maior do que para quem é casado. Isso significa que, para as seguradoras, o risco de sinistros é maior para solteiros e divorciados.

Para os senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), autor do texto, o estado civil do consumidor não deve influenciar o preço do seguro. Ele disse considerar que a elevação do valor para solteiros e divorciados muitas vezes é uma invasão indevida na vida privada do consumidor.

“Há consumidores solteiros e divorciados que têm vida social menos agitada do que os casados e terminam sendo penalizados por regra que leva em conta somente aspectos formais do estado civil do segurado”, argumentou.

O projeto também será analisado pela Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC), em decisão terminativa. Isso significa que, se for aprovado e se não houver recurso da votação nessa comissão, poderá seguir para a Câmara dos Deputados, sem precisar passar pelo Plenário.

(Agência Senado)

Os “paraíba” – Bolsonaro e Flávio Dino discutem nas redes sociais

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O presidente Jair Bolsonaro disse neste domingo (21), por meio do Twitter, que não fez nenhuma crítica ao povo nordestino, a quem chamou de irmãos. Segundo a postagem do presidente, a crítica recaiu ao governador do Maranhão, Flávio Dino, a quem, de acordo ainda com Bolsonaro, tem se mostrado como adversário político.

Já Flávio Dino, até então um desconhecido para a maior parte do Brasil, ganhou notoriedade ao passar a polemizar com o presidente nas redes sociais. Por meio de seu perfil não oficial (Dino Debochado), o governador maranhense disse hoje que Bolsonaro não deveria chamar os nordestinos de irmãos.

“Quando Luiz Gonzaga (Rei do Baião) disse que o jumento é nosso irmão, ele não tava se referindo a você, babaca”, postou.

Dino Debochado

Com postagens quase que instantâneas às decisões do governador Flávio Dino, servidores do Palácio dos Leões, sede do Governo do Maranhão, acreditam que muitas postagens são feitas pelo próprio chefe do Executivo. Flávio Dino, que nunca reclamou das postagens, desconversa o assunto. O perfil Dino Debochado, no entanto, tem servido aos propósitos do governador contra adversários políticos, principalmente quando se trata de críticas à família Sarney ou a Bolsonaro.

Por algumas horas, Bolsonaro conseguiu ser mais Bolsonaro do que nunca

Em publicação no UOL, o jornalista Leonardo Sakamoto, Doutor em Ciência Política pela USP, ressalta a tumultuada semana do presidente Jair Bolsonaro. Confira:

Bolsonaro defendeu o nepotismo, disse que a fome no Brasil era “grande mentira”, atacou o Nordeste, difamou jornalista, afirmou que dados de satélite mentem sobre o desmatamento, tratou de censura à Ancine, tudo isso entre a noite de quinta (18) e a sexta. Se o objetivo do presidente da República era estar presente na mídia por conta da recém-criada celebração de 200 dias de governo, conseguiu. Menos pela medidas que prometeu para a economia (o anúncio sobre o novo saque do FGTS foi adiado após revolta das construtoras) e mais pela desenvoltura de sua metralhadora verbal – que deixou a civilidade, a ética e os fatos mortos no caminho.

Não é uma questão meramente ideológica. Bolsonaro mostrou mais uma vez que não conta com a qualificação necessária para ocupar o cargo, não tem coragem de assumir o que diz e, pior, desconhece a realidade do país que governa. Para seus fiéis seguidores, que abraçam com prazer o conteúdo distópico de seus discursos ou que não se importam com incompetência desde que ela não tenha brotado do PT, está tudo bem. Já para uma parcela da direita, do centro e da esquerda, presenciar um presidente pulando para fora da política e abraçando a barbárie é uma cena desconcertante.

A verdade é que, durante 24 horas, Bolsonaro foi mais Bolsonaro que nunca.

Bolsonaro acredita que foi eleito para empreender uma Cruzada, no significado medieval da palavra. Quer libertar o país tanto de um comunismo inexistente quanto de comportamentos e costumes progressistas – que, em sua opinião, são a origem do mal. Mas também tenta reescrever a História sob seu ponto de vista, defendendo que o nazismo era de esquerda ou que não houve ditadura militar.

Bem como nos 100 primeiros dias, estes 200 também serviram para provar que, confirmando as expectativas, Jair Bolsonaro é a pessoa mais despreparada a assumir o comando do Poder Executivo em muito, muito tempo.

Os “paraíba” – Sarto repudia preconceito contra o Nordeste e diz ter orgulho de ser nordestino

“(…) devo não apenas respeitar nossa terra, mas seguir trabalhando firme por ela”.

A declaração é do presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, deputado José Sarto (PDT), que repudiou nas redes sociais a discriminação do presidente Jair Bolsonaro contra o Nordeste.

“Sou um brasileiro nascido no Nordeste, no sertão do Ceará, município de Acopiara. Amo essas minhas raízes”, destacou.

Secretário geral do Parlanordeste, que reúne os presidente das Assembleias Legislativas dos Estados do Nordeste, Sarto assinou nota de repúdio à declaração do presidente, que, sem saber que estaria sendo gravado, comentou com ministro Onyx Lorenzoni: “Dos governadores de ‘Paraíba’, o pior é o do Maranhão. Não tem que ter nada com esse cara”.

Na nota de repúdio, o Parlanordeste aponta que o Nordeste é a terceira maior economia do Brasil e morada de 53 milhões de brasileiros. Aponta ainda o “o importante trabalho desenvolvido pelos nove governadores eleitos e reeleitos democraticamente pelo povo nordestino, os quais não têm medido esforços para promoverem o desenvolvimento dos seus estados e proporcionarem uma vida digna à população”.

53% dos brasileiros não querem filho de Bolsonaro como embaixador

Uma pesquisa do Ideia Big Data, em parceria com o site BR18, mostra que 53% dos entrevistados avaliam que o presidente Jair Bolsonaro não deveria indicar o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para o cargo de embaixador do Brasil em Washington. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.

Questionados sobre essa possibilidade, que tem sido frequentemente repetida pelo presidente, 53% discordam, 33% concordam e 13% não sabem opinar.

O levantamento foi realizado por pulso telefônico no dia 17 de julho com 2.222 pessoas. Dessas, 43% disseram que a indicação é compatível com nepotismo, 38% discordam dessa avaliação e 19% não opinaram.

Quanto ao apoio que a possível nomeação tem recebido de aliados de Bolsonaro que acreditam que Eduardo, por ser filho do presidente, teria mais acesso ao governo dos Estados Unidos e capacidade de conseguir melhores negociações para o Brasil, 50% não concordam com esse ponto de vista, 39% concordam e 11% não souberam opinar.

O presidente já trata com confiança a indicação do filho para a representação diplomática nos EUA, o mais cobiçado e de maior prestígio no Itamaraty.

Na sexta-feira passada, 12, ele disse achar muito difícil que o governo americano recuse a indicação de Eduardo Bolsonaro. O presidente afirmou que o filho irá para “trabalhar” e ser uma “vitrine” para o Brasil.

“Ele vai ser vitrine. Acha que eu ia botar uma pessoa que não tivesse competência para exercer uma nobre missão, como essa? O meu filho está indo para trabalhar nos EUA, ele tem um relacionamento com vários países”, afirmou.

Um dia antes, durante uma transmissão ao vivo feita em uma rede social, Bolsonaro foi categórico: “Pretendo beneficiar filho meu, sim. Se eu puder dar um filé mignon ‘pro’ meu filho, eu dou, mas não tem nada a ver com o filé mignon essa história aí. É aprofundar o relacionamento com a maior potência do mundo.”

(Agência Estado/Foto – Agência Brasil)

Países devem reduzir tarifas e buscar acordos comerciais, diz Ipea

A abertura comercial é favorável ao crescimento econômico, inclusive de países emergentes como o Brasil com renda per capita média no conjunto das nações. A avaliação é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, Ipea, que está publicando sobre mais de 700 acordos comerciais feitos entre diversos países entre 1995 e 2015.

“Em estágios inicias de desenvolvimento, o protecionismo pode fazer sentido como fez no Brasil do passado, para dar início a esse processo de crescimento. Mas quando chega ao nível de renda média que o Brasil tem, a abertura comercial se torna uma necessidade, porque é preciso gerar competição, ganhos de eficiência e redução de custo”, disse à Agência Brasil Fernando José Ribeiro, um dos autores do estudo “Liberalização das Importações: unilateral ou por meio de acordos comerciais?”

Ribeiro, que é economista e atua como coordenador de Estudos em Relações Econômicas Internacionais do Ipea, é contra a ideia de manter reservas de mercado para produtos industriais. Ele aposta na abertura econômica para voltar a crescer a importância da indústria no Produto Interno Bruto (PIB).” Não faz sentido proteger um setor que é ineficiente e caro, quando há possibilidade de importar. A abertura é imperativa para ganho de produtividade e eficiência na indústria”.

Segundo ele, a experiência de abertura comercial em diversos países e a literatura especializada, revista para a elaboração do estudo, indicam que “Se não abrirmos o mercado, teremos uma indústria que é ineficiente e vamos pagar caro pelos produtos. Vamos acabar por sustentar setores que não produzem o resultado esperado”, pondera.

Conforme o especialista, a participação da indústria no PIB brasileiro, “mesmo com toda a proteção que ela tem”, é 11,3% atualmente. Em 1993, essa proporção era 29%. Nos anos 1980, estava acima dos 30%. “É um setor que não conseguiu crescer. A nossa produção industrial está parada. O nível atual é semelhante a 2004”, explica.

Acordo Mercosul e União Europeia

O economista é entusiasta do acordo de associação entre o Mercosul e a União Europeia (UE), cuja a conclusão de negociação foi anunciada há menos de um mês (28 de junho). “O Acordo Mercosul e União Europeia vai no sentido do que a gente fala. Apoiamos a iniciativa. É extremamente importante”, disse.

O Ministério da Economia estima que por causa do acordo entre os dois blocos o PIB brasileiro terá incremento de, no mínimo, US$ 87,5 bilhões em 15 anos, podendo chegar a US$ 125 bilhões. O governo também espera que o país receba US$ 113 bilhões de investimentos. Só o saldo das exportações crescerá US$ 100 bilhões até 2035.

Segundo nota do Itamaraty, “produtos agrícolas de grande interesse do Brasil terão suas tarifas eliminadas, como suco de laranja, frutas e café solúvel. Os exportadores brasileiros obterão ampliação do acesso, por meio de quotas, para carnes, açúcar e etanol, entre outros. As empresas brasileiras serão beneficiadas com a eliminação de tarifas na exportação de 100% dos produtos industriais. Serão, desta forma, equalizadas as condições de concorrência com outros parceiros que já possuem acordos de livre comércio com a UE”.

Fernando José Ribeiro destaca que os contextos político e internacional favoreceram a assinatura o acordo entre os quatro países do cone sul americano e os 28 países da União Europeia. “A conjuntura política, a combinação de dois governos liberais no Brasil e na Argentina, o interesse da União Europeia em mostrar apoio ao comércio mais aberto em contraposição à posição mais protecionista dos Estados Unidos (em guerra comercial com a China) favoreceram que as partes aceitassem rever resistências históricas”.

Os termos do acordo estão disponíveis no site do Ministério das Relações Exteriores. Há também um resumo informativo preparado pelos diplomatas brasileiros.

Decisões unilaterais

O estudo do Ipea assinala que os acordos comerciais (bilaterais ou multilaterais) e as decisões isoladas dos países em reduzir tarifas de importação “não são políticas alternativas. Não é uma coisa ou outra. Em geral, essas iniciativas têm objetivos diferentes. São complementares. O melhor é fazer as duas coisas”.

Segundo o documento, a abertura unilateral serve para aumentar o nível de concorrência dentro do país, pelo maior acesso de bens, “o que gera redução de preço de produtos e serviços”. Também favorecem os ganhos de eficiência e redução de custos, a possibilidade de importar máquinas e equipamentos e insumos industriais.

Os acordos comerciais facilitam os fluxos econômicos e vão além da redução de tarifas. Os acertos do comércio internacional também tratam de revisão geral de regras, compras governamentais, respeito a propriedades intelectuais e proteção ao meio ambiente, por exemplo.

Desaceleração

Em outro estudo, o Ipea identificada há desaceleração global da atividade econômica “vem se mostrando mais intensa na Área do Euro (AE) e, nos últimos meses, na China”.

Conforme sumariza o documento, “além da perspectiva incerta em relação ao Brexit e das tensões geopolíticas envolvendo sanções ao Irã, houve no período um agravamento do conflito comercial entre Estados Unidos e China. As tensões comerciais parecem estar impactando a atividade econômica global tanto direta quanto indiretamente. O comércio internacional nos quatro primeiros meses de 2019 cresceu apenas 0,4%, em volume, em relação a igual período de 2018, o que representa forte desaceleração em relação ao crescimento de 4,1% de meados do ano passado”.

O estudo observa que países emergentes como o Brasil podem se beneficiar da desaceleração por causa da redução das taxas de juros no mercado financeiro internacional. O momento econômico pode reduzir porém a demanda e os ganhos com as exportações. Conforme dado citado, os preços de commodities em maio passado estavam cerca de 10% abaixo dos valores observados no mesmo mês no ano passado.

(Agência Brasil)

Aposta de São Paulo leva prêmio de R$ 21,9 milhões da Mega-Sena

Somente uma aposta acertou os seis números da Mega-Sena, sorteados na noite desse sábado, em São Paulo. A aposta ganhadora foi feita na própria capital paulista e levou o prêmio de R$ 21,9 milhões. As 118 apostas com cinco acertos receberão R$ 23 mil, cada.

Os números sorteados foram: 1213193644 e 55.

Já a Quina voltou a acumular e o prêmio desta segunda-feira (22) é de R$ 2,2 milhões, segundo estimativa da Caixa Econômica Federal. Os números sorteados foram: 06 – 19 – 46 – 59 e 61.

Abuso sexual – Defesa do prefeito de Uruburetama apresenta pedido de habeas corpus nesta segunda-feira

A defesa do prefeito de Uruburetama, o médico José Hilson de Paiva, preso e afastado do cargo por abusos sexuais contra mulheres, deverá entrar nesta segunda-feira (22) com um pedido de habeas corpus, com base no estado de saúde do acusado e por sua colaboração no caso. O advogado Leandro Vasques está à frente da defesa de José Hilson, que cumpre prisão provisória.

O prefeito afastado foi denunciado por crime de abuso sexual contra pacientes que buscaram consulta ginecológica, inclusive com o médico filmando os atos.

José Hilson aparece nas filmagens com a boca nos seios das pacientes, quando, segundo as investigações, alegava para elas que estaria retirando secreções. Em outro momento, o médico usava os dedos para penetrar as pacientes, ao alegar para elas que precisaria “desvirar” o útero.

O Conselho Regional de Medicina (Cremec) suspendeu o médico da prática clínica. Ele não teria, inclusive, especialidade em ginecologia e obstetrícia.

(Foto: Arquivo)

Geração atual tem pouco contato com a natureza, alertam especialistas

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Usufruir mais intensamente de cenários naturais é uma das propostas da Sociedade Brasileira de Pediatria e do Instituto Alana, de defesa dos direitos de crianças e adolescentes. Em maio, as duas instituições divulgaram o manual Benefícios da Natureza no Desenvolvimento de Crianças e Adolescentes.

No documento, destacam que fatores como o planejamento urbano deficiente, o adensamento populacional, a especulação imobiliária e a “supremacia dos carros em detrimento de pedestres ou ciclistas” têm levado ao desaparecimento de espaços verdes nas cidades. Conforme explica Laís Fleury, coordenadora do projeto Criança e Natureza, do Instituto Alana, o manual tem como principal público crianças e adolescentes da zona urbana, por sofrerem mais fortemente os prejuízos resultantes desse cenário.

Ela diz que a infância nesses locais tem como característica um progressivo “confinamento” e que esse estilo de vida provoca impactos grandes na saúde. O conjunto de efeitos citado pela coordenadora é relacionado ao chamado Transtorno de Déficit de Natureza. O termo foi cunhado por um dos co-fundadores do Children & Nature Network, Richard Louv, que escreveu o livro A Ultima Criança na Natureza (Last child in the woods).

Laís defende que o contato com a natureza promove o desenvolvimento integral das crianças porque “sua linguagem é o brincar”. “Principalmente o brincar espontâneo. É através dele que a criança se conhece, compreende o mundo. O brincar passa muito pelo corpo, que é uma linguagem de conhecimento que ela vai desenvolvendo quando está crescendo”, acrescenta.

“Quando está em um ambiente aberto, ao ar livre, a forma como [a criança] se comunica é através do corpo. Quando está presente em um ambiente com bastante espaço, numa praia, por exemplo, ela sente, naturalmente, vontade de correr, de pular, e esses são os verbos da infância. Ela se sente convidada, dialoga, é uma criança que, fisicamente, tende a ser mais saudável, tende a não ter problema com sobrepeso, porque está em constante movimento, desenvolvendo a força motora, a coordenação, o equilíbrio”, pontua.

Segundo Laís, ao incorporar atividades ao ar livre ao cotidiano dos filhos, os pais geram benefícios adicionais, no âmbito da saúde mental. “A gente sabe, intuitivamente, do poder restaurativo que a natureza tem. Adultos, quando estão cansados, passam tempo na natureza, na floresta, isso nos regenera. E é a mesma coisa para as crianças. Esse bem-estar, esse poder regenerativo que a natureza tem é algo que impacta, de maneira muito positiva, a saúde da criança”, frisa Laís.

A especialista ressalta que uma pessoa, ao crescer com vivências que valorizam a biodiversidade, ano após ano, passa a prezar por uma rotina de hábitos mais sustentáveis. “Além de proporcionar para as crianças uma alegria de poder brincar, é uma experiência relacionada a valores humanos, de desenvolvimento de ética, de respeito ao outro, ao meio ambiente, de contemplação do belo”, afirma.

(Agência Brasil)

Trump diz que ajuda a resolver questão entre a Coreia do Sul e o Japão

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que está disposto, se necessário, a ajudar a resolver as crescentes tensões entre a Coreia do Sul e o Japão.
Falando à imprensa da Casa Branca no Salão Oval para marcar o 50º aniversário da missão lunar Apollo 11, Trump disse que o presidente sul-coreano Moon Jae-in perguntou-lhe se poderia mediar a questão.

“É como um trabalho de tempo integral envolver-se entre o Japão e a Coréia do Sul”, disse Trump. Acrescentou que dará sua contribuição se os dois países precisarem dele. O presidente não deu mais detalhes sobre o tipo de pedido feito por Moon e afirmou que prefere que Seul e Tóquio resolvam a disputa comercial por conta própria.

As observações de Trump sobre o confronto entre Coreia do Sul e Japão são seus primeiros comentários sobre o assunto e podem sinalizar uma medida de Washington para tentar intermediar um entendimento e evitar que o nível de desentendimento ultrapasse a área de semicondutores e se transmita ao domínio da segurança.

(Agência Brasil)

2 a 0 – Vozão desbanca o último invicto do Brasileirão e abre crise no Palmeiras

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O Ceará não tomou conhecimento da então liderança invicta do Palmeiras e da marca do time paulista de um ano sem perder no Brasileirão, ao derrotar o todo-poderoso elenco do técnico Luiz Felipe Scolari, por 2 a 0, na noite deste sábado (20), no Castelão. Mateus Gonçalves, aos 32 minutos do primeiro tempo, e Leandro Carvalho, aos 27 minutos da segunda etapa, marcaram os gols.

A derrota do Palmeiras abriu uma crise no clube paulista, que na quarta-feira (17) já havia sido eliminado da Copa do Brasil, pelo Internacional, após cobranças de pênalti.

Com a vitória, o Vozão subiu para a 13ª colocação e se afastou da zona de rebaixamento. Já o Palmeiras segue na liderança do Brasileirão, mas poderá ser alcançado em pontos, neste domingo (21), pelo Santos, que pela manhã enfrenta o Botafogo, no Rio.

O Vozão volta a campo no próximo sábado (27), no Beira Rio, diante do Internacional.

Acesso

O Manaus é a primeira equipe a conquistar o acesso este ano, ao golear o Caxias/RS, por 3 a 0, na tarde deste sábado, na capital amazonense, pelas quartas de final da Série D. Na partida de ida, o time gaúcho havia vencido por 1 a 0. Neste domingo, o Floresta decide o acesso à Série C do próximo ano com o Jacuipense, no interior baiano. Na primeira partida, houve empate em 2 a 2.

(Foto: Reprodução)

Estudo revela que 80% de diabéticos podem ter doenças cardiovasculares

Um estudo realizado pelo EndoDebate em parceria com a Revista Saúde, mostrou que 80% das pessoas com diabetes tipo 2 apresentam indícios de comprometimento cardiovascular. Mais da metade (52%) indicam pelo menos dois destes sintomas: tontura, dores no peito e nas pernas, falta de ar e palpitações.

Intitulado “Quando o Diabetes Toca o Coração”, o estudo foi lançado em junho pelo laboratório Novo Nordisk e divulgado nesta semana. A pesquisa entrevistou 1.439 pessoas com e sem diabetes tipo 2, com idade entre 47 e 55 anos.

O levantamento mostrou que 64% dos diabéticos não seguem rigorosamente o tratamento e apenas 48% dos pacientes consideram a doença muito grave. O diabetes aparece atrás do câncer (92%), do acidente vascular cerebral (79%), do infarto (75%), do mal de Alzheimer (74%), da insuficiência renal (70%) e da insuficiência cardíaca (56%).

“A atenção ao coração é um dos grandes desafios no segmento do paciente com diabetes. Temos objetivos desafiadores no século 21 que vão além do controle da glicose no sangue, fundamental para o tratamento do diabetes tipo 2. Tudo isso passa também por reduzir o peso e o risco de hipoglicemia e umentar a segurança do ponto de vista cardiovascular”, disse o médico endocrinologista e fundador do EndoDebate, evento que ocorre até hoje (20) na capital paulista, Carlos Eduardo Barra Couri.

Desconhecimento

Sobre a primeira palavra lembrada ao pensarem em problemas do coração, 662 entrevistados mencionaram infarto; 159 disseram morte; 39, hipertensão; 25, AVC. O diabetes ficou em último. Entre os diabéticos, 61% disseram acreditar que a doença está entre os fatores de risco para problemas cardiovasculares, contra 42% entre os não diabéticos. Nos dois grupos, a pressão alta aparece em primeiro lugar, seguida do colesterol e dos triglicérides altos.

Para 60% das pessoas com diabetes tipo 2, o médico transmitiu informações insatisfatórias ou nem mencionou as questões relacionadas ao coração na última consulta para controlar o diabetes. Embora 62% desses pacientes tenham sido diagnosticados há pelo menos cinco anos, 90% dizem ainda sentirem falta de mais informações durante o tratamento.

“O tempo é determinante. É muita informação que o médico tem que passar. Eu acredito que há uma mistura de falta de informação e desconhecimento de como abordar direito esse paciente. Como falar em um tom acolhedor humano e ao mesmo tempo incisivo, informativo? Muitos médicos não sabem como fazer isso”, comenta Couri.

Percepção limitada

Apesar da gravidade da doença, a pesquisa também revelou uma percepção limitada sobre os riscos do diabetes tipo 2. Ao todo, 64% das pessoas com diabetes entrevistadas não seguem o tratamento à risca. “A adesão ao tratamento começa quando o médico abre a porta do consultório, quando o médico levanta para atender o paciente, quando o paciente tem uma consulta digna, quando o médico ouve o paciente. Adesão é muito mais do que explicar como toma o remédio, é acolher o paciente e ser humano na consulta”, explica Couri.

Segundo o laboratório parceiro da pesquisa, 13 milhões de pessoas vivem com o diabetes tipo 1 ou tipo 2 no Brasil. Desse total, estima-se que 90% tenham diabetes tipo 2, no qual o pâncreas produz a insulina insuficiente ou não age de forma adequada para diminuir a glicemia. Ele é mais comum em adultos com obesidade e em pessoas com histórico familiar de diabetes tipo 2. Quase metade das pessoas com diabetes tipo 2 não sabem ter a doença. Além disso, duas a cada três mortes de pessoas com diabetes são ocasionadas por doenças cardiovasculares.

(Agência Brasil)

Os “paraíba” – Bolsonaro vê termo pejorativo como crítica, não preconceito

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Para o presidente Jair Bolsonaro, a classificação dos governadores nordestinos de “paraíba” é apenas uma crítica, não um termo pejorativo, preconceito ou racismo contra o povo nordestino. Sem saber que estaria sendo gravado, Bolsonaro chamou nessa sexta-feira (19) os governadores nordestinos de “paraíba”.

“Dos governadores de ‘Paraíba’, o pior é o do Maranhão. Não tem que ter nada com esse cara”, cochichou Bolsonaro ao ministro Onyx Lorenzoni.

Neste sábado (20), Bolsonaro afirmou não acreditar que as “críticas” que fez aos governadores do Nordeste terão impacto na votação da reforma da previdência no Congresso Nacional.

“O parlamento não é tão raso como vocês estão pensando”, alegou.

A reforma da previdência foi aprovada em primeiro turno na Câmara dos Deputados. A proposta ainda precisa ser aprovada na Casa em mais um turno de votação antes de ser remetida para o Senado Federal, onde terá também que ser aprovada em dois turnos de votação no plenário.

O presidente disse ainda que não vai propor o fim da multa de 40% sobre o salto do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de empregados demitidos sem justa causa.

“Em nenhum momento vocês vão me ouvir falando de acabar com multa de 40% FGTS”, assegurou.

Ele ponderou, no entanto, que a multa virou regra, uma vez que é difícil ocorrer, segundo ele, demissões sem justa causa. “Dificilmente, você dá demissão por justa causa. Mesmo dando, o cara entra com ação contra você. Dificilmente se ganha ação nesse sentido. Os patrões pagam [a multa]”, disse.

(Com a Agência Brasil)

Semana ruim – Ferrão perde a segunda seguida e torcedor começa a se preocupar

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Após perder a primeira partida em casa – 1 a 0 para o Náutico, na segunda-feira (15) -, o Ferroviário voltou a ser derrotado na mesma semana, ao ser surpreendido pelo Globo, neste sábado (20), em Ceará-Mirim/RN, por 2 a 0 (Negueba, ambos no primeiro tempo), pela 13ª rodada da Série C do Campeonato Brasileiro.

Com o resultado, o Ferrão perdeu a liderança do Grupo A para o Sampaio Corrêa e agora está ameaçado pelos emergentes Confiança, Imperatriz, Náutico e Botafogo/PB.

O Ferroviário volta a campo, na quinta-feira (25), em casa, contra o Sampaio Corrêa.

(Foto: Reprodução)

Apostas online – Mesmo sem time principal, Palmeiras é favorito contra o Vozão

De olho na Copa Libertadores, o Palmeiras põe em xeque a condição de único time invicto das quatro séries do Campeonato Brasileiro, além da marca de um ano sem perder na competição, incluindo a temporada do ano passado. É que o atual líder do Brasileirão deverá entrar em campo sem a sua formação principal, diante do Ceará, na noite deste sábado (20), a partir das 19 horas, no Castelão, pela 11ª rodada.

Mesmo assim, o Palmeiras aparece como favorito aos três pontos, de acordo com sites de apostas online, com 44.6% de chances de vitória, enquanto o Vozão possui apenas 20.2% de chances de quebrar a marca do líder. Segundo ainda os sites de apostas online, ainda há 35.1% de chances de empate.

Indiferente aos números do adversário, o Ceará precisa da vitória para se afastar da zona de rebaixamento, após a perigosa aproximação, rodada a rodada. O Vozão, que iniciou a competição no G4, agora é o 15º colocado, após ser ultrapassado pelo Vasco, que na manhã de hoje derrotou o Fluminense, por 2 a 1.

(Foto: Arquivo)

Os “paraíba” – Sérgio Moro usa o Ceará para defender Bolsonaro

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O ministro Sérgio Moro saiu há pouco em defesa do presidente Jair Bolsonaro, que nessa sexta-feira (19) chamou os governadores nordestinos de “paraíba”, sem saber que estaria sendo gravado. A declaração ganhou repercussão nas redes sociais, com pedido de respeito ao povo nordestino, pois a identificação “paraíba” é tida como pejorativa e racista.

Por meio do Twitter, o ex-juiz Moro usou o Ceará para tentar sentenciar Bolsonaro como inocente de qualquer preconceito contra o povo nordestino.

“Um testemunho: em janeiro, na crise de segurança do Ceará, o presidente Jair Bolsonaro, primeira semana de governo, não hesitou em autorizar o envio da Força Nacional e da Força de Intervenção Penitenciária e em disponibilizar vagas em presídios federais para as lideranças criminosas. Resultado, em conjunto com o Governo Estadual, mesmo sendo o governador do PT, a crise foi controlada em semanas. Nada mais do que a obrigação. Mas ilustra que o Nordeste tem sido tratado sem preconceito pelo Governo Federal. Afirmações diferentes não resistem aos fatos”.

VAMOS NÓS – Com pouco tempo de governo, o ex-juiz Sérgio Moro parece ter perdido o cuidado com palavras e colocações, o que muitas vezes leva à perda de causas e injustiças. O que tem a ver “mesmo sendo o governador do PT” com a obrigação do governante maior para com o povo… cearense, também nordestino, também brasileiro?