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Audic Mota e comitiva visitam comunidades rurais de Icó

O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, Audic Mota (MDB), visitou, nesse sábado, comunidades rurais do município da Icó (Centro-Sul). Foi conferir de perto dificuldades de famílias e levantar problemas para apresentá-los ao Governo.

A localidade de Três Bodegas recebeu o parlamentar acompanhado de comitiva composta pelo ex-prefeito e atual presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Estado (Adagri), Jaime Júnior, dos vereadores Gilberto Barbosa, Wellington Chiclete e Kailton, além de lideranças locais.

A programação de visitas incluiu, ainda, as localidades de Pedrinhas e Alto da Várzea.

(Foto – Divulgação)

Salmito diz que Ciro possui ideias inovadoras para projeto nacional, aliadas à experiência de gestão

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O presidente da Câmara Municipal de Fortaleza, Salmito Filho (PDT), destacou neste sábado (3), pelas redes sociais, que Ciro une a experiência administrativa a ideias inovadoras. Confira:

1. Liderança política.

2. Experiência administrativa em gestão pública como Chefe do Executivo municipal de um das maiores capitais do Brasil, estadual de um dos Estados com muito destaque em educação pública (política social) e eficiência fiscal.

3. Experiência administrativa nos rumos da economia do Brasil quando foi Ministro da Fazenda na implantação do Plano Real.

4. Experiência político-administrativa em temas complexos e desafiadores como o da “Transposição das Águas do Rio São Francisco” viabilizando segurança hídrica para milhões de brasileiros do Nordeste Setentrional. Liderou com diálogo, firmeza e maturidade como Ministro da Integração Nacional.

5. Reúne um conjunto de ideias inovadoras em um Projeto Nacional de Desenvolvimento para o Brasil. Ele vem percorrendo o Brasil há alguns meses submetendo tais idéias e acolhendo as contribuições em universidades, entidades de classes, fóruns, ect.

6. Reúne uma biografia de quase 35 anos de trajetória política como mandatos no legislativo e no executivo além de ter sido professor de Direito, trabalhar como advogado, dando palestra e executivo na iniciativa privada. Tal biografia com um capital ético de destaque sem sequer ter sido denunciado por indício de corrupção.

Confiram no vídeo abaixo com sua capacidade de comunicar sendo direto e sincero.

China continua a envelhecer, apesar do fim da política do filho único

Dois anos depois do fim da política do filho único que durante décadas afetou milhões de mulheres na China, as taxas de natalidade do país continuam caindo, e agora são as próprias famílias, asfixiadas pelas pressões econômicas, que resistem a ter um segundo bebê.

Dados do Escritório Nacional de Estatísticas da China mostram que o número de nascimentos caiu cerca de 630 mil em 2017 na comparação com o ano anterior. No mesmo período, o percentual da população com mais de 60 anos passou de 16,7% para 17,3%. O fato de o país seguir envelhecendo sem parar disparou os alertas demográficos dentro do governo.

A reforma legislativa que encerrou quatro décadas de estrito controle de natalidade entrou em vigor no dia 1º de janeiro de 2016, permitindo que todos os casais chineses pudessem ter dois filhos. Segundo estimativas, a política do filho único evitou 400 milhões de nascimentos, contudo, provocou muitas distorções na pirâmide populacional.

Ficaram para trás as imagens das crianças abandonadas em cestos nas portas de orfanatos, mas hoje a China precisa de jovens para frear o envelhecimento da população. No entanto, o custo elevado da educação e novas prioridades trabalhistas das mulheres estão fazendo com que as famílias pensem mais na hora de ter um bebê. E mais ainda para dar à luz o segundo filho.

“Temos que nos preparar muito, ter muito planejamento e fazer os cálculos do quanto isso vai custar”, disse à Agência EFE Sun Zeyu, um jovem de 28 anos que é pai de uma menina e que gostaria de ter um segundo filho.

Para ele, o mais importante para os casais é contar com a ajuda dos pais. Ter filhos, disse Zeyu, exige muita dedicação, e, atualmente, as mulheres também querem trabalhar. “A China deveria criar políticas para promover a natalidade, proibir o aborto e solucionar a dificuldade das crianças de entrar nas creches”, sugeriu.

Pesquisas publicadas nas últimas semanas pela imprensa local apontam as preocupações econômicas, o impacto nas carreiras dos pais e a educação como as principais razões pelas quais as famílias evitam ter um segundo filho.

Um relatório do Comitê de Trabalho Psicológico Social de Pequim indica que só 10,8% dos casais têm dois filhos e que 58,6% gostariam de ter mais um bebê. Em 2001, porém, 70,4% tinham o desejo de ampliar a família com mais uma criança, uma época que a política do filho único seguia em vigor.

Para a Comissão Nacional de Saúde e Planejamento Familiar, no entanto, o sucesso da nova política adotada a partir de 2016 pode ser vista em outros dados: dos 17,2 milhões de bebês vivos em 2017, 51% têm irmãos, uma alta de 5% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Os especialistas em demografia acham pouco e defendem que a China deveria promover mais políticas para incentivar os casais a terem filhos. O professor James Ling, da Universidade de Pequim, sugeriu à agência Xinhua duas medidas: reduzir os impostos e oferecer subsídios para auxiliar nos custos de criar as crianças.

Se o governo não fizer nada para estimular as pessoas a terem filhos, a previsão é que a população da China perca 800 mil pessoas por ano na próxima década.

O que ajuda quem decidiu ter filhos no país atualmente são as famílias, como explica à EFE Ran Ran, de 29 anos, mãe de uma menina. “É muito importante ter familiares que ajudam a cuidar das crianças. Quando a mãe precisa voltar ao trabalho, se os avôs não são aposentados ou não estão bem de saúde, as despesas com uma babá são muitas”, disse.

Desde a educação básica, as crianças chinesas são submetidas a uma grande pressão por causa da falta de vagas nas creches, o que obriga muitas famílias a recorrerem a alternativas privadas, com custo bastante elevado. Por isso, o investimento na educação, especialmente nas creches, é outra das medidas apontadas como prioridades pelos demógrafos para que a China reverta o envelhecimento de sua população.

(Agência Brasil)

Morre Oswaldo Loureiro, ator de “Roque Santeiro” e “Que Rei sou Eu?”

Morreu neste sábado, 3, aos 85 anos, o ator Oswaldo Loureiro. Ele sofria de Alzheimer e estava internado no Rio de Janeiro. Ele participou de novelas de sucesso da TV Globo, como “Roque Santeiro” (1985) e “Que Rei sou Eu?” (1989). Seu último trabalho como ator havia sido como deputado Boaventura, na novela A Lua me Disse (2005).

Ele começou a carreira aos 12 anos, no filme O Brasileiro João de Souza (1944). Trabalhou até 2011. Participou de momentos marcantes da cultura brasileira, como ao atuar na peça “Vestido de Noiva”, em 1955, de Nelson Rodrigues, e no filme “O Beijo no Asfalto” (1981), do mesmo autor. Também participou da novela “Direito de Nascer” (1964), na TV Tupi.

Trabalhou também como diretor, com participações no seriado “O Bem-Amado” (1980-1985) e no humorístico “Os Trapalhões” (1982-1988).

(O POVO Online)

Peru defende indulto a Fujimori e nega que foi jogada política

A representação de Estado do Peru defendeu nesta sexta-feira (2) na Corte Interamericana de Direitos Humanos (CorteIDH) o indulto humanitário concedido ao ex-presidente Alberto Fujimori e rejeitou que o mesmo se tratou de uma jogada política.

“O indulto não é impunidade, a impunidade é a falta de investigação, perseguição, captura, julgamento e condenação. No caso do condenado Fujimori, o Estado o processou, o julgou, o condenou à pena máxima e ele cumpriu quase a metade da mesma”, afirmou na audiência na CorteIDH o agente do Estado Jorge Villegas.

O governo peruano argumentou que o indulto humanitário foi concedido a Fujimori por razões médicas, por sofrer com doenças graves, e porque a prisão agrava a condição, que pode levá-lo à morte.

O ministro de Justiça e Direitos Humanos do Peru, Enrique Mendoza, que esteve na audiência, disse em um comunicado que o presidente do país, Pedro Pablo Kuczynski, “agiu plenamente dentro de seus poderes presidenciais” ao conceder um indulto humanitário. “É totalmente incorreto dizer que o indulto humanitário foi motivado por considerações políticas de parte do presidente Kuczynski”, destacou Mendoza na corte.

As declarações foram dadas ontem (2) na CorteIDH, que ouviu a representação do Estado do Peru, posteriormente os representantes das vítimas e também a posição da Comissão Interamericana de Direitos Humanos.

Fujimori foi condenado pela Justiça peruana, em 2009, a 25 anos de prisão pela autoria mediata, com domínio do fato, dos massacres de La Cantuta e Barrios Altos, nos quais morreram 25 pessoas, e pelos sequestros de um jornalista e de um empresário em 1992.

(Agência Brasil)

Os sapatos dos nossos vizinhos

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Em artigo no O POVO deste sábado (3), a jornalista Regina Ribeiro aponta que a chacina de Cajazeiras não ganhou manifestações em praças públicas, não ressuscitou o movimento Fortaleza Apavorada, tampouco sensibilizou o poder eclesiástico porque as vítimas eram de origem humilde. Confira:

Há alguns anos, visitei o Museu do Holocausto, em Israel. Ali se concentram mais de 50 milhões de documentos entre fotos, registros e objetos dos judeus mortos pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Quando estive no museu, não era permitido usar câmeras fotográficas ou de filmagem. Turista algum saía de lá com qualquer imagem que não fosse a que guardasse num dos recantos da memória.

Devo dizer que, até o momento, restaram uma única imagem e um único sentimento daquele lugar. Começo com este. Senti um pesar imenso ao percorrer as salas de pedras. Fiquei triste de repente no meio daquela imensidão de imagens com semblantes alegres, uma infinidade de jovens sorrindo; famílias em início de jornada diante do lampejo de felicidade com a chegada dos filhos; o alvoroço das festas de aniversários e casamentos. Tudo interrompido, vidas desfeitas por um instante histórico. Sofri, de forma inexplicável, por pessoas que sequer sabia da existência, por um momento que não vivi e que só sabia pelos livros e filmes. Com o tempo, porém, o sentimento se esvai.

Uma imagem, no entanto, ficou. Nas salas dos objetos largados às pressas pelos judeus perseguidos e mortos havia brinquedos, utensílios domésticos, chapéus, xales, mas foram os sapatos que trouxeram para bem perto de mim a tragédia vivida por aqueles desconhecidos. Calçados deixados para trás.

Despir-se dos sapatos está envolto de uma simbologia que não foi possível ignorar naquele contexto. Eles permaneciam intactos como se esperassem pelos seus donos. Sapatos, de uma forma em geral, moldam-se com o uso e ganham contornos únicos. O jeito de andar, o entortar dos pés, o peso do corpo, os lugares por onde se anda. Os sapatos carregam nossa marca como sujeitos, ao mesmo tempo em que trazem consigo nosso lugar social.

Domingo último é que pude ver melhor a foto dos calçados das vítimas da chacina das Cajazeiras, ocorrida na madrugada de sábado, e que estampou a capa do O POVO. Percebi como aquela imagem falava melhor dos mortos do que seus rostos. Observei que as sandálias eram imitação barata de rasteiras elegantes de marcas famosas, chinelos-cópias de calçados caros. A forma como estavam amontoados dizia que haviam sido largados no último momento de vida ou no desespero de tentar salvar-se. Aqueles calçados explicam ainda o motivo pelo qual a chacina das Cajazeiras não repercutiu em toda a sociedade – para além da mídia – o pavor que aquela imagem transmite. A matança das Cajazeiras não virou #hashtag, não tirou gente de casa rumo às praças gritando palavras de ordem pela vida e paz, não ressuscitou o movimento Fortaleza Apavorada nem sensibilizou o poder eclesiástico.

Ao longo da semana li aqui mesmo n´O POVO reportagens que narravam o drama das famílias que vivem, sim, apavoradas diante do domínio de facções criminosas. Uma população amedrontada sobrevive em lugares onde os muros são o principal meio de comunicação para transmitir mensagens escritas com um português que também denuncia a exclusão e a miséria de quem optou pela violência sem freio como meio de vida. Os calçados dos pobres coitados das Cajazeiras não parecem ser suficientes para abalar conjecturas do tipo: “enquanto pobres e criminosos matarem-se em si, estamos livres de uma tragédia”.

Às vezes nos esquecemos de que, no fim das contas, somos todos vizinhos.

Empresário investigado pela Lava Jato é preso em Portugal

A Polícia Federal (PF) prendeu hoje (3), em Portugal, o empresário Raul Schmidt, investigado da Operação Lava Jato. No dia 29 de janeiro, a Justiça portuguesa confirmou a extradição de Schmidt para o Brasil e decretou sua prisão. Ele foi encontrado, por volta das 12h30, na localidade de Sabugal, cerca de uma hora de carro da cidade de Lisboa.

O empresário é investigado pelo pagamento de propina a ex-diretores da Petrobras e estava foragido desde 2015. Ele foi preso em Portugal em março de 2016 na Operação Polimento, 25ª fase da Operação Lava Jato. Em razão da cidadania portuguesa, Schmidt estava aguardando o resultado do processo de extradição em liberdade.

A decisão do Tribunal Constitucional de Portugal permitirá que o empresário possa responder pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro em território brasileiro. Uma das condições para a extradição é que ele só poderá responder por crimes praticados antes de dezembro de 2011, quando obteve a nacionalidade portuguesa.

A prisão de Schmidt foi resultado de um trabalho conjunto de inteligência entre PF, Ministério Público Federal, Interpol, Adidância da Polícia Federal em Portugal e as autoridades portuguesas.

(Agência Brasil)

Vereador entra com ação para suspender aumento da tarifa de ônibus em Fortaleza

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O presidente da Comissão dos Direitos do Consumidor e do Contribuinte da Câmara Municipal de Fortaleza, vereador Julierme Sena (PR), entrou nessa sexta-feira (2), junto à 15ª Vara da Fazenda Pública, com o pedido liminar para suspender o aumento na tarifa de ônibus na Capital, que passou a vigorar neste sábado (3).

A tarifa passou de R$ 3,20 para R$ 3,40 – 6,25% -, sendo a passagem para estudantes ao preço de R$ 1,50.

Segundo o parlamentar, o aumento é abusivo, pois, desde 2015, o acumulado chega a 55%. “Foram apresentadas apenas planilhas sem quaisquer documentos comprobatórios que justifiquem o aumento do preço no percentual majorado”, apontou o vereador, ao ressaltar que o aumento ofende o Código de Defesa do Consumidor (CDC).

(Foto: Arquivo)

MEC prorroga adesão de estados e municípios ao Mais Alfabetização

O prazo para estados e municípios aderirem ao Programa Mais Alfabetização foi prorrogado para 15 de fevereiro. A data anterior para o fim do período de adesão era ontem (2).

A adesão deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação, As escolas terão prazo até 16 de fevereiro para fazer sua inscrição no programa.

O programa foi criado para apoiar escolas no processo de alfabetização dos estudantes de todas as turmas do primeiro e do segundo anos do ensino fundamental. A proposta consiste em reforçar o trabalho do professor com a participação de um assistente, a fim de aprimorar a experiência dos alunos nas áreas de leitura, redação e matemática. Os assistentes serão estudantes de pedagogia e licenciatura. A previsão é que o programa esteja funcionando em março. Serão investidos R$ 200 milhões para o pagamento dos assistentes pedagógicos.

A expectativa é atender a 4,2 milhões de alunos em aproximadamente 200 mil turmas espalhadas pelo Brasil. O repasse será feito por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) e os auxiliares receberão R$ 150 por mês para cada turma em que atuarem, podendo acumular até oito turmas. Não há vínculo empregatício. Os candidatos a assistente devem, obrigatoriamente, passar por um processo de seleção elaborado pelos municípios.

O programa Mais Alfabetização faz parte da Política Nacional de Alfabetização, lançada pelo MEC em 2017 para combater a estagnação dos baixos índices registrados pela Avaliação Nacional de Alfabetização. O conjunto de iniciativas terá investimento total de R$ 523 milhões.

(Agência Brasil)

Três feridos – Soldado sofre tentativa de assalto no Centro e troca tiros com suspeitos

Um policial ficou ferido na cabeça e dois homens foram baleados, na manhã deste sábado (3), no cruzamento das ruas Solon Pinheiro com Clarindo de Queiroz, no Centro, após uma troca de tiros entre o soldado e quatro suspeitos que anunciaram o assalto contra o militar.

Após desembarcarem de um veículo Corsa, cor prata, com placas anotadas pela Polícia, os quatro homens queriam a pistola do soldado lotado no Batalhão de Policiamento a Pé.

Na troca de tiros, dois suspeitos foram atingidos e o policial foi atingido com um tiro de raspão na cabeça. Ele foi encaminhado ao Instituto Doutor José Frota (IJF) e não correria risco de morte.

Neste momento, a Polícia realiza buscas por hospitais e Upas de Fortaleza.

(Foto: Arquivo)

Há uma luz no fim do túnel

Em artigo no O POVO deste sábado (3), o reverendo e presidente da Igreja Batista Comunidade do Amor, Munguba Junior, aponta a Igreja como parte da solução contra a violência. Confira:

É inconcebível passar por uma criança com fome e não sentir a dor da família. É desumano testemunhar policiais civis e militares morrerem todos os dias e não se emocionar. É contra a natureza pais sepultarem seus filhos ainda jovens. Quando acostumamos com a dor e nos tornamos insensíveis ao estado de guerra urbana que vivemos, perdemos um pouco ou muito da nossa humanidade.

Não podemos achar normal a vida relatada nos jornais e noticiários do nosso dia a dia. Não! Não é normal ser infeliz; não é normal jovens colhidos na flor da idade; não é normal pessoas com fome; não é normal grades e muros altos separando as pessoas.

Um país muito distante de nós passou por momentos piores do que os que vivemos hoje. A Coreia do Sul viveu trinta e seis anos de guerra com o Japão e depois mais três anos de guerra dentro do seu coração. Veio daí a divisão entre Coreia do Norte e Coreia do Sul.

Totalmente devastada e com mais de oitenta por cento do seu povo morando em favelas, viveu o caos do pós-guerra: mortes, assaltos, fome, desesperança, êxodo de seus cidadãos para outros países, incluindo o Brasil.

O que aconteceu com a Coreia do Sul que passou do quarto país mais pobre do mundo para a décima potência econômica mundial em apenas 60 anos? A resposta é: uma igreja que ora na madrugada. Todas as igrejas oram na madrugada na Coreia do Sul. Oram pela nação, oram pelas autoridades, pela prosperidade e felicidade de seu povo.

O governo coreano procurava um modelo para recuperar a nação e conheceu uma pequena comunidade que estava realizando um trabalho incrível de resgate da dignidade humana e trazendo uma luz ao fim do túnel da desesperança e dor. Na casa do líder comunitário havia um quadro com letras grandes. Sabe o que estava escrito? “Coreia fique tranquila. Nós oramos por você”.

Através dessa experiência de sucesso o governo coreano implantou o projeto Nova Comunidade e em sete anos acabou com as favelas. Em quatorze anos tornou essas favelas em comunidades produtivas e em vinte anos transformou a Coreia do Sul.

Um ano sem Marisa – Espólio da ex-primeira-dama pede desbloqueio de bens

O espólio da ex-primeira-dama Marisa Letícia, por meio do ex-presidente Lula, requereu ao juiz federal Sérgio Moro, da Operação Lava Jato, o “imediato” desbloqueio de bens.

Segundo a defesa, as medidas de bloqueio determinadas por Moro “acabaram por atingir, indevidamente, bens que não integram o patrimônio do ora inventariante (Lula)”. Em manifestação ao juiz, o advogado Cristiano Zanin Martins, que defende Lula, anotou que o ex-presidente e Marisa eram casados em regime de comunhão universal de bens e que “todos os bens dos cônjuges são comuns, ou seja, tanto os bens presentes no momento da celebração do casamento, como os adquiridos na constância da união, pertencem a ambos os cônjuges”.

Há exato um ano, a mulher do ex-presidente, Maria Letícia, morreu vítima de um AVC.

O pedido de bloqueio foi feito pelo Ministério Público Federal em 4 de outubro de 2016. O juiz da Lava Jato ordenou o confisco em 19 de julho de 2017. O Banco Central congelou R$ 606.727,12 de quatro contas de Lula, três apartamentos e um terreno, todos os imóveis em São Bernardo do Campo, grande São Paulo, e também dois veículos. O bloqueio dos imóveis do petista atingiu “a parte ideal de 50% correspondente à meação”.

Além destes bens e valores, Lula teve seu plano de previdência BrasilPrev, do Banco do Brasil, também confiscado no montante de R$ 9 milhões. Parte do valor, R$ 7.190.963,75, é relativo a um plano empresarial da LILS (empresa de palestras do petista) e o outro, R$ 1.848.331,34, se refere a um plano individual.

Zanin Martins requereu “o imediato levantamento de bloqueios referentes a bens e valores em meação, ou seja, a metade dos ativos financeiros bloqueados e já transferidos para conta judicial vinculada ao juízo, bem como daqueles bloqueados junto à BrasilPrev Seguros e Previdência S.A e dos dois veículos constritos”.

“Este juízo também se encontra plenamente ciente de qual regime de bens regia o matrimônio do inventariante e a Sra. Marisa Letícia Lula da Silva (comunhão universal de bens). Tanto é assim que, ao menos com relação aos bens imóveis, foi determinado que se observasse a meação pertencente ao espólio referente à sucessão, quando da determinação do ilegal sequestro. Todavia, igual cuidado não foi adotado em relação à decretação de bloqueio judicial de valores existentes em nome do inventariante junto a instituições financeiras, ou seja, não fora determinado que se observasse a meação pertencente ao espólio sucessório”, afirmou o defensor.

De acordo com o advogado, o juiz deveria ter determinado que os valores das contas bancárias de Lula e de suas aplicações também fossem bloqueados até 50%. Ou seja, “que fosse respeitada a meação pertencente ao espólio da Sra Marisa Letícia Lula da Silva”, argumenta a defesa.

“A integralidade da herança da de cujus não é composta somente daqueles bens que, indubitavelmente, se encontravam em seu nome, mas também da metade do patrimônio do inventariante (Lula), por força do regime marital da comunhão universal de bens, o que engloba, consequentemente, os valores existentes nas contas bancárias de sua titularidade”, argumenta a defesa.

(Foto: Facebook de Lula)

Segundo dia da quadra tem chuvas em 38 municípios, principalmente na Zona Norte

No segundo dia desta quadra chuvosa no Ceará, 38 municípios registraram precipitações, segundo a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme).

As chuvas banharam principalmente a Região Norte do Estado e a Serra da Ibiapaba, justamente onde as condições dos reservatórios já são melhores.

Ao sul, onde o cenário é mais crítico, houve registros de chuvas apenas em Jaguaretama e Alto Santo.

As informações dizem respeito ao período entre as 7 horas de sexta-feira, 2, e deste sábado, 3.

Confira onde mais choveu

Amontada: 42,2 mm

Cariré: 38 mm

Senador Sá: 37 mm

Acaraú: 33,4 mm

Granja: 28 mm

São Benedito: 26,6 mm

Meruoca: 26 mm

Maranguape: 25 mm

Uruburetama : 24 mm

(O POVO Online / Foto: Arquivo)

OPAS alerta sobre aumento da malária no Brasil e em países da América Latina

A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) alertou nessa sexta-feira (2) sobre o aumento de casos de malária no Brasil, Equador, México, Nicarágua e Venezuela no ano passado e pediu para as autoridades da região que reforcem a vigilância e o controle.

A tendência inverteu-se após quase uma década (2005-2014) de queda da malária na América Latina, uma doença transmitida pela picada de um mosquito e pode causar infecção cerebral, insuficiência renal ou meningite. Em 2016, oito países notificaram a Opas um aumento de casos: Colômbia, Equador, El Salvador, Haiti, Honduras, Nicarágua, Panamá e Venezuela.

E no ano passado foram cinco: Brasil, Equador, México, Nicarágua e Venezuela. O Brasil notificou 174.522 casos de malária entre janeiro e novembro de 2017 na região Amazônica, um aumento em relação aos 117.832 casos reportados em 2016.

Na Venezuela, o Centro Nacional de Ligação para o Regulamento de Saúde Internacional notificou a Opas que, entre as semanas 1 e 42 de 2017, foram registrados 319.765 casos de malária, um aumento em relação aos 240.613 casos reportados em 2016. Já na Mesoamérica, o aumento de casos aconteceu na Nicarágua, onde os casos notificados passaram de 6.209 em 2016 para 10.846 no ano seguinte.

No início de 2017, a Opas alertou sobre o risco de surtos, aumento de casos e óbitos em áreas endêmicas, bem como a possível recuperação da doença em áreas onde a transmissão havia sido interrompida.

A OPAS adverte que as conquistas alcançadas no caminho para a eliminação da doença podem ser comprometidas se as ações de vigilância e controle em toda a região não forem mantidas ou fortalecidas.

(Agência Brasil)

O que dizer num momento de crise?

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Da Coluna Política, no O POVO deste sábado (3), pelo jornalista Érico Firmo:

Nas duas maiores crises da segurança do Ceará nos últimos anos, foi marcante a postura equivocada dos agentes públicos. Na greve da Polícia Militar de 2012, Cid Gomes (PDT) e todo seu staff cometeram erro capital: a omissão.

Não é que não tenham feito nada. Houve muito trabalho de bastidor. Porém, o governante também tem papel público. Nessa arena, as autoridades silenciaram. Queriam aparecer já com a solução. Mas isso demorou e abriu-se vácuo no qual prosperou a boataria. Espalhou-se, inclusive, que Cid estaria no Exterior enquanto o Estado ruia. As informações ao público partiam quase exclusivamente dos grevistas. A postura equivocada do governo agravou o problema.

Já no caso da chacina, que hoje completa uma semana, o erro do silêncio o governo não cometeu. O secretário André Costa veio a público na mesma manhã. O governador Camilo Santana (PT) se posicionou no Facebook e, depois, na manhã seguinte. Mas ambos se saíram mal

André Costa virou meme nas redes sociais ao falar que era isolada uma situação recorrente e ao dizer que o governo não perdeu o controle, diante de um evidente colapso.

Camilo errou, principalmente, na forma. Ao tentar transmitir tranquilidade, mostrou o quão nervoso estava. Para tentar argumentar com jornalista sobre o controle que seu governo tem da situação, ele expôs a dimensão do perigo que atribui às facções: afirmou que, não fosse pelo domínio que a gestão estadual tem da situação, o jornalista nem conseguiria andar na rua. Não é animador?

Mas, qual a forma certa de responder a uma crise? É talvez a mais difícil tarefa de um governante. Sobretudo quando o problema envolve sentimento tão atávico quanto o medo, que motiva as reações mais irracionais. Não há receita pronta ou caminho seguro.

Trump ameaça cortar ajuda a países que não evitam entrada de drogas nos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou nessa sexta-feira (2) cortar a ajuda financeira aos países que não evitam a entrada de drogas nos Estados Unidos, mas não quis mencionar quais eram estas nações.

“Quero cortar a ajuda. Quero detê-la, se não podem evitar que as drogas cheguem, pois eles poderiam evitar isto de forma muito mais fácil do que nós”, disse Trump durante visita a uma divisão do Escritório de Alfândega e Proteção da Fronteira (CBP, na sigla em inglês) dos EUA.

“Esses países não são nossos amigos. Sabem, pensamos que são nossos amigos e enviamos enormes ajudas para eles. E, agora, não vou citar seus nomes (…), enquanto mandamos ajuda eles estão enchendo nosso país com drogas e riem de nós”, acrescentou. “Damos bilhões e bilhões de dólares [a esses países] e eles não fazem o que se supõe que deveriam fazer. E eles sabem disto. Mas vamos tomar uma ação muito dura”, concluiu Trump.

Na reunião com funcionários da CBP, o presidente se mostrou muito interessado na origem de drogas como a cocaína, a heroína e as metanfetaminas e no caminho utilizado para fazê-las chegarem aos Estados Unidos.

Trump perguntou, concretamente, pelos esforços da Colômbia e do México na luta contra o narcotráfico. O chefe da CBP, Kevin K. McAleenan, explicou em resposta ao presidente que no último ano houve “uma melhoria importante no diálogo e na eficácia” com as autoridades mexicanas, mas não mencionou nada da Colômbia.

Desde que Trump chegou há um ano na Casa Branca, os EUA pediram à Colômbia, um de seus maiores aliados na região, que fizesse “o possível” para eliminar o tráfico de drogas e advertiram para possíveis “problemas bilaterais” se nada fosse feito contra o aumento do número de plantações que são usadas como matérias-primas na produção de drogas no país.

Trump também ameaçou incluir a Colômbia em uma lista negra, junto com Venezuela e Bolívia, por descumprimento de seus compromissos internacionais nessa matéria. Além disso, a ameaça proferida hoje por Trump coincide com a primeira viagem de seu secretário de Estado, Rex Tillerson, à América Latina, que inclui escalas no México e a Colômbia.

(Agência Brasil)

Segurança Pública – Eunício diz que Temer já cumpriu cinco das oito reivindicações de Camilo

 

O presidente do Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira (MDB-CE), disse na noite dessa sexta-feira (2) que o presidente Michel Temer já cumpriu cinco das oito reivindicações feitas pelo governador Camilo Santana para uma melhor segurança pública no Ceará.

Segundo ainda Eunício, outras duas reivindicações seguem em andamento. A única que está sem encaminhamento é a questão dos bloqueadores de celulares nos presídios.

“O senador prometeu colocar a matéria em pauta em breve”, disse Camilo Santana.

(Foto: Reprodução)

MPF investiga Cristiane Brasil por associação ao tráfico

A deputada federal e ministra nomeada do Trabalho, Cristiane Brasil (PTB-RJ), é alvo de um inquérito que apura suspeitas de tráfico de drogas e associação para o tráfico durante a campanha eleitoral de 2010. A investigação foi enviada nesta sexta-feira, 2, à Procuradoria-Geral da República, em Brasília, porque Cristiane possui foro privilegiado. O inquérito também apura suposto envolvimento no caso do deputado estadual Marcus Vinicius (PTB), ex-cunhado da parlamentar, e três assessores dela na época. Eles são acusados de dar dinheiro a traficantes de Cavalcanti, bairro pobre da zona norte da cidade e uma das bases eleitorais da deputada.

O procedimento foi aberto, inicialmente, pela Polícia Civil, após denúncias serem encaminhadas por e-mail à ouvidoria da corporação. O Estado teve acesso ao teor do inquérito policial. Os nomes dos autores das denúncias foram preservados por motivo de segurança.

Conforme os denunciantes afirmaram no inquérito, assessores de Cristiane – que na época era vereadora licenciada e comandava uma secretaria municipal na gestão Eduardo Paes (MDB) – pagaram a traficantes para ter “direito exclusivo” de fazer campanha na região. Cristiane não se candidatou em 2010, mas naquele ano apoiou a candidatura de Vinicius – então seu cunhado – à reeleição. Ela se candidatou e foi eleita deputada em 2014. Cristiane e Vinicius negam todas as acusações.

O inquérito investiga também se líderes comunitários foram coagidos pelos criminosos a fazer campanha eleitoral. Nas denúncias há referências a “Zezito”, apontado como chefe do tráfico das comunidades Vila Primavera, Parque Silva Vale e JJ Cowsert, localizadas no bairro de Cavalcanti.

Segundo um dos denunciantes afirmou no inquérito, os traficantes chegaram “ao absurdo de levarem as presidentes das associações do bairro para conversar com o chefão do morro porque elas não queriam trabalhar para a vereadora (Cristiane)”. “A intenção dele (assessor) era que o chefão fosse mandar dar uma surra nelas e obrigá-las a trabalhar para a vereadora ou, em caso de recusa, até mesmo matá-las”.

Uma líder comunitária relatou na investigação formal que foi ameaçada porque não participou de panfletagem da campanha da hoje ministra nomeada.

Um dos assessores de Cristiane à época foi acusado de, em cumplicidade com um primo apelidado de “Cigarrão”, invadir casas dos moradores para a retirada de cartazes de outros políticos por ordem de Zezito.

Em quase oito anos o inquérito andou devagar. Cristiane nunca foi ouvida, apesar de ter sido expedida, em 29 de setembro de 2011, uma intimação para depoimento. A Polícia Civil tentou intimá-la no Palácio Tiradentes, sede da Assembleia Legislativa. Na época ela era secretária de Envelhecimento Saudável do município.

O inquérito tramitava desde 2010 na Delegacia de Combate às Drogas. Na semana passada, depois de o Estado pedir acesso aos autos, a investigação foi remetida pela Polícia Civil ao Ministério Público Estadual. O MP Estadual imediatamente anunciou que o remeteria ao Ministério Público Federal no Rio. Em 2015, porém, Cristiane, após ser eleita deputada em 2014, ganhou foro especial no Supremo Tribunal Federal.

(Estadão)