Blog do Eliomar

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Copom mantém taxa de juros em 14,25%

O Banco Central (BC) não mexeu, pela nona vez seguida, nos juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve ontem a taxa Selic em 14,25% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas, que preveem que a taxa ficará inalterada até o fim do ano.

Os juros básicos estão nesse nível desde o fim de julho do ano passado. Com a decisão do Copom, a taxa se mantém no mesmo percentual de outubro de 2006. A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

O impacto de preços administrados, como a elevação de tarifas públicas, e o de alimentos, como feijão e leite, tem contribuído para a manutenção dos índices de preços em níveis altos. Nos próximos meses, a expectativa é que a inflação desacelere por causa do agravamento da crise econômica e da queda do dólar.

(Com Agências)

Lúcio Alcântara: “Impeachment não é recall!”

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Para o ex-governador Lúcio Alcântara, o Senado abriu um “precedente perigoso” ao votar pelo impeachment de Dilma, baseado principalmente no fracasso da economia.

“Se a economia tivesse bem, nada aconteceria!”.

Lúcio é também presidente regional do Partido da República. Mas ele torce para que o novo governo cumpra as promessas principalmente de reformas necessárias para fazer o País recuperar sua economia.

 

Efeito Orloff – O que tem a ver Dilma com Cunha?

Com o título “Por que viraram os votos”, eis tópico da Coluna Política do O POVO desta quinta-feira, assinada pelo jornalista Érico Firmo. Confira:

O PMDB comandou a virada de votos que permitiu a Dilma Rousseff (PT) manter seus direitos políticos. O algoz, que saiu da base governista para impulsionar o impeachment, foi responsável por dar à ex-presidente um alento. Houve 16 senadores que votaram pelo impeachment, mas decidiram preservar os direitos políticos dela. Outros três que foram pelo afastamento de Dilma se abstiveram. Um deles, o cearense Eunício Oliveira (PMDB).

Oito dos senadores que votaram para afastar Dilma, mas manter seus direitos políticos, são peemedebistas. O movimento foi puxado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (AL). Só a bancada peemedebista teria sido suficiente para impedir a segunda punição a ela. Outros dois peemedebistas se abstiveram. Os outros votos que “viraram” foram três do PR, dois do PDT, dois do PSB e um do PPS. Além dos peemedebistas, uma senadora do DEM se absteve.

A pergunta é: por que a diferença de tratamento? Qual a razão para senadores que acham que Dilma cometeu crime de responsabilidade entenderem que ela tem direito a ser candidata daqui a dois anos? Pode, por exemplo, voltar à Presidência, sem quarentena. Pode ser secretária de Estado ou prefeitura. O que explica?

Nenhuma das respostas que cogito sinaliza qualquer coisa de bom. Uma hipótese seria de esses senadores, de certa forma, reconhecerem que a pena seria dura demais para o tamanho da irregularidade cometida. Ao atenuar a dimensão do crime cometido, abrem grande margem para se discutir a pertinência de cassar mandato de presidente por tal razão. É grave.

Outra possibilidade seria fazer um aceno à nova oposição. Os governistas tentariam fazer um afago, gesto de generosidade. Quem sabe, na esperança de não ter contraponto tão duro quanto o PT já mostrou que sabe fazer. Nenhuma surpresa, nesse caso teriam pautado o julgamento pelos interesses políticos.

A outra hipótese é a mais grave de todas. São coisas diferentes, mas os senadores podem ter pensado nas repercussões possíveis do entendimento para cassações outras de mandato. Vários parlamentares são alvos da Lava Jato e vários outros casos. Podem criar janela para se beneficiarem: cassa, mas deixa ser candidato na eleição que vem. O próximo processo de cassação, aliás, tem data para ser votado. Será daqui a 11 dias. Refere-se a Eduardo Cunha. Do PMDB.

Camilo presta solidariedade a Dilma, mas evita críticas a Temer

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Da Coluna Vertical, no O POVO desta quinta-feira (1º):

O governador Camilo Santana (PT) prestou solidariedade a Dilma Rousseff, afastada da presidência após julgamento de processo de impeachment no Senado. Ele conversou com ela por telefone demoradamente. Camilo manteve-se afastado desse furacão que se abateu não apenas contra o governo dilmista, mas contra o PT.

Como é chefe do Executivo estadual, acabou evitando críticas duras ou confrontar o Planalto, até porque terá que conviver com um novo flanco de poder chamado PMDB. Um poder que, no Ceará, é representado por seu maior rival político, no caso o senador Eunício Oliveira. Eunício já mostrou seus trunfos. Detém o controle do BNB e diretorias no Dnocs. Mas quer bem mais: o governo em 2018.

Executiva do PT avalia impeachment nesta quinta-feira em Brasília

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O presidente do PT no Ceará, Francisco de Assis Diniz, participa nesta quinta-feira e sexta-feira, em Brasília,, da reunião da Executiva Nacional do partido, que irá avaliar consequências do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, como ainda a manutenção de seus direitos políticos.

Para o dirigente petista, o clima de indignação da população ainda deverá tomar às ruas no país.

“O que nós podemos afirmar é que foi um golpe! Um golpe parlamentar. Primeiro pela disposição de uma estadista que vai ao Congresso, de cara limpa, e responde, humildemente, a todos os senadores com as suas inquietações. Segundo, o que está em curso no Brasil, quando a (ex-) presidente falou das três principais questões que envolvem o povo brasileiro, seja, por exemplo, o pré-sal, quando apenas o campo de Libra foi habilitado para fazer a partilha, as empresas tiveram que entrar com uma contrapartida de 20 bilhões (de reais)”, acentuou DeAssis.

“E nós estamos apenas falando do campo de Libra. O pré-sal é oito vezes maior do que isso, então essa riqueza que pode e deve ser usada, hoje é uma ameaça concreta”, observou o petista.

“A segunda questão é a capacidade do Estado. O Estado, se aprovado no Congresso Nacional a perspectiva de contingenciar e segurar por 20 anos os investimentos, nós vamos ter um prejuízo considerável. E a terceira questão é a dos direitos trabalhistas, por isso é uma ameaça à classe trabalhadora, não é um golpe contra o PT, contra a Dilma, mas, sim, contra o povo brasileiro”, completou.

Francisco DeAssis negou que a manutenção dos direitos políticos de Dilma seria um acordo que também salvaria o ex-presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Salmito inaugura comitê de campanha no sábado

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O vereador e candidato à reeleição Salmito Filho (PDT) anuncia a inauguração do comitê de campanha, no sábado (3), a partir das 17 horas, na avenida Santos Dumont, no Centro.

Salmito, que preside a Câmara Municipal de Fortaleza, deverá reunir várias lideranças comunitárias e de setores empresariais e da área de direitos humanos e educação.

O prefeito Roberto Cláudio (PDT), que postula reeleição, deve prestigiar Salmito.

Fortaleza é goleado pelo Inter pela Copa do Brasil

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Em noite apática, com falhas na defesa e ineficiência no ataque, o Fortaleza acabou derrotado por 3 a 0 para o Internacional no jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil, disputado na noite dessa quarta-feira (31), no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. O time gaúcho não vencia há 14 jogos.

Com o resultado, o Fortaleza agora terá que vencer por quatro gols de diferença ou pelo menos devolver o placar (para forçar a decisão por pênaltis) no jogo de volta do confronto, marcado para o dia 22 de setembro, às 19h15min, no estádio Castelão, na capital cearense.

(O POVO Online)

Impeachment – PM e manifestantes entram em confronto pelo Brasil

A Polícia Militar dispersou com bombas e gás lacrimogêneo, na noite dessa quarta-feira (31), a manifestação que ocorria no centro de São Paulo contra o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e que também pedia a saída do presidente da República Michel Temer. Bombas de gás e de efeito moral foram lançadas pela PM nos manifestantes. Logo em seguida, rojões foram atirados contra os policiais.

Confronto também em Porto Alegre, quando um grupo que carregava um caixão escrito “democracia” incendiou o objeto. Alguns manifestantes mais exaltados depredaram o portão que dava acesso à sede do partido. A Brigada Militar (BM) disparou uma bomba de gás em frente à sede do PMDB, no meio da multidão. Na Avenida Ipiranga, manifestantes queimaram pneus e pedras foram arremessadas contra os policiais, que dispararam mais bombas de gás na multidão.

Em Salvador, manifestantes seguiram pela Avenida Tancredo Neves, bloqueando todas as faixas, o que gerou congestionamento nas proximidades. A Polícia acompanhou de perto.

Manifestantes também saíram às ruas em Belo Horizonte, quando pediram a saída do presidente Michel Temer, ao classificarem de golpe o processo que levou ao afastamento de Dilma.

(Agência Brasil)

Estudantes fazem manifestação contra portaria da UFC

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A manhã desta quarta (31) foi de protesto na Universidade Federal do Ceará. Em ato puxado pelos Centro e Diretório Acadêmicos da instituição, os estudantes se manifestaram contra a portaria nº 3131, documento que, entre várias medidas, cria um taxa de R$ 5 por discente a cada turno para a utilização dos espaços da UFC, como auditórios. Além disso, eles acusam o texto de apoiar a censura dentro da instituição. Para ler a portaria na íntegra, clique aqui.

Com grande presença de movimentos sociais, os estudantes saíram do Bosque da Letras, no CH I, onde estavam concentrados, às 8 horas, rumo à Reitoria. No caminho, palavras de ordem como “Fora Temer” e “abaixo à portaria, quero democracia” foram constantemente repetidas pelos manifestantes. Na Reitoria, eles protestaram e fizeram suas reivindicações durante a reunião do Conselho Universitário.

As reivindicações

Concentrados perto da Concha Acústica, os estudantes exigiram a presença do reitor e do vice-reitor para a efetivação do diálogo. Enquanto esperavam uma resposta, os discentes criticaram diversas medidas tomadas pela UFC nos últimos dias, como o aumento do preço da refeição no Restaurante Universitário para os funcionários públicos, e acusaram a reitoria de passividade em relação às atitudes tomadas pelo governo Temer, como a redução do orçamento da universidade para o próximo ano.

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Os coletivos e movimentos sociais presentes no ato criticaram duramente o texto da portaria, chamando-no de ambíguo, além de afirmarem que a medida é um ato de censura, já que um dos pontos do documento declara que a universidade pode barrar eventos ou movimentações consideradas inconvenientes, segundo a portaria. Outra crítica reiterada diversas vezes foi a de que um processo de “privatização” da UFC estaria tendo início com a aprovação da portaria.

O outro lado

O reitor da universidade, Henry Campos, e o vice-reitor, Custódio Almeida, não puderam estar presentes durante o ato, já que estavam em reunião com o Governo do Estado e com o reitor de uma universidade da China para discutir uma parceira entre as instituições de ensino. A ausência dos administradores foi duramente criticada pelos alunos, que chegaram a elaborar um cartaz com dizeres em mandarim contra a “privatização” da UFC:

mandarim

O pró-reitor de assuntos estudantis, Manuel Furtado, foi quem dialogou com os estudantes. Uma das sugestões foi a elaboração de um documento com propostas para a utilização dos espaços da universidade. Esse documento seria realizado pelo Diretório Central dos Estudantes, mas a proposta ainda encontrou resistência por parte dos manifestantes, que reiteravam o caráter público da UFC e defendiam a utilização das dependências da instituição por parte da sociedade.

(Imagens e Texto – Vinícius França)

Orçamento prevê salário mínimo de R$ 945,80 para o próximo ano

“O salário mínimo para o ano que vem ficará em R$ 945,80, anunciou há pouco o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira. O valor consta do projeto do Orçamento Geral da União de 2017, enviado hoje (31) pelo governo ao Congresso Nacional.

A proposta foi entregue por Oliveira e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ao presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL). O texto foi enviado ao Congresso logo após a cerimônia de posse do presidente Michel Temer, no Senado.

Os demais parâmetros para a economia no próximo ano, que haviam sido divulgados pela equipe econômica no último dia 17, foram mantidos. A estimativa de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 4,8% para 2017.

A previsão para o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos em um país) ficou em 1,6%. O projeto prevê taxa de câmbio média de R$ 3,40 no dólar para o próximo ano, contra R$ 3,50 em 2015, e de taxa Selic (juros básicos da economia) acumulada de 12,1% ao ano em 2017, contra 14% neste ano.”

(Agência Brsil)

Temer ocupa cadeia nacional de rádio e tv e reafirma: fará reformas Trabalhista e da Previdência

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O presidente Michel Temer (PMDB) ocupou cadeia nacional de rádio e televisão, nesta noite de quarta-feira, em sua primeira fala no cargo. Ele pediu apoio dos brasileiros para que o ajudem a governar, lembrando que pegou herança difícil. Disse que quer a pacificação do País e enfrentar problemas da economia.

Temer reafirmou que fará as reformas Trabalhista e da Previdência Social, observando como necessárias para um País que precisa pensar no futuro e não ficar olhando para o passado.

Apresentador do “Domingo Show” garimpa novas reportagens no Ceará

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Este repórter do Blog e Geraldo Luís.

O apresentador do programa “Domingo Show”, da Rede Record, jornalista Geraldo Luís, deixou Fortaleza nesta quarta-feira. Ele esteve circulando pelo Interior cearense e por bairros da Capital cearense em busca, como disse, de boas histórias que contará em breve para todo o Brasil.

Geraldo Luís está mais magro e deixou Fortaleza falando maravilhas do povo cearense. Essa é a terceira vez que ele visita o Ceará em busca de reportagens para seu programa.

ANTC entrega carta com reivindicações ao Governo Temer

Em clima de Câmara dos Deputados, em Brasília, a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC) entregou uma carta aberta ao presidente Michel Temer. O grupo aproveitou que estava organizando ali o XVI Seminário Brasileira do Transporte rodoviário de Cargas. Confira:

Carta aberta ao Presidente Michel Temer

Os representantes nacionais das empresas de transporte de cargas, reunidos na Câmara dos Deputados, em Brasília, no dia em que se inicia nova e auspiciosa fase da vida político-econômica do País, saúdam o Presidente Michel Temer, agora no exercício efetivo da Suprema Magistratura da Nação, desejando-lhe felicidades, mas também pedindo a Vossa Excelência que adote as medidas necessárias para recolocar a Pátria no caminho da concórdia, da paz, do desenvolvimento gerador de empregos.

A economia brasileira se move sobre rodas. Mais de 80% da produção é deslocada com o uso de caminhões. Empresas e caminhoneiros autônomos são os responsáveis pelo transporte de todas as espécies de mercadorias.

A crise atinge duramente o setor, ameaçado de entrar em colapso. Além dela, dois outros problemas assolam as empresas: astuciosas questões trabalhistas e o roubo incessante de cargas.

O País clama por segurança jurídica. Sem ela não há quem se disponha a investir para gerar riqueza, trabalho, consumo e empregos.

O envelhecimento da legislação trabalhista, a fragilidade dos documentos – sobretudo do recibo de quitação e do controle da jornada -; e a falta de lei sobre terceirização, geram condenações abusivas e desproporcionais que conduzem empresas idôneas a situação de insolvência.

Vale lembrar que no Brasil a indústria entorno da justiça do trabalho prejudica muito as empresas e, hoje em dia, também os empregados. Por isso, a necessidade de uma reforma trabalhista urgente para a retomada econômica e geração de empregos.

Senhor Presidente Michel Temer, o Brasil todo dirige atenção aos primeiros passos de Vossa Excelência. Com a legitimidade e a liderança de que se encontra investido, promova rapidamente as reformas, para que as classes produtoras e trabalhadores reencontrem o caminho da conciliação e do diálogo.

Brasília, 31 de agosto de 2016

Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística.

Parlamentares da mesa de posse de Michel Temer têm 76 ações judiciais

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Dos seis parlamentares que integraram a mesa de Michel Temer durante sua cerimônia de posse no cargo de presidente da República, na tarde desta quinta-feira (31), cinco respondem a ações judiciais. As informações são da Agência Lupa.

O presidente do Senado, Renan Calheiros, convidou outros cinco parlamentares para a mesa: os deputados federais Mara Gabrilli (PSDB-SP), Rodrigo Maia (DEM-RJ), Beto Mansur (PRB-SP), Waldir Maranhão (PP-MA) e o senador Romero Jucá (PMDB-RR). Também estavam presentes do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia.

Entre os parlamentares, apenas a deputada Mara Gabrilli não tem ocorrências. Mansur, o ‘campeão’, tem 54 ações – ele foi condenado em primeira instância por manter trabalhadores em condições análogas à de escravidão; foi condenado a devolver dinheiro público por contrato sem licitação enquanto era prefeito de Santos (SP) e teve prestações de contas da eleições de 2010 reprovadas, entre outros.

O anfitrião, Renan Calheiros, tem nove ocorrências, por suposto envolvimento naOperação Lava Jato e improbidade administrativa. Jucá é alvo de seis ações por crime de responsabilidade no STF, falsidade ideológica e participação na Lava Jato.

Waldir Maranhão também tem seis ocorrências, por crime de lavagem de dinheiro e envolvimento na Lava Jato. Ele teve as contas de 2010 reprovadas. Rodrigo Maia tem uma ocorrência referente ao exercício financeiro de 2010, por irregularidades na aplicação do Fundo Partidário.

Bancários sinalizam com indicativo de greve nacional

O Comando Nacional dos Bancários está orientando as federações e sindicatos dos bancários a realizarem assembleia para avaliação da proposta dos bancos, nesta quinta e sexta-feira e, caso seja rejeitada, apontar para indicativo de greve a partir do próximo dia 6.

Mais uma vez, segundo o comando nacional, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) não ofereceu uma proposta aos pleitos da categoria. A Fenaban propôs reajuste de 6,5% no salário, na PLR (Participação dos Lucros) e nos auxílios refeição, alimentação, creche e abono de R$ 3 mil.

Os bancários não aceitam, justificando que a proposta não cobre, sequer, a inflação do período, projetada em 9,57% para agosto deste ano, o que representa perdas de 2,8% para o bolso de cada bancário.

Em Fortaleza

A assembleia dos bancários cearenses ocorrerá neste 1º de setembro, às 18h30mim em primeira convocação ou às 19 horas, em segunda convocação, na sede do sindicato da categoria.

Chacina de Messejana – APS critica prisão de PMs

“Dos dos 45 policiais denunciados pelo Ministério Público do Ceará (MP-CE) por participação na chacina da Grande Messejana, pelo menos 14 estão filiados à Associação dos Profissionais da Segurança (APS) e estão tendo as defesas preparadas por dez advogados. A APS afirma que os defensores terão acesso aos processos nesta quinta-feira, 1º, e que pretendem pedir a revogação das prisões preventivas.

Em entrevista coletiva, na tarde desta quarta-feira, 31, o presidente interino da entidade, Rafael Lima, reiterou que, em relatos, policiais afirmam não ter envolvimento com o caso e criticou as prisões preventivas determinadas pelo colegiado especial designado exclusivamente para este caso – que inclui o titular da 1ª Vara do Júri, o juiz Ely Gonçalves Júnior, e os juízes Bessa Neto, da 1ª Vara de Execuções Penais de Fortaleza, e Adriana Dantas, da Vara Única Privativa de Audiências de Custódia.

Rafael afirma que os policiais são funcionários públicos, concursados, e que não representam risco aos familiares das 11 vítimas e testemunhas dos assassinatos. O presidente aponta ainda que muitos dos policiais foram surpreendidos pela determinação. Ele conta que os policiais alegam que não estavam trabalhando nas proximidades e os que estavam teriam provas do não envolvimento no massacre.”

(O POVO Online)

Manifestantes contra o “golpe” ocupam Praça da Gentilândia

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Um grupo de militantes do PT, PCdoB e PSOL faz ato de protesto nesta quarta-feira, na Praça da Gentilândia, no bairro Benfica, em Fortaleza. A maioria é formadas por estudantes que bradam contra o “golpe” praticado contra o Governo Dilma Rousseff.

No ato, o candidato a prefeito pelo PSOL, João Alfredo, que conclamou uma tribuna livre, abriu o microfone para lideranças de esquerda e do movimento estudantil.

(Foto – PSOL)