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Partido de Macron consegue maioria na Assembleia Nacional francesa

A República em Movimento (LREM), partido do presidente da França, Emmanuel Macron, vencerá o segundo turno das eleições legislativas e terá uma ampla maioria na Assembleia Nacional, Câmara Baixa do Parlamento, segundo as pesquisas de boca-de-urna divulgadas pela imprensa francesa.

A legenda terá de 355 a 425 cadeiras das 577 da Câmara. O número é muito superior aos 289 assentos necessários para alcançar a maioria e aprovar as reformas do chefe de Estado sem a necessidade de formar alianças com outros partidos. As projeções mostram uma ampla vitória do LREM e de Macron, ainda que com vantagem inferior à prevista nas pesquisas de intenção de voto ao longo da última semana.

No total, o segundo turno definirá 573 das 577 cadeiras que compõem a Câmara Baixa francesa, já que quatro foram escolhidas já no primeiro turno.

O partido conservador Os Republicanos, segundo apontam as projeções, terá a segunda maior bancada, ao obter entre 95 e 133 cadeiras. Também se confirma a derrota esperado para o Partido Socialista, que controlava a maioria na Assembleia Nacional e ficará a partir de agora com entre 27 e 49 deputados junto com os aliados ecologistas.

(Agência Brasil)

Antonio Conselheiro deverá virar herói nacional

Da Coluna Bric à Brac, no O POVO deste domingo (18), pela jornalista Inês Aparecida:

Antonio Vicente Mendes Maciel, o Antonio Conselheiro, será inscrito no Livro dos Heróis da Pátria por iniciativa de projeto de lei da deputada federal Luizianne Lins (PT).

A proposta já está aprovada na Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados de onde seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça.

Marcelo Chamusca é o novo técnico do Ceará

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PAYSANDU/DIVULGAÇÃO

O Ceará já tem novo técnico para a Série B do Campeonato Brasileiro. É Marcelo Chamusca, que até sábado, 17, dirigia o Paysandu. Ele se desligou da equipe paraense na tarde deste domingo, 18, e foi anunciado de forma oficial pelo Vovô minutos depois.

O Esportes O POVO apurou que o acerto entre Ceará e o treinador foi feito antes mesmo dele se desligar do Paysandu. Com ele, virão o auxiliar Caé Cunha e o preparador físico Roger Gouveia.

Marcelo Chamusca deve viajar para Goiânia (GO) e ali assistirá à partida entre Vila Nova e Ceará, terça-feira, 20.

Ele tem duas passagens pelo futebol cearense, ambas no Fortaleza. Pelo Leão, o treinador conquistou um Campeonato Cearense, porém, ficou marcado por dois fracassos no “mata-mata” da Série C.

No primeiro semestre da temporada 2017, Marcelo Chamusca conquistou o Campeonato Paraense com o Paysandu e no ano passado levou o Guarani de Campinas da Série C para a Série B do Brasileiro.

(O POVO Online)

Haddad e as desventuras com a mídia

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Da Coluna Menu Político, no O POVO deste domingo (18), pelo jornalista Plínio Bortolotti:

Depois de três colunas seguidas, nas quais abordei problemas relativos aos meios de comunicação, parecia que o assunto estava de bom tamanho, por ora. Porém, um artigo do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), na revista Piauí – “Vivi na pele o que aprendi nos livros” – complementa, com exemplos reais, os temas que venho tratando: os malefícios da concentração da propriedade e da falta de diversidade na mídia brasileira – e como isso concorre para solapar a democracia.

Para Haddad, “os grandes grupos de comunicação são geridos por famílias que pensam da mesma forma e têm a mesma agenda para o País, com variações mínimas. Em momentos cruciais de nossa história, como em 1964 e 2016, atuam em bloco”. Falando do cerco que sofreu da imprensa paulistana, Haddad narra várias casos do tratamento desproporcionalmente negativo dirigido à sua administração pelos principais jornais e emissoras de rádio e televisão.

Ao comentar o que ele considera uma guinada do PSDB para a vertente do “conservadorismo regressivo em relação dos costumes e direitos civis”, o ex-prefeito afirma: “Curiosamente, o veículo que mais respaldou essa pauta foi aquele de quem menos se esperava uma aproximação com o obscurantismo: o jornal Folha de S.Paulo”. Como exemplo, cita o caso do suposto “kit gay”, que Haddad foi acusado, equivocadamente, de querer distribuí-los nas escolas, quando ministro da Educação.

A Folha adotou “kit gay” como “retranca” (palavra ou expressão destacada) para abrir suas matérias sobre o assunto. Agindo assim, “o jornal deu dignidade a uma abordagem que contribuiu para que o debate sobre direitos civis atrasasse cinquenta anos no país”, afirma o ex-prefeito.

Do jornal O Estado de S. Paulo, Haddad diz ter colecionado 413 editoriais contra a sua gestão. Em um deles (2016), o jornal apostava que, sendo ele um “demagogo”, jamais reajustaria a tarifa de ônibus em ano eleitoral. Quando o aumento foi concedido, o jornal escreveu um “duro editorial” com o título “Cada vez mais caro e ruim”.

A revista Veja São Paulo afirmou (6/2/2015) que as ciclovias da Prefeitura eram as mais caras na comparação com outras nove cidades estrangeiras. Segundo Haddad, a revista desconsiderou a necessidade de enterrar a fiação, a reforma de canteiros e outros serviços. Ele diz ter levado mais de um ano para desmentir o fato. E, quando o Tribunal de Contas do Estado denunciou que uma ciclovia provisória do Metrô de São Paulo havia custado “seis vezes mais que as ciclovias da prefeitura”, a informação teria sido publicada na revista Exame, também da editora Abril, mas de tiragem menor que a Veja.

Quanto à Globo, Haddad diz que o Fantástico fez uma série de matérias sobre um programa municipal chamado FabLab – laboratórios de impressoras 3D – para fomentar o empreendedorismo. “Não me lembro de que tenham feito (no Fantástico) menção à Prefeitura de São Paulo”.

Porém, esse tratamento, diz, não o incomodava; o pior era quando a matéria jornalística “afetava negativamente a vida dos beneficiários de políticas públicas”, fazendo crescerem “o preconceito e a intolerância em relação aos mais vulneráveis”. Ele atribui à Folha de S. Paulo “grande parte” da responsabilidade pelo fim do programa “De Braços Abertos”, que, em um ano, segundo ele, reduziu o fluxo de moradores em situação de rua na Cracolândia, de 1.500 para 500 pessoas, atestado por pesquisa independente da Open Society Foundations.

Nova geração do jazz se apresenta hoje na Praia de Iracema

Dois músicos da nova cena jazzística do Nordeste se apresentam neste domingo (18), a partir das 19h, no Café Couture, na Praia de Iracema. A cantora potiguar Bruna Hetzel e o pianista pernambucano Amaro Freitas realizam show especial, com standards do jazz e clássicos da bossa nova, em um encontro que também contará com os músicos cearenses do Por um Trio, Hermano Faltz (guitarra), Iury Batista (contrabaixo acústico) e André Benedecti (bateria) como convidados especiais. O show tem apoio do projeto Ceará Jazz Series.

“O show deste domingo vai ter um repertório com clássicos do jazz e da bossa nova, a partir das convergências entre as vivências minha e do Amaro, além dos músicos cearenses maravilhosos, do Por um Trio”, antecipa Bruna Hetzel, prometendo também duas composições dela e duas de Amaro Freitas.

SERVIÇO

Show “Bruna Hetzel, Amaro Freitas e Por Um Trio- ‘Jazz Costa Nordeste'”. O trio é composto por Hermano Faltz (guitarra), Iury Batista (contrabaixo acústico) e André Benedecti (bateria). Neste domingo, 18/6, às 19h, no Café Couture (Rua dos Tabajaras, 554, Praia de Iracema). Couvert artístico: R$ 7,00. Informações: 99913-3819 / Facebook Café Couture.

TSE lança campanha nas redes sociais para acabar com mitos eleitorais

Com o objetivo de esclarecer questões sobre o processo de votação, opções de voto e o resultado de uma eleição, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lança neste domingo (18) em suas redes sociais a campanha Mitos Eleitorais. O primeiro tema a ser abordado na fanpage, no Facebook e no perfil do tribunal no Twitter será “Votar nulo anula uma eleição?”.

A ideia da campanha, que será veiculada este mês e em julho, é desmistificar alguns temas e esclarecer o eleitor brasileiro. Para isso, foram criados nove vídeos de curta duração, animados, com infográficos para as redes sociais.

Os demais temas da campanha são “Voto em branco vai para quem está ganhando?”, “Voto em branco é igual a voto nulo?”, “É eleito sempre o candidato que possui mais votos?”, “Quem não votou na última eleição não pode votar na próxima?”, “Depois da eleição é possível saber em quem o eleitor votou?”, “Quem é convocado para ser mesário, será convocado sempre?”, “Ninguém pode ser preso no dia da eleição?” e “O eleitor pode votar usando a camiseta do seu partido?”.

No Twitter do tribunal, o eleitor também pode participar de um jogo para testar seus conhecimentos.

(Agência Brasil)

Parque da Sabiaguaba corre risco de degradação

Editorial do O POVO beste domingo (18) alerta para a constante ameaça de invasão do Parque Natural das Dunas da Sabiaguaba. Confira:

Um dos hábitos da administração pública – em nível municipal, estadual ou federal – é a síndrome da inauguração. Governantes gostam de inaugurar pontes, viadutos, praças e até banheiros públicos, incluindo reformas em obras arruinadas. O problema é que, passada a festa, o equipamento novo ou reformado é esquecido e, em pouco tempo, começa a deteriorar-se, tornando-se imprestável, causando prejuízos econômicos e sociais.

É nesta situação que está o Parque Natural das Dunas da Sabiaguaba, conforme reportagem publicada na edição de sexta-feira no O POVO: “Faixa de praia em área protegida é alvo de ocupação”, mostrando que o local convive com a ameaça constante de invasão. O bioma é extremamente delicado e pode facilmente ser degradado se não for bem protegido.

Segundo constatou o repórter João Marcelo Sena, há várias construções rústicas no local, constituindo-se ameaça ao parque, pois assim começam as invasões dos locais públicos, que depois vão se adensando tornando difícil a retomada do controle da situação. Muitas dessas invasões são organizadas por espertalhões profissionais, que lucram com a situação, vendendo o que não lhes pertence.

Em um “Ponto de Vista” que acompanha a matéria, o jornalista Demitri Túlio exorta o prefeito Roberto Cláudio a tomar para si os cuidados com o parque das dunas; caso contrário, seus auxiliares “continuarão fazendo de conta que administram o equipamento com um conselho gestor inoperante”.

Demitri anota que, desde a criação do parque, há 11 anos, não se nomeou nenhum administrador, não existe sede nem cerca que delimitando os seus mais de 467 hectares.

O jornalista tem razão sobre o descaso com o parque. Quando a reportagem perguntou à Secretaria Municipal do Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma) sobre a fiscalização da área, foi informada que a responsabilidade seria da Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis); esta, por sua vez, informou que fizera “sete ações de retirada de invasões”, mas nada disse sobre as construções que estão na área.

É o velho jogo de empurra, que pode levar a um ponto de não retorno para a salvação do parque.

Franceses votam no segundo turno das eleições legislativas

Mais de 65 mil mesas de votação da França metropolitana abriram neste domingo (18) para o segundo turno das eleições legislativas francesas, onde se renovará a Câmara Baixa, com a previsão de uma ampla maioria para o partido do presidente, Emmanuel Macron.

No total, neste segundo turno, serão definidas 573 das 577 cadeiras que compõem a Câmara Baixa francesa, já que quatro foram escolhidas já no primeiro turno.

Agora, concorrem os dois candidatos mais votados ou aqueles que obtiveram no domingo passado mais de 15% dos votos.

As eleições acontecem em meio a grandes medidas de segurança, com 50 mil agentes destacados em todo o país, que vive em estado de emergência desde a onda de atentados de 2015.

(Agência Brasil)

PIB do primeiro trimestre no Ceará sai nesta segunda-feira

O diretor-geral do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), Flávio Ataliba, vai divulgar nesta segunda-feira, às 15 horas, a análise do PIB do 1º trimestral do Ceará de 2017. Será durante coletiva na sede da Secretaria do Planejamento do Estado (Cambeba).

Flávio Ataliba, juntamente com os analistas, fará a apresentação do estudo e, após o término da apresentação, ficará, com demais economistas, disponíveis para responder perguntas dos jornalistas.

Ele ressaltar que, como indica somente uma tendência de crescimento ou arrefecimento da economia, as informações e resultados são preliminares e sujeitos a retificações após cálculo das Contas Regionais definitivas, em conjunto com o IBGE e as 27 Unidades da Federação.

Além do Ceará, mais sete estados brasileiros realizam o cálculo de sua economia a cada três meses. São eles: Bahia, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo.

O PIB é um indicador que mostra a tendência do desempenho da economia cearense no curto prazo. O estudo é calculado com base nos resultados dos setores Agropecuária, Indústria e Serviços, e desagregados por suas atividades econômicas.

Camilo inaugura Centro de Imagem do antigo Hospital da Polícia

O governador Camilo Santana (PT) vai inaugura, ás 9 horas desta segunda-feira, o novo Centro de Imagem do Hospital e Maternidade José Martiniano de Alencar, o antigo Hospital da Polícia, no Centro de Fortaleza.

O novo Centro possibilitará a garantia de novos exames à população, como tomografia computadorizada, densitometria óssea e mamografia. O investimento de R$ 1,95 milhão tem recursos dos governos estadual e federal.

Os novos equipamentos vão possibilitar maior rapidez no diagnóstico e no tratamento de pacientes encaminhados para o hospital. Além dos novos exames, os pacientes do hospital também têm acesso a outros como ultrassonografia, ecocardiograma, eletrocardiograma, teste ergométrico e radiografia.

Anvisa avança na regulação da maconha para fins medicinais

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa( avançou na regulamentação do plantio de maconha para fins de produção e de pesquisa para fins medicinais, que será feita até o fim do ano.

A informação é do jornalista Lauro Jardim, colunista do O Globo.adiantando queserão emitidos certificados autorizando o plantio de forma a atender a demanda do mercado interno de pacientes.

O Ministério da Saúde e a Polícia Federal entrarão na mesa de discussão após uma consulta pública em agosto.

Ciro Gomes chama Temer de “canalha” e volta a ficar contra uma candidatura de Lula a presidente

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O pré-candidato à Presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes (PDT), afirmou ser improvável que o presidente Michel Temer (PMDB) não conclua o mandato. Foi o que ele disse em Belo Horizonte, ao participar do ato Minas Pelas Diretas Já e do 55º Congresso da UNE (União Nacional dos Estudantes), no fim de semana.

“Ele (Temer) representa organicamente o centro do poder real no Brasil, e ele está fazendo o que pode e o que não pode. Eu o conheço, ele não tem escrúpulos, ele é um grande canalha. Está espionando ministro do Supremo com a Abin, está perseguindo adversários e isso está funcionando”, disse.

Durante o congresso, Ciro foi questionado sobre sua candidatura e afirmou que isso não está garantido. “É muito cedo. Eu propus aqui que a gente debatesse o Brasil. Entrarei com a minha proposta e, nessa hora, pedirei as simpatias, mas agora não é hora de dividir, é hora de somar.”

Ele prega que os partidos de esquerda se unam para derrubar Temer e deixem para se dividir em “julho de 2018”, às vésperas da eleição.

A respeito da realização de eleições diretas – que demandaria mudança na Constituição-, Ciro disse que seria “bom ter a mão do povo limpando a área, mas eu não acredito muito que isso aconteça”.

Ciro ainda se posicionou contrário a uma nova candidatura do ex-presidente Lula. “Ele desserve ao Brasil e a sua própria biografia se ele não ajudar a construir uma passagem para um novo projeto. Na hora que ele entrar, o Brasil se divide numa reflexão odienta e apaixonada ao redor dele.”

Ciro responsabilizou Lula por ter colocado Temer na linha de sucessão e por ter indicado Dilma Rousseff, “uma pessoa sem experiência e que acabou se vulnerando a esse golpe”. “Porque [Lula] ficou tão poderoso, tão dono da verdade, que não ouviu mais ninguém”, completou.

Em fala aos estudantes, Ciro lembrou que Lula pediu o impeachment de Fernando Henrique Cardoso a Temer, então presidente da Câmara, em 1999, e afirmou que desaprovou a atitude.

“Remédio pra governo ruim não é impeachment. Quando a gente repete a história é como farsa ou tragédia”, disse.

“Eu disse: Lula, não faça isso. Numa democracia verde como a nossa, se a gente legitimar esse caminho, na próxima que um de nós estiver no poder, eles vão fazer, com a diferença que eles tem a mídia e o poder econômico.”

“O que segura o país é o consenso ao redor de estruturas e não esses oportunismos de conveniência. Um dia a gente usa contra eles e perde a autoridade moral quando vierem usar contra nós”, completou.

Em outro momento, voltou a afirmar que a história brasileira adora se repetir, ao lembrar que Fernando Collor se elegeu com a promessa de moralizar o país.

“O [João] Doria [PSDB] é a tentativa deles, mas ele é tão fraquinho que vão ter que inventar outro. Daqui até dezembro ele morreu.”

(Fonte – Folhapress)

Expresso 150 – Grupo de advogados vai cobrar posições da OAB do Ceará

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Um grupo de advogados fará reunião nesta segunda-feira, às 15 horas, no Fórum Clóvis Beviláqua, para avaliar nova fase da Operação Expresso 150. O grupo se diz independente e quer saber, entre algumas curiosidades, se há algum conselheiro da OAB/CE envolvido nesse caso.

Pauta do movimento 

1- Dar apoio à Polícia Federal na investigação Expresso 150

2- Cobrar publicamente do presidente da Ordem, Marcelo Mota, uma postura firme em relação à participação no esquema de liberação de alvará na 4 vara cível de algum conselheiro.

Os planos de Rodrigo Maia

Cotado como favorito no caso de uma eleição indireta, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM/RJ), está em uma posição confortável no tabuleiro pós-2018, segundo a Coluna Radar, da Veja Online.

Seu plano, caso não substitua Temer, é ser reeleito presidente da Câmara por mais dois anos (provavelmente vai) e ter a companhia do pai César Maia, como senador.

Câmara Federal debate esta semana os valores da tabela do SUS

O prejuízo econômico na área da saúde, a redução de equipes de saúde, o desestímulo à abertura de novos hospitais e a degradação dos existentes, a desativação de leitos e o comprometimento de exames diagnósticos são temas que serão debatidos, na terça-feira (20), na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados.

A defasagem dos valores da tabela do Sistema Único de Saúde (SUS) é uma reclamação na área há cerca de uma década. Em 2013, o então ministro da Saúde, Arthur Chioro, reconheceu o problema e apontou para a criação de um novo mecanismo de financiamento para a saúde pública. Mas a proposta ficou somente na promessa.

(com agências)

Briga no golpe

Da Coluna Valdemar Menezes, no O POVO deste domingo (18):

O Brasil acompanha o rescaldo da briga entre os poderes, desde que a Veja denunciou suposta espionagem do ministro Edson Fachin pela Abin (supostamente a mando de Michel Temer). Isso provocou notas e contranotas dos chefes do Judiciário e do Executivo. Também houve ameaça de se usar a CPMI da JBS contra Fachin, além da protelação, pelo Legislativo (Senado), do afastamento do senador tucano Aécio Neves do cargo, determinado pelo ministro.

Nesse ínterim, o PSDB resolveu continuar apoiando um governo acuado e agônico, aparentemente em troca da promessa de receber apoio do PMDB em 2018. Mas, o guru do partido, FHC, no dia seguinte, teve o bom senso de defender as diretas. E agora?

As desavenças surgidas entre as forças golpistas são patentes. Quem abocanhou o governo foram os segmentos mais fisiológicos da representação política brasileira, cujos “malfeitos” estavam sendo rastreados pela Lava Jato (embora a prioridade fosse o PT) já que participavam da base do governo petista. Ora, era preciso remover tudo que desse sustentação ao projeto do PT, malvisto pelo mercado financeiro por estar na contramão deste. Interessava igualmente a Washington (no rastro de sua política de contenção da Rússia e da China) enfraquecer o Brasil, por ser um dos fortes sócios do Brics e, também, o elo mais importante da aliança de governos progressistas da América do Sul. Era intolerável para Wall Street e seus aliados brasileiros a derrota, nas urnas, pela quarta vez consecutiva, do projeto neoliberal (PSDB).

O tumor da corrupção – que a espionagem americana havia detectado (segundo Edward Snowden), na Petrobras e em outros segmentos da estrutura pública brasileira – foi a brecha encontrada para acionar o alentado projeto ianque de desestabilização do governo petista. As pistas teriam sido repassadas a quadros da magistratura, do Ministério Público e da Polícia que haviam sido convidados a ir aos EUA fazer cursos de capacitação no combate a crimes contra o sistema financeiro (segundo Wikileaks).

A investigação ganhou corpo a partir da montagem da Operação Lava Jato: enquanto os investigadores buscavam rastreá-la e identificar seus agentes (embora numa operação estranhamente descasada das políticas estratégicas de Estado em curso) a arapongagem americana (interessada em golpear o Brics, desestabilizar o governo da esquerda e abocanhar o pré-sal) apontava o “caminho das pedras”: as velhas forças fisiológicas às quais o PT se aliara com vistas a obter a maioria parlamentar para governar.

A tática inicial foi desacreditar o PT perante a grande massa, fazendo-o responsável exclusivo pela corrupção. A investigação seguiu um roteiro estreitamente conjugado ao da disputa política pelo poder, em curso no País, a ponto de se mesclar com ela. Ao se deparar com indícios de “malfeitos” de membros da oposição, tornou-se comum a justificativa: “isso não vem ao caso”. Simultaneamente, “vazamentos” seletivos bombardeavam dia e noite o PT, numa política de “terra arrasada”, vista pelos críticos como forma de criar um clima de linchamento moral e de prejulgamento a fim de produzir os resultados políticos desejados.

Mas, isso não era tolher o devido processo legal e violentar a Constituição? Sim, mas, as instituições encarregadas de zelar pela integridade do Estado Direito foram, então, devidamente intimidadas pelo “clamor das ruas”, açulado por poderosos meios de comunicação.

Governo da Argentina exige da Odebrecht detalhes sobre propinas pagas no país

O ministro da Justiça da Argentina, Germán Garavano, exigiu nesse sábado (17) que a construtora Odebrecht dê todos os detalhes sobre as propinas de US$ 35 milhões pagas no país para obter concessões de obras públicas.

“O governo exige que a empresa dê os nomes e conte o que ocorreu. Se há alguém que pagou propinas na Argentina, a empresa sabe perfeitamente quem foi, a quem (pagou) e o motivo”, disse o ministro em entrevista à Rádio Mitre.

A Justiça da Argentina investiga o pagamento de propinas pela construtora para obter contratos de obras públicas durante o mandato da ex-presidente Cristina Kirchner (2007-2015).

Em dezembro, a Odebrecht admitiu ter pagado US$ 35 milhões em subornos no país, dinheiro que foi entregue tanto a funcionários do governo anterior quanto do atual.

Para Garavano, a Justiça argentina avançou muito pouco nas investigações sobre a Odebrecht. “É vergonhoso, somos o único país que não avançou nesse assunto”, afirmou.

(Agência Brasil)