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Genecias Noronha orienta Solidariedade a votar pelo impeachment de Dilma Rousseff

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O deputado federal cearense Genecias Noronha, em nome do Solidariedade, ocupou a tribuna da Câmara, durante sessão de votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Ele endossou o relatório de Jovair Arantes (PTB/GO) e bateu duro no Governo Dilma e na “jararaca”, em alusão ao ex-presidente Lula.

Em seguida, Paulinho da Força (SP) ocupou a tribuna e cantou paródia contra o Governo, a partir da música “Pra não dizer que não falei das flores”, de Geraldo Vandré, e que faz criticas à ditadura de 64. Chegou a cantarolar:

“A Dilma vai embora e os vagabundos do PT…”

Cid Gomes reafirma que maioria da Câmara é de achacadores e apregoa eleições gerais

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Do Facebook do ex-governador Cid Gomes, que está acompanhando a sessão de votação do impeachment de Dilma Rousseff:

“Estou acompanhando a sessão que votará o impeachment da Dilma.
Um monumental espetáculo de mediocridade nos discursos dos líderes – imagine os liderados – partidários.

Um bom remédio para o Brasil seria o impedimento dos deputados!
São em sua grande maioria ACHACADORES!
Sanguessugas do País!
ELEIÇÕES GERAIS!

Manifestantes aguardam o fim da votação para sair às ruas

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Litoral do Rio

Várias manifestações contra e a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff acontecem em alguns pontos do País. Mas o que se observa mesmo é que o eleitorado dividido aguarda pelo resultado para sair de casa.

 Em Fortaleza, manifestantes contra o impeachment estão concentrados na avenida da Universidade com 13 de maio (Benfica). Já os que são a favor do impeachment estão se concentrando na Praça Portugal.

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Começa sessão da Câmara que vai decidir sobre pedido de impeachment de Dilma

Começou pontualmente às 14 horas, no plenário da Câmara dos Deputados, a sessão em que 513 deputados começam a decidir o futuro político da presidente Dilma Rousseff. Desde a última sexta-feira (15), foram mais de 42 horas de debates para que a Câmara decida hoje (17) se autoriza ou não o processo de impeachment de Dilma. A sessão foi aberta com quórum de 265 parlamentares.

A sessão foi aberta pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) que destacou o rito que será adotado neste domingo. Logo no começo da sessão, o relator do processo na Comissão Especial do Impeachment, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), terá 25 minutos para reapresentar os pontos principais de seu parecer, favorável ao impedimento da presidente da República.

O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, responsável pela defesa da presidente, não terá direito à fala hoje. Cardozo pediu ao presidente da Câmara tempo igual ao do relator para mais uma defesa, mas o requerimento foi recusado por Cunha sob o argumento de que a Câmara vai adotar o mesmo rito do impeachment do ex-presidente Fernando Collor, em 1992, quando só o relator se manifestou nesta etapa do processo.

Após a apresentação de Arantes, os 25 líderes de partidos representados na Casa terão direito a falar. Cada um terá entre três e 10 minutos para suas considerações e para orientar a bancada. O tempo varia conforme o número de deputados de cada legenda na Casa. A expectativa da Mesa da Câmara dos Deputados é que a votação propriamente dita comece por volta de 16h30.

Conforme determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), em sessão extraordinária realizada na última sexta-feira, a votação seguirá conforme o regimento interno da Câmara, com chamada alternada de deputados da Região Norte para o Sul.

Em cada estado, a chamada será nominal, por ordem alfabética. Assim, deputado Abel Mesquita Jr (DEM), de Roraima, será o primeiro a votar.  Alagoas será o último estado a se manifestar, com o deputado Ronaldo Lessa (PDT), que encerrará a primeira chamada de votação. Para os parlamentaras que perderem a primeira chamada, haverá uma segunda convocação para que se manifestem.

(Agência Brasil)

Com a respiração suspensa

Editorial do O POVO neste domingo (17) avalia o clima da votação do processo de impeachment. Confira:

O País está, neste domingo, com a respiração suspensa esperando a votação que pode definir o destino da presidente Dilma Rousseff. É certo que, mesmo que a Câmara dos Deputados aprove a admissibilidade do impeachment, o processo terá ainda de tramitar no Senado que, em última instância, julgará a presidente, decidindo se ela será ou não afastada do cargo.

Portanto, a situação de incerteza ainda permanecerá, pois a tramitação no Senado se dará em etapas e terá de respeitar os prazos regimentais. Se o pedido de impeachment chegar ao Senado, forma-se uma comissão de 10 senadores que terá dez dias para apresentar seu parecer, contra ou a favor do seguimento do processo. Depois disso, o parecer vai à votação dos senadores, que, por maioria simples, decidem se o processo será instaurado.

Se os senadores decidirem que o pedido não seguirá adiante, o processo será extinto. Se a decisão for a favor da instauração do processo, a presidente da República é afastada do cargo por 180 dias e o vice, Michel Temer, assume a titularidade provisoriamente. Essa votação é por maioria simples.

Instaurado o processo, a presidente passa a ser julgada e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) assume o comando da votação. Nesta etapa, para condenar ou absolver a presidente, será necessária a maioria de 2/3. Se a decisão for pelo impeachment, ela é destituída do cargo e o vice assume até o fim do mandato. Em caso de absolvição, ela retoma imediatamente o cargo.

Portanto, por mais dolorosa que seja essa quadra que vive o País, em que tudo gira em torno dessa questão eminentemente política, ela ainda irá para além deste domingo, e também permanecerá a desgastante polarização que vem tomando conta do País.

Por isso, mais do que nunca, é preciso tranquilidade. Os líderes das duas correntes – contra e a favor do impeachment – deveriam lançar um apelo a seus seguidores para que as manifestações que estão ocorrendo em todo o Brasil, transcorram de modo pacífico, sem ataques físicos e sem violência de qualquer espécie.

Acima de outras considerações, partidárias ou ideológicas, é preciso lembrar que o povo brasileiro alcançou a democracia depois de uma dura luta, que uniu diferentes segmentos da sociedade. Portanto, não seria aceitável, agora, que se pusesse essa conquista em risco por ações impensadas ou violentas.

Frente Brasil Popular acompanha votação do impeachment via telão na Avenida da Universidade

A Frente Brasil Popular continua ocupando, neste domingo, quatro quarteirões da avenida da Universidade – do trecho da Reitoria da UFC até a sede do Conselho Regional de Contabilidade. Ali, houve vigília desde o começo da noite de sábado.

Participam do ato filiados do PCdoB, PT e membros da CUT, MST, Fetraece, Fetamce e professores e estudantes, além de caravanas do Interior que acampam em alguns trechos.

Um telão já foi instalado no cruzamento da avenida da Universidade com avenida 13 de Maio.

O Brasil não discute mais o Brasil

Com o título “Golpe de Estado permanente”, eis artigo do sociólogo e professor Pedro Albuquerque. Ele lamenta a frágil democracia brasileira e seus partidos transformados em mercado varejista. O Brasil não discute mais o Brasil. Confira:

Até quando, Chicos e Franciscos, nossa pátria mãe permanecerá passiva, tão distraída, adormecida, sem perceber que está sendo subtraída em tenebrosas transações?

Há um balcão de negócios espúrios de cargos e empresas públicas sendo perpetrado sem mais disfarces. Esquarteja-se o Estado em função de vis propósitos.

Há golpes urdidos continuadamente por dentro do Estado, que destroem pilares da democracia, como os partidos políticos, fragmentando-os, descaracterizando-os, desideologizando-os, transformando-os em mercado varejista onde se vendem honras e dignidades.

O Brasil não discute o Brasil há muito tempo. Nosso país foi excluído da agenda nacional.

Predomina o debate da mais reles política, da antipolítica, rasteiro, ardiloso, sem ideias, sem horizonte, agressivo, incivilizado.

Matar a política é uma forma de conspirar contra a democracia. As maquinações contra a democracia não são obras somente dos que a odeiam. A democracia tem seus inimigos íntimos.

Todas as conjurações antidemocráticas contínuas, obstinadas, realizadas por dentro do próprio Estado, a fim de manter o monopólio do poder, algumas das quais venho de indicar, têm um nome, um conceito: Golpe de Estado Permanente.

*Pedro Albuquerque,

Sociólogo e Professor.

Câmara Municipal de Fortaleza realiza debates do processo de impeachment

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Por meio da TV Fortaleza (61.4 pelo sinal digital ou canal 6 da Multiplay) e da Rádio Fortaleza (106,1 FM), a Câmara Municipal realizou neste domingo (17) debates sobre a votação do impeachment.

Enquanto a rádio, sob o comando dos jornalistas André Capiberibe e Renato Abreu, trouxe flashes ao vivo de Brasília, a TV Fortaleza, sob o comando do jornalista Demóstenes Batalha e mediação do jornalista Paulo Sérgio Feitosa Cordeiro, promoveu debates e mesa redonda.

Dilma mantém rotina em dia de decisão sobre impeachment

Buscando manter a rotina no dia em que a Câmara dos Deputados decide sobre a admissibilidade do pedido de impeachment, a presidente Dilma Rousseff andou de bicicleta na manhã deste domingo (17) nos arredores do Palácio da Alvorada, em Brasília, sua residência oficial.

O exercício matinal da presidenta ocorreu de forma diferente da usual. A presidente, que costuma andar de bicicleta por volta de 6h, saiu do Alvorada às 7h40 e encurtou o trajeto que geralmente costuma fazer.

Quando se dirigia a uma das saídas do palácio, acompanhada de seguranças, ela percebeu a presença dos jornalistas e desviou o caminho que geralmente costuma fazer. Dessa vez, saiu pela via principal de acesso ao Alvorada e passou em frente ao Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente Michel Temer, que tem protagonizado um embate público com ela nos últimos dias.

Abordada por um jornalista que registrou o evento, a presidenta evitou conversas e respondeu apenas ao cumprimento de “Bom dia”. Ela também procurou não olhar diretamente para as câmeras. O exercício, que costuma durar cerca de 50 minutos, foi cumprido em apenas 15.

Dilma deve passar o domingo no Alvorada, reunida com os ministros mais próximos, acompanhando a votação dos 513 deputados que vão aprovar ou rejeitar o parecer favorável ao prosseguimento do impeachment no Congresso.

(Agência Brasil)

Crise econômica e falta de credibilidade do governo dominam discursos pró-impeachment

O deputado Marcelo Belinati (PP-PR) disse que votará favoravelmente ao impeachment da presidente Dilma Rousseff, mas para ele esse é apenas o primeiro passo para que novas pessoas, com novas práticas, assumam a política brasileira. “Eu entendo que a presidente Dilma, o vice Temer, o presidente Cunha e Renan Calheiros deveriam renunciar e convocar novas eleições”, disse.

O deputado Paulo Azi (DEM-BA) frisou que a crise que se instalou no País é culpa do governo. Para ele, a presidente cometeu crime fiscal, com graves consequências, porque o Brasil perdeu confiança internacional e a economia está desorganizada. “Chega, alto lá dona presidente; não toleraremos mais a corrupção, não conviveremos mais com a mentira”, disse.

O deputado Hildo Rocha (PMDB-MA) lembrou que os deputados são legítimos representantes do povo brasileiro, mas não são donos de seus mandatos, por isso devem ouvir seus eleitores. “Fiz uma consulta aos meus eleitores e foram mais de 50 mil pessoas; a maioria disse que eu deveria votar a favor da admissibilidade do impeachment da presidente Dilma”, disse.

O deputado Zé Silva (SD-MG) pontuou a gravidade de retirar do governo o mandatário, mas disse que isso será necessário para restabelecer a ética e o decoro na gestão da coisa pública. “A história vai julgar todos nós, inclusive os bons resultados do PT no governo, mas não é isso que justifica a omissão frente à corrupção”, disse.

O deputado Gilberto Nascimento (PSC-SP) afirmou que os deputados gostariam de estar discutindo projetos para o desenvolvimento do Brasil e não votando um processo de impeachment. Para ele, é preciso promover a união e o desenvolvimento. “O país vive uma dificuldade econômica, conflitos entre os poderes, e o Brasil está se dividindo, com as pessoas em alta agressividade”, disse.

(Agência Câmara Notícias)

Polícia recolhe fogos de artifício encontrados em uma árvore na Esplanada

Um saco de lixo com duas caixas de fogos de artifício foi encontrado pela Polícia Militar durante patrulhamento realizado no início da manhã deste domingo (17) próximo à Esplanada dos Ministérios, em Brasília. O saco estava na copa de uma árvore atrás do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Segundo a Polícia Militar o saco estava cheio de folhas secas que encobriam as caixas. O material foi recolhido. Na Esplanada Ministérios não está sendo permitida a entrada de materiais como hastes de bandeiras, bebidas alcoólicas e vidro, entre outros.

A PM informou também que pediu o recolhimento de pedaços de madeira com pregos, resultante de uma reforma que está sendo feita no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, segundo informações da PM.

(Agência Brasil)

Sem o resgate da Polícia Civil do Ceará, em breve viveremos a mais pura barbárie social

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Em artigo enviado ao Blog, a vice-presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Ceará, Ana Paula L. Cavalcante, comenta a falta de estrutura na Polícia Civil e suas consequências. Confira:

Ao longo dos meus quase 16 anos de Polícia Civil, vi sucessivos governos cegarem os olhos à minha instituição. Programas mirabolantes e invenções falaciosas surgiram como fórmulas mágicas de combate ao crime, sem, contudo, trazerem os resultados desejados. Aí, criavam novas ideias, iludiam os desavisados mais uma vez e a bola de neve foi se acumulando.

Quem se assusta com o que estamos vendo nos últimos meses em nosso Estado, certamente não entende nada de segurança pública. Um mínimo conhecimento mostraria que era questão de tempo enfrentarmos a situação que hoje lamentavelmente vivemos: policiais diariamente sendo vitimados; prédios públicos com bombas; viaturas e ônibus incendiados; delegacias de polícia alvos de ataques, etc. Tudo o que a criatividade de uma mente criminosa possa pensar no sentido de desafiar as forças de segurança está sendo posto em prática.

Tempos difíceis de viver. Tempos difíceis de ser polícia.

Para nós, nada disso é surpresa. Infelizmente, ao longo dos anos, vimos uma equivocada e reiterada estratégia de governo em se apostar quase exclusivamente na polícia militar como solução para a questão da violência em nosso estado. Concordo que a PM tem, sim, um papel fundamental nessa problemática. Contudo, somente através de investigação se alcança as lideranças do crime organizado e essa tarefa é exclusiva da Polícia Civil.

Ocorre que com metade do efetivo que tínhamos na década de 80, com cerca de 600 inspetores desviados de suas funções trabalhando como “babás de preso” e em média quatro policiais civis (entre escrivães e inspetores) pedindo exoneração por semana por conta dos baixíssimos salários, fica realmente difícil combater essas organizações de elaborada estrutura organizacional.

Não se consegue resultados diferentes, repetindo uma mesma (e fracassada) fórmula. Quero crer que ainda verei um governo apostar em nós. A Polícia Civil é um gigante que fizeram adormecer, mas que anseia verdadeiramente demonstrar o seu valor. Queremos apenas uma chance!

Valorizem o policial civil, tirem os presos das delegacias e reforcem o nosso efetivo. Nos deem os meios e mostraremos que vagabundo não vai ter vez nesse Estado!

Valim e Sibá Machado trocam empurrões e Polícia Legislativa intervém

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Os deputados Vitor Valim (PMDB-CE) e o deputado Sibá Machado (PT-AC) protagonizaram empurra-empurra e troca de ofensas na madrugada deste domingo (17), durante a discussão do pedido de abertura de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.

Policiais Legislativos e deputados intercederam para separar os parlamentares. “Peço muita tranquilidade nesta hora”, disse o deputado Gilberto Nascimento (PSC-SP), que presidia a sessão no momento.

(Agência Câmara Notícias)

O poder dos escolhidos

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Da Coluna Fábio Campos, no O POVO deste domingo (17):

A disputa em torno da votação do impeachment se dá em um caudaloso poço de lama. Um clássico nacional. Não faz tempo, os dois lados formavam um só time. Juntos, ganharam todos os últimos campeonatos. Juntos, levaram o Brasil varonil à bancarrota. Associados, tungaram o País. Levaram a Petrobras e outras estatais à lona. A vergonha é mundial.

Ninguém faz autocrítica. Ninguém assume as responsabilidades pelos terríveis acontecimentos. Pobre Brasil. Encalacrado. O sistema político foi lapidado de uma forma que não ajuda a fazer limpezas. Pelo contrário, o sistema vigente se reproduz e permanece incólume. Seja qual for o resultado da votação dominical, o sentimento é que as coisas vão mudar (se mudarem) para que tudo continue como sempre.

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, é um corrupto? Sim, os fatos estão aí. Disponíveis, óbvios e ululantes. Segundo uma das acusações da Procuradoria Geral da República, o deputado carioca recebeu propina superior a US$ 5 milhões “por viabilizar a aquisição de um campo de petróleo em Benin, na África, pela Petrobras, em 2007”.

Atentem bem: aquisição de um campo de Petróleo na costa africana? Ora, quem deu poder ao então reles deputado, de currículo já muito suspeito naquele ano, a exercer tamanha influência nos negócios da estatal? Este é o ponto. Cunha fez por onde ao ser convidado para esta festa rica. Quem o convidou? A lógica é latejante.

Que diabos de método político e administrativo faz um Governo entregar para o notório senador Fernando Collor o poder de mando e desmando sobre a Petrobras Distribuidora, a bilionária subsidiária da maior e mais importante estatal brasileira? Para desvendar os motivos, basta usar a lógica mais comezinha. A Cesar o que é de Cesar.

Alguém concedeu para essa turma e para os seus o poder de fazer negócios com as generosas tetas nacionais. Os meliantes atuaram com carimbo oficial. E o carimbo foi concedido por serem meliantes. Afinal, pra fazer patifaria precisa-se de patifes. Para fazer o que fez, Cunha recebeu o beneplácito do poder. Collor et caterva, também.

Cid Gomes acompanha votação do impeachment em Brasília

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O ex-governador do Ceará, Cid Gomes (PDT), acompanhará a votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), neste domingo (17), em Brasília. Cid Gomes, que no início desse segundo governo Dilma ocupou o Ministério da Educação, disse que o seu partido defende a permanência da presidente, diante do processo democrático. Mas que o PDT deixará o governo, mesmo em caso da vitória dos governistas na votação de logo mais.

“Defendo que o meu partido, no dia seguinte à Dilma permanecendo, a gente saia do governo. Acho que o Brasil precisa de muitas mudanças, mas o que a gente tem que defender é um valor democrático. Mandato é uma coisa consagrada pela população”, comentou o ex-governador do Ceará.

Sobre o resultado da votação do impeachment, Cid Gomes disse que “vai ser uma luta até a última hora. Não tem nada decidido”.

(Agência Brasil)

Em situação delicada, Adail Carneiro não aparece para discursar contra o impeachment

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Exonerado do cargo de assessor especial do governo Camilo Santana, na última quinta-feira (14), para reforçar o bloco governista contra o impeachment, o deputado federal Adail Carneiro (PP) não apareceu para discursar em defesa do mandato da presidente Dilma Rousseff, na madrugada deste domingo (17), na última sessão antes da votação pelo impeachment.

A ausência do parlamentar cearense deixou os governistas em situação de alerta, diante da pressão que Adail vem sofrendo por parte do partido. Com 48 deputados, o PP havia decidido liberar sua bancada para a votação. Até o momento da denúncia que o Palácio do Planalto estaria “aliciando” parlamentares da bancada a votar contra o impeachment, após uma nomeação ao Ministério da Integração.

O partido então reorientou seus deputados a votarem pelo impeachment. Os “rebeldes” serão punidos. No caso do Ceará, além de Adail Carneiro o PP conta com Macedo Júnior, o Macedão. Enquanto Adail declarou apoio à presidente, Macedão está entre os indecisos.

O temor do PP no Ceará é que o partido saia das mãos do atual grupo político, liderado pelos Ferreira Gomes, e passe para o grupo liderado pelo PMDB, que tem à frente o senador Eunício Oliveira.