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Futuro ministro da Fazenda vai depor semana que vem ao Ministério Público

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Em meio à transição de governo, o economista Paulo Guedes, que será o ministro da Fazenda do governo de Jair Bolsonaro, irá depor na semana que vem ao Ministério Público Federal, em Brasília.

Isso, segundo o jornalista Lauro Jardim, colunista do O Globo, dentro do procedimento de investigação criminal para apurar a eventual participação de Guedes em um esquema fraudulento em que uma empresa do economista desviaria recursos dos fundos de pensão Funcef, Petros e Postalis, dos funcionários das estatais Caixa, Petrobras e Correios.

(Foto – O POVO)

Empresariado comemora Bolsonaro e exalta Sergio Moro

A Confederação Nacional da Indústria vai realizar hoje, em Brasília, duas festas: uma é a posse de Robson Andrade, reeleito para mais quatro anos à frente da entidade; a outra, pela vitória de Jair Bolsonaro (PSL), pois a CNI nunca escondeu, por meio de seus membros, que torcia contra o PT mesmo com alguns exaltando ter sido a Era Lula, principalmente, boa para o mercado, mas vindo o estrago com a gestão Dilma.

Há um outro personagem nessa história que ganhará elogios por ter feito a varredura moral apregoada por muitos dos seus integrantes: o juiz federal Sergio Moro, o magistrado à frente da Lava Jato, responsável por ter mandado o maior líder da oposição no País – Lula, para o xilindró da PF em Curitiba.

Beto Studart, presidente da Fiec, uma das presenças certas nesses atos, destaca: “Passamos por uma catarse, uma verdadeira e histórica purificação. Humildemente rendamos nossa homenagem ao verdadeiro comandante e solitário iniciador dessa conquista: Sergio Moro. Nós fomos apenas coadjuvantes”. Ele lembra que o PT tem gente ruim, mas também boa. Citou o governador do Ceará, Camilo Santana. “Mostrou como gerir de forma moderna e aberto para o mundo. Que sirva de exemplo”, disse.

(Foto – Fábio Lima)

Bancos poderão acelerar redução do limite do cartão de crédito

As instituições financeiras poderão reduzir mais rapidamente o limite do cartão de crédito de clientes com maior risco de inadimplência, segundo a decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN). DE acordo com o Banco Central (BC), a medida foi necessária para que os bancos gerenciem melhor os riscos e não aumentem o spread bancário (diferença entre os juros captados pela instituição financeira e as taxas cobradas do consumidor).

Em abril, o CMN tinha estabelecido que a instituição financeira precisava esperar 30 dias a partir da comunicação ao cliente de que ele corria risco de não conseguir pagar a fatura para reduzir o limite do cartão. O chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do BC, André Pereira, explicou que, após discussões internas e com o sistema financeiro, a autoridade monetária entendeu que a regra anterior aumentaria o risco dos bancos.

Agora, em casos excepcionais, as instituições financeiras poderão dispensar o prazo de 30 dias e reduzir o limite logo após a comunicação ao cliente. Caberá a cada instituição definir o prazo para a alteração e estabelecer os critérios de excepcionalidade, conforme sua política de crédito e de gerenciamento de riscos.

Pereira esclareceu que a redução imediata do limite do cartão só ocorrerá em casos atípicos, quando o banco constatar deterioração significativa do risco de o cliente dar calote. Ele declarou que a medida pode resultar em juros mais baratos para os consumidores.

“Ela não é uma medida específica de redução de spread. O que estamos fazendo é proporcionar uma gestão de risco mais apurada para que evite um eventual aumento de spread. Porque, se ficar comum um comportamento de uso da linha de crédito toda, a consequência final será a redução dessa linha [para um cliente] para não aumentar o custo do crédito para todos”, explicou.

O CMN também regulamentou os limites que administradores ou parentes de administradores de instituições financeiras poderão contratar em empréstimos nos lugares onde atuam. Pessoas físicas só poderão pegar emprestado até 1% do patrimônio líquido ajustado. Para pessoas jurídicas, o limite corresponde a 5%. A soma de todos esses empréstimos não poderá ultrapassar 10% do patrimônio líquido da instituição.

A medida vale para os controladores das instituições financeiras, diretores e membros de órgãos estatutários ou contratuais, pessoas e empresas com pelo menos 15% das ações ou cotas dos bancos ou aquelas com controle do capital efetivo. As restrições valem não apenas para empréstimos e financiamentos, mas para qualquer instrumento de crédito, como cartões e cheques especiais.

Até agora, essas pessoas e empresas estavam proibidas de contrair qualquer operação financeira nas instituições onde atuam. A Lei 13.506, de novembro do ano passado, permitiu a possibilidade, desde que as operações de crédito cumprissem certos requisitos. A nova legislação, no entanto, ainda não tinha entrado em vigor porque dependia da regulamentação do CMN.

(Agência Brasil)

Jair Bolsonaro faz reunião de trabalho no Rio para definir equipe de transição

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) deve fazer hoje (30) a primeira reunião de trabalho com aliados mais próximos para definir os rumos do governo de transição. O deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), confirmado para a Casa Civil, apresentará os dados coletados durante reuniões em Brasília com o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, que coordena a equipe de transição do governo Michel Temer.

O próprio Onyx confirmou a reunião. A previsão inicial era de que Bolsonaro viajasse para Brasília hoje. Mas ontem (29) o presidente eleito disse que irá à capital na próxima semana e que a “primeira pessoa” que pretende encontrar é Temer.

Na reunião de hoje, no Rio de Janeiro, a expectativa é de que participem os integrantes do chamado “núcleo duro”, que são os assessores mais próximos de Bolsonaro. Além de Onyx, devem estar presentes o general da reserva Augusto Heleno, confirmado para a Defesa, o economista Paulo Guedes, que deve assumir o Ministério da Fazenda (ou Economia, se houver fusão com outra pasta), e o presidente nacional do PSL, Gustavo Bebianno.

Em entrevista ontem à TV Record, Bolsonaro disse que são “estarrecedores” os dados sobre a máquina administrativa federal, sobretudo a respeito do número de funcionários e despesas. Ele reiterou que pretende privatizar ou extinguir algumas empresas, mas que não irá prejudicar os funcionários públicos. Também afirmou que sua intenção é reduzir o número de ministérios. Anteriormente, ele afirmou que gostaria de diminuir de 29 para 15.

Transição

Padilha disse que conversará amanhã (31) com Onyx, quando espera receber os primeiros nomes da equipe de transição do novo governo. A equipe deve reunir até 50 nomes de pessoas que vão trabalhar em um ambiente organizado exclusivamente para este momento, que é o Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), em Brasília.

Essas 50 pessoas serão nomeadas para Cargos Especiais de Transição Governamental. Esses cargos poderão ser ocupados a partir desta terça-feira (30) e devem ficar vagos até o dia 10 de janeiro, conforme disposição legal.

A equipe nomeada em caráter especial receberá salários que vão de R$ 2.585,13 a R$ 16.581,49. São oito cargos diferentes, de indicação de Bolsonaro. Vinte e cinco desses indicados receberão R$ 9.926,60 e dez terão salário de R$ 13.036,74. São os dois cargos com o maior número de ocupantes. O cargo de coordenador é o de maior salário, mas se Onyx Lorenzoni for o indicado, ele não poderá receber a remuneração, uma vez que já recebe como deputado federal e não poderá acumular as duas funções.

Ontem, Bolsonaro afirmou que a transição transcorrerá “em tranqüilidade” e agradeceu o apoio de Temer neste período. Padilha, por sua vez, disse que Temer pensa da mesma forma.

“A intenção do presidente Michel Temer é fazer uma transição com a maior transparência possível, ofertando todas as informações que estejam disponíveis no governo e sejam solicitadas, para que tenhamos, desde logo, o Brasil andando.”

(Agêncai Brasil)

Orçamento 2019 – Após eleições, hora de retomar discussões sobre a proposta do Estado

A primeira sessão da Assembleia Legislativa do Ceará(AL-CE) após o fim das eleições ocorre hoje. Tendência é que o resultado das urnas seja o assunto mais debatido pelos deputados estaduais, mas, para além disso, também é tempo de retomar a discussão de pautas importantes para o fechamento do ano legislativo.

A principal delas é o Projeto de Lei Orçamentária Anual para 2019, que começou a tramitar na Casa no último dia 16 e precisa ser aprovada até o dia 22 de dezembro para quando está previsto o recesso parlamentar.

O projeto ainda espera a designação do relator, que vai prever um prazo para a apresentação de emendas. Encerrado o tempo previsto, a matéria ainda precisa receber um parecer,que será votado nas comissões,para somente depois ir à votação no Plenário da Casa.

O deputado Evandro Leitão(PDT), líder do governador Camilo Santana (PT) na Casa,estima que a matéria só será votada entre os dias 15 e 20 de dezembro, na última semana antes do recesso parlamentar.A estimativa é a mesma de Tin Gomes (PDT), primeiro vice-presidente da AL-CE.Entre base e oposição, sentimento por enquanto é de tranquilidade em relação à votação do projeto.

A proposta do Poder Executivo estima a receita e determina as despesas do Estado para o ano seguinte. A matéria prevê recursos da ordem de R$ 28,3 bilhões, superando em cerca de R$ 2 bilhões o do ano passado.Em 2018, o valor foi de R$ 26,4 bilhões. A proposta sugere um aumento gradual, “o que se traduzem um crescimento esperado do Produto Interno Bruto(PIB) estadual para 2019 na ordem de 3%”.

Do valor estimado de R$ 28,3 bilhões, está sendo destinado ao Orçamento Fiscal e à Seguridade Social o montante de R$ 27,9 bilhões, e ao das estatais controladas pelo Estado, R$ 365,6 milhões. Quanto às despesas,a maior parte dos recursos foi alocada no grupo de pessoal e encargos sociais, no montante de R$ 12,3 bilhões.

Já os investimentos previstos na LOA 2019 totalizam R,6 bilhões, financiados com recursos próprios, convênios,parcerias público-privadas e operações de crédito contratadas.Entre os investimentos previstos, estão a ampliação do Porto do Pecém e a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) Parangaba-Mucuripe.

Os deputados também se preparam para receber as já tradicionais pautas “surpresa”que costumam ser enviadas pelo Governo no final do ano e, sobretudo, em fins de mandato. De acordo com Evandro Leitão, não há nada previsto “até agora”. O deputado João Jaime (DEM) acredita,porém, que alguns projetos deverão ser enviados.“Geralmente, no final do ano e de governo aparece algo de última hora, alguma reforma”,explica.

O deputado da oposição Carlos Matos (PSDB) disseque é necessário estar atento a essas “surpresas”. “A gente tem que prestar atenção, ficaratento, para não cair em casca de banana, se não o governador pode colocar um projeto e a gente não ter tempo nem de indicar emenda ou de vero teor, como já aconteceu outras vezes”, afirmou.

(O POVO – Repórter Letícia Alves)

Moro nega adiamento e Cunha vai depor nesta quarta-feira

O juiz federal Sergio Moro negou pedido feito pela defesa do ex-deputado federal Eduardo Cunha para que fosse adiado o interrogatório marcado para esta quarta-feira (31). A informação é da Veja Online.

Segundo os advogados, não foi dado à defesa acesso ao material correto da perícia feita no celular de Cunha.

Moro, no entanto, afirma que “não há nenhuma dúvida fundada ou razão para crer que o conteúdo não reflete o que foi encontrado no aparelho”. Essa não foi o primeiro adiamento solicitado por Cunha.

Na primeira vez, em outubro, o ex-deputado alegou que seu depoimento poderia prejudicar a candidatura da filha, Danielle, à Câmara Federal. Nessa ocasião, Moro concedeu o pedido.

Editorial do O POVO – “Democracia e Institucionalidade”

Com o título “Democracia e institucionalidade”, eis o Editorial do O POVO desta terça-feira:

Vitoriosa a candidatura Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência da República, é hora de cuidar dos aspectos institucionais da relação entre as esferas do poder, dentro da nova correlação política, como é próprio da democracia, para que tudo funcione comme il faut (como é preciso). E aí entra a relação do poder central com as unidades federativas (estados e municípios), instâncias governativas igualmente dotadas de representatividade e legitimidade, em suas dimensões respectivas. É aí que se coloca, particularmente – do ponto de vista dos cearenses -, a relação entre o Ceará e Brasília (e entre esta e o Nordeste), por terem optado por projeto político diferente do assumido pelo poder central.

No caso do Ceará, tem-se um governo de oposição aprovado por 79,95% dos cidadãos eleitores, que o reconduziram por considerarem, supostamente, seu projeto o mais adequado, no âmbito estadual. E em termos de proposta nacional, os cearenses acompanharam a região Nordeste que, por maioria de 69,7%, também optou pela oposição.

A grande beleza da democracia reside no fato de esta ser desenhada para comportar todas essas legitimidades diversificadas que se emulam no propósito de demonstrar, em seu espaço de jurisdição, o projeto que a maioria dos cidadãos considera mais apropriado naquela esfera de atuação. Quanto mais aperfeiçoada é a democracia, mais ela considera natural esse pluralismo de projetos, conjugando o local com o universal. Nem sempre o que é sucesso local, pode ser estendido para o regional e o nacional, e vice-versa. O importante é que esse aprendizado, resultante do método de tentativa e erro, é o mais eficaz do ponto de vista da obtenção do consenso, pois resulta da experiência concreta. A prova dos nove é obtida nas urnas, a cada etapa do processo, seja estimulando-o, seja reprovando-o. É assim que funciona a democracia.

Para que tudo transcorra com equilíbrio é preciso compatibilizar as distintas legitimidades (federal, estadual e municipal) e respeitar as respectivas autonomias. Por isso a institucionalidade é o fio condutor desse processo. A relação entre as diversas instâncias governativas deve-se dar na impessoalidade dos mecanismos que regem essa relação e que foram desenhados pela Constituição Federal, fruto do poder originário da soberania popular.

Não é preciso subordinação político-partidária para usufruir prerrogativas e direitos inscritos na Carta Magna. A relação entre os entes federativos é institucional, isto é, independe da coloração política e ideológica dos ocupantes do poder. É dentro dessa perspectiva que o Ceará e o Nordeste esperam ser tratados pelo novo governo central. Seguindo a praxe da democracia.

(Editorial do O POVO)

Bolsonaro vai conversar com Temer sobre reforma da Previdência

Em sua ida a Brasília na semana que vem para cuidar da transição, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) pretende também tratar da reforma da Previdência com o presidente Michel Temer.

“Semana que vem estaremos em Brasília e buscaremos junto ao atual governo, de Michel Temer, aprovar alguma coisa do que está em andamento lá, como a reforma da Previdência, se não o todo, parte do que está sendo proposto, o que evitaria problemas para o futuro governo”, afirmou em entrevista à TV Record.

Em entrevista à TV Brasil, o coordenador da transição, ministro Eliseu Padilha, previu que o novo governo terá um caminho árduo pela frente e entre as dificuldades está a negociação da reforma da Previdência no Congresso. Padilha julga que o período de “lua de mel” entre o novo presidente da República e o Legislativo, que ele estima entre 90 e 120 dias, não será suficiente para aprovar um novo modelo de reforma.

“Vai precisar de mais de 90 dias para fazer. Seria bom aproveitar esses 60 dias [do governo Temer] para ver até onde se avança”, recomendou em entrevista exclusiva à jornalista Roseann Kennedy, em programa que foi ao ar às 21h15 na TV Brasil. O presidente Michel Temer já se colocou à disposição para dar, até 31 de dezembro, encaminhamento à proposta de reforma já aprovada em comissão especial da Câmara.

“Se houver interesse do novo governo em incrementar essa proposta, teremos toda a disposição de ajudar”, reafirmou Padilha. “Primeiramente, precisamos ver se eles querem acelerar”, completou.

Em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, Bolsonaro voltou a polemizar com o jornal Folha de S. Paulo, que publicou matérias investigativas sobre ele, durante a campanha. Ele disse que o jornal não terá recursos (de publicidade) do governo federal. “Não quero que [a Folha] acabe. Mas, no que depender de mim, imprensa que se comportar dessa maneira indigna não terá recursos do governo federal. Por si só esse jornal se acabou”.

(Agência Brasil)

Vozão vence o Atlético Mineiro e, enfim, se afasta da zona de rebaixamento

Pela primeira vez no Brasileirão deste ano, o Ceará respira fora da zona de rebaixamento, sem a preocupação de retornar para as últimas colocações na rodada seguinte. Isso porque o Vozão chegou à 13ª colocação, na noite desta segunda-feira (29), após vencer o Atlético Mineiro, no Castelão, por 2 a 1, no complemento da 31ª rodada da competição.

Juninho Quixadá abriu o placar para o Vozão, aos 10 minutos de partida. Juan empatou aos 26 minutos. E Leandro Carvalho, em chute cruzado na área, aos 17 minutos da segunda etapa, deu a vitória ao Ceará.

O time cearense volta a campo na segunda-feira (5), na Ilha do Retiro, diante do Sport, que se encontra na zona do rebaixamento, com quatro pontos atrás do Vozão.

(Foto: Reprodução)

Taurus, fabricante de armas, despenca na Bolsa após vitória de Bolsonaro

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A empresa brasileira Taurus, detentora do monopólio de fornecimento de armas para as polícias e Forças Armadas, passa por uma tarde difícil. A informação é da Veja Online.

Na empolgação com a iminente vitória de Jair Bolsonaro, confirmada domingo (28), as ações da Taurus dispararam nos últimos meses, mas hoje a companhia já remedia a dura realidade. A companhia despencou 42,27% na Bolsa desde o começo do dia, e seus papéis valem, neste momento, 6,35 reais.

Curioso é que a empresa abriu o dia em alta, valendo 11,82 reais, no rebote da vitória do candidato que promete revogar o Estatuto do Desarmamento.

A queda tem uma explicação: circula nas redes um vídeo em que Eduardo Bolsonaro promete acabar com o monopólio da Taurus no mercado armamentista brasileiro. O discurso chamando a empresa de “decadente” começou a reverberar.

Soma-se a isso a declaração de Donald Trump, parabenizando o deputado e prometendo cooperação na área militar durante seu governo.

III FestFilmes homenageará cineasta Halder Gomes

O cineasta Halder Gomes ganhará homenagem nesta terça-feira, às 19 horas, no ato de abertura do III FestFilmes, o festival do audiovisual afro-brasileiro. Será às 19 horas, no auditório do Cariri Garden Shopping, em Juazeiro do Norte, dando direito a exibição do filme Cine Holliúdy.

Halder receberá a Comenda Francis Vale, em reconhecimento à contribuição de suas trajetórias para o cinema cearense e brasileiro. A entrega da comenda será feita por Leny Rose e Bel Vale, respectivamente viúva e filha de Francis Vale, cineasta, compositor e produtor cultural cearense, falecido em dezembro de 2017.

Será apenas a primeira noite do festival que se estenderá até 21 de novembro em Juazeiro do Norte, Redenção, Baturité e Fortaleza, com 92 filmes de todas as regiões do Brasil, além de produções de Portugal e Moçambique. O evento tem ainda seminários, cursos e palestras. Tudo com entrada franca.

Limpeza de banheiro em hospital geral adicional de insalubridade

A limpeza de banheiro em hospital gera direito a adicional de insalubridade em grau máximo. Este foi o entendimento da 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho, que deferiu a uma auxiliar de higienização de um hospital de Belo Horizonte as diferenças relativas ao adicional de insalubridade em grau máximo. A decisão seguiu o entendimento da Súmula 448 do TST de que a limpeza nesses locais não se equipara à de residências e escritórios, informa o site Consultor Jurídico.

Na reclamação trabalhista, a empregada afirmou que recebia o adicional em grau médio (20%), mas sustentou que a limpeza de banheiros em locais de grande circulação caracterizaria insalubridade em grau máximo e que, portanto, teria direito ao adicional de 40%. Pediu, assim, o recebimento das diferenças.

O Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG) concluiu pela inexistência da insalubridade em grau máximo com base no laudo pericial. Segundo o TRT, os banheiros eram utilizados apenas por empregados do andar do hospital em que a auxiliar trabalhava e por alguns visitantes, situação equiparável à limpeza em escritórios.

Agentes biológicos

O relator do recurso de revista da empregada, ministro Alberto Bresciani, explicou que a discussão diz respeito ao contato com agentes biológicos na limpeza de banheiros de uso coletivo de hospital. Segundo o relator, o TST tem entendido que é perfeitamente aplicável a regra do Anexo 14 da Norma Regulamentadora 15 do Ministério do Trabalho quando se tratar de estabelecimento empresarial ou de local de acesso de grande número de pessoas.

“Não se pode comparar a limpeza e a coleta do lixo dos banheiros de um hospital à realizada em banheiros de escritórios e residências”, concluiu.

Por unanimidade, a Turma entendeu que a decisão do TRT contrariou o item II da Súmula 448 do TST e condenou a empresa ao pagamento do adicional de insalubridade em grau máximo.

TJ do Ceará preparado para a XIII Semana Nacional de Conciliação

O presidente do TJCE, desembargador Gladyson Pontes, à frente.

A 13ª Semana Nacional da Conciliação, que será realizada de 5 a 9 de novembro, deve movimentar mais de 16 mil processos em todo o Estado, tanto na 1ª como na 2ª Instância. A informação é da assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça do Ceará, adiantando: qualquer pessoa que tenha uma demanda no Judiciário pode agendar uma sessão para tentar solucionar seu problema, por meio da ferramenta “Quero Conciliar”, disponível no site do TJCE.

Além da ferramenta, a parte pode entrar em contato direto com a unidade, seja no balcão da secretaria, por telefone ou peticionar diretamente nos autos, informando a sua intenção.

Quem tem conflitos ainda não judicializados, pode tentar uma conciliação pré-processual. Para quem ainda não tem processo ajuizado, a orientação é ir a uma das extensões dos Centros Judiciários de Soluções de Conflitos (Cejuscs), localizadas em universidades da Capital e do Interior. Nesses locais as pessoas recebem as instruções para agendar uma audiência no período da mobilização.

O Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) vai certificar as unidades que incrementarem o quantitativo de acordos realizados em relação ao ano anterior. O objetivo é estimular a produtividade. Entre os parceiros do Poder Judiciário na Semana Nacional da Conciliação estão Ministério Público Estadual, Defensoria Pública, Ordem dos Advogados do Brasil – Secção Ceará, e instituições de ensino superior.

Gylmar Chaves leva ao palco do Cineateatro São Luiz o espetáculo “Vamos falar de amor!”

O escritor e poeta Gylmar Chaves vai estrear, na próxima quarta-feira, às 20 horas, no Cineteatro São Luiz, o espetáculo “Vamos falar de amor!”. O evento coincide com o Dia Nacional da Poesia.

Segundo Gylmar Chaves, cearense de Tabuleiro do Norte, são narrativas históricas sobre sentimentos e gestos amorosos, ao som de trilha sonora de Fábio Amaral e Moacir Bedê. O espetáculo já tem agenda programada para o Rio de Janeiro.

Cresce 9,39% em setembro número de empresas inadimplentes no País

Levantamento feito pela Federação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra o crescimento no número de empresas com contas em atraso em setembro, registrando alta de 9,39% na comparação com o mesmo período no ano passado. Já na comparação mensal de agosto para setembro deste ano, houve crescimento modesto de 0,56%.

Os dados do Indicador de Inadimplência da Pessoa Jurídica revelam que a região com o maior volume de empresas devedoras foi o Sudeste, cujo crescimento foi de 17,16% na comparação anual. Na sequência, entram as regiões Sul, com 4,60%; Centro-Oeste, com 4,38%; Nordeste, com 2,78%; e Norte, com 1,83%.

O indicador revela que o número de dívidas em atraso, no nome de pessoas jurídicas, também acelerou em setembro, com alta de 7,25% na comparação com o mesmo mês do ano passado. De acordo com o estudo, o setor de serviços foi o ramo credor que registrou o maior crescimento da inadimplência de pessoas jurídicas, apresentando variação de 9,4%, seguido pela indústria (5,7%) e comércio (2,2%).

Considerando as empresas devedoras, a maior parte atua no comércio (46%), seguida do ramo de serviços (40%) e indústrias (9%). Do ponto de vista dos credores – aqueles que deixam de receber – somente as empresas de setor de serviços respondem por 70% do total das dívidas. Na sequência, estão o comércio (17%) e as indústrias (12%). A média é de duas dívidas para cada empresa inadimplente.

Segundo o SPC Brasil, as dificuldades econômicas persistem mesmo com o fim da recessão. A entidade afirma que o desemprego elevado e a consequente queda no faturamento das empresas são os principais fatores que puxam o crescimento no número de empresas inadimplentes.

Recuperação de crédito

De acordo com o índice, houve alta de 3% no número de empresas que conseguiu recuperar o crédito acumulado de um ano. A alta foi puxada pela Região Sudeste, onde o volume de quitação de dívidas das empresas cresceu 13,8% nos último 12 meses. Nas demais regiões, houve registro de queda: Nordeste registrou -7,9%, Norte e Sul, -5,7%, e Centro-Oeste, -0,3%.

Consulta ao indicador pode ser feita nas bases de dados do CNDL e do SPC Brasil. As informações disponíveis referem-se a capitais e interior das 27 unidades da federação.

(Agência Brasil)

Waldonys é atração no Centro Cultural Bom Jardim

A Escola de Música do Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ) receberá nesta terça-feira, 30, às 14 horas, o cantor e sanfoneiro Waldonys e mais 10 nomes da música para uma roda de conversa e aula show sobre a música nordestina no cenário atual.

Alémde Waldonys, estão listados Rita de Cássia (cantora e compositora), Nonato Lima (acordeonista e produtor musical), Pingo de Fortaleza (cantor e compositor), Adelson Viana (acordeonista e produtor), Orlângelo Leal (cantor e compositor), Parahyba de Medeiros (músico e arte educador), Tião Simpatia (poeta e cantador), Hoto Júnior (músico e professor instrumentista) e Pedro Madeira (Fundador da Orquestra Popular do Nordeste) e Mona Gadelha (cantora). Eles debaterão no Teatro Marcus Miranda, no CCBJ. Uma grande jam session encerra a atividade, que é aberta ao público.

O evento faz parte do calendário letivo dos alunos e alunas de prática de conjunto, musicalização, violão e técnica vocal da Escola de Música, que pesquisam atualmente a música nordestina, em especial os artistas cearenses.

SERVIÇO

*Teatro Marcus Miranda, no Centro Cultural Bom Jardim – Rua Três Corações, 400.

*Mais Informações- 99715.2277.

(Foto – Divulgação)

Indústria da construção registra queda na atividade e no emprego, diz CNI

Os indicadores de nível de atividade e de emprego na indústria da construção voltaram a cair em setembro, o que confirma a estagnação do setor, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O índice de nível de atividade recuou para 45,7 pontos e o de emprego foi para 45,1 pontos no mês passado, segundo a Sondagem Indústria da Construção, divulgada hoje (29) pela entidade.

Os indicadores variam de 0 a 100 pontos. Quando estão abaixo dos 50 pontos, mostram redução da atividade e do emprego.

Conforme a pesquisa, o índice de utilização da capacidade de operação subiu para 61% no mês passado, o maior nível deste ano. Mesmo assim, o setor mantém a elevada ociosidade, pois operou com 39% das máquinas, dos equipamentos e do pessoal parados. De acordo com a CNI, o setor enfrenta uma série de problemas, como baixa demanda, burocracia excessiva e situação financeira delicada, assim como a incerteza com relação aos próximos meses.

Retração do setor

A pesquisa mostra que a retração do setor em setembro e a cautela dos empresários em outubro são resultados das incertezas em relação ao desfecho das eleições. Com pequenas oscilações em relação a setembro, os indicadores de expectativas para os próximos seis meses se mantiveram, em outubro, próximos da linha divisória dos 50 pontos, que separa o otimismo do pessimismo.

O índice de expectativa em relação ao nível de atividade subiu 0,7 ponto e ficou em 51 pontos e o de novos empreendimentos e serviços caiu 0,4 ponto e alcançou 50 pontos. O índice de expectativa de número de empregados caiu para 49 pontos e o de compra de matérias-primas e insumos alcançou 49,5 pontos.

Para a CNI, como as expectativas para os próximos seis meses não apresentam bons resultados e comprovam um certo pessimismo do setor, a disposição dos empresários para investir também continua baixa. O índice de intenção de investimentos ficou estagnado em 32,5 pontos, inferior à média histórica de 33,6 pontos.

A pesquisa mostra que o Índice de Confiança do Empresário da Indústria da Construção (ICEI- Construção) subiu 1,3 ponto e alcançou 52,1 pontos em setembro. Mesmo assim, está abaixo da média histórica, que é 52,9 pontos.

Complicações

A elevada carga tributária, com 40,2% das menções, liderou a lista dos principais problemas enfrentados pelos empresários da indústria da construção no terceiro trimestre. Em seguida, com 34,7% das respostas, aparece a demanda interna insuficiente e, em terceiro lugar, com 27,9% das assinalações, os empresários citaram a burocracia excessiva. Entre os principais obstáculos ao crescimento do setor, aparecem ainda a falta de capital de giro e a inadimplência dos clientes.

Os empresários continuam insatisfeitos com a situação financeira das empresas. O indicador de satisfação com a margem de lucro subiu de 34,4 pontos no segundo trimestre para 36,1 pontos no terceiro trimestre. No mesmo período, o indicador de satisfação com a situação financeira das empresas passou de 39,2 pontos para 40,8 pontos. O índice de facilidade de acesso ao crédito ficou em 32,1 pontos, abaixo da linha divisória dos 50 pontos, mostrando que persistem as dificuldades de acesso ao crédito.

Esta edição da Sondagem Indústria da Construção foi feita entre 1º e 15 de outubro com 569 empresas. Dessas, 196 são pequenas, 248 são médias e 125 são de grande porte. A pesquisa completa está disponível na página da CNI.

(Agência Brasil)

Qual o futuro do PSDB pós-vitória de Doria apoiando Bolsonaro?

A eleição de João Doria (PSDB) para governador de São Paulo faz ala do tucanato prever não só uma disputa pesada pelo controle do partido, como também a debandada até de fundadores da legenda. É o que informa a Folha de S.Paulo.

De concreto, o PSDB não quis apoiar Bolsonaro, que virou o objeto de consumo político de Doria desde o primeiro quando da disputa, quando alijou o seu ex-guro, Geraldo Alckmin.

(Foto  Agência Brasil)